30 de setembro de 2010

Candidata presidencial do Brasil com mais chances de vencer declara-se “pessoalmente contra” o aborto

Candidata presidencial do Brasil com mais chances de vencer declara-se “pessoalmente contra” o aborto

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BRASÍLIA, Brasil, 29 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Numa evidente tentativa de frustrar uma campanha pró-vida em massa na internet contra seu partido, Dilma Rousseff, a candidata presidencial do Brasil que mais tem chances de ganhar, disse para os meios de comunicação da nação hoje que ela é católica e é “pessoalmente contra o aborto”.
“No meu projeto sou favorável à valorização da vida”, disse Rousseff. “E eu pessoalmente sou contra o aborto, que é uma violência contra a mulher”.
Rousseff fez as declarações depois de um encontro com vários líderes políticos e religiosos, o qual foi organizado em aparente resposta à disseminação de muitos textos e vídeos de internet criticando a ela e ao Partido dos Trabalhadores por apoiar o aborto.
“Falei para os pastores que, do ponto de vista da presidência, tem mulheres que recorrem ao aborto e elas têm que ser atendidas,” disse Rousseff, se referindo à política brasileira de dar assistência médica às mulheres que provocaram aborto em si mesmas, apesar de sua ilegalidade. “Nós respeitamos e valorizamos a vida”, acrescentou ela.
Indagada se sua posição estava em conflito com a do Partido dos Trabalhadores, que é um partido socialista pró-aborto do qual ela é membro, Rousseff esclareceu que “passamos o governo inteiro com uma posição. Agora, somos um partido democrático”.
Contudo, Rousseff também repetiu a posição pública do Partido dos Trabalhadores sobre o aborto, chamando-o de questão de “saúde pública”, um termo comumente usado pelas organizações abortistas mundiais. Ela também disse que se opõe a um plebiscito sobre o assunto, que no Brasil — que é fortemente pró-vida — levaria quase que certamente a uma rejeição ao aborto.
O ativista pró-vida Julio Severo, que tem feito forte oposição à reeleição do Partido dos Trabalhadores, disse para LifeSiteNews que as palavras de Rousseff indicam sua “falta de clareza e honestidade ideológica”.
“Ela diz que pessoalmente é contra o aborto e voltou a frisar que ‘defende que o aborto seja tratado como uma questão de saúde pública’”, acrescentou ele.
“Tal qual Dilma, [o presidente brasileiro] Lula também se declarava católico, dizia que pessoalmente era contra o aborto e defendia que o aborto fosse tratado como questão de saúde pública”, disse Severo. “Em 2002, o candidato Lula também havia feito o compromisso de não deixar seu futuro governo promover o aborto e o homossexualismo. Mas depois de eleito, seu governo promoveu tanto o aborto, a nível nacional e internacional, que tememos que, na melhor das hipóteses, Lula tenha sofrido algum ataque de amnésia”.
Dilma Rousseff é amplamente vista como a sucessora escolhida do presidente Luiz Lula da Silva, que, apesar de sua posição pró-aborto, está deixando o cargo com um índice de aprovação de 80%.
O aborto é ilegal no Brasil e é punido com penalidades criminais em todos os casos, exceto estupro. As pesquisas de opinião pública indicam que mais de dois terços dos brasileiros se opõem a uma descriminalização maior do aborto.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Pastor brasileiro é ameaçado pelo governo por se opor às políticas pró-aborto
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/09/pastor-brasileiro-e-ameacado-pelo.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/sep/10093001.html
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Top model brasileira diz que agência americana a pressionou a abortar

Top model brasileira diz que agência americana a pressionou a abortar

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BRASIL, 28 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A top model brasileira Isabeli Fontana revelou em recente entrevista que foi pressionada por uma agência de modelos dos EUA a acabar com a vida de seu bebê em gestação quando ficou grávida pela primeira vez.
Fontana disse para a revista Istoé que depois de trabalhar como modelo em sua adolescência ela decidiu deixar o lar de sua mãe com a idade de 18 e viver com seu namorado. Contudo, quando ficou grávida de seu primeiro filho com a idade de 19, seus agentes em Nova Iorque a incentivaram a abortar a fim de salvar sua carreira.
Observando que “adolescente é inconsequente”, Fontana disse que “eu não pensava em nada. Desde os 15 anos, sonhava ter um filho e uma família o mais rápido possível. Minha mãe dizia que eu dava murro em ponta de faca. Os meus agentes falavam: ‘Não tenha esse filho. Você é muito nova. Vai
acabar com a sua carreira’”.
“Os seus agentes queriam que você abortasse?” perguntou Istoé.
“Nos Estados Unidos, é legalizado”, respondeu Fontana, “e os meus agentes de lá me incentivaram a abortar. Eu dizia: ‘Vocês estão loucos, a coisa que eu mais quero é esse filho. Já o amo.’”
Zion, o filho de Fontana, tem hoje 8 anos de idade. Apesar dos avisos de seus agentes, e do nascimento de um segundo filho, Fontana continuou uma bem-sucedida carreira de modelo, aparecendo frequentemente nas capas de grandes revistas de moda dos EUA e do mundo inteiro e estrelando em múltiplas campanhas publicitárias.
Veja a entrevista original:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10092809
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Ann Coulter é removida de evento por aparecer em evento homossexual

