10 de março de 2011

“As escolas precisam ensinar sobre orgasmos” diz sindicato de professores americanos para a ONU

“As escolas precisam ensinar sobre orgasmos” diz sindicato de professores americanos para a ONU

NOVA IORQUE, 3 de março de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Educação sexual explícita para jovens é o novo campo de batalha na ONU, conforme evidências de eventos paralelos durante a semana passada na Comissão sobre a Condição das Mulheres (CCM).
O tema da CCM deste ano é o “acesso e participação das mulheres e meninas à educação, treinamento, ciência e tecnologia”. Embora os delegados estejam ocupados negociando resoluções e documentos finais, organizações não governamentais (ONGs) e organizações da ONU estão fazendo campanha para que seja estabelecido no continente africano e continente americano igualmente um currículo socialmente radical nas escolas.
“Sexo oral, masturbação e orgasmo precisam ser ensinados nas escolas”, Diane Schneider disse para a audiência num painel sobre como combater a homofobia e a transfobia. Schneider, que representa a Associação Nacional de Educação (ANE), o maior sindicato de professores dos EUA, defendeu a implementação de educação sexual mais “inclusiva” nas escolas dos EUA, com currículos baseados em expressões heteros e homossexuais esquerdistas. Ela afirmou que a ideia de educação sexual ficará uma contradição se tiver como base o princípio moral da abstinência sexual até o casamento, ou se os estudantes ainda tiverem permissão de optar por não participar.
A educação sexual abrangente é “o único jeito de se combater o heterossexismo e a conformidade sexual”, Schneider proclamou, “e temos de tornar essas questões parte da agenda de todas as escolas de ensino médio e secundário”. “A expressão de identidade de gênero e a orientação sexual são um espectro”, ela explicou, e disse que aqueles que se opõem à homossexualidade “estão presos numa caixa binária que a religião e a família criam”.
Um membro belga do painel no mesmo evento explicou como é necessário ter apoio dos governos quando os professores educam sobre questões de anti-discriminação. Ele afirmou que as “políticas favoráveis e pró-LGBT nas escolas da Bélgica são uma consequência direta de leis esquerdistas e liberais na Bélgica”, e frisou a importância dos governos no fornecimento de materiais relevantes para estudantes e professores de escolas.
Ele também apresentou como exemplo os programas de “gênero no liquidificador” da Bélgica, os quais são programas na base do debate para os professores belgas que querem discutir questões de gênero e transgênero em seus cursos, como modelo para outras nações que desejem incentivar seus professores a lidar com esses tópicos.
O sistema da ONU estava também defendendo a sexualização dos jovens na CCM deste ano. Um painel patrocinado em parte pelo Fundo de População da ONU (FNUAP) defendeu “abrangente educação sexual” não só como ferramenta para se combater “a expressão de gênero”, mas também como chave para realizar todas as Metas de Desenvolvimento do Milênio.
Os membros do painel apresentaram as extremamente polêmicas normas da UNESCO sobre educação sexual, assim como um novo currículo patrocinado pela IPPF* como o padrão mais importante para a abrangente educação sexual. Ambos os currículos promovem uma abordagem esquerdista para a sexualidade, aprovam a masturbação e expõem crianças a conteúdo explícito em seus anos mais jovens.
Os membros do painel também insistiram em que esses programas fossem implementados nas escolas a fim de se alcançar tantos estudantes quanto possível, e também recomendaram que fossem iniciados o mais cedo possível, considerando o fato de que muitas meninas em países em desenvolvimento abandonam a escola antes da idade de dezesseis anos.
Embora a maioria dos eventos paralelos durante a CCM não tivesse sido patrocinada pelos governos e tivessem atraído poucos delegados, as ONGs que produzem os eventos são grupos que rotineiramente fazem pressões dentro da ONU — o que significa que as agendas exibidas durante a CCM deste ano influenciarão as políticas da ONU no futuro próximo.
* Nota do tradutor: IPPF é a sigla em inglês de International Planned Parenthood Federation, que em português significa Federação Internacional de Planejamento Familiar. Essa é a maior organização de planejamento familiar, aborto e educação sexual do mundo.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Anônimo disse...

Vejam como eles invertem as coisas: de homossexualismo para homossexualidade ( que não aceito essa forma de jeito algum) e agora a normalidade para heterossexismo!!! Ou seja quem são os doentes são os que estão na naturalidade? Cara é uma maldade sem tamanho, esse mundo é muito cego, não percebem as coisas, vivem uma ilusão momentânea e logo morrem.

Anônimo disse...

Não passa de sindicato sabujo. São uns dementes. Todos os cristãos de verdade devem combater esses anticristos. Cruzadas Já!!!

Lívia disse...

Bando de pedófilos sem vergonha! Esse mundo está mesmo perdido.

Silvio Ricardo disse...

Seria mais honesto da parte destes delinquentes que o tal sindicato de monstros fosse denominado...

Associção Norte-americana dos Pedófilos.

Simplesmente, criminoso!