31 de maio de 2010

O mundo ao nosso redor está ficando perigoso: pregador é preso na Inglaterra

O mundo ao nosso redor está ficando perigoso: pregador é preso na Inglaterra

Dr. Albert Mohler
Estamos testemunhando a redução forçada da livre expressão cristã e a criminalização do ministério cristão. A Bíblia condena claramente as condutas homossexuais, e a igreja cristã tem sido clara sobre esse ensino durante vinte séculos. Mas agora, a declaração de que a homossexualidade é pecado pode fazer um pregador parar na cadeia
6 de maio de 2010 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Temos visto essa situação se aproximando agora por algum tempo. Os espaços públicos estão se fechando, principalmente no que se refere à liberdade de os cristãos se expressarem — e principalmente quando a expressão é sobre a homossexualidade.
Agora, um pregador cristão foi preso na Inglaterra pelo crime de dizer em público que a homossexualidade é pecado. Essa prisão é mais do que um acontecimento de noticiário — é um sinal de coisas que estão para acontecer e o anúncio de uma nova realidade pública. Ainda que todas as acusações contra esse pregador sejam suspensas, o sinal foi enviado e a mensagem é clara. O ato da pregação cristã é agora um potencial delito criminal.
A pregação de rua tem uma história longa e muito reconhecida na Grã-Bretanha. Aliás, pregadores de todas as espécies mal estão sozinhos na permanente tradição inglesa de retórica pública, vista por excelência no “Speakers’ Corner” (Canto dos Oradores) do famoso Parque Hyde de Londres. Dale McAlpine, de Wokington na Cumbria, vinha pregando nas ruas durante anos. O pregador de 42 anos, que é batista, foi preso depois de dizer a uma pessoa que estava passando que a homossexualidade é pecado.
De acordo com o jornal The Telegraph, de Londres, McAlpine vinha pregando de cima de uma escadinha. Ele também estava distribuindo folhetos explicando os Dez Mandamentos. Mais tarde, ele se envolveu numa discussão com uma mulher que queria “envolvê-lo num debate acerca da fé dele”.
Da reportagem do The Telegraph:
Durante a conversação, ele diz que pacificamente incluiu a homossexualidade entre vários pecados mencionados em 1 Coríntios, inclusive blasfêmia, fornicação, adultério e alcoolismo. Depois que a mulher se afastou, ela foi abordada por um APAC [agente da polícia de apoio à comunidade] que falou com ela brevemente e então andou até o Sr. McAlpine e lhe disse que uma queixa havia sido feita, e que ele poderia ser preso por usar linguagem racista ou homofóbica. O pregador de rua disse que ele declarou para o APAC: “Não sou homofóbico, mas às vezes realmente digo que a Bíblia diz que a homossexualidade é um crime contra o Criador”.
O agente da polícia, identificado na reportagem como homossexual e como “agente de relações para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros” para a delegacia de polícia local, então se identificou para Dale McAlpine. O pregador respondeu: “É ainda pecado”.
Ele então pregou um sermão sobre uma variedade de questões que não incluía a homossexualidade. O jornal noticiou: “Três agentes policiais uniformizados chegaram durante o discurso, prenderam o Sr. McAlpine e o colocaram na parte de trás de um camburão”.
Ele foi preso sob a “Lei de Ordem Pública” da Inglaterra, que, noticiou o jornal, “tem sido usada para prender pessoas religiosas em muitos casos semelhantes”. A lei permite a prisão e acusação legal de qualquer pessoa que, com intento de incomodar ou provocar danos, usa “conduta ou palavras ameaçadoras, abusivas ou insultantes”.
Nesse caso, o simples ato de declarar em público que a homossexualidade é pecado foi o suficiente para levar esse pregador à prisão. Ele não é o primeiro. The Telegraph também noticiou que Harry Hammond, um pregador leigo, foi condenado em 2002 por segurar uma placa que dizia “Detenham a Homossexualidade. Detenham o Lesbianismo. Jesus é Senhor” enquanto pregava em Bournemouth, perto de Southampton.
A prisão de Dale McAlpine está atraindo algum grau de atenção dos meios de comunicação internacionais, mas o caso representa bem mais do que um espetáculo da mídia. Essa prisão é um sinal claro de que a lógica das leis contra “discursos de ódio” e regulamentos semelhantes, inclusive em universidades, entra em colisão direta com a liberdade religiosa e a liberdade de expressão religiosa.
A reportagem do The Telegraph inclui a explicação irônica e assustadora de que Dale McAlpine foi preso por dizer que a homossexualidade é pecado e por fazer isso “numa voz alta o suficiente para ser ouvida por outros”. O propósito de todos os oradores não é serem ouvidos por outros? Será que temos de presumir que a polícia britânica deveria sugerir para Dale McAlpine que permanecesse firme em suas convicções, mas as cochichasse apenas para si?
Ele está sendo defendido no tribunal pelo Instituto Cristão, uma organização que monitora tais casos e oferece assessoria jurídica. Sam Webster, advogado do Instituto, disse: “Sim, a polícia tem o dever de manter a ordem pública, mas eles também têm o dever de defender a legítima livre expressão dos cidadãos. Não cabe à polícia decidir se as opiniões de McAlpine estão certas ou errada”. Ele continuou: “A jurisprudência decidiu que a convicção cristã ortodoxa de que a conduta homossexual é pecado é uma convicção digna de respeito numa sociedade democrática”.
Isso não poderá ser verdade por muito tempo, e não poderá ajudar Dale McAlpine agora. Tanto o Partido Trabalhista quanto o Partido Liberal Democrático estão fazendo pressões para que seja revogada linguagem legal que ofereça proteção para discursos religiosos. O Partido Conservador tem de forma geral se oposto a tais medidas. Será que os cristãos britânicos terão isso em mente quando votarem na quinta-feira na eleição geral da Inglaterra?
Estamos testemunhando a redução forçada da livre expressão cristã e a criminalização do ministério cristão. A Bíblia condena claramente as condutas homossexuais, e a igreja cristã tem sido clara sobre esse ensino durante vinte séculos. Mas agora, a declaração de que a homossexualidade é pecado pode fazer um pregador parar na cadeia
Logo saberemos quais nações realmente crêem na liberdade religiosa e na liberdade de expressão. Casos como esse são inevitáveis quando prevalece a lógica do discurso do ódio e de direitos especiais para “minorias sexuais”.
Não pense por um instante que esse acontecimento preocupante é de consequência apenas para pregadores de rua na Inglaterra. O sinal enviado por esse tipo de prisão alcança todas as igrejas em todas as nações em que lógica semelhante ganha o controle.
Sim, logo saberemos quais nações honram a liberdade religiosa — mas também saberemos quais pregadores estão determinados a honrar a verdade de Deus, qualquer que seja o preço. O mandamento de Paulo para os pregadores de pregar a Palavra, “em tempo e fora de tempo” é sobre mais do que quando a pregação é mais ou menos popular. Pode bem significar pregar a Palavra, na cadeia ou fora da cadeia.
Apenas pergunte para Dale McAlpine.
Publicado com a permissão de www.albertmohler.com
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050603.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

