9 de fevereiro de 2011

Golpe na teoria do aquecimento global: estudo mostra que geleiras do Himalaia estão crescendo ou estáveis

Golpe na teoria do aquecimento global: estudo mostra que geleiras do Himalaia estão crescendo ou estáveis

7 de fevereiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Um novo estudo publicado na revista científica Nature Geoscience concluiu que o afirmado derretimento das geleias do Himalaia, proclamado pela ONU como “prova” da catástrofe do aquecimento global, não corresponde à evidência. Ao contrário, os pesquisadores constataram que muitas geleiras nos Himalaias estão se expandindo ou estáveis.
Notando que seu estudo corrige “declarações incorretas no quarto relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática”, os autores dizem que seus resultados mostram “que não há nenhuma resposta uniforme de geleiras dos Himalaias para a mudança climática”.
Rajendra K. Pachauri, diretor do Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática (PIMC) da ONU, fez a famosa afirmação no quarto relatório de avaliação do PIMC em 2007 de que a probabilidade de que as geleiras do Himalaia “estarão desaparecendo até o ano 2035 e talvez antes é muito alta”, uma afirmação rejeitada na época pelo importante glaciologista da Índia, Dr. Vijay Raina. Pachuari respondeu chamando Raina de adepto da “ciência do vodu”.
Em janeiro de 2010, o PIMC admitiu que a afirmação sobre o derretimento dos Himalaias não estava baseada em nenhum estudo cientifico revisado por outros especialistas, mas em vez disso por uma entrevista feita pelo cientista climático Syed Hasnain para a revista esquerdista New Scientist. A organização fez um pedido público de desculpas pelo erro, mas Pachauri continuou a defender que as geleiras dos Himalaias estavam se derretendo num “grau rápido”, de acordo com o jornal Telegraph da Inglaterra.
Entretanto, o novo estudo de Dirk Scherler, Bodo Bookhagen e Manfred R. Strecker das Universidades de Potsdam e Califórnia em Santa Barbara, indica que há “fortes variações espaciais de conduta de geleiras” nos Himalaias. “Mais de 65% das geleiras influenciadas pelas monções que observamos estão recuando, mas geleiras cobertas por detritos pesados com inativas regiões finais de declives baixos tipicamente têm frentes estáveis”, escrevem os autores, acrescentando que “Em contraste, mais de 50% das geleiras observadas na região de Caracórum influenciada pelos ventos do oeste no norte do Himalaia estão avançando ou estáveis”.
A imagem de geleiras se derretendo nos Himalaias é chamada de um dos dois principais “ícones” do alarmismo do aquecimento global, junto com ursos polares, que foram declarados uma espécie “ameaçada” apesar do fato de que seus números estão crescendo. Os defensores da teoria do aquecimento global catastrófico afirmam que dentro 20-40 anos os ursos polares poderão estar extintos devido às temperaturas globais mais elevadas.
O controle populacional tem sido um dos objetivos fundamentais dos líderes que defendem o conceito de que os seres humanos provocaram o aquecimento global. Durante a conferência de mudança climática de 2009 em Copenhagen a questão do controle populacional apareceu como uma questão chave depois que foi apresentada pela delegação chinesa. Em 2010 Ted Turner, fundador da CNN, exortou os líderes mundiais a lidar com a crise do aquecimento global mediante reduções radicais no número de pessoas no planeta Terra. O Fundo de População da ONU também vem liderando a iniciativa para promover medidas para uma redução drástica da população, afirmando que é uma tática necessária para combater a mudança climática.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Artigos sobre aquecimento global:

3 comentários :

Chamelly disse...

Esse blog eleva o QI dos leitores. Ainda não havia feito uma pesquisa (nem pensado) sobre esse assunto de aquecimento global, e na visão bíblica sobre o assunto...

Interessantíssimo.......

Este link é ótimo.

http://juliosevero.blogspot.com/2007/11/bblia-e-o-aquecimento-global.html

Obrigado Julio, Deus te abençoe.

Trindade disse...

