30 de novembro de 2010

Possessão demoníaca agora é politicamente correta

Possessão demoníaca agora é politicamente correta

Linda Harvey
Talvez você tenha perdido a manchete de que os profissionais de psicologia nos EUA têm um novo jeito de lidar com os pacientes que estão, ou acreditam estar, possuídos por um ou mais espíritos. Esses clientes podem precisar de “normas conjuntas de tratamento” que mesclem aconselhamento tradicional com um jeito bem sucedido de lidar com “espíritos invisíveis”. Sim.
Mas há uma questão importante aí. O paciente — o humano — deve ser um indígena. Os pacientes de tribos indígenas dos EUA, você sabe, reconhecem uma “fronteira penetrável entre o mundo físico visível e o dos espíritos invisíveis”. Os terapeutas ocidentais deveriam se empenhar mais em honrar essa visão de mundo pagã.
Essa abordagem inovadora vem da Dra. Suzan McVicker, conselheira profissional licenciada, num artigo de 2010, publicado pela Associação Americana de Psicologia (AAP). Ela diz a seus leitores que entre as culturas indígenas, uma “força espiritual” pode entrar em um humano e querer ficar. Dá para se resolver isso, ela explica, com o emprego de “uma despossessão espiritual”. Mas longe do “banimento forçado” mediante um exorcismo, aqui o espírito é conduzido em segurança de volta ao local de origem, que se descobriu ser, para a maioria deles, Washington, D.C. (Brincadeira — ela não disse isso não.)
De todo modo, essa saída suave é realizada com “habilidade e compaixão” (que supostamente estão ausentes nos exorcismos cristãos) e com um mínimo de trauma. Jesus poderia ter aprendido muito com a AAP! Nada de mandar demônios entrarem em manadas de porcos, e nada daquela coisa de “ranger de dentes”. Tudo muito civilizado mesmo.
E essa condução pacífica do problema da possessão se aplica a dois pacientes porque a Sra. McVicker acredita que o espírito também é paciente e, na verdade, outra identidade. Em suas sessões espíritas com Jean Houston, a identidade alternativa de Hillary Clinton era Eleanor Roosevelt, não se esqueça. É tentador especular que talvez a partida serena de Eleanor tenha ocorrido cedo demais.
Agora, para entender o histórico de Suzan McVicker, é preciso ir à fonte de seu sistema de crenças, o qual é este: Todos nós temos uma “direção dentro de nós”, onde o “saber dos antigos” pode produzir energia e a cura do corpo, espírito e mente. Soa bastante como se houvesse um pequeno deus lá dentro, pondo-nos exatamente de volta no primeiro conflito do Jardim do Éden. Mas McVicker chama essa direção interna de “espaço sagrado”, no qual podemos nos curar, um grande alívio para aqueles de nós que estão apavorados com os cortes sob o programa de saúde pública de Obama.
Como isso ocorre? Estados de transe, meditação da “atenção plena” e a ação de acessar o inconsciente, como na psicologia jungiana, são técnicas fundamentais. A senhorita McVicker e a emergente rede pseudocrístã de promotores da oração “contemplativa” têm muito em comum. Nenhum dos dois tem muito medo do mundo espiritual e crê que ele pode ser acessado muito confortavelmente. Tudo se resume a nós, nossos corações, mentes e intenções. E, é claro, isso é habilidosamente orquestrado pela conselheira treinada pela AAP, e ninguém se revolta nem demonstra nojo.
Conversei sobre este artigo com meu colega Dr. Peter Jones, presidente do TruthXChange [VerdadeXMudança] e estudioso internacional que rastreia as tendências do reavivamento neopagão global. O Dr. Jones disse que “Carl Jung iria delirar de felicidade ao ver esta reviravolta dos acontecimentos, ele que tinha seu próprio espírito-guia, Philemon. Em vista de sua influência no mundo da psicologia, essa mudança é inevitável”.
O reconhecimento de Deus como o Espírito supremo de autoridade atrapalharia completamente esse envolvimento egocêntrico com o ocultismo. Daí, ao que tudo mostra um modelo cristão do “mundo invisível” está fora de cogitação, mas percepções tribais e populares são válidas e prestigiadas. Bem-vindos à esquerda dos EUA, a qual redescobriu o antigo paganismo e o chama de maravilhoso progresso.
Agora, não deveríamos ser duros demais com a Sra. McVicker, só porque ela está surfando na onda de um modismo. Uma especialidade florescente, chamada “saúde mental indígena,” leva a sério a ideia de que os animais e até as plantas são os ancestrais de certos grupos de pessoas. Alguns havaianos, por exemplo, acreditam que a planta conhecida como “taro” é um ancestral e isso os leva a afirmar que a separação de certas áreas de terra pode resultar em uma “alienação e desenraizamento do eu.” Longe de chamar tais ideias de bizarras e primitivas (ou convenientemente cobiçosas), a conselheira culturalmente sensível poderá pôr essa ideologia como o principal fundamento do tratamento de saúde mental e deixar os antiquados conceitos “eurocêntricos” na lata de lixo.
A AAP também leva a sério a ideia de que a homossexualidade e a confusão de gênero entre grupos tribais são o que se chama de um fenômeno de “dois espíritos”. Tradicionalmente, acreditava-se que essas pessoas de “dois espíritos” tinham poderes especiais. Ah, é claro que eles nunca vão dizer que essas tradições e poderes intimidariam cristãos declarados para se acovardarem e ficarem em silêncio.
Os povos “originais”, ou indígenas, também podem sofrer de desconfiança do governo (um resquício da “colonização”); de trauma histórico de genocídio e opressão; e podem se aferrar teimosamente a conceitos tribais de bem-estar. Não, por “bem-estar” não estamos falando de um dia na academia de ginástica. Eles querem que consideremos com seriedade os “rituais,” purificações e práticas típicas da bruxaria popular, até do vodu, com tudo o que vem incluído: couros de animais, chocalhos e tudo mais.
Do jeito que a coisa está, só nos falta esperar que a AAP anuncie em breve a descoberta do fogo.
Contudo, em qualquer dessas iniciativas da AAP e outras associações de profissionais de saúde mental, observa-se a ausência de qualquer consideração a respeito de um grande grupo cultural e religioso mundial: os cristãos bíblicos. Quando crentes se sentam em divãs acolchoados e insinuam aos conselheiros que sua situação pode envolver a presença de “espíritos indesejáveis”, qual é a reação deles? Eles condescendentemente desprezam tais ideias como coisa da idade das cavernas.
A nova abordagem progressista pode de pronto se tornar política, e é confessadamente um problema "complicado", porém não descartado. O movimento nativista havaiano tem permissão de atuar oficialmente na área de saúde mental, ao que parece, e até com uma base lógica espiritual. Os conselheiros são orientados a serem compreensivos e empáticos com essa espiritualidade. A recomendação oficial é que eles ergam a frágil autoestima nacional, étnica e pessoal dos indígenas. E se isso significar que o governo seja usado para esses propósitos? Bem, então, que assim seja. Tudo e qualquer coisa por uma saúde mental de qualidade.
A AAP apoia o princípio de indenizações para grupos étnicos minoritários, como um meio de indenizar danos psicológicos desses grupos indígenas.
Qualquer oposição aos objetivos políticos dos povos indígenas, então, é vista como intrinsecamente maligna, negando-lhes cura emocional e estabilidade mental. Quer melhor plataforma para uma revolução do que essa? Direitos constitucionais à liberdade religiosa poderão ser invocados como necessários para apoiar reivindicações políticas intrusivas e ultrajantes. Esses demônios — especialmente os defensores “moderados” da liberdade e do patriotismo, sem mencionar diversidade e direitos humanos autênticos — farão com que todos pratiquem os costumes indígenas de invocação aos espíritos.