30 de maio de 2010

Hospital de Nova Iorque pede desculpas para enfermeiras punidas por recusarem facilitar aborto

Hospital de Nova Iorque pede desculpas para enfermeiras punidas por recusarem facilitar aborto

Política de consciência do hospital ainda ilegal?

Kathleen Gilbert
NOVA IORQUE, EUA, 29 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O presidente de um hospital de Nova Iorque reverteu punição contra oito enfermeiras que se recusaram a participar de um aborto, e divulgou um pedido de desculpas para algumas delas, noticiou o jornal Newsday na quinta-feira. Contudo, permanece a dúvida se o hospital teria persistido na coerção das enfermeiras, em conflito com a lei federal e a lei de Nova Iorque, se o caso da paciente tivesse sido acuradamente avaliado como uma “situação de emergência”.
“Erramos em nossas ações com as funcionárias, temos pedido desculpas para várias enfermeiras e faremos isso com as outras também. Elas não fizeram nada de errado”, disse Arthur Gianelli, presidente do Centro Médico da Universidade de Nassau (CMUN) na terça-feira.
Gianelli disse que as enfermeiras escaparam de punições porque a paciente não estava realmente numa situação de risco de vida, apesar do fato de que o diretor da enfermaria perinatal tivesse originalmente crido que ela estava. O hospital está elaborando uma nova política que, nas palavras de Newsday, “defina com mais clareza quando um funcionário de saúde pode recusar tomar parte num procedimento não emergencial. Diz também que o médico atendente deve declarar e documentar uma emergência médica”.
A atual política do hospital sobre o direito de os funcionários recusarem realizar ou ajudar em certos serviços de saúde declara que, “Funcionários da NuHealth têm o direito de não realizar ou ajudar em serviços de saúde que sejam contrários à sua consciência e convicções religiosas”.
Entretanto, declara também numa seção intitulada “exceções”, que, “as cláusulas precedentes não se aplicam durante uma emergência médica”. Diz também: “Se não é possível de forma lógica acomodar a consciência ou convicções religiosas de um indivíduo, o NHCC poderá excluir indivíduos que têm objeção aos serviços de saúde de empregos em posições pelas quais a realização de tais serviços é uma responsabilidade necessária e substancial”.
O CMUN confirmou para LifeSiteNews.com (LSN) a exatidão do relatório de Newsday, mas não quis comentar quando lhes perguntaram sobre sua política ou se eles obrigariam funcionários médicos a participar de abortos em “situações de emergência”.
Contudo, Matt Bowman, do Fundo de Defesa Aliança, apontou para o fato de que a lei de Nova Iorque e a lei federal “declaram como ilegal um hospital regulamentado forçar funcionários em quaisquer circunstâncias a participar de abortos com os quais eles não concordam. Não há exceções que permitam que o hospital às vezes force profissionais pró-vida de saúde quando quer, tal como se o médico aborteiro acha que o aborto é necessário”.
“Os motivos por que essas leis não permitem coerção às vezes contra funcionários pró-vida é porque os médicos aborteiros crêem que todos os abortos são medicamente necessários”, Bowman disse para LSN num email.
“O próprio aborto era ilegal logo antes que essas leis fossem aprovadas — é detestável para a liberdade religiosa americana achar que funcionários pró-vida podem às vezes ser forçados a ajudar em abortos”, continuou ele. “Até mesmo em gravidezes de elevado risco, onde o parto é necessário, matar diretamente a criança jamais é necessário, e funcionários pró-vida de saúde estão sempre dispostos a ajudar a tentar salvar tanto a mãe quanto a criança. Não há motivo médico ou legal que permita que hospitais forcem alguém a ajudar a matar uma criança”.
Embora evitando fazer comentários específicos sobre a política de Nassau, Bowman comentou que, diferente da política, “As leis que citei não têm exceções”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050503.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Polêmica sobre poligamia apresenta dilema para França pós-cristã

