30 de novembro de 2010

Governo de estado do México é investigado por “patrocinar” conferência de ex-homossexuais

Governo de estado do México é investigado por “patrocinar” conferência de ex-homossexuais

Matthew Hoffman
GUADALAJARA, México, 26 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo do estado mexicano de Jalisco está sob “investigação” por parte da comissão estadual de direitos humanos por alegado patrocínio de uma conferência que incluía Richard Cohen, um ex-homossexual e terapeuta que trata de homossexuais por atração indesejada de mesmo sexo, de acordo com o jornal mexicano El Universal.
A investigação foi lançada depois de uma queixa feita na justiça por um legislador estadual socialista do Partido da Revolução Democrática (PRD), Raúl Vargaswho, bem como denúncias públicas de outros opositores políticos do governador estadual Emilio González Márquez. Vargaswho o denunciou por “homofobia” e por desperdiçar verbas estaduais no evento.
A acusação é baseada exclusivamente no uso do logotipo do governo estadual no pôster que estava promovendo a conferência, que tinha como título “O Caminho para a Castidade”, um ato que o governo de Jalisco diz não foi autorizado e foi empreendido unilateralmente pelos organizadores da conferência.
“O Secretariado Geral de Governo não usou nenhum recurso para a realização ou promoção de dito ciclo de conferências”, o governo disse num comunicado oficial. “Investigados com respeito aos organizadores de dito evento, eles afirmaram que incluíram o logotipo do secretariado nos pôsteres promocionais do ciclo de conferências sem autorização ou conhecimento do próprio secretariado”.
Contudo, o presidente da Comissão Estadual de Direitos Humanos diz que pretende fazer uma investigação completa das acusações contra o governo, se queixando de que a conferência “busca rotular como doença algo que já foi declarado que não é doença”.
“É nossa tarefa avaliar as atividades das organizações civis”, disse o presidente da comissão Felipe de Jesús Álvarez Cibrián, mas acrescentou que “queremos chegar ao fundo [do assunto] e fazer uma investigação de quantas e quais organizações estiveram envolvidas, em caso alguns órgãos estaduais tenham estado envolvidos”.
Numa reação aparente à decisão de Álvarez Cibrián para investigar as acusações, cinco conselheiros cidadãos da comissão renunciaram ontem, afirmando que “autoritarismo disfarçado de legalidade está prevalecendo na atual administração” da comissão, e acusando-a de práticas discriminatórias, deficiente prestação de contas e falta de transparência.
As comissões estaduais de “direitos humanos” estão cada vez mais sendo usadas por grupos homossexuais no México para promoverem sua agenda política, permitindo que eles entrem com queixas oficiais de “discriminação” contra aqueles que consideram como patológica e imoral a orientação ou conduta homossexual.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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