26 de novembro de 2010

Relatório governamental pede fim de secretaria de chefão encarregado de segurança das escolas

Relatório governamental pede fim de secretaria de chefão encarregado de segurança das escolas

Kathleen Gilbert
WASHINGTON, D.C., EUA, 22 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um relatório rascunhado da Comissão Nacional de Responsabilidade e Reforma Fiscal do Presidente Obama concluiu que a secretaria inteira sob o polêmico chefão da segurança das escolas Kevin Jennings, um líder radical no movimento homossexual, é um desperdício financeiro e deveria ser dissolvida.
O relatório, que será votado em 1 de dezembro para receber a aprovação final, foi obtido pelo serviço noticioso CNSNews.com no começo deste mês.
Os autores do relatório insinuam que a secretaria é uma resposta espalhafatosa e ineficaz para ambientes perigosos nas escolas.
“Embora a segurança e proteção das escolas devam ser garantidas, a violência e o abuso de drogas são problemas que ocorrem bem menos no ambiente escolar do que em outros lugares”, declara o relatório, comentando que “as crianças têm mais probabilidade de serem vítimas de violência longe da escola, e embora o uso de drogas seja mais comum do que a violência, ocorre infrequentemente no estabelecimento escolar. Além disso, os resultados que se esperavam com a criação da Secretaria de Escolas Seguras e Livres de Drogas não foram concretizados”.
A comissão observa que o orçamento da Secretaria de Escolas Seguras e Livres de Drogas mais que duplicou desde 2008, e que a eliminação dessa secretaria resultaria numa economia de 1,8 bilhões de dólares em 2015.
Jennings, ex-diretor executivo da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (REGLH), foi alvo de cinquenta e três membros da Câmara dos Deputados no ano passado. Numa carta ao presidente Obama eles exortaram o presidente a demitir Jennings com base em sua carreira passada que promovia a homossexualidade entre os jovens.
Numa conferência da REGLH em 2000, Jennings supervisionou a inclusão de um workshop que promovia atos sexuais pervertidos e perigosos para adolescentes de Massachusetts.
Jennings também admitiu ignorar evidências de um estupro homossexual de menor de idade que um jovem de 15 lhe contou como segredo quando ele era professor. Quando informado do encontro homossexual entre o menino e um homem muito mais velho, Jennings, descrevendo-se como um “professor gay dentro do armário”, disse para o menino, “Sabe, espero que você saiba como usar uma camisinha”. A idade de consentimento em Massachusetts é 16 anos. Jennings mais tarde disse: “Vinte um ano mais tarde consigo ver como eu deveria ter lidado de modo diferente com a situação”.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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