Polêmica sobre poligamia apresenta dilema para França pós-cristã

Hilary White
NANTES, França, 4 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quando uma mulher muçulmana foi multada no mês passado em Nantes, França, por dirigir vestida com a face totalmente coberta por um véu, a questão da poligamia entrou no centro da atenção do público quando foi revelado que o marido dela tinha três outras “esposas”.
O incidente reabriu o debate na França sobre o dilema defrontado pelos governos europeus: Por um lado, populações naturais idosas e índices de natalidade abaixo da substituição e, por outro, crescentes populações de imigrantes muçulmanos com costumes incompatíveis com as leis existentes.
Objeções à sua alegada poligamia foram respondidas pelo marido da mulher, Lies Hebbadj, um muçulmano que nasceu na Argélia, que apontou para o fato de que, de acordo com os modernos costumes franceses, ele não tem quatro esposas, mas uma esposa e quatro amantes, mais 12 filhos entre elas.
“Se dá para tirar a nacionalidade francesa de um homem por ter amantes, então muitos franceses poderiam perder a deles”, o Sr. Hebbadj, um açougueiro halal, disse depois de consultar seu assessor jurídico. “Até onde sei, nem a França nem o islamismo proíbe amantes”.
Hebbadj se tornou cidadão francês naturalizado depois que se casou com Anne, sua esposa francesa. Mas o ministro do Interior da França, Brice Hortefeux, disse que a cidadania de Hebbadj poderá ser revogada se for constatado que ele está praticando a poligamia. Autoridades estão investigando se ele está legalmente casado com as outras mulheres em cerimônias civis, e se ele estava lucrando com os benefícios de assistência social para mães solteiras que as outras mulheres podem estar recebendo de forma fraudulenta.
O incidente provocou uma pequena tempestade de controvérsia, com políticos acusando uns aos outros de tentar fazer ganhos políticos em seu rastro.
Nicolas Sarkozy, presidente da França, recuou em sua tentativa de proibir o uso público dos véus faciais islâmicos, tais como os burqas ou niqabs, vistos como expressão de uma interpretação radical do islamismo e um símbolo de rejeição dos comportamentos predominantes da sociedade francesa. Mas alguns ativistas disseram que a questão da poligamia é mais séria, citando a necessidade de proteger as mulheres de exploração. A Associated Press citou Jean-Marie Ballo, da entidade Nouveaux Pas, que ajuda as mulheres a escapar de situações de poligamia. Ballo, que é filho de pai polígamo, disse que os homens islâmicos praticam a poligamia a fim de receber renda dos benefícios que suas esposas recebem do Estado.
“Eles praticam a poligamia só por isso”, disse ele. “Eu chegaria ao ponto de dizer que os polígamos aqui (na França) estão procriando para fazer dinheiro”. Ballo é filho de imigrantes de Mali e seu pai e avô eram polígamos. Ele disse para a AP que sua entidade ajuda mulheres e crianças a acharem moradia, benefícios e empregos sem seus “maridos” polígamos, um processo conhecido na França como “descoabitar”. Ele disse que sua entidade ajudou 26 mulheres e 145 crianças.
Ballo disse que a poligamia e a criação de filhos em situações comunais não são compatíveis com a sociedade “ocidental”. “A poligamia não é de forma alguma adaptada ao contexto de vida no Ocidente”, disse Ballo. “Há conflitos, condições higiênicas catastróficas. As crianças têm um baixo desempenho na escola, pois não há lugar para estudar”.
Com cinco milhões de muçulmanos, a França tem a maior população muçulmana européia, a maioria dos quais são imigrantes de países africanos. A Comissão Consultiva Nacional de Direitos Humanos relatou em 2006 que pelo menos 180.000 pessoas, inclusive crianças, estão vivendo em situações polígamas na França, apesar de que as leis francesas proibiram especificamente a prática em 1993.
Embora o presidente Sarkozy tenha dito que quer fazer a França voltar a seus “valores básicos” do passado, o país adotou completamente a revolução sexual e social pós década de 1960 que frisa “pluralismo” e “diversidade” moral acima de valores morais uniformes, deixando os líderes num estado de incerteza ao tentarem lidar com o colapso social e os confrontos culturais.
A França está entre os 20 países do mundo que mais praticam o divórcio, com 38,3 por cento de todos os casamentos terminando em separações, de acordo com a entidade Americans for Divorce Reform.
Escrevendo no blog religioso da Reuters, Tom Heneghan, editor religioso da Reuters, apontou para o fato de que ter amantes na França se tornou tão aberto que poucos ficaram chocados em 1996 quando a amante de longa data do ex-presidente François Mitterrand, e a filha da amante, caminharam publicamente na procissão funeral dele.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050401.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

29 de maio de 2010

Pregador católico diz: “Socialismo não está em conformidade com o que a Bíblia ensina”

Pregador católico diz: “Socialismo não está em conformidade com o que a Bíblia ensina”

