12 de maio de 2011

Dirigente olímpico pró-família dos EUA é forçado a se demitir depois de sofrer críticas de ativistas gays

Dirigente olímpico pró-família dos EUA é forçado a se demitir depois de sofrer críticas de ativistas gays

10 de maio de 2011 (Notícias Pró-Família) — Apenas oito dias depois de ser nomeado chefe da delegação americana para os Jogos Olímpicos de 2012 Peter Vidmar, medalha de ouro, renunciou à sua posição depois que ativistas e atletas gays o criticaram pelo apoio dele ao verdadeiro casamento.
Peter Vidmar
Vidmar, de 49 anos, recebeu duas medalhas de ouro em ginástica olímpica em 1984 na cidade de Los Angeles. Ele é o presidente do conselho administrativo da Federação Americana de Ginastas, atuou no Conselho de Preparo Físico do Presidente dos EUA e é um proeminente palestrante motivacional, entre muitas outras realizações.
Um forte mórmon, Vidmar atraiu uma tormenta de atenção negativa dos meios de comunicação depois que se revelou que em 2008 ele doou 2.000 dólares para a vitoriosa campanha que promoveu a Proposta 8 na Califórnia — referendo que derrubou uma decisão do Supremo Tribunal da Califórnia que permitia o “casamento” de mesmo sexo. Ele também participou de comícios pró-casamento no passado.
“A Igreja queria assumir uma postura sobre a questão, e convidou seus membros a assumir uma postura”, Vidmar disse com franqueza ao jornal Chicago Tribune. “Escolhi me envolver”.
O Comitê Olímpico dos EUA disse que o envolvimento de Vidmar no debate de “casamento” de mesmo sexo lhes era desconhecido na época da nomeação dele como chefe da delegação olímpica dos EUA. Contudo, Vidmar disse que “nunca tentou esconder isso”.
Como chefe de delegação, Vidmar teria sido coordenador da equipe americana em todas as relações com o Comitê Olímpico Internacional e organizadores. Embora Vidmar tivesse explicado que suas convicções sobre casamento não afetam sua posição como chefe da delegação americana, alguns colegas atletas sem demora abriram a boca para se opor à liderança dele.
“É errado”, disse Johnny Weir, famoso atleta de patinação artística no gelo que também é homossexual. “Eu certamente não ia querer ser representado por alguém que é contra o casamento gay. Não é uma questão apenas de casamento, mas também de liberdade para ter direitos iguais como americanos. É uma vergonha o fato de que este homem é muito publicamente contra algo que pode estar representado na equipe americana”.
Entretanto, Vidmar sustentou que “respeitaria os direitos de todos os atletas, independente de sua raça, sua religião ou sua orientação sexual”.
“Eu queria que minhas convicções religiosas pessoais não tivessem se tornado uma distração das coisas estupendas que estão acontecendo no movimento olímpico nos Estados Unidos”, disse Vidmar, numa declaração divulgada pelo Comitê Olímpico dos EUA.
“Peter é respeitado no mundo inteiro por sua dedicação e compromisso com o movimento olímpico e com justiça é considerado um dos grandes campeões olímpicos dos EUA”, disse Scott Blackmun, diretor executivo do Comitê Olímpico dos EUA. “Creio que Peter teria prestado um bom serviço aos nossos atletas, mas considerando a natureza dessa questão, certamente respeito sua decisão de se demitir”.
Enquanto isso, Maggie Gallagher, presidente da Organização Nacional de Defesa do Casamento, disse para o site de notícias CitizenLink que o movimento organizado por trás da demissão de Vidmar veio claramente da rede de militância homossexual.
“Simplesmente pelo fato de que ele doou para a Proposta 8, ele foi declarado pelo movimento gay como inaceitável para ocupar um cargo público”, disse ela. “Esta é uma campanha para estigmatizar, marginalizar e reprimir as opiniões dos religiosos acerca do casamento”.
Gallagher disse que Vidmar tinha pouca escolha em sua demissão. “Peter Vidmar é um dos maiores palestrantes motivacionais nos meios empresariais. É isso o que ele faz para sobreviver”, disse ela. “Quando o movimento gay decidiu persegui-lo, ele reconheceu que sua carreira inteira, todos os seus meios de subsistência, poderiam ser gravemente prejudicados”.
“Eu simplesmente não posso permitir que minha presença se torne um prejuízo para a família olímpica americana”, disse Vidmar ao pedir demissão. “Espero que com minha renúncia os atletas e seus relatos passem com justiça a ocupar o centro das atenções”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Guilherme disse...

É impressionante o que o movimento gayzista é capaz de fazer. Um profissional reconhecido mundialmente pelo seu excepcional trabalho, pela sua equipe. Agora, sua postura como religioso, em nenhum ponto ofendendo ninguém, é o estopim de uma enorme campanha difamatória para destruí-lo por completo.

E ainda resta dúvidas quem realmente é intolerante nessa palhaçada gayzista?

Anônimo disse...

Para vc ver vc pode ser mundialmente conhecido ter prestigio de milhares de jovens atletas de mães que incentivam atletismo professores universidades dae quando quer mostrar um pingo da sua moral e posição cristã vc é criminoso horroroso mentiroso saguinario nazista esse movimento gay esses que fomentam esse movimento tenho pena do que Jesus ira fazer com as almas deles

Herberti disse...

Baseado neste acontecimento respondam: quem são os que verdadeiramente praticam o preconceito e a discriminação?

Anônimo disse...

Todo mundo tem que ser gay?