17 de junho de 2010

Estrutura de família na infância ligada a índice de lesbianismo

Estrutura de família na infância ligada a índice de lesbianismo

WASHINGTON, D.C., EUA, 20 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Conselho de Pesquisa da Família (CPF) divulgou um novo relatório analítico na quinta-feira que indica que as mulheres que não cresceram com sua mãe e pai biológicos têm muito mais probabilidade de se envolverem em conduta de lesbianismo como adultas do que as mulheres que cresceram numa família intacta.
“Essa pesquisa mina ainda mais a alegação de que a homossexualidade tem em grande parte origem genética ou biológica”, declarou o Dr. Patrick F. Fagan, diretor do Instituto de Pesquisa do Casamento e Religião (IPCR) do CPF, e co-autor do estudo. “É evidente que fatores sociais têm um impacto importante na possibilidade de uma mulher escolher se envolver em relacionamentos lésbicos”.
O estudo foi baseado em dados de 2002 com relação a 7.643 mulheres entre as idades de 14 e 44, extraídos da Pesquisa Nacional de Crescimento da Família conduzida pelos Centros de Controle e Prevenção de Doenças. A avaliação dos dados foi conduzida por Fagan e pelo Dr. Paul Sullins, do Departamento de Sociologia da Universidade Católica da América.
Mulheres que cresceram em lares em que seu pai biológico estava ausente tinham probabilidade três vezes maior de terem tido parceiras lésbicas no ano anterior à pesquisa do que mulheres que cresceram com seu pai biológico.
“A teoria clássica e as pesquisas iniciais focalizavam no papel importante que a ligação à mãe desempenha no desenvolvimento sexual das crianças”, disse Fagan. “Entretanto, estes dados parecem indicar que o pai também desempenha um papel crucial no desenvolvimento sexual de sua filha. Com a contínua desestruturação da família, é razoável predizer um aumento em conduta lésbica entre as mulheres. Dificuldades no desenvolvimento da identificação sexual com a mãe aumentarão onde há uma desestruturação de ligação entre pai e mãe”, concluiu Fagan.
O relatório também examinou a correlação entre a atual participação religiosa e conduta homossexual. Mulheres que nunca freqüentam cultos tinham semelhantemente probabilidade três vezes maior de terem relacionamentos lésbicos do que mulheres que freqüentam cultos semanalmente.
Quando ambos fatores (estrutura de família na infância e atual participação religiosa) eram combinados, o estudo revelou que só 2,1 por cento das mulheres de uma família intacta que adora a Deus semanalmente tinham tido uma parceira lésbica no ano passado, enquanto mulheres de uma família não intacta que nunca adora a Deus tinham uma probabilidade quatro e meia maior de terem tido uma parceira (9,5 por cento).
Clique aqui para fazer o download do relatório em inglês.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10052002
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4 comentários :

Josiel Dias disse...

Olá meus irmãos Graça e Paz.

Estou muito feliz em conhecer mais um espaço que propaga a palavra
de Deus.
se desejares em conhecer o nosso blog, será um prazer
tê-lo como visitante e se desejares nos seguir, ficaremos felizes.
Mensagem Edificante para Alma
http://josiel-dias.blogspot.com/

Aprendendo uns com os outros crescemos em graça
e conhecimento.

Josiel Dias
Cons Missionário
Congregacional
Rio de Janeiro

Anônimo disse...

Amigo Júlio, boa tarde!
Eu disse que não ia mais comentar sobre esses assuntos, mas como pai, não posso deixar passar despercebido. Esse estudo prova rigorosamente e não deixa a menor dúvida da importância da "figura do pai" em uma família. Como sempre, nosso Deus fez tudo correto! E é por isso que os ativistas gays, lutam desesperadamente para tentar destruir a família. "Um" gay disse em jornal de grande circulação daqui de Salvador, que a família tradicional há muito tempo está destruída... isto é o que eles querem fazer e conta com o apoio desse governo esquerdista. Agora eu pergunto: "como fica à cabeça de uma criança adotada por uma "dupla de gays"(casal é homem e mulher)? ou por uma dupla de lésbicas? Gays não dizem que a "orientação sexual"(era opção, cada dia é uma coisa diferente, para tentar justificar o injustificável)deles não influência na sexualidade das crianças adotadas por eles? Este estudo põe por terra essa "mentira" descabida! Eu não concordo e não aceito que uma criança seja condenada a viver com uma dupla como se fosse uma família. Isso do ponto de vista da natureza, é um crime imperdoável! O pai sempre foi e sempre será uma referencia para os filhos e isto não vai mudar nunca. E onde fica a figura do pai em uma dupla de gays e lésbicas? Com a palavra, quem faz leis concordando com esse absurdo!

Deus te proteja, um abraço do amigo baiano,
Lúcio

Herberti disse...

Alegações de que a homossexualidade tem fundo genético são feitas de maneira irresponsável, ao arrepio da Ciência e, geralmente, por pessoas totalmente desqualificadas cientificamente. O que os militantes gays fazem é tão somente criar factóides, que depois de abundante repetição pela mídia, acabam se tornando "fatos". E mesmo os raríssimos casos em que disfunções hormonais na gestação, causaram distorções na identidade sexual da criança, estas disfunções estavam fortemente ligadas a relacionamentos problemáticos entre o casal, com discussões, violência verbal e física. Em suma: não há nada de normal na homossexualidade, quer masculina ou feminina. Ela é o fruto acabado de ambientes famíliares corrompidos, principalmente pela ausência paterna. Coincidência ou não, nosso próprio presidente da República, que tem apoiado passionalmente o movimento gay, é alguém que cresceu como um orfão de pai vivo. A enorme dor na alma, que ele penosamente sublimou através de uma vida de intensa militância política, é a mesma que carregam todos os outros milhões de orfãos e orfãs de pais vivos, que tentam ameniza-la através de uma relação que lhes traz algum prazer, mas muita dor também.

Marcio Alexandre disse...

olá irmão Julio.

Obrigado por trazer constantes atualizações sobre essa questão.

Que o Senhor contiue dando-te graça para cumprir o teu glorioso chamado.
Abraços. Márcio Alexandre.