Só se pode esperar que uma futura recomendação para alguns desses grupos indígenas os ajude a adquirir algum senso de perspectiva e realidade. Mas duvido que eles encontrem isso na Associação Americana de Psicologia.
Linda Harvey é presidente da Mission America e apresenta um programa de rádio diário de talk show, em Ohio.
Tradução feita pelo Dextra por recomendação e a pedido de Julio Severo. Revisado por Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

Governo de estado do México é investigado por “patrocinar” conferência de ex-homossexuais

Governo de estado do México é investigado por “patrocinar” conferência de ex-homossexuais

Matthew Hoffman
GUADALAJARA, México, 26 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo do estado mexicano de Jalisco está sob “investigação” por parte da comissão estadual de direitos humanos por alegado patrocínio de uma conferência que incluía Richard Cohen, um ex-homossexual e terapeuta que trata de homossexuais por atração indesejada de mesmo sexo, de acordo com o jornal mexicano El Universal.
A investigação foi lançada depois de uma queixa feita na justiça por um legislador estadual socialista do Partido da Revolução Democrática (PRD), Raúl Vargaswho, bem como denúncias públicas de outros opositores políticos do governador estadual Emilio González Márquez. Vargaswho o denunciou por “homofobia” e por desperdiçar verbas estaduais no evento.
A acusação é baseada exclusivamente no uso do logotipo do governo estadual no pôster que estava promovendo a conferência, que tinha como título “O Caminho para a Castidade”, um ato que o governo de Jalisco diz não foi autorizado e foi empreendido unilateralmente pelos organizadores da conferência.
“O Secretariado Geral de Governo não usou nenhum recurso para a realização ou promoção de dito ciclo de conferências”, o governo disse num comunicado oficial. “Investigados com respeito aos organizadores de dito evento, eles afirmaram que incluíram o logotipo do secretariado nos pôsteres promocionais do ciclo de conferências sem autorização ou conhecimento do próprio secretariado”.
Contudo, o presidente da Comissão Estadual de Direitos Humanos diz que pretende fazer uma investigação completa das acusações contra o governo, se queixando de que a conferência “busca rotular como doença algo que já foi declarado que não é doença”.
“É nossa tarefa avaliar as atividades das organizações civis”, disse o presidente da comissão Felipe de Jesús Álvarez Cibrián, mas acrescentou que “queremos chegar ao fundo [do assunto] e fazer uma investigação de quantas e quais organizações estiveram envolvidas, em caso alguns órgãos estaduais tenham estado envolvidos”.
Numa reação aparente à decisão de Álvarez Cibrián para investigar as acusações, cinco conselheiros cidadãos da comissão renunciaram ontem, afirmando que “autoritarismo disfarçado de legalidade está prevalecendo na atual administração” da comissão, e acusando-a de práticas discriminatórias, deficiente prestação de contas e falta de transparência.
As comissões estaduais de “direitos humanos” estão cada vez mais sendo usadas por grupos homossexuais no México para promoverem sua agenda política, permitindo que eles entrem com queixas oficiais de “discriminação” contra aqueles que consideram como patológica e imoral a orientação ou conduta homossexual.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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WikiLeaks: Dilma Rousseff impediu medidas contra o terrorismo islâmico no Brasil

