22 de agosto de 2010

EUA ajudam organização homossexual radical a ganhar condição de ONG na ONU

EUA ajudam organização homossexual radical a ganhar condição de ONG na ONU

James Tillman
NOVA IORQUE, EUA, 20 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Ontem a Comissão de Direitos Humanos Gays e Lésbicos (CDHGL) obteve condição de organização não governamental (ONG) consultiva na ONU, depois que os EUA ajudaram a organização a evitar a Comissão de ONGs da ONU, cuja aprovação normalmente é necessária para obter tal condição.
A Casa Branca divulgou declaração do presidente Obama afirmando que a aceitação da CDHGL é um “importante avanço para os direitos humanos”, e que a “inclusão mais plena” da CDHGL “aproximava a ONU mais dos ideais em que foi fundada, e dos valores de inclusão e igualdade com os quais os Estados Unidos têm profundo compromisso”.
A CDHGL agora poderá participar de reuniões da ONU, apresentar declarações e até colaborar com países membros da ONU.
Essa organização americana de direitos gays vinha buscando condição consultiva desde 2007. Normalmente, para obter tal condição é necessário que as ONGs passem pela Comissão de ONGs da ONU.
Contudo, em junho, quando um delegado egípcio na Comissão de ONGs da ONU perguntou se uma das posições da CDHGL sobre “direitos gays” poderia ameaçar os direitos de liberdade de religião e liberdade de expressão, o delegado americano frustrou exames à organização ao pedir uma votação imediata para credenciar a organização.
O Egito respondeu rapidamente dizendo que sua pergunta não havia sido respondida e pedindo uma votação de rotina de “nenhuma ação” a ser aceita contra a medida dos EUA pedindo votação imediata. A medida egípcia foi aprovada, com o apoio de Angola, Burundi, China, Paquistão, Qatar, Rússia e Sudão.
No entanto, os Estados Unidos decidiram passar por cima da Comissão de ONGs da ONU produzindo uma votação sobre a solicitação da CDHGL na reunião do Conselho Econômico e Social (CES) de julho.
Os deputados federais Chris Smith e Trent Franks, ao descobrirem o plano de passar por cima da Comissão de ONGs, escreveram uma carta aos membros da ONU em que disseram que “uma ação forçada e prematura no CES de aprovar a CDHGL potencialmente minaria esses importantes direitos [liberdade de religião e liberdade de expressão], bem como o procedimento formal estabelecido há muito tempo para o exame das ONGs”.
Eles apontaram para o fato de que a CDHGL havia dito que os governos deveriam garantir “que o exercício da liberdade de opinião e expressão não viole os direitos e liberdades das pessoas de diferentes orientações sexuais e identidades de gênero”.
Considerando essa resposta, Smith e Franks apontaram, a Comissão de ONGs havia perguntado à CDHGL para dizer se achava que um pregador religioso deveria sofrer ações legais por ensinar que quaisquer relações sexuais, a não ser entre um homem e uma mulher no casamento, são erradas.
“A CDHGL ainda não respondeu a essa pergunta extremamente importante”, Smith e Franks dizem em sua carta de 9 de julho. “A menos que e até que a CDHGL escolha responder a essa importante pergunta”, continuaram eles, o pedido deles à condição consultiva especial deveria ser negado.
Entretanto, depois que os EUA levaram o assunto para votação, o CES de 54 membros concedeu a solicitação da CDHGL por condição consultiva por um voto de 23 a 13, com 13 abstenções e 5 ausências.
“A vitória continua a trajetória ascendente para os direitos LGBT na ONU”, disse o comunicado à imprensa da CDHGL. Há nove outras ONGs homossexuais radicais na ONU. A ONU vem apoiando eventos de “orgulho gay” no mundo inteiro e tem dado condecorações para ativistas homossexuais.
Os Estados Unidos haviam anteriormente apoiado, até mesmo durante o governo de Bush, a entrada na ONU de ONGs homossexuais radicais que haviam sido rejeitadas pela Comissão de ONGs.
De acordo com a AP, Rosemary DiCarlo, a vice-embaixadora dos EUA, disse que a Comissão de ONGs não tem concedido condição consultiva para uma organização gay ou lésbica por mais do que uma década. Vários países muçulmanos na Comissão de ONGs ajudaram a bloquear tais ações.
Entre as nações que votaram a favor da entrada da CDHGL na CES estavam os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Polônia, Malta, Liechtenstein, Itália, Alemanha, França, Austrália, Brasil e Argentina.
A Arábia Saudita, Marrocos, a Federação Russa, Malásia, Egito e 8 outros países votaram contra.
Veja as notícias relacionadas em LifeSiteNews.com:
Three Homosexual Activist Groups Gain Previously Denied UN Consultative Status
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/dec/06121404.html
United States Backs UN NGO Status for Homosexual Activist Groups Once Associated with Pedophiles
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/may/06051902.html
Two International Gay Associations Denied Membership Status with UN
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jan/06012402.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072005.html
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