31 de julho de 2010

Divórcio se espalha por meio de redes sociais

Divórcio se espalha por meio de redes sociais

Thaddeus M. Baklinski
SANTA BARBARA, CA, EUA, 29 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um estudo publicado pela Rede de Pesquisa de Ciência Social revelou que a probabilidade de divórcio é influenciada pela rede social em que uma pessoa está envolvida.
James H. Fowler e Rose McDermott do Departamento de Ciência Política da Universidade da Califórnia, e Nicholas A. Christakis, da Universidade de Harvard, utilizaram um conjunto de dados longitudinais do famoso Estudo Framingham-Heart para explorar como as redes sociais influenciam o divórcio.
“O divórcio é a dissolução de um laço social, mas é também possível que atitudes sobre divórcio fluam de um laço social para outro”, disse o Dr. Fowler.
Os pesquisadores relatam, “Descobrimos que o divórcio pode se espalhar entre amigos, irmãos e co-trabalhadores, e há grupos de divorciados que se estendem dois graus de separação da rede”.
Embora a maioria das pessoas ache que o divórcio é um assunto entre um casal ou dentro de uma família, os pesquisadores dizem que “o divórcio tem de ser compreendido como fenômeno coletivo que se estende muito além daqueles que foram diretamente afetados”.
O relatório também declara que pais casados que têm filhos são menos influenciados por divorciados dentro de sua rede social do que casais sem filhos, e quanto mais filhos o casal tem, menor a influência.
“O que é interessante é que não constatamos que a presença de filhos influencia a probabilidade de divórcio, mas constatamos que cada filho reduz a suscetibilidade de ser influenciado por outros casais que se divorciam”, diz o relatório.
“Em geral”, conclui o relatório, “os resultados indicam que lidar com a saúde do casamento dos amigos serve para apoiar e melhorar a durabilidade do próprio relacionamento”.
O texto completo do relatório, intitulado “Breaking Up is Hard to Do, Unless Everyone Else is Doing it Too: Social Network Effects on Divorce in a Longitudinal Sample Followed for 32 Years” (É difícil separar, a menos que todas as outras pessoas estejam se separando: efeitos da rede social no divórcio numa amostra longitudinal seguida por 32 anos) está disponível aqui.
Veja artigos relacionados de LSN:
Divorce Bad for the Environment as well as Children - No Kidding
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/dec/07120504.html
Even “Good” Divorce Hard on Kids, New Study Confirms
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/nov/05110907.html
Divorce Damages Health and Remarriage Doesn't Help, New Study Finds
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09072702.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10062908
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

