30 de abril de 2010

Revista Time dos EUA diz: Lula é o melhor presidente do mundo

Revista Time dos EUA diz: Lula é o melhor presidente do mundo

A história se repete?
1938: Revista Time classifica o populista Hitler como o melhor político do mundo
2010: Revista Time classifica o populista Lula como o melhor presidente do mundo

Relatório da ONU pede $24 bilhões por ano para “planejamento familiar moderno” que inclui aborto

Relatório da ONU pede $24 bilhões por ano para “planejamento familiar moderno” que inclui aborto

Dra. Susan Yoshihara
1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório recente da ONU apoiado pelas maiores organizações de controle populacional do mundo argumenta que as nações precisam duplicar seus investimentos em planejamento familiar e aborto nos países pobres para um total de $24 bilhões por ano, afirmando que isso reduziria dramaticamente as mortes maternais e infantis e resolveria muitos males sociais.
O relatório, com o título de “Somando: os custos e benefícios dos investimentos em planejamento familiar e saúde de recém-nascidos”, afirma que se os países membros da ONU investirem outros $12 bilhões por ano em “moderno planejamento familiar”, o resultado mundial incluirá economia de custos para os países pobres em saúde, água, saneamento básico e serviços sociais, uma redução de 2/3 de gravidezes não intencionais, uma diminuição de 70% em mortes maternais, uma diminuição de 44% em mortes de recém-nascidos, uma redução de 73% em abortos “inseguros” e uma redução de 60% em deficiências físicas.
O relatório argumenta que “se todas as mulheres que querem evitar uma gravidez usassem modernos contraceptivos, o declínio resultante em gravidezes não intencionais reduziria o custo de dar a todas essas mulheres o padrão recomendado de assistência maternal e infantil em $5.1 bilhões — de $6.9 bilhões para $1.8 bilhão.”
Elaborado e financiado pelo Instituto Guttmacher, que é o órgão de pesquisas da [organização abortista] Federação de Planejamento Familiar, junto com o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP), o relatório recebeu comentários de líderes das maiores instituições de controle populacional, inclusive o Conselho de População, a Ação Internacional de População e a Agência de Desenvolvimento Internacional dos EUA (conhecida pela sigla em inglês USAID).
O aborto “seguro” é promovido como um meio de melhorar a saúde maternal e infantil no relatório. Os autores afirmam que “em 2003, aproximadamente 20 milhões de abortos no mundo inteiro — quase 47% de todos os abortos — foram procedimentos inseguros”. Para sustentar essa declaração, o relatório cita um documento polêmico de 2009 do Guttmacher, escrito pelo mesmo autor.
Os críticos argumentam que a única razão para usar mortes maternais e infantis no recente relatório brota da necessidade do lobby do controle populacional de criar uma sensação de urgência para que as nações que fazem contribuições invistam em planejamento familiar. O relatório critica o fato de que “a assistência, vinda de nações que fazem doações, dedicada especificamente ao planejamento familiar caiu dramaticamente em quantias absolutas de dólar desde meados da década de 1990”.
De acordo com o relatório: “Os serviços de planejamento familiar e saúde maternal têm de ser vistos como partes interconectadas de uma sequência de assistência”. Como resultado, não se sabe quanto das alegadas melhorias em saúde maternal e infantil vem de melhor assistência pré-natal e quanto viria de impedir nascimentos todos combinados por meio do planejamento familiar. Os autores dizem: “Comparados com os serviços de contraceptivos, os serviços maternais e de recém-nascidos são mais complexos e mais difíceis de definir e medir”, e que “Avaliar os benefícios de assistência maternal e de recém-nascidos é difícil porque poucos estudos examinaram a questão”.
Essa é a primeira vez que o relatório “Somando”, primeiramente publicado em 2003, tentou usar a questão da saúde maternal e infantil para justificar mais financiamentos para serviços mundiais de contracepção e aborto. De acordo com o relatório, a análise foi expandida para “incluir assistência maternal e de recém-nascidos e os efeitos sinérgicos de se investir simultaneamente nessa assistência e em planejamento familiar.
Este artigo foi reproduzido com a permissão de: www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10040110
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

29 de abril de 2010

Casal cristão é forçado a vender hotel depois de ser absolvido de acusações de discriminação religiosa

Casal cristão é forçado a vender hotel depois de ser absolvido de acusações de discriminação religiosa

