30 de agosto de 2010

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

Ligação da homossexualidade com trauma na infância

James Tillman
DUNEDIN, Nova Zelândia, 26 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um recente estudo da Universidade de Otago revelou que indivíduos homossexuais ou bissexuais têm mais probabilidade de terem sofrido uma variedade de traumas na infância, inclusive ataque sexual, estupro, violência e violência no lar.
“As pessoas que se identificam como homossexuais ou bissexuais, ou tiveram um encontro ou relacionamento de mesmo sexo, tendem a vir de contextos perturbados”, disse Elisabeth Wells, professora adjunta de pesquisas.
O estudo analisou resultados de um estudo de saúde mental da Nova Zelândia que entrevistou 13.000 pessoas entre 2003 e 2004. 98% dos participantes do estudo se identificaram como heterossexuais; 0.8% se identificaram como homossexuais; 0.6% se identificaram como bissexuais; e 0.3% se identificaram com “outra coisa”.
Das pessoas que relataram certos incidentes traumáticos na infância, 15% não eram heterossexuais; daquelas que não tiveram tais experiências, só 5% não eram heterossexuais, indicando que tais experiências triplicam a chance de posteriores inclinações homossexuais ou bissexuais confessas.
Alguns líderes homossexuais radicais discordaram das revelações do estudo: Tony Simpson, presidente do grupo homossexual Arco-Íris de Wellington, disse que a pesquisa não deveria ser entendida como significando que os homossexuais não nascem assim. “Não tenho dúvida de que a direita religiosa fará conclusões precipitadas de que isso serve como prova conclusiva de que a homossexualidade é construída, não de nascença”, disse ele.
Wells tentou dissipar os temores com relação às conclusões do estudo.
“Suspeito que poderia haver alguns gays e lésbicas que ficarão indignados, mas não é minha intenção irá-los”, disse ela. “Você poderia dizer que se alguém foi sexualmente abusado na infância, escolhe viver como homossexual e vive bem, então não é uma coisa ruim. Mas se ele está vivendo uma vida homossexual e lamenta, esse é outro assunto”.
Embora o abuso físico ou sexual na infância esteja ligado à homossexualidade na vida adulta, outras experiências traumáticas, tais como a morte súbita de um amado ou grave doença ou acidente na infância, tiveram apenas leve ligação com identidade ou conduta não heterossexual.
Das mulheres que se identificaram como lésbicas, mais de 40% haviam sido casadas e tinham filhos, ao passo que 13% dos homens homossexuais tinham a mesma experiência. Mais de 80% daqueles que se identificaram como bissexuais eram mulheres.
A ligação entre abuso sexual e posterior identificação homossexual não é nova.
Um estudo de 1992 revelou que 37% dos homens homossexuais e bissexuais usando os serviços de clínicas de doenças sexualmente transmissíveis haviam sido encorajados ou forçados a ter contato sexual antes da idade de 19 com um ou mais fortes parceiros mais velhos.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10072701
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2 comentários :

Anônimo disse...

Pelo amoooooor de Deus, preciso de uma ajuda! Tenho buscado estudar sobre a questão bissexual pra ajudar uma amiga que tem se envolvido profundamente em um relacionamento amoroso com outra garota. Ambas de apenas 16 anos.

Já sondei sobre abusos na infância, não existiu nada disso. Tentei levar ao coração dela o que Deus pensa a respeito disso e disse que não vou desistir da vida dela, porque isso é abominável aos olhos de Deus e não faz sentido viver uma vida de maldição quando existem bençãos a sua espera.

O problema é que não posso mudá-la, tenho clamado a Deus por essa vida, mas estou convicta de que não posso mudar ninguém, quero apenas que ela seja salva! E isso requer uma mudança radical de vida, escolhas e é necessário partir dela.

Queria entender mais a fundo essa questão, e sei que cada caso tem sua particularidade. Contudo peço ajuda! Uma sugestão do que eu posso fazer, qualquer coisa, menos cruzar os braços e assistir uma alma se perdendo por acreditar em tal mentira.

Desde já obrigada, desculpa meu desespero e minha falta de conhecimento.

Marcelahi disse...

Amigo isso está nas mãos de Deus, você não deve desistir de orar por ela e se possível conversar, mas é o Espirito Santo que faz o milagre no coração e na vida das pessoas. Continue orando por ela e pelos outros que vivem escravizados por esse pecado. Talvez um jejum séria bom para fortalecer e aumentar sua comunhão com Deus. Mas ore muito, por você é por ela.