31 de outubro de 2010

Corte de apelação ouvirá caso de funcionários demitidos por serem “religiosos demais”

Corte de apelação ouvirá caso de funcionários demitidos por serem “religiosos demais”

ATLANTA, Geórgia, EUA, 28 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Regional Federal do 11º Circuito de Atlanta começará a ouvir argumentos orais na quinta-feira se um caso envolvendo dois funcionários das Empresas Hallmark que foram, segundo se alega, demitidos por serem “religiosos demais” deverá ir a julgamento.
De acordo com a firma de interesse público Conselho da Liberdade, Daniel e Sharon Dixon foram demitidos pelas Empresas Hallmark de seu cargo de gerenciamento de um prédio de apartamentos e expulsos de seu apartamento porque exibiram, no escritório de aluguel, uma obra de arte de vidro colorido com flores e a frase “Olhai para os lírios… Mateus 6:28.”
A legislação federal de direitos civis Título VII e Título VIII proíbe discriminação no emprego e moradia por causa de religião.
De acordo com o Conselho da Liberdade, o supervisor dos Dixons perguntou certo dia se a obra de arte em seu escritório se referia à Bíblia. Quando a Sra. Dixon confirmou que se referia à Bíblia, o supervisor pediu que ela a removesse imediatamente. A Sra. Dixon indicou que ela traria seu marido, o cogerente, para a discussão e deixou-o brevemente para ir atrás dele.
Contudo, os Dixons alegam que quando voltaram minutos depois, o supervisor havia removido a obra de arte e dito a eles que estavam despedidos por serem “religiosos demais”. Eles dizem que receberam então ordens de desocupar seu apartamento dentro de setenta e duas horas.
Um juiz de tribunal regional federal anunciou um julgamento antecipado dizendo que nenhum júri razoável condenaria a Hallmark por discriminação religiosa.
Entretanto, os advogados do Conselho da Liberdade estão argumentando diante da corte federal de apelações que os Dixons merecem que o júri ouça o caso e decida se eles foram demitidos e expulsos por causa de suas convicções religiosas.
“A Hallmark não pode varrer as convicções religiosas do ambiente de trabalho”, disse Mat Staver, fundador do Conselho da Liberdade. “Embora as Empresas Hallmark possam escolher a decoração do ambiente de trabalho, seus supervisores não podem demitir funcionários exclusivamente porque são ‘religiosos demais’. Quando um júri ouvir esse caso, ficará claro que as Empresas Hallmark passaram dos limites”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102802.html
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Países criticam fortemente tentativas de criar novo “direito” à educação sexual na ONU

Países criticam fortemente tentativas de criar novo “direito” à educação sexual na ONU

Samantha Singson
NOVA IORQUE, EUA, 28 de outubro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Delegados irados ocuparam a tribuna da ONU nesta semana para denunciar um relatório que promove um novo direito humano à educação sexual explícita para crianças novas.
Os blocos de países africanos e caribenhos levaram à hostilidade generalizada para com o relatório ao registrar sua “forte rejeição” e “forte desaprovação”.
O relatório defende um novo direito humano à educação sexual citando recomendações sem poder legal e outros relatórios da ONU que incluem as polêmicas normas da UNESCO sobre educação sexual e os Princípios de Yogyakarta. O autor do relatório, Victor Muñoz, argumenta que os países têm a obrigação de garantir esse novo direito “desde as fases iniciais da vida”.
Furando o protocolo de praxe, Muñoz submeteu seu relatório à ONU sem estar presente para defender suas recomendações e análise.
Muñoz respeita, da boca para fora, o direito de os pais escolherem a educação de seus filhos, o qual é parte da Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas acrescenta que “essa autoridade jamais poderá se opor aos direitos das crianças e adolescentes”. De acordo com Muñoz, a educação sexual abrangente vai além de simples informações biológicas ou reprodutivas.
Ignorando o acalorado debate existente na ONU por causa de termos que lidam com “orientação sexual” e “identidade de gênero”, Muñoz insiste em que a educação sexual inclua informações sobre “diversidade sexual”. Muñoz critica agressivamente os programas de abstinência, os quais ele argumenta normalizam estereótipos e promovem imagens discriminatórias porque são baseados na “heteronormatividade”.
Muñoz acrescentou que negar a existência de uma população lésbica, gay, transexual, transgênera e bissexual expõe esses grupos à discriminação.
Embora não tivessem podido se dirigir diretamente a Muñoz, os delegados frustrados que representam a África, a América Latina, o Caribe e a Organização dos Países Islâmicos se alinharam para denunciar o relatório. Eles criticaram a tentativa de Muñoz redefinir sozinho o sistema de direitos humanos e introduzir assuntos polêmicos tais como orientação sexual, educação sobre sexualidade e identidade de gênero como conceitos universalmente aceitos.
Malauí, representando o bloco de países africanos, disse que não há “consenso universal acerca das noções de educação sexual”. A tentativa de Muñoz de criar um novo direito e reinterpretar a compreensão existente de direitos humanos “desdenhou” o código de conduta, disse Malauí. O grupo africano expressou choque com o que chamou do uso seletivo que Muñoz fez de citações de outros documentos da ONU, os quais não constituem um “reflexo fiel de fatos objetivos”.
O bloco caribenho também registrou sua “forte desaprovação a essa tentativa de Muñoz de criar um novo direito dentro do direito universalmente consagrado à educação, de longe excedendo seu mandato”. Os países caribenhos acusaram Muñoz de “satisfazer seus interesses pessoais à custa” das delegações e exigiram um relatório reescrito que seguisse as normas estabelecidas da ONU.
Embora muitos outros — inclusive Rússia, África do Sul, Marrocos, o Grupo Árabe, a Santa Sé e os Estados Unidos — também tenham denunciado a defesa de um novo direito a uma abrangente educação sexual, a Suíça, a Noruega, o Canadá e a Argentina deram seu apoio. A União Europeia expressou seu apoio “total e de todo o coração” a Muñoz e seu relatório.
A Assembleia Geral não tomou ação alguma sobre o relatório desta semana, mas a expectativa é que irá considerá-lo de novo em dezembro.
Este artigo foi publicado com a permissão de: www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102803.html
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30 de outubro de 2010

