20 de maio de 2010

A loucura do planejamento do homem

A loucura do planejamento do homem

Julio Severo
Famílias cristãs modernas têm geralmente 2 filhos. Em contraste, não é raro ver mulheres solteiras com três ou quatro filhos gerados de diferentes homens. Homens solteiros com vários filhos gerados com várias mulheres são uma crescente realidade moderna. Esse é o legado horrendo do planejamento familiar.
A pregação de planejamento familiar, iniciada pela teosofista lésbica Annie Besant na Inglaterra predominantemente protestante do século XIX, alcançou seu objetivo: hoje a Inglaterra é muito, muito menos cristã, e os homens e as mulheres são muito menos propensos a se casar. Dos que se casam, o padrão é dois filhos no máximo.
Margaret Sanger, inventora do termo “controle da natalidade” no inicio do século XX, já dizia que o controle da natalidade eventualmente destruiria o Cristianismo. Olhando para a Inglaterra, ninguém duvida de Sanger, fundadora da Federação Internacional de Planejamento Familiar, que é hoje a maior organização de aborto do mundo.
Assim como na Inglaterra, a febre do planejamento familiar, lançada por líderes da Nova Era, se espalhou como incêndio em todos os países protestantes. Depois, vieram as idéias de purificação racial e controle populacional no mesmo rastro. Os nazistas alemães e os comunistas soviéticos se beneficiaram muito dessas idéias.
Se a meta da agenda do controle populacional era doutrinar as famílias a ter dois filhos, o sucesso foi total, pelo menos na Europa e nos EUA. Mas no rastro surgiu um quadro sombrio.
Com a separação do sexo da procriação, veio o desprezo pelo casamento. Com o desprezo pelo casamento, vieram as liberdades sexuais, onde um homem faz sexo com quem quer, sem nenhuma responsabilidade conjugal. O resultado, como já vimos, são muitos e crescentes casos de mulheres solteiras que têm vários filhos de diferentes homens. E casos igualmente bizarros de homens que, como beija-flores pervertidos polinizando por aí, saem pela vida engravidando uma mulher atrás da outra.
Conheci um homem que, quando jovem e sem Deus, vivia despreocupado com casamento, apenas se ocupando com os prazeres, que lhe renderam oito filhos com oito diferentes mulheres. Já idoso, ele se volta para Deus e se torna pastor.
Mas há casos de homens muito mais jovens que também podem se gabar de terem oito ou mais filhos com diferentes mulheres. São crianças com vários irmãos que nunca terão o amor de um pai normal, enquanto seus pais prosseguem suas insanas disputas por novas mulheres para engravidar.
No final, uma multidão enorme de bebês ilegítimos, de diferentes pais e mães, é abortada ou recebe permissão de nascer. E as estatísticas para crianças nascidas fora do casamento e família natural não são bonitas: 70% dos delinqüentes vêm dessas relações irresponsáveis.
Em tempos passados, levava uma vida inteira para um homem depravado engravidar várias mulheres. Hoje, com sexo muito mais fácil e grátis, homens jovens podem engravidar uma variedade de mulheres em tempo mais curto, e o resultado é sempre vários abortos ou filhos ilegítimos.
Em vez de corrigir o problema valorizando a família natural e estabelecendo punições para condutas irresponsáveis, os engenheiros sociais preferem redefinir a família, removendo seu sentido original de “pai e mãe casados com filhos gerados por eles” para beneficiar qualquer agrupamento deformado, independente de casamento, composto por:
* Um homem e mulher amigados criando filhos de relacionamentos anteriores.
* Um homem divorciado com uma mulher divorciada criando filhos de casamentos anteriores.
* Um homem com outro homem criando filhos dos outros.
Esses grupos deformados, que são extremamente problemáticos, são englobados como “família” em culturas doentes, e não é de admirar que os governos digam que a “família” está com “problemas”. Provavelmente, os governos queiram propositadamente a classificação desses grupos deformados como “família” a fim de ter plenos poderes e pretextos para interferir, mutilar, traumatizar, desestruturar, danificar, desfigurar e destruir o poder da família natural.
