10 de junho de 2011

União Europeia quer que mães que cuidam do lar voltem a trabalhar fora

União Europeia quer que mães que cuidam do lar voltem a trabalhar fora

BRUXELAS, Bélgica, 9 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Mães da Alemanha, Áustria e Holanda que querem permanecer em seus lares têm a obrigação de voltar a trabalhar fora para resolver os problemas de falta de mão de obra na Europa, declarou um relatório da Comissão da UE.
José Barroso
A União Europeia está enfrentando um colapso demográfico, com aproximadamente todos os seus 27 países membros mantendo taxas de fertilidade muito abaixo do nível de substituição. O aborto propositado e a contracepção são legais em todos os países da UE, menos Malta, e os índices de casamento estão caindo constantemente em todos os países da UE. Com o crescente número de europeus entrando na idade de aposentadoria e menos trabalhadores jovens vindo em seguida para substitui-los, a crise de falta de população na Europa já está criando escassez de mão de obra.
Então qual é a solução? De acordo com José Manuel Barroso, presidente da Comissão Europeia, as mães que permanecem em seus lares têm a obrigação de deixar seus filhos nas creches e entrar no mercado de trabalho.
“A Alemanha, mas também a Áustria e a Holanda, precisam olhar para o exemplo [socialista] dos países escandinavos”, disse Barroso.
“Isso significa remover obstáculos para que as mulheres, trabalhadores idosos, estrangeiros e desempregados com baixa qualificação profissional entrem no mercado de trabalho. Deve-se abolir as leis que permitem uma aposentadoria muito cedo”.
Barroso disse que o que é necessário são mais creches e descontos de impostos sobre a renda [apenas] para famílias onde o marido e a esposa trabalham fora. O relatório da Comissão Europeu observa que na Suécia 85 por cento das mães com crianças em idade pré-escolar e 90 por cento das mães com crianças em idade escolar empregadas, e 75 das mulheres dinamarquesas trabalham fora.
O relatório diz: “As mulheres e os trabalhadores idosos representam um potencial significativo que poderia ser rapidamente mobilizado. Um número estimado de 1,2 milhões de mulheres profissionais poderia ser influenciado a voltar ao mercado de trabalho se as opções de combinar creche e trabalho fora fossem melhoradas”.
Chamado de “Operação Mamãe”, o objetivo do projeto é principalmente as mães cujos filhos estão entre as idades de seis e dezesseis anos. “Em grande parte, essas mães têm uma motivação muito alta e têm elevado nível de educação”, diz o relatório.
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
Artigos relacionados no Blog Julio Severo:

9 comentários :

Guilherme disse...

Que lógica sensacional essa! Ao invés de parar com o aborto e pesadas leis de contracepção para termos uma população jovem pra renovar a mão de obra (e a população em si), façamos com que as mães que tinham o direito de escolher entre ficar em casa e cuidar exclusivamente dos filhos e marido não tenham mais! Vamos obrigar por lei quem quer cuidar dos filhos que não tenham mais filhos e volte forçadamente ao mercado de trabalho.

Sinceramente esse pessoal socialista deve ser banido de qualquer governo, só fazem besteira em cima de besteira...

Camila disse...

Isso é o que eu chamo de tiro no pé: resolve-se um problema de curto prazo e arranja-se um muito pior a longo prazo. Isto é, restaura-se a economia e arrebentam-se as famílias. É um excelente modo de entrega a Europa aos muçulmanos. Enquanto os europeus fazem dinheiro, os muçulmanos fazem filhos. Quem prevalecerá?

José disse...

Desde os primórdios da história humana,verifica-se que, o homem é quem deve ser o provedor do lar, era ele o caçador e a mulher ficava apenas cuidando da prole, mais ai veio o capitalismo selvagem que visa somente os lucros, então a mulher teve que trabalhar fora para abastecer a ganacia dos senhores do mundo, com isso os salários foram achatados, por causa da oferta e da procura no mercado de trabalho. Na minha opinião o salário do homem deve ser o suficente para suprir de maneira digna a renda da família.

Facundo disse...

