31 de agosto de 2010

Outra estudante de aconselhamento perseguida por convicções cristãs recorre de decisão judicial

Outra estudante de aconselhamento perseguida por convicções cristãs recorre de decisão judicial

DETROIT, Michigan, EUA, 28 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Advogados recorrerão de uma decisão de tribunal federal feita na segunda-feira num processo em prol da estudante Julea Ward contra a Universidade do Leste de Michigan (ULM) depois que a universidade expulsou a estudante cristã por se manter firme nas suas convicções sobre a conduta homossexual.
A ULM removeu Ward de seu programa de aconselhamento de pós-graduação em março de 2009 por não concordar com a conduta homossexual como moralmente aceitável. Ward não queria concordar em mudar suas convicções religiosas sobre a conduta homossexual nem expressar uma mensagem contrária a elas durante suas sessões de aconselhamento como condição para receber um diploma universitário.
“Os estudantes cristãos não deveriam ser expulsos por serem fiéis às suas convicções”, disse David French, advogado sênior do Fundo de Defesa Aliança (FDA), o qual argumentou diante do tribunal regional federal do leste de Michigan no mês passado. “Para alcançar sua decisão, o tribunal teve de fazer algo que nunca fez no tribunal federal: sustentar um código de discurso universitário extremamente amplo e vago”.
A ULM iniciou seu processo disciplinário contra Ward logo depois que ela se matriculou num curso de aula prática de aconselhamento em janeiro de 2009, quando recebeu como tarefa atender a um potencial cliente buscando assistência com relação a um relacionamento homossexual. Reconhecendo a potencial questão de consciência com o cliente, e sabendo que ela não poderia concordar com o relacionamento homossexual do cliente sem violar suas convicções religiosas, Ward pediu a seu supervisor como lidar com o assunto.
Ward foi aconselhada a encaminhar o potencial cliente para um conselheiro diferente. A ULM então informou Ward de que ela só poderia permanecer no programa de aconselhamento se concordasse em passar por um programa de “recuperação”. Seu propósito era ajudá-la a “ver o erro dos caminhos dela” e mudar o “sistema de convicções” dela em sua relação com o aconselhamento sobre relacionamentos homossexuais.
Numa subsequente reunião formal de avaliação, advogados dizem que os professores da ULM denegriram as opiniões cristãs de Ward e fizeram várias perguntas impróprias e intrusivas sobre as convicções religiosas dela. Então uma comissão da universidade a removeu do programa de aconselhamento. Ward recorreu, mas o deão da Faculdade de Educação da ULM sustentou a remoção dela.
“Julea meramente seguiu o conselho de seu professor supervisor ao encaminhar um potencial cliente a um conselheiro que não tinha questões de consciência com o assunto particular a ser discutido”, disse French. “Ela própria teria com alegria aconselhado o cliente se o tópico tivesse como foco outro assunto. Confiamos em que o tribunal regional federal entenderá as questões constitucionais envolvidas nesse caso”.
Os códigos de discurso da ULM que permitiram as ações da universidade foram desafiados como parte do processo do FDA, Ward versus Wilbanks. Uma política que proíbe “discriminação com base na… orientação sexual” acrescenta que os conselheiros não podem “fechar os olhos” para o que a universidade define como discriminação. Outra política problemática declara que o departamento de aconselhamento da ULM pode disciplinar um estudante que mostra “incapacidade de tolerar pontos de vistas diferentes”.
O FDA está atualmente litigando um caso semelhante envolvendo uma estudante de aconselhamento na Universidade Estadual de Augusta na Geórgia. A estudante Jennifer Keeton processou a universidade depois que, conforme ela disse, ela foi forçada a se submeter a um abrangente “treinamento de sensibilidade de diversidade” e proibida de expressar suas convicções religiosas, ou então ser expulsa do programa de aconselhamento.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072803
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Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Comitê da ONU ataca o papel de mãe e exige novos “direitos” para as mulheres