Ann Coulter é removida de evento por aparecer em evento homossexual

James Tillman
19 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Ann Coulter foi removida como palestrante na “Conferência Nacional Retomando os EUA” de WorldNetDaily depois que foi anunciado que ela daria uma palestra na “HomoCon”, uma festa realizada pelo GOProud, uma organização que se proclama a si mesma como “gay e conservadora”.
Coulter, que é famosa por sua língua desenfreada, responde num e-mail ao jornal Daily Caller dizendo que Joseph Farah, editor do WorldNetDaily, a estava removendo com a “exclusiva intenção de ganhar publicidade”.
“Ataque Ann Coulter e receba publicidade”, o e-mail declarou. “Os esquerdistas compreenderam isso há muito tempo. Por isso, ele chegou um pouco tarde para se juntar a essa turma”.
No começo deste mês, GOProud anunciou que Coulter estava dando o discurso mais importante na “HomoCon”, chocando tanto os defensores dos valores da família quanto os defensores dos “direitos gays”, que no passado atacavam Coulter por sua suposta linguagem homofóbica.
O evento do GOProud estará ocorrendo no sábado, 25 de setembro, na Cidade de Nova Iorque. GOProud apoia a revogação da política “Não Pergunte, Não Diga” que proíbe os homossexuais nas forças armadas de se assumirem, deseja mudar as leis tributárias para “dar igualdade aos gays e lésbicas” e se opõe a qualquer emenda constitucional que proteja o casamento tradicional.
“Em análise final, como questão de princípio”, disse Farah, editor do WND, “não faria sentido para nós termos Ann dando uma palestra numa conferência sobre ‘retomar os EUA’ quando ela claramente não reconhece que os ideais a serem apoiados ali simplesmente não incluem a agenda radical e bastante ‘não conservadora’ que o GOProud representa”.
Ele continuou: “O GOProud é sobre como o movimento conservador vem sofrendo infiltração e divisões de dentro com ideias torcidas e perigosas distantes das ideias e atitudes normais da opinião pública americana. Temo que Ann Coulter esteja sancionando essa iniciativa por dinheiro”.
O GOProud no passado provocou conflito dentro das fileiras conservadoras ao aparecer na Conferência de Ação Política Conservadora (CAPC).
Numa comunicação de e-mail entre Coulter e Farah publicada no WND, Farah disse para Coulter que ela estava legitimando uma organização que luta pela “ideia de que a sodomia é apenas um estilo de vida alternativo”.
Coulter respondeu declarando que dar uma palestra para uma organização não equivale a apoiar essa organização, e que ela havia dado palestras na Universidade de Harvard, para grupos do Partido Democrático e para grupos republicanos liberais antes.
Coulter também disse para o Daily Caller que os “amigos evangélicos” que ela conhece todos acham que é “muito legal que ela esteja fazendo isso”, e disse que ela não “estava mudando de ideia sobre o casamento gay embora goste de gays”.
Apesar da declaração de Coulter de que ela não apoia a agenda do GOProud, alguns têm tentado interpretar a participação dela como uma medida positiva coerente com as tendências cada vez mais esquerdistas sobre casamento gay dentro do Partido Republicano.
“O conservadorismo e os direitos gays são realmente aliados naturais”, disse Matt Lewis, colunista do S.E. Cupp. “O conservadorismo de modo acertado busca manter o governo fora de nossas vidas privadas, e quando se remove as políticas da cultura popular, é essa declaração de privacidade e liberdade que o movimento de direitos gays está essencialmente fazendo”.
Recentemente Rush Limbaugh e Glen Beck também se inclinaram na direção da agenda gay.
Além disso, o senador John Cornyn e o parlamentar Pete Sessions, presidente da Comissão Senatorial Republicana Nacional e da Comissão Parlamentar Republicana Nacional respectivamente, estão participando de um evento de arrecadação de fundos em 22 de setembro para os Republicanos da Cabine de Madeira, outra organização assumidamente homossexual.
De acordo com Farah, é contra exatamente esse problema que a Conferência Retomando os EUA tem a intenção de lutar.
“A deslocação do movimento conservador para um tipo de libertarianismo materialista é um dos principais motivos por que planejamos essa conferência desde o início”, disse ele.
O site da conferência proclama que o único modo de se restabelecer a liberdade é “quebrando as amarras estatais e a noção de que o relativismo moral tem as respostas para regular as paixões e conduta das pessoas”. A Dep. Michele Bachman, Alan Keyes, Tom Tancredo, Jerome Corsi e muitos outros palestrantes estarão participando.
No entanto, Farah disse que Coulter permaneceria como colunista semanal do site WND. Ele tentou explicar o padrão diferente declarando que o site é um lugar para as pessoas “ouvirem todos os pontos de vista debatidos de forma aberta e honesta”.
Ele continuou: “Entretanto, essa conferência é um evento sério que tem como objetivo fornecer alguma liderança real para aqueles que têm seriedade acerca de mudar a direção deste país. Não há simplesmente espaço para indivíduos que fazem concessões ou para pessoas que aceitam dinheiro de gente determinada a destruir a estrutura moral que se requer para a autonomia e a liberdade”.
Veja matérias relacionadas em LifeSiteNews.com:
Coulter to Keynote for Homosexualist GOProud
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/aug/10081110.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10081915
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29 de setembro de 2010

Aflito por causa da ameaça dos maus nas eleições?

Aflito por causa da ameaça dos maus nas eleições?