Tribunal da Finlândia multa pastor por recusar trabalhar junto com mulher pastora

Tribunal da Finlândia multa pastor por recusar trabalhar junto com mulher pastora

Hilary White
26 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Supremo Tribunal da Finlândia impôs uma multa de 320 euros contra um pastor evangélico por causa da recusa dele de trabalhar com uma mulher pastora, chamando-o de um caso de “discriminação sexual”.
Ari Norro é pastor da Associação Evangélica Luterana da Finlândia e membro da Associação Evangélica Luterana na Finlândia (AELF), uma associação dentro da Igreja Evangélica Luterana da Finlândia que não aceita a ordenação de mulheres.
Na primavera de 2007, ele estava trabalhando como pastor visitante num culto de domingo numa igreja em Hyvinkää, sul da Finlândia, onde o culto era regularmente realizado por Petra Pohjanraitio, uma mulher pastora. Pohjanraitio havia sido escalada para distribuir a Santa Ceia; porém, antes do culto, ela foi avisada por Norro de que suas convicções apostólicas o impediam de trabalhar com uma mulher pastora no altar.
A decisão do Supremo Tribunal segue outras de tribunais de primeira instância que decidiram que a igreja é obrigada a cumprir as mesmas leis de “igualdade sexual” impostas em outros ambientes de trabalho.
“Atitudes decididas por convicções religiosas não podem ser usadas para levar à quebra de direitos humanos, tais como discriminação de natureza sexual”, declarou a decisão.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102605.html
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Mulher busca identidade de pai anônimo que doou esperma

Mulher busca identidade de pai anônimo que doou esperma

Patrick B. Craine
VANCOUVER, Colúmbia Britânica, Canadá, 26 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Num caso que mostra as consequências dolorosas que enfrentam os filhos concebidos por meio de reprodução artificial, uma mulher de Colúmbia Britânica está apresentando petições aos tribunais para descobrir a identidade de seu pai, um homem anônimo que doou o próprio esperma.
“A questão real aqui é fazer com que a sociedade maior reconheça que nós temos direitos e necessidades”, disse Olivia Pratten, de 28 anos, numa entrevista ao jornal Globe and Mail. “Porque em todo o tempo em que essa prática vem ocorrendo, a criança é a última pessoa com quem todos se preocupam”.
A mulher, que trabalha como jornalista no jornal Canadian Press, começou sua batalha legal há dois anos e quer que a Lei de Adoção de Colúmbia Britânica receba uma emenda de modo que os médicos sejam obrigados a manter registros permanentes sobre doadores de esperma e óvulos, de forma que seus filhos consigam acessá-los logo que fizerem 19 anos.
Joseph Arvay, advogado de Pratten, argumentou diante do Supremo Tribunal de Colúmbia Britânica (CB) na segunda-feira que sua cliente tem o “direito fundamental” de conhecer a identidade de seu pai biológico. Ele disse que Pratten — e os milhares de outras crianças concebidas por doadores anônimos — deveriam receber os mesmos direitos que têm as crianças adotadas.
Arvay disse que o atual sistema trata Pratten como uma “cidadã de segunda categoria”, e mostra que a Colúmbia Britânica “abandonou completamente” seus princípios de igualdade, de acordo com o jornal Postmedia.
CB tentou fazer com que o processo de Pratten fosse declarado irrelevante, na base de que o médico de fertilidade de sua mãe afirmou que destruiu o arquivo dela anos atrás, mas o Supremo Tribunal de CB discordou numa decisão neste mês.
Gwen Landolt, vice-presidente nacional de REAL Women Canada, disse que isso ilustra como é importante que os filhos sejam concebidos por meio da união amorosa da mãe e do pai. “A criança tem todo direito, conforme diz a Declaração dos Direitos da Criança, de conhecer seu passado, e seus antepassados, e de onde veio”, disse ela. “A criança precisa de uma mãe e de um pai, e precisa saber o que ele ou ela é”.
Landolt comentou que é por isso que as leis de adoção foram mudadas em províncias como CB e Ontário para tornar informações sobre pais biológicos acessíveis para crianças adotadas.
“É claro, a diferença com a adoção é que temos uma situação difícil de uma criança sem ambos os pais, de modo que você tenta consertá-la colocando a criança num ambiente onde a criança terá ambos os pais”, explicou ela. “Mas aí, com novas tecnologias médicas, estamos criando uma criança numa situação impossível. Não estamos tentando fazer o melhor numa situação difícil, estamos aliás criando uma situação difícil”, continuou ela. “A criança deveria ser criada no relacionamento de um casamento entre um homem e uma mulher, pois crianças não são objetos, elas não são bens pessoais. Elas são seres humanos com dignidade e respeito”.
O julgamento, que dizem que é o primeiro de seu tipo na América do Norte, durará uma semana.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10102603
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29 de outubro de 2010