WikiLeaks: Dilma Rousseff impediu medidas contra o terrorismo islâmico no Brasil

Jornal O Estado de S. Paulo faz reportagem onde documentos de WikiLeaks mostram como Rousseff facilitou que terroristas islâmicos não fossem alvos do governo brasileiro

A reportagem completa do Estado encontra-se abaixo:
Documentos revelados pelo site WikiLeaks mostram que os Estados Unidos suspeitaram de que a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff, teria "cassado", em 2007, um projeto de lei que reforçaria o combate ao terrorismo no País. Dilma, então chefe da Casa Civil, teria rejeitado o projeto por questões "ideológicas".
"Apesar de não podermos confirmar definitivamente que a Casa Civil cassou a iniciativa por motivos políticos ou ideológicos, isto é certamente plausível", alertou um telegrama de 4 de abril de 2008, assinado pelo embaixador americano no País, Clifford Sobel.
A lei antiterrorismo foi um anteprojeto elaborado pelo Gabinete da Segurança Institucional. O objetivo era ampliar a tipificação dos crimes de terrorismo para punir ações de facções criminosas, como as deflagradas em São Paulo, em maio de 2006.
O projeto foi criticado por organizações de defesa dos direitos humanos e pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio Mello por não definir o que seria um "ato terrorista". O texto considerava "terrorismo", entre outras coisas, a ocupação de prédios públicos e propriedades privadas, o que incluiria ações de movimentos sociais.
Imigrantes xiitas
Imigrantes xiitas no Brasil teriam recebido até US$ 50 mil do Hezbollah para abrir comércios em São Paulo. Em troca, dariam parte de seus lucros para o grupo libanês. A revelação faz parte de dois telegramas divulgados pelo WikiLeaks.
Preocupado com a radicalização de muçulmanos em São Paulo, o governo de Barack Obama monitorou e mapeou a comunidade islâmica no Brasil em 2009. A avaliação era a de que o País teria de 400 a 500 mil muçulmanos, a maioria moderados. Os EUA, porém, apontam uma "nova onda de imigração vinda do Líbano, de maioria xiita, que seria mais radical". "Elementos radicais existem aqui, alguns na área da tríplice fronteira."
Temor
Pelo menos seis telegramas do Departamento de Estado americano publicados pelo WikiLeaks mostram que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e a Polícia Federal (PF) consideram que a ameaça terrorista no Brasil é real. Os telegramas oficiais, porém, mostram o esforço do Itamaraty para minimizar a existência do problema, minar projetos políticos e até criticar a Argentina por considerar a tríplice fronteira como um local de atividades terroristas.
Os telegramas, enviados da Embaixada dos EUA em Brasília para informar Washington sobre os acontecimentos no País, revelam como a alta esfera do governo teria feito de tudo para reduzir a visibilidade de algumas das operações. A meta seria a de não estigmatizar a população árabe no País e não afetar a imagem do Brasil no exterior.
Longe da retórica, entretanto, os documentos ainda revelam que algumas autoridades acreditavam que o fato de o Brasil ter sido escolhido como sede dos Jogos Olímpicos de 2016 faria do País um alvo mais atrativo para ataques terroristas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Assassinatos contra gays: dados manipulados

