9 de outubro de 2010

A Revolução Sexual e as Crianças: 'Tá Doendo'

A Revolução Sexual e as Crianças — Parte 3:

'Tá Doendo'

Continuação da PARTE 2 DO ARTIGO
Outros acharam notavelmente mais difícil lidar com a situação. Os registros de um Kinderladen de Stuttgart de dezembro de 1969 incluem a história de uma mãe que de repente viu várias crianças querendo pegar embaixo de sua saia. Quando um dos garotos começou a puxar seus pêlos pubianos, a mulher não estava segura sobre como reagir. Por um lado, ela não queria parecer inibida, mas, por outro, a situação era desagradável para ela. "Tá doendo," ela por fim disse, "não tô gostando disso."
Um relato da socióloga Monika Seifert, que descreveu suas experiências no "Coletivo dos Pais da Escola de Crianças de Frankfurt," na revista Vorgange (trechos da qual apareceram posteriormente na SPIEGEL do outono de 1970), revela como era difícil para os pais decidirem-se por fim entre suas próprias expectativas ideológicas e suas noções de certo e errado.
No relato, Seifert se pergunta criticamente por que, em seu projeto, "nenhum caso de atividade sexual planejada, direta, tentada entre uma criança e um adulto foram observados." É preciso notar que ela vê isto como um fracasso, não um sucesso. Como mãe, Seifert conclui que "as inibições e inseguranças dos adultos" eram provavelmente as culpadas pela passividade deles, e que as crianças provavelmente estavam "suprimindo sua curiosidade a este respeito por causa das reações subconscientes dos adultos."

'Um jogo incrivelmente erótico'

Dá para qualificar o que aconteceu em muitos dos Kinderladen como abuso? De acordo com os critérios aos quais os padres católicos têm sido submetidos, certamente dá, diz Alexander Schuller, o sociólogo. "Falando objetivamente, foi abuso, mas, subjtivamente, não," diz Dannenberg. Por mais bizarro que pareça em retrospecto, os pais aparentemente tinham o bem-estar das crianças em mente, não o próprio. Para os correligionários do novo movimento, a criança não servia como um objeto sexual, um meio para os adultos satisfazerem seus impulsos sexuais. Isto diferencia o abuso politicamente motivado da pedofilia.
Aqui, também, os limites tornam-se pouco claros. Como deveríamos reagir quando Cohn-Bendit escreve, em suas memórias, sobre "garotinhas de cinco anos que já tinham aprendido a se oferecerem para mim?" Esta não foi a única vez em que um político verde falou animadamente sobre suas experiências com crianças. Em uma participação amplamente despercebida na TV francesa em 23 de abril de 1982, Cohn-Bendit, hoje membro do Parlamento Europeu, disse o seguinte:
"Às nove da manhã, eu vou ver meus oito bebezinhos com idades entre 16 meses e 2 anos. Eu lavo seus bumbuns, faço cócegas neles, eles fazem cócegas em mim, e nos abraçamos com carinho... Você sabe, a sexualidade de uma criança é uma coisa fantástica. É preciso ser honesto e sincero. Com as crianças muito novas, não é o mesmo que com as de quatro a seis anos. Quando uma menininha de cinco anos começa a se despir, é ótimo, porque é um jogo. É um jogo incrivelmente erótico."
Cohn-Bendit afrimou, posteriormente, que só estava querendo provocar. Quer acreditemos ou não em suas declarações, o desenvolvimento dos verdes nos anos 80 mostra que sua conversa despreocupada sobre sexo com crianças novinhas terminou por atrair pedófilos de verdade.