30 de julho de 2010

Batidas policiais na Igreja Católica da Bélgica comparadas ao castigo babilônico

Batidas policiais na Igreja Católica da Bélgica comparadas ao castigo babilônico

Hilary White
BRUXELAS, Bélgica, 28 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma batida policial, a detenção de bispos e o confisco de arquivos sobre abuso sexual perpetrado por padres podem ser vistos como uma forma de castigo por décadas de dissidência descarada das autoridades católicas na Bélgica, as quais não seguiam os ensinos católicos, disse um proeminente líder pró-vida.
A polícia de Bruxelas realizou batida nos escritórios da Arquidiocese de Bruxelas na quinta-feira, fizeram buscas na catedral e tomaram computadores e arquivos das residências do atual arcebispo de Bruxelas e do Cardeal Godfreed Daneels que se aposentou como líder da igreja na Bélgica em janeiro. A polícia disse que as batidas, conduzidas enquanto os bispos estavam em reunião no prédio, estavam ligadas às alegações de abuso sexual do clero e a longa história de acobertamentos da hierarquia belga.
O Pe. Tom Euteneuer, autor e presidente de Human Life International (HLI), disse para LifeSiteNews.com (LSN) que ele está com o papa e condena incondicionalmente as ações da polícia como “enorme violação da confidencialidade” das vítimas que haviam confiado segredos às autoridades católicas, e uma “brutal ação policial” contra a Igreja.
Contudo, ao mesmo tempo ele apontou para os anos de antagonismo público por parte da liderança católica da Bélgica ao ensino moral sexual da Igreja que forneceu ao governo fortemente secularista a desculpa necessária para o ataque.
“Como é que é possível”, o Pe. Euteneuer disse, “ver isso como qualquer coisa, a não ser retribuição pelos pecados de uma igreja que está nas quatro décadas passadas num estado de contínua dissidência pública?”
As batidas policiais foram denunciadas pelo Papa Bento 16 que condenou a “maneira surpreendente e deplorável em que foram realizadas buscas”. Tarcisio Bertone, o secretário de Estado do Vaticano, lançou um protesto formal ao embaixador belga na Santa Sé dizendo: “Não há precedentes — nem mesmo sob os velhos regimes comunistas” para tal tratamento da igreja por parte de autoridades seculares.
O Pe. Euteneuer disse que, “Deus às vezes permite que as ações dos pagãos castiguem e corrijam os abusos de Seu povo amado. Qualquer que seja a interpretação da ação agressiva da polícia, vamos só aproveitá-la como uma convocação para despertarmos e voltarmos à ortodoxia e fidelidade a Cristo”.
Na quinta-feira, a polícia invadiu a catedral de Mechelen-Brussels fazendo buscas até mesmo na cripta onde bispos do passado estão enterrados. Eles confiscaram 450 arquivos contendo relatórios de crimes sexuais cometidos pelo clero que já haviam sido apresentados a uma comissão de investigação interna da Igreja. A polícia isolou o prédio onde os bispos estavam em reunião, detendo-os por várias horas e confiscando seus celulares.
O Papa Bento 16, numa mensagem ao arcebispo recentemente nomeado de Bruxelas, Andre-Mutien Leonard, pediu que as autoridades respeitassem os direitos das vítimas, cujas declarações, dadas em confiança à comissão independente de investigação da Igreja, foram também tomadas.
Os bispos belgas responderam às batidas encerrando a comissão. Seu presidente, o psiquiatra infantil Peter Adriaenssens, disse que as autoridades belgas haviam traído a confiança de aproximadamente 500 vítimas que haviam feito queixas durante os passados dois meses. Ele culpou promotores estaduais por irem atrás de vítimas traumatizadas demais para falar com a polícia. “Fomos usados como isca”, disse ele.
O Cardeal Danneels, que há muito tem sido uma luz importante da ala “progressista” liberal-esquerdista da Igreja Católica na Europa, ficou “muito chocado” com as ações da polícia. Um porta-voz disse: “Posso lhes assegurar que o cardeal havia previsto sua aposentadoria de forma diferente”.
Danneels, por décadas uma importante voz européia de oposição ao ensino católico sobre contracepção artificial e homossexualidade, era colega íntimo e protetor do Bispo Roger Vangheluwe de Bruges. Vangheluwe se demitiu em abril depois de confessar ter tido abusado sexualmente de meninos, inclusive seu próprio sobrinho, antes e durante todo seu tempo como bispo. Depois dessas revelações a Igreja estabeleceu a comissão independente que foi imediatamente inundada com centenas de queixas de abuso sexual por parte de padres.
Há muito tempo o queridinho da mídia secular, Danneels figurou de forma proeminente num artigo publicado no mesmo dia das batidas, detalhando a oposição aos esforços dos pais para impedir um “texto de catecismo” sexualmente explícito escrito e aprovado pelas autoridades católicas belgas para uso de crianças e adolescentes.
O texto inclui o desenho de um bebê do sexo feminino nu, legendado para mostrá-la dizendo que ela estava gostando de ter atos sexuais realizados nela e de observar seus pais terem sexo. A política e escritora Alexandra Colen citou uma carta que ela havia enviado a Danneels em 1997 protestando contra o texto que ela disse, “cria pedófilos”. Ela disse que quando foi a público em sua luta contra o texto, ela recebeu o apoio de centenas de pais que revelaram práticas sexuais mais explícitas que estavam sendo ensinadas em escolas católicas na Bélgica.
No site de notícias Brussels Journal, Colen disse que em resposta aos protestos contra o texto, Danneels lançou uma campanha nos meios de comunicação difamando Colen e outros pais. Colen aponta para o relacionamento íntimo entre Danneels e Vangheluwe, que era o bispo supervisor da Universidade Católica de Leuven e do Seminário de Bruges onde o texto foi escrito e editado.
Ela escreve que, considerando as revelações acerca de Vangheluwe: “Hoje este caso, que data de 12 anos atrás, assume um significado novo e sombrio”.
Veja a Reportagem Especial de LifeSiteNews.com:
Roots of Sexual Abuse in the Church: Homosexuality, Dissent and Modernism
http://www.lifesitenews.com/ldn/2002/jun/020618a.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10062903
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29 de julho de 2010