Hilary White
LIVERPOOL, Inglaterra, 1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um casal cristão da Inglaterra foi forçado a colocar seu hotel à venda, mesmo depois de ter sido absolvido de todas as acusações num caso de discriminação religiosa. Ben e Sharon Vogelenzang disseram que a atividade comercial em seu Hotel Bounty House, de nove dormitórios, se desmoronou e eles estão perdendo 8.000 libras por mês.
O casal está recebendo ajuda do Instituto Cristão e está considerando ação legal contra a polícia de Merseyside e a promotoria federal. As acusações foram feitas em abril de 2009 por uma cliente do hotel que se converteu ao islamismo. Ericka Tazi acusou o casal de insultar as convicções religiosas dela durante uma discussão sobre religião, dizendo que Maomé era um “déspota” e que as mulheres muçulmanas são oprimidas, depois que ela deixou seu quarto vestindo o tradicional Hajib muçulmano. A polícia de Merseyside lançou uma investigação e acusou o casal de crime contra a ordem pública, com agravante religioso.
Numa decisão que foi comemorada como vitória pela liberdade de expressão, o juiz regional Richard Clancy do tribunal de pequenas causas rejeitou as acusações, dizendo que não dava para se confiar no relato da Sra. Tazi. A polícia de Merseyside está sendo muito criticada por perturbar os dois hoteleiros, que são cidadãos que cumprem a lei.
“Antes das acusações, nós realmente não tínhamos sentido os efeitos da recessão, pois recebíamos clientes regulares, que eram pacientes que compareciam aos cursos de alívio de dores no Centro Walton, parte do Hospital Aintree”, Ben Vogelenzang disse para a imprensa local. Apesar de receber doações de cristãos do mundo inteiro, o casal disse que está com dívidas de 400.000 libras.
“Aproximadamente 80 a 90 por cento de nossos dormitórios estavam sempre ocupados, mas desde as acusações temos tido só dois a três clientes por semana. Até mesmo depois que fomos absolvidos, o negócio não voltou ao normal — tudo por causa de uma inocente conversa que ocorreu em nossa sala de refeição”.
O casal, que tem cinco filhos adotados, poderá agora ser forçado a colocar seu negócio à venda a fim de pagar aos credores. Se não conseguirem vender o hotel, eles poderão ir à falência.
“O hotel estava indo muito bem, e tínhamos um trato em vigor com um hospital local para dar acomodação para pacientes num programa de tratamento de um mês”, disse Ben Vogelenzang. “Mas logo que essa calúnia infundada foi inventada o hospital parou de usar o hotel e muitas de nossas outras atividades comerciais sofreram muito por causa dos efeitos secundários”.
Apesar de ter sido absolvido de todas as acusações, o casal diz que pelo fato de que o caso levou oito meses para ser julgado, seu negócio sofreu um grande declínio e o relacionamento com o programa do hospital foi perdido. “Temos tentado todo esforço possível para salvá-lo, mas o banco não nos dará mais nenhum tempo ou dinheiro. Devido inteiramente ao caso judicial, hoje estamos sem condições de pagar nossas contas e estamos sendo forçados a ir ao leiloeiro para vender o hotel”.
“Estou muito amargurado com o modo como a polícia de Merseyside lidou com o caso”, disse ele. “Uma policial em particular disparou nas alegações e ela era como um cachorro com um osso. Não havia nenhuma evidência real contra nós, mas ela não queria largar o caso”
Na audiência, as acusações foram descartadas imediatamente. O juiz Richard Clancy disse naquela ocasião: “Vocês levantaram a questão da liberdade de expressão. A União Européia dá a todos nós o direito à liberdade religiosa, e pessoas não têm medido esforços para preservar essa integridade”.
Um porta-voz da promotoria federal respondeu ao veredicto dizendo: “Ainda assim, levaríamos adiante um caso semelhante no futuro, pois cremos que é do interesse público”.
A polícia de Merseyside também se recusou a admitir que errou. Um porta-voz disse: “Respeitamos a decisão do tribunal hoje. Crime de ódio não é só racismo — pessoas podem ser tornar alvo de ataques por causa de sua deficiência física, raça, religião ou convicção, orientação sexual e identidade de gênero.
“Todos os incidentes de crime de ódio são investigados totalmente pela polícia de Merseyside e continuaremos a trabalhar com nossos parceiros, principalmente com a promotoria federal, para levar adiante tais incidentes nos tribunais”.
Mas Ben Vogelenzang disse que ele e sua esposa estão “devastados” com a perda de sua subsistência, mesmo depois de serem completamente absolvidos. “Muitas pessoas achavam que quando ganhássemos no tribunal, tudo estaria resolvido. Na realidade, o caso nos levou à beira da destruição, de modo que não foi de forma alguma uma vitória”, ele disse para o jornal Daily Mail.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10040102
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28 de abril de 2010

Pregador americano é preso na Inglaterra por declarar que a conduta homossexual é pecado

Pregador americano é preso na Inglaterra por declarar que a conduta homossexual é pecado