Sem Restrições de Idade

Na esteira do incipiente movimento gay, os grupos assim-chamados de Pedos logo apareceram. Pegando a deixa dos homossexuais, eles também alegavam que, como minoria, eles tinham certos direitos. O mais conhecido destes grupos foi a "Comuna Índia," em Nuremberg, um "projeto de vida alternativo" de adultos e crianças. Os "índios", muito pintados e extrovertidos, apareceram na primeira convenção do Partido Verde, na cidade de Karlsuhe, no sul da Alemanha, em 1980, para bater tambor por sua causa, que eles chamavam de "sexo livre para crianças e adultos."
Os verdes não ficaram imunes por muito tempo ao argumento de que o governo não deveria limitar a sexualidade das crianças. Em sua convenção de 1985 em Ludenscheid, a organização estadual dos verdes, no estado ocidental da Renânia do Norte-Vestfália sustentou que a "sexualidade não-violenta" entre crianças e adultos deveria ser em geral permitida, sem quaisquer restrições de idade. "As relações sexuais consensuais entre crianças e adultos devem ser descriminalizadas," escreveu a força tarefa "Crianças e Juventude," do Partido Verde no estado de Baden-Wurttemberg, no sudoeste do país, num jornal de posição, por volta da mesma época . Protestos públicos obrigaram o partido a retirar a declaração do documento.
Durante esta época, nenhum outro jornal ofereceu aos pedófilos um fórum como o Tageszeitung, alternativo e inclinado à esquerda, o que mostra o quão socialmente aceitável esta violação de tabus tinha se tornado na comunidade esquerdista. Em várias séries de artigos, incluindo uma intitulada "Eu Amo Garotos,' e em longas entrevistas, homens tinham a oportunidade de descrever o quanto o sexo com garotos préadolescentes era supostamente lindo. "Havia muita incerteza sobre até onde se podia ir,', diz Gitte Hentchel, co-fundador e, de 1979 a 1985, editor do Tageszeitung. Os que, como Hentschel, se opunham à promoção da pedofilia, foram descritos como "moralistas" — como contrários à liberdade de expressão. "Não existe isto de censura no Tageszeitung," foi a resposta.

Carta Branca

Um dos raros líderes da esquerda que se opuseram terminantemente ao movimento pedófilo logo de início foi o cientista social Gunter Amendt. "Não há equivalência de sexualidade entre crianças e adultos," Amendt disse, expressando sua indignação com o movimento. Alice Schwarzer, fundadora da revista política feminina Emma, também se manifestou contra a minimização do sexo com crianças e o definiu como o que realmente era: abuso puro e simples.
Amendt relembra o quanto foi depreciado como reacionário em panfletos e artigos. "Houve toda uma campanha contra Alice e eu, na época," ele diz. Foi só em meados dos anos 90 que este episódio horrível chegou ao fim. Em 1994, o Pedos apareceu no Tageszeitung pela última vez e até aquela publicação reconheceu que relações sexuais com meninos não eram diferentes das com meninas, as quais, graças ao movimento feminista, há muito tempo são consideradas merecedoras de proteção.
Os revolucionários do final dos anos 60 ainda estão muito longe de enfrentar esta parte de sua história. Quando surgiram perguntas sobre a ligação entre as atividades dos membros do movimento de 1968 e os casos de abuso no colégio Odenwald, os apologistas do movimento foram rápidos em dar carta branca a si-mesmos.
"Acusações tais também são parte de uma tentativa de denunciar o progresso social," escreveu o sexólogo e veterano de 1968 Gunter Schmidt, na Frankfurter Rundschau. "No geral, é mais provável que as mudanças sociais associadas com o número 1968 tenham levado à prevenção de abusos."
Este é um modo muito ameno de relembrar o passado. Certamente, não se aplica a todos os que fizeram parte das experiências educacionais esquerdistas daquela época.
Tradução do alemão por Christopher Sultan.
Tradução, links de Luísa Soares e João Carlos de Almeida, do blog DEXTRA.
Artigo original AQUI.
Divulgação: www.juliosevero.com
Inglaterra anuncia plano imperialista para promover radical agenda sexual nos países em desenvolvimento

3 comentários :

Chamelly disse...

Julio,

que coragem postar esses fatos.
Que ousadia sem tamanho publicar esses artigos sobre o abuso, literalmente, de crianças.

Chocante.

Tá aí, para quem quiser ver, o que está acontecendo na nossa sociedade, palco de armadilhas da besta, sim, o fim dos tempos aproxima-se. E aproxima-se também a justiça do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Todos aqueles que blasfemarem, que cultuarem tais práticas pervertidas (ainda mais contra crianças), cultuarem ídolos de madeira, e tudo mais que está escrito no nosso manual Sagrado, a Bíblia, será lançado no fogo eterno, ao lado da besta, do próprio satanás, e todos os seus demônios.