Relatório ridicularizando dor fetal mostra chocante falta de base acadêmica

Relatório ridicularizando dor fetal mostra chocante falta de base acadêmica

Patrick B. Craine
LONDRES, Inglaterra, 29 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório foi divulgado recentemente pelo Conselho Real de Obstetras e Ginecologistas (CROG), com sede em Londres. O relatório tem a intenção de mostrar que as crianças em gestação não sentem dor antes de 24 semanas e virou manchete internacional nos últimos dias. Mas de acordo com líderes pró-vida, o estudo ignora evidências fundamentais e é pouco mais que uma tentativa de promotores do aborto de enganar o público.
A questão da dor fetal recebeu exposição significativa no começo deste ano nos EUA depois que uma lei monumental foi promulgada em abril pela assembléia legislativa de Nebraska restringindo o aborto depois de vinte semanas. A tão chamada “Lei de Proteção aos Bebês em Gestação que Podem Sentir Dor” foi uma resposta ao crescente consenso de que os bebês em gestação sentem dor nessa fase, ou até mesmo antes.
Na Inglaterra, o aborto por razões sociais é restrito depois da 24ª semana de gestação (abortos eugênicos são permitidos até o momento do nascimento), embora tenha havido debates nos últimos anos sobre reduzir esse limite em 2 ou 4 semanas. Tal medida foi apoiada pelo primeiro ministro David Cameron, que disse em abril que “Penso que o modo como a ciência médica e a tecnologia se desenvolveram nas últimas décadas significa realmente que seria prudente um limite mais elevado de 20 ou 22 semanas”. Contudo, o novo relatório do CROG está sendo agarrado pelas forças anti-vida como evidência de que não há razão “científica” para reduzir o limite do aborto.
Mas a Dra. Mary Spaulding Balch, diretora de legislação estadual para o Comitê Nacional de Direito à Vida (CNDV), diz que: “Um especialista objetivo em neurobiologia ficaria horrorizado com a chocante falta de base acadêmica do artigo do CROG”.
Ela observou que um dos autores é realmente um médico que faz abortos, enquanto que o resto deles são em grande parte promotores do aborto.
Os autores do relatório repudiam a noção de dor fetal antes das 24 semanas com base no fato de que os bebês em gestação não têm uma conexão completa de nervos com o córtex cerebral antes das 24 semanas. Mas Spaulding Balch disse que isso ignora o estudo de grande influência de 2007 da revista médica Behavioral and Brain Sciences (Ciências Comportamentais e Cerebrais) intitulado “Consciência sem um córtex cerebral”.
De acordo com esse estudo até mesmo “crianças que não têm virtualmente nada do córtex cerebral experimentam dor”, disse ela.
“Ironicamente, o artigo admite a evidência de que com 20 semanas receptores de dor estão presentes em toda a pele do bebê em gestação”, continuou ela, “que esses receptores estão ligados mediante nervos ao tálamo e a lâmina subcortal, e que essas crianças coordenaram reações aversivas a estímulos dolorosos, e experimentam mais hormônios de estresse com isso”.
Paul Tully, secretário geral da Sociedade para a Proteção das Crianças em Gestação (SPCG), com sede em Londres, observou que o limite de 24 semanas no aborto social é uma “tentativa de desviar a atenção do assunto principal” em qualquer caso.
“A afirmação do CROG sobre bebês não sentindo dor antes das 24 semanas ignora completamente a questão: Por que os médicos aborteiros ficam fazendo esse tipo de argumento quando apóiam o aborto de bebês até o momento do nascimento?”
Tully diz que a sugestão de que os médicos que realizam abortos não estão causando a dor da criança ao matá-la é simplesmente “um modo de negar que o que eles estão fazendo é maligno e eles sabem disso”.
“O CROG está tentando descobrir uma zona de comodidade para seus membros. Não está preocupado com os direitos e as vidas dos bebês assassinados”.
“O CROG sabe melhor do que a maioria das pessoas como esses bebês são maravilhosos, sensíveis, complexos e belos em toda a fase do desenvolvimento da concepção em diante”, disse ele. “A vida não começa na metade da gravidez; começa na concepção”.
Veja o relatório do CROG aqui.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Nebraska Enacts First-Ever Abortion Ban Based on Fetal Pain
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10041309.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062906.html
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28 de julho de 2010