Dr. Terrence McKeegan
29 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um comitê da ONU de tratados, notório por sua promoção do aborto e de posições ideológicas não apoiadas por tratados da ONU, conclui sua sessão nesta semana. Durante a sessão o comitê lançou ataques contra o papel das mães e os papéis sexuais tradicionais, e ao mesmo tempo pediu novos e muito mais expandidos “direitos” sexuais e reprodutivos.
Contudo, a sessão foi especialmente notável pelas declarações da Federação Russa, que relatou que índices declinantes de aborto estavam ajudando a diminuir os índices totais de mortalidade materna nesse país.
O comitê, que monitora a implementação da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres (cuja sigla em inglês é CEDAW), é composto por 23 especialistas “independentes” e está avaliando oito nações durante sua 46ª sessão.
Diante do comitê da CEDAW, a delegação da Federação Russa frisou um novo programa de dois anos do Ministério da Saúde que tem como foco a prevenção do aborto e a proteção da vida. A delegação teve a felicidade de relatar ao comitê que pela primeira vez em décadas, o índice de natalidade estava agora excedendo o índice de aborto e que o “número declinante de abortos estava também diminuindo os índices de mortalidade das mulheres depois do parto ou aborto”.
Apesar disso, o comitê expressou preocupação de que o governo estava promovendo o papel das mães e ajudando as mulheres a permanecer em casa com seus filhos recém-nascidos, em vez de facilitar o rápido retorno delas ao mercado de trabalho. O especialista cubano avisou acerca dos estereótipos sexuais negativos que poderiam resultar se as mulheres fossem vistas apenas como “boas mães, boas esposas e donas-de-casa, enquanto os homens fossem vistos como os provedores econômicos”.
O especialista da Holanda questionou a Rússia sobre se a atual legislação cobria a discriminação contra mulheres lésbicas, bissexuais ou transexuais. O especialista do Brasil lamentou que o acesso a “serviços médicos transgêneros” não estavam disponíveis em muitas regiões da Rússia, e exortou a nação a garantir que “os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres fossem baseados em evidência científica e não na religião”.
Em análises de outros países, Fiji foi repreendido por não disponibilizar casamento e tecnologias reprodutivas para duplas de mesmo sexo. O especialista da Tailândia inquiriu de Fiji se dava para se propor a descriminalização da prostituição para trabalhadoras adultas do sexo. A Albânia foi indagada: “O que o governo está fazendo para combater a homofobia e a violência contra gays, lésbicas e transexuais?”
O boletim Friday Fax de C-Fam informou que no ano passado a Comissão Internacional de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CIDHGL), tema recente do apoio inédito do governo de Obama para uma posição especial na ONU, criou um manual para ativistas com o objetivo de promover as ideologias de “orientação sexual” e “identidade de gênero” por meio do comitê da CEDAW.
O tratado da CEDAW não menciona aborto, nem as palavras “gênero”, “orientação”, “sexual” ou “reprodutivo” aparecem em parte alguma do texto. As observações e recomendações feitas pelas agências de tratados não têm poder legal, já que só os países membros de um tratado têm a autoridade de coletivamente interpretar um tratado. Apesar disso, os ativistas pró-aborto estão instaurando processos judiciais no mundo inteiro citando as interpretações das agências de tratados de direitos humanos da ONU, como o Comitê da CEDAW, ao desafiar leis nacionais contra o aborto.
O comitê da CEDAW conclui sua sessão de três semanas na sexta-feira.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072907
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30 de agosto de 2010

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

James Tillman
DUNEDIN, Nova Zelândia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
“As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados”, disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com “outra coisa”.
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. “Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença”, disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
“Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los”, disse ela. “Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto”.
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072701
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29 de agosto de 2010