Em vez de promover o crescimento da família natural, governos maliciosos e oportunistas promovem o crescimento de grupos deformados e sua valorização como “família”. Em vez de valorizar o aumento de bebês nascidos em famílias naturais, governos irresponsáveis, com sua doutrina de controle populacional, acabam promovendo explosão de abortos e nascimentos ilegítimos.
A doutrina do planejamento familiar conseguiu pois diminuir drasticamente o número de casamentos nos países ocidentais. Conseguiu também diminuir drasticamente o número de filhos nos casamentos formais hoje, que estão diminuindo. Mas no processo provocou o descontrole das relações sexuais e uma procriação desenfreada de homens e mulheres que nada querem com o casamento.
A doutrina do controle populacional, que está reduzindo os casamentos e famílias, vem provocando uma explosão inédita de filhos sem pai e sem família. Enquanto o número de casamentos diminui, o número de bebês ilegítimos cresce sem parar.
O amplo acesso ao aborto legal nos países ocidentais tem, por enquanto, conseguido maquear a enormidade de seus problemas demográficos, pois muitas mulheres que deveriam estar com 8 ou mais filhos com homens diferentes são solteiríssimas e sem filhos, prosseguindo “normalmente” suas carreiras e vida sexual ativa. O preço da liberdade sexual é um imenso derramamento de sangue que é impossível medir.
Ao homem que não quer engravidar mulher após mulher, só resta a opção do sexo anal (homossexual) e se tornar outra peça no esquema do controle populacional para destruir o casamento natural, colaborando para as muitas reivindicações gays de desfiguração da família natural.
Sexo, qualquer sexo, é promovido hoje, desde que mutile, traumatize, desestruture, danifique, desfigure ou até destrua filhos, valores, Cristianismo, casamento e família. Não é a toa que a Federação Internacional de Planejamento Familiar esteja empenhada em promover o aborto, o homossexualismo, o feminismo e a educação sexual nas escolas.
As conseqüências já estão aí. E nas próximas décadas, mais conseqüências virão. Por conta do número reduzido de filhos, a Europa está em processo de dominação de famílias muçulmanas grandes. Mas as perguntas mais urgentes dos líderes europeus nos próximos anos são: com uma população de jovens trabalhadores cada vez mais reduzida, como sustentar o sistema de previdência social? O que fazer com o número enorme de idosos que não para de crescer? A Holanda, que outrora era uma forte nação protestante, já deu a resposta oficial: eutanásia.
A Holanda, religiosamente fiel à doutrina do controle populacional, tem sido pioneira em casamento homossexual, adoção de crianças por casais gays, aceitação legal da maconha e outras drogas, etc. Além da eutanásia, a Holanda tem procurado exportar o aborto para outros países, por meio do seu infame barco do aborto. E por amor à diversidade e à demoniocracia, a Holanda tem a desonra de ter o primeiro partido pedófilo do mundo, composto majoritariamente por pedófilos homossexuais.
A Holanda e outros países modernos espelham bem o cumprimento do desejo de Margaret Sanger: o controle da natalidade destrói as igrejas cristãs e sua influência na sociedade.
Esse é o preço da aceitação do planejamento do homem. Esse é o preço da rejeição do planejamento de Deus.
Casar e ter vários filhos dentro do casamento é loucura, dizem os loucos deste mundo. Mas esta é a “loucura” do planejamento de Deus, onde Deus chama de “bênçãos” filhos e seu aumento nas famílias. Não casar e encher a terra de sangue de filhos ou enchê-la de filhos traumatizados sem pai, sem família e sem direção moral: essa é a loucura do planejamento do homem sem Deus. Esse é o legado do planejamento familiar.
Versão em inglês deste artigo: The folly of man’s planning