Universidade argentina exorta governo a não legalizar “casamento” gay

Universidade argentina exorta governo a não legalizar “casamento” gay

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BUENOS AIRES, Argentina, 5 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Uma universidade argentina está exortando o Senado da nação a rejeitar o “casamento” gay.
A Universidade Austral, uma instituição educacional católica ligada à organização Opus Dei, divulgou um documento de 170 páginas sobre a questão. O documento observa que “a inadmissibilidade do casamento homossexual não é uma questão religiosa, mas em vez disso um debate público, secular e civil e é apoiado por tratados internacionais de direitos humanos, os quais só reconhecem o direito de casamento entre um homem e uma mulher”.
O documento conclui que “o projeto de lei é inconstitucional e contrário aos direitos humanos” porque mina “o direito fundamental ao casamento, à proteção integral da família e ao cuidado e promoção do interesse superior da criança”.
O documento também alerta contra a adoção homossexual. “Conforme demonstram muitos estudos científicos, o interesse superior da criança exige de forma enérgica a criação e educação das crianças com a ação conjunta de um pai e de uma mãe”, declara o documento, avisando que crianças expostas a “pais” gays provavelmente sofrerão as numerosas patologias que sofrem os homossexuais.
“Numerosos estudos psiquiátricos indicam a tendência homossexual como um distúrbio da personalidade, o qual em numerosos casos tem sido modificado por meio de tratamento, ou indicam a ligação freqüente do mesmo com várias patologias psiquiátricas”, declara o documento.
O documento foi assinado pelo reitor da universidade, bem como pelo deão da Faculdade de Ciências Biomédicas, o diretor médico do Hospital da Universidade Austral, e o deão da Faculdade de Direito.
A Argentina se tornou um campo de batalha por causa do “casamento” homossexual em meses recentes, com juízes emitindo decisões contraditórias que permitem ou proíbem a prática. Até o momento, oito duplas gays registraram seus “casamentos”, mas a legalidade máxima de tais uniões permanece em dúvida enquanto os tribunais superiores examinam os casos para decidir sua coerência com a constituição e com a lei nacional.
O Senado argentino está atualmente examinando um projeto de lei para a criação de “casamento” homossexual depois que foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Homosexual "Marriage" Bill Advances in Argentina
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10051014.html
Argentine Bishop States Gays Can Overcome Same-Sex Attraction, Leads Pro-Family March
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062103.html
Argentinean Evangelicals Protest Against Homosexual 'Marriage'
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10060110.html
Adopted Children Reject Gay Adoption as "Marriage" Legislation Advances in Argentina
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10060903.html
Battle of the Judges Continues in Argentina over Gay 'Marriage'
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10040801.html
First "Gay Marriage" Registered in Argentina
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jan/10010603.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10070509
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Contradição evangélica na política

Contradição evangélica na política

O testemunho vergonhoso de Magno Malta e Marina Silva

Julio Severo
O site do Senador Magno Malta anuncia: “Dilma e Magno Malta em defesa da vida. Em Brasília candidata petista se coloca contra o aborto”.
A linha oficial do PT é pró-aborto. O Dep. Henrique Afonso, que é pastor e contra o aborto, foi expulso do partido. Dilma nunca será expulsa, pois no PT mentir é uma virtude. Daí, em época de eleição o petista, “miraculosamente”, fala o que católicos e evangélicos querem ouvir. Depois da eleição, o petista, como todo bom socialista, volta ao vermelho, aos chifres, tridente, etc.
A primeira vez que me decepcionei com Malta foi em 2003, quando o ouvi pregar elogiando Lula durante uma hora inteira. Como é que alguém que se considera de Cristo consegue conviver tão bem com a mentira?
Na pregação, Malta disse que Lula é um homem que chora. Só Lula? Depois de ver o governo dele promovendo o aborto, o homossexualismo, educação pornográfica nas escolas e fazendo amizade com Fidel Castro, Hugo Chavez e outros inimigos de Israel, eu também estou chorando!
Se choro é motivo de pregação, Malta deveria pregar sobre o motivo por que, enquanto a liderança evangélica corrupta está se regozijando com os benefícios e privilégios que ganhou durante o governo Lula, Jesus Cristo está chorando com tudo o que Lula e seus aliados fizeram durante 8 anos.
Outro motivo de choro é Marina Silva. Ela, que vive em cima do muro em questões como aborto e homossexualismo, finalmente saiu de cima do muro… para, de acordo com notícia do Portal Terra, defender o asilo político concedido pelo governo Lula ao assassino italiano Cesare Battisti, que é antigo membro do grupo de extrema esquerda italiano Proletários Armados pelo Comunismo (PAC) e foi condenado pela participação em quatro assassinatos durante a década de 1970, na Itália.
Qualquer pessoa moralmente sã — independente de sua religiosidade — consegue ver o absurdo de se apoiar um assassino comunista. Há milhões de evangélicos e católicos perseguidos na Coréia do Norte e outros países comunistas necessitando de asilo no Brasil. Por que Marina não sai de cima do muro para condenar o governo comunista assassino da Coréia do Norte e defender asilo aos cristãos dali? Por que?.
Embora ela fale no nome de Cristo, quem governa seus valores de forma decisiva é o DNA do PT e da Teologia da Libertação. Se o aborto e o homossexualismo fossem avidamente combatidos pela Teologia da Libertação, Marina desceria de seu muro ensebado para dizer alto e bom som: “Aborto é crime! Não aceito plebiscito para discutir o direito fundamental à vida. Vida não se discute; se defende!” Ou: “Sodomia é perversão! Ponto final!” Ficar em cima do muro nessas questões? Nem pensar!
Já Magno Malta tem o DNA do oportunismo político. Dizer que Dilma Rousseff é contra o aborto é a mesma coisa que dizer que o diabo ama Jesus Cristo!
“Todavia o fundamento de Deus fica firme, tendo este selo: O Senhor conhece os que são seus, e qualquer que profere o nome de Cristo aparte-se da iniqüidade.” (2 Timóteo 2:19 ACF)