O sorriso de Maquiavel

O sorriso de Maquiavel

R. B. Marques
Cristão, neurocientista, educador, psicanalista clínico
A notícia veiculada no Estadão sobre o manifesto de Dilma, candidata do PT à presidência da República, para "acalmar o povo de Deus", exige de nós reflexão e posicionamento.
Observem como Dilma faz promessas aos cristãos, promessas que, obviamente, não pretende cumprir. A prova é que as mesmas vão de encontro ao Plano de Governo dela e do PT, vão de encontro às propostas clássicas imorais e anticristãs defendidas pelo PT (a quem ela serve), vão de encontro ao PNDH que ela e Lula promoveram, e assim por diante.
Serra tem feito mais ou menos o mesmo. Contudo, embora também não confie nele e não o queira como presidente, Serra ainda não tem sua imagem tão associada a ideologias por demais perigosas para os cristãos, mas isso porque o modo de o PSDB, Serra e companhia promoverem políticas anticristãs é mais sutil se comparado ao modus operandi do PT, que tem histórico de militância. O resultado, contudo, é quase o mesmo. FHC, com seu PSDB, foi o principal responsável pela promoção do aborto e do homossexualismo, inclusive havendo criado o PNDH1 e 2, cujas propostas são basicamente as mesmas do PNDH3 de Lula e Dilma, talvez com a única exceção do item do PNDH3 que propõe a perseguição a envolvidos em torturas durante o regime militar. Aliás, Serra, como ministro, assinou muitos dos documentos do governo FHC promovendo tais políticas anticristãs. Diante disso, não imagino Serra liderando a nação, assim como não confio mais em Lula, em quem votei e até defendi por algum tempo.
Só quem é ignorante ou tem memória curta ignora que, na História antiga e recente, uma estratégia muito conhecida (e eficiente) de se chegar legitimamente ao poder para, depois, dominar a tudo e a todos, é fazer acordos com adversários ideológicos. Nesses acordos, promete-se, em troca de apoio ou mesmo de silêncio, não persegui-los, não lhes criar problemas, etc. No entanto, depois de eleito democraticamente, o maquiavélico que fez o acordo descumpre-o, num ato golpista.
Não quero comparar, jamais, Dilma, Serra ou quem quer que seja, a Hitler. Porém, precisamos ser inteligentes para aprendermos a desconfiar de acordos e promessas de campanha, percebendo, inclusive, que déspotas malignos como Hitler chegaram ao poder através do voto, negociando com adversários, fazendo acordos e promessas. Uma vez no poder, manipulou informações, forjou evidências, distorceu acontecimento, aprovou leis e, assim, conseguiu eliminar, jeitosa, mas violentamente, todos os adversários; instalou uma perseguição feroz (inicialmente bem camuflada) a qualquer voz que enfrentasse sua ideologia e de seu partido; colocou amigos contra amigos, vizinhos contra vizinhos, filhos contra pais, estimulando a denúncia, gerando um cenário em que as pessoas se vingavam de seus desafetos denunciando-os falsamente ao Estado, acusando-os de crimes que jamais cometeram; e, claro, conquistou o apoio das massas oferecendo, a um povo sofrido com a 1ª guerra, emprego, retomada do crescimento, prosperidade, esperança, honra... Com isso, todo mundo passou a confiar no que quer que ele dissesse ou fizesse. Conquistou até muitos dos religiosos do seu tempo. Nos bastidores, porém, instalava-se um Estado fortemente ideológico, de controle social, que criminalizou a opinião, perseguiu os desafetos, matou os que o ameaçavam...
É evidente, porém, que qualquer semelhança é mera coincidência. Não obstante, não nos custa ser mais desconfiados do que de costume...
Entre tantas outras aberrações ideológicas, o PT, e a própria Dilma, têm histórico de:
– apoio a ditaduras; 
– querer censurar a imprensa (somente quando esta os critica);
– tentar anular a anistia ampla, geral e irrestrita, pregando a vingança contra criminosos da ditadura militar, porém tratando como heróis os criminosos, ladrões, terroristas e assassinos das guerrilhas armadas;
– defender o aborto amplo e irrestrito; 
– promoção da libertinagem sexual;
– forte apoio à intolerante agenda LGBT e indução ao homossexualismo;
– perseguição à ala de cristãos que ousa manter-se fiel ao que Deus ensina nas Escrituras, e tanto mais.
Agora, com a “lei da palmada”, temos o controle estatal chegando aos lares. E, de novo, usando algo bom, que é proteger as crianças e adolescentes de abusos e violência, para implantar algo mau, que é intervir na vida privada das famílias, determinando como os pais podem ou não educar seus filhos. É completamente abusiva a intervenção proibindo pais de dar simples palmadas nos filhos, ameaçando-os de prisão por fazerem algo que a Bíblia recomenda, sem considerar as ressalvas e os contextos.
Pensamos que nosso país é democrático apenas porque votamos e – ainda – damos nossas opiniões nas rodas de amigos. Mas a verdade é que iniciativas como estas se revelam um típico aparelhamento de controle ideológico e de comportamento somente visto em ditaduras grotescas do nível do nazismo, do stalinismo e do maoísmo, assim como em ditaduras capitalistas veladas.
O interesse, é claro, não é impedir a palmada, mas sim usar argumentos como esse para calar e tirar do caminho aqueles que, por convicção intelectual e espiritual, podem ameaçar esse tipo de ditadura: os cristãos, que, historicamente, são os guardiões das liberdades. (OBS: favor não confundir cristãos com as religiões institucionalizadas, que em muito de assemelharam às piores ditaduras comunistas e fascistas).
Há especialistas que alertam: uma palmadinha não faz mal nenhum (o que é diferente de espancamentos, por exemplo, que já eram denunciados e tratados dentro das leis vigentes). E com a "lei da palmada" surgirá um clima inadministrável, em que pessoas se sentirão tentadas a prejudicar outras de quem elas não gostam por algum motivo, apenas denunciando-as ao poder público. Imagine o Conselho Tutelar invadindo sua casa e tomando a guarda de seus filhos, e você sendo preso e processado, só porque uma vizinha sua, que se zangou com sua recusa em cortar a árvore que derruba folhas no quintal dela, lhe denunciou por "violência doméstica"... E outra pessoa da rua pode até testemunhar contra você, apenas por ter ouvido, por exemplo, um filho seu chorar, um dia, e entendeu que você agride suas crianças...
É de assustar como autoridades por nós eleitas para nos representar, e sustentadas com nosso dinheiro, podem chegar a esse nível de estupidez; pior, é de assustar como tantas pessoas tidas como "inteligentes", inclusive alguns profissionais da mente e da saúde, chegam ao ponto de apoiar uma lei absurda como essa; e mais grave ainda é observar como uma população inteira parece ignorar o perigo de se fazer de cega, surda e muda diante da escalada crescente de estratégias de controle social que nos tornarão, a todos, reféns dos interesses específicos de um grupo.
Um dos fatores indicativos desta cegueira está muito claro: justamente os dois, Dilma e Serra, concentram quase todas as intenções de voto, com o percentual maior para aquela cujos propósitos anticristãos são os mais escancarados e conhecidos. Nada mudou desde Roma: a velha política do “pão e circo” continua funcionando muito bem.
Como diz o livro de Eclesiastes: "nada de novo sob o sol". Estratégias como estas aqui mencionadas, de conquista astuta e ardilosa do poder, e consequente controle ideológico de todo um povo, já constavam dos escritos e conselhos do renascentista Maquiavel – embora alguns digam que ele fora "mal interpretado". Mas, se Maquiavel realmente pensou desse modo, fico imaginando-o se estivesse vendo o que hoje fazem tantos políticos – parece até que o ouço maliciosamente sorrindo...
Tudo bem, sei que me exponho em escrever sobre esse assunto, ainda mais nesse tom. Exponho-me, inclusive, ao risco de ser tido como paranóico, tratado como adepto da teoria da conspiração. Mas a questão é: gostemos ou não, os fatos estão aí. E merecem, no mínimo, ser objeto de alerta e reflexão, antes que cada um tome sua decisão.
Fica aqui um pedido: em vez de apenas votar – ou não votar –, ore pelos candidatos. Ore por Dilma e pelo acordo que alguns evangélicos pensam que lhes assegurará alguma coisa. Ore por Lula, pelo governo deste país. Ore para que o contato com cristãos, interesseiro ou não, sirva como porta de entrada do verdadeiro evangelho no coração dos candidatos, especialmente Dilma e Serra, que estão firmando estes acordos. Ore para que o Espírito de Deus revele-se a eles, e os leve aos pés de Cristo Jesus.
Encerro recordando que, sabemos bem, perseguir e tentar calar os cristãos lembra-nos de perto o cumprimento de profecias bíblicas bastante claras que caracterizam a chegada dos últimos tempos. Sem esquecer que, junto, vem a tentativa de desacreditar as Escrituras, de colocar a opinião pública contra a Palavra de Deus e até de forçar os cristãos a terem de escolher entre algumas leis de um país insano, e as leis de Deus reveladas na Bíblia. Pior: tudo isso será feito sutilmente em nome da "paz", da "liberdade" e da "diversidade" - exatamente como nos alertou o próprio Jesus.
Este é o cenário ideal que precede o advento do Anticristo, e estamos assistindo, com nossos próprios olhos, os passos sutis, porém cada vez mais expostos e ousados, do doutrinamento mental da sociedade, necessário à construção desse cenário.
A pergunta é: você está preparado para o que vem por aí?