Farsantes

Farsantes

Olavo de Carvalho
Em discurso pronunciado ontem, quinta-feira, o Papa Bento XVI declarou que é estrita obrigação dos bispos combater abertamente quaisquer projetos políticos que promovam a descriminalização do aborto (v.http://www.gazetadopovo.com.br/votoconsciente/conteudo.phtml? tl=1&id=1062052&tit=Bento-XVI-defende-acao-politica-da-Igreja-contra-o-aborto).
O pronunciamento, voltado diretamente aos bispos do Nordeste, reconhecida base eleitoral de Dilma Rousseff, deixa claro quais são os verdadeiros bispos, cumpridores de suas obrigações, e quais são os falsificadores, os traidores, os vendidos.
O PT teve o cinismo de mandar prender os distribuidores de um panfleto anti-abortista da Regional Sul I da CNBB, sob a alegação de que era "falso". Pois bem, não só a Regional Sul I provou a autenticidade do documento, como agora o Papa Bento XVI confirma que seu conteúdo reflete estritamente a doutrina da Igreja, a obrigação dos bispos, o dever dos fiéis.
Os signatários da abjeta "Nota Pró-Dilma" que vem circulando pela internet (v.http://papeleletronico.wordpress.com/2010/10/15/bispos-e-
religiosos-divulgam-nota-pro-dilma-e-contra-difamacoes/) não falam em nome da Igreja. nem têm a mais mínima autoridade para fazê-lo. Não merecem obediência, nem respeito, nem tolerância. Se querem promover abortismo e comunismo, que se dispam de suas vestes eclesiais e passem a falar como cidadãos comuns, sem fingir uma autoridade que não têm. Ter opiniões, por estúpidas e desprezíveis que sejam, é direito do cidadão. Vendê-las em nome de quem não as aprova é fraude, e a fraude se torna blasfema e herética quando praticada contra a Igreja por aqueles que se dizem seus porta-vozes e representantes. Que se calem imediatamente e, se têm um pingo de vergonha na cara, que confessem em público o pecado que em público foi cometido. Que parem de usurpar a autoridade de Nosso Senhor para fazer o que Ele condena e abomina. Que parem de ludibriar o povo brasileiro, vendendo-lhe como católica, seguindo o exemplo dos heresiarcas de todos os tempos, uma política que é anticatólica no mais alto grau.
Desgraçados, patifes, farsantes, os autores e signatários da "Nota" não se contentam com encenar, diante dos olhos de toda a Igreja, uma farsa blasfema. Partem para a mentira factual, substantiva, negando como invencionice difamatória o abortismo militante de Dilma Rousseff, cuja veracidade sólida qualquer um pode comprovar com seus próprios olhos e ouvidos, da boca mesma da candidata: http://www.youtube.com/watch?v=PWquWQwyAtI.
Com igual ou maior descaramento, protestam contra o "uso político" de motivos religiosos, ao mesmo tempo que se confessam adeptos da Teologia da Libertação, a qual não é outra coisa senão a transformação total, radical e sistemática da Igreja em órgão de militância política — e de militância, aliás, em favor dos regimes mais anticristãos do universo.
Até quando teremos paciência com gente tão desprovida de credibilidade que, para se fazer acreditar por instantes, tem de roubar a identidade e a voz da instituição que odeiam, e, junto com ela, a do próprio Deus ao qual voltaram as costas?
Até quando, por um excesso mórbido de respeito humano, aceitaremos fazer de conta que esses sujeitos são homens da Igreja?
Divulgação: www.juliosevero.com
Papa exorta bispos do Brasil a denunciarem explicitamente o aborto nas próximas eleições

Mulher faz anúncio procurando “companheira de quarto cristã” e sofre processo por violação de direitos civis

Mulher faz anúncio procurando “companheira de quarto cristã” e sofre processo por violação de direitos civis

GRAND RAPIDS, Michigan, EUA, 27 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quando uma mulher solteira de 31 anos da cidade de Grand Rapids colocou, no quadro de avisos de sua igreja, um anúncio em busca de uma companheira de quarto cristã, ela não tinha ideia alguma de que seu anúncio acabaria causando uma queixa por violação de direitos civis — uma queixa que a acusou de discriminação ilegal na questão da moradia.
O Centro de Moradia Justa de West Michigan, uma organização particular, disse que a declaração que especificamente pediu uma companheira de quarto cristã “expressa preferência ilegal por uma companheira de quarto cristã, excluindo assim pessoas de outras religiões”.
O Fundo de Defesa Aliança, que é uma organização evangélica, assumiu a defesa do caso da mulher, e enviou uma carta na semana passada para a Secretaria de Direitos Civis de Michigan requerendo que o que eles chamaram de “queixa sem base” fosse imediatamente anulada, mas a secretaria ainda não deu nenhuma resposta.
“Os cristãos não deveriam viver com medo de serem punidos pelo governo por serem cristãos. É completamente absurdo tentar punir uma mulher cristã solteira por buscar, a nível particular e em sua própria igreja, uma companheira de quarto cristã — uma atividade obviamente legal e protegida pela constituição”, disse Joel Oster, principal assessor jurídico do FDA. “Não satisfeitos de apenas trancar os cristãos e suas convicções nas quatro paredes de sua igreja ou lar, algumas organizações querem também invadir essas paredes e impor mediante força suas próprias ideias neles”.
A carta do FDA explica que a mulher “não é proprietária de uma casa para alugar. Ela não possui uma empresa imobiliária. Ela não administra um prédio de apartamentos. Ela é apenas uma mulher solteira buscando uma companheira de quarto para viver em sua casa. A lei federal e a lei estadual não a proíbem de buscar uma companheira de quarto cristã… Mas se a lei for aplicada contra ela para interferir no direito de ela viver com uma companheira cristã, tal ação seria violação óbvia dos direitos de Primeira Emenda dela à liberdade de associação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102701.html
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28 de outubro de 2010