Mais mulheres dos EUA terminam idade reprodutiva sem um único filho

Mais mulheres dos EUA terminam idade reprodutiva sem um único filho

Peter J. Smith
WASHINGTON, D.C., EUA, 29 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Aproximadamente de cada cinco mulheres americanas, uma agora chega ao final da idade reprodutiva sem ter um único filho, dobrando o número de mulheres sem filhos desde a década de 1970, de acordo com um novo estudo do Centro de Pesquisas Pew.
Em 1976, de cada dez mulheres (580.000) entre as idades de 40 e 44, só uma relatava não ter filhos. A partir de 2008, aproximadamente 1.9 milhão de mulheres de idades entre 40 e 44, ou 18% das mulheres nesse grupo, relataram não ter filhos — um salto de 80% em menos de 40 anos.
Pew relata que os índices de esterilidade subiram em todas as categorias étnicas e raciais, com mulheres brancas na frente com 20%. Mas os negros e os hispânicos têm visto aumentos substanciais em mulheres chegando ao fim de sua fertilidade sem ter um único filho. O índice de mulheres sem filhos para cada um desses grupos minoritários se elevou de 13% em 1994 para 17% em 2008 — um aumento de 30% em apenas pouco mais que uma década.
Entretanto, o que diminuiu durante a década passada foi o número de mulheres solteiras sem filhos entre as idades de 40 e 44. Em 1994, 71% das mulheres solteiras nesse grupo não tinham filhos, em comparação com 56% em 2008.
Para mulheres que têm educação, o índice de ausência de filhos também aumentou de forma constante, com uma exceção: a percentagem de mulheres com diplomas avançados que também não têm filhos diminuiu de forma significativa durante a década passada. Em 1994, 30% das mulheres entre as idades de 40 e 44 anos com mestrados e 34% das mulheres com doutorados ou seus equivalentes relataram não ter nenhum filho. Mas em 2008, só 25% das mulheres nesse grupo com mestrados e 23% das mulheres com diplomas profissionais ou doutorados relataram não ter nenhum filho.
Pew relata que os especialistas dizem que alguns fatores envolvidos podem ser que o incentivo social para que as mulheres tenham filhos diminuiu, a contracepção aumentou, melhores metas de carreira fazem com que as mulheres adiem a gravidez e a sociedade não mais vê ter filhos como parte de uma vida realizada.
Em 2007, apenas 41% dos adultos responderam a uma pesquisa de opinião pública de Pew de 2007 dizendo que as crianças são muito importantes para um casamento bem-sucedido. Mas em 1990, 65% disseram que filhos eram vitais para um casamento bem-sucedido.
No entanto, Pew realmente indica que uma percentagem crescente dos americanos estão preocupados com o impacto que a sociedade sofrerá com as mulheres que não têm filhos. Embora uma pesquisa do Pew de 2009 tenha relatado que 46% dos americanos não criam que uma crescente parte das mulheres não tendo filhos faça a diferença, 38% disseram que a tendência para com a esterilidade é prejudicial para a sociedade. O número reflete aproximadamente um salto de dez pontos, pois só 29% dos americanos sustentaram essa opinião numa pesquisa do Pew de 2007.
O relatório completo pode ser visto aqui.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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27 de julho de 2010

Evangélicos da Argentina protestam contra “casamento” homossexual

Evangélicos da Argentina protestam contra “casamento” homossexual

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
BUENOS AIRES, Argentina, 1 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Evangélicos da Argentina estão unindo suas vozes à voz dos católicos argentinos em oposição ao projeto de lei que institui o “casamento” homossexual no país sul-americano.
Com o lema “Pelo casamento com pai e mãe”, duas organizações evangélicas se uniram com a meta de coletar 50.000 assinaturas contra o projeto, que já foi aprovado na Câmara dos Deputados e agora está sob consideração do senado da nação.
As duas organizações, a Aliança Cristã de Igrejas Evangélicas (ACIERA) e a Federação da Confraternidade Evangélica Pentecostal (FECEP), incluem 12.000 diferentes igrejas no país.
De acordo com o presidente da ACIERA, Rubén Proietti, o ato de protesto da organização é “para todos os cidadãos de boa vontade que defendem o matrimônio entre um homem e uma mulher, para aqueles que consideram como fundamental a garantia de uma mãe e um pai para cada filho, para aqueles que não concordam em aceitar a modificação do Código Civil”.
“A história está sendo escrita e não podemos ignorar uma mudança social tão violenta que uma minoria está tentando impor”, Proietti também declarou. “Apoiamos a ideia de um referendo”.
As organizações realizaram um comício ontem em frente do Palácio do Congresso em Buenos Aires para tornarem pública sua campanha e para mostrarem aos legisladores que eles não concordam.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Da pornografia para a mídia pró-família: A conversão de um programador de internet