28 de agosto de 2010

Cabrestos espirituais

Cabrestos espirituais

O domínio, por assim dizer, "espiritual" das esquerdas na democracia brasileira é praticamente absoluto. O presidente corrupto, envolvido politicamente com a narcoguerrilha colombiana, com a destruição das democracias latino-americanas, fiel aliado de ditaduras totalitárias de matizes comunistas ou islâmicos, enfim, membro do que há de pior no âmbito dos valores políticos, indica uma candidata, cujo passado de terrorista e assaltante de bancos não é nada abonador. Mas quem disse que o eleitorado brasileiro está interessado nisso ou sabe algo de Dilma Rousseff? Basta que o capataz Lula indique seu capacho presidenciável e o povo brasileiro, como cabresto enfeitiçado pelo bolsa-esmola, vote! Quando a esquerda não intoxica a alma da população com ideologias, compra com dinheiro.
É interessante notar que o passado de banditismo da candidata não assuste ninguém. Ou que seus crimes, incluindo o assassinato, em seu currículo profissional (e por que não dizer ficha policial?), não envergonhem o eleitor incauto. Mas na cabeça da gente dita que elegeu o petismo como projeto político, como também nos círculos midiáticos, o passado da ministra da Casa Civil é coisa do passado. Ou, no mais, é passado para se orgulhar, já que a sujeitinha "lutava" contra a ditadura em favor da democracia. Que grande mentira! Dilma Rousseff não lutava pela democracia. Lutava sim, para substituir o regime militar e implantar a ditadura comunista!
Espantoso, pusilânime, vexaminoso, é o posicionamento da "oposição." (coloco entre aspas, porque tenho lá minhas dúvidas).Gente como José Serra ou mesmo os políticos do DEM engolem a historinha falaciosa da terrorista e assaltante de bancos que lutava pela democracia. De Serra não se pode esperar muita coisa, já que em sua juventude fez parte da UNE e da Ação Popular (posteriormente Ação Popular Socialista), um reles grupelho de esquerda católica, envolvido, em 1966, no atentado terrorista ao Aeroporto Guararapes, em Pernambuco, matando três e ferindo outras 14 pessoas. Pediu asilo ao Chile, quando este país se tornou um antro de marxistas amiguinhos do presidente Salvador Allende. Chamar Serra de "direitista" temo mesmo acinte de chamar Hitler de filosemita. O candidato tucano pode ser a direita da esquerda, outro menchevique dos bolchevistas, um Kerensky de Lênin. Mas é só.
Já o DEM prima pela estupidez política. Ainda que o candidato a vice de Serra, Índio da Costa, tenha captado e tornado públicas as informações mais importantes para o eleitorado brasileiro, o seu partido não deu o menor apoio. Pelo contrário, calou-se, junto com a covardia dos tucanos. Para a maioria dos eleitores, o PT aliado do narcotráfico das Farc não existe. Deveras, o DEM nem pode ser chamado de"opositor". Ele foi tão absorvido pelo cabresto espiritual socialista, que precisou mudar a sigla de Partido da Frente Liberal para o de"democratas", a mesma nomenclatura do esquerdista Partido Democrata norte-americano. Até a alardeada direita política ficou emburrecida pela cultura ideológica da esquerda. A direita tem medo de se assumir direita. O liberal conservador, como político, esconde suas credenciais, com medo de desagradar o status quo socialista. Quer parecer mais esquerdista do que o próprio esquerdista.
Dilma Rousseff, antes de ser adversária do candidato tucano, nada mais é do que sua companheira de armas de outros tempos. Daí o fato de Serra não fazer um pio sobre o passado da ex-ministra da Casa Civil. Nenhum comentário sobre sua vida pregressa, sobre o roubo do dinheiro da amante do governador Adhemar de Barros ou o seu envolvimento, junto com seu grupo guerrilheiro, no assassinato do capitão do exército americano Charles Chandler. Parece que ser bandido com viés esquerdista neste país dá direito à absolvição. Inclusive, a bandidagem vermelha se auto-indeniza, com o beneplácito de nossa"democracia burguesa". A mesma democracia que Dona Dilma Rousseff lutou para destruir.
O que se dirá então da extrema frouxidão tucana de não associar o PT às Farc? O que se vê é muito simples: esquerdista é cúmplice de esquerdista, como terrorista é cúmplice de terrorista. Da mesma forma que Dilma mente sobre seu passado de democrata, Serra também parte da mesma falácia. Não é ele quem diz que a democracia foi destruída em 1973 no Chile, por Pinochet, quando na verdade, quem estava destruindo as instituições chilenas era seu comparsa, o presidente Allende? Quem teve raízes na Ação Popular não pode se dizer democrata sincero. Serra chamou Lula de "troglodita de direita", ainda que a direita tenha desaparecido do imaginário político, só existente, claro, como espantalho imaginário dos socialistas. Poderemos pensar assim que o tucano é a personificação da esquerda? Que ele seja tão radical quanto o PSTU ou o PSOL? Não seria espantoso, quando José Serra se diz admirador de Antonio Gramsci e da revolução cultural socialista. O PSDB só reafirma os valores (ou não seriam contra-valores) da esquerda revolucionária, os valores do cabresto cultural esquerdista. A diferença é de método. É a disputa do marxista-leninista histórico com o socialista fabiano, ambos com as táticas de Gramsci. Ou como diz um grande amigo meu: a diferença entre o tucanato e o petismo, é que o primeiro usar talher e finge falar francês.
O cabresto cultural está montado, junto com a farsa ideológica do socialismo. Votar em José Serra é reafirmar o espírito socialista, como é o mesmo que votar em Dilma, Marina Silva ou Plínio de Arruda Sampaio. Todos são irmãos espirituais, de alguma forma. A diferença é de progressão e radicalização do socialismo. E tanto oposição como situação são apenas duas faces de uma mesma moeda ideológica. É a disputa da oposição de esquerda contra a situação de esquerda, para ver quem radicaliza mais a identidade socialista. Grande diferença!
Divulgação: www.juliosevero.com

