6 de junho de 2011

Blog Dextra entrevista Julio Severo

Blog Dextra entrevista Julio Severo

Julio Severo
Em 2007, a Rede Globo me convidou para participar do programa do Serginho Groisman sobre “casamento” gay e a revista Veja queria uma entrevista comigo sobre educação escolar em casa. Em 2008, foi a vez da TV Brasil. Mas recusei, por achá-los muito tendenciosos e injustos. Outros veículos de comunicação nacionais e internacionais seculares também já me procuraram, mas minha resposta usual é evitá-los.
Contudo, já participei de programas da TV Boas Novas no Rio em 2008, sobre “homofobia” e Conselho Tutelar. Aceitei o convite, desde que me dessem realmente espaço e liberdade. Já dei também entrevista para a TV Gênesis, em 2007.
E eu não veria problema algum em ser entrevistado por canais católicos, contanto que o entrevistador não fosse da ala radical da Teologia da Libertação.
O blog Dextra, conduzido por um grupo de jovens intrépidos, ganhou da Globo, pois conseguiu obter de mim uma entrevista, após muita insistência, cumprindo as palavras de Jesus de quem insiste batendo na porta verá a porta abrir-se.
Eu não sou lá um grande entrevistado, mas as perguntas do Dextra são interessantes. Para conferir a entrevista completa, acesse este link do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=2fkWiKsVpag



Entrevistas escritas comigo encontram-se nestes links:

13 comentários :

Anônimo disse...

Julio, já assisti no Mídia sem Máscara e você foi ótimo. Você tem muita capacidade de argumentação, o seu raciocínio é direto e claro. Parabéns!

Giovanna Paschoalino disse...

Julio...não gostaria que vc estivesse tão sozinho nesta luta. Enquanto sua voz que clama no deserto é ouvida, nosso povo se diverte em campanhas para enriquecer. Lamento e me uno A você ! Abraços

Docil 43 disse...

Ola Julio! Eu ja tinha divulgado a sua entrevista antes em meu canal ( http://www.youtube.com/user/TheDocil43?feature=mhee ) e tambem no meu blog ( http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2011/05/julio-severo-plc-122-e-nossa-luta.html ). Por que voce demorou em divulgar a sua entrevista? Deus ti abencoe!

Camila Lindberg disse...

Júlio, eu tenho uma dúvida quando leio seus artigos. A condenação de Deus é sobre a sodomia ou sobre o homossexualismo? Porque se for apenas sobre a sodomia, um relacionamento lésbico seria pecaminoso apenas por ocorrer fora do casamento, mas não pela natureza do ato? Muitas vezes você cita a sodomia especificamente, então gostaria que você esclarecesse esse ponto se possível.

Muito obrigado e força na sua caminhada.

Chamelly Sobreira disse...

A\h, eu vi essa sua entrevista completa semana passada, muito interessante mesmo!

Está de parabéns!

Que Jesus te guarde e te proteja. Você e sua família.

Anônimo disse...

Seria bom que a Presidência perdesse esse direito:

Presidência pode perder exclusividade na escolha de ministros do STF

Luiz Alves
Dep. Rubens Bueno (PPS-PR)
Rubens Bueno: STF exerce papel jurídico e político.

A Câmara analisa proposta que modifica a forma de indicação dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Hoje, os onze ministros são escolhidos pelo presidente da República e aprovados pelo Senado. Pela proposta, a aprovação pelo Senado será mantida, mas à Presidência caberá a escolha para somente duas vagas.

As outras nove vagas serão divididas entre: o Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Procuradoria Geral da República (PGR), a Câmara dos Deputados e o Senado Federal. A medida está prevista na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 17/11.

O autor da proposta, deputado Rubens Bueno (PPS-PR), argumenta que o STF exerce um papel não somente jurídico mas também político. “Não se pretende aqui condenar as motivações políticas adotadas pela instância máxima do Poder Judiciário. Pelo contrário, há que se destacar a importância dessas motivações nas decisões jurídicas. Exatamente por isso é que se torna imperioso assegurar sua total independência”, disse.

Independência
Segundo Bueno, para que o Supremo seja independente, a escolha de todos os 11 ministros não pode ficar a cargo somente do presidente da República. Ele defende que a necessidade de que a indicação dos ministros do Supremo seja compartilhada não só entre os Poderes do Estado, mas também com os órgãos que exercem as funções essenciais à Justiça, ou seja, o Ministério Público e a advocacia. “É mais transparente e democrático.”