Da pornografia para a mídia pró-família: A conversão de um programador de internet

Patrick B. Craine
28 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O homem que no passado tinha uma multimilionária empresa pornográfica está hoje compartilhando seu testemunho sobre como ele deixou essa indústria e achou fé em Cristo, e como ele está agora usando seus talentos para avançar a glória de Deus através de meios de comunicações cristãos favoráveis aos valores da família.
Jeff Myers, cujos sites pornográficos hospedavam milhões de imagens e milhares de horas de vídeo, compartilhou seu testemunho no Clube 700, um programa ao vivo da rede de televisão evangélica CBN. “Minha vida era um desastre. Eu era um pornógrafo alcoólatra e viciado em drogas que arruinou milhões de vidas”, ele disse para o Clube 700. “Deus pegou minha vida e a fez dar uma meia volta. Ele me ama, apesar de todas as besteiras que fiz”.
Tudo começou quando ele tinha uns 30 anos, disse ele, quando ele começou a ir a bares de strip-tease mais vezes, o que acabou levando a um divórcio. “Minha alma estava estéril; estava morta. Eu realmente não tinha nenhuma consciência”, disse ele. “Eu só pensava em mim mesmo. Eu só pensava em fazer tanto dinheiro quanto fosse possível”.
Myers disse que se envolveu pela primeira vez com pornografia depois que uma dançarina strip-tease pediu a ajuda dele para iniciar um site pornográfico. “Pensei comigo mesmo, ‘Olha, eu poderia fazer isso’, e fiz”, disse ele. “Na primeira semana fizemos $6.000 em vendas, e me viciei instantaneamente. Dentro de um ano fiz 19 sites para mim. Estávamos fazendo vendas de $30,000 a $40,000 por mês em nossos sites. Em dois anos, vendi meu programa inteiro por 2.5 milhões”.
Myers continuou produzindo pornografia por mais três anos e começou a usar êxtase. “Eu estava vivendo 150 horas por semana de felicidade fajuta induzida por drogas que é tão longe da realidade quanto se possa alcançar”, disse ele. “Eu sabia que eu estava destruindo vidas nesse ponto. De repente me veio à mente que o que eu estava fazendo era simplesmente terrível, não só para as modelos que trabalhavam para mim, mas também para as pessoas em geral. Eu sabia que algo teria de ser sacrificado, mas continuei firme no negócio, pois as drogas me mantinham feliz. Embora eu vivesse cercado de pessoas, eu estava completamente solitário. Passei muitas noites totalmente sozinho”.
Seu limite ocorreu somente há quatro anos, quando ele foi preso por fabricar e distribuir êxtase depois de dar um pouco para uma modelo pornográfica que vinha lhe pedindo para remover as fotos dela dos sites dele. “Eu peguei três pílulas, uma para cada um dos amigos dela, não sabendo que ela tinha tido uma conversa de um mês com a delegacia de polícia local sobre mim e sobre remover as fotos dela da internet”.
A casa de Myers sofreu uma batida policial; ele perdeu tudo e caiu em depressão. “Fui para o andar de cima, peguei uma garrafa de vodka e Vicodin. Tomei todos eles. Bebi um quinto da vodka e eu devia ter morrido”, disse ele. “Por qualquer que seja a razão miraculosa, despertei na manhã seguinte quando eu não deveria ter despertado. Penso que nesse ponto percebi que eu precisava de ajuda e que não conseguia sair por mim mesmo. Eu queria de forma simples e desesperada que alguém estendesse uma mão para mim, pois eu estava só”.
Ele decidiu ir a um acampamento cristão, onde ele respondeu ao apelo lá da frente e buscou o perdão de Deus. Mas, disse ele, ele ainda sentia que era um caso perdido demais para redenção. “Errei demais, e em minha mente, eu tinha ido muito longe ao fundo do abismo”, disse ele. “Embora eu soubesse que algo havia ocorrido naquele dia, eu certamente não sentia que Deus poderia me restaurar”.
Myers logo foi recebido de braços abertos na casa de um velho amigo, que então havia se tornado um pastor evangélico. “Eles me envolveram em seus braços, me amaram e cuidaram de mim além do que eu poderia possivelmente imaginar”, ele relatou. “Isso significa tudo. Essa foi a confirmação de que a graça era real”.
Por meio da leitura da Bíblia e de escutar músicas de adoração, ele rapidamente descobriu que Deus estava purificando a mente dele. “Era como se eu estivesse sendo lavado de dentro para fora”, ele disse. “Minha mente estava sendo purificada, e todas aquelas imagens estavam sumindo”.
Depois de um julgamento criminal que durou oito meses, Myers foi sentenciado a um ano de cadeia, onde ele lia a Bíblia e fazia planos para usar seus talentos de programador a serviço de Deus.
Em 2008, ele lançou www.Godbeat.tv, um site de vídeos como o Youtube, mas que tem o compromisso de respeitar os valores da família. “Em vez de distribuir sujeira, Ele me deu uma oportunidade de partilhar o amor de Deus e colocá-lo em tantos lares quanto pudermos”, disse ele. “É minha missão pessoal de redenção. O que quero dizer é: ‘Deus, tu me deste esses talentos. Vou usá-los para a tua glória, em vez de tua destruição’”.
“A cada dia Ele está removendo um pouco das besteiras que andei fazendo”, diz Myers. “Sei que nunca serei perfeito, mas Ele pegou o que Satanás pretendia usar para o mal e o transformou em algo maravilhoso. Simplesmente, mais uma prova da maravilhosa graça de Deus. As coisas que Ele pode fazer e a restauração que Ele pode fazer deixam a minha mente em estado de tranquilidade”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062907.html
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26 de julho de 2010

