30 de junho de 2011

Alianças Hetero-Gays causam câncer?

Alianças Hetero-Gays causam câncer?

22 de junho de 2011 (Notícias Pró-Família) — Aqueles que estão envolvidos na luta contra o câncer estão sempre em busca de fatores de risco — condutas que fazem com que alguém tenha mais probabilidade de ter câncer do que outra pessoa. Um estudo publicado em maio de 2011 na revista Câncer descobriu tal fator de risco. Num grande estudo, 8,25 por cento dos homens que se autoidentificaram como gays haviam sobrevivido a um câncer, versus 5,04 por cento dos homens que se autoidentificaram como heterossexuais.[1] Essa é uma diferença muito significativa e aqueles que a relataram pareciam surpresos, o que é realmente de surpreender, considerando que tal diferença é totalmente previsível.
Os homens gays têm mais probabilidade de fumar (que traz o risco de se pegar câncer dos pulmões), têm probabilidade muito maior de contrair uma doença sexualmente transmissível, tal como o vírus do papiloma humano (que traz o risco de câncer anal) ou hepatite (que traz o risco de câncer do fígado) ou HIV/AIDS (que traz o risco de vários diferentes cânceres). Eles têm maior probabilidade de iniciar a atividade sexual em idade mais jovem, usar drogas e consumir álcool demais, se deprimir ou sofrer de desordens psicológicas, e tudo isso afeta a saúde; e para completar, muitas vezes, adiam a busca por assistência médica. A resposta politicamente correta do estudo não foi evidentemente “talvez haja algo que não seja saudável no sexo gay”, mas em vez disso que “precisamos nos livrar da homofobia no sistema de saúde”. Isso é absurdo, pois há clínicas especialmente designadas para tratar de homens gays em grandes áreas urbanas e os centros de tratamento do HIV fazem um esforço imenso para serem sensíveis às questões de orientação sexual.
A recusa de enfrentar os fatos parece endêmica. Por exemplo, Liz Margolies, diretora executiva da Rede LGBT Nacional contra o Câncer, respondeu ao estudo se queixando de que uma falta de dados quantitativos sobre a relação entre a orientação sexual de um indivíduo e o risco de câncer é “um dos maiores problemas que temos” [2] Eu ficaria feliz de enviar para a senhorita Margolies links para muitos artigos com dados de até 30 anos atrás, todos documentando a ligação entre a conduta de homens gays e o câncer.
É claro que se os ativistas gays confessassem que há uma ligação direta entre a conduta gay e o câncer, eles teriam de confessar que as Alianças Hetero-Gays (AHGs), que eles estão promovendo nas escolas dos Estados Unidos, não estão protegendo a saúde dos estudantes, mas colocando-a em perigo. As AHGs incentivam os estudantes que sofrem de Desordem de Identidade de Gênero (DIG) ou vítimas de abuso sexual na infância ou apenas estudantes confusos a se autoidentificarem como gays ou bissexuais.
Outro estudo publicado — a pesquisa de Vigilância de Condutas de Riscos dos Jovens feita pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças — revelou evidências impressionantes de que estudantes que se autoidentificam como gays ou bissexuais têm muito mais probabilidade do que os estudantes heterossexuais de se envolverem em condutas de risco de saúde, inclusive fumo, uso de drogas e sexo com múltiplos parceiros. [3]
As AHGs fazem com que ser gay ou bissexual seja legal. As AHGs desestimulam estudantes sexualmente confusos de buscar aconselhamento por DIG e desprezam a ideia de que a atração de mesmo sexo num adolescente possa ser um estado transitório ou consequência de abuso sexual na infância. Como resultado, os estudantes que poderiam, em circunstâncias diferentes, ter vencido a confusão sexual que pode ocorrer na adolescência e poderiam ter saído como heterossexuais felizes experimentarão sexo homossexual e serão pegos em condutas de alto risco, algumas das quais os exporão a fatores que provocam câncer. Pode levar décadas para os cânceres aparecerem, mas são as AHGs que colocaram os estudantes nesse rumo perigoso.
Os promotores das AHGs argumentam que seus programas impedem resultados negativos e condutas de risco de saúde mediante educação e apoio, mas não há provas de um efeito positivo de longa duração. Estudo após estudo revela que a educação e apoio, ainda que intensivos, não impedem condutas de elevado risco.[4] O número de homens gays jovens que se tornam portadores do HIV continua aumentando.[5]
Um estudo relatado na Revista Médica Britânica comparou os homens gays que receberam “intervenção comportamental para reduzir infecções sexualmente transmitidas” com um grupo de controle que não recebeu nenhuma educação especial. Os pesquisadores constataram que “a intervenção tinha mais probabilidade de prejudicar”. Havia um “risco mais elevado de se adquirir uma infecção sexualmente transmissível entre participantes na intervenção…” Isso foi “algo que eles não esperavam… E claramente um causa para preocupação”. Os autores conjecturaram que “a intervenção criou nos participantes um senso mal colocado de confiança em sua capacidade de negociar situações sexuais de alto risco”. [6]
As AHGs são como amianto, que é um eficaz retardador de fogo, mas, décadas depois de uma exposição, provoca câncer.
Este artigo foi publicado com a permissão de daleoleary.wordpress.com
[1] Ultrike Boehmer, Xiaopeng Miao, Al Ozonoff, “Cancer survivorship and sexual orientation, Cancer, (May 2011).
[2] “Gay Men And Cancer: Study Shows Homosexual Males Nearly Twice As Likely To Be Cancer Survivors,”  http://www.huffingtonpost.com/2011/05/09/gay-men-cancer-study_n_859722.html
[3] Laura Kann et al, “Sexual Identity, Sex of Sexual Contacts, and Health-Risk Behaviors Among Students in Grades 9–12 — Youth Risk Behavior Surveillance, Selected Sites, United States, 2001–2009,” Morbidity and Mortality Weekly Report CDC, (June 6, 2011) 60
[4] Perry N. Halkitis Daniel Siconolfi, Megan Fumerton, Kristin Barlup, “Facilitators of Barebacking among Emergent Adult Gay and Bisexual Men: Implications for HIV Prevention” Journal of LGBT Health Research, (January 1, 2008) 4(1): pp. 11–26.
Ron Stall et al., “Association of co-occurring psychosocial health problems and increased vulnerability to HIV/AIDS among urban men who have sex with men,” American Journal of Public Health (2003) 93 (6): pp. 941.
[5] CDC, “HIV among gay, bisexual and other men who have sex with men (MSM),” (Sept. 2010).
[6] John Imrie et al, “A cognitive behavioural intervention to reduce sexually transmitted infections among gay men: Randomised trial,” “British Medical Journal,  (Jun 16, 2001); http://findarticles.com/p/articles/mi_m0999/is_7300_322/ai_n27568633/?tag=content
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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2 comentários :

Guilherme disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Guilherme disse...

Sabendo-se de antemão que, na verdadeira proporção de gays pra héteros na população inteira, o número real de gays assumidos não chega a 1% do número de héteros, então o fato desse número de gays que passaram pela terrível experiência de ter um câncer ser ainda maior do que o número de héteros que passaram pela mesma experiência deveria ser bem preocupante para os defensores desse estilo de vida "alternativo", não é mesmo?