Papa exorta bispos do Brasil a denunciarem explicitamente o aborto nas próximas eleições

Papa exorta bispos do Brasil a denunciarem explicitamente o aborto nas próximas eleições

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CIDADE DO VATICANO, 28 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Papa Bento 16 está orientando os bispos católicos do Brasil a denunciarem explicitamente as ideologias que justificam o aborto, apenas dias antes de uma acalorada disputa eleitoral presidencial em que a candidata com mais chance de vencer tem sido acusada de apoiar a descriminalização do aborto.
Num discurso dado para um grupo de prelados brasileiros presentes em Roma para uma visita de programação habitual, Bento declarou que “ao defender a vida não devemos temer a oposição e a impopularidade, recusando qualquer compromisso e ambiguidade que nos conformem com a mentalidade deste mundo“.
Chamando o aborto de “ação intrinsecamente má” que é “moralmente inaceitável e incompatível com a dignidade da pessoa”, o papa acrescentou que “quando os projetos políticos contemplam, aberta ou veladamente, a descriminalização do aborto ou da eutanásia, o ideal democrático — que só é verdadeiramente tal quando reconhece e tutela a dignidade de toda a pessoa humana — é atraiçoado nas suas bases”.
“Portanto, seria totalmente falsa e ilusória qualquer defesa dos direitos humanos políticos, econômicos e sociais que não compreendesse a enérgica defesa do direito à vida desde a concepção até à morte natural”, o papa também disse.
As palavras do papa serão provavelmente interpretadas como apoio aos bispos e outros líderes religiosos do Brasil que têm se manifestado de forma clara nas semanas recentes contra o Partido dos Trabalhadores, que está no governo, e Dilma Rousseff, sua candidata presidencial que mais chance tem de vencer.
Rousseff e o Partido dos Trabalhadores têm apoiado de forma pública a descriminalização do aborto no Brasil, mas durante a eleição Rousseff recuou de sua posição do passado. Ela agora diz que é “pessoalmente contra” o aborto e até o chama de um ato de “violência” contra as mulheres. Ela assinou uma declaração pública afirmando sua oposição pessoal à descriminalização do aborto, mas vem se negando a dizer se vetará leis a favor do aborto.
A oposição enérgica e bem explícita de alguns bispos no episcopado brasileiro, tais como Luiz Gonzaga Bergonzini da diocese de Guarulhos, tem sido denunciada por outros bispos católicos, um dos quais acusou Bergonzini de violar as leis de campanha. A carta dele que incentivava as pessoas a votar contra o Partido dos Trabalhadores foi removida pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil do site da CNBB durante a campanha. As palavras do papa provavelmente fortalecerão tais prelados em seu conflito com seus colegas mais tímidos.
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Candidata pró-aborto com mais chance de vencer a presidência do Brasil luta contra crescente onda de sentimento pró-vida
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/10/candidata-pro-aborto-com-mais-chance-de.html
YouTube censura pregação pró-vida assistida por milhões de brasileiros
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/10/youtube-censura-pregacao-pro-vida.html
Governo brasileiro ameaça Igreja Católica por causa de oposição à candidata presidencial pró-aborto
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/10/governo-brasileiro-ameaca-igreja.html
Candidata presidencial do Brasil com mais chances de vencer declara-se “pessoalmente contra” o aborto
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/09/candidata-presidencial-do-brasil-com.html
Pastor brasileiro é ameaçado pelo governo por se opor às políticas pró-aborto
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/09/pastor-brasileiro-e-ameacado-pelo.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102810.html
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Crianças criadas por duplas homossexuais têm mais probabilidade de se identificarem como gays

Crianças criadas por duplas homossexuais têm mais probabilidade de se identificarem como gays