Olá Julio parabéns mais um exelente e exclarecedor texto, com relação ao assunto eu fico com texto bíblico onde Deus ordena ao homem crescer e multiplicar e SUJEITAR a terra e não ser sujeitado por ela, os defensores conscientes dessa causa são na maioria ADORADORES DA DEUSA GAIA (TERRA), o verdadeiro cristão não deve ser nunca ecologista xiita, mas ser consciente e nunca abusar de nada inclusive não ser destruidor de nada e construtor inclusive de um mundo melhor.

Anônimo disse...

Impacto do calor sobre as geleiras é mais complicado do que se pensava
Por clipping

Verões mais quentes podem, paradoxalmente, diminuir a velocidade com que as geleiras correm para o mar, sugere um novo estudo.

Com importantes implicações nas estimativas da eventual futura subida do nível da água do mar, este estudo usou dados do mais antigo satélite ambiental da Agência Espacial Europeia (ESA),

Teoria que se vai – Os cientistas verificaram que, nos últimos anos, as geleiras da Groenlândia têm caminhado para o mar a velocidades superiores às do passado – um fato que vinha sendo atribuído, em parte, à elevação da temperatura global, que derreteria a superfície das camadas de gelo.

A teoria era de que a água derretida na superfície escorreria até a base do glaciar, através de fendas e buracos. Assim, teorizava-se que esta água iria lubrificar a base da geleira, empurrando-a mais rapidamente em direção ao mar.

No entanto, a aceleração do escoamento do gelo durante o verão é um fenômeno difícil de modelar em computador, o que levou a incertezas nas projeções da eventual elevação no nível das águas do mar.

O artigo publicado na edição desta semana da revista Nature explica que o aumento do ritmo de fusão das geleiras pode estar na realidade retardando o seu deslizamento.

Processo mais complicado – Andrew Shepherd, professor na Universidade de Leeds, no Reino Unido, que conduziu o estudo disse: “Pensava-se que o aumento da fusão iria acelerar o escoamento, levando a que os lençóis de gelo recuassem mais rapidamente, mas a nossa investigação sugere que o processo é mais complicado.”

O estudo baseou-se em seis geleiras terrestres do sudoeste da Groenlândia, a partir de dados de radar do satélite ERS-1, recolhidos de 1992 a 1998. Este período incluiu verões particularmente quentes na Groenlândia, sendo que 1998 foi o mais quente de todos.

“Usamos dados do ERS-1 e uma técnica chamada rastreamento de intensidade, durante períodos de 35 dias, para estimar a velocidade com que as geleiras se deslocavam ao longo do período do estudo,” explica Shepherd.

“A nossa investigação sugere que aumentos no degelo na superfície podem não alterar a taxa de deslizamento [da geleira]. No entanto, isto não quer dizer que as camadas de gelo estejam a salvo das alterações climáticas, uma vez que alterações no degelo oceânico também desempenham um papel importante.”

Drenagem eficiente – As observações do ERS-1 mostraram, que apesar de a velocidade inicial ser semelhante em todos os anos, o glaciar sofreu um impressionante atraso nos anos mais quentes, quando havia mais água derretida.

A equipe atribui este fato a uma drenagem subglacial eficiente durante as estações quentes do degelo – um processo que se observa normalmente nos sistemas glaciares alpinos.

Apesar de ainda haver muito a descobrir sobre a dinâmica do movimento das geleiras, estas novas descobertas devem ser levadas em conta na avaliação da contribuição dos gelos da Groenlândia para a eventual subida do nível da água do mar em razões das mudanças climáticas e eventualmente atribuídas ao aquecimento global.

Satélites ERS – Lançado em 1991, o ERS-1 foi o primeiro satélite de radar da Europa dedicado ao monitoramento ambiental.

O sucesso desta primeira missão forneceu as bases do monitoramento remoto que os cientistas acabaram por considerar a ferramenta essencial para desvendar as complexidades do funcionamento da Terra.

O ERS-1, e seu irmão mais velho, o ERS-2, mostraram-se missões importantes e inovadoras.

Para tirar o máximo partido da extraordinária informação científica resultante dos dados do ERS, a ESA está avaliando a possibilidade de haver uma fase adicional do ERS-2 dedicada ao monitoramento do gelo, antes do fim da missão, em meados de 2011. (Fonte: Site Inovação Tecnológica)