Patrick Novecosky
ST. LOUIS, EUA, 4 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Falando a uma multidão de mais de 7.000 fiéis durante um intenso dia inteiro em St. Louis no sábado, o renomado pregador católico Pe. John Corapi avisou: “Acabaram-se os dias de ficar sentado em cima do muro; os dias para ser católico morno estão rapidamente chegando ao fim”.
Num discurso abrangente, patrocinado pela organização internacional de homens de negócios católicos Legatus, Corapi repreendeu os cristãos por cometerem erros e perderem a cultura para elementos “neo-pagãos”.
“O desenrolar do Cristianismo levou ao desenrolar do mundo”, ele explicou. “Estamos em guerra [pelas almas]. Por isso, não temos o luxo de sentar em nossos traseiros complacentes”.
Exortando a audiência a examinar o atual clima político, ele disse que “o socialismo não está em conformidade com o que a Bíblia ensina. O socialismo não dá lucro aos pobres, mas só traz pobreza e miséria. O socialismo é a tomada de poder. Só derruba todos ao denominador comum mais baixo”.
Em seu segmento final, o Pe. Corapi disse que em todos os seus anos como padre, ele nunca viu tanto medo nas pessoas. “Há muita ansiedade, falta de confiança no governo e nas autoridades eleitas e nomeadas. Há uma crise de confiança”, disse ele. Então fazendo citações dos Evangelhos de Marcos e Lucas, ele aconselhou “o medo é inútil; o que é necessário é confiança”.
A biografia do Pe. Corapi em seu site declara que suas experiências de vida foram “de um menino de cidade pequena ao Exército dos EUA na era do Vietnã, de um bem-sucedido homem de negócios em Las Vegas e Hollywood a viciado em drogas e morador de rua, à vida religiosa e ordenação ao sacerdócio pelo Papa João Paulo 2, a uma vida de pregador do Evangelho que está alcançando milhões”. Corapi regularmente aparece na rede de televisão EWTN.
Patrick Novecosky é o editor da revista Legatus.
Essa é uma versão condensada e editada de um artigo mais longo de Patrick Novecosky sobre a palestra do Pe. Corapi  St. Louis.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050414.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

28 de maio de 2010

Excesso de TV para crianças de 2 anos e meio é perigoso

Excesso de TV para crianças de 2 anos e meio é perigoso

MONTREAL, Canadá, 3 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Crianças expostas a muita televisão aos 2 anos e meio de idade parecem ter mais problemas na escola e condutas prejudiciais à saúde no quarto grau, de acordo com um relatório da edição de maio da revista Arquivos de Pediatria & Medicina Adolescente, uma das revistas da JAMA/Archives.
A Dra. Linda S. Pagani, da Universidade de Montreal, Canadá, e colegas estudaram 1.314 crianças dessa faixa etária cujos pais registraram suas horas semanais de exposição à televisão.
Os pesquisadores avaliaram registros feitos por pais e professores acerca das condutas acadêmicas, psicossociais e de saúde das crianças bem como seu índice de massa corporal (IMC) no quarto grau.
Cada hora adicional de televisão antes de 3 anos correspondeu a uma diminuição de 7 por cento de unidade no envolvimento em sala de aula, uma diminuição de 6 por cento de unidade no desempenho de matemática, um aumento de 10 por cento de unidade na vitimização de colegas de classe, uma diminuição de 13 por cento de unidade em tempo gasto fazendo atividade física no fim de semana, uma diminuição de 9 por cento de unidade em atividades envolvendo esforço físico, 9 por cento de pontuação alta para consumo de refrigerantes e 10 de pontuação alta para consumo de lanchinhos, bem como um aumento de unidade de 5 por cento em IMC.
“Os riscos de longo prazo associados com níveis mais elevados de exposição precoce podem traçar trajetos para com disposições prejudiciais à saúde na adolescência”, concluem os autores. “Uma compreensão em nível de população de tais riscos permanece essencial para promover o desenvolvimento infantil”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050315.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

27 de maio de 2010

Associação de Terapeutas da Califórnia é pressionada a expulsar membros que tratam homossexualidade indesejada

Associação de Terapeutas da Califórnia é pressionada a expulsar membros que tratam homossexualidade indesejada