Kathleen Gilbert
MANHATTAN, Kansas, EUA, 25 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo que sairá no próximo mês revela que crianças criadas por duplas homossexuais têm probabilidade muito maior de se identificarem como homossexuais.
Walter Schumm, professor de estudos de família na Universidade Estadual de Kansas, disse para o noticiário eletrônico AOL News que ele questionava a convicção — blindada tanto na cultura popular quanto no mundo acadêmico — de que, embora influenciem muitos outros aspectos da vida de seus filhos, os pais não influenciam a orientação sexual deles.
“Apenas quero saber a verdade sobre algo”, disse ele.
No resumo do estudo, Schumm concluiu que a pesquisa conduzida pelo líder pró-família Paul Cameron em 2006, embora tenha sido amplamente reprovada pelos meios de comunicação e por profissionais, concluiu com exatidão que os homossexuais têm mais probabilidade de criar filhos que serão homossexuais.
O estudo, uma análise de pesquisas anteriores, tentou inclinar os resultados em favor da opinião popular, mas ainda assim revelou que a conclusão de Cameron é sólida.
“Apesar de numerosas tentativas de dar para os resultados uma parcialidade em favor da hipótese nula e permitir até 20 (de 63, 32%) erros de codificação, confirmou-se a hipótese de Cameron (2006) de que duplas gays e lésbicas teriam mais probabilidade de ter filhos e filhas gays, lésbicos, bissexuais ou incertos (acerca de sua orientação sexual)”, declara o estudo.
De acordo com o resumo, entre 16 e 57 por cento das crianças que vivem com duplas gays ou lésbicas adotaram, conforme se constatou, identidades homossexuais. Filhas de duplas lésbicas, conforme se revelou, eram de forma particular afetadas, com 33 a 57 por cento se identificando como lésbicas.
O estudo de Schumm será publicado na edição de novembro da Revista de Ciência Biossocial (Journal of Biosocial Science).
Notícias acerca do estudo receberam pouca atenção e interesse dos meios de comunicação, exceto em blogs de tendência esquerdista e veículos menores da imprensa que acusaram a AOL de “apresentar ciência de baixo nível antigay”.
Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Same-Sex Parenting is Harmful to Children Says REAL Women of Canada
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/apr/040428c.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Horror: Chinês descreve autoridades do governo forçando sua esposa a abortar bebê

Horror: Chinês descreve autoridades do governo forçando sua esposa a abortar bebê

Kathleen Gilbert
21 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma vítima da política coerciva da China de apenas um filho ofereceu ao mundo um cruel relato pessoal da opressiva lei de controle populacional do país, a qual as autoridades afirmaram prosseguiria depois de seu aniversário de 30 anos no mês passado.
Embora as investigações tenham apontado para inúmeros incidentes semelhantes ocorrendo diariamente sob a brutal política de apenas um filho na China, o abuso geralmente fica escondido por trás do maior segredo — dando para o relato de Luo Yanqua um raro vislumbre do mundo das táticas de controle populacional da China.
A Associated Press obteve o material depois que a rede árabe de notícias Al Jazeera divulgou uma entrevista gravada com Luo, que descreveu suas tentativas fúteis de salvar seu bebê da morte, e sua esposa de maus-tratos indescritíveis, nas mãos do governo chinês.
“Tentei tudo o que pude para salvá-la, desde o momento em que ela foi levada”, disse Luo. “Aquelas 48 horas… eu dormi só três horas. Não consegui comer nada… Minha pessoa toda, meu ser inteiro — não sei o que dizer. Apenas tentei o máximo que pude”.
Luo disse que foi para casa com toda a pressa em 10 de outubro depois que lhe disseram que sua esposa Xiao Aiying havia sido levada por “autoridades de planejamento familiar”, mas era tarde demais — ela havia sido arrastada cerca de dez minutos antes. “Não sei para onde a levaram”, disse ele. “Quando finalmente descobri o lugar, eles tinham trancado minha esposa numa sala separada”.
Luo disse que o casal estava em dúvida se eles tinham permissão de ter mais que um filho — Luo era da cidade, enquanto Xiao era do campo — e que ele tentou dissuadir as autoridades de abortar a criança.
“Eles me disseram que a política de um filho só significava que tínhamos de abortar o bebê”, disse ele. “Protestei. O bebê tinha oitos meses. Isso é um ser vivo. Não dá para se livrar de uma vida”. As autoridades deram para Luo um dia inteiro para apresentar uma solução alternativa, mas em vão.
No dia seguinte, depois que sua esposa não atendeu ao telefone, “eu sabia que algo estava errado e voltei correndo para casa, atrás dela”, disse Luo.
“Havia muitas pessoas cercando minha esposa. Eles seguravam os braços dela atrás das costas dela, mantendo a cabeça dela na parede e chutando o estômago dela. Não sei se estavam tentando fazer com que ela tivesse um aborto ali mesmo. Os braços, pernas e pescoço dela estavam todos machucados. Eu estava muito irado. Eu lhes disse, ‘Não tivemos chance nem mesmo de conversar sobre uma solução. Como é que vocês podem bater na minha esposa?’” disse ele. “Pelo resto do dia, não tive nenhuma notícia de minha esposa”.
Luo mais tarde ficou sabendo que seu filho havia sido assassinado no útero por injeção letal, deixando-lhes apenas sua filha de nove anos. “Foi somente depois da injeção letal que deixaram minha esposa telefonar para mim”, disse Luo, visivelmente confuso e atormentado. “Esse é o quarto dia, e minha filha pergunta, ‘Para onde foi mamãe e por que ela está longe?’ Minha filha vinha sentindo a barriga da minha esposa à medida que ficava cada vez maior durante os meses. E minha filha diz, ‘Vou ter um irmãozinho logo!’”
“Não sei como posso explicar para ela o que aconteceu”.
Uma autoridade disse para a Associated Press que o marido de Xiao havia aprovado o aborto, mas Luo negou a afirmação. “Liguei para a polícia, mas disseram que as questões de planejamento familiar não eram da responsabilidade deles”, Luo disse para a AP. “Quero processar, mas os advogados que solicitei aqui dizem que não podem ajudar e os meios de comunicação não querem fazer nenhuma reportagem sobre nosso caso”.
No vídeo, Luo se desesperou de ficar tentando obter justiça na China totalitária. “Quem fez isso foram autoridades governamentais. Sou apenas um homem comum. Não tenho condições de revidar essa luta”, disse ele. “O fato é que acharão um jeito de fazer uma armação contra mim. Vocês sabem como esse sistema funciona”. Ele disse que agora está preocupado com sua esposa, que ainda não foi liberada do hospital onde seu bebê foi assassinado. De acordo com a reportagem, o bebê morto foi expelido em 14 de outubro.
All Girls Allowed (Todas as meninas têm permissão), uma organização de jovens fundada por um dos líderes do movimento pela democracia na Praça Tiananmen em 1989, comentou que de acordo com as próprias estatísticas oficiais da China, pelo menos 35 mil abortos são realizados diariamente, ou cerca de um a cada 2,5 segundos.
“Exortamos todas as pessoas e líderes do mundo livre a assistirem a este vídeo e ouvir os gritos dos pais e dessa criança em gestação que foi simplesmente assassinada”, disse Chai Ling, líder de AGA. “Até quando o mundo fingirá que não está vendo essa política cruel?”
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Horror na China: Bebê abortado por médicos sobrevive, mas é enviado para ser cremado
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/06/horror-na-china-bebe-abortado-por.html
Ativista chinês de direitos humanos e liberdade religiosa recebe Prêmio Nobel da Paz
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/10/ativista-chines-de-direitos-humanos-e.html
Novas investigações de campo confirmam cumplicidade do FNUAP na política coerciva de controle populacional da China
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/novas-investigacoes-de-campo-confirmam.html
Dep. Smith confronta Clinton sobre aborto e política coerciva de apenas um filho
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/03/dep-smith-confronta-clinton-sobre.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102109.html
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27 de outubro de 2010