Assassinatos contra gays: dados manipulados

Júlio Lins
Segundo reportagem da Agência Câmara, "pesquisas registram mais de 200 assassinatos a homossexuais em todo o país". Sim, mas assassinados por quê? Pelo fato de serem homossexuais? Pelo fato de estarem em ambientes marcados pela violência? Pelo consumo de drogas? Pela libertinagem? Por latrocínios? Pelo fato de estarem de madrugada em ruas e bairros perigosos? Não se cita. Assim sendo, parece que, se um homossexual estiver andando de madrugada na Vila Cruzeiro no Rio de Janeiro e calhar de ele ser assassinado, engrossará as estatísticas de "assassinatos contra homossexuais".
Não bastasse a ausência de detalhes em tais pesquisas, todos os veículos de imprensa falham em mencionar que, no Brasil, no ano de 2007, ocorreram 47.707 assassinatos. Logo, se cerca de 200 são contra homossexuais, então o número de assassinatos contra homossexuais é 0,42% do total.
Homossexuais representam 0,42% da população? Certamente não. Não há pesquisas isentas sobre o número de homossexuais no Brasil, embora os grupos gays mais radicais dizem chegar a 9% da população. No entanto, na Europa, onde a aceitação ao homossexualismo é maior que no Brasil, a porcentagem de gays não chega a passar de 2%.
No Reino Unido, segundo pesquisa da ONS (Office for National Statistics), feita com quase 250.000 pessoas, chegou-se à conclusão que 1,3% dos homens são gays, 0,6% das mulheres são lésbicas e 0,5% são bissexuais. No total, 1,5% das pessoas são gays ou bissexuais.
Na Espanha, pesquisa da INE, baseada em 10.838 entrevistas praticadas no último semestre de 2003, assinalou que somente 1% da população mantém relações exclusivamente homossexuais. A população que reconhece ter tido em alguma ocasião este tipo de relação ao longo de sua vida é de 3%, 3,7% entre os homens e 2,7% entre as mulheres.
No Canadá, pesquisas feitas em 2003 com 121.000 adultos canadenses mostrou que somente 1,4% se consideravam homossexuais.
O fato é que, de uma forma ou de outra, se o número de assassinatos contra gays é de cerca de 200, os gays estão subrepresentados quanto ao total de assassinatos, ou seja, os gays são menos propensos a sofrer violência e assassinatos que o resto da população, ao contrário do que a grande mídia propala.
Alguém poderia dizer: e a agressão contra um homossexual ocorrida recentemente em São Paulo? Eu responderia: Sim, é um caso deplorável, mas se a pessoa agrediu o homossexual, o Código Penal já prevê punição para ela; o que não pode acontecer é o crime se tornar maior pelo fato de o agredido ser homossexual, pois isso configuraria uma discriminação contra todos os não-homossexuais.
Quantas pessoas morrem por ano em filas de hospitais? Seriam menos de 200? E o número de mendigos mortos queimados, principalmente no Nordeste? Seriam menos de 200 por ano? Quantas pessoas inocentes morrem por dia na violência das grandes cidades? Seriam menos de 200 por ano? Quantos policiais morrem vítimas da violência? Quantas pessoas morrem por ano vítimas das drogas? Quantas pessoas morrem por ano em acidentes de trânsito? Seriam menos de 200?
Logo, não faz sentido nenhum as polícias e o Poder Judiciário desviarem a atenção dos 99,58% de assassinados no Brasil (uma vez que a segurança pública brasileira é insuficiente para atender as pessoas que mais precisam dela) para dar tratamento especial a uma minoria de 0,42% que, aliás, está subrepresentada nas estatísticas de assassinatos.
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Homolatria: As vítimas VIP da violência no Brasil

29 de novembro de 2010

O Rio e o Velho Oeste

O Rio e o Velho Oeste

Como o Rio lida com assassinos. Como o Velho Oeste lidava com eles.

