30 de janeiro de 2011

União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões

União Europeia desencadeia revolta ao financiar grupos homossexuais na República dos Camarões

CAMARÕES, 21 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Autoridades governamentais e organizações civis na nação africana de Camarões estão denunciando uma decisão tomada pela União Europeia de enviar mais de 300.000 euros para três organizações locais que trabalham contra as leis anti-sodomia da nação.
A sodomia homossexual é ilegal em Camarões e acarreta uma sentença máxima de cinco anos de prisão.
Em 13 de janeiro, o ministro das Relações Exteriores de Camarões, Henri Eyebe Ayissi, se encontrou com o representante da União Europeia, Raoul Mateus Paula, para expressar a “desaprovação do governo [a esse] financiamento”.
“O povo de Camarões não está pronto nem disposto a ir na direção da evolução dessas práticas em seu território”, Ayissi disse no jornal Cameroon Tribune.
Muitas organizações estudantis e juvenis estão também protestando contra a decisão, chamando-a de um ataque contra a soberania da nação. Elas estão exigindo que o dinheiro seja impedido de chegar aos grupos que estão promovendo a prática insalubre da sodomia e estão pedindo para que a população proteste contra a União Europeia.
“As autoridades de Camarões deveriam interceptar esses subsídios ilegais que aliás constituem uma grave intromissão na soberania de Camarões”, escreveu Sismondi Barlev Bidjocka, porta-voz da organização “Jovens de Camarões”. “Convoco a Assembleia dos Jovens de Camarões a liderar uma campanha no começo do ano escolar em favor da conscientização contra a gangrena da homossexualidade nas escolas secundárias”, acrescentou ele.
Em anos recentes, Camarões também vem sendo atacado pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU, o qual está pressionando a nação a legalizar a sodomia, embora os acordos de direitos humanos não reconheçam a prática como um “direito”.
A nação está também sob pressão de autoridades da ONU para descriminalizar o aborto. Quando foi repreendido por um comitê da ONU em 2009 pelas leis do país que proíbem o assassinato de bebês em gestação, o governo de Camarões revidou imediatamente com uma resposta denunciando a tendência de elevar o aborto, que Camarões chamou de “assassinato”, “ao nível de um direito e dignidade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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5 comentários :

Anderson Silva disse...

E ainda consideram a África um continente atrasado. Parabéns aos camaroneses. Que Deus os abençoe e os livre do poder do dinheiro sujo das nações consideradas civilizadas.

SalomãoCPR/UERJ disse...

Mas é NISSO dá os líderes africanos maçons corruptos ficarem aceitando régios investimentos (doações) para seus países e não voltar isso devidamente para saneamento básico e educação! A Nova Ordem Mundial está cobrando seus honorários, camaronenses, e para atingirem as metas de seu mestre precisam desetruturar a sociedade através da família, destruindo valores cristãos...

Anônimo disse...

Parabéns Júlio pela excelente matéria, continue sendo essa voz profética como tens sido, e se essa boiolagem começar aumentar muito aqui no Brasil já sei para onde me mudar vou camarões hehe, abraços cara!

Sávio Antunes - UESPI disse...

Se ainda ninguém percebeu, eu digo.

ONU e suas agências, União Européia, Anistia Internacional, Cruz Vermelha, e muitas outras organizações internacionais não são mais do que os LARANJAS da Elite Globalista que é a verdadeira financiadora, no mundo inteiro, do aborto, gayzismo, eutanásia, e outras desgraças.

O objetivo é um só: destruir a moral judaico-cristã, aliás, uma idéia que já aparecia nos escritos de Gyorgy Luckács e Antonio Gramsci.

Vania disse...

Dá-lhe Camarões!! Que lástima nosso povo e governo nao terem a mesma firmeza!