27 de agosto de 2010

Bispo Edir Macedo assume publicamente preferência pelo aborto

Bispo Edir Macedo assume publicamente preferência pelo aborto

Reinaldo Azevedo
Demorei um pouco para voltar, né? Por bons motivos, creiam. Vamos lá.
Vocês sabem que os petistas, liderados pelo camarada Franklin Martins — aquele que ri quando aborda a execução de um inocente seqüestrado — querem acabar com o que chamam poder da imprensa tradicional. O PT gosta de poderes não-tradicionais, como o de Edir Macedo, por exemplo, o auto-intitulado “bispo” da igreja que ele próprio criou, a Universal do Reino de Deus. Macedo também é o dono da Rede Record, que o PT considera exemplo de bom jornalismo.
A frase é minha: “O PT é a Igreja Universal da política, e a Igreja Universal é o PT da religião”. Esses dois “entes” têm uma maneira muito parecida de conquistar os seus “fiéis”, além da identidade de pontos de vista. O que vocês verão abaixo é absolutamente chocante, mas poderia servir de norte moral para as “feministas” do PT, que defendem o aborto. Aliás, Dilma também defende. Deu entrevistas expressando o seu ponto de vista. Na campanha, está escondendo a sua posição. Vejam trecho de uma palestra de Macedo. É assustador. Se não quiserem ver tudo, transcrevo trechos de sua fala em vermelho e comento.



