25 de junho de 2011

Imprensa secular finalmente começa a falar alguma verdade sobre estatísticas de gays assassinados

Imprensa secular finalmente começa a falar alguma verdade sobre estatísticas de gays assassinados

Nota de Julio Severo: O Blog do Noblat, pertencente ao jornal O Globo, disse hoje o que vimos dizendo há vários anos sobre as estatísticas envolvendo assassinato e crimes de homossexuais. Não está dizendo tudo o que precisa ser dito, mas contém informações importantes, apesar das limitações.

Em torno da causa gay

Jornalista Ruy Fabiano
Toda a campanha em favor da causa gay, e que orienta a aprovação do projeto de lei 122, em tramitação no Senado, parte de uma mesma premissa: haveria, no Brasil, um surto de homofobia — isto é, hostilidade e ameaça física aos gays.
A premissa não se sustenta estatisticamente. Os números, comparativamente aos casos gerais de homicídios anuais no país – cerca de 50 mil! —, são irrelevantes.
Segundo o Grupo Gay da Bahia, de 1980 a 2009, foram documentados 3.196 homicídios de homossexuais no Brasil, média de 110 por ano.
Mais: não se sabe se essas pessoas foram mortas por essa razão específica ou se o crime se deu entre elas próprias, por razões passionais, ou pelas razões gerais que vitimam os outros 49 mil e tantos infelizes, vítimas do surto de insegurança que abala há décadas o país.
Se a lógica for a dos números, então o que há é o contrário: um surto de heterofobia, já que a quase totalidade dos assassinatos se dá contra pessoas de conduta hetero.
O que se constata é que há duas coisas distintas em pauta, que se confundem propositalmente e geram toda a confusão que envolve o tema.
Uma coisa é o movimento gay, que busca criar espaço político, com suas ONGs e verbas públicas, ocupando áreas de influência, com o objetivo de obter estatuto próprio, como se opção de conduta sexual representasse uma categoria social.
Outra é o homossexualismo propriamente dito, que não acrescenta nem retira direitos de cidadania de ninguém.
Se alguém é agredido ou ameaçado, já há legislação específica para tratar do assunto, independentemente dos motivos alegados pelo agressor. Não seria, pois, necessário criar legislação própria.
Comparar essa questão com o racismo, como tem sido feito, é absolutamente impróprio. Não se escolhe a raça que se tem e ver-se privado de algum direito por essa razão, ou previamente classificado numa categoria humana inferior, é uma barbárie.
Não é o que se dá com o homossexualismo. As condutas sexuais podem, sim, ser objeto de avaliação de ordem moral e existencial, tarefa inerente, por exemplo (mas não apenas), às religiões.
Elas — e segue-as quem quer — avaliam, desde que existem, não apenas condutas sexuais (aí incluída inclusive a dos heterossexuais), mas diversas outras, que envolvem questões como usura, intemperança, promiscuidade, infidelidade, honestidade etc.
E não é um direito apenas delas continuar sua pregação em torno do comportamento moral humano, mas de todos os que, mesmo agnósticos, se ocupam do tema, que é também filosófico, político e existencial.
Assim como o indivíduo, dentro de seu livre arbítrio, tem a liberdade de opções de conduta íntima, há também o direito de que essa prática seja avaliada à luz de outros valores, sem que importe em crime ou discriminação. A filosofia faz isso há milênios.
Crime seria incitar a violência contra aqueles que são objeto dessa crítica. E isso inexiste como fenômeno social no Brasil. Ninguém discute o direito legal de o homossexual exercer sua opção. E a lei lhe garante esse direito, que é exercido amplamente.
O que não é possível é querer dar-lhe dimensão que não tem: de portador de direitos diferenciados, delírio que chega ao extremo de se cogitar da criação de cotas nas empresas, universidades e partidos políticos a quem fez tal opção de vida.
Mesmo a nomenclatura que se pretende estabelecer é falsa. A união de dois homossexuais não cria uma família, entendida esta como uma unidade social estabelecida para gerar descendência e permitir a continuidade da vida humana no planeta.
Casamento é instituição concebida para organizar socialmente, mediante estatuto próprio, com compromissos recíprocos, a geração e criação de filhos.
Como aplicá-lo a outro tipo de união que não possibilita o que está na essência do matrimônio? Que se busque então outro nome, não apenas para evitar confusões conceituais, mas até para que se permita estabelecer uma legislação que garanta direitos e estabeleça deveres específicos às partes.
Há dias, num artigo na Folha de S. Paulo, um líder de uma das muitas ONGs gays do país chegou a afirmar que a heterossexualidade não resultaria da natureza, mas de mero (e, pelo que entendi, nefasto) condicionamento cultural, que começaria já com a criança no ventre materno.
Esqueceu-se de observar que, para que haja uma criança no ventre materno, foi necessária uma relação heterossexual, sem a qual nem ele mesmo, que escrevia o artigo, existiria.
Portanto, a defesa de um direito que não está sendo contestado — a opção pelo homossexualismo — chegou ao paroxismo de questionar a normalidade (e o próprio mérito moral) da relação heterossexual, origem única e insubstituível da vida. Não há dúvida de que está em cena um capítulo psicótico da história.
Divulgação: www.juliosevero.com
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7 comentários :

