11 de março de 2011

Batalha sobre “orientação sexual” volta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU

Batalha sobre “orientação sexual” volta ao Conselho de Direitos Humanos da ONU

GENEBRA, Suíça, 10 de março de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — O movimento internacional que quer incluir a conduta e identidade homossexual dentro de uma nova e especialmente protegida classe de direitos está mais uma vez pondo seus olhos no Conselho de Direitos Humanos da ONU (CDH). 
A UE planeja introduzir uma declaração conjunta no CDH semelhante a uma declaração liderada pela UE em 2008 reivindicando “orientação sexual” e “identidade de gênero” como categorias protegidas de não discriminação que foi apresentada na Assembleia Geral da ONU e assinada por 66 países. Essa declaração de 2008 se deparou com uma declaração contrária que foi introduzida no mesmo dia e assinada por aproximadamente 60 países, assim como declarações separadas criticando a declaração da UE. Essas declarações foram feitas pela Rússia, Bielorrússia e a Santa Sé.
A atual versão preliminar da declaração obtida pelo boletim Friday Fax do C-Fam lembra a declaração conjunta de 2008 bem como uma declaração conjunta de 2006 apresentada pela Noruega na Comissão de Direitos Humanos da ONU e assinada por 54 países.
A declaração da Noruega de 2006 focalizou estreitamente na questão da violência contra pessoas com base na orientação sexual ou identidade de gênero delas. A declaração liderada pela UE em 2008 foi muito além e pediu a revogação de todas as leis contra a sodomia e tinha uma linguagem vasta e ambígua pedindo que os perpetradores de violações de direitos humanos com base na orientação sexual ou identidade de gênero fossem “levados à justiça”.
A atual versão preliminar da declaração faz referências a um discurso feito por Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU no Conselho de Direitos Humanos em janeiro, em que Ban declarou: “Compreendo que a orientação sexual e a identidade de gênero provocam delicadas questões culturais. Mas os costumes culturais não podem justificar violações de direitos humanos”. No Dia dos Direitos Humanos de dezembro passado, o secretário-geral pediu a plena descriminalização da sodomia e afirmou que a “orientação sexual” e a “identidade de gênero” são categorias protegidas sob a Declaração Universal de Direitos Humanos, assinada em 1948.
Embora a maioria dos apoiadores dos novos “direitos” para homossexuais ainda afirme que só estão tentando proteger contra violência e violações brutais contra homossexuais, a aplicação de leis nessa área revela uma estória muito diferente.
Em 2007, o Reino Unido colocou em vigor as Leis de Orientação Sexual que efetivamente fecharam as portas de todas as agências católicas de adoção por se recusarem a entregar crianças para duplas de mesmo sexo.
No começo deste mês, um tribunal da Inglaterra deu uma decisão histórica proibindo um casal cristão de serem pais adotivos com base no fato de que eles não queriam tolerar a homossexualidade. O tribunal decidiu que um direito à liberdade religiosa não pode anular a lei secular que exige não discriminação na base de orientação sexual. Um juiz no caso declarou que, “as leis e costumes deste país não incluem o Cristianismo, de forma alguma. O ditado de que ‘o Cristianismo é parte do direito comum da Inglaterra’ é mera retórica”.
No ano passado, uma lei no distrito federal de Columbia, nos EUA, que legalizou o casamento de mesmo sexo tinha cláusulas que forçaram a arquidiocese católica romana de Washington DC a fechar seus serviços de assistência às crianças órfãs, os quais buscavam para elas um lar, e parar de oferecer benefícios matrimoniais para seus funcionários.
Conforme havia ocorrido em 2008, países que se opõem à agenda homossexual planejam introduzir uma declaração oposta no Conselho de Direitos Humanos neste mês.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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2 comentários :

Jonatas Eduardo disse...

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Deus abençoe

Julio Cesar Cesar disse...

É dessa maneira, que o mundo responde com catastrofes, o pecado da humanidade. Acredito Julio, que não é somente a mão do homem a abrir essas catastrofes, como nós estamos assistindo no Japão. Mas a unica razao disso tudo, é que o homem abandonou a Deus, e passou a adotar um comportamento que o proprio demonio louva