12 de agosto de 2010

Padre homossexual roubou 1.3 milhão de dólares para pagar acompanhantes masculinos

Padre homossexual roubou 1.3 milhão de dólares para pagar acompanhantes masculinos

Patrick B. Craine
WATERBURY, Connecticut, EUA, 7 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um padre católico romano de Connecticut roubou mais de um milhão de dólares de sua paróquia para pagar por várias extravagâncias e atividades ilícitas, inclusive acompanhantes masculinos, informa a polícia de Waterbury.
O Pe. Kevin Gray, de 64 anos, ex-padre da paróquia Sagrado Coração em Waterbury, foi acusado de apropriação indébita de primeiro grau após roubar 1.3 milhão de fundos da paróquia para pagar acompanhantes, hotéis, almoços e jantares fora e roupas.
Ele levava cartões de crédito para dois homens em sua conta — um a quem ele conheceu num clube de strip-tease, o outro de um serviço de acompanhante. Ele pagou a matrícula de Harvard para outro homem que ele conheceu no Central Park.
“Até essa investigação ele tinha uma reputação excelente”, Christopher Corbett, capitão da polícia, disse para a Fox News. “A vida que ele estava levando na Cidade de Nova Iorque era muito diferente da vida que ele estava levando em Waterbury como padre. Ele é certamente um exemplo de alguém que estava levando uma vida dupla”.
O padre começou a pegar dinheiro quando foi transferido para o Sagrado Coração em 2003. Ele disse para a polícia que “desenvolveu um ódio de ser padre” e “sentia que a igreja estava em dívida com ele”.
As discrepâncias financeiras foram denunciadas pela arquidiocese em 27 de maio depois que o Pe. Gray ficou de licença médica em abril e desapareceu. Ele se entregou para a polícia na terça-feira, e foi incriminado com uma fiança estipulada em 750.000 dólares.
O depoimento policial juramentado diz que o Pe. Gray disse para a polícia que ele é homossexual e que ele tem objeções ao ensino da Igreja Católica sobre a homossexualidade.
Numa instrução de 2005, o Vaticano proibiu a admissão de homossexuais nos seminários, e avisou que “não se deve de forma alguma ignorar as consequências negativas que podem derivar da ordenação de pessoas com tendências homossexuais profundamente enraizadas”.
A ordem oficial foi ignorada em muitas dioceses, e recebeu até oposição direta de alguns bispos e ordens religiosas. Alguns comentaristas sugeriram que a instrução não tinha o objetivo de barrar homens com tendências homossexuais, mas meramente aqueles com uma sexualidade imatura.
Mas o Cardeal Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, reafirmou o ensino em 2008, numa carta aos bispos do mundo, insistindo em que a proibição na admissão em seminários de homens com tendências homossexuais se aplica universalmente.
Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:
Homosexuals Not Permitted in Any Seminaries, Reaffirms Vatican
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052009.html
Vatican Officially Releases Document on Homosexuality and the Priesthood
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/nov/05112903.html
Extracts From Official Release of Vatican Document on Homosexuality and the Priesthood
http://www.lifesitenews.com/ldn/2005/nov/051129a.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10070705
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2 comentários :

Anônimo disse...

O documento do Vaticano que proíbe a admissão nos seminários de pessoas com tendências homossexuais profundamente enraízadas leva o seguinte título em português

INSTRUÇÃO
SOBRE OS CRITÉRIOS
DE DISCERNIMENTO VOCACIONAL
ACERCA DAS PESSOAS
COM TENDÊNCIAS HOMOSSEXUAIS
E DA SUA ADMISSÃO AO SEMINÁRIO
E ÀS ORDENS SACRAS

e pode ser encontrado neste endereço eletrônico

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/ccatheduc/documents/rc_con_ccatheduc_doc_20051104_istruzione_po.html

Anônimo disse...

Penso que a maioria dos irmãos evangélicos não tenham tido notícias sobre o Ano Sacerdotal, já encerrado dia 11 de junho passado, Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.

Esse Ano Sacerdotal na Igreja Católica apresentou São João Maria Vianney, um humilde mas santo sacerdote francês como exemplo de santidade aos sacerdotes católicos do mundo inteiro.


Pode parecer uma iniciativa de pouco valor diante da tremenda reforma pela qual precisa passar o clero. No entanto, o Papa Bento XVI tem empenhado todos os esforços para realizar a renovação do clero católico. O problema é que muitos sacerdotes e bispo não estão nem aí. Esse é o maior problema.

Por fim gostaria, de citar algumas palavras do Papa Bento XVI na sua carta de proclamação do Ano Sacerdotal.

"Infelizmente existem também situações, nunca suficientemente deploradas, em que é a própria Igreja a sofrer pela infidelidade de alguns dos seus ministros. Daí advém então para o mundo motivo de escândalo e de repulsa. O máximo que a Igreja pode recavar de tais casos não é tanto a acintosa relevação das fraquezas dos seus ministros, como sobretudo uma renovada e consoladora consciência da grandeza do dom de Deus, concretizado em figuras esplêndidas de generosos pastores, de religiosos inflamados de amor por Deus e pelas almas, de directores espirituais esclarecidos e pacientes. A este respeito, os ensinamentos e exemplos de S. João Maria Vianney podem oferecer a todos um significativo ponto de referência. O Cura d’Ars era humilíssimo, mas consciente de ser, enquanto padre, um dom imenso para o seu povo: «Um bom pastor, um pastor segundo o coração de Deus, é o maior tesouro que o bom Deus pode conceder a uma paróquia e um dos dons mais preciosos da misericórdia divina»." Papa Bento XVI