Kathleen Gilbert
SAN DIEGO, Califórnia, EUA, 3 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Terapeutas pró-família da Califórnia estão se esforçando para persuadir a maior associação de terapeutas do estado a permanecer firme contra as exigências de suprimir ou expulsar membros que buscam ajudar clientes com atração indesejada de mesmo sexo.
LifeSiteNews.com (LSN) noticiou em março que a Associação de Terapeutas de Casamento e Família da Califórnia (ATCFC) já se submeteu às exigências do movimento de militância gay para se retratar de artigos na revista da organização que apoiavam as perspectivas tradicionais sobre casamento e sexualidade, pedir desculpas por elas e condená-las como “homofóbicas”, e apresentar documentos legais se opondo à proibição de “casamento” gay da Califórnia.
Declarando que havia sido neutral em questões políticas desde o seu começo, a ATCFC havia até expressado choque com as “táticas intimidatórias” dos grupos gays de pressão política, antes de se submeter aos militantes. A submissão tem sido tão completa que a mais recente conferência anual da ATCFC em abril foi em grande parte dominada por seminários que celebravam a homossexualidade.
A organização está agora sob pressão para proibir totalmente a prática da terapia reparativa para clientes com atração indesejada de mesmo sexo, e expulsar quaisquer terapeutas que pratiquem tal terapia. A filial local da ATCFC em East Bay já divulgou uma declaração que afirma claramente que a terapia reparativa não apresenta nenhum “benefício permanente” e só causa “danos”, e está pressionando a organização estadual a adotar posição semelhante.
Numa carta apresentada ao diretor executivo e ao conselho administrativo da ATCFC no mês passado, 40 terapeutas pró-família da entidade Terapeutas que Adotam a Liberdade Religiosa (TALR) expressaram preocupação que sua liberdade religiosa está sendo colocada em perigo pelas recentes ações da organização. Ao se submeter às exigências dos grupos gays de pressão política, disse a entidade, “a liderança da ATCFC chegou perigosamente perto de marginalizar os terapeutas e clientes que são de meios religiosos tradicionais”.
Além disso, a entidade apontou para o fato de que a condenação generalizada que a ATCFC de East Bay fez da terapia reparativa foi “muito tendenciosa e incompleta”. “Embora focalizando na descoberta da APA de que alguns clientes acham as terapias prejudiciais, não se faz nenhuma menção do fato de que a APA também relatou que alguns clientes acham essas terapias úteis”, comentaram eles. Na sua página de Facebook, TALR indicou www.mychoicemytherapy.com, um site recentemente publicado por clientes da terapia reparativa que dão testemunho de sua eficácia.
Os terapeutas pediram à ATCFC que divulgue orientação para proteger a liberdade religiosa quando os valores dos clientes e pacientes entrarem em conflito, e publique um artigo sobre o problema de discriminação religiosa e um sobre o benefício da terapia reparativa, entre outros pedidos.
“Se o diálogo não for mais possível na revista The Therapist, e se o diálogo não for mais possível na lista de correspondência moderada da ATCFC”, disse a entidade, “estamos assustados que diálogo honesto e justo será suprimido da organização como um todo.
“Se as pessoas religiosas estão sendo censuradas e/ou injustamente atacadas quando se expressam em público sobre essas questões, nos encolhemos de medo só de pensar o que poderia estar ocorrendo por trás de portas fechadas em todo este estado”.
Um estagiário da ATCFC e co-fundador da TALR disse que a entidade apresentou à liderança da ATCFC testemunho profissional da eficácia da terapia reparativa, bem como cartas de clientes que haviam se beneficiado de tal terapia, na mesma época da carta deles. O estagiário disse para LifeSiteNews.com (LSN) que o conselho administrativo está “sendo muito misterioso” em sua resposta até agora.
A entidade confrontou a ATCFC em sua decisão de permitir que a terapeuta Lisa Maurel, que pediu para que os profissionais da terapia reparativa fossem expulsos da associação, falasse na conferência da ATCFC com foco na “diversidade” LBGT. A diretora executiva Mary Riemersma respondeu que, nas palavras do estagiário da TALR, “só porque alguém é uma apresentadora, isso não significa que nós na ATCFC concordamos com tudo o que ela diz”. Até o momento da publicação desta matéria, Riemersma não respondeu ao pedido de LSN por comentários.
O estagiário disse que a resposta da liderança foi hipócrita.
“Parece realmente incoerente dizer: estamos convidando alguém para ser apresentadora em nossa conferência anual, e o que ela diz não precisa ser factual ou acurado, mas nós eliminamos oito artigos de nossa revista porque não eram acurados e não eram factuais”, disse ela. “Não estamos engolindo essa resposta”.
A TALR espera que a ATCFC se decida numa posição com relação à terapia reparativa em sua reunião de diretoria de 12 de junho. Enquanto isso, terapeutas pró-família estão sofrendo pressões de membros homossexualistas da CAMFT que ficaram sabendo da carta da TERF.
“O outro lado está fazendo pressão, eles descobriram sobre nossa carta”, disse o estagiário. “Nesse ponto a ATCFC está sendo pressionada de ambos os lados, e só será uma questão de… quem é o mais convincente, ou quem é o mais estridente”.
O Dr. Jerry Harris, profissional particular de terapia de casamento e família há 30 anos, foi o autor de um artigo retirado da The Therapist que discutia a importância da terapia reparativa para indivíduos com atração de mesmo sexo.
“Há pessoas, quer sejam homens ou mulheres, que têm sentimentos, sentimentos de mesmo sexo, e elas não gostam desses sentimentos”, Harris disse para LifeSiteNews.com numa entrevista por telefone. “Nem todo mundo quer esses sentimentos, nem todos querem estar no estilo de vida gay… e essas pessoas deveriam ter a opção de ter alguma terapia para ajudar a resolver esses sentimentos”.
A prática de rotular profissionais de tal terapia como “homofóbicos”, ele disse, “não ajuda”. “Não creio que sou homofóbico — mas quando alguém que me rotula como isso, isso de certo modo acaba com o debate”, disse ele, “porque eles não querem se envolver no modo como me sinto, ou como creio, e por que sinto ou creio, eles só querem me descartar”.
Harris disse que sentia que as pressões dos grupos homossexuais estavam violando a integridade do campo psicoterapêutico. “É uma coisa extremamente política em que a ATCFC está entrando”, ele disse. “Não temos pesquisas suficientes em ambos os lados da estória”
Mas o nível de intimidação usado pelos grupos homossexuais de pressão política para avançar a agenda, indicou Harris, ameaçou sufocar todo diálogo na questão.
“Não tenho ouvido de conselheiros religiosos escrevendo aos gays e lhes dizendo como eles são terríveis, mas em boa parte do tempo é exatamente o contrário”, disse ele. “E as pessoas estão ficando muito intimidadas por aí. É por isso que é difícil atrair as pessoas para o nosso lado do argumento, se quiser, para se aproximar. Elas estão com medo de incômodo, de serem rotuladas como ou homofóbicas ou injustas ou incompetentes… ou [medo] de enviarem um cliente teste para ver o que você vai dizer. Há todos esses tipos de temores por aí”.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
Gay 'Marriage' Activists Forcing Pro-Family Views out of Califórnia Therapist Association
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031511.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050314.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