Hilary White
GLASGOW, Inglaterra, 1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um americano que prega nas ruas foi preso e multado em 1.000 libras em Glasgow por dizer a uma pessoa que estava passando na calçada, em resposta direta a uma pergunta, que a atividade homossexual é pecado. Shawn Holes passou a noite de 18 de março na cadeia, e de manhã confessou culpa diante das acusações de que ele havia feito “comentários homofóbicos… com o agravante de preconceito religioso”.
Holes, de 47 anos, é um fotógrafo de casamentos da cidade de Lake Placid, Nova Iorque, e estava em Glasgow como parte de uma turnê de pregações na Inglaterra com um grupo de colegas ingleses e americanos. Ele disse: “Eu estava conversando de modo geral sobre Cristianismo e pecado”.
“Só falei sobre essas outras questões porque as outras pessoas fizeram perguntas específicas. Havia homossexuais escutando — por volta de seis ou oito — que estavam se beijando e se amassando, e perguntando: ‘O que você pensa disto?’” Um grupo de homossexuais foi até a polícia com uma queixa. Holes mais tarde disse que a situação parecia como uma “armação de ativistas gays”.
“Quando me fizeram perguntas diretas sobre a homossexualidade, eu lhes disse que os homossexuais estavam se arriscando a sofrer a ira de Deus, a menos que aceitassem Jesus”.
A acusação, sob a Lei de Justiça Criminal da Escócia estabelecida em 2003, enfureceu os que defendem a liberdade de expressão na Inglaterra e foi até criticada pelo ativista homossexual Peter Tatchell, que chamou a multa de 1.000 libras “totalmente desproporcional”. Cristãos locais que apóiam o ministério de pregação fizeram uma coleta e pagaram a multa.
Tatchell disse para o jornal Daily Mail: “O preço da liberdade de expressão é que às vezes temos de aguentar opiniões que são desagradáveis e ofensivas. Exatamente como as pessoas têm de ter o direito de criticar a religião, as pessoas religiosas têm de ter o direito de criticar a homossexualidade. Só incitações à violência deveriam ser ilegais”.
Holes relata que na mesma ocasião lhe perguntaram sobre suas opiniões acerca do islamismo e ele disse que cria que há só um Deus cristão verdadeiro e que o Profeta Maomé é um “pecador como o resto de nós”.
Ele disse que dois homens que estavam escutando falaram com agentes policiais, que se aproximaram dele e disseram: “Essas pessoas dizem que você declarou que os homos estão indo para o inferno”.
“Eu disse que nunca diria isso, pois não uso o termo homo. Mas fui preso”.
Peter Kearney, porta-voz da Igreja Católica de Glasgow, disse ao jornal Scotsman. “Demos apoio ao estabelecimento de leis [contra crime de ódio], mas é bem difícil ver como esse homem pode ser acusado por expressar uma convicção religiosa.
“Os fatos desse caso mostram que a declaração dele era patentemente sua convicção religiosa. Sim, ele usou linguagem forte, mas é obviamente uma convicção religiosa e não uma forma de discriminação”.
Gordon Macdonald, da entidade Christian Action Research and Education for Scotland, disse: “Esse é um caso preocupante. Estarei escrevendo ao comandante da polícia Stephen House da polícia de Strathclyde pedindo esclarecimentos acerca da orientação dada aos policiais nessas situações”.
Em notícia relacionada, um juiz regional rejeitou o caso contra outro pregador, Paul Shaw, que foi preso em 19 de fevereiro por causa de comentários que fez sobre a atividade homossexual. Shaw, que não confessou culpa, disse: “Tenho pregado regularmente por três ou quatro anos sem nenhum incidente.
“Em quatro anos, tenho lidado com o assunto da homossexualidade duas vezes. Shaw disse ao juiz que ele era obrigado a agir de acordo com sua consciência e que a homossexualidade é uma questão importante na Inglaterra hoje. O caso foi descartado por falta de evidência e testemunho escrito dos queixantes.
Shaw disse: “Minhas razões foram duplas. Primeira, há uma consequência para o país e para a sociedade se a sociedade não avaliar a diferença entre certo e errado, principalmente óbvia pela homossexualidade.
“Como nação, seremos julgados por Deus num futuro não muito distante e haverá conseqüências terríveis para isso se a homossexualidade não for criminalizada de novo. Segunda, a nível pessoal, como com todos os outros pecados, é necessário se arrepender da homossexualidade a fim de se entrar no Reino de Deus”.
O juiz regional David Cooper disse para Shaw: “Há outros tipos de ‘pecados’. Você acha que conseguiria se concentrar nesses outros um pouco?”
Enquanto isso, um recente estudo conduzido em favor do instituto religioso Theos mostrou que aproximadamente 1/3 dos britânicos pensam que os cristãos estão sendo marginalizados e que a liberdade religiosa está sofrendo restrições. O autor do estudo, o Professor Roger Trigg, escreveu: “Uma sociedade livre jamais deveria entrar no negócio de amordaçar vozes religiosas, sem mencionar no nome da democracia ou fingida neutralidade”.
“Além disso, traímos nossa herança e tornamos nossa posição atual precária se valorizamos a liberdade, mas pensamos que os princípios cristãos que inspiraram o compromisso de muitos aos ideais democráticos são de certo modo dispensáveis”, disse o Professor Trigg.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10040103
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27 de abril de 2010