10 comentários :

Leandro disse...

(Aplausos de pé!!!)

Excelente diagnóstico dos efeitos da promiscuidade na nossa sociedade, sendo ainda revelado os pioneiros da destruição.

Meus parabens Júlio, continue assim.

E que o SENHOR continue lhe iluminando.

Um abraço

Splanchnizomai abraçando o amanhã. disse...

Amado irmão Júlio,

que o Senhor Jesus o abençoe muito. Te conhecer foi muito bom. Suas palavras são verdadeiras, coerentes e bem escritas. Ninguém poderá dizer: "Eu não sabia".

Mas vim aqui para dizer também uma coisa. Nos anos 70 a gente ouvia dizer ( talvez você não, pois não tem idade para tal, mas com certeza, sabe) que família já era. A Família era ironizada de forma cruel. Em nome de uma libertinagem diziam "muitas" e "más" sobre família: pai, mãe e filhos. E hoje é essa propagação de familia disfuncional com casais homossexuais querendo ser pai e mãe e nem sabemos quem é quem. Meu Deus! Amado irmão, é preciso chorar e gemer por tantas abominações que se cometem nas cidades.

Que o Senhor Jesus abençoe você e que o Senhor Jesus levante muitos Júlios (nadica Severo..., muito manso isso sim...) que só quer a verdade, a integridade e a humildade de Jesus neste mundo tão assolado pelo inimigo mentiroso enganando todos.

Que a Igreja do Senhor Jesus se levante logo! Meu Deus!

Seja coberto pelo Sangue de Jesus, amado irmão.
Paz nEle.

vane disse...

Pobres filhos do nada...a futura geração levantada como um exército que gera violência,mentira, escravidão e fatalmente a morte de muitos inocentes e "religiosos fanáticos", do que certamente serão chamados por eles, os filhos da Luz.
Uma investida satânica a conta gotas, levada ao cabo dia a dia desde o pecado revelado,levando os homens destes dias finais a um estado pior do que o primeiro,já que não haverá mais tempo para o arrependimento devido ao engano generalizado,Sodoma e Gomorra, receberam o castigo...o que será da Babilônia exaltada pelo conhecimento e orgulho humanos, resquício do Filho da Perdição.
"Multidões,multidões no vale da decisão."
Aos que recebem a paz de Cristo,paz.

Josiel Dias disse...

Olá meus queridos irmãos, Graça e Paz.

Como é maravilhoso encontrarmos textos que nos fortaleça na fé, não é mesmo? Parabéns pelo maravilhoso trabalho, muito edificante.
Vivemos dias de tribulações e esfriamento na fé, e muitas heresias onde muitos estão se alimentando de alimentos não sólidos e contaminados sendo assim adoecem espiritualmente se não tratados morrem na fé. Nestes últimos dias tem Deus levantado, homens e mulheres com compromissos de divulgar a palavra de Deus em tempo ou fora de Tempo “Gloria a Deus” . Trazendo mensagens edificantes aos nossos corações. Como sempre tenho dito: Aprendendo uns com os outros crescemos na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Gostaria de aproveitar a oportunidade e compartilhar o nosso “blog”:Gostaríamos muito de contar com sua visita e comentários. Deus te abençoe ricamente.

“Mensagem Edificante para Alma”
http://josiel-dias.blogspot.com/


Josiel Dias
Cons. Missionário
Congregacional
Rio de Janeiro

Luan Alves disse...

Alguém pode me sanar a seguinte dúvida:

Sobre os casais com muitos filhos que se tornam dependentes do dinheiro e assistência do estado para criá-los, não seria melhor essas pessoas terem menos filhos usando métodos como o preservativo masculino e feminino, tabelinha dos dias inférteis, laqueaduras e vasectomias? Penso que ter muitos filhos é para quem tem condições financeiras e disponibilidade de tempo para educá-los. Não dá para fazer filhos e não dar conta do recado. Se vier tudo bem, na próxima vez a gente toma cuidado e é uma bênção e motivo de alegria de qualquer modo. Agora dizer que é certo ter muitos filhos independente das condições me parece irresponsável.

Gostaria que comentassem ou respondessem a isso para iniciarmos um pequeno debate aqui. Essa é uma questão que constantemente me volta ao pensamento.

Julio Severo disse...

Prezado Luan

O que se vê hoje é liberdade sexual, onde os depravados, que têm amplo acesso a informações de controle da natalidade, têm filhos com vários parceiros.

A família natural tem um chamado natural de ter filhos.

