17 de agosto de 2010

Informe do CPF lida com falho estudo sobre dor fetal

Informe do CPF lida com falho estudo sobre dor fetal

WASHINGTON, D.C., EUA, 12 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Conselho de Pesquisa da Família (CPF) divulgou um novo informe atacando a afirmação do Conselho Real de Obstetras e Ginecologista (CROG), com sede em Londres, de que os bebês em gestação não sentem dor antes da 24ª semana porque o cérebro deles não está suficientemente formado então.
“O CROG está usando uma definição falha de dor nesse estudo”, disse Jeanne Monahan, diretora do Centro de Dignidade Humana do CPF. “Muitos especialistas da área de desenvolvimento fetal… refutaram anteriormente a ideia de que o córtex precisa estar inteiramente desenvolvido para um bebê sentir dor”
Ela continuou: “Pelo contrário, é possível que os bebês em gestação entre 20 e 30 semanas de desenvolvimento experimentem maior dor do que um bebê recém-nascido ou uma criança mais velha”.
No Reino Unido o aborto por razões sociais é restrito depois da 24ª semana de gestação. O primeiro-ministro David Cameron apoia a redução desse limite para 20 a 22 semanas por causa de recentes avanços na tecnologia médica.
Os grupos pró-aborto têm usado o estudo do CROG como evidência de que não há razão científica para reduzir o limite.
O informe do CROG se baseia na ideia de que o córtex é exigido para se sentir dor. Contudo, o informe do CPF aponta para o fato de que até mesmo bebês que nascem sem córtex inteiramente desenvolvido “respondem a estímulos prejudiciais”.
Além disso, o informe continua, “com 20-30 semanas, o ser humano tem o número mais elevado de receptores de dor por centímetro quadrado, mais do que qualquer outra ocasião do desenvolvimento”.
“As fibras que podem ajudar a moderar a dor só começam a se desenvolver entre 32 e 34 semanas, tornando assim o argumento mais convincente de que os bebês sentem mais dor entre 20 e 32 semanas”.
Entretanto, Monahan disse que a causa pró-vida não seria afetada ainda que se pudesse mostrar que os bebês em gestação não sentem dor.
“A humanidade da criança em gestação não depende de sua capacidade de sentir dor”, disse ela.
“Quer ou não uma criança em gestação sinta dor não vem ao caso quando se debate que uma pessoa em gestação merece respeito suficiente para ser protegida pela lei desde a concepção até a morte natural”.
Veja as notícias relacionadas de LifeSiteNews.com:
Report Debunking Fetal Pain Shows ‘Stunning Lack of Scholarship’: NRLC
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062906.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10071303
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Um comentário :

oandarilho01 disse...

Olá!
Acabo de traduzir um artigo de 2011 do LifeNews divulgado pelo twitter @contraoaborto que traz atualizações a este assunto: http://oandarilho01.wordpress.com/2012/09/11/estudo-os-nascituros-e-a-dor/

Desejo ajudar. O artigo é de livre uso, bastando citar a fonte.

Paz e Bem