Julio Severo
Senti hoje Deus falando poderosamente através do Salmo 37 e gostaria de compartilhar o que recebi:
“Não se irrite por causa dos que vencem na vida, nem tenha inveja dos que conseguem realizar os seus planos de maldade (leis anti-“homofobia” de perseguição aos cristãos e leis de aborto para matar bebês inocentes). Tenha paciência, pois o SENHOR Deus cuidará disso. Não fique com raiva, não fique furioso. Não se aborreça, pois isso será pior para você. Aqueles que confiam em Deus, o SENHOR, viverão em segurança na Terra Prometida, porém os maus (Obama, Lula, Dilma, o PT, o PV, os marxistas, etc.) serão destruídos. Dentro de pouco tempo, os maus (Obama, Lula, Dilma, o PT, o PV, os marxistas) desaparecerão; você poderá procurá-los, porém não os encontrará. Mas os humildes viverão em segurança na Terra Prometida e terão alegria, prosperidade e paz. Os maus (Obama, Lula, Dilma, o PT, o PV, os marxistas, etc.) fazem planos (leis anti-“homofobia” de perseguição aos cristãos e leis de aborto para matar bebês inocentes) contra os bons e olham com ódio para eles. O Senhor ri dos maus (Obama, Lula, Dilma, o PT, o PV, os marxistas, etc) porque sabe que o dia deles está chegando.” (Salmos 37:7-13 NTLH)
Leia o Salmo 37 inteiro.
Muitos, em seu desespero de derrotar Dilma e sua ideologia maligna, estão dispostos a votar em qualquer candidato, não pelos méritos dos candidatos e até apesar de suas controvérsias, mas unicamente para tirar o PT do governo.
Mais do que tirar o PT do poder, o Brasil precisa ser curado do horrendo câncer marxista que o está corroendo. O PT é apenas um dos frutos desse câncer.
Deus vai destruir esse câncer. Leia o Salmo 37 e confie.

Shenouda III, papa copta do Egito, multado por postura contra divórcio

Shenouda III, papa copta do Egito, multado por postura contra divórcio

Thaddeus M. Baklinski
CAIRO, Egito, 27 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Supremo Tribunal Administrativo do Egito anunciou uma decisão que exige que o Papa Shenouda III, da Igreja Copta Ortodoxa, pague prejuízos de aproximadamente 19.500 libras egípcias para o membro da igreja Magdi William que processou a Igreja Copta por não querer dar um certificado de recasamento depois que ele se divorciou de sua esposa.
Em maio, o Supremo Tribunal Administrativo decidiu em favor de outra litigante que estava buscando recasamento, Hani Wasfi Naguib, declarando que sob a lei egípcia a Igreja Copta Ortodoxa tem de permitir que seus membros se divorciem e se recasem.
Contudo, depois que a Igreja Copta recorreu dessa decisão, o Supremo Tribunal Constitucional derrubou a decisão do Supremo Tribunal Administrativo, declarando que os assuntos matrimoniais estão sob a jurisdição exclusiva da igreja porque o casamento civil sem uma cerimônia religiosa não é reconhecido no Egito.
A Igreja Copta Ortodoxa proíbe o divórcio e o recasamento exceto em casos de comprovado adultério ou conversão religiosa de um cônjuge.
No caso presente, o Papa Shenouda perdeu seu recurso de derrubar o veredicto do tribunal em favor de William, apesar da decisão do Tribunal Constitucional.
De acordo com o serviço noticioso Al-Masry Al-Youm, o papa copta não quis pagar a multa, e em vez disso disse que removeria do sacerdócio qualquer padre que permita que um cristão divorciado recase, exceto sob as condições permitidas.
Veja a cobertura de LSN:
Tribunal egípcio ordena que Igreja Ortodoxa Copta permita divórcio e recasamento
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/06/tribunal-egipcio-ordena-que-igreja.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/sep/10092704.html
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O ateísmo da pseudociência de Stephen Hawking

O ateísmo da pseudociência de Stephen Hawking

Matthew Cullinan Hoffman
CIDADE DO MÉXICO, México, 6 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Stephen Hawking, professor de física mundialmente famoso, está provocando polêmicas e manchetes ao afirmar em seu livro recente “The Grand Design” (O Plano Magistral) que Deus não é necessário para explicar a existência do universo porque, nas palavras dele, “conforme indicam recentes avanços na cosmologia, as leis da gravidade e a teoria quântica permitem que o universo apareça espontaneamente do nada”.
“A criação espontânea é a razão de que há algo, em vez de nada, a razão de o universo existir, a razão por que existimos”, acrescenta ele. “Não é necessário invocar Deus para acender o detonador e colocar o universo em movimento”.
Embora o livro não esteja ainda disponível ao público e somente poucos parágrafos tenham sido citados nos meios de comunicação comerciais, parece que Hawking está fazendo o mesmo jogo que ele fez em sua obra celebrada, “A Brief History of Time” (Uma Breve História do Tempo), que estabeleceu sua fama na década de 1980 e vendeu milhões de exemplares no mundo inteiro. Ele pega teorias que ele confessa não foram comprovadas de modo conclusivo, então usa truques e ilusões verbais para começar a tratá-las sutilmente como fatos. Pior ainda, porém, é seu método de torcer ridículas conclusões filosóficas a partir de tais teorias, insinuando que elas são simplesmente resultado da ciência.
Hawking faz confusão na teoria da “flutuação do vácuo” ao insinuar que a matéria pode de forma simples e espontânea aparecer, criada do “nada”. Uma flutuação do vácuo é um evento em que as forças da natureza se manifestam brevemente como “partículas virtuais”, de modo que não dá para observá-las brevemente de forma direta, e então desaparecem. Tais entidades teóricas parecem ter um bom apoio da evidência experimental. Contudo, a física não abandonou o princípio da conservação da massa e energia, e o “nada” do qual tais partículas recebem sua massa é de fato algo bem real, conhecido como “energia do vácuo”, que permeia todo o espaço.
Os “cosmólogos do quantum”, tais como Hawking, estão fazendo uma pequena indústria de especular que eventos como as flutuações do vácuo poderiam resultar na criação de mundos inteiramente novos, embora não tenham nenhuma prova experimental direta de tais eventos ocorrendo. Isso está de acordo com a obsessão geral de Hawking com conceitos altamente teóricos que têm poucos dados reais e concretos para apoiá-los. Ele tem, por exemplo, gasto muitos anos teorizando sobre as propriedades dos buracos negros, entidades cuja própria existência permanece sem provas. É por isso que, apesar de sua grande fama e capacidade inquestionada, ele nunca recebeu o Prêmio Nobel de Física.
Em seu mais recente lance de obter publicidade, Hawking parece estar empregando sua costumeira loquacidade recheada de tapeações para insinuar o aparecimento “espontâneo” do mundo físico, onde o próprio Nada é o criador. A teoria dele frisa flutuações do vácuo, mas aparentemente fugiu da memória dele que a lei da conservação da energia permanece um princípio estabelecido da física. Ele define o “nada” de uma maneira bastante peculiar — aparentemente a energia do vácuo é o “nada”. Além disso, Hawking cita dois “nadas” em particular para justificar sua teoria de algo-do-nada, os quais são as leis da gravidade e mecânica quântica (as leis que governam as partículas microfísicas). Ele diz que essas leis possibilitam tais eventos. Será que a gravidade e as leis físicas do quantum são o “nada”?
As atuais declarações de Hawking são semelhantes àquelas que ele fez em sua “Brief History of Time” (Uma Breve História do Tempo), onde ele tentou insinuar que o universo veio do nada porque as pesquisas sugerem que as energias positivas e negativas do universo contrapesam umas às outras. A gravidade, que é uma força de atração, é compreendida como “energia negativa”, e o movimento expansivo do universo é visto como “energia positiva”.
É claro que se você somar um número negativo e um número positivo cujos valores absolutos sejam iguais, você obtém zero, mas e daí? Será que deveremos concluir que pelo fato de que essas duas variáveis totalizam nada, que tiveram sua origem no nada, ou talvez que nem mesmo existam porque se cancelam reciprocamente? Nesse caso, como é que alguém poderia colocá-los como termos na equação em primeiro lugar? Hawking nunca se importa em responder a questões básicas como essa, ao que tudo indica esperando que sua audiência ingênua e solidária não as pergunte.