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Luiz Mott livra Igreja Católica de sofrer mega-escândalo de pedofilia

Julio Severo
Um seminarista saiu do seminário católico porque achou que ali não era o lugar ideal para ele. Ele acabou encontrando no marxismo a maioria das respostas para suas “necessidades” sexuais.
Hoje, o ex-seminarista, além de homossexual assumido, é considerado o maior líder homossexual do Brasil (veja aqui entrevista dele no Programa do Jô: http://juliosevero.blogspot.com/2010/04/luiz-mott-no-programa-do-jo-propaganda.html). Mas ele é também acusado de defender a pedofilia. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/luiz-mott-pedofilia-j.html

Não é fácil esconder por muito tempo a homossexualidade e a pedofilia num ambiente onde há restrições morais cristãs.
Mas dentro do marxismo e do movimento homossexual, é possível sair do armário, com o devido acobertamento e proteção, pois ilusões e mentiras fazem parte do jogo homossexual e marxista.



Por isso, não pipocam todos os dias escândalos de pedofilia vindo diretamente do movimento homossexual ou dos movimentos marxistas. É como se no meio deles não existisse nenhuma ameaça sexual aos meninos. É como se ali fosse o paraíso da pureza sexual, o lugar ideal para bebês e crianças.
Contudo, essa não é de forma alguma a realidade. Em 2007, desmascarei para o Brasil inteiro no meu blog o Dr. Denilson Lopes, professor universitário que publicou o artigo “Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea” num site homossexual. Para ver na íntegra o artigo dele salvo no meu blog, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2007/07/pedofilia-e-homossexualismo.html
Depois de 3 anos, nenhuma autoridade tomou qualquer providência. Mas imagino que se eu tivesse me referido ao defensor da pedofilia como “Padre Denilson Lopes”, em menos de 3 dias a mídia nacional e internacional, o Ministério Público Federal, a polícia federal e um bando de outras criaturas apareceriam correndo para denunciar “mais um escândalo de pedofilia da Igreja Católica”, omitindo o fato óbvio de que, acima de tudo, Lopes é homossexual. Pelo visto, Lopes está muito bem abrigado e protegido num ambiente acadêmico marxista que, com toda a justiça, merece o nome de “Imbecil Coletivo”, título de um dos livros de Olavo de Carvalho.
Com professores universitários como Lopes e Mott, quem agora escreverá o “Coletivo de Pedófilos” para abrir os segredos desse armário marxista e homossexual?
A opção de Mott pelo marxismo e pelo movimento homossexual foi então uma questão de mera sobrevivência.
No entanto, por um lado teria sido bom se ele tivesse se tornado padre ou bispo. Só assim seus escândalos seriam destrancados do armário à força diante do público por uma mídia que está sempre pronta a acobertar a pedofilia dentro do marxismo e do movimento homossexual, mas jamais perde a oportunidade de denunciar padres que abusam de meninos. Mas, claro, sem jamais mencionar a homossexualidade deles, pois isso compromete fatalmente o movimento homossexual.
Para a mídia esquerdista, nesse jogo sujo a única atitude imoralmente válida é comprometer a Igreja Católica e suas posições contra o aborto e contra o homossexualismo.
É certeza que se o Vaticano abraçasse totalmente o marxismo, promovendo o aborto e ordenando oficialmente padres, bispos e cardeais homossexuais, os escândalos de pedofilia envolvendo a Igreja Católica desapareceriam misteriosamente dos noticiários. Afinal, amigo protege amigo.
Se a Igreja Católica fizesse essa mudança oficial, aí a mídia marxista seria obrigada a procurar outro alvo: as igrejas evangélicas conservadoras. O show então começaria: escândalos diários de pedofilia de pastores e outros líderes pipocando freneticamente diante do público.
O movimento homossexual e a elite marxista, que controlam a grande imprensa, sabem muito bem o que fazem quando “noticiam” os casos de abuso homossexual de meninos dentro da Igreja Católica, usando-a como bode expiatório das conseqüências da própria conduta que eles tanto estimulam nas escolas e na sociedade.
Mas homossexual é homossexual, seja na Igreja Católica, nas igrejas evangélicas, no marxismo ou no movimento homossexual.
A vasta maioria dos escândalos de pedofilia na Igreja Católica é de abusos sexuais de meninos, isto é, padres homossexuais abusando de menores de idade do sexo masculino.
Mas por que pensar que só dentro da Igreja Católica os homossexuais cometem abusos sexuais contra meninos? Por que pensar que no marxismo e no movimento homossexual eles automaticamente se tornam santos sexuais e protetores das crianças?
No mundo inteiro, ninguém hoje está lutando mais pela liberação sexual das crianças do que os grupos homossexuais. E, acredite se quiser, por essa “liberação” eles são considerados protetores e defensores de crianças. Nesse sentido, parece que Luiz Mott quer apenas ser um desbravador no Brasil dessa nobre “liberação”.
Mesmo com esses sinais claríssimos, veja o tratamento diferenciado que a mídia marxista dispensaria para Mott, dependendo da escolha dele:
1. Como padre ou bispo, Mott seria exposto como o demônio da pedofilia dentro da Igreja Católica. A mídia o usaria para levar o público a entender que sexo de homens com meninos tem tudo a ver com a Igreja Católica e seus valores morais, mas absolutamente nada a ver com o homossexualismo. Ele seria apresentado como escândalo de pedofilia produzido pela Igreja Católica. Eles diriam: “Que coisa horrorosa e criminosa: o padre ou bispo Mott envolvido em pedofilia!”
2. Como marxista e líder do movimento gay, ele é apresentado como um anjo, tendo sido elogiosamente condecorado por Fernando Henrique Cardoso e Lula por ter fundado o Grupo Gay da Bahia, que tagarela enfadonhamente que está havendo um “homocausto” no Brasil. Mesmo com suas declarações pró-pedofilia, ninguém na grande imprensa do Brasil o chama de “escândalo de pedofilia produzido pelo movimento homossexual”. Aliás, eles diriam: “Que coisa linda: o Dr. Luiz Mott, professor da Universidade Federal da Bahia, defendendo os direitos sexuais das crianças!”