26 de maio de 2010

Outro pregador inglês preso e acusado por opiniões sobre o homossexualismo

Outro pregador inglês preso e acusado por opiniões sobre o homossexualismo

Hilary White
WORKINGTON, Inglaterra, 3 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Outro pregador de rua na Inglaterra foi preso simplesmente por proclamar ensinos cristãos que mostram que a conduta homossexual é pecado. Dale Mcalpine diz que estava distribuindo folhetos na cidade de Workington em 20 de abril, quando foi abordado por transeuntes e um agente policial de apoio de comunidade (APAC) que se identificou como homossexual.
No andamento da conversa Mcalpine, de 42 anos, lhes disse que tem a convicção de que a homossexualidade é pecado porque é contrária à Palavra de Deus na Bíblia. O jornal Daily Mail noticiou que a polícia disse que ele havia dito isso em “voz alta” que poderia ser causalmente ouvido por outros.
Mcalpine foi então preso, acusado de usar palavras abusivas e insultantes ou conduta contrária à Lei de Ordem Pública de 1986, ficando numa cela durante 7 horas. Ele está sendo auxiliado pelo Instituto Cristão, e diz que estará defendendo sua inocência diante das acusações.
A prisão de Mcalpine marca a segunda vez em apenas um mês em que um cristão foi preso na Inglaterra por fazer nada mais do que pregar a ética sexual cristã. No começo de abril LifeSiteNews.com (LSN) noticiou sobre o caso de Shaw Holes, um americano que foi preso em Glasgow, enquanto estava numa turnê de pregações com um grupo de colegas britânicos e americanos, depois que disse a um grupo de transeuntes, em resposta a uma pergunta direta sobre a questão, que a conduta homossexual é pecado.
Mcalpine, que se descreve como um cristão “nascido de novo”, disse para LSN que sua prisão é um mau sinal para a sociedade britânica.
“Alguém não quer que esta maravilhosa verdade de salvação seja pública e é isso o que está acontecendo em meu país. Está ocorrendo uma batalha espiritual pelas almas”, disse ele.
“Senti-me chocado e humilhado que eu havia sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que conheço”, Mcalpine disse para o Daily Mail. “Minha liberdade foi arrancada por causa de fofocas de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado sob uma lei não aplicável”.
Ele acrescentou: “Se você estiver pregando ódio e incentivando as pessoas a machucar outras, é certo que isso é contra a lei. Mas eu jamais faria isso. Se temos uma sociedade livre, eu deveria ter a liberdade de pregar o Evangelho como gerações fizeram antes de mim”.
Mcalpine disse numa declaração que enquanto estava pregando, uma mulher se aproximou e “procedeu dizendo que o que estávamos fazendo era errado e a verdade não era o preto ou branco que o que eu estava apresentando”.
Ele disse que continuou sua conversa com a mulher, discordando amigavelmente, mas que depois, um grupo de APACs que estavam perto falou com ela enquanto ela estava deixando. Um dos agentes então se aproximou de Mcalpine.
“Perguntei se estava tudo certo, e então ele respondeu: ‘Temos tido queixas e se você disser qualquer comentário racista ou homofóbico, prenderei você’”.
“Eu lhe disse que não sou homofóbico, mas às vezes eu me levanto e prego que a homossexualidade é pecado e que isso é o que a Bíblia diz. Eu também disse que isso não é crime”.
Mcalpine disse que o APAC então se identificou como o “agente de relações com os LGBTs” em nome da polícia: “Eu disse que ainda é pecado”.
Os meios de comunicação identificaram o APAC como Sam Adams, membro da associação de funcionários LGBT da polícia da Cumbria. Essa associação representou a polícia na parada do “orgulho gay” em Manchester no ano passado.
Mcalpine disse que sentiu que os APACs presentes estavam deliberadamente tentando encontrar desculpas para prender a ele e seus colegas. Num ponto na pregação do dia em Workington, ele escreveu, “um cavalheiro com camiseta vermelha” gritou para ele sobre “o perdão de Deus”. O APAC que se identificou como homossexual então se aproximou desse homem e falou com ele. “Isso confirmou minha suspeita de que ele estava tentando obter alguma queixa contra mim”, disse Mcalpine.
Quando o turno normal de agentes policiais chegou, Mcalpine disse que um deles perguntou: “O que você tem dito de forma homofóbica?”
Ele respondeu que ele havia explicado ao APAC que a Bíblia ensina que a homossexualidade é pecado, mas que isso não constitui “ódio” para com os homossexuais.
“Expliquei que não existe lei contra dizer isso e o policial discordou instantaneamente”.
Mcalpine, que nunca teve problemas com a lei antes, foi então preso por “crime, com agravante racial, contra a ordem pública, seção 5”. Mais tarde lhe disseram que ele estava sendo acusado de “usar palavras ou conduta ameaçadoras para provocar incômodo ou preocupação ou angústia” — uma classe de crime que originalmente era aplicável para agitadores violentos e abusivos e para torcidas violentas de futebol. Ele foi liberto sob fiança com a condição de que não pregue num lugar público para membros do público.
Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse: “Dale é um cristão comum e normal com opiniões tradicionais sobre a ética sexual. Algumas pessoas concordarão com ele, outras discordarão. Mas não cabe à polícia prender alguém só porque outros poderão discordar do que é dito”.
O colunista Peter Hitchens escreveu no Mail que esse incidente é só mais um sinal da “revolução” que ocorreu na Inglaterra.
“A Lei de Ordem Pública de 1986 não tinha a intenção de permitir a prisão de pregadores cristãos em cidades inglesas por fazerem citações da Bíblia. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Parcerias Civis de 2004 não tinha a intenção de forçar funcionários públicos a aprovar a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Crimes Sexuais de 1967 não tinha a intenção de levar a um estado de coisas onde é cada vez mais perigoso dizer qualquer crítica sobre a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção”.
O caso Mcalpine mostra que a Inglaterra desceu longe no abismo, disse Hitchens: “Ações pequenas e inofensivas, oferecimentos de oração, o uso de crucifixos, solicitações para se isentar de deveres, são encarados com ira e ameaças oficiais de demissão, de forma exagerada. Até quando antes que os cristãos sejam vítimas de chantagem de colegas de trabalho porque ousaram dizer publicamente suas opiniões ilegais?”
Cobertura relacionada de LSN:
Pregador americano é preso na Inglaterra por declarar que a conduta homossexual é pecado
Christian Ministers Arrested for Praying Near Gay Fest
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07071001.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10050310.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

