26 de agosto de 2010

47% das duplas gays têm “acordos sexuais” — só 45% são monogâmicas

47% das duplas gays têm “acordos sexuais” — só 45% são monogâmicas

Matthew Cullinan Hoffman
SAN FRANCISCO, EUA, 20 de julho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Quarenta e sete por cento das duplas gays num estudo publicado recentemente disseram que tinham “acordos sexuais” com seus parceiros, dando termos precisos para relações sexuais com outros. Só 45% disseram que seus relacionamentos eram monogâmicos, enquanto outros 8% discordaram sobre se seu relacionamento era “aberto” ou exclusivo, de acordo com um estudo em andamento do Centro de Pesquisa sobre Gênero & Sexualidade da Universidade Estadual de San Francisco.
O Estudo de Duplas Gays disse que as duplas entrevistadas tipicamente aprovam relacionamentos “abertos”, com três quartos dos participantes descrevendo acordos não monogâmicos como “positivos” porque eliminam a necessidade de mentir para o parceiro.
Os autores também afirmaram que, ”descobrimos que as duplas fazem acordos sexuais porque querem construir um forte relacionamento em vez de se protegerem do HIV”.
“Com pessoas normais, é chamado de caso extraconjugal ou traição”, de acordo com Colleen Hoff, a principal pesquisadora do Estudo de Duplas Gays, “mas com gays não tem tais conotações negativas”.
“Acordos sobre se ou não permitir sexo com parceiros de fora abrangiam muitos tipos, inclusive acordos monogâmicos ‘tradicionais’ bem como acordos que permitiam sexo com parceiros de fora”, escrevem os autores do estudo. “Para aquelas duplas que permitiam sexo com parceiros de fora, a maioria colocava regras ou condições limitando quando, onde e quantas vezes e com quem se permitia sexo com parceiros de fora”.
Os autores do estudo observam que examinar relacionamentos homossexuais é importante porque “pesquisas anteriores mostram que homens gays e bissexuais em relacionamentos se envolvem em índices significativamente mais elevados em intercurso anal desprotegido (IAD) com seus principais parceiros do que fazem homens solteiros com seus parceiros casuais”.
O intercurso anal e outras formas de conduta homossexual são associados a uma variedade de doenças e síndromes, inclusive elevados índices de doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, sífilis e hepatite, que os homossexuais sofrem em índices muitas vezes mais elevados do que a população geral. O intercurso anal está também ligado a paredes danificadas do reto e uma variedade de doenças anais e intestinais que eram outrora conhecidas na literatura científica como “síndrome intestinal gay”, até que o termo foi removido depois de pressões de ativistas homossexuais.
O jornal New York Times, escrevendo sobre o estudo em janeiro, antes de sua divulgação, comentou que o estudo tende a confirmar aqueles que têm avisado que o “casamento” homossexual levará a uma redefinição da própria instituição, destruindo seu sentido tradicional.
Comentando que “cerimônias de casamento gay são descritas por oponentes como um esforço para reescrever as normas tradicionais do matrimônio”, o Times acrescentou que “quietamente, fora dos holofotes da imprensa e dos tribunais, muitas duplas gays estão fazendo exatamente isso”, citando o Estudo de Duplas Gays. O Times também observou que os homossexuais que ele tentou entrevistar estavam preocupados com o que aconteceria ao movimento de “casamento” gay se a verdade sobre a conduta homossexual fosse conhecida.
Afirmando que “o casamento americano tradicional está em crise, e que precisamos de discernimento”, um homossexual anônimo disse ao Times que “se vão ocorrer inovações no casamento, serão lideradas por casamentos homossexuais”.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
NYT: Rampant Polygamy in Gay 'Marriage' May Benefit Institution
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10020505.html
How do Homosexual Couples Compare to Heterosexual? An Analysis
http://www.lifesitenews.com/ldn/2004/apr/04040610.html
AIDS Rate 50 Times Higher in Homosexual Men: Center for Disease Control
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09082609.html
raduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072006.html
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3 comentários :

André von Kugland disse...

Com licença, que vou ao banheiro vomitar.

Trindade disse...

Eu amo e oro muito por este Blog, mas sempre tive um senão, que era quando falava sobre dois homossexuais, os tratavam sempre como "casal", mas nunca como devem ser tratados, ou seja parceiro(a)s ou dupla, mas nunca CASAL, porque esse adjetivo é um adjetivo que os coloca como homens e mulheres o que não procede, então não devemos ajudar a neuroliquistica a mudar o dicionário, pois no dicionário casal é composto de macho e fêmea e nunca de fêmea e fêmea ou macho e macho.
Quem escreve sobre o tema teria que escrever usando adjetivos,substantivos, verbos, adverbios e etc. em seus lugares, pois a patrulha é grande e uma única falha poderá depois ser usada como "até nossos adversários nos considera como casais, só falta admitir", então esse texto é perfeito, pois quando homossexuais se unem no máximo que eles conseguirão é formar é um par ou uma dupla e nunca UM CASAL como querem que nós aceitemos.
Parabéns pela coragem.

Anônimo disse...

Amigo Júlio,
Eu concordo com Trindade e sempre disse isso aqui... não devemos chamar nunca um dupla de gays de casal... nunca! Isso é o o mesmo que concordar que somos iguais a eles e não somos de forma nenhuma.
Daqui a pouco nossa sociedade omissa, vai permitir a mudança do significado da palavra "casal" nos dicionários, se nós mesmos já estamos nos acostumando com esse absurdo.
Sobre o texto acima, desculpa, mas não li todo, pois tive que ir ao banheiro vomitar.

Lúcio