Julio Severo
Apesar do título, a cidade do Rio de Janeiro nada tem a ver com o Velho Oeste americano. Não que não houvesse violência no Velho Oeste. Havia, mas não tanto quanto se vê no Rio em pleno século XXI.
A injustiça que abunda no Rio não abundava no Velho Oeste. Tal qual no Rio, todos os criminosos do Velho Oeste portavam armas para seus crimes. Mas, muito diferente do Rio, no Velho Oeste TODOS portavam armas, de modo que para atacar o inocente, o criminoso precisava ser bastante astuto para não acabar liquidado.
Os criminosos do Rio atacam suas vítimas na confiança de que o Estado tenha feito seu trabalho sujo de desarmar a população, garantindo assim total insegurança para as vítimas e total segurança para os assassinos.
No Rio moderno, o assassino escapa muitas vezes impune. Para o criminoso do Velho Oeste, o Rio seria um lugar verdadeiramente maravilhoso, pois a impunidade que reina no Rio não reinava no Velho Oeste. O assassino americano era rapidamente julgado e enforcado. Quando fugia, era perseguido pelo xerife e cidadãos prontos para garantir que o assassino pagasse com sua vida a vida que ele tirou. Quando o criminoso fugia para lugar desconhecido, sua cabeça era colocada a prêmio, que significava que qualquer pessoa que o achasse ou matasse receberia um prêmio em dinheiro.
A ética de defesa pessoal para o cidadão e pena capital para os assassinos era no Velho Oeste sustentada nos princípios da Bíblia. A ética protestante (ou evangélica) governava majoritariamente a sociedade americana no século XIX. Os inocentes tinham a Bíblia numa mão e o revólver na outra.
No Rio, embora o número de evangélicos e cristãos seja enorme, não existe ética que influencie as leis a dar aos cidadãos o direito de se defender nem tire do criminoso sua existência de atividades assassinas. No Brasil em geral e no Rio em particular, na mão os inocentes só podem ter a Bíblia, ficando nas mãos de todos os assassinos os revólveres, fuzis, metralhadoras, etc.
No Velho Oeste, os criminosos eram enfrentados a bala pelos próprios cidadãos, que tinham seus rifles prontos para fazer feroz resistência ao crime.
No Rio, os cidadãos se escondem das balas quando conseguem. Quando não conseguem, são atingidos, até mesmo por balas perdidas.
No Velho Oeste, bastava apenas um assassinato para o criminoso — fosse adulto ou adolescente — ganhar forca. Não havia ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) nem defensores dos direitos dos bandidos.
No Rio, os criminosos disputam quem mata mais, e assassinos adolescentes nunca ganham cadeia, tendo garantidos seus direitos pelo ECA de matarem quantos cidadãos quiserem. Aos 18 anos, o ECA lhes garante soltura da instituição de reabilitação, com ficha totalmente limpa, como se eles nunca tivessem matado uma mosca em toda a vida. É de estranhar então que no Rio haja muitos defensores dos direitos dos bandidos, fartamente pagos com dinheiro de impostos?
No Velho Oeste, o bandido tinha de pensar duas vezes antes de atacar um inocente, para não acabar ele próprio com uma bala no meio da testa.
No Rio, o bandido não precisa pensar, pois só suas vítimas acabam com uma bala no meio da testa.
No Velho Oeste, a forca era o destino certo do assassino.
No Rio, a morte é o destino das vítimas dos assassinos, que podem optar por forca, torturas e quaisquer outros sadismos que desejem aplicar às vítimas.
Entre o Velho Oeste e o Rio, eu preferiria o Velho Oeste. Lá pelo menos eu poderia me defender.
E tenho certeza de que ninguém do Velho Oeste escolheria o Rio, uma cidade verdadeiramente maravilhosa para todos os tipos de crimes.
O americano do Velho Oeste no Rio perderia automaticamente sua arma e seu direito de se defender e defender sua família, ficando completamente exposto aos criminosos muito bem armados. Se num caso de agressão criminosa contra sua vida ele por “infelicidade” conseguisse tirar do criminoso sua arma e o executasse, ele seria automaticamente condenado pelos grupos de direitos humanos, sempre prontos a castigar qualquer ação dos cidadãos que conseguem despachar um criminoso.
Há também as redes de televisão, que denunciam qualquer atitude indelicada contra os criminosos, garantindo assim a segurança e os “direitos humanos” deles.
No Velho Oeste, havia igualdade. O bandido andava armado e atirava. Mas todos os cidadãos também andavam armados. Eram criminosos armados contra cidadãos armados.
No Rio, a desigualdade é total. Para imensa alegria dos bandidos, só eles andam armados. São criminosos fortemente armados contra uma população fortemente desarmada, onde o assassino se sente como raposa a solta no galinheiro. Esse galinheiro se chama Rio. Esse galinheiro também se chama Brasil.
Enquanto os assassinos do Rio torturam e matam inocentes, a vítima que consegue retribuir dez por cento ao criminoso é condenada como violadora de direitos humanos. O Rio assim virou um inferno.
Se o Velho Oeste fosse como o Rio, seria um inferno para os inocentes, e um lugar maravilhoso para os assassinos.
Contudo, o Velho Oeste não era como o Rio, de modo que os caubóis diriam: Ainda bem que não estamos no Rio!
Por amor à justiça e aos inocentes, eu diria: Que pena que o Rio não é como o Velho Oeste!
Nota: Esse texto foi revisto por um amigo cujos antepassados viviam no Velho Oeste. Por gerações, sua família tem tido armas. Ele próprio teve um AK-47, mas como cristão ele me disse que não o usaria para se defender, mas para defender sua família e outros. Os cidadãos brasileiros não têm permissão de ter um AK-47 ou armas menos potentes. Contudo, os criminosos do Brasil têm armas muito mais potentes do que um AK-47!
Versão em inglês deste artigo: Rio and the Old West
Versão em espanhol deste artigo: Rio de Janeiro y el Viejo Oeste

28 de novembro de 2010

Desafiando comunistas no púlpito da igreja

Desafiando comunistas no púlpito da igreja

Domingo 14 de novembro de 2010, pastor de Assembléia de Deus de Brasília deixa governador eleito Agnelo Queiroz, do PT, falar no púlpito. O que deveria fazer eu agora?