0s-3s — “Eu ADORO (sic) falar sobre aborto, planejamento familiar”.
Bem, alguém que diz “adorar” falar sobre aborto se define, não? Mais: aborto não é considerado uma forma de planejamento familiar em nenhum lugar do mundo. Ao contrário: ele decorre justamente da falta de planejamento.
Macedo desenvolverá a tese, que certa vigarice economicista andou abraçando, segundo a qual a legalização do aborto eleva a qualidade de vida das sociedades, diminui a violência etc. Ainda que fosse verdade, é o caso de considerar que há um monte de idéias imorais que “funcionam”. Que tal eliminar, por exemplo, todos os portadores de uma doença infecto-contagiosa? Não duvidem de que o “problema” estará resolvido. Que tal suspender o tratamento de doenças crônicas de pessoas que já não são mais economicamente ativas? Vamos economizar bastante — e alguém ainda poderá dizer que investir nos jovens é muito mais “produtivo”. Esse raciocínio — de Macedo, de certos indecorosos que falam “enquanto economistas” e, no caso, dos abortistas de maneira geral — nada mais é do que a justificação do mal.  Na defesa de sua tese, afirma este homem de Deus entre 10s e 20s  que o aborto nos conduz a uma sociedade com
“(…) menos violência (!!!), menos morte (!!!), menos mortalidade infantil (!!!), menos doenças (!!!), menos, enfim, todo o mal (!!!) que nós temos visto em nossa sociedade”
Impecável! Se a gente mata os fetos, é certo que haverá menos mortalidade infantil, não é mesmo? Macedo defende o aborto porque ele quer “menos violência” — logo, aborto não é violência. Ele quer “menos morte” — logo, o aborto não é “morte”… Como aborto também não é vida, então ele não é nada! Para este pastor de almas, não deve haver diferença entre um feto e gases intestinais.
2min25 — Quando você casa, você tem um empreendimento. Quando você tem um filho, você entra em outro empreendimento (!)
Não faltará pensador vagabundo no Brasil que verá nessa fala de Macedo, que chama filho de “empreedimento”, ecos de Max Weber e do “espírito protestante e a ética do capitalismo”. Não! Isso não é Weber, não! Trata-se de algo bem mais antigo…
4min — Eu pergunto: “O que é melhor? Um aborto ou uma criança mendigando, vivendo num lixão?” O que é melhor? A Bíblia fala que é melhor a pessoa não ter nascido do que ter nascido e viver o inferno. Eu sou a favor do aborto, sim. E digo isso alto e bom som, com toda a fé do meu coração”. E não tenho medo nenhum de pecar. E, se estou pecando, eu comento este pecado consciente. Se, eu não acredito nisso. É uma questão de inteligência, nem de fé. Lá em Nova York, depois que foi promovida a lei sobre o aborto, a criminalidade diminuiu assustadoramente. Por quê? Porque deixou de nascer criança revoltada criminalidade diminuiu (…)
Vamos lá:
— Vamos à primeira indagação: qualquer ser humano decente tem apenas uma resposta: melhor é a vida! Como ela é remediável, será sempre superior às coisas sem remédio, como a morte — em especial a morte de quem não pode se defender. A defesa do aborto é um absurdo lógico, derivado de uma imoralidade essencial: só um vivo pode fazê-la, se que é me entendem.
— É mentira! A Bíblia não endossa o aborto coisa nenhuma. Macedo tem em mente este trecho:
“Se o homem gerar cem filhos, e viver muitos anos, e os dias dos seus anos forem muitos, e se a sua alma não se fartar do bem, e além disso não tiver sepultura, digo que um aborto é melhor do que ele”.
O “bispo” faz uma alusão estúpida, bucéfala, ignorante e rasteira ao Eclesiastes (6,3). É no que dá uma teologia mais jovem do que o uísque que eu bebo. Afirmar que há, no trecho, endosso ao aborto é pura delinqüência teológica e bíblica. O aborto é empregado apenas como um extremo da fealdade. Não há endosso. É o exato oposto, Macedo!!!. Aprenda a ler, sujeito!!! Apela-se ao extremo, ao nefando, só para encarecer as dificulddes de uma vida sem Deus.
Essa história da queda do crime em Nova York por causa da legalização do aborto é uma das bobagens do livro “Freakonomics”, de Steven Levitt e Stephen J. Dubner. Já se provou que o erro da tese se sustenta também num erro de conta. Pesquisem a respeito. Boa parte das afirmações desses dois, diga-se, se sustenta numa falha lógica já apontada pelos escolásticos, cuja síntese é esta, em latim: “Post hoc, ergo propter hoc” - ou seja: “Depois disso; logo, por causa disso”. Como a queda na criminalidade se seguiu à legalização do aborto, então ela aconteceu POR CAUSA da legalização. A verdadeira revolução da política de segurança da cidade não deve ter tido nenhuma influência, não é mesmo? Ora, seria o caso de tentar explicar por que, por exemplo, imigrantes que chegam de países que vivem numa verdadeira anomia social se tornam respeitadores da lei em Nova York… Não deve ser por causa do aborto. Deve ser porque as leis funcionam.
Macedo, de todo modo, é mesmo um revolucionário da religião. Num livro aí que escreveu, chamou os antigos hebreus de “cristãos”. No dia 13 de outubro de 2007, ele concedeu uma entrevista à Folha. Leiam uma pergunta e uma resposta:
FOLHA — Alguns políticos então da base da Igreja Universal, como o bispo Rodrigues, foram atingidos em cheio pelos escândalos do primeiro mandato de Lula. A corrupção não é um pecado imperdoável?
MACEDO — Jesus ensina que o único pecado imperdoável é a blasfêmia contra o Espírito Santo. Para os demais, há perdão se houver arrependimento.
Entendi!
— O Deus de Macedo pode perdoar os culpados, mas não perdoa os fetos inocentes.
— O Deus de Macedo pode perdoar alguém que já pecou, mas é favorável à eliminação prévia de alguém que, segundo ele, corre o risco de pecar.
— Assim, para que possa continuar a perdoar os pecadores, o Deus de Macedo prega a eliminação dos puros.
Macedo  se tornou a grande referência dos petistas em duas  áreas: a verdadeira Lula News é a TV Record. A de Franklin dá traço; a de Macedo tem alguns telespectadores.  E ele é também um guia espiritual do partido, especialmente do seu “coletivo de mulheres”, ou algo assim, que se mobilizou há dias para defender, junto à candidatura Dilma, uma vez mais, a legalização do aborto. Legalização a que ela já se disse favorável.
Uma outra revolução já está sendo gestada, esta na cultura: Tiririca tem tudo para ser o norte estético do poder caso Dilma se eleja. Afinal, na arte da representação, ele é tão requintado quanto é Macedo nos mistérios da teologia.
O grande milagre brasileiro

Juiz removido por não ceder a uma adoção gay é obrigado a devolver 100 mil euros em salários

Juiz removido por não ceder a uma adoção gay é obrigado a devolver 100 mil euros em salários