Vítima de Kinsey desabafa: meu pai era pago para me estuprar

Vítima de Kinsey desabafa: meu pai era pago para me estuprar

Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C., EUA, 21 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Décadas depois de sua tribulação, uma mulher está desabafando. Ela diz que seu pai era pago por Alfred Kinsey, o “pai da revolução sexual”, para estuprá-la — quando ela tinha apenas sete anos de idade — como parte dos experimentos dele na conduta sexual humana.
Usando o pseudônimo de Esther White, a mulher falou com o jornal eletrônico WorldNetDaily na esperança de que seu testemunho ajude a convencer os legisladores a parar de financiar o Instituto Kinsey em Indiana, que vem perpetuando os “experimentos” de Kinsey como a fundamental escola filosófica por trás da revolução sexual.
White diz que se tornou vítima da pesquisa de Kinsey, a qual se tornaria o alicerce da moderna sexologia, depois que seu pai e avô foram pagos por Kinsey para abusar sexualmente dela e coletar dados sobre as reações dela. WND comenta que duas das obras de Kinsey sobre a conduta sexual humana contêm tabelas que descrevem reações sexuais até em crianças de apenas dois meses, inclusive informações sobre como conseguir múltiplos “orgasmos”.
“[Meu pai] estava me dando orgasmos e cronometrando com um cronômetro. Eu não gostava daquilo; eu entrava em convulsões, mas ele não se importava. Ele dizia que todas as menininhas faziam isso com seus papais; só não conversavam sobre isso”, White disse para WND. White comentou que recebia ordens de “não dizer para minha mãe porque eu provocaria um divórcio, e esse era o meu maior medo. Isso era horroroso naquele tempo, pois ninguém se divorciava”.
“Em 1943, quando eu tinha nove anos, encontrei uma folha de papel que tinha caixinhas de preenchimento onde meu pai estava marcando coisas que ele estava fazendo comigo. Ele arrancou a folha de mim e a colocou num envelope marrom”, disse ela. “Era um formulário com caixinhas de opções abaixo no lado esquerdo da página, e uma lista de declarações que descreviam atos sexuais. Ele tinha de selecionar coisas, se ele tinha ou não feito.”
“Uma das declarações incluía as palavras ‘orgasmo cronometrado’. Eu não sabia o que significava ‘orgasmo’. Por isso, perguntei a ele e ele me disse. É por isso que ele estava usando um cronometro”. White disse que seu pai também filmava o abuso e enviava as fitas para Kinsey.
Ela disse que sua mãe deixou seu pai depois de certa vez apanhá-lo no ato, sem entregá-lo à polícia. Contudo, ele mais tarde voltou, e continuou a tentar abusar sexualmente de White, até mesmo tentando dormir com ela depois que ela já estava casada.
Em outra entrevista de WND, a Dr. Judith Reisman, a crítica mais importante das obras de Kinsey, detalhou o imenso apagão dos meios de comunicação que vem há décadas sabotando as investigações na história sórdida e ilegal do Instituto Kinsey. Reisman descreveu sua surpresa quando descobriu que ninguém se importava em investigar a “pesquisa” patentemente pedófila de Kinsey.
“Eu estava pensando: ‘Será que todos eles eram loucos?’” recordou Reisman.
O legado profissional de Kinsey, disse ela, era “que o sexo não é nada, de modo que é certo com animais, com homossexuais, adultos e crianças de qualquer idade. Apenas tente obter o ‘consentimento’.”
“Um dos parceiros sexuais de Kinsey, Wardell Pomeroy, disse que até com bebês dá para captar que é certo pelo modo como eles olham para nós. Mas, pergunto eu, como é que uma criança pode dar consentimento para essa atividade? Kinsey disse que as crianças ‘dão seu consentimento’ quando lutam para escapar daquele que as quer estuprar!” disse Reisman. “Por definição, uma criança não tem maturidade e não consegue entender as consequências da atividade sexual. Nenhuma criança está em condições de dar consentimento”.
“O governo de Obama pediu desculpas pelos experimentos sexuais de cientistas americanos em guatemaltecos realizados de 1946 a 1948. No mesmo dia desse pedido de desculpas (4 de outubro) o Instituto Kinsey anunciou ainda outro de seus estudos sexuais tendenciosos e pedófilos acerca de crianças e orgasmos. Como é que eles conseguem escapar impunemente com o que fazem?” perguntou ela.
Reisman diz que agora espera que uma investigação parlamentar acerca dos crimes de Kinsey e seu instituto, depois de muitas tentativas que não deram certo, possa ir em frente.
Em sua reportagem, WND diz que há alguma esperança de se tomar providências a nível estadual: os deputados estaduais de Indiana Cindy Noe e Woody Burton estão de novo requerendo uma parada nos financiamentos ao Instituto Kinsey, que recebe verbas vindas dos contribuintes do imposto de renda do estado por meio da Universidade de Indiana — uma solicitação que, dizem eles, depende da possibilidade de candidatos do Partido Republicano serem eleitos como maioria na assembleia legislativa.
Burton disse para WND que ele fez uma visita ao Instituto, e o chamou “apenas de um covil de pornografia”. “Eles têm salas onde levam estudantes universitários e lhes mostram pornografia e fazem coisas com eles. É simplesmente nojento; e eles ficam ali supervisionando e tentando dizer a eles que aquilo tudo é apenas ciência”, disse ele.
O legislador disse que certa vez, ao tentar obter uma ordem legislativa para ver os arquivos do Instituto, ele foi informado de que “eles têm um sistema armado para destruir seus arquivos imediatamente se alguém tentar entrar para vê-los com uma ordem judicial”. Mas líderes conservadores esperam que novas informações sobre as origens horrendas do Instituto romperão o silêncio de uma vez por todas.
“O Instituto Kinsey moldou as políticas do Conselho de Educação e Informações Sexuais (SIECUS) e da Federação de Planejamento Familiar dos EUA [a maior rede de aborto dos EUA], e sua versão de educação sexual se infiltrou agora em nossas escolas”, Micah Clark, diretor executivo da Associação da Família Americana de Indiana, disse para WND. “O outro lado usa isso como distintivo de honra. Nós vemos isso como distintivo de vergonha”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102106.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Discurso de Reagan sobre a guerra santa islâmica