“Irmã” Dilma Rousseff prega para evangélicos

“Irmã” Dilma Rousseff prega para evangélicos

Multidão de evangélicos vai a evento sem saber para onde estava indo

Julio Severo
Em época de eleição, vale tudo. Vale se fazer de diabo nos lugares infernais — o que é moleza para muitos. E vale se fazer de anjo nas igrejas — o que é muito difícil para os políticos infernais, mas nada que uma boa maquiagem e encenação teatral não ajudem. De olho nos 34 milhões de votos evangélicos, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, esteve numa grande igreja Assembleia de Deus e firmou compromisso de não propor temas como o aborto e a união homossexual, considerados polêmicos pelos evangélicos, se chegar à presidência.
Lula fez a mesmíssima promessa em 2002. E agora?
Agora a missão do Bispo Manoel Ferreira, líder supremo da segunda maior denominação assembleiana do Brasil, é tentar aglutinar e unir o maior número possível de igrejas evangélicas.
Uma multidão de 2.000 homens, mulheres e crianças de denominações como a Assembleia de Deus, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Universal do Reino de Deus e de outras 13 igrejas evangélicas se reuniram, em Brasília, para encontro promovido pelo Bispo Manoel Ferreira, Bispo Robson Rodovalho e Senador Marcelo Crivella.
Pastores regionais da Assembleia de Deus da Madureira fizeram presença no encontro, movidos pela truculência denominacional de Ferreira, que cuspiria fogo e enxofre se eles faltassem.
Com exceção dos pastores e bispos, que conheciam de antemão a finalidade do evento, o público evangélico foi levado, de Bíblia na mão, de ônibus fretado grátis, de diversas regiões ao redor de Brasília, sem saber exatamente o que era o encontro. De acordo com testemunho pessoal fornecido ao Blog Julio Severo, eles achavam que ouviriam um grande pregador.
Entretanto, em vez de pregador, eles acabaram ouvindo a “pregação” da Dilma, que estava com o deputado Benedito Domingos (PP), citado do escândalo do mensalão do Distrito Federal. O evento ocorreu no principal templo da Assembleia de Deus de Brasília, na Asa Sul, no sábado passado.
Ali, Bispo Manoel Ferreira e Bispo Robson Rodovalho anunciaram oficialmente seu apoio a Dilma, porque ela se comprometeu a recuar em alguns pontos do PNDH-3.
O público estava desconfiado e apático, mas Ferreira assegurou que Dilma é digna do voto evangélico, alegando que ela havia sido uma das responsáveis pela mudança em 2003 no artigo do Código Civil que colocava em risco as igrejas.

Contudo, a memória de Ferreira parece andar fraca. Em 2003 Dilma era apenas a ministra de Minas e Energia e não tinha nada a ver com o Código Civil. Quem fez a mudança foi a Bancada Evangélica.
No evento realizado no templo da Assembleia de Deus, Dilma citou o capítulo da Bíblia que trata do milagre da multiplicação dos pães. Ela disse que quer fazer pelo Brasil a mesma coisa que Jesus Cristo fez. “Quero uma sociedade em que o princípio da distribuição e multiplicação seja base no sentido mais profundo. Eu sou a favor da vida”, pregou ela.
Mesmo sendo a favor do aborto e do homossexualismo, ela se considera a favor da vida e da família. Como se isso não fosse absurdo suficiente, Lula declarou recentemente que Dilma é igual a Jesus Cristo. Tomando literalmente essas palavras elogiosas de Lula, no evento assembleiano Dilma também citou João 10:10, que diz que Jesus Cristo veio que todos tenham vida e vida em abundância.
Como agora ela é igual a Jesus, se ganhar para presidente ela espera imitar o Mestre e “dar vida e vida em abundância”? Para alguém que fazia parte de um grupo terrorista comunista que matava, roubava e torturava, Dilma pensa que abundância de propaganda enganosa joga para debaixo do tapete seu passado sombrio e criminoso.
Ela terminou sua pregação citando Salomão. Depois disse “Paz seja convosco”, acenou, sorriu e saiu.