De acordo com a proposta, a escolha dos ministros ficará dividida da seguinte maneira:
– três ministros indicados pelo STJ entre os próprios ministros do STJ;
– dois ministros indicados pela OAB entre os advogados com mais de dez anos de atividade profissional. Nesse caso, é proibida a indicação de quem ocupe ou tenha ocupado a função de conselheiro no período de três anos antes da abertura da vaga;
– dois ministros indicados pelo procurador-geral da República entre os integrantes do Ministério Público com mais de dez anos de carreira. Nesse caso, é proibida a autoindicação ou a indicação de quem tenha ocupado a função no período de três anos antes da abertura da vaga;
– um ministro indicado pela Câmara dos Deputados. Nesse caso, é proibida a indicação de um deputado da mesma legislatura;
– um ministro indicado pelo Senado Federal. Nesse caso, é proibida a indicação de um senador da mesma legislatura;
- dois ministros indicados pelo presidente da República. Nesse caso, é proibida a indicação de ministro de Estado, do Advogado-Geral da União ou de quem tenha ocupado tais funções nos três anos anteriores à abertura da vaga.

Ocupação das vagas
A PEC define que os cargos de ministro que forem sendo abertos serão ocupados, um a um, de acordo com a ordem descrita acima. Por exemplo: a primeira vaga será do STJ, a segunda, da OAB, a terceira, da PGR e assim por diante. Depois da primeira rodada, serão preenchidas as segundas vagas de cada órgão ou entidade, se houver. Após o preenchimento da terceira vaga do STJ, o ciclo ficará completo.

Quando todos os ministros do STF forem selecionados de acordo com a nova regra, a escolha passará a seguir uma norma-padrão: o posto vago será ocupado da mesma forma com que ele foi preenchido anteriormente.

Tramitação
A PEC será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quanto à sua admissibilidade. Se for aprovada, será examinada por uma comissão especial e votada em dois turnos pelo Plenário.

Anônimo disse...

Irmão Julio de defesa a vida!!!A Paz de Jesus esteja conosco. Sou uma admiradora de sua luta pelos valores Cristãos. Se puder veja esse site, tem informações importantes. http://www.providafamilia.org.br/doc.php?doc=doc40252

Roberto disse...

Irmão Júlio, parabéns!
Sou católico e também, não tenho problema nenhum com os protestante, se são educados, sinceros no serviço ao Senhor. Mesmo que considere uma doutrina equivocada, louvo e apóio quem serve com dedicação ao Senhor.
Um abraço!

Albino Cheganças Junior disse...

Ótima entrevista. O tempo passou voando.

Deus te abençoe!

Anônimo disse...

Sou evangélico e posso dizer que ñ tenho problemas de diversidades com outras correntes do cristianismo como a maior delas, que é o catolicismo. Enquanto a maioria de evangélicos e católicos, nesta terra bananeira, ficam provocando uns aos outros com firúlas ou questiúnculas;(talvez pela miséria cultural legada pelo colonizador). Os movimentos do inferno estão bem arquitetados e bem armados para devorar muitos e muitos cristãos. E a maioria será mesmo devorada, graças às igrejas oba-obas e covardes, que so se preocupam com coisas pueris.

Fiquei maravilhado com a sua visão e conhecimento do dias hodiernos e que envolvem os problemas das igrejas de Cristo.
Que Deus lhe dê força, Gideão!

Anônimo disse...

MUITO INSTRUTIVA. PARABÉNS.
ME RESPONDA UMA COISA:
COMO FAÇO PARA ADQUIRIR ESTA ENTREVISTA EM FORMA DE MÍDIA COMO CD OU DVD?
É QUE GOSTARIA DE PODER FAZER UM TRABALHO COM A IGREJA USANDO UM SLIDE OU DATASHOW.
OBRIGADO.

Eliseu F A Jr disse...

Muito interessante Julio, a sua entrevista, assisti uma parte. Vou baixar para assistir em off-line.

Elimar Cristina A L Tolentino disse...

É lamentável que nós cristãos evangélicos nos alinhemos as perversidades por meio da nossa passividade.A começar em mim resgatemos a coragem e a ousadia dos primeiros cristãos. Obrigada Julio por este despertar.