Ciência seletiva?

Enquanto faz uso seletivo de teorias novas e não comprovadas para defender seus argumentos, Hawking convenientemente se esquece de mencionar que a interpretação mais comumente aceita da física quântica tem uma tendência de drasticamente minar a posição dele. Essa interpretação é conhecida como a Interpretação de Copenhagen (IC), popularizada por Niels Bohr, físico ganhador de Prêmio Nobel. A IC pressupõe que as partículas realmente não existem até que sejam observadas — elas só existem de um modo potencial, como probabilidades. Aliás, se adotarmos a postura ultra-empírica que Hawking está adotando, em que percepção e realidade são ingenuamente igualadas, essa é a conclusão mais lógica que podemos tirar da moderna física quântica, que usa probabilidades para lidar com opções espinhosas entre precisão de nosso conhecimento sobre a locação e momentum das partículas.
Contudo, se for verdade que as partículas não existem até serem observadas, então os próprios seres humanos não existiriam. Portanto, o universo inteiro só existiria se um observador não físico de fora do universo estivesse fazendo com que ele existisse. Esse é um dos motivos por que alguns físicos que inicialmente adotaram a IC por se encaixar em sua cosmovisão empírica recuaram dela. Eles não gostam das conclusões para as quais ela tende a levá-los. O observador não físico de fora do universo, fazendo com que o universo existisse por meio da observação, parece-se muito com Deus.
O que não é de causar surpresa é que Hawking rejeitou a IC em favor de outra interpretação menos popular chamada a interpretação de “muitos mundos”. De acordo com a própria resenha de Hawking acerca do livro, ele aplica essa interpretação de física quântica como se fosse algo que flui da própria ciência, em vez de ser uma suposição que não possui comprovação (e que atualmente não dá para se provar) rejeitada por grande parte dos físicos. Ele então usa essa teoria irreal, que afirma que todo evento quântico gera novos universos alternativos onde se realizam todas as possibilidades, para rejeitar o forte princípio antrópico, que argumenta que a sintonização e ajustes precisos do universo indicam a existência de um Criador. Hawking argumenta que com tantos mundos paralelos, um deles está sujeito a ser favorável à vida, de modo que não se fazem necessárias maiores explicações.