Pense numa confusão em que o mundo está virando... Enquanto em alguns lugares sobra gente, em outros falta tanto...

Anônimo disse...

Estamos caminhado a passos largos para a maior ditadura que já existiu, uma ditadura mundial patrocinada pela O.N.U, governo nenhum deve decidir o que cidadãos devem ou não fazer dentro de suas particularidades(Quantidade de filhos que devemos ter, quem deve educar nossos filhos, desarmar a população, toque de recolher e etc.), cidadãos de bem prepare-sem para a volta dos senhores de engenho, querem escravizar a sociedade sob pretexto de protegê-la, para quê tantas câmeras? Para nossa segurança?Ou para no caso de um golpe controlar nossos passos? Chip para sabe onde estou ou o que faço?Com o nível de corrupção humana vc colocará sua vida nas mãos de homens que visam escravizar a sociedade? Aconselho ao cidadão de bem que quer preservar sua liberdade, aprenda a usar a tecnologia e a defenderem-se com todo tipo de defesa que puderem ter e aprender, pois só não vê quem está cego, um dia vc pode acordar com pessoas em sua porta querendo implantar um chip em vc e te levar para um campo de concentração, parece ficção isso né? O celular, e o computador antes de virarem realidade também eram ficção, o futuro mostrará se sou louco ou sábio, em quanto isso estou me preparando para o combate!

James Wallaçe Sobrinho

Anônimo disse...

Vamos ver se eles vão obrigar também as mães muçulmanas ao trabalho fora do lar. Mto provavelmente abram brechas nessa decisão esdrúxula para elas.

Breve a Europa entrará em um verdadeiro caos. Pagarão caríssimo.

Anônimo disse...

No Japão,após o terremoto e tsunami,feministas estão abandonando a perspectiva de príncipe encantado e se casar somente quando for independente.
Talvez a natureza de proteção exercida pelo homem esteja em falta com tanto feminismo e só agora a mulher esteja caindo na real para aquelas bandas.


http://noticias.r7.com/internacional/noticias/apos-terremoto-sobe-o-numero-de-japonesas-querendo-se-casar-20110610.html


Anderson
Santa Catarina

Anônimo disse...

Tudo pra obter mais arrecadação, mais dinheiro?
Lembro que o Olavo de Carvalho mencionou que no auge dos manifestos de "emancipação feminina" dos anos 60-70, o que fazia os manda-chuvas de poder, os graúdos do estado incenivar a mulher a trabalhar é que assim obteriam impostos dobrados, contribuições sociais dobradas, consumo dobrado, isso ia ao encontro dos interesses financeiros do Estado.
Nada contra a mulher trabalhar e ter seu ganho, mas a mulher deve ter direito de escolha. Fazer campanha, forçar aquelas mulheres que não querem ou não precisam, é demais.
Não só relativo a esse assunto, mas mudanças, inovações não significam necessariamente pra melhor. Em qualquer coisa deve-se pesar o custo e benefício!
Roberto

Casal Vintera disse...

José, faço das suas palavras as minhas. Penso exatamente isso!
Eu falo que aqui em casa, quando meus filhos chegarem (engravidei mas perdei meu bebê mês passado, aos 2 meses de gestação - mas estou tranquila rs para quem fique com dó ou coisa do tipo)
que se tivermos meninas vamos educá-las para serem esposas dedicadas, donas de casa virtuosas e mães amorosas e SÓ! E se tivermos meninos, vamos educá-los para serem maridos atenciosos e PROVEDORES e pais amorosos. Temos que trabalhar isso neles desde pequenos, para que os meninos entendam da responsabilidade de manter um lar para que suas esposas possam se dedicar à familia deles..
E também, desde pequeninas, educar as meninas para serem voltadas para o lar. Se fazemos de forma diferente, não podemos esperar resultados diferentes, ainda mais com o mundo de hoje que está em colapso com o feminismo maldito adentrando as casas sem permissão. Até as igrejas estão tomadas pelo feminismo...está em todos lados.
Temos é que torcer o pepino desde pequeno como diz o ditado, para que nossos filhos sejam bons homens e mulheres do Senhor.

Raquel - casalvintera@yahoo.com.br