Matthew Cullinan Hoffman
MADRID, Espanha, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Fernando Ferrín Calamita, um juiz espanhol que foi multado e removido da magistratura por não conceder um pedido de adoção a uma dupla homossexual, recebeu agora ordem de devolver quase 100.000 euros (130.000 dólares americanos) em salários que ele recebeu enquanto estava suspenso de seus deveres e aguardando o resultado de seu julgamento.
Ferrín Calamita foi removido de sua posição como juiz de causas de família na região espanhola de Murcia em 2009, depois que ele adiou uma decisão sobre dar a adoção de uma criança à amante lésbica da mãe. Ele se recusou a dar uma decisão até receber um relatório sobre o possível impacto do lesbianismo da mulher sobre a vida da criança, um tema que as autoridades não mencionaram em relatórios que ele havia solicitado anteriormente.
Embora o promotor público do caso tivesse tentado enviar Ferrín Calamita para a cadeia por três anos, ele só conseguiu barrar o juiz da magistratura por 27 meses e impor uma multa de 6.000 euros. Ferrín Calamita recorreu da decisão no Supremo Tribunal da Espanha.
Entretanto, o Ministério da Fazenda está agora exigindo além disso que o juiz devolva os salários dados a ele enquanto ele estava sendo investigado e julgado, num montante de 99.640 euros, até 5 de agosto.
De acordo com a organização pró-família espanhola HazteOir (“Faz-te ouvir”), a exigência de que Calamita devolva seu salário é uma violação da lei espanhola, que fornece o salário de autoridades que foram suspensas de seus deveres enquanto estão sob investigação. Ele está no processo de contestar a decisão, mas sob a lei espanhola ele tem de pagar primeiro, e então esperar que o dinheiro seja devolvido se o caso for decidido a favor dele.
HazteOir também disse que Ferrín Calamita provavelmente não será defendido por políticos do Partido dos Trabalhadores Socialistas da Espanha (PSOE) ou o mais conservador Partido do Povo (PP), pois ambos temem o poder do movimento homossexual na Espanha.
“O que na realidade não será desculpado é o fato de que ele pôde confrontar, até as últimas conseqüências do politicamente correto, a tirania dos grupos gays de pressão política. Ele foi esmagado pelo PSOE e pelo PP, tanto por juízes da direita quanto juízes da esquerda”, escreve a organização.
A organização acrescenta que “ninguém vai questionar as decisões judiciais e administrativas com relação a Fernando Ferrín, pois ele foi condenado por ser fiel à lei natural”.
HazteOir diz que ainda tem os 30.000 que obteve de uma campanha anterior de arrecadação de fundos para ajudar o Juiz Ferrín Calamita, mas que precisará de mais 70.000 para pagar o resto da quantia que ele está sendo obrigado a devolver.
Para doar ao Juiz Ferrín Calamita:
BARCLAYS BANK S.A.E. 0065- 0036- 71- 0001089147
(Você precisa indicar que é para a “ayuda del Juez Ferrín Calamita”)
Informações de contato:
Embaixador: Sr. Carlos Alonso Zaldívar
Embaixada Espanha no Brasil
SES Av. das Nações, Q. 811, Lt. 44.-70429-900 Brasília, DF
Telefone: (61) 37011600/ 1626
Fax: (55-61)3242 17 81 3244 23 81.
Link de site em espanhol que apoia o Juíz Ferrín Calamita: http://www.juezcalamita.com
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Spanish Judge Convicted of "Homophobia" for Not Approving Adoption by Lesbian Partner
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jan/09010802.html
Despite Threats and Intimidation from Homosexualist Government, Spanish Judge Stands Firm
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/dec/08121701.html
Spanish Judge Put on Trial for "Obstructing" Homosexual Adoption
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08112702.html
Spanish Judge Tells Lesbian Mother to Choose Children or Same-sex Partner, not Both
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07072406.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072607
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