Rafael Stival
Em minhas orações eu pedia a Deus coragem para enfrentar a ditadura comunista que está se engendrando na América Latina e força para defender minha família, mas precisei dela antes do esperado.
Mesmo tendo sido alertado algumas vezes sobre o perigo do comunismo, o pastor da minha igreja anunciou, um dia antes, a presença do hoje governador eleito do DF, Agnelo Queiroz — que até o dia 18 de julho de 2008 era membro do Partido COMUNISTA do Brasil. Ele viria para fazer, sobre o santo púlpito, um discurso de agradecimento pelos votos dos cristãos. Segundo o próprio Agnelo, o intuito de sua mudança para o PT foi “percorrer novos caminhos diante dos atuais rumos do socialismo no Brasil e no mundo.”
Refletindo sobre o “culto” vindouro, lembrei-me das reprimendas que fiz a um membro comunista da minha congregação. Após mais de um ano de serenas advertências sobre os males do comunismo e um derradeiro riso debochado da parte dele, escrevi uma austera carta ao membro. Após um tempo o cidadão voltou a tocar guitarra na igreja; eu disse ao pastor que não louvaria a Deus com um ministro comunista e que preferiria sair. O mesmo pastor disse ao devoto de Lênin que tais idéias não tinham lugar no corpo de Cristo.
A pergunta veio sem tardar: por que pouparia eu o forte e repreenderia o fraco? Mesmo assim, peitar o governador sozinho seria no mínimo ineficaz, ainda que honroso. Entre os parceiros sondados para a tarefa, não pensei em ninguém melhor do que minha cúmplice natural. Para encorajar a Mirna, minha esposa, pedi-lhe que lesse o seguinte trecho do livro Torturado Por Amor a Cristo, do Pastor Richard Wurmbrand:
Os comunistas organizaram um Congresso de todos os grupos cristãos no edifício do nosso Parlamento. Ali estavam quatro mil padres, pastores e ministros de todas as denominações. Esses quatro mil padres e pastores escolheram Joseph Stalin como presidente honorário do Congresso. Ao mesmo tempo era presidente do Movimento Mundial dos Ateus e assassinos dos cristãos. Um após outro, bispos e pastores se levantou no nosso Parlamento e declararam que Comunismo e Cristianismo são fundamentalmente a mesma coisa e podiam muito bem coexistir. Um após outro, os ministros ali presentes pronunciaram palavras laudatórias ao Comunismo e asseguraram ao novo governo a lealdade da Igreja. Minha esposa e eu estávamos presentes. Ela, sentada junto a mim, dizia-me: “Ricardo, levanta-te e lava esta vergonha que estão atirando à face de Cristo! Eles estão cuspindo no Seu rosto”. Respondi-lhe: “Se eu assim proceder, você perderá seu marido”. Ela atalhou: “Não quero ter um marido covarde”.
Após a leitura, perguntei-lhe: você quer ter uma atitude à altura da esposa do Pr. Richard? Ela, com prontidão, respondeu-me positivamente. Pulemos, pois, os preparativos e cheguemos aos fatos.
Entramos no templo com três cartazes na mão. O futuro governador chegaria apenas na quarta ou quinta parte do culto. Assim que se deu a sua chegada na congregação eu, com asco, me saí e esperei que lhe fosse dada a oportunidade de subir no púlpito. Assim que o político socialista começou a falar, minha esposa, grávida de quatro meses, uma amiga e eu levantamos, sem usar as nossas bocas para nada, dois dos três cartazes com os dizeres: “O COMUNISMO MATOU +DE 130 MILHÕES!” e “COMUNISTAS ODEIAM CRISTÃOS! AGNELO, RENEGUE O COMUNISMO!” O petista ficou assaz desconcertado no púlpito. Entre os gaguejos e as inúteis pausas, não creio que ele tenha conseguido ler tudo o que estava escrito, embora seus assessores o tenham feito. Talvez ele tenha lido apenas alguma das referências ao comunismo. Após uns 40 segundos, enquanto grande parte dos membros lia os cartazes, o pastor percebeu o teor do protesto e pediu, com gestos, que abaixássemos as cartolinas. Para matar a curiosidade dos membros a que demos as costas, mostramos a eles as faixas e nos sentamos. Logo os presbíteros se aproximaram, reprovando o ato.
Ainda esperei, fora da igreja, que o governador eleito saísse para mostrar-lhe novamente as faixas. Ali recebi a aprovação de uns e repreensões ou olhares reprovativos de muitos.
Não pense, leitor, que comunistas subindo ao púlpito seria diferente de um homossexual, um muçulmano, um macumbeiro ou um nazista fazendo o mesmo. Apesar da recente concorrência dos islâmicos, os comunistas continuam sendo os maiores assassinos de cristãos e dos outros filhos de Adão em toda a história. Reagir a este desvio, com sabedoria e por amor ao corpo de Cristo, é uma obrigação de todos os cristãos.
Agradeço a Deus pela resposta às orações, à minha esposa pela coragem e ao irmão Júlio Severo e o professor Olavo de Carvalho por nos ensinar a tê-la.
O socialismo é diabólico

Parlamento da UE vota para impor “casamento” de mesmo sexo em todos os países membros

Parlamento da UE vota para impor “casamento” de mesmo sexo em todos os países membros