Ciência natural versus filosofia e religião

Entretanto, os erros no pensamento de Hawking vão muito mais fundo do que as incoerências e especulações em seu uso da física moderna. Eles implicam interpretação incorreta fundamental acerca das diferenças entre as ciências naturais e as ciências da filosofia e teologia. Embora as ciências naturais possam dar respostas para perguntas sobre a natureza precisa de objetos físicos e sua conduta, elas não podem responder a perguntas sobre as origens do próprio mundo físico, que é uma área tratada pela teologia, religião e filosofia metafísica.
A verdade é que Hawking publicamente caracteriza seu novo livro como um desafio para a própria filosofia, afirmando que a física moderna é capaz de responder a todas as questões tratadas pelas ciências filosóficas, tornando essas ciências obsoletas.
O absurdo e arrogância de tal afirmação são imediatamente óbvios quando se considera que a física e outras ciências físicas não têm a realidade não física como sua matéria de estudo. A física estuda as coisas físicas. Ela não estuda conceitos puramente abstratos de acordo com sua natureza, como as ciências formais da lógica, matemática e geometria — que são ironicamente ciências de que a física depende. Portanto, a física não pode nos dizer sobre a origem de todas as coisas físicas, o que levaria a uma esfera extrafísica fora de sua própria esfera de competência.
A incrível ingenuidade e ignorância de Hawking acerca da natureza da filosofia e sua relação com as ciências naturais ficam evidentes quando se lê sua obra “A Brief History of Time” (Uma Breve História do Tempo), que comete disparates vergonhosos sobre Aristóteles, chegando a afirmar que ele negou a validade dos sentidos (ele é famoso por afirmar o contrário). No entanto, a ignorância aparentemente total de Hawking sobre filosofia também o leva a erros surpreendentes em raciocínio, os quais inspirariam pena no leitor se não fosse pelo fato de que ele nunca será obrigado a prestar contas por tais erros.
Hawking e seus simpatizantes querem atribuir o início do universo às leis físicas, enquanto ignoram a questão de sua fonte. Uma lei é um conceito, um princípio, não é uma coisa física. Como é que tais leis existem sem um legislador? Como é que existem conceitos sem uma mente para concebê-los? Nesse caso, onde e como eles existem? Será que estão flutuando por aí no éter dos mitos e fábulas?
Mais problemática é a própria existência de coisas que não existem por sua natureza. Não há nada necessário sobre as leis da física conforme as achamos, nem os objetos físicos de nosso universo e suas propriedades. Podemos conceber de um número infinito de universos possíveis, cada um com seu próprio conjunto de leis, objetos e condições internas. Então, por que é que esse universo existe e não outros? Se outros existem, porque existem em vez de não existirem? Isso é conhecido na filosofia como problema da casualidade, e esse é um problema para o qual a física não consegue nem dar respostas iniciais. As coisas finitas de nosso mundo não existem por alguma necessidade interna. Portanto, elas devem depender de outra coisa para sua existência, e no final das contas todas as coisas devem depender de um ser que existe por sua própria natureza, que existe por si mesmo. Os cristãos, os judeus, os muçulmanos e outros chamam esse ser de Deus.
Outros problemas filosóficos surgem com a crença de Hawking em eventos “espontâneos”, sem causa. Embora o princípio de incerteza de Heisenberg, o qual é um elemento fundamental da física quântica, requeira que os cientistas usem teorias de probabilidade e “casualidade” quando criam modelos matemáticos do mundo físico, isso não se converte automaticamente na conclusão de que o mundo é em realidade metafisicamente acidental, sem propósito.
A casualidade é um conceito sem sentido se não tiver uma função de probabilidade pré-existente para defini-la, junto com regras e objetos aos quais se aplica. Além disso, a própria casualidade é só um jeito de se lidar com a falta de conhecimento completo sobre um conjunto de circunstâncias, muito parecido com quando lidamos com um jogo de baralho que foi embaralhado. A ideia de que o mundo poderia ser produto de alguma “casualidade” no princípio e não tem causa fundamental é absurda à primeira vista, e agride violentamente a natureza da própria ciência, que é o estudo das causas e princípios. Se a existência do universo pode ser “casual” e sem causa, então qualquer evento que ocorre dentro dele também pode ser “casual” e sem causa, o que eliminaria completamente a ciência, e a capacidade de entender de forma racional o mundo em que vivemos.
O pensamento de Hawking representa o sintoma típico da arrogância acadêmica que muitas vezes predomina no mundo acadêmico, principalmente entre físicos e outros profissionais das ciências naturais, que se esquecem de que suas respectivas áreas são, afinal, limitadas. As ciências naturais de forma particular parecem atrair grande número de pessoas que se convencem de que só existe a realidade física, apesar do imenso edifício de argumentos que foram levantados contra tal cosmovisão durante mais de 2.300 anos pela filosofia e pela teologia. Eles estão muitas vezes trabalhando sob os tipos mais primitivos de erros filosóficos, principalmente o empirismo, uma doutrina há muito refutada que sobrevive apenas na mente ingênua de cientistas que, se não fosse por esses erros, seriam brilhantes, cuja visão míope do mundo os leva a grandes realizações em seus próprios campos, e ao mesmo tempo os leva ao fracasso total quando tentam responder às grandes perguntas da vida.
Jane Hawking, ex-esposa de Stephen Hawking a quem ele deixou para se casar com sua enfermeira mais jovem, provavelmente explicou melhor quando disse acerca de seu marido: “Stephen tem o sentimento de que pelo fato de que tudo se reduz a uma fórmula racional e matemática, que deve ser a verdade. Ele está investigando profundamente esferas que realmente importam para as pessoas que pensam e que, de um modo, podem ter um efeito muito preocupante sobre as pessoas — e ele não tem competência para isso”.
Infelizmente, esse físico brilhante e filósofo incompetente provavelmente terá um efeito muito preocupante em nossa sociedade já confusa, a menos que outros físicos mais responsáveis levantem a voz. Vamos esperar que o façam.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10090704
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28 de setembro de 2010