Parabéns, Julio. Lembre-se que através desse seu portal você está sendo usado pelo Senhor.

Esse tipo de matéria ninguém gosta de falar. Ninguém gosta de pensar.Ninguém gosta de comentar.
Mas está aí.

Realmente, é abominável, mas o que nós, servos do Deus vivo faremos? ficaremos calados?

Não, nós não ficaremos calados. Nós, servos do Deus vivo temos coragem de falar disso que acontece diariamente. Falamos sim, da infância perdida. Da infãncia sendo tragada na mãos de monstros usados do inferno. Uma maldição sem tamanho.

Eu, diante desse fato, não consigo me conter. Não é possível que o amor dos realmente servos de Deus, esfriou assim.

Cadê o amor? Cadê a misericórdia pelos pequenos príncipes e princesas de Jesus? Cadê a oração?

Nos revoltamos sim, porque nós temos amor. Nós temos o Espírito Santo de Deus dentro de nós. Que vontade de colocar essas crianças no colo, num lugar seguro, e enchê-las de amor, de compreensão. Mas não, muitos fingem que não veêm, estão cegados com Big Brother, com o grande monstro Lula, com as perversidades e pornografias escondidas e escancaradas também nas novelas.

O amor de muitos se esfriará.

Estamos em pleno Apocalipse, e nada, nada muda, o povo está fingindo ser cheio de unção.

Poucos vão conseguir ir até o fim por Jesus. Somente por Ele. Eu quero pagar o preço! Perseguição? Julio, o que é a perseguição diante do amor de Jesus????

O que me alegra, é que o GRANDE DIA vem, e tudo isso passará.

E que o povo leia, chore, ore, e fique firme, diante desses artigos, com esse nível de brutalidade. Mas que o façam por amor. Por amor somente. Falta amor, não amamos nosso próximo como Jesus nos ensinou.

Que paremos de pedir dinheiro, pedir bens, pedir o que nos convém a Deus, e comecemos a pedir AMOR. Amor pelo próximo. Vamos pedir o espírito da servidão. Vamos servir ao próximo. Será que eles, os que se dizem servos de Deus, o nosso Deus Todo Poderoso, será que eles conseguem?

Julio, você nos serve, para abrir nossos olhos e ver o que acontece nesse mundo tenebroso, falho, pecaminoso, terrível, assassino. Não só de vidas, mas de sonhos.

Os sonhos do Pai jamais vão morrer!

Prossigamos, atentos, firmes, e cheios do Espírito de Deus.

Oremos pelas nossas crianças.

Parabéns novamente por sua coragem.
QUE DEUS TE ABENÇOE GRANDEMENTE.

Esse blog é incomparável. Que belo trabalho a favor do Reino.

Fica com Jesus Cristo. Que Ele nos dê força e amor!

Silvio Ricardo disse...

Julio,

é de "ultradireitistas" e "extremistas" que a Associated Press denomina as pessoas que foram às ruas de Belgrado, capital da Sérvia, protestar contra uma parada gay naquele país, hoje, domingo (10/10/2010).

Para a mídia esquerdista, os ativistas homossexuais podem ir às ruas desfilar suas obscenidades, e o restante da população que cale a boca e aceite tudo. Essa é a regra deles.

http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo/manifestacoes+contra+gays+deixam+mais+de+50+feridos+na+servia/n1237796167001.html

José Roberto disse...

Incrível! Esse tipo de assunto, não deveria nem estar em pauta tamanho é a REPUGNÂNCIA que causa. O simples de fato de alguém manifestar um desejo desse tipo, seria motivo suficiente para encaminhá-lo a manicômio de segurança máxima!

Eu gostaria muito de fazer uma pergunta a esse doente mental que atende por um nome - que normalmente atribuído a humanos - Cohn Bendit:

Será que ele permitiria que brincássemos assim com sua filhinha biológica de 2 anos?