Apesar de tudo, Deus usou um homem. O técnico em eletrônica Silvio Moreira Santos, 35, levou uma faixa onde estava escrito “Apoiar a Dilma é negar a Bíblia”. Ele gritou na chegada de Dilma: “Essa senhora apoia o aborto e o casamento gay. Somos contra. Essa mulher não pode ganhar”.
Mas entre os grandes, em vez de voz profética, havia apenas bajulação. Benedito Domingos, que é candidato à reeleição para a Câmara Legislativa, elogiou a pregação de Dilma. “Ela foi bem instruída. Quando disse que defende a vida, está querendo dizer que é contra o aborto. Quando a candidata falou que valoriza a família, eu entendo que ela não deve ser a favor do casamento homossexual”, analisou ele.
Agora que Manoel Ferreira, Robson Rodovalho e Marcelo Crivella deram aprovação, vocês já podem convidar a “irmã” Dilma para pregar em suas igrejas. Não a recebam como pastora, bispa ou apóstola. De acordo com Lula, ela é igual a Jesus Cristo. Por isso, diante dela agora prostram-se tantos pastores, bispos e apóstolos evangélicos.
Com informações de diversas fontes de notícias.

Senhor presidente, com tantas crises ocorrendo, onde está a convocação para oração?

Senhor presidente, com tantas crises ocorrendo, onde está a convocação para oração?

Editorial de John-Henry Westen
28 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Pareceria que com a crise devastadora, mas ainda sem solução, do vazamento de petróleo no Golfo, a real possibilidade de derrota ocidental no Afeganistão, a situação explosiva no Oriente Médio e a crise econômica mundial, o presidente dos Estados Unidos convocaria os americanos para orações especiais em favor da proteção dos EUA e paz e estabilidade para o mundo. Até agora, diferente de muitos dos presidentes anteriores, e principalmente diferente de seu antecessor passado, o presidente Obama não indicou que ele vê algum valor em recorrer a Deus em busca de ajuda especial com relação a esses perigos.
Mas precisamos nos lembrar de que o atual presidente disse em abril de 2009 que “nós não nos consideramos uma nação cristã”, apesar da esmagadora herança cristã da nação e do fato de que 62% dos americanos ainda consideram os EUA uma nação cristã.
O ex-presidente George W. Bush, apesar de suas falhas, convocou os EUA à oração depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, durante as conseqüências da devastação do Furacão Katrina, depois da explosão do ônibus espacial Colúmbia e em muitas outras ocasiões. Essas convocações de emergência para a oração estavam além do anual “Dia Nacional de Oração”, oficialmente instituído em 1952. Mas mesmo nesse dia o presidente Bush sobrepujou seu sucessor.
Durante os anos de Bush, além da proclamação anual do Dia Nacional de Oração, Bush matinha orações na Casa Branca, no Salão Oriental. Obama cancelou as orações do Salão Oriental da Casa Branca, assim como fez o presidente democrático Bill Clinton antes dele.
Shirley Dobson, a estimada diretora do grupo de trabalho do Dia Nacional de Oração respondeu ao desprezo de Obama dizendo: “Estamos desapontados com a falta de participação do governo de Obama. Neste momento da história do nosso país, tínhamos a esperança de que o presidente reconheceria mais plenamente a importância da oração”.
Contudo, o presidente Obama instituiu uma cerimônia diferente no Salão Oriental da Casa Branca. Ele convidou os líderes dos grupos homossexuais de pressão política para celebrarem o “nascimento” do movimento homossexual.
É também importante notar que os tribunais, compostos por juízes que não foram eleitos pelo povo, estão também tentando impedir convocações presidenciais à oração. Numa decisão de abril de 2010 a juíza regional Barbara B. Crabb declarou inconstitucional o Dia Nacional de Oração.
Os Estados Unidos estão aparentemente sendo obrigados a ficar de joelhos pela crescente série de eventos sinistros que estão colocando em perigo sua segurança e estabilidade. Muitos estão começando a sentir que há uma mensagem óbvia nessas calamidades — ou os EUA voltam a honrar os caminhos de Deus e recorrem à intercessão, como sempre foi feito no passado, ou esses perigos continuarão a aumentar e tragar a nação — não importa que enfrentemos as crises com grandes recursos humanos.
O presidente Bush e muitos presidentes compreendiam a obrigação em certas ocasiões de exortar a nação inteira a orações urgentes e especiais. Agora a pergunta é: será que o presidente Obama e muitos dos líderes religiosos dos EUA também virão a entender e agir suficientemente de acordo com essa obrigação, a tempo de impedir uma catástrofe? Precisamos orar para que eles entendam.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062808.html
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