Discurso de Reagan sobre a guerra santa islâmica

Ellis Washington
Quando eu estava lendo o livro “When Character was King” [Quando o caráter era o mais importante], publicado em 2001 pela antiga redatora dos discursos de Reagan, Peggy Noonan, me deparei com um discurso muito interessante que o presidente Reagan fez, em março de 1983, para a Associação Nacional de Evangélicos. Vinte e cinco anos atrás, o comunismo soviético era o flagelo contra a civilização, quando a URSS, que Reagan chamou de “o império do mal,” espalhava o comunismo pela força, destruição e morte para dezenas de estados satélites soviéticos ao redor do mundo.
Para destacar o clima político de hoje, após o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, no qual o comunismo foi posto em segundo plano por uma genocida guerra santa muçulmana revitalizada contra o Ocidente, eu gostaria de apresentar um trecho do famoso discurso de Reagan, substituindo todas as referências aos soviéticos, comunismo e marxismo por referências ao islamofascismo, jihad (guerra santa) e terrorismo muçulmano.
Durante minha primeira entrevista coletiva à imprensa como presidente, a fim de responder a uma pergunta direta, eu ressaltei que, como bons islamofascistas, os líderes muçulmanos têm declarado pública e abertamente que a única moralidade que reconhecem é aquela que fará progredir sua causa, que é a revolução jihadista mundial. Acho que devo ressaltar que eu estava apenas citando o profeta Maomé, seu líder espiritual, o qual disse no Corão sagrado — Matai os idólatras onde quer que os acheis os acheis —; que os muçulmanos repudiam toda a moralidade que procede de outras ideias religiosas... ou ideias que estão fora das concepções islâmicas. A moralidade está totalmente subordinada aos interesses da submissão absoluta ao Islã. E é moral tudo quanto seja necessário para a aniquilação das velhas tradições judaico-cristãs, para explorar a ordem social e unir os fiéis muçulmanos contra os EUA, Israel e a Cristandade.
Ao mesmo tempo, porém, deve-se fazer com que eles entendam que nós nunca faremos concessões em relação a nossos princípios e valores. Nunca entregaremos nossa liberdade. Nunca abandonaremos nossa fé em Deus. E nunca deixaremos de buscar uma paz genuína. Mas não podemos assegurar nenhuma das coisas que os EUA defendem através das assim chamadas soluções anticoloniais, propostas por alguns acerca da ocupação americana do Iraque e do Afeganistão.
A verdade é que uma retirada unilateral agora seria uma fraude perigosíssima, pois uma rendição a um Taliban e uma al-Qaida ausentes é simplesmente uma ilusão de paz. A verdade é que devemos encontrar a paz através da força.
Eu concordaria com uma retirada do Iraque e do Afeganistão se ao menos pudéssemos congelar os desejos jihadistas globais dos muçulmanos. Um congelamento nos atuais níveis de agressão muçulmana removeria todo estímulo para as nações islâmicas continuarem negociando com seriedade, na atual Cúpula da Liga Árabe, na Líbia, um fim de todos os assentamentos judaicos na Palestina e praticamente acabaria com nossas chances de alcançar uma redução na guerra do Islã contra o Ocidente, que nós propomos. Ao invés disso, as nações muçulmanas alcançariam seus objetivos através da abolição do terrorismo islâmico e promovendo a liberdade religiosa.
A fraqueza e o apaziguamento dos EUA recompensariam as nações muçulmanas por seus enormes e sem precedentes atos terroristas. Isso impediria a modernização essencial e há muito necessária das defesas dos Estados Unidos e seus aliados e deixaria nossas forças americanas servindo no Iraque e no Afeganistão crescentemente vulneráveis. E uma retirada honesta do Iraque e do Afeganistão exigiria amplas negociações prévias sobre o número de ações terroristas a serem limitadas e sobre as medidas para garantir a verificação e o cumprimento efetivos. E o tipo de uma moratória no terrorismo que tem sido sugerido seria praticamente impossível de verificar nas áreas controladas pelo Taliban e a al-Qaida. Um esforço desta envergadura nos desviaria completamente de nossas atuais negociações para alcançar reduções substanciais na jihad mundial…
