26 de outubro de 2010

Lista crescente de atrocidades muçulmanas

Lista crescente de atrocidades muçulmanas

Les Kinsolving
De um bom amigo meu, do clero de Michigan, com quem não pude entrar em contato por telefone para indagar a respeito de sua fonte original, eu recebi esta lista de 13 perguntas via e-mail.
Originalmente, esta lista continha respostas de múltiplas escolhas para cada pergunta. Mas pelo fato de que a maioria dessas alternativas era humorística, eu incluo a única resposta correta para cada uma das 13 perguntas.
1) Em 1968, o senador Robert Kennedy foi baleado e morto por:
Resposta: Um extremista muçulmano do sexo masculino, com idade entre 17 e 40 anos.
2) Nos Jogos Olímpicos de 1972 em Munique, atletas foram sequestrados e massacrados por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
3) Em 1979, a embaixada dos Estados Unidos no Irã foi tomada por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
4) Durante os anos 80, vários americanos foram sequestrados no Líbano por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
5) Em 1983, o quartel dos fuzileiros navais americanos em Beirute foi explodido por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
6) Em 1985, o navio de cruzeiro Achille Lauro foi sequestrado e um passageiro americano de 70 anos foi assassinado e jogado ao mar em sua cadeira de rodas por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
7) Em 1985, o voo 847 da TWA foi sequestrado em Atenas e um mergulhador da Marinha americana que tentou resgatar os passageiros foi assassinado por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
8) Em 1988, o voo 103 da Pan Am foi explodido a bomba por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
9) Em 1993, o World Trade Center sofreu uma explosão a bomba pela primeira vez por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
10) Em 1998, as embaixadas americanas no Quênia e na Tanzânia foram explodidas a bomba por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
11) Em onze de setembro de 2001, quatro aviões de passageiros foram sequestrados; dois foram usados como mísseis para destruir o World Trade Center. Dos dois restantes, um se chocou com o Pentágono americano e o outro foi desviado e derrubado pelos passageiros. Milhares de pessoas foram mortas por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
12) Em 2002, os Estados Unidos lutaram numa guerra no Afeganistão contra:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
13) Em 2002, o jornalista Daniel Pearl foi sequestrado e assassinado por:
Resposta: Extremistas muçulmanos do sexo masculino, a maioria com idades entre 17 e 40 anos.
Nota de rodapé: Na base militar de Fort Hood, no Texas, outro muçulmano, de 39 anos, matou 13 pessoas e feriu outras 30.
Meu amigo acrescentou a seguinte conclusão:
“Não, eu realmente não vejo um padrão aqui que justifique que determinados indivíduos sejam enquadrados num perfil, e você? Então, para garantir que nós americanos não ofendamos ninguém, especialmente os fanáticos decididos a nos matar, os funcionários de aeroportos que fazem revistas não vão mais poder revistar indivíduos conforme o perfil deles. Eles deverão revistar aleatoriamente mulheres de 80 anos, crianças pequenas, pilotos de aviões de passageiros com as devidas identificações, agentes do serviço secreto que são membros do aparato de segurança do presidente e o deputado de 85 anos, com próteses nos quadris, ganhador da medalha Honra ao Mérito e ex-governador da Dakota do Sul, Joe Foss. Entretanto, eles não deverão incomodar os muçulmanos do sexo masculino com idades entre 17 e 40 anos — para não incorrerem no “crime” de enquadrarem determinados indivíduos em determinados perfis.
Les Kinsolving apresenta um talk show diário para a WCBM em Balitmore. Seu programa é transmitido nacionalmente. Ele é correspondente da WorldNetDaily na Casa Branca. Seu programa pode ser ouvido na internete de 9 às 11 da noite (horário da Costa Leste), de segunda a sexta. Antes de entrar pro rádio, Kinsolving era repórter de jornal e colunista — duas vezes indicado para o prêmio Pulitzer por seus artigos. O estilo jornalístico independente de Kinsolving está detalhado em um novo livro escrito por sua filha, Kathleen Kinsolving, intitulado, “Gadfly: The Life and Times of Les Kinsolving White House Watchdog.” [O Implicante: a vida e a era da sentinela da Casa Branca Les Kinsolving]
Artigo origina: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Júlio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com
Fitna: a ameaça do islamismo radical (contém cenas chocantes da crueldade islâmica radical)

7 comentários :

Silvio Ricardo disse...

Excelente texto!

Jose Guilherme Schossland disse...

Caro Julio, eis a resposta para o ítem 9 e para parte dos demais, no vídeo série: http://www.youtube.com/watch?v=52myhrRpO48
PS. Nesse caso, os "objetivos" e a "colabora-ação" é que contam e não as vidas dos próprios compatriotas sacrificados, conforme: http://www.espada.eti.br/n2378.asp
.- Preâmbulo do artigo - Nota: "Nos últimos vinte anos, a Cuting Edge vem advertindo que a América precisa ser reduzida drasticamente em estatura antes que um verdadeiro governo das Nações Unidas possa ser estabelecido. Após a Segunda Guerra Mundial, os EUA se tornaram o King Kong do mundo, erguendo-se bem acima de todas as outras nações. Como King Kong não obedece a ordens de ninguém, os EUA teriam de ser sistematicamente reduzidos ao nível dos outros países desenvolvidos do mundo. Começando com a Guerra na Coreia, depois com a Guerra no Vietnã, ambas as quais foram lutadas para não serem vencidas, até a Primeira Guerra no Golfo de 1991, que só pôde ser iniciada após o presidente americano receber permissão da ONU, os EUA têm sido reduzidos em seu status como King Kong.

Os desastres econômicos criados de forma deliberada nos últimos três anos reduziram os EUA ao nível de outros países desenvolvidos. O presidente Obama tem sido o líder da turma dos que gostam de lançar a culpa na América, porque está completando o processo de derrubar o King Kong americano até ao nível das outras nações desenvolvidas.
A agenda final dos Illuminati está bem perto de ser concluída. Em breve, os esforços de dezenas de milhares de líderes mundiais luciferianos nos últimos 400 anos se tornarão realidade. Quando o mundo entrar no reino que esses líderes ocultistas planejaram, a seguinte profecia bíblica começará a acontecer:

"E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem, e vê. E olhei, e eis um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer." [Apocalipse 6:1-2].

Esse cavaleiro é o Anticristo. Mas, Lúcifer o verá como seu Messias maçônico."

Anônimo disse...

"13) Em 2002, o jornalista Daniel Pipes foi sequestrado e assassinado por:" (???)

Daniel Pipes não foi assassinado, ele ainda está vivo!

Anônimo disse...

O mundo deseja ardentemente que os mulçumanos sejam "bonzinhos".
Quando a sociedade deseja que certas pessoas sejam tidas por "boas" e outras tidas por "mas" essa sociedade está doente.


Essa mesma sociedade quer que legitímos cristãos sejam classificados como "mauzinhos".
O mundo chama os bons de maus, e maus de bons.

jose guilherme schossland disse...

Caro Julio, encurtando e sem mais delongas, digo que parte dos ítens do artigo acima, sao respondidos pela serie O SEGREDO DE PATMOS, no Youtube.

Anônimo disse...

Júlio,

uma correção...o jornalista morto foi Daniel Pearl.
Daniel Pipes continua vivo e escrevendo excelentes artigos.

Abraço!

Franklin

Julio Severo disse...

Obrigado pela correção. Esse foi um erro do blog Dextra que me passou despercebido, pois tenho um volume grande de textos para publicar.