9 de janeiro de 2011

Nova presidenta “pró-vida” do Brasil escolhe ministra pró-aborto de políticas para mulheres

Nova presidenta “pró-vida” do Brasil escolhe ministra pró-aborto de políticas para mulheres

SÃO PAULO, Brasil, 7 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Dilma Rousseff, a presidenta do Brasil, ganhou a eleição presidencial da nação em novembro do ano passado depois de assegurar aos eleitores céticos que ela é pró-vida, apesar de seu histórico de apoio à legalização do aborto. Contudo, a ministra para Políticas das Mulheres, a qual ela nomeou recentemente, tem um ponto de vista diferente.
Iriny Lopes
Iriny Lopes, que no passado atuou como deputada na Câmara dos Deputados do Brasil, recentemente disse para um jornalista brasileiro que “Não vejo como obrigar alguém a ter um filho que ela não se sente em condições de ter”.
“Ninguém defende o aborto”, acrescentou ela. Estamos falando sobre “respeitar uma decisão que, individualmente, a mulher venha a tomar”.
Embora Lopes tenha reconhecido que a presidenta Rousseff tinha prometido não iniciar nenhuma legislação pró-aborto, ela acrescentou que “cabe ao Congresso definir políticas públicas”, dando a entender que tal legislação poderia no final das contas ser aceita pelo governo de Dilma.
Depois de observar seus números nas pesquisas públicas caírem devido às suas posições pró-aborto e pró-homossexualismo durante a eleição presidencial, Rousseff disse para os eleitores: “No meu projeto sou favorável à valorização da vida, e eu pessoalmente sou contra o aborto, que é uma violência contra a mulher”. Ela também anunciou um compromisso público de não iniciar nenhuma legislação pró-aborto, nem legislação que restringiria a liberdade de expressão em relação às questões homossexuais.
Contudo, organizações pró-vida e pró-família receberam as declarações de Rousseff com ceticismo. Ela havia no passado apoiado a descriminalização do aborto em termos explícitos, e o Partido dos Trabalhadores, do qual ela é membro, tem lutado vigorosamente pela mesma causa. O compromisso de Rousseff de não iniciar legislação pró-aborto não a obrigava explicitamente a vetar tal legislação se for aprovada pelo Congresso Nacional.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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4 comentários :

Pastor Edi Marcos disse...

Olá Amigo,

Passei por aqui e gostei do seu conteúdo, temos opiniões e pensamentos semelhantes.

Quando possível passe pelo meu Blog:
www.predivinagre.blogspot.com

Anônimo disse...

Autor: SENADOR - José Nery
Ementa: Altera o § 4º do art. 121 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para agravar as penas dos crimes de homicídio e lesões corporais motivados por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, orientação sexual ou procedência nacional.
Explicação da ementa:
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Altera o art. 121, § 4º do Código Penal para considerar como causa de aumento da pena do crime de homicídio doloso a prática do delito motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, orientação sexual ou procedência nacional.
Data de apresentação: 23/02/2010
Situação atual:
Local:
22/12/2010 - Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania

Situação:
14/12/2010 - AGUARDANDO DESIGNAÇÃO DO RELATOR
Indexação da matéria:
Ver a indexação da matéria Clique para ver/ocultar a indexação da matéria
Indexação: PROJETO DE LEI, SENADO, ALTERAÇÃO, LEGISLAÇÃO, CÓDIGO PENAL, FINALIDADE, AUMENTO, PENA, HOMICÍDIO CULPOSO, AUSÊNCIA, OBSERVAÇÃO, REGRA TÉCNICA, PROFISSIONALISMO, AGENTE, ANÁLISE, CRIME, OMISSÃO, ATENDIMENTO, VÍTIMA, FUGA, BENEFÍCIO, PRISÃO EM FLAGRANTE. AUMENTO, PENA, AUTOR, CRIME, MENOR, IDOSO, DISCRIMINAÇÃO RACIAL, CRENÇA RELIGIOSA.

Julio Severo disse...

Alguém conseguirá invocar uma lei anti-homicídio contra a ministra pró-aborto?

Fusca disse...

Dilma retira crucifixo, bíblia e móveis históricos do gabinete.
Além do desrespeito à tradição e História do Brasil, Dilma comprova o que os verdadeiros católicos e evangélicos já anunciavam. O "deus" della é outro...