Carta aberta de Julio Severo: prudência eleitoral

Carta aberta de Julio Severo: prudência eleitoral

Julio Severo
Quinze anos atrás, Marta Suplicy (conhecida na minha cidade de São Paulo como Martaxa Suplício e rainha do movimento homossexual) introduziu, como deputada federal, um projeto de lei para legitimar a união civil homossexual. A proposta, segundo ela, não era legalizar o chamado “casamento” gay, mas apenas tratar de questões como herança, previdência, etc.
Suplicy sabia que seu projeto fatalmente levaria ao “casamento” gay. Mas a bancada evangélica não estava cega à astúcia dela. Até hoje o projeto dela está emperrado, graças ao contínuo esforço da bancada evangélica..
No entanto, os tempos mudaram. O mesmo discurso de defesa de união civil homossexual já não causa repulsa, principalmente quando vem da boca de Marina Silva, que alega ser contra o “casamento” gay. O que Suplicy fazia e alegava há 15 anos, agora Marina repete. O que o público evangélico não aceitou de Suplicy aceita agora de Marina.
Apesar do forte e esotérico apoio de Caio Fábio, Leonardo Boff e Valnice Milhomens, o messianismo político de Marina tende mais para o radicalismo e fanatismo do PT e do PV do que para esferas espirituais. E tende também para discursos ambíguos. Mesmo assim, congregações evangélicas humildes em todo o Brasil estão sendo doutrinadas a votar na “missionária” Marina.
Em sua recente carta aberta, Silas Malafaia também falou de modo muito acertado sobre as incoerências das posturas de Marina. Alio-me a ele nesses questionamentos e o congratulo pela clareza diante das incoerências de Marina. Mas distancio-me da opinião dele quando diz que votará em Serra. A carta dele está aqui: http://www.vitoriaemcristo.org.br/_gutenweb/_site/pdf/carta_mudanca_voto.pdf
Não voto em Serra nem no PSDB por motivo de consciência. Sob o PSDB, foi implantada em São Paulo em 2001 a pior lei anti-“homofobia” do Brasil, e recentemente sob o mesmo PSDB, sob Alberto Goldman (vice de Serra e antigo comunista), São Paulo fortaleceu sua obsessão pró-sodomia. Veja aqui: http://www.abglt.org.br/docs/PlanoLGBT-SP.pdf
Sobre Dilma Rousseff nem é preciso comentar. Ela dará continuidade a um governo pró-sodomia, pró-aborto, anti-Israel, pró-Fidel Castro, pró-Hugo Chavez, etc. Será um governo essencialmente pró-satanás, comprometido com todo tipo de iniquidade.
Para entender os desafios desta eleição, por favor assista a estes dois vídeos:
Para entender o atual processo eleitoral, recomendo ler estes dois artigos:

Vinacc lança carta aberta sobre Eleições

O voto consciente e o exercício da cidadania

O que recomendo então?
Para presidente, não vejo ninguém em quem votar. De uma forma ou de outra, Serra, Marina e Dilma têm compromissos preocupantes com a iniquidade institucionalizada. Pelo menos no meu caso, eu faço assim nas eleições: Digo para Deus que não há em quem votar e voto 7777... Voto em quantos setes for possível. Sete é o número de Deus, é o número da perfeição.

Prefiro fazer isso a deliberadamente colocar um ímpio para me representar.
Mas para outros cargos, há umas poucas opções disponíveis.
Para ajudar você a escolher bem, faço as seguintes recomendações:
1ª opção: Sugestão de candidatos que podem merecer nosso voto: http://brasilsemaborto.com.br/index.php?action=campanha&cache=0.4742984801022597
2ª opção: Em quem não votar: http://blogdehoje.wordpress.com/2010/09/16/em-quem-nao-votar-lista-de-politicos-gayzistas-lista-completa/

Na primeira opção, recomendo avaliar bem, pois o site Brasil Sem Aborto não inclui a posição de candidatos em questões importantíssimas como “casamento” gay e adoção homossexual. Portanto, é preciso conferir se os candidatos escolhidos por eles defendem realmente a família. Na segunda opção, recomendo rejeitar todos os candidatos.
Que Deus use cada um de nós nestas eleições,
Julio Severo

Mais americanos perdem fé de que Obama seja cristão

Mais americanos perdem fé de que Obama seja cristão

Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C., EUA, 19 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar das garantias da Casa Branca e da insistência pessoal de Barack Obama de que ele é cristão praticante, de acordo com uma recente pesquisa de opinião pública mais americanos estão ficando céticos de que o presidente dos EUA realmente pratica a fé que ele afirma.
Uma pesquisa de opinião pública do Centro de Pesquisas Pew revelou que aproximadamente de cada cinco americanos, um (18 por cento) crê que Obama é muçulmano, e só um em três (34 por cento) crê na afirmação do presidente de que ele seja cristão — um número que chegou ao ponto máximo exatamente em meados de outubro de 2008. Quarenta e três por cento estavam incertos. Até mesmo entre os filiados ao Partido Democrático, o número de pessoas que creem que Obama seja cristão caiu 9 pontos desde o ano passado.
A pesquisa de Pew foi conduzida antes de o presidente Obama dar seu apoio polêmico a um centro islâmico e mesquita que líderes religiosos têm a intenção de construir perto do Marco Zero, o local dos ataques terroristas islâmicos que destruíram o World Trade Center de Nova Iorque em 11 de setembro de 2001. Obama anunciou seu apoio durante um jantar na Casa Branca celebrando o começo do jejum islâmico do ramadã.
Outra pesquisa de opinião pública da revista Time revelou que 47 por cento creem que Obama é cristão, e quase um em quatro (24 por cento) crê que ele é muçulmano. Vinte e quatro por cento não quiseram responder ou estavam incertos, e 5% disseram que ele não é nem cristão nem muçulmano.
Barack Obama, cujo pai e padrasto eram muçulmanos, frequentou escolas muçulmanas e cristãs na Indonésia antes que ele tivesse afirmado que se converteu ao Cristianismo como adulto.
Joshua DuBois, conselheiro da Casa Branca, disse para o jornal Washington Post que Obama é “diligente e tem compromisso pessoal para com sua própria fé cristã”, e culpou as “campanhas de desinformação” por espalharem a noção contrária. “Certamente há pessoas que têm a intenção de espalhar falsidades acerca do presidente e seus valores e convicções”, disse ele, afirmando que a fé de Obama desempenha uma “parte importante” em sua vida diária.
Embora a reportagem do Washington Post tivesse certeza de que os americanos estão “errados” em seu ceticismo com relação à fé do presidente — estimulados pelos “boatos e falsidades espalhados pela internet” —, tem havido muito pouco para apoiar a afirmação de Obama de que ele segue a fé cristã, além das garantias pessoais e retórica de discurso dele.
Conforme Tim Graham do site www.NewsBusters.org comenta: “O número de cultos de domingo aos quais Obama compareceu desde sua posse não é mais que cinco”. Desde a eleição de 2008, a família Obama não está nem mesmo indo à igreja para celebrar o Natal.
A imagem da campanha de Obama como cristão devoto ajudou a influenciar importantes líderes cristãos a apoiar o candidato, dando credibilidade de que o presidente praticaria os valores conservadores que ele parecia pregar. Contudo, as políticas do presidente estão demonstrando ser bem o oposto, à medida que Obama vem sistematicamente promovendo uma radical agenda legislativa pró-aborto e antifamília.
A legislação federal de saúde, pela qual a Casa Branca colaborou intimamente com a Federação de Planejamento Familiar [notória organização pró-aborto nos EUA] para garantir mais financiamento de impostos públicos para o aborto, está classificada entre as maiores realizações pró-aborto do governo de Obama. Obama vem também lutando para que mais impostos públicos sejam usados para financiar o aborto em outros países mediante vários canais, e ele é um forte defensor das pesquisas com células-tronco embrionárias.
Além disso, um constante tema do governo dele tem sido fazer concessões aos grupos homossexuais de pressão política, repudiando a Lei Federal de Defesa do Casamento, a proibição de homossexuais assumidos nas forças armadas e a proibição de adoções homossexuais, enquanto ao mesmo tempo ele luta para aprovar leis homossexuais de não discriminação no emprego bem como leis homossexuais contra “crimes de ódio”. Embora não tenha desejado celebrar publicamente o Dia Nacional de Oração na Casa Branca, Obama regularmente realiza festas em homenagem aos líderes homossexuais que se tornaram famosos por lutar pelos “direitos gays”, inclusive o Mês do Orgulho Gay e Lésbico e os Tumultos de Stonewall.
Apesar de que no passado ele era classificado como moderado no espectro político, o presidente Obama se gabou para jornalistas na noite de segunda-feira de que seu governo está avançando “a agenda legislativa mais progressista… não só numa geração, mas também duas, talvez três”.
Embora a pesquisa de opinião pública da revista Time tenha revelado um número praticamente igual de americanos divididos classificando o desempenho de Obama como presidente, a Pesquisa de Acompanhamento Diário da Opinião Pública sobre o Presidente dos Relatórios Rasmussen revelou que, entre os eleitores americanos durante vários meses, o número de pessoas que desaprovam o presidente é o dobro dos que o aprovam. Atualmente, de acordo com Rasmussen, 26 por cento dos eleitores aprovam fortemente o desempenho de Obama como presidente, enquanto 44 desaprovam.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10081906
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