Enquanto Mott permanecer no marxismo e no movimento homossexual, ele estará protegido e gozando todos os tipos de regalias da imprensa e do governo. Mas ai dele se quiser ser padre ou bispo. A mídia não o perdoará.
Moral da história? Se quiser esconder suas perversões sexuais, não faça isso na Igreja Católica e em nenhuma outra igreja cristã. O marxismo e o movimento homossexual são o armário ideal para esconder segredos sujos.
Como a Igreja Católica do Brasil pode enfrentar essa pilantragem midiática sustentada pelo movimento homossexual e pelo marxismo?
Fechando-se radicalmente para a teologia da “libertação” e abrindo-se radicalmente para o Espírito Santo e seus dons. Quando Mott estudou num seminário católico, era uma excelente oportunidade de ele receber ministração de libertação.
Conforme Marcos 16, o seguidor de Jesus Cristo tem o poder e a autoridade para ministrar cura e libertação para os que estão oprimidos, e é inegável que Mott entrou no seminário oprimido pelo homossexualismo. Mas os seminários católicos estavam infectados com a teologia da libertação e com um liberalismo doentio. O homossexualismo não é prática incomum entre liberais, sejam católicos ou não.
Para evitar abuso sexual de meninos, a Igreja Católica e todas as igrejas cristãs devem fazer uma triagem rigorosa para impedir que homossexuais enrustidos sejam ordenados. E devem se preparar, sob o poder e unção do Espírito Santo, para lidar com todos os que entram em seus seminários com problemas homossexuais. Aliás, essa abordagem apostólica deve ser regra para todos os que entram em igrejas cristãs.
A resposta para prevalecer sobre a mídia tendenciosa, o movimento homossexual e os movimentos marxistas é o Espírito Santo. Nenhuma força na terra, debaixo da terra ou nas esferas espirituais tem mais poder que o Espírito Santo.
O Espírito Santo é também a resposta para os homossexuais que, como Luiz Mott, entram no seminário em busca de soluções espirituais, mas só encontram liberalismo e mais homossexualismo. O Espírito Santo liberta dos piores vícios homossexuais, inclusive do sexo com meninos.
É verdade que ao deixar o seminário, Mott livrou a Igreja Católica de um mega-escândalo. Mas se alguém ali o tivesse ajudado a conhecer e experimentar o Espírito Santo, em vez de dizer hoje que o Cristianismo é opressivo, Mott estaria testemunhado que foi liberto de uma grande opressão.
Agora, quem livrará aquele que livrou a Igreja Católica?
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

