12 de novembro de 2010

Violenta ocupação muçulmana de igreja não violou lei que proíbe ofender sentimentos religiosos

Violenta ocupação muçulmana de igreja não violou lei que proíbe ofender sentimentos religiosos

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
CORDOBA, Espanha, 10 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um juiz espanhol deu como decisão que uma violenta ocupação da Catedral de Córdoba por parte de um grupo de muçulmanos em março deste ano não violou a lei da nação que proíbe ofender sentimentos religiosos.
De acordo com o serviço noticioso Europa Press, o juiz que ocupa o assento do Quarto Tribunal de Instrução de Córdoba decidiu que a incursão na catedral, que culminou num ataque contra vários guardas e um policial, foi meramente uma “desordem pública” e não tinha a intenção de ofender os sentimentos religiosos de ninguém.
“Não há tanto uma intenção minimizar ou ferir os sentimentos religiosos da religião católica tanto quanto uma tentativa de favorecer, sem mencionar impor com clareza, num falso gesto de tolerância, a possibilidade de realizar uma reunião religiosa conjunta [na catedral]”, o juiz declarou. “Não houve ação para desmerecer ou desacreditar a religião católica, mas em vez disso foi uma ação em favor de um uso conjunto [do espaço da catedral]”.
Os muçulmanos espanhóis há muito tempo exigem o direito de realizar reuniões religiosas islâmicas na Catedral de Córdoba, que foi demolida pelos muçulmanos no oitavo século e substituída com uma mesquita depois que eles conquistaram a área. A catedral foi reconstruída no século XIII depois que os cristãos reconquistaram Córdoba. Contudo, boa parte da arquitetura original da mesquita foi deixada intacta.
Apesar de uma proibição contra reuniões islâmicas na catedral, um grupo de aproximadamente cem muçulmanos da Áustria entrou no prédio durante a Semana Santa, em 31 de março, liderado por um imame e ostentando walkie-talkies. Depois que começaram a realizar os ritos da religião islâmica eles foram confrontados pelos guardas de segurança e pela polícia, vários dos quais sofreram ferimentos após serem atacados por oito membros do grupo, um dos quais estava brandindo uma faca. Os oito agressores foram presos, embora o resto tivesse sido liberado depois de serem removidos a força da catedral.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111001.html
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4 comentários :

Anônimo disse...

É a idiotia jurídica espanhola e européia em favor de intolerantes e sem-vergonhas islâmicos.
Ou o Ocidente reage ou irá sucumbir à mediocridade e ao atraso.

Anônimo disse...

Vocês souberam do massacre de católicos dentro de uma igreja no Iraque?!

Vejam notícias e vídeos em

H2onews (site católico vídeos)

http://www.h2onews.org/espanol/72-acontecimientos/224447116-%c2%bfquienes-somos-nosotros-cristianos-de-irak.html


http://fratresinunum.com/2010/11/12/vamos-falar-francamente-dos-que-querem-nos-matar/

Católicos martirizados no Iraque

http://www.youtube.com/watch?v=FWgjiqroetM

Ataque à catedral católica termina com 46 reféns mortos em Bagdá

http://www.rainhamaria.com.br/Pagina/9582/Ataque-a-catedral-catolica-termina-com-46-refens-mortos-em-Bagda

Anônimo disse...

Gostaria também de citar um comentário muito interessante de um padre no site Fratres in Unum sobre a invasão moderna (dos dias atuais) dos árabes na Espanha.

Eis o comentário:

Padre Anderson Batista comenta sobre a moderna invasão dos árabes na Espanha
novembro 13, 2010 em 7:48 am

Certa vez no Seminário, um padre responsável pelo que se chama “diálogo intereligioso” da Conferência Episcopal Espanhola nos disse aos seminaristas dados e fatos de estarrecer.
Aproveito a ocasião para relembrar alguns:
– o padre, cujo nome não me recordo, dizia que havia na Espanha atual mais muçulmanos do que na época da invasão árabe;
– que surgia na Espanha um movimento nacionalista no Sul de caráter muçulmano (O Reino de Granada foi o último a ser anexado ao Reino Espanhol pelos Reis Católicos, este fato nunca foi esquecido por eles);
– que nos diálogos com os muçulmanos, eles demonstravam alegria com a Igreja Católica, pois os dois dogmas cristãos que causam repulsa ao Islã, já quase não é pregado nas Igrejas por nenhum padre: o Mistério da Santíssima Trindade e a o MIstério da Redenção por Jesus Cristo (sic!);
– que há uma intenção no mundo islâmico de conquistar aos poucos, até 2017, uma forte presença crescente no único reduto do planeta onde eles ainda não têm expressividade alguma: a América Latina!;
– entre outros fatos nos relatou o martírio de uma jovem egípcia pelo seu próprio pai, quando ele soube que ela seria batizada na Páscoa por um frade franciscano, o pior de tudo é que o pai não foi julgado nem condenado, já que o Corão prevê a morte para os apóstatas da fé, e o Egito é considerado um dos países islâmicos mais moderados…

http://fratresinunum.com/2010/11/12/vamos-falar-francamente-dos-que-querem-nos-matar/#comment-14826

Anônimo disse...

Também é interessante o que São Tomás de Aquino nos diz sobre Maomé e o Corão na Suma Teológica!

Maomé e o Corão segundo Santo Tomás de Aquino:

“Maomé seduziu os povos prometendo-lhes deleites carnais. ....
“Introduziu entre as poucas coisas verdadeiras que ensinou muitas fábulas e falsíssimas doutrinas. Não aduziu prodígios sobrenaturais, único testemunho adequado da inspiração divina. ....
“Afirmou que era enviado pelas armas, sinais estes que não faltam a ladrões e tiranos. Desde o início, não acreditaram nele os homens sábios nas coisas divinas e experimentados nestas e nas humanas, mas pessoas incultas, habitantes do deserto, ignorantes de toda doutrina divina. E só mediante a multidão destes, obrigou os demais, pela violência das armas, a aceitar a sua lei.
“Nenhum oráculo divino dos profetas que o precederam dá testemunho dele; ao contrário, ele desfigura totalmente o Antigo e Novo Testamento, tornando-os um relato fantasioso, como o pode confirmar quem examina seus escritos.
“Por isso, proibiu astutamente a seus sequazes a leitura do Antigo e Novo Testamento, para que não percebessem a falsidade dele”.
“Summa contra Gentiles”, L. I, c. 6.
Fonte: http://gloriadaidademedia.blogspot.com