27 de setembro de 2010

Divórcio sem determinação de culpabilidade ameaça mais o casamento do que o “casamento” homossexual

Divórcio sem determinação de culpabilidade ameaça mais o casamento do que o “casamento” homossexual

James Tillman
21 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — De acordo com o Dr. Stephen Baskerville, professor de ciência política na Faculdade Patrick Henry e autor do livro “Taken Into Custody: The War Against Fathers, Marriage, and the Family” (Encarcerados: a Guerra contra os Pais, o Casamento e a Família), o governo “está se ocupando de uma agressão direta à família” que está provocando a desintegração da família — que por sua vez permite que o governo invada mais ainda áreas da sociedade civil sob a desculpa de resolver os problemas que a desintegração da família cria.
“Eu chegaria ao ponto de dizer que a desintegração da família é a principal força que está impulsionando a expansão e gastos do governo: crime, abuso de drogas, fracasso educacional, manutenção policial da ordem pública”, o Dr. Baskerville disse para LifeSiteNews.com (LSN). “Todos esses custos devem-se aos lares de mães solteiras mais do que qualquer outro único fator”.
(Para ler a entrevista completa, inclusive muitas coisas não contidas neste resumo, clique aqui.)
O Dr. Baskerville afirmou que o governo promove a desintegração da família por meio de “uma incrível variedade de leis destrutivas” ligadas ao divórcio.
“Diferente das ameaças culturais à família, o divórcio é um sistema de governo”, declarou ele. “Não está causando erosões na família; está de forma bem deliberada desmantelando-a”.
Por exemplo, ele disse que as leis de divórcios que não determinam culpabilidade são uma ameaça mais grave à família do que o “casamento” de mesmo sexo, o qual ele chamou de “um sintoma de como o casamento se degradou muito, não uma causa dele”.
O divórcio sem determinação de culpabilidade foi sancionado em lei no Estado de Nova Iorque pelo governador David Paterson no mês passado; Nova Iorque foi o último estado americano a aprovar tal lei.
O divórcio sem determinação de culpabilidade, explicou o Dr. Baskerville, codifica o “divórcio unilateral e involuntário” e assim permite que o cônjuge que está destruindo o casamento e o tribunal de divórcio “forcem a cônjuge inocente a arcar com o peso das consequências”.
“O cônjuge inocente geralmente perde os filhos, seu lar e propriedade e sua liberdade de literalmente defender sua inocência e sofre criminalmente se não coopera com o divórcio”.
Outras leis estão também conectadas com o “sistema de governo de divórcio”, continuou ele. Falsas acusações de violência doméstica são agora comuns, disse ele, e aproximadamente todas elas são “geradas para garantir a custódia dos filhos em casos de divórcio”.
“O mesmo é em grande verdadeiro acerca da histeria sobre ‘abusos de crianças’”, continuou ele. “Os abusos de crianças certamente são reais, mas quase todos ocorrem em lares de mães ou pais solteiros ou divorciados, não famílias intactas”.
Portanto, continuou ele, “ao incentivar acusações falsas de abusos de crianças para facilitar divórcio de lares de mães solteiras, a indústria dos abusos de crianças realmente cria mais abusos de crianças”.
Finalmente, ele disse que embora a propaganda feminista e governamental promova a ideia de que “a pensão financeira para as crianças é dar sustento para as crianças que foram abandonadas” por seus pais, é em vez disso “em grande parte extorsão contra pais que foram expulsos do lar, de novo sem que não tivesse havido nenhuma culpabilidade da parte deles”.
“Isso subsidia o divórcio e os lares de mães divorciadas”, explicou ele. “Se você paga para as pessoas se divorciarem, elas se divorciarão mais. É exatamente isso o que a pensão faz”.
Por todos esses motivos, ele continuou, os conservadores que desejam ignorar as questões sociais e em vez disso colocam sua atenção somente em questões econômicas estão na melhor das hipóteses mal orientados.
“O que até mesmo a maioria dos conservadores não percebe”, disse ele, “é como [o crime, abuso de drogas e fracasso educacional] são criações não de forças sociais impessoais ou decadência cultural, mas do próprio governo”.
“Em outras palavras, o governo não está simplesmente reagindo aos problemas criados pela cultura. Ao atacar a família, o governo está criando os próprios problemas que afirma estar resolvendo”.
Eles recomendaram que os conservadores ampliem “seu foco de apenas o casamento de mesmo sexo para as ameaças maiores ao casamento e à família”.
“As leis e costumes de divórcio são de longe a maior negligência. A menos que o sistema seja colocado sob controle, continuará propagando abusos em todas as partes para ameaçar os direitos de pais intactos tais como pais que educam seus filhos em casa e outros acusados de ‘abuso’ e ‘negligência’”.
(Para ler a entrevista completa, inclusive muitas coisas não contidas neste resumo, clique aqui.)
Stephen Baskerville, professor assistente de ciência política na Faculdade Patrick Henry, é autor de Taken Into Custody: The War Against Fathers, Marriage, and the Family, um livro que Phyllis Schlafly, presidente do Eagle Forum, chamou de um “relatório tremendo e muito necessário de como os tribunais de família e políticas governamentais estão prejudicando as crianças”. Ele atuou como presidente das American Coalitions for Fathers and Children (Coalizões Americanas de Pais e Filhos) de 2004 a 2007, e escreveu artigos para uma ampla variedade de publicações, tanto acadêmicas quanto populares, inclusive os jornais Washington Times, Washington Post, Chronicles, The American Conservative e National Review.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10092104
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Setenta e sete por cento dos evangélicos acreditam que o aborto deliberado é moralmente errado