26 de abril de 2010

Luiz Mott no Programa do Jô: a propaganda pró-sodomia da Globo continua

Luiz Mott no Programa do Jô: a propaganda pró-sodomia da Globo continua

Julio Severo
Programa do Jô de 23 de abril de 2010 entrevista Luiz Mott, considerado o líder máximo do movimento homossexual do Brasil.
Em apenas 10 dias, Jornal Hoje defende PLC 122 como se fosse apenas um mero projeto de proteção aos homossexuais. Em seguida, o capítulo final da novela “Viver a Vida” traz “testemunho do ativista gay Oswaldo Braga. E agora, através do Programa do Jô, a Globo coloca o próprio Luiz Mott para fazer propaganda homossexual. Assista agora o vídeo do Blog Julio Severo mostrando e comentando os momentos mais interessantes de Mott no Programa do Jô: http://www.youtube.com/watch?v=jS5GNJxc1T4



Depois de mostrar Mott, a Globo, através do Jornal Hoje, voltou no sábado a insinuar a “necessidade” do PLC 122 para combater a “homofobia”. Neste cenário de mentiras e propaganda a favor da sodomia, a Globo quer mostrar para todo o Brasil que é merecedora do multimilionário investimento que o governo Lula faz na Globo através de empresas estatais como a Petrobras: Se a meta do governo Lula é aprovar o PLC 122, a Globo está junto.
O Golias global se levantou para apoiar o governo do rei Lula-Acabe.
Contudo, basta um Elias para enfrentar os profetas da propaganda mentirosa do rei Acabe.
Basta um Davi para derrubar o Golias.
Pois Deus não mudou: Ele é aquele que levanta os Elias, os Davis, e derruba os Golias e os Acabes.
“Ditadura gay às portas do Brasil” neste link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/03/plc-122-ditadura-gay-as-portas-do.html
Para ler muitos artigos sobre o PLC 122, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=122
Para ler sobre a TV Globo e sua promoção da agenda homossexual:
É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?

