19 de julho de 2011

Governador da Califórnia sanciona lei que ordena currículo pró-homossexualismo nas escolas

Governador da Califórnia sanciona lei que ordena currículo pró-homossexualismo nas escolas

SACRAMENTO, Califórnia, EUA, 15 de julho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Numa ação que poderá ter repercussões nos Estados Unidos como nação, Jerry Brown, governador da Califórnia, sancionou uma lei polêmica que ordena que as escolas públicas ensinem as crianças acerca “do papel e contribuições” de figuras homossexuais históricas dos EUA.
A lei também proíbe materiais que “contêm qualquer assunto que reflita negativamente” os gays na base da identificação sexual.
Na quinta-feira, Brown sancionou a lei SB 48, que foi designada para entrar em vigor em janeiro do próximo ano, embora o jornal San Francisco Gate tenha feito o comentário de que a crise fiscal do estado está tão profunda que o governo da Califórnia não terá condições de comprar os novos livros didáticos até, no mínimo, 2015.
Promovida como um antidoto para o bullying contra gays nas escolas, a lei ordena que os livros didáticos coloquem em destaque os indivíduos homossexuais e suas atividades na história dos EUA. Simultaneamente, a lei reforça sua mordaça nos princípios religiosos, observando que “quaisquer doutrinas ou propagandas sectaristas ou denominacionais contrárias à lei” são proibidas.
O texto da lei termina com um tiro de advertência nas escolas particulares da Califórnia, declarando: “Esta assembleia legislativa determina que as escolas alternativas e independentes prestem atenção nas cláusulas desta lei à luz da Seção 235 das Leis Educacionais, que proíbem discriminação… em todo aspecto da administração das escolas alternativas e independentes”.
A lei não inclui nenhuma exigência de idade mínima, significando que as mudanças poderão afetar até mesmo os primeiros anos do ensino fundamental, comenta a agência Baptist Press.
“A história deve ser honesta”, disse o governador Brown numa declaração ao sancionar a lei, acrescentando que a lei “garante que as importantes contribuições dos americanos de todas as origens e modos de vida sejam incluídas em nossos livros de história”.
A assembleia legislativa havia aprovado a lei por uma votação de 49 a 25 em 6 de julho, depois de um debate acalorado. Tim Donnelly, deputado republicano, expressou da tribuna indignação com a lei.
“Penso que uma coisa é dizer que temos de ser tolerantes. Outra coisa totalmente diferente é dizer que meus filhos vão receber lições na escola de que esse estilo de vida é bom”, disse Donnelly, de acordo com a Associated Press. “Como cristão, estou profundamente ofendido”.
Enquanto isso, organizações que defendem a família estão expressando temor com as óbvias implicações da lei para o mercado nacional de livros didáticos.
“A realidade é que as grandes editoras de livros didáticos não criam diferentes livros didáticos para cada estado”, disse Brad Dacus, presidente do Instituto de Justiça Pacífica (IJP), numa declaração em 6 de julho. “Em vez disso, elas buscam cumprir ordens e contratos nos maiores estados, principalmente Califórnia e Texas. Como consequência, muitos estados menores são pressionados a aprovar os materiais escolares orientados na Califórnia, os quais têm agora de se prostrar diante das exigências de uma história homossexual”.
No começo deste mês, em união com outros bispos da Califórnia, o arcebispo José H. Gomez de Los Angeles criticou fortemente a lei SB 48 como um ataque nos direitos dos pais, dizendo que a lei “equivale ao governo rescrevendo os livros de história com base nas políticas dos grupos de pressão”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Abraão Isvi disse...

Misericórdia, espero firmemente em DEUS que isso não chegue ao Brasil. Senhor DEUS todo poderoso, livra esse país, chamado Brasil, desse mal, Senhor nos proteja Pai eterno, Senhor não permita que isso seja implantado no Brasil, Pai muda até mesmo o coração desses que intentam o mal, muda o coração até mesmo de Dilma, em nome de Jesus Cristo eu peço, teu filho, e tem misericórdia dos EUA.

Felipe(soldado de cristo) disse...

Mas pelo menos lá os cristãos têm a opção de educar seus filhos em casa...se fosse aqui( infelizmente não é muito difícil) os pais cristãos seriam obrigados a deixarem seus filhos receberem ensinos anti-bíblicos

quero também deixar o meu protesto contra essa lei! e contra qualquer lei que vai contra os preceitos bíblicos!

Henrique Lima disse...

Foi só a Globo chamar os autores da novela "Insensato Coração" pra uma conversinha sobre a apologia exacerbada a agenda do movimento gay que eles mostraram, mais ainda, seu viés totalitário. Segundo a Folha informa:

"os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.
Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política, a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia.
Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa que precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça."
O deputado Jean Wyllys não perdeu tempo em atacar a emissora que até ontem mostrava uma cena em que um gay se dizia abandonado pela família por seus pais ouvirem um pastor. De queridinha do movimento gay, a emissora passou a ser chamada hipócrita e sofrer ameaças veladas do deputado Jean Wyllys, político de uma causa só, a dele.

O que venho a pensar é: a que ponto chagamos? Ou melhor, eles chegaram. A novela vinha bajulando o movimento gay desde o seu início e só agora ela pede aos autores que aliviem na apologia. E pior, a Globo não é uma tevê estatal que tenha obrigações sociais, apesar de cumprir esse papel. A Globo é uma emissora PRIVADA, PARTICULAR, TEM DONO e não pertence a população. Ela tem o direito de veicular o que ela quiser e achar melhor.

Tiago Fernandes disse...

Bom dia Júlio;
Eu fico aqui matutando com os meus botões e não encontro resposta.Como uma nação como os EUA chegaram a essa situação?????