Setenta e sete por cento dos evangélicos acreditam que o aborto deliberado é moralmente errado

Peter J. Smith
CARROLLTON, Texas, EUA, 23 de setembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — A Associação Nacional de Evangélicos divulgou uma nova pesquisa de opinião pública mostrando o compromisso geral dos evangélicos para com a moralidade cristã tradicional e oposição ao aborto.
A pesquisa de opinião do Gallup, comissionada pela ANE, revelou que 76 por cento dos evangélicos creem que o sexo entre um homem e uma mulher solteiros é moralmente errado, 77 por cento creem que o aborto deliberado é moralmente errado e 79 por cento dizem que ter um bebê fora do casamento é também moralmente errado. Um elevado número de 87 por cento dos evangélicos também disseram que a gravidez entre adolescentes é moralmente errada.
Mas a ANE também observou que os pastores podem ter um desafio nas mãos no que se refere ao cuidado pastoral de mulheres solteiras que ficam grávidas e então temem que ter o bebê as levará a serem rejeitadas pela congregação.
“Precisamos incentivar os casais a ter a coragem e responsabilidade de honrar os presentes do sexo e da vida”, disse Aaron Mercer, diretor do projeto Fórum da Geração da ANE. “O padrão sexual da Bíblia é muito claro: abstinência fora do casamento e fidelidade dentro dele”.
“Mas quando indivíduos solteiros têm sexo e acabam concebendo, será que eles temem rejeição por parte de sua igreja quer ou não eles tenham o bebê? Quer ou não isso seja justificado, precisamos considerar suas possíveis consequências”, continuou Mercer.
A pesquisa da ANE também indicou que as congregações têm confiança em seus pastores, e os consultam para se envolverem com os desafios de gravidezes entre solteiros e adolescentes e aborto dentro de suas comunidades.
Aproximadamente 89 por cento disseram que iriam a seus pastores ou outros líderes em sua igreja em busca de orientação ou aconselhamento se estivessem tendo problemas num relacionamento ou casamento.
Mas ao mesmo tempo os entrevistados disseram que os líderes nacionais não estavam fazendo um trabalho aproximadamente tão bom em lidar com as questões do aborto e gravidez não planejada quanto os pastores locais.
Na questão das gravidezes não planejadas, só oito por cento disseram que os líderes nacionais estavam fazendo “um trabalho muito bom” e 18 por cento disseram que eles estavam fazendo um “trabalho bom”. Os líderes nacionais se saíram um pouco melhor quando o assunto era o aborto: só nove por cento disseram que eles fizeram um “trabalho muito bom” lidando com o tema, enquanto 21 por cento disseram que eles fizeram um “trabalho bom”.
Os pastores locais obtiveram notas mais elevadas: 38 por cento disseram que seus pastores locais estavam fazendo um “trabalho muito bom” falando sobre aborto, enquanto 29 por cento disseram que estavam fazendo um “trabalho bom”.
“Esses dados deveriam ser uma convocação para a ação para os líderes religiosos nacionais se envolverem de forma mais produtiva no terrível problema do aborto neste país”, observou Mercer. “É também um lembrete para os pastores locais de que eles estão nas linhas de frente. Eles têm a confiança de suas congregações e os relacionamentos com seus vizinhos — relacionamentos necessários para obterem sucesso real na redução do índice de abortos em suas comunidades locais”.
Veja os resultados completos da pesquisa aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10092311
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