10 de janeiro de 2011

Terra Magazine faz vista grossa à apologia homossexual à pedofilia

Terra Magazine faz vista grossa à apologia homossexual à pedofilia

Comentário de Julio Severo
Já que a onda é ser a favor da agenda gay, todo mundo na mídia quer mostrar de que lado está, como se isso fosse grande novidade. Sem apurar as credenciais de sua fonte, o Terra Magazine publicou um artigo radical e ideológico sobre “assassinatos de homossexuais”, não querendo desagradar à ideologia reinante na cultura — da própria mídia liberal, é claro. Daí, tire uma ideia: Se o Portal Terra estivesse na União Soviética, ou não Alemanha nazista, estaria fazendo pela ideologia reinante exatamente o que já está fazendo nesta matéria.
Esses pretensos jornalistas têm alguma preocupação pela verdade e objetividade? Importantes ativistas homossexuais têm defendido publicamente a pedofilia, e a grande imprensa brasileira está calada. Uma imprensa moralmente obtusa deixa os “intelectuais” homossexuais pró-pedofilia à vontade. Veja aqui os exemplos verídicos de homossexuais brasileiros defendendo explicitamente a pedofilia enquanto o jornalismo sem vergonha faz vista grossa:
Abaixo, a matéria completa do Terra Magazine:
Número de assassinatos de homossexuais bate recorde no País
Ana Cláudia Barros, Portal Terra
O número de homossexuais assassinados no Brasil superou 250 casos em 2010, um recorde histórico, conforme o Grupo Gay da Bahia (GGB). O dado faz parte do relatório anual — ainda em fase de conclusão — elaborado pela entidade e que será apresentado oficialmente em março.
Em entrevista a Terra Magazine, o fundador do GGB e decano do movimento homossexual brasileiro, Luiz Mott, destaca que foi a primeira vez que a quantidade de homicídios ultrapassa a casa das 200 notificações. Em 2009, foram 198, cerca de 50 a menos do que registrado no ano passado.
- Na década anterior, matava-se, em média, um homossexual a cada três dias. Nos últimos anos, essa média passou para um assassinato a cada um dia e meio. Há uma escalada que reflete a violência crescente no Brasil, sobretudo, no que se refere aos crimes letais. Em geral, a impunidade é grande, mas é maior quando a vítima é homossexual, já que as pessoas não querem se envolver, testemunhar. Ainda há muito tabu, muito preconceito - detalha o ativista.
Para Mott, o País convive com uma contradição na medida em que apresenta "mais de 150 paradas gays, abriga a maior associação de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (lgbt) da América Latina", mas, ao mesmo tempo, é líder mundial de mortes contra essa população. Segundo ele, "a homofobia cultural é forte no Brasil".
- Na prática, a população continua com o mesmo alto índice de intolerância que se reflete não só nos homicídios, mas no bullying ocorrido nas escolas, por exemplo. Existe toda uma homofobia cultural e institucional que ainda se mantém e que tem, nas igrejas evangélicas e católicas, os grandes centros de fabricação dessas munições ideológicas.
Na avaliação do fundador do GGB, a situação dos LGBTs piorou ao longo dos oito anos de governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
- Foram anos marcados por muitas declarações e ações afirmativas através do Programa Brasil sem Homofobia, da Conferência Nacional LGBT, da criação do Conselho Nacional LGBT. Porém, poucas propostas saíram do papel. As conquistas importantes, como nome social para travesti, são resultado de uma ou duas décadas de militância do movimento. Em termos concretos, a situação dos gays piorou, apesar da festa. Nunca tanto sangue homossexual foi derramado quanto no governo Lula. A contaminação por HIV aumentou também. Uma situação calamitosa. Apesar de toda boa vontade, declarações e programas, propostas e ações afirmativas, a esperança de vida dos homossexuais diminui.
Mott critica o que chamou de "falta de vontade política":
- Há mais de uma dezena de leis no Congresso Nacional, orientadas para a cidadania homossexual. Para aprovar essas leis, é necessário vontade política e pressão do poder Executivo junto ao Legislativo. A bancada evangélica e a Conferência Nacional de Bispos do Brasil (CNBB) são extremamente homofóbicas e impedem a aprovação dessas propostas. Lula, infelizmente, não teve coragem e ousadia para pressionar sua base aliada, fazendo com que essas leis fossem aprovadas.
Subnotificação
Luiz Mott enfatiza que os números compilados pelo GGB, baseados em notícias veiculadas na imprensa nacional, não traduzem o real quadro da violência contra homossexuais no Brasil. Para ele, os LGBT são as principais vítimas do ódio cultural, pois "não recebem apoio nem mesmo dentro de casa".
- No Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH 2), aprovado durante o governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), havia 11 medidas afirmativas que, infelizmente, o governo Lula não cumpriu. A primeira era documentação, a implementação de coleta sistemática de dados sobre violência, assassinatos de homossexuais. Não havendo no Brasil estatísticas oficiais de crime de ódio, que deveriam ser realizadas pelo Ministério da Justiça, Secretaria de Direitos Humanos nacional e dos estados, unicamente o GGB, com toda limitação de recursos é quem tem feito esse trabalho heroico. Com certeza, esse número é muito maior.
Mesmo com a subnotificação, o Brasil supera países como México, que é o segundo lugar no ranking de assassinatos de homossexuais (média de 35 casos/ano) e Estados Unidos, terceiro da lista (cerca de 25 notificações anuais), conforme Mott.
- Juntando todos os países onde há pena de morte para os homossexuais, as execuções não chegam a 20 por ano. O Brasil tem uma pena de morte diluída e, na prática, muito mais severa do que as praticadas nos países mais homofóbicos do mundo.
Denúncia
Mott adianta que o GGB estuda a possibilidade de denunciar o país em função do alto índice de homicídios de LGBT (em 2010, 65% das mortes foram de gays; 32%, de travestis e 3%, de lésbicas).
- No nosso entender, houve prevaricação por parte da Presidência da República por não ter efetivado as 11 medidas propostas pelo PNDH 2. O governo, apesar da boa vontade, não enfrentou o principal, que é a garantia de vida para os homossexuais. Havia previsão de medidas práticas que, se aplicadas, com certeza, teríamos um número mais preciso desses homicídios. Havia propostas para enfrentar a homofobia e os crimes letais.
Divulgação: www.juliosevero.com
Os artigos abaixo do meu blog refutam a desinformação do texto do Terra Magazine:
Vídeo com declarações estranhas de Luiz Mott: www.youtube.com/watch?v=mF3Z9dO2IBE