Entenda que os aposentados de hoje têm a regalia de receber aposentadoria confiando no Estado, mas todos já sabemos que o sistema de aposentadoria está com os dias contados. A própria ONU reconhece a iminente falência desse sistema.

O que fazer? Voltar ao que sempre foi normal antes.

Durante milênios, famílias SE SACRIFICAVAM pelos filhos, não medindo esforços para tê-los. Os filhos, não o Estado, são a segurança e manutenção dos pais na velhice. Esse é o sistema natural que Deus criou. Crie filhos, como família, e não limite o que Deus tem para você. Crie-os bem nos caminhos de Deus. Mais tarde, eles se sacrificarão por você.

Quanto ao Estado, é imbecilidade pura pensar que o Estado se preocupará com você na velhice. É imbecilidade maior achar que o Estado dará contas do sustento de milhões de velhos que optaram por ter menos filhos. Menos filhos na sociedade representa menos trabalhadores de quem o Estado pode sugar para sustentar seu assistencialismo.

O controle da natalidade é amplamente praticado hoje, fomentando prostituções sem limite e redução drástica das famílias, levando à implosão populacional. Veja este artigo: http://juliosevero.blogspot.com/2011/12/reversao-demografica-ira-acabar-com-o.html

Os países que adotam o controle da natalidade fatalmente terão de impor o controle da mortalidade: http://juliosevero.blogspot.com/2005/07/controle-da-mortalidade.html

Por pura falta de tempo, não posso entrar em debates. Mas espero que os muitos artigos no meu blog sobre esse assunto possam responder às suas perguntas.

Luan Alves disse...

Olá, Julio,

Agradeço pelos links que deixaste para mim, li tudo e pude tirar muita informação e preencher alguns lapsos, sobretudo com o segundo artigo que é muito abrangente.

Penso que 2 filhos uma família pobre tem condições de sustentar adequadamente sem se tornar sócia do estado. O que me parece insustentável nessa situação de famílias pobres e sem disponibilidade de tempo para a educação familiar, é o fato de justamente essas terem mais filhos e os filhos passarem necessidade (não dá para esconder que existam casos como este). Acredito que uma família grande para essas pessoas é uma bênção por um lado, mas sofrimento pelo outro.

Parece-me que seria responsável um movimento cultural que incentivasse as pessoas com mais condições a terem mais filhos, já as com menos condições a terem menos filhos com métodos não-abortivos como os preservativos femininos e masculinos, tabelinha dos dias inférteis, laqueaduras e vasectomias.

O problema do planejamento familiar, é que foi feito por pessoas como essa Margaret Sanger que era a favor do nazismo e da eugenia racial e social.

Pelo que entendi, e acho que essa foi a informação que mais me chamou a atenção, para substituir uma geração é preciso que cada mulher tenha pelo menos 2 filhos, certo? E para sustentar a previdência social, quantos filhos seriam necessários por mulher?

Anônimo disse...