26 de agosto de 2010

47% das duplas gays têm “acordos sexuais” — só 45% são monogâmicas

47% das duplas gays têm “acordos sexuais” — só 45% são monogâmicas

Matthew Cullinan Hoffman
SAN FRANCISCO, EUA, 20 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quarenta e sete por cento das duplas gays num estudo publicado recentemente disseram que tinham “acordos sexuais” com seus parceiros, dando termos precisos para relações sexuais com outros. Só 45% disseram que seus relacionamentos eram monogâmicos, enquanto outros 8% discordaram sobre se seu relacionamento era “aberto” ou exclusivo, de acordo com um estudo em andamento do Centro de Pesquisa sobre Gênero & Sexualidade da Universidade Estadual de San Francisco.
O Estudo de Duplas Gays disse que as duplas entrevistadas tipicamente aprovam relacionamentos “abertos”, com três quartos dos participantes descrevendo acordos não monogâmicos como “positivos” porque eliminam a necessidade de mentir para o parceiro.
Os autores também afirmaram que, ”descobrimos que as duplas fazem acordos sexuais porque querem construir um forte relacionamento em vez de se protegerem do HIV”.
“Com pessoas normais, é chamado de caso extraconjugal ou traição”, de acordo com Colleen Hoff, a principal pesquisadora do Estudo de Duplas Gays, “mas com gays não tem tais conotações negativas”.
“Acordos sobre se ou não permitir sexo com parceiros de fora abrangiam muitos tipos, inclusive acordos monogâmicos ‘tradicionais’ bem como acordos que permitiam sexo com parceiros de fora”, escrevem os autores do estudo. “Para aquelas duplas que permitiam sexo com parceiros de fora, a maioria colocava regras ou condições limitando quando, onde e quantas vezes e com quem se permitia sexo com parceiros de fora”.
Os autores do estudo observam que examinar relacionamentos homossexuais é importante porque “pesquisas anteriores mostram que homens gays e bissexuais em relacionamentos se envolvem em índices significativamente mais elevados em intercurso anal desprotegido (IAD) com seus principais parceiros do que fazem homens solteiros com seus parceiros casuais”.
O intercurso anal e outras formas de conduta homossexual são associados a uma variedade de doenças e síndromes, inclusive elevados índices de doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis e hepatite, que os homossexuais sofrem em índices muitas vezes mais elevados do que a população geral. O intercurso anal está também ligado a paredes danificadas do reto e uma variedade de doenças anais e intestinais que eram outrora conhecidas na literatura científica como “síndrome intestinal gay”, até que o termo foi removido depois de pressões de ativistas homossexuais.
O jornal New York Times, escrevendo sobre o estudo em janeiro, antes de sua divulgação, comentou que o estudo tende a confirmar aqueles que têm avisado que o “casamento” homossexual levará a uma redefinição da própria instituição, destruindo seu sentido tradicional.
Comentando que “cerimônias de casamento gay são descritas por oponentes como um esforço para reescrever as normas tradicionais do matrimônio”, o Times acrescentou que “quietamente, fora dos holofotes da imprensa e dos tribunais, muitas duplas gays estão fazendo exatamente isso”, citando o Estudo de Duplas Gays. O Times também observou que os homossexuais que ele tentou entrevistar estavam preocupados com o que aconteceria ao movimento de “casamento” gay se a verdade sobre a conduta homossexual fosse conhecida.
Afirmando que “o casamento americano tradicional está em crise, e que precisamos de discernimento”, um homossexual anônimo disse ao Times que “se vão ocorrer inovações no casamento, serão lideradas por casamentos homossexuais”.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
NYT: Rampant Polygamy in Gay 'Marriage' May Benefit Institution
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020505.html
How do Homosexual Couples Compare to Heterosexual? An Analysis
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/apr/04040610.html
AIDS Rate 50 Times Higher in Homosexual Men: Center for Disease Control
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09082609.html
raduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072006.html
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Rússia dá um fim em adoções para gays e solteiros

Rússia dá um fim em adoções para gays e solteiros

Peter J. Smith
MOSCOU, Rússia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Duplas homossexuais americanas não terão permissão de adotar crianças russas sob um novo acordo sobre adoções de crianças que está sendo redigido entre a Rússia e os Estados Unidos, informa Interfax. Fontes adicionais dizem que as autoridades russas também indicaram que pais solteiros americanos não mais terão permissão também.
Alina Levitskaya, elevada funcionária do Ministério da Educação e Ciência da Rússia, disse para o serviço noticioso russo que só casais heterossexuais terão permissão de adotar crianças órfãs da Rússia
Embora uma autoridade do Departamento de Estado dos EUA tenha dito ao AOL Notícias que “indivíduos solteiros e casais casados poderão adotar se cumprirem os requisitos de ambos os países”, a agência noticiosa observa que as autoridades russas declararam de modo enfático que a lei russa define “família” como “um marido e uma esposa”.
A mais recente rodada de negociações sobre a redação do acordo começou na quarta-feira passada; representantes do Departamento de Estado dos EUA e do Ministério da Educação e Ciência da Rússia esperam ter o acordo finalizado dentro das próximas semanas. Levitskaya disse para Interfax que não espera que o acordo sobre adoções de crianças seja assinado antes de novembro ou dezembro.
Interfax também informa que Pavel Astakhov, ombudsman para assuntos de crianças, deixou claríssimo que as agências estatais de assistência social infantil que quebrarem a lei enfrentarão “responsabilidade criminal”.
O acordo sobre adoções de crianças entre os EUA e a Rússia foi exigido pela Rússia depois que uma mulher solteira do Tennessee enviou seu filho russo adotado de 7 anos de volta para a Rússia sozinho, afirmando que ele tinha problemas psicológicos e que ela não mais poderia lidar com ele. 
Torry Hansen provocou o incidente internacional quando enviou seu filho, Artyom Savelyev, num vôo para Moscou em abril, e contratou um homem para deixá-lo na entrada do Ministério da Educação e Ciência. Ela havia colocado uma etiqueta no menino, com a seguinte mensagem: “Lamento dizer que para a segurança de minha família, amigos e mim mesma… não mais desejo criar este menino. Como ele é russo, estou devolvendo-o à guarda de vocês”.
Hansen é uma enfermeira solteira de 33 anos, mas apesar disso queria ter uma família. Ela recrutou a ajuda de sua mãe, Nancy, para criar o menino, mas eventos comprovaram que nenhuma das duas estava equipada para disciplinar e criar Savelyev, e, de acordo com a Associated Press, elas esperavam que esses problemas comportamentais cada vez maiores pudessem ser curados pelo “amor”.
Depois do incidente, Sergey Lavrov, ministro das Relações Exteriores da Rússia, ordenou uma suspensão temporária nas adoções estrangeiras, chamando o ultraje de “a última gota”. A Rússia vem cada vez mais ficando preocupada com reportagens de que pelo menos doze crianças russas sofreram mortes violentas nas mãos de pais adotivos americanos, entre 60.000 crianças russas adotadas desde 1996.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072602
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