25 de abril de 2010

Charlatanismo racista

Charlatanismo racista

Olavo de Carvalho 
            Como o sr. Demóstenes Torres recordasse em público o fato óbvio de que o tráfico negreiro começou dentro da África antes de estender-se às Américas, a Folha de S. Paulo vingou-se da verdade histórica, que ela detesta, acusando o senador de culpar “os negros” pela escravatura. Oh, que delícia poder sujar a reputação do senador democrata com uma insinuação de racismo, logo após ter usado os crimes vulgares do seu correligionário Arruda como papel higiênico para limpar os resíduos do Mensalão, do caso Bancoop, da aliança PT-Farc etc. etc.!
            É claro que o senador não culpou os escravos, muito menos a raça negra como um todo, pelos crimes dos escravagistas africanos. Mas, mesmo que ele o tivesse feito, que mal haveria nisso senão o de raciocinar com base na mesma premissa macabra que seus acusadores usam todos os dias com o ar mais inocente do mundo? Se a raça branca deve pagar pelos atos praticados por escravagistas brancos entre os séculos XVI e XIX, por que não pode a raça negra levar a culpa de crimes idênticos que os escravagistas negros cometeram desde muito antes disso e aliás continuam cometendo até hoje? Se uma raça é juridicamente imputável, por que não o serão todas elas? Por que somente os negros terão o direito de pensar com base numa premissa racista, e todas as demais raças devem abster-se de fazê-lo? Se o racismo já é abominável em si, mais odioso ainda ele se torna quando sua prática se consagra como direito monopolístico de uma raça em particular.
            E não me venham com a história de que essa deformação da lógica moral é justificável no caso específico dos negros, tendo em vista seus sofrimentos espetaculares, supostamente maiores que os impostos a outras raças. Praticamente todas as raças européias foram escravizadas pelos romanos desde a fundação do Império em 27 a.C. — em condições muito mais desumanas do que tudo o que veio depois —, e em seguida pelos muçulmanos a partir do século VIII da nossa era. “Muçulmanos” não quer dizer “árabes”. Já o primeiro convertido ao Islam não foi um árabe, mas um negro, escravo de Maomé. Ao expandir-se na África, o Islam levou consigo os princípios de organização político-militar que permitiram ali o surgimento de grandes impérios escravagistas, para os quais a venda de cativos aos europeus, a partir do século XVI, não foi senão um upgrade tardio de negócios já bem estabelecidos em escala continental. Mas não pensem que fosse um caso exclusivo de “negros escravizando negros”. Não só nas tropas maometanas que invadiram a Europa, mas também nas hordas de piratas que percorriam as costas da Inglaterra, da França, da Espanha e de Portugal para fazer cativos, era grande o número de negros, seja como caçadores ou feitores de escravos, seja como capitães e proprietários. Escravos brancos começaram a ser levados para servir nos países muçulmanos desde setecentos anos antes da chegada do primeiro escravagista europeu à África, no século XVI. Pior: isso começou numa época em que a escravidão já não existia na Europa. Muçulmanos árabes e negros trouxeram de volta às nações européias o horror que a influência da Igreja havia extinguido quatro séculos antes. Com o detalhe agravante de que, a meio caminho, pelo menos dez por cento desses escravos europeus sofriam castração para poder servir nos haréns, coisa que jamais sucedeu aos negros trazidos da África para a América pelos malvados brancos, só aos que foram para os países islâmicos sob o chicote de feitores árabes e negros.
            Por aí já se vê o quanto é falsa a afirmação do sr. Luiz Felipe de Alencastro, de que, no tráfico negreiro, "toda a logística e o mercado eram uma operação dos ocidentais". Os Ocidentais entraram tardiamente num mercado já organizado e próspero, do qual até então só haviam participado na condição de mercadoria. Alencastro é um completo ignorante no assunto em que pontifica. Mas quem esperaria coisa melhor de alguém que já se notabilizou como charlatão acadêmico ao proclamar, contra todas as evidências de fonte primária, que o Foro de São Paulo não existia, que era pura invencionice da “direita”? Não consta que ele tenha jamais se desculpado por isso, nem mesmo depois que a direção nacional do PT e a própria Presidência da República saíram alardeando as atividades do Foro. Falta a esse sujeito o mínimo de decoro intelectual para opinar sobre o que quer que seja.
            No mesmo sentido dele pronuncia-se o colunista Elio Gaspari: “O tráfico negreiro foi um empreendimento das potências européias.” Mentira ou ignorância completa. Captura, tráfico e exportação de escravos já alimentavam nações africanas inteiras quando o europeu chegou lá. Gaspari não estudou nada, rigorosamente nada da bibliografia existente sobre o assunto (v. abaixo), mas tenta arrotar superioridade proclamando que Demóstenes Torres, no seu pronunciamento ante o STF, “demonstrou um pedaço do seu nível intelectual”. Que raio de coisa é “pedaço de nível”? Gaspari escreve como um ginasiano relapso. Se parte da elite o aplaude, é por força do princípio asinum asinus fricat.
            Alencastro, Gaspari e tutti quanti baseiam seus simulacros de argumentos tão-somente em chavões inculcados na mente popular pela repetição obsessiva, bem subsidiada por fundações bilionárias. Da minha parte, prefiro a pesquisa histórica atualizada. Leiam Giles Milton, White Gold: The Extraordinary Story of Thomas Pellow and Islam’s One Million White Slaves (New York, Farrar, Straus and Giroux, 2004), Tidiane N’Diaye, Le Genocide Voilé (Paris, Gallimard, 2008), Robert C. Davis, Christian Slaves, Muslim Masters: White Slavery in the Mediterranean, the Barbary Coast, and Italy, 1500-1800 (New York, Palgrave Macmillan, 2003); Murray Gordon, Slavery in the Arab World (New York, New Amsterdam, 1989); Jacques Heers, Les Négriers de l’Islam: La première Traite des Noirs, VIIe-XVe Siècles (Paris, Perrin, 2003); Bernard Lugan, Afrique: L’Histoire à l’Endroit (Paris, Perrin, 1989, reed. 1996). Leiam e depois me digam se essa inculpação unilateral da raça branca por um crime que foi de todos contra todos não é uma das maiores empulhações dos últimos tempos, digna de competir com o “aquecimento global” do sr. Al Gore.
Divulgação: www.juliosevero.com

24 de abril de 2010

Homossexual do Brasil obtém asilo nos EUA depois de afirmar “perseguição”

Homossexual do Brasil obtém asilo nos EUA depois de afirmar “perseguição”

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
SÃO PAULO, 1 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um homem homossexual da cidade de São Paulo obteve asilo nos EUA depois de afirmar que sofreu “perseguição” no Brasil por causa de sua homossexualidade.
Como consequência da decisão, Augusto Pereira de Souza, de 28 anos, gozará o direito de trabalhar e receber benefícios de previdência social nos Estados Unidos, e logo poderá solicitar residência permanente, de acordo com o serviço noticioso Terra.
O veredicto foi dado apesar do fato de que o Brasil tem um dos governos mais homossexualistas do mundo.
O governo brasileiro financia a maior “parada gay” do mundo na cidade natal de Pereira, São Paulo, todos os anos, e realiza uma enorme campanha nacional chamada “Brasil Sem Homofobia”.
O governo também anunciou que censurará toda programação, inclusive programação religiosa, em que se expressam opiniões negativas acerca da homossexualidade.
Os homossexuais têm permissão de adotar crianças.
Pereira de Souza ganhou asilo depois de apresentar testemunho de que ele havia sofrido importunação verbal de um policial em certa ocasião, e em outra ocasião num parque foi perseguido por “carecas” armados com bastões de beisebol, embora ele confessasse que ninguém chegou a bater nele.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10040116
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23 de abril de 2010

Glenn Beck diz aos líderes pró-vida: “Um grande mal está chegando até nós”