Hilary White
ROMA, Itália, 24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quase que simultaneamente, o Parlamento Europeu anunciou sua intenção de “fortalecer a família” para lidar com a vertiginosa queda demográfica que está vindo para a Europa, e impor o “casamento gay” ou parcerias civis homossexuais em todos os países membros da União Europeia.
O Parlamento da UE votou ontem a favor de um relatório que tem a intenção de forçar todos os 27 países a reconhecerem mutuamente e defenderem legalmente os “efeitos de documentos de estado civil” de outro país da UE, que imporá a exigência do reconhecimento do “casamento” homossexual, parcerias civis ou arranjos semelhantes.
A organização pró-família Vigilância da Dignidade Europeia (European Dignity Watch [EDW]) diz que o relatório, “além das exigências razoáveis” que faz, “poderia implicar” num reconhecimento em toda a UE de casamento de mesmo sexo “mediante meios sorrateiros e gravemente passando por cima do princípio da subsidiariedade”*.
De acordo com a Vigilância da Dignidade, a Seção 40 do relatório “poderia significar que os países membros serão forçados indiretamente a reconhecer uniões de mesmo sexo como iguais ao casamento mesmo que tal reconhecimento não exista no sistema legal do respectivo país”.
A consequência, disse a organização, “seria incontrolável ‘turismo de casamento’ para países que reconhecem o ‘casamento’ de mesmo sexo” como Bélgica, Espanha, Portugal e Suécia, “ou até ‘casamentos’ polígamos… que já são reconhecidos na Holanda”.
Uma das questões legais úteis que está provocando discórdia para os grupos homossexuais de pressão política dentro da UE é a questão da “harmonização que cruza fronteiras”, um conceito de que os países membros precisam reconhecer as leis, inclusive leis com relação à condição conjugal dos cidadãos, em todos os 27 países. Isso, junto com a liberdade legal de todos os cidadãos da UE de viverem em qualquer país da UE que escolherem, é a base de argumentos feitos pelas influentes organizações homossexuais como a Associação Internacional de Gays e Lésbicas (cuja sigla em inglês é ILGA).
VDE diz: “Se o relatório for aprovado em sua forma de rascunho agora, violará gravemente o princípio da subsidiariedade*, um dos principais princípios da fundação da UE. Há um risco óbvio de minar a soberania dos países membros no direito de família e especificamente a definição de casamento em seu próprio país por meio da mudança da definição de casamento transformando-o de direito de família — que é uma competência exclusiva dos países membros — para direito processual”.
A Seção 40 menciona o direito de os cidadãos à “livre circulação” nos países da UE e “fortemente apoia planos para possibilitar o reconhecimento mutuo dos efeitos dos documentos de condição civil”. A seção pede “iniciativas adicionais para reduzir as barreiras para os cidadãos que exercem seus direitos de livre circulação, particularmente com relação ao acesso aos benefícios sociais aos quais eles têm direito de votar nas eleições municipais”.
Os grupos homossexuais de pressão política têm em várias jurisdições ao redor do mundo adotado com êxito a tática de manipular os tribunais para estabelecer o “casamento gay” ou parcerias civis legais. Em vários casos, os ativistas homossexuais “se casaram” num país com o único propósito de forçar os tribunais, e mais tarde as assembleias legislativas, de outro país a reconhecer a “união” deles.
A ILGA recomenda esse método para seus membros, dizendo que o relatório pode ser “usado para propósitos de pressão política e legal” para “exercer pressão em seus governos para exigir que os casamentos domésticos sejam reconhecidos em toda a UE”.
Ao mesmo tempo em que está tentando impor em toda a UE a dissolução do casamento natural e procriativo, a UE está começando a reconhecer a ameaça do iminente colapso demográfico devido a seus baixos índices de fertilidade.
Em 11 de novembro, o Parlamento da UE votou para apoiar um relatório elaborado pelo parlamentar alemão Thomas Mann sobre o “desafio e solidariedade demográficos entre as gerações”.
O relatório frisa a importância da família natural e o papel dos pais para o bem-estar econômico da sociedade em tempos de mudança demográfica.
O relatório também pede uma “mudança de mentalidade” para com os idosos, que, diz ele, não devem ser considerados como um peso sobre a sociedade, mas em vez disso como um recurso de estabilidade. Pede o reconhecimento das igrejas e organizações sem fins lucrativos que contribuem para o “desenvolvimento social da sociedade”.
O relatório citou várias razões para o “inverno demográfico” da Europa, inclusive o adiamento dos adultos para se casarem e formarem famílias à luz de um “mercado de trabalho cada vez mais inseguro”.
O relatório prediz uma mudança demográfica em que haverá um aumento de 4 a 11 por cento de pessoas idosas e uma diminuição de 100 a 66 milhões em 2050 de pessoas jovens com menos de 15 anos de idade.
* Nota do tradutor: O princípio de que um governo central tem função subsidiária, realizando apenas aquelas tarefas que não podem ser realizadas num nível mais local.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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27 de novembro de 2010

Professor francês é suspenso por mostrar vídeo de abortos para alunos do ensino colegial

Professor francês é suspenso por mostrar vídeo de abortos para alunos do ensino colegial

Matthew Hoffman
MANOSQUE, França, 24 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um professor francês do ensino colegial na região sul de Alpes-de-Haute-Provence foi suspenso de dar aulas por mostrar para seus alunos um vídeo que inclui sequências filmadas de abortos reais de último trimestre realizados numa clínica da Espanha.
Conforme as reportagens, o professor, que dava aulas de educação cívica na Escola Secundária Iscles na cidade de Manosque, seguiu a apresentação do vídeo com um folheto distribuído aos estudantes que denuncia a Lei Veil da França. Essa lei legalizou o aborto em 1975. Ele também realizou um debate depois da exibição.
O vídeo era aparentemente uma versão com subtítulos em francês de uma matéria jornalística feita por um repórter disfarçado para a rede de televisão espanhola Intereconomia. O repórter entrou numa clínica de aborto disfarçado de médico, e filmou o que viu. A filmagem inclui abortos de último trimestre de bebês por volta das 20 semanas de gestação, que são depois jogados no lixo.
Em entrevistas à imprensa francesa, os estudantes descreveram o vídeo como “revoltante” e o compararam a um filme de terror. A reportagem mencionou que um aluno teve de sair da sala de aula a fim de vomitar.
Muitos pais, irados com a decisão de mostrar o vídeo para seus filhos, conjuntamente exigiram um fim nas aulas e uma investigação em 17 de novembro. O professor, que permanece em anonimato nas reportagens da imprensa, foi suspenso por quatro meses enquanto a administração da escola investiga o caso.
A jornalista pró-vida francesa Jeanne Smits, escrevendo no serviço noticioso católico Chretiente.info, diz que embora o professor tenha agido de forma imprudente, isso não muda a “falsidade do objetivo da ‘neutralidade’ declarada pelos superiores do jovem professor”.
“Mostrar os fatos [acerca do aborto] entra perfeitamente na área da neutralidade, ou melhor dito, da objetividade, e se esses fatos são inquietantes é porque há uma ruptura na conexão dessa objetividade por parte daqueles que apoiam o ‘direito ao aborto’”, acrescenta Smits.
A parte de 10 minutos do vídeo pode ser vista aqui. * Aviso: quase no fim desse vídeo mostra-se um aborto explícito de último trimestre.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Famosa feminista pró-aborto chama bebês em gestação de “tumores”

