1 de março de 2011

Morre aos 89 anos estrela do cinema e ativista pró-vida Jane Russell

Morre aos 89 anos estrela do cinema e ativista pró-vida Jane Russell

SANTA MARIA, Califórnia, EUA, 1 de março de 2011 (Notícias Pró-Família) — Várias décadas depois que um aborto deixou Jane Russell sem a capacidade de ter filhos e a estimulou a se tornar uma defensora pública da vida e adoção, a beldade das telas do cinema morreu ontem com a idade de 89 anos. Em vez de flores, a família da atriz cristã nascida de novo está solicitando doações em honra dela para Care Net, uma rede de centros pró-vida de assistência para mulheres grávidas.
Jane Russell
Jane Russell, a morena estonteante dos filmes The Tall Men e Gentlemen Prefer Blondes (Os Homens Preferem as Loiras), cuja imagem se tornou um popular pôster para os soldados da 2ª Guerra Mundial, faleceu de insuficiência respiratória em seu lar em Santa Monica na segunda-feira.
Desde cedo levando uma vida desregrada, Russell mais tarde se tornou, nas palavras dela, “uma fanática cristã conservadora, de mente estreita, direitista, sovina e abstêmia” — só depois que um aborto ilegal fez com que ela perdesse sua fertilidade.
A experiência, que ela diz que quase a matou, a levou a se tornar uma mulher que falava sem rodeios sobre o aborto, rejeitando que alguma circunstância — inclusive estupro ou incesto — justificasse tirar a vida de um bebê em gestação.
“As pessoas jamais deveriam fazer um aborto. Não fale comigo que uma mulher tem algum direito de escolher o que ela faz com o próprio corpo. A escolha é entre vida e morte”, Russell declarou numa citação amplamente atribuída a ela.
Em outra citação mencionada por IMDB.com, Russell disse que quando ela viu que estava grávida aos 18 anos, “A única solução era procurar um médico charlatão e fazer um aborto. Tive um aborto mal feito e foi horrível. Depois meu próprio médico disse: ‘Qual açougueiro lhe fez isso?’ Tive de ser levada ao hospital. Fiquei tão enferma que quase morri. Nunca senti uma dor como aquela”.
Até mesmo décadas depois que as operações de aborto foram legalizadas nos EUA, a perda de fertilidade permanece um efeito colateral comum dos abortos: mulheres que fizeram aborto propositado que contam seus casos no Silent No More Awareness frequentemente dão testemunho de que perderam a capacidade de ter filhos como consequência de seus abortos.
A luta de Russell para conceber a levou a adotar três filhos e a fundar o World Adoption International Fund (Fundo Internacional de Adoção Mundial) em 1955. Ela também iniciou o “Hollywood Christian Group” (Grupo Cristão de Hollywood), um estudo semanal da Bíblia que ela mantinha em sua casa para cristãos da indústria cinematográfica. Russell, que se divorciou uma vez e se casou mais duas vezes, deixa três filhos, seis netos e 10 bisnetos.
Depois de confirmar sua morte na segunda-feira, sua família sugeriu que as doações fossem feitas para Care Net Pregnancy & Resource Center (Centro de Assistência & Gravidez Care Net), no seguinte endereço: 121 W. Battles, Santa Maria, CA, EUA. E também para CASA do Condado de Santa Barbara, uma organização que ajuda crianças abusadas a encontrar um advogado.
Care Net, que supervisiona uma rede nacional de 1.100 centros de gravidez, tem a especialidade de ajudar mulheres que enfrentam gravidezes não planejadas fornecendo assistência prática bem como apoio emocional.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Um comentário :

Anônimo disse...

Que Russell descanse em Paz.