Glenn Beck diz aos líderes pró-vida: “Um grande mal está chegando até nós”

Martha Schieber
30 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Diante de uma audiência lotada de 1.200 empolgados apoiadores pró-vida, Glenn Beck avisou sobre uma “grande mudança” que está chegando aos EUA. Ele disse que essa mudança provocará destruição na santidade da vida. O comentário de Beck foi dado no 18º jantar beneficente pró-vida anual em Jefferson City, Mo., em 13 de março.
Com seu característico quadro-negro atrás dele, o apresentador da TV Fox disse que a sociedade está mudando e as pessoas precisam trabalhar muito para divulgar a mensagem de que a vida é valiosa.
“Um grande mal está chegando até nós”, Beck disse para a multidão pró-vida, “se não fixarmos um limite”.
Em sua palestra ele explicou o pano de fundo histórico de eugenia que tomou conta do mundo no começo do século XX — uma época em que homens como Adolf Hitler davam discursos sobre compaixão e cura, tudo no nome da justiça social e econômica, e pessoas que eram consideradas indesejáveis eram também vistas como um dreno na sociedade durante difíceis tempos econômicos.
Margaret Sanger, a fundadora da Federação de Planejamento Familiar e famosa eugenicista, escreveu: “A causa de todos os nossos problemas são o excesso populacional de nossa classe trabalhadora”. Beck comentou que Sanger voltou da Europa na década de 1930 com uma nova retórica que vinha embrulhada em termos de compaixão.
“Preste atenção no que está acontecendo!” Beck declarou, referindo-se ao fato de que o aborto é agora considerado “assistência de saúde” por muitos em Washington. “Há pessoas no mundo ao nosso redor que querem exterminar outras pessoas”.
O caso de sua filha mais velha, que tem paralisia cerebral, foi divulgado em rádios e televisões. Quando nasceu, ela sofreu 13 derrames, e o médico disse simplesmente para Beck e sua esposa: “Vocês são gente de oração. Por isso, há sempre esperança”.
Como calouro no colegial e membro de uma equipe de cross-country, sua treinadora disse para sua filha que se ela não conseguisse chegar até o fim da corrida ela deveria simplesmente parar e descansar — uma observação que Beck disse ofendeu sua filha.
Beck disse que a meta de sua filha era terminar toda corrida e superar seu recorde pessoal. Durante seu último ano colegial, como capitã do time, ela deu um discurso, em que ela disse para sua treinadora: “Eu não cri em você que eu não conseguiria terminá-la”, e ela disse para seus colegas de equipe: “Nunca deixe que alguém lhe diga que você não pode fazê-lo, pois você pode!”
Beck então desafiou os ativistas pró-vida reunidos: “Portanto, como um conselho da minha filha, você pode terminar a corrida! O assunto envolve a santidade da vida humana!”
“Se fracassarmos, quem terminará essa tarefa? Fique de pé, entre na corrida. Você pode vencer. Você vencerá. Você tem de vencer!”
Antes que Beck começasse sua lição de história naquela noite, ele usou alguns minutos para homenagear a mãe biológica de seu filho mais novo, a quem ele e sua esposa adotaram depois que não tinham condições de conceber um filho.
No dia em que seu filho nasceu, Beck disse para a jovem mãe: “Não preciso ler Homem-Aranha ou Batman para meu filho. Prometo que ele se lembrará de você como uma super-heroína. Você mudou a vida de um menininho e a vida de um homem e uma mulher que se apaixonaram”.
Glenn Beck é uma das muitas personalidades famosas que apoiam a missão da Fundação Vitae de usar os meios de comunicação de massa para ajudar a alcançar mulheres que se deparam com gravidezes não planejadas e conectá-las com fontes locais de assistência onde elas consigam fazer uma decisão informada.
Só neste ano, a Fundação Vitae terá o governador Mike Huckabee em Dallas em 27 de abril, o jogador Tim Tebow (ganhador do Troféu Heisman) falando em St. Louis em 18 de maio e a ex-candidata presidencial Sarah Palin será a manchete do evento de 13 de setembro em Kansas City.
“Vitae está emocionada de ter pessoas desse calibre falando publicamente em favor de uma cultura da vida. À medida que mais e mais americanos se identificam como pró-vida, sabemos que venceremos esta corrida!” declarou Carl Landwehr, presidente da Fundação Vitae.
Vitae foi pioneira na abordagem baseada em pesquisas, focada em criatividade e guiada por resultados, usando os meios de comunicação para lidar com a questão do aborto. Sua meta é estar nos 25 mais importantes mercados de meios de comunicação. Atualmente Vitae está presente em quase metade deles.
Para mais informações sobre a Fundação Vitae e seus próximos eventos, visite: http://www.vitaecaringfoundation.org/
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10033004
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