Famosa feminista pró-aborto chama bebês em gestação de “tumores”

Matthew Hoffman
COLÔMBIA, 23 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A famosa feminista pró-aborto e psicóloga Florence Thomas publicou um relato do aborto ilegal que ela fez com a idade de 22 anos, feito em meados da década de 1960 na França, no qual ela se refere a seu bebê em gestação como “tumor”.
No relato, Florence diz que sabia que havia “riscos” associados com seu relacionamento fora dos laços conjugais com seu namorado.
“Lembro-me das noites de calor humano e amor. Amor todas as noites, amor ao meio-dia e a euforia de ter o mundo em nossas mãos”, escreve ela. “E sim, enfrentávamos riscos. O amor era digno disso. O amor sempre é digno disso”.
Contudo, quando o “risco” se transformou na realidade de um bebê em gestação no útero de Florence, ela e seu namorado sem demora concordaram em acabar com a vida dele nas mãos de um médico renegado, “expulso e condenado pela Associação de Ginecologistas”, o qual realizava abortos secretamente em sua casa nos arredores de Paris.
Depois que o médico havia desmembrado o bebê em gestação dela, Florence diz que sentiu “um alívio. Um alívio imenso. Esse tumor foi embora, desapareceu. Eu poderia voltar a viver”.
Florence, que mudou para a Colômbia para seguir seu então namorado, é hoje psicóloga na Universidade Nacional da Colômbia e fundadora do Grupo Mulher e Sociedade (Grupo Mujer y Sociedad). Ela é famosa por sua afirmação de que as mulheres precisam da liberdade para exterminar a vida de seus bebês em gestação sempre que o bebê não for “desejado” pela mãe, porque o amor da mãe é o que “humaniza” o feto.
Embora Florence afirme que nunca sentiu nenhuma culpa depois do procedimento que matou seu bebê, ela confessa que depois “sabia que eu nunca mais faria aborto na minha vida. Passei por isso uma vez em minha vida, e não o repetiria de novo. Hoje, continuo a ficar pensando como uma mulher pode fazer um, dois, três ou mais abortos”.
Link relacionado:
Historia de mi Aborto (A história do meu aborto — em espanhol)
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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26 de novembro de 2010

Complemento aos artigos sobre a autoridade do Estado publicados por Julio Severo

Complemento aos artigos sobre a autoridade do Estado publicados por Julio Severo

Dr. Fábio Blanco

Talvez alguns cristãos fiquem escandalizados com artigos como estes, chamados “Estado: ministro de Deus” e “A Pena Capital é Bíblica?”, ambos publicados no site do Julio Severo, ambos escritos pelo Pr. Marcello Oliveira. Isso porque eles não conseguem compreender como cristãos podem de alguma maneira ser favoráveis à aplicação da pena de morte pelo Estado. Os argumentos já conhecemos e não é preciso repetir aqui. Gostaria apenas, como complemento de ambos artigos, transcrever dois trechos de dois dos maiores reformadores protestantes: nada mais, nada menos, que Lutero e Calvino.
Lutero, em seu livro “Sobre a Autoridade Secular” é direto ao dizer que “um assassino perde o direito a sua vida, e é de justiça que ele seja morto pela espada”.
Espada, no caso, é como se entende o poder do Estado de punir os criminosos.
Calvino, de sua parte, escreveu que “A Lei de Deus proíbe matar. Todavia, para que os assassinos não escapem sem punição, o próprio legislador coloca a espada nas mãos de seus ministros, para ser usada contra todos os assassinos”.
Diante disso, que meus irmãozinhos mais apressados pensem antes de criticar homens que defendem a pena capital, pois os pais da Reforma Protestante não tinham a condenação à morte pelo Estado como um problema. Para eles, o Estado aplicar a pena capital era algo evidente e natural. Um apenas divergia do outro no que se referia às questões envolvendo as heresias. Para Calvino, o Estado deve zelar pela unidade religiosa, inclusive perseguindo os hereges. Já Lutero entendia que o Estado não deveria se intrometer nesses assuntos, cuidando apenas das questões relativas aos crimes comuns.
De qualquer maneira, antes de criticar os que defendem a pena de morte, principalmente sendo cristão, aprendam um pouquinho sobre a história da Igreja ou rompam de vez com o passado.
Divulgação: www.juliosevero.com

Estado: ministro de Deus

Pena de Morte: Contradições difíceis de entender