20 de dezembro de 2010

Secretário-geral da ONU pede mais respeito pelos “direitos” gays e transgêneros

Secretário-geral da ONU pede mais respeito pelos “direitos” gays e transgêneros

Patrick B. Craine
NOVA IORQUE, EUA, 14 de dezembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Falando no aniversário de 62 anos em que a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) na sexta-feira, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, pediu o fim das leis que criminalizam a homossexualidade e exigiu maior respeito por “direitos” homossexuais e transgêneros.
“Hoje, muitas nações têm modernas constituições que garantem direitos e liberdades essenciais. Mas a homossexualidade é considerada crime em mais de 70 países”, disse o dirigente da ONU. “Isso não está certo”.
A DUDH, disse ele, “não é chamada de a declaração ‘parcial’ de direitos humanos. Não é a declaração ‘às vezes’ de direitos humanos. É a declaração universal, garantindo a todos os seres humanos seus direitos humanos básicos — sem exceção’”.
A declaração do secretário-geral da ONU foi atacada por Austin Ruse, presidente do Instituto Católico de Família e Direitos Humanos (C-FAM), que disse para LifeSiteNews que Moon está “atribuindo à Declaração Universal dos Direitos Humanos o sentido de defesa à agenda gay”. A DUDH, disse ele, abrange homossexuais tanto quanto qualquer outra pessoa, mas “não inclui a agenda homossexual”.
“Há um bloco sólido de pelo menos 60 países na Assembleia Geral da ONU que não permitirá que isso ocorra”, acrescentou ele.
Moon falou num grande evento organizado na sede da ONU por ativistas homossexuais.
Susan Rice, embaixadora dos EUA na ONU, expressou revolta com uma recente votação numa comissão da Assembleia Geral que excluiu menções à “orientação sexual” de uma medida condenando assassinatos extrajudiciais de pessoas vulneráveis no mundo inteiro.
Rice prometeu que os Estados Unidos patrocinarão uma emenda à resolução. “Vamos permanecer firmes nesse princípio básico”, disse ela.
Eles tiveram o apoio do arcebispo Desmond Tutu, que falou por teleconferência. O prelado anglicano comparou as iniciativas homossexuais à luta contra o apartheid na África do Sul.
Contudo, Ruse disse que os negros americanos veriam a comparação de Tutu como “profundamente repulsiva porque há uma vasta diferença entre algo que é inato como raça e algo que é causado por fatores psicológicos ou trauma”.
A comparação entre raça e “orientação sexual”, disse ele, é “profundamente repulsiva” para aproximadamente metade, ou até mais, da Assembleia Geral da ONU.
Embora ele tenha reconhecido que a oposição ao homossexualismo tenha ido longe demais em certas partes do mundo, Ruse apontou para o fato de que os homossexuais na América do Norte e Europa estão “entre as pessoas mais ricas, realizadas e elogiadas de nossa sociedade”.
“Dizer que eles se comparam às pessoas que sofreram sob o apartheid é ridículo”, disse ele.
“O que isso realmente significa é que a agenda homossexual não só é uma moda, mas também se tornou normal na sociedade”, continuou ele. “O que estão tratando não é simplesmente acabar com e pena de morte e a criminalização da homossexualidade… Querem colocar a agenda homossexual em pé de igualdade, e ate mesmo acima, da liberdade religiosa”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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2 comentários :

Anônimo disse...

Eles fazem uma confusão proposital que é toda ela anti-cristã e discriminatória contra os cristãos e a castidade: a prática homossexual não tem direito algum. Como pecado, não tem direito de persistir, deve ser odiada, rejeitada, proscrita, discriminada, combatida com todo preconceito e fobia de quem teme a Deus e odeia o pecado. Agora, o pecador, se para receber a caridade da oferta do perdão, juntamente com a exigência de conversão e de emenda, não pode ser evitado. Eles provocam confusão entre o que a pessoa faz e a própria pessoa, não exatamente por causa da pessoa (pois, se o fosse, preocupariam com a sua alma), mas mais para legitimar sua prática odiosa, com fim de destruir a castidade. Numa escola, os colegas devem conviver normalmente com um aluno que pratica o homossexualismo? Não, claro que não! Nunca conviverei com uma pessoa que insiste em praticar a sodomia, assim como não convivo com uma prostituta que insiste em se prostituir. Se quiserem converter e se emendar, na Igreja, conviveríamos alegres com tais almas que se humilham com um coração contrito. Mas, não temos que conviver com quem quer viver no pecado. Já o ensina os salmos: "não me assentarei entre os pecadores, mas habitarei ainda que nos átrios da Casa do Senhor". O Fantástico da Globo mostrou ontem que evitar o convívio com um aluno gay, que quer assumir a prática gay, seria preconceito e discriminação. Temos que discriminar o pecador que insiste em pecar e não conviver com ele, se não quisermos cair também ou esquecermos das coisas de Deus. O preconceito não é contra o pecador, mas há no caso dois preconceitos, o contra o pecado, que é o mais lógico e necessário, uma vez que foi Deus quem definiu o que é pecado para todas as gerações, e o preconceito contra a castidade, um fundamento da fé cristã que corresponde a um mandamento divino ou exigência para a salvação, como se tivéssemos que nos perder para aceitar um perdido ou um prestes a se perder, exatamente, para que anulemos o preceito divino e liberemos para todos o avanço por sobre a castidade. É isto que querem, com uma doutrina perversa que distorce a moral a partir dos sentidos e da devida aplicação contextual para as palavras. Não passa de uma mentira e de uma fraude demoníaca. Há a discriminação necessária e salvífica e todo mundo vive de preconceitos, a partir da realidade de que o conceito de um já é preconceito para o outro, uma vez que homem algum vive sem conceituar, o que é preconceituar em relação ao seu semelhante. Acontece que nós, cristãos, conceituamos ou preconceituamos a partir dos preceitos divinos e os marxistas conceituam a partir da doutrina ateísta de Marx. Então, para forçar os conceitos de Marx contra os de Deus, vêm com essa fraude de que temos preconceitos só por querer evitar pecados ou pecadores que amam os seus pecados e que querem pecar contra Deus, contra a Igreja e contra as famílias, exatamente, para destruí-las estas e tomar nossos filhos inocentes para que sejam suas próximas vítimas, porque na história e no mundo inteiro, por detrás do incentivo à homossexualidade está o incentivo à pedofilia, por recalque e por revolta dos gays contra si mesmos e contra o que fazem, que os levam a quererem perder e destruir o que ainda não está perdido e o que não está destruído ou contaminado, como foi o que esteve presente em Sodoma e Gomorra, quando quiseram currar os anjos que estavam visíveis com Lot, o sobrinho de Abraão, acreditando que eram "carne nova" para a sua sodomia, ao invés de continuarem na perversão sexual entre si mesmos e continuamente apenas entre si.