25 de maio de 2010

Com apenas 1 ano e dois meses de idade, menino é mais alto que a mãe

Com apenas 1 ano e dois meses de idade, menino é mais alto que a mãe

Matthew Cullinan Hoffman
LONDRES, Inglaterra, 30 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Amanda Moore, uma mulher de 25 anos que sofre de uma doença óssea paralisante, foi aconselhada por seus médicos a fazer um aborto quando ficou grávida em 2008. Ela só tem 91 cm de altura, e foi aconselhada que seu corpo não conseguiria sustentar um filho.
Contudo, Moore disse que seu amor pelo seu filho era mais forte do que seu medo da morte, e ela decidiu continuar com a gravidez.
Hoje, apenas 14 meses depois do nascimento, seu filho é mais alto do que ela. Com 61 cm de altura, ele é só 20 cm mais baixo que sua mãe. No entanto, pelo fato de que ela não mais pode ficar de pé, ela realmente vê seu filho agigantando-se sobre ela.
“Os médicos me aconselharam a ter um aborto e realmente pensamos nisso”, Moore disse para o jornal Telegraph numa entrevista recente. “Eu não queria morrer e havia uma possibilidade real e provável de que o bebê que estava crescendo dentro de mim me mataria. Mas ao mesmo tempo senti um forte amor crescendo por nosso filho em gestação que eu não poderia simplesmente rejeitar. Ambos queríamos muito este bebê”.
Embora a gravidez dela tivesse sido difícil, o filho de Moore nasceu saudável com 2.495 kg em fevereiro de 2009.
O caso de Moore não é exclusivo. Muitos bebês nasceram de mães muito novas, cuja estatura baixa não as impediu de darem a luz com êxito.
A menina mais nova que se sabe deu a luz foi Lina Medina, uma menina de cinco anos de idade, em Lima, Peru, em 1939. Quando o caso de Medina foi inicialmente relatado por médicos peruanos, médicos americanos expressaram ceticismo, mas hoje seu caso parece ter sido aceito pela classe médica americana também. O filho de Medina nasceu saudável por cesárea, e viveu até os 40 anos de idade, quando morreu de uma doença sem relação com o nascimento.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10043014
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Arcebispo avisa de “descontentamento social” como consequência de decisão de tribunal britânico contra conselheiro cristão

Arcebispo avisa de “descontentamento social” como consequência de decisão de tribunal britânico contra conselheiro cristão