Foi C.S. Lewis que, em suas inesquecíveis “Cartas de Screwtape” escreveu: “O maior mal não é cometido agora naqueles ‘covis do crime’ sórdidos que Dickens adorava pintar. Tampouco é cometido em campos de trabalho e de concentração. Neles, vemos seu resultado final. Mas ele é premeditado e organizado; levado adiante, continuado, executado e detalhado em escritórios com tapetes, aquecimento e bem iluminados, por homens tranquilos, de colarinho branco, com unhas aparadas e rostos escanhoados, que não precisam levantar a voz.” 
Bem, pelo fato de que esses homens tranquilos não erguem a voz, pelo fato de que eles às vezes falam em um tom apaziguador sobre fraternidade e paz, pelo fato de que, como outros ditadores antes deles, eles estão sempre fazendo “sua última exigência territorial,” alguns gostariam de nos fazer acreditar em sua palavra e nos acomodar a seus impulsos agressivos. Mas se a história nos ensina algo é que um apaziguamento simplório ou um otimismo fantasioso em relação a nossos adversários é tolice. Isso significa a traição a nosso passado, o desperdício de nossa liberdade. 
Então, eu os exorto a se expressarem francamente contra aqueles que gostariam de colocar os Estados Unidos em uma posição de inferioridade militar e moral. Vocês sabem, eu sempre acreditei que o velho Screwtape reserva o melhor de suas energias para aqueles entre vocês que vão à igreja. Então, em suas discussões sobre propostas antiamericanas, eu os exorto a se precaverem contra a tentação do orgulho — a tentação de displicentemente se declararem acima disto tudo e rotularem ambos os lados como igualmente errados, ignorarem os fatos da história e os impulsos agressivos de um império do mal, chamarem a guerra contra o terrorismo muçulmano de um gigantesco mal entendido e desta forma se retirarem da luta entre o certo e o errado, e o bem e o mal. 
Eu lhes peço que resistam às tentativas daqueles que gostariam que vocês nos privassem de seu apoio aos nossos esforços, os esforços deste governo, para manter os EUA fortes e livres, enquanto negociamos reduções reais e verificáveis no fanatismo muçulmano e um dia, com a ajuda de Deus, a eliminação total do terrorismo.
Embora a força militar dos EUA seja importante, deixem-me acrescentar que eu sempre sustentei que a luta pelo mundo ocorrendo agora entre o Islã e o Cristianismo nunca será decidida por bombas ou foguetes, por exércitos ou força militar. A crise real que hoje enfrentamos é espiritual; em suas raízes, é um teste de vontade moral e fé…
Quisera Deus que tivéssemos um homem como Reagan hoje para erguer os EUA de seus joelhos, resgatá-los do socialismo, extinguir o Estado assistencialista e a ladroagem legalizada, a inveja e a pobreza de espírito concomitantes. Reagan disse, “Os EUA sempre se lembrarão. Sempre teremos orgulho. Sempre estaremos preparados, para que possamos ser sempre livres... para verdadeiramente nos tornarmos aquela cidade reluzente sobre uma colina.”
Ellis Washington é ex-editor da Michigan Law Review e assessor jurídico do Rutherford Institute. Ele apresenta um programa de rádio às 10 da manhã (horário da Costa Leste), na 1620 AM de Atlanta, que pode ser ouvido no site da Radio Sandy Springs. Washington é um co-apresentador regular de um programa de rádio bastante popular, o Julgamento de Joshua, exibido aos sábados na WDTKam.com e na WAAMAnnArbor.com. Seus podcasts semanais estão disponíveis às segundas no The Conservative Beacon. Washington formou-se pela John Marshall Law School, dá palestras e escreve autonomamente sobre direito, história legal e teoria crítica racial. Ele já escreveu mais de doze artigos para revistas jurídicas e vários livros, incluindo “The Inseparability of Law and Morality: The Constitution, Natural Law and the Rule of Law” [A inseparabilidade entre Lei e Moralidade: A Constituição, a Lei Natural e o Estado de Direito] (2002).
Artigo original: WND.
Tradução do blog Dextra, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com