20 de maio de 2011

Burocratas da ONU promovem direitos homossexuais contra os desejos da Assembleia Geral da ONU

Burocratas da ONU promovem direitos homossexuais contra os desejos da Assembleia Geral da ONU

NOVA IORQUE, EUA, 19 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — A burocracia da ONU está aumentando seus esforços para descriminalizar a conduta homossexual e normalizar sua aceitação entre os países membros, sem o consentimento ou consenso dos governos.
“O princípio de que ninguém deve sofrer discriminação na base de sua sexualidade ou identidade de gênero já está plenamente integrado em nossos padrões internacionais atuais de direitos humanos”, afirmou Navanethem Pillay, Alta Comissária da ONU para os Direitos Humanos, numa mensagem de vídeo divulgada recentemente sobre homofobia.
“Sob o direito internacional, os países têm a obrigação de descriminalizar a homossexualidade e proteger os indivíduos de discriminações na base de sua orientação sexual”, declarou ela.
Essa mensagem é falsa, de acordo com um volume crescente de especialistas legais internacionais e países membros da ONU. A comunidade internacional continua a debater vigorosamente o princípio de não discriminação com base na orientação sexual, e vem fazendo isso por mais de cinco anos. Recentemente, em março passado, os países membros da ONU batalharam agressivamente em Genebra por causa da ideia da inclusão da orientação sexual na categoria protegida de não discriminação. Debates semelhantes ocorreram em Genebra em 2008 e 2006, sem resultar em acordo.
A mera inclusão do termo “orientação sexual” na resolução sobre a pena de morte na Assembleia Geral neste outono passado resultou numa batalha de duração de um mês que colocou os EUA e os países da Europa Ocidental contra a maioria das nações no mundo em desenvolvimento que se opuseram à inclusão do termo polêmico e sem definição.
A declaração de Pillay de que os países têm a obrigação de descriminalizar as relações homossexuais não está em harmonia com a realidade. Não há nenhum documento ou tratado de consenso negociado internacionalmente da ONU reconhecendo que os países têm a obrigação de descriminalizar as relações homossexuais nas leis nacionais.
Em setembro de 2010, Pillay e o Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos (EACDH) admitiram que acabar com a discriminação contra homossexuais seria um “teste de nosso sistema existente de direitos humanos e instituições internacionais de direitos humanos. Os vários tratados internacionais… não se referem explicitamente às violações com base na orientação sexual e na identidade de gênero, embora a inclusividade da linguagem sobre não discriminação na Declaração Universal… forneça uma boa base para estender proteção nessa direção”.
Cinco órgãos de tratados da ONU fizeram exatamente isso, emitindo comentários e observações finais afirmando que a existente linguagem de tratado sobre não discriminação estabelece obrigações sobre os países para acabar com a discriminação com base na orientação sexual. Contudo, os órgãos de tratados estão sendo criticados de igual modo por nações desenvolvidas e em desenvolvimento por estarem indo muito além das responsabilidades de seus mandatos.
Lançado junto com a mensagem de vídeo de Pillay estava um guia informativo com o título “A ONU Fala Explicitamente: Lidando com a Discriminação com Base na Orientação Sexual e Identidade de Gênero”. Patrocinado pela Organização Mundial de Saúde, UNAIDS e o Programa de Desenvolvimento da ONU, o guia informativo faz referências a vinte declarações feitas por elevadas autoridades da ONU, especialistas independentes da ONU e a assessoria de órgãos de tratados sobre a importância de descriminalizar as relações de mesmo sexo e proteger as pessoas homossexuais e transgêneras de todas as formas de discriminação. O que é notável é que não há nenhuma referência a nenhum documento da Assembleia Geral da ONU ou uma decisão de países membros soberanos.
Muitos especialistas de direitos humanos têm a preocupação de que criar direitos de tal forma não democrática poderá fazer com que o sistema inteiro de direitos humanos cambaleie.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Anônimo disse...

Olá grande Júlio!!!

Cara, eu estava pensando neste assunto da pl122 (não paro de pensar nisso) e me veio duas questões.

Digamos que a lei seja aprovada (Deus nos livre deste mal):

1º já que a policia irá receber a ORDEM DE PRENDER todo e qualquer ARROTO contra os gayzistas, o que acontecerá se O POLICIAL FOR CRISTÃO? O que aconteceria se um policial TIVESSE A MESMA OPINIÃO QUE NÓS TEMOS (ou seja, a opinião CORRETA)?? Ele irá demitir-se ou SE VENDERÁ ao regime ditadorial? E se tiver que prender um seu parente?

2º com a lei aprovada, os gays poderão PASSAR A MÃO NA NOSSA BUNDA QUANDO QUISEREM, afinal, terão PLENOS PODERES PRA ISSO (e poderão fazer em mulheres, idosos E CRIANÇAS tb). Mas, e se eles fizerem isso EM UM POLICIAL? O policial vai ter que "liberar"? Sendo o policial cristão ou não, e se ele NÃO GOSTAR de alguem passando a mão na sua bunda ou, o mais provável, bulinando sua genitália, o que ele fará???

É ou não é um assunto interessantíssimo para ser tratado?

Pelo visto, veremos até policiais sendo presos.

Abraão Isvi disse...

Bixo é fato que se uma lei absurda dessas a hipocrisia estaria definitivamente instalada na sociedade, pois as pessoas não falariam contra, mas no seu íntimo seriam, ia ser uma coisa ridícula. Sem falar que tais indivíduos, cheios de ódio contra Cristo, iriam se levantar contra as igrejas, último reduto contra Cristãos, iriam dizer que nossos microfones fazem nossa mensagem sair do templo, iriam perseguir cristãos, último reduto da verdade na terra, ia ser uma desgraça nesse país. Essa lei maldita não pode ser aprovada, esse país não pode ser tornar o reduto final da iniqüidade.

Chamelly Sobreira disse...

Um alerta para os governantes:

FAÇAM MUITAS, MAS MUITAS CADEIAS. PORQUE SE ESSA PALHAÇADA FOR APROVADA, O QUE VAI TER DE CRENTE SENDO PRESO, VAI FICAR RIDÍCULO AS ATUAIS CADEIAS.

Porque quem é crente de verdade, seguidor de Jesus não vai se vender, ou deixar de pregar o Evangelho e deixar de pregar que homossexualismo é pecado.

Façam muitas, mas muitas cadeias.

Esse PL é uma mordaça, é a maior vergonha desse governo, juntamente com o PNDH-3.

Fica com Deus, Julio.

Roberto disse...

Olavo de Carvalho tinha dito também, não é só pelos legistlativos que é a casa das leis que eles querem implantar leis contrárias à população. Querem via judiciário e via administrativa, com indeicação da ONU que se julga dona do mundo!