26 de julho de 2010

Senhor presidente, com tantas crises ocorrendo, onde está a convocação para oração?

Senhor presidente, com tantas crises ocorrendo, onde está a convocação para oração?

Editorial de John-Henry Westen
28 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — Pareceria que com a crise devastadora, mas ainda sem solução, do vazamento de petróleo no Golfo, a real possibilidade de derrota ocidental no Afeganistão, a situação explosiva no Oriente Médio e a crise econômica mundial, o presidente dos Estados Unidos convocaria os americanos para orações especiais em favor da proteção dos EUA e paz e estabilidade para o mundo. Até agora, diferente de muitos dos presidentes anteriores, e principalmente diferente de seu antecessor passado, o presidente Obama não indicou que ele vê algum valor em recorrer a Deus em busca de ajuda especial com relação a esses perigos.
Mas precisamos nos lembrar de que o atual presidente disse em abril de 2009 que “nós não nos consideramos uma nação cristã”, apesar da esmagadora herança cristã da nação e do fato de que 62% dos americanos ainda consideram os EUA uma nação cristã.
O ex-presidente George W. Bush, apesar de suas falhas, convocou os EUA à oração depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, durante as conseqüências da devastação do Furacão Katrina, depois da explosão do ônibus espacial Colúmbia e em muitas outras ocasiões. Essas convocações de emergência para a oração estavam além do anual “Dia Nacional de Oração”, oficialmente instituído em 1952. Mas mesmo nesse dia o presidente Bush sobrepujou seu sucessor.
Durante os anos de Bush, além da proclamação anual do Dia Nacional de Oração, Bush matinha orações na Casa Branca, no Salão Oriental. Obama cancelou as orações do Salão Oriental da Casa Branca, assim como fez o presidente democrático Bill Clinton antes dele.
Shirley Dobson, a estimada diretora do grupo de trabalho do Dia Nacional de Oração respondeu ao desprezo de Obama dizendo: “Estamos desapontados com a falta de participação do governo de Obama. Neste momento da história do nosso país, tínhamos a esperança de que o presidente reconheceria mais plenamente a importância da oração”.
Contudo, o presidente Obama instituiu uma cerimônia diferente no Salão Oriental da Casa Branca. Ele convidou os líderes dos grupos homossexuais de pressão política para celebrarem o “nascimento” do movimento homossexual.
É também importante notar que os tribunais, compostos por juízes que não foram eleitos pelo povo, estão também tentando impedir convocações presidenciais à oração. Numa decisão de abril de 2010 a juíza regional Barbara B. Crabb declarou inconstitucional o Dia Nacional de Oração.
Os Estados Unidos estão aparentemente sendo obrigados a ficar de joelhos pela crescente série de eventos sinistros que estão colocando em perigo sua segurança e estabilidade. Muitos estão começando a sentir que há uma mensagem óbvia nessas calamidades — ou os EUA voltam a honrar os caminhos de Deus e recorrem à intercessão, como sempre foi feito no passado, ou esses perigos continuarão a aumentar e tragar a nação — não importa que enfrentemos as crises com grandes recursos humanos.
O presidente Bush e muitos presidentes compreendiam a obrigação em certas ocasiões de exortar a nação inteira a orações urgentes e especiais. Agora a pergunta é: será que o presidente Obama e muitos dos líderes religiosos dos EUA também virão a entender e agir suficientemente de acordo com essa obrigação, a tempo de impedir uma catástrofe? Precisamos orar para que eles entendam.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10062808.html
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