Eu entendo os argumentos do Luan Alves e por outro lado também te entendo Júlio Severo.
Infelizmente diante da sociedade atual, não podemos negar como dito pelo Luan, que existam casos de famílias pobres gigantescas que vivem às custas do estado, bolsa-milhões de coisas...
E isso é uma coisa difícil de se incentivar a que tenham mais e mais filhos...mas talvez isso seja culpa mais ainda, do capitalismo exagerado (não sou socialista nem comunista, sou contra as duas coisas aliás - gosto do sistema capitalista, mas reconheco algumas falhas existentes no capitalismo)
Enfim, falo isso que talvez seja uma consequência do capitalismo, porque já li alguns relatos falando sobre gente que era pobre antigamente, mas comia bem, vivia bem. E hoje em dia você entra em favelas (desculpe-me pelo termo), e todo mundo tem o celular da moda, o tênis da moda (nem que seja falsificado), tem tv a cabo, todo mundo tomando nem que seja refrigereco (marca barata de refri), bebendo sua cervejinha, etc etc...Então? Será que a assistência que essas pessoas "obrigam" o governo a lhes dar, é por causa da quantidade de filhos? Ou por causa do consumo de coisas desnecessárias e que inclusive em muitos casos fazem mal à própria saúde. Quem que se deixar de beber álcool, fumar, comer biscoito recheado, etc etc vai morrer? Vai ter deficiência vitamínica ou mineral? O que acontece é o contrário também...essas pessoas adoecem mais pelo consumo desenfreado de porqueiras e ainda sobrecarregam o SUS (não me crucifiquem, pois é a verdade).
Eu adoro perguntar para as pessoas que tem filhos, qual o maior gasto que elas tem com os filhos, e adivinhe a resposta unânime? (inclusive tenho perguntado para quem ainda não tem filhos e a resposta é a mesma): ESCOLA.
A escola é o que mais pesa no orçamento familiar em relação aos filhos de hoje. Uma mãe ainda se lamentou pra mim, eu queria tanto ter mais filhos, mas a escola é tão cara... :( E me deu muita dó daquela mãe que estava sendo limitada pela escola.
Enfim, acho que o homeschooling é uma das soluções para zerar ou minimizar absurdamente os gastos com o ensino das crianças. Aqui onde eu moro o valor mínimo de uma escolinha mixuruca é 400,00 pra meio período. Tenho uma prima de 3 anos que a escola dela só pela manhã (ela frequenta meio período), os pais estão gastando 600,00.
Tem escolas aqui na minha cidade que o "jardim de infância" custa a partir de 2 mil reais.

Acho que a vida mais simples, possibilita um maior número de filhos por família, mas no mundo de hoje e não vou me isentar não...em muitas vezes não há limite, a gente quer mais e mais e mais, sempre o melhor, o mais novo, o mais legal, o mais mais mais...não é assim que as crianças de hoje tem sido treinadas com as publicidades e programas infantis ? Enfim...
fica minha opinião.

Raquel - casalvintera@yahoo.com.br

Anônimo disse...

Raquel, entendo seu ponto de vista. Veja bem: existe uma diferença entre consumo e consumismo. Quando você precisa de um tênis, por exemplo, naturalmente é necessário avaliar o orçamento familiar para saber o valor disponível para a compra. Quando a pessoa extrapola esse orçamento, porque prefere um modelo X, aí sim isso pode ser caracterizado como consumismo. Consumismo é basicamente consumir e ser prejudicado através desse consumo. Se deixamos de ter filhos porque temos um padrão de consumo que se tornará inadequado para o status de uma determinada sociedade, no caso do nascimento de novas crianças, estamos dizendo para DEUS: "Olá, Deus! Eu li na sua palavra que filho é bênção, mas desculpe, bênção é o meu status, o meu conforto familiar e o meu comodismo!"
Isso é extremamente grave. Deus diz que temos que ter fé, acreditar que ele suprirá TODAS as nossas necessidades! Ele diz que não devemos andar ansiosos, não é? Independentemente da atual situação financeira do casal, eles precisam acreditar na palavra de DEUS. Filhos são bênçãos e Ele suprirá todas as NECESSIDADES, o que não inclui necessariamente o padrão x ou y.
Fico assustada com qualquer método de prevenção de gravidez dentro da família natural e cristã. É inacreditável a coragem que algumas mulheres têm! Virar para Deus e dizer que não quer ser abençoada com um gravidez porque não é a hora? Vivemos o tempo de DEUS ou os planos do homem falho e pecador?
Eu sou mulher, mãe e espero em DEUS pelo próximo filho!
Sobre a publicidade infantil, por favor, não entre nesse discurso esquerdista. O mal sempre estará presente! A propaganda não pode ser ideológica (homossexualismo, etc), mas em relação aos produtos, quem os compra são os pais! Crianças não trabalham. Se alguns pais aceitam as recomendações das propagandas, eles são responsáveis por essas escolhas e isso jamais poderá ser usado como justificativa para não ter mais filhos. O capitalismo é real e temos que educar as nossas crianças conforme o padrão de DEUS, deixando de fora dos nossos lares o padrão do mundo.
Um abraço!

marccout disse...

Deveria haver um debate aprofundado pela mídia evangélica, pastores, líderes locais e crentes de modo geral