26 de fevereiro de 2011

ONU promove prostituição como redução de danos

ONU promove prostituição como redução de danos

NOVA IORQUE, EUA, 24 de fevereiro de 2011 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Uma agência da ONU está vigorosamente financiando a plena legalização da prostituição com o apoio de Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU. A agência até fez parceria com uma organização que defende a prostituição para presidir conjuntamente um grupo consultivo da ONU sobre HIV e “trabalho de sexo”.
A UNAIDS, um programa conjunto das maiores agências da ONU, está promovendo programas de “trabalho de sexo” com o pretexto de reduzir danos no combate ao HIV/AIDS e impedir discriminação contra grupos vulneráveis.
Uma organização financiada pela UNAIDS é a Rede de Projetos de Trabalho de Sexo (cuja sigla em inglês é NSWP). A NSWP é o site destacado no polêmico Grupo de Trabalho Jovem, um projeto financiado pelo governo dos EUA. A NSWP é descrita como uma “aliança de organizações e trabalhadoras do sexo que fornecem serviços para trabalhadoras do sexo e promovem a saúde e direitos humanos das trabalhadoras do sexo”.
Em seu site, a NSWP realmente leva crédito pelo termo “trabalhadora do sexo” substituindo “prostituta”. “Mais do que mero rótulo politicamente correto”, diz a NSWP, “essa mudança de linguagem teve o importante efeito de avançar a compreensão mundial do trabalho do sexo para um modelo de trabalho que mostra soluções para muitos dos problemas que as trabalhadoras do sexo enfrentam. A mudança também questiona o estigma do trabalho do sexo e representa maior reconhecimento das trabalhadoras do sexo como portadoras de direitos, com a capacidade de fazer uma diferença”.
Uma das mais importantes publicações da NSWP é “Making Sex Work Safe” (Dando Segurança ao Trabalho do Sexo). A introdução da publicação declara: “Em geral, as trabalhadoras do sexo têm números elevados de parceiros sexuais. Mas isso em si não aumenta necessariamente as chances de se infectar com o HIV. Se houver uso sistemático de camisinhas, as trabalhadoras do sexo não contrairão o HIV — não importa quantos clientes elas tenham. Isso significa que o trabalho do sexo pode ser seguro”. 
A Seção 5 de Dando Segurança ao Trabalho do Sexo se chama “Safe Commercial Sex” (Sexo Comercial Seguro), e mostra a foto explícita de um educador demonstrando o uso de camisinha em sexo oral. A seção oferece o conselho de que “as trabalhadoras do sexo precisam de muitas técnicas e conhecimentos que as ajudem a maximizar sua renda e reduzir exposição ao HIV”.
Em maio de 2009, a NSWP foi nomeada co-presidente do Grupo Consultivo da UNAIDS sobre HIV e Trabalho de Sexo com a UNAIDS. No começo daquele ano, a NSWP teve papel muito importante na publicação de uma versão revisada do Memorando de Orientação da UNAIDS sobre HIV e Trabalho de Sexo.
A introdução do memorando de orientação frisa um discurso que o secretário-geral da ONU Ban Ki-moon fez para a conferência internacional da AIDS em 2008 em que ele pediu a descriminalização do trabalho de sexo, uso de drogas e sexo homossexual. “… Na maioria dos países, permanece a discriminação legal contra as mulheres, contra os homens que têm sexo com homens, contra os usuários de drogas e contra as minorias étnicas”, disse Ban. “Isso tem de mudar… Em países sem leis para proteger as trabalhadoras do sexo, os usuários de drogas e homens que têm sexo com homens, só uma fração da população tem acesso à prevenção”.
Uma recente matéria sobre a UNAIDS retrata um projeto da Guiana, também financiado pelo governo dos EUA e pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que patrocina trabalhadoras do sexo para promoverem práticas satisfatórias de prevenção ao HIV. A matéria declara que a “OIT tem a intenção de reproduzir essa parceria com outras organizações de trabalhadoras do sexo para alcançar diferentes grupos de trabalhadores em todo o país”.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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5 comentários :

Anônimo disse...

"A NSWP é descrita como uma “aliança de organizações e trabalhadoras do sexo que fornecem serviços para trabalhadoras do sexo e promovem a saúde e direitos humanos das trabalhadoras do sexo”.

Até para entender isso é complicado. Tá amarrado!
Só pode ser mesmo coisa do diabo.

Anônimo disse...

Julio ! Além do governo federal que tem um plano para legalizar a prostituição. Dando direitos trabalhistas e carteira assinada para as prostitutas. Ver PNH-3

Foi lançado nesta semana o Filme Bruna Surfistinha que conta a história real de uma prostituta famosa no Brasil.
http://www.reporterdiario.com.br/Noticia/274974/bruna-surfistinha-chega-ao-cinema/

A historia ganhou repercursão mais ainda por um homem ter deixado a esposa para viver com a prostituta Bruna Surfistinha.
Outro filme vai contar essa história:http://extra.globo.com/tv-e-lazer/bruna-surfistinha-rival-da-ex-prostituta-quer-ana-paula-arosio-no-filme-que-conta-versao-da-mulher-traida-1124625.html

È a Mídia tentando fazer a cabeça das pessoas serem favoraveis a legalização da prostituição.

Silvio Ricardo disse...

Essa conversa de combater "preconceito", "discriminação" é papo furado, conversa pra boi dormir!

Deus te abençoe, Julio Severo.

Jose Guilherme Schossland disse...

Com essa nova interpretação para a palavra ou profissão de prostituta, como devemos entender o têrmo "Meretriz do Apocalipse", dado à Igreja(denominações religiosas) de um modo quase absoluto nessa relação negocista e espúria com e sob o manto do Estado?

Anônimo disse...

Governo deu dinheiro para fazer o Filme sobre á vida da prostituta Bruna Surfistiha.

Veja noticia:Um filme baseado na historia de Bruna Surfistinha foi aprovado pelo Ministério da Cultura para receber subvenção estatal. O título seria o mesmo de seu primeiro livro, O Doce Veneno do Escorpião, e captará cerca de quatro milhões de reais por renúncia fiscal.[4]

O filme é dirigido por Marcus Baldini com argumento de Karim Ainouz e Antonia Pellegrino e roteiro de José Carvalho, Homero Olivetto e Antonia Pellegrino e produzido pela produtora carioca TvZERO.[5]

A seleção do elenco começou em outubro de 2007, com a gravação do filme inicialmente prevista para 2008[6] e a estréia para abril de 2010.[7]

Quem interpreta Raquel no cinema é a atriz Déborah Secco. O primeiro teaser do filme foi divulgado dias 19 de julho de 2010.[8]

Posteriormente, o título foi alterado somente para Bruna Surfistinha.