Anônimo disse...

Eles fazem uma confusão proposital que é toda ela anti-cristã e discriminatória contra os cristãos e a castidade: a prática homossexual não tem direito algum. Como pecado, não tem direito de persistir, deve ser odiada, rejeitada, proscrita, discriminada, combatida com todo preconceito e fobia de quem teme a Deus e odeia o pecado. Agora, o pecador, se para receber a caridade da oferta do perdão, juntamente com a exigência de conversão e de emenda, não pode ser evitado. Eles provocam confusão entre o que a pessoa faz e a própria pessoa, não exatamente por causa da pessoa (pois, se o fosse, preocupariam com a sua alma), mas mais para legitimar sua prática odiosa, com fim de destruir a castidade. Numa escola, os colegas devem conviver normalmente com um aluno que pratica o homossexualismo? Não, claro que não! Nunca conviverei com uma pessoa que insiste em praticar a sodomia, assim como não convivo com uma prostituta que insiste em se prostituir. Se quiserem converter e se emendar, na Igreja, conviveríamos alegres com tais almas que se humilham com um coração contrito. Mas, não temos que conviver com quem quer viver no pecado. Já o ensina os salmos: "não me assentarei entre os pecadores, mas habitarei ainda que nos átrios da Casa do Senhor". O Fantástico da Globo mostrou ontem que evitar o convívio com um aluno gay, que quer assumir a prática gay, seria preconceito e discriminação. Temos que discriminar o pecador que insiste em pecar e não conviver com ele, se não quisermos cair também ou esquecermos das coisas de Deus. O preconceito não é contra o pecador, mas há no caso dois preconceitos, o contra o pecado, que é o mais lógico e necessário, uma vez que foi Deus quem definiu o que é pecado para todas as gerações, e o preconceito contra a castidade, um fundamento da fé cristã que corresponde a um mandamento divino ou exigência para a salvação, como se tivéssemos que nos perder para aceitar um perdido ou um prestes a se perder, exatamente, para que anulemos o preceito divino e liberemos para todos o avanço por sobre a castidade. É isto que querem, com uma doutrina perversa que distorce a moral a partir dos sentidos e da devida aplicação contextual para as palavras. Não passa de uma mentira e de uma fraude demoníaca. Há a discriminação necessária e salvífica e todo mundo vive de preconceitos, a partir da realidade de que o conceito de um já é preconceito para o outro, uma vez que homem algum vive sem conceituar, o que é preconceituar em relação ao seu semelhante. Acontece que nós, cristãos, conceituamos ou preconceituamos a partir dos preceitos divinos e os marxistas conceituam a partir da doutrina ateísta de Marx. Então, para forçar os conceitos de Marx contra os de Deus, vêm com essa fraude de que temos preconceitos só por querer evitar pecados ou pecadores que amam os seus pecados e que querem pecar contra Deus, contra a Igreja e contra as famílias, exatamente, para destruí-las estas e tomar nossos filhos inocentes para que sejam suas próximas vítimas, porque na história e no mundo inteiro, por detrás do incentivo à homossexualidade está o incentivo à pedofilia, por recalque e por revolta dos gays contra si mesmos e contra o que fazem, que os levam a quererem perder e destruir o que ainda não está perdido e o que não está destruído ou contaminado, como foi o que esteve presente em Sodoma e Gomorra, quando quiseram currar os anjos que estavam visíveis com Lot, o sobrinho de Abraão, acreditando que eram "carne nova" para a sua sodomia, ao invés de continuarem na perversão sexual entre si mesmos e continuamente apenas entre si.