Peter J. Smith
LONDRES, Inglaterra, 30 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O confronto entre cristãos e o Estado se intensificou, com um tribunal da Inglaterra agora tendo sustentado a demissão de um psicólogo cristão que se recusou a dar conselho sobre intimidade sexual para casais homossexuais — uma decisão que o ex-arcebispo de Canterbury, Lorde Carey, denunciou como prelúdio para o “descontentamento social” entre cristãos e o governo laico.
Gary McFarlane, de 48 anos, um advogado de Bristol, pai de dois filhos, e evangélico, tinha trabalhado num emprego de tempo parcial como conselheiro psicológico na organização Relate por cinco anos. Durante esse tempo, ele deu conselho para casais homossexuais que estavam resolvendo problemas básicos de relacionamento. Contudo, ele foi demitido de seu emprego em 2008 quando foi habilitado como conselheiro psicológico, pois ele disse que não poderia dar conselho sobre intimidade homossexual, já que isso violava sua consciência e convicções.
McFarlane tentou sem êxito desafiar a decisão de Relate de despedi-lo num tribunal de causas trabalhistas, argumentando que eles deveriam ter incorporado suas convicções religiosas. Ele então recorreu ao Tribunal de Apelação da Inglaterra pedindo permissão para desafiar a decisão do tribunal.
No entanto, Lorde Juiz John Laws rejeitou o pedido de McFarlane numa decisão estridente que argumentava que a lei não tinha responsabilidade nenhuma de proteger a expressão de consciência ou a convicção religiosa do indivíduo.
Laws deixou claro que o tribunal não via a legislação protegendo a consciência individual como justificável, chamando-a uma posição irracional que “é também polêmica, volúvel e arbitrária”.
“A concessão de qualquer proteção legal de preferência a uma posição moral firme particular na base só de que é sustentada pelos adeptos de uma religião particular, por mais longa que seja sua tradição, por maior que seja sua cultura, é profundamente imoral”, disse Laws em sua decisão.
“Numa constituição livre tal como a nossa deve-se fazer uma importante distinção entre a proteção legal do direito de ter e expressar uma convicção e a proteção legal da essência ou conteúdo dessa convicção”, decidiu o juiz. Laws disse que se a lei criasse isenções especiais para adeptos de uma convicção, então levaria a uma negação de direitos para o resto dos membros da sociedade, e levaria à “teocracia, que é inevitavelmente autocrática”.
“A lei de uma teocracia é ditada sem opção para o povo, não feita por seus juízes e governos”, escreveu Laws. “A consciência individual é livre para aceitar tal lei ditada, mas o Estado, se seu povo tiver de ser livre, tem o dever fatigante de pensar por si”.
Gary McFarlane lamentou a decisão dizendo: “Tenho a capacidade de dar serviços de aconselhamento para casais de mesmo sexo. Deveria haver concessões levadas em consideração pelas quais indivíduos como eu possam realmente evitar contradizer seus princípios cristãos defendidos com firmeza”.
Lorde Carey atacou a lei, dizendo que o fato de que líderes da Igreja da Inglaterra e outras religiões têm se sentido compelidos a intervir em casos de tribunais envolvendo discriminação contra cristãos e seus pontos de vista “mostra que um futuro de descontentamento social” está vindo para o Reino Unido.
“Evidentemente, a demissão de um cristão sincero de um emprego é apenas um passo curto para barrar a contratação de qualquer cristão”, disse Carey.
Carey denunciou o veredicto, dizendo que “continua uma tendência por parte dos tribunais de minimizar o direito de crentes religiosos de manifestarem sua fé no que se tornou uma colisão profundamente desagradável de direitos humanos”.
“A descrição de fé religiosa em relação à ética sexual como ‘discriminatória’ é bruta e revela uma falta de sensibilidade para com a convicção religiosa”, ele continuou.
“A comparação de um cristão, de fato, com um ‘fanático’ (por exemplo, uma pessoa com uma aversão irracional a homossexuais) exige mais questionamentos. É evidência adicional de uma atitude zombeteira para com o Cristianismo e seus valores”.
Contudo, o arcebispo também disse que a decisão de Laws suprimia o pluralismo britânico, em vez de incentivá-lo, pois o Estado está impondo valores seculares, em vez de adotar uma posição neutra que permitiria que todos os indivíduos de todas as religiões vivessem suas convicções livremente.
“Essa decisão está proclamando um Estado ‘secular’, em vez de um Estado ‘neutro’. E embora por um lado a decisão busque proteger o direito de crentes religiosos de ter e expressar sua fé, por outro tira esses mesmos direitos. Diz que a demissão de crentes religiosos em recentes casos não era uma negação de seus direitos, muito embora convicções religiosas não possam ser separadas de sua expressão em todas as áreas da vida do crente. Estranhamente, o juiz não lida com o argumento de que direitos têm de ser sustentados na balança e ele evidentemente está indiferente ao fato de que os crentes religiosos são negativamente afetados por essa decisão e outras”.
A negação dos direitos dos cristãos no Reino Unido continua rapidamente sob as leis anti-discriminação introduzidas pelo governo trabalhista. Nos vários anos passados numerosos relatos de cristãos perdendo seus empregos ou até mesmo sendo presos simplesmente por expressarem suas convicções morais cristãs têm se tornado públicos — casos que parecem chocantes à luz do aniversário de 70 anos este ano do famoso discurso “Finest Hour” de Winston Churchill da 2ª Guerra Mundial.
O famoso primeiro ministro britânico havia unificado o povo britânico às vésperas da Batalha da Bretanha em junho de 1940 dizendo: “A sobrevivência da civilização cristã depende desta batalha”. Ele avisou que se eles fracassem, “tudo o que temos conhecido e amado afundará no abismo de uma nova Era das Trevas, mais sinistra e talvez mais prolongada, pelas luzes da ciência pervertida”.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:
British Supreme Court Rejects Case of Marriage Registrar Forced to Perform Gay Ceremonies
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031001.html
U.K. Police Constable Fights Back against Pro-Homosexual Police Force over Discrimination
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08072215.html
UK Christian Charity May not Retain All-Christian Hiring Policy
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052611.html
Christian Couple Forced to Sell Hotel after being Cleared of Religious Discrimination Charges
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10040102.html
UK: Religious Schools May Not Teach Christian Sexual Morals “As if They Were Objectively True”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07030504.html
UK Evangelicals Ponder “Violent Revolution” in Light of Growing Anti-Christian Persecution
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/nov/06110907.html
raduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10043007
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.