23 de maio de 2011

Ronald Reagan e sua defesa poderosa da vida humana

Ronald Reagan e sua defesa poderosa da vida humana

20 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Algumas semanas atrás um amigo me enviou algo que ele pensou que eu adoraria ler — algo que havia sido publicado aproximadamente 30 anos atrás por Ronald Reagan. Achei-o tão comovente que quis compartilhá-lo com meus leitores.
Ronald Reagan
Em 1983, o então Presidente Reagan enviou um manuscrito, sem ser solicitado, para os editores da revista Human Life Review, que o publicaram no formato de livreto. Era uma súplica sincera para que o povo americano reconhecesse a santidade da vida dos bebês em gestação — e a nunca desistir de trabalhar para protegê-los em lei.
Reagan fazia com que seus leitores se lembrassem de que nem o povo americano nem nossos legisladores nunca chegaram a ter uma chance de decidir se realmente queriam legalizar o aborto durante os nove meses de gravidez: Mas hoje, isso é realidade.
Além disso, a Constituição dos EUA não garante nenhum direito ao aborto. Reagan escreveu que a decisão Roe versus Wade [que legalizou o aborto nos EUA por decisão exclusiva do Supremo Tribunal] “não foi a primeira vez que nosso país se dividiu por causa de uma decisão do Supremo Tribunal que negou o valor de certas vidas humanas”. A decisão Dred Scott, que defendeu a escravidão, também tem essa distinção questionável.
Ele escreveu acerca da grande necessidade de elaborar e apresentar com clareza a questão do aborto — exatamente como os abolicionistas desmascararam a verdade terrível sobre a escravidão.
E qual é a questão real? Reagan perguntou. “A questão real hoje não é quando começa a vida humana”, escreveu ele, “mas ‘Qual é o valor da vida humana?’ O médico aborteiro que ajunta de novo os braços e pernas [destroçados] de um bebezinho para se certificar de que todas as suas partes foram [removidas] do corpo de sua mãe mal consegue duvidar se o bebezinho é um ser humano”. (Assista aqui a um grande discurso de Reagan contra o aborto: http://www.youtube.com/watch?v=BxXeBABZVqg)



E em 1981, audiências que ocorreram no Senado sobre o início da vida humana envolveram muitas testemunhas médicas e científicas que concordaram, com base em evidências científicas, “que a criança em gestação está viva, é uma pessoa diferente [e] é um membro da espécie humana”.
Portanto, “a pergunta real”, escreveu Reagan, “…é se essa vidinha humana tem um direito concedido por Deus de ser protegida pela lei — o mesmo direito que temos”.
Reagan citou Lincoln, que escreveu que “tudo o que tem a imagem e semelhança divina não foi enviado ao mundo para ser pisado”. Ele citou o sociólogo William Brennan, que alertou: “O ambiente cultural para um holocausto humano está presente toda vez que alguma sociedade for enganada e levada a definir as pessoas como menos do que humanas e, portanto, desprovidas de valor e respeito”. E ele citou Malcolm Muggeridge, que disse que “Ou a vida é sempre e em todas as circunstâncias sagrada, ou intrinsecamente sem nenhum valor; é inconcebível que em alguns casos seja sagrada e em outros sem nenhum valor”.
Como esses homens estavam certos.
A fim de restabelecer a proteção para as crianças em gestação, o que envolve lutar contra os poderosos grupos pró-aborto de pressão política e legal e contra juízes ativistas, Reagan disse, citando Madre Teresa, temos de nos tornar uma “alma de oração”. Aliás, temos de ser como William Wilberforce e seus amigos, que, recordou Reagan, oraram durante décadas para acabar com a escravidão na Inglaterra. “Que a fé e a perseverança dele sejam nosso exemplo”, escreveu Reagan.
Reagan teria ficado feliz de saber que, graças aos esforços incessantes de muitos cristãos, mais americanos agora se consideram pró-vida do que nunca.
Publicado com a permissão de Breakpoint.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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