Anônimo disse...

FINALMENTE !!!!!!!!!!!!!!!!!
As pessoas da sociedade estao acordando para o que esta acontecendo! Essa nota ja e um grande avanco.Visto que se trata da grande midia. Os extremistas gays devem estar doidos de raiva. (Que Deus tenha misericordia destes). Agora o proximo passo e conscientizar a populacao geral , e isso sera um grande desafio visto que a rede globo de manipulacao tem feito um grande deservico a sociedade.

Que Deus abencoe a todos

Anônimo disse...

Quando mais acompanho seu blog, mais interesssante eu o acho.
Penso que esta notícia é um grande avanço, uma espécie de reconhecimento do que vem sendo denunciado.

Agora, se a maioria dessas mídias de massa são concessões públicas, concesssões do ESTADO, e se o ESTADO deveria representar a vontade do povo, por que o povo continua engolindo uma mídia com a qual não concorda?

Obs:a ultima marcha para jesus teve a repercussão da quantidade de pessoas, no impeachment do collor.Se essa quantidade de gente foi suficiente para derrubar um presidente, quem dirá membros do STF

Silvio Ricardo disse...

Quando alguém vai ao extremo delírio de questionar a normalidade da heterossexualidade, demonstra cabalmente sofrer de algum tipo de esquizofrenia ou psicose que só afeta a personalidade dos ativistas gays.

Jorge Victor disse...

O fato de blogueiros ligados a grande mídia agirem de forma mais independente em relação ao homossexualismo se deve a maior liberdade de expressão e opinião existente na internet que torna mais difícil a manipulação de informação na grande rede.

Anônimo disse...

Essas informações da imprensa amestrada à passo de lesma, não vão criar a tempo uma sociedade crítica e questionadora em relação aos movimentos gayzistas.
E perceberam como elas se posam de pioneiras nesse tipo de informação?! Se acham vanguardeiras, sendo que não passam de um bando de jornalistas medíocres esperando receber a forma da PTralhada.

Chamelly Sobreira disse...

FINALMENTE!!!!

ESTÃO COMEÇANDO A ACORDAR PARA ESSE BARULHO SEM MOTIVO DE ''HOMOFOBIA'', QUE DEVERIA SER ''HETEROFOBIA''.

Anônimo disse...

A heterofobia é o ressentimento ou ódio dos homossexuais às pessoas que querem se manter longe de estilo de vida gay, que se recusam a manter contatos amistosos homoafetivos de quaisquer tipos (inclusive amizades), que insistem em se manterem neutras e distantes das pessoas que sentem atração pelo mesmo sexo. Também existe heterofobia na negação da existência da heterossexualidade pura e sem concessões, quando os gays apregoam que "todo ser humano é homossexual enrustido" ou quando afirmam que a homossexualidade é superior e preferível à heterossexualidade.

Há heterofobia nas tentativas de promoção do estilo de vida homossexual entre as crianças, nas tentativas de quebrar a resistência das pessoas heterossexuais e nas campanhas educativa escolares que tentam induzir os alunos a renunciarem à idéia de que a heterossexualidade é a melhor opção.

Existe heterofobia nas leis que punem aqueles que entendem que a heterossexualidade é a melhor opção para si, para seus filhos e para sua família, nas leis que visam restringir a literatura pró-heterossexual.

A heterofobia se origina de uma ideologia homossexista.