2 comentários :

Herberti disse...

Acompanho o portal Terra diariamente e não pude deixar de notar esta "chamada publicitária", porque reportagem e jornalismo sério não é mesmo! É um exelente modelo para um post que poderíamos chamar de "A Farsa Do Vitimismo Gayzista". Este sr, Luiz Mott, não perde a chance de criar factóides, em uma ânsia desmedida de, nem tanto divulgar sua "opção sexual", mas de expandir seu ego já imenso.

Sávio Antunes disse...

Tudo que posso dizer é que sinto um nojo extremo de gente como Luiz Mott. Já vi imagens dele na internet totalmente depravadas, indignas de uma pessoa normal, saudável e decente. Por mais que esse tipo de ativismo tenha cobertura no Fantástico, no Jornal Nacional, etc... por mais que a histeria grite bem alto, eu sempre considerarei essas pessoas como nocivas ou perigosas.

Não estou sozinho, creio firmemente. Há milhões que pensam como eu.

É um direito que nos assiste, um direito natural.

Ninguém é obrigado a se intimidar ou baixar a cabeça perante meia dúzia de insanos sexualmente depravados que usam dos recursos mais sórdidos e vis para conseguirem impor sua agenda.

Tenho um sobrinho pequeno, e constantemente alerto minha irmã sobre fatos perigosos que tem se tornado corriqueiros no Brasil. O mais recente é essa escandalosa apologia ao homossexualismo nas escolas públicas, em sala de aula, para crianças pequenas e indefesas e também adolescentes.

Pais, Mães, Familiares, Nós devemos formar uma corrente e denunciar incansavelmente, dia e noite, esses crimes promovidos pelo ativismo gayzista. As provas não faltam! Essa gente é louca, pervertida, vocês não podem duvidar disso nunca!