18 de dezembro de 2010

Parlamento do Malaui expande penalidades criminais para a sodomia

Parlamento do Malaui expande penalidades criminais para a sodomia

Matthew Cullinan Hoffman
10 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento da nação africana de Malaui aprovou uma lei que acrescenta a sodomia lésbica à sua lista de perversões sexuais criminalizadas, apesar de pressões internacionais para eliminar tais leis.
A atual lei de Malaui, a qual proíbe “crimes contra a natureza” e “atos indecentes entre homens”, castiga a sodomia homossexual masculina com prisão. A nova lei, de acordo com a imprensa, busca igualar o castigo para as mulheres.
O Malaui sofreu muitas críticas de organizações internacionais em março deste ano, depois que condenou dois homens que realizaram uma cerimônia de “noivado” em público numa tentativa evidente de desafiar a lei, e os sentenciou a 14 anos de prisão.
Depois de uma enorme campanha de pressão, Bingu wa Mutharika, presidente do Malaui, decretou um perdão para os homens, enquanto o secretário-geral da ONU Ban Ki-Moon estava visitando o país.
Oitenta por cento da população cristã do Malaui são fortemente contra a sodomia e apoiam a proibição. A opinião deles se reflete em todo o continente africano, onde dos 53 países, 38 proíbem a conduta.
Países que continuam a proibir a conduta homossexual estão sofrendo ataques em anos recentes. Os ataques estão vindo da França, Alemanha e outros países da União Europeia, os quais estão buscando descriminalizar a sodomia no mundo inteiro. Eles atacam com o apoio de várias grandes organizações de “direitos humanos”, as quais buscam estabelecer a conduta homossexual como um “direito”, em contradição ao direito internacional, o qual geralmente não a reconhece como tal.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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