15 de maio de 2011

Ativista dos direitos humanos vê face de fascismo em conferência de direitos humanos da UE

Ativista dos direitos humanos vê face de fascismo em conferência de direitos humanos da UE

VIENA, Áustria, 13 de maio de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Nem mesmo a profissional experiente em guerra cultural estava preparada para as intimidações que recebeu num encontro oficial de direitos humanos da União Europeia. Ela também não estava preparada para presenciar o que viu: ativistas homossexuais dando vivas por condutas violentas contra os cristãos.
Dra. Gudrun Kugler
A Dra. Gudrun Kugler dirige uma organização de direitos humanos com sede em Viena chamada Observatório da Intolerância e Discriminação contra os Cristãos na Europa, a qual monitora e registra o que alguns chamam de “cristianofobia”. O professor Joseph Weiler da Escola de Direito da Universidade de Nova Iorque inventou o termo depois que Rocco Buttiglione foi rejeitado em 2004 para um cargo de elevada posição na Comissão Europeia por suas convicções cristãs acerca da homossexualidade.
A discriminação contra os cristãos por suas convicções está crescendo no mundo inteiro, inclusive no que alguns consideram ser a Europa tolerante. Alguns meses atrás, um casal cristão foi informado de que não mais poderia trabalhar como pais adotivos pelo fato de que tinham a opinião cristã sobre a homossexualidade. Um eletricista governamental do Reino Unido recentemente enfrentou demissão por mostrar um crucifixo no painel de instrumentos da van de sua empresa. Uma multidão em Bruxelas deu vivas quando um arcebispo foi atacado com tortas de creme.
No ano passado, Kugler foi aceita na comissão consultiva da Plataforma de Direitos Fundamentais da Agência de Direitos Fundamentais, uma convenção de organizações não governamentais preocupadas com direitos humanos. A aceitação dela não ocorreu sem polêmica. Kugler é conhecida por se opor a adoções de crianças por duplas gays. Ela foi investigada por um funcionário da Agência por três meses para garantir que a “oposição dela à adoção de crianças por duplas gays não seja uma violação de direitos fundamentais”.
O que Kugler sabe é que boa parte da discriminação contra os cristãos na Europa vem dos grupos homossexuais de pressão política e legal e que muitas vezes a agenda homossexual triunfa sobre a liberdade de religião em áreas oficiais.
No mês passado Kugler apresentou um documento elaborado por sua organização, o Relatório de Cinco Anos de Intolerância contra os Cristãos na Europa, na conferência sobre sociedade civil da Agência. Num informe no site MercatorNet.com Kugler disse que “estava consciente de que minha audiência não seria favorável, já que o combate à homofobia é sempre a principal preocupação desses encontros”.
Apesar disso, Kugler sugeriu para a organização que a realização de um “beijaço” na Catedral de Notre Dame em Paris não era algo que demonstrava respeito aos cristãos. Ela disse que imagens anticristãs em paradas homossexuais, inclusive deboches do crucifixo, eram demonstrações semelhantes de falta de respeito.
Kugler sugeriu: “Ninguém deveria ser mandado para a cadeia por declarar de forma respeitosa uma opinião que não defende o uso de violência”. A multidão de direitos humanos gritou “Não!” Alguns responderam: “As pessoas deveriam ir para a cadeia pelo que dizem, se for um comentário negativo contra um grupo minoritário vulnerável…” Kugler disse que um funcionário da Agência de Direitos Fundamentais fez com a cabeça sinal de que estava concordando.
Kugler também relatou para o grupo como uma farmácia de Berlim sofreu vandalismo por recusar vender a pílula do dia seguinte, que tem função às vezes micro-abortiva. As janelas da casa do farmacêutico foram quebradas e sua farmácia foi destroçada. Um dos participantes gritou: “Muito justo!”
Kugler escreveu no MercatorNet que ela “ama os direitos humanos, e estou contente com o fato de que os direitos humanos estejam ocupando um lugar tão proeminente na sociedade de hoje. Mas eles são vulneráveis ao fundamentalismo e às ideologias. Enquanto os direitos fundamentais forem usados para promover a agenda de alguns grupos radicais, eles nunca serão plenamente respeitados”.
Publicado com a permissão de C-Fam.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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2 comentários :

Anônimo disse...

Defendo que todos aqueles que são contra esses absurdos referente a sodomia e outras praticas sexuais repugnantes devem adotar a tolerância zero contra quem defende e ou incentiva essas coisas... Eu por exemplo, fui torcedor do São Paulo Futebol Clube por 23 anos e desisti por completo quando o clube contratou e apoiou o jogador homossexual Richarlyson... Não assisto e não dou confiança a canais de tv como a Globo ou MTV, radicais defensores da sodomia...
Não assisto séries de tv como por exemplo, House, que é produzida por um homossexual (o diretor e produtor Brian Synger, que se eepecializou também a transformar super herois como os Xmen em propaganda gay) apenas para incentivar todo tipo de pratica sexual repulsiva...
Ontem, por exemplo, estava em uma livraria e comecei a folhear uma edição da revista Superinteressante e me deparei com uma matéria ridícula (que de interessante não tinha nada) defendendo sodomitas... Tal publicação jamais voltara a ver um centavo do meu dinheiro...
Defendo também que as pessoas devem parar de ter medo de serem chamadas de preconceituosas... Tal termo a muito tempo deixou de ser usado de forma positiva e hoje só é usado para se incentivar o que não presta...
Para finalizar, digo que quem se diz cristão tem a obrigação de orar e se esforçar para que haja vitória de Cristo em cima de toda armação gayzista...
Julio, obrigado pelo espaço...

sds

Sandro

Anônimo disse...

Concordo com o Sandro se nós cristãos nos unirmos nada e nem ninguém poderá nos deter, abaixo ao gayzismo, viva a liberdade de expressão, parabéns Julio por mais uma brilhante matéria.

Caio Cesar