8 de abril de 2010

“Esposas, sejam submissas ao marido”: pastores anglicanos se recusam a renunciar folheto e pregação

“Esposas, sejam submissas ao marido”: pastores anglicanos se recusam a renunciar folheto e pregação

Hilary White
SEVENOAKS, Kent, Inglaterra, 15 de fevereiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Dois pastores da Igreja da Inglaterra estão se recusando a se retratar de terem citado o ensino bíblico de que as esposas precisam ser “submissas” ao marido. O Rev. Angus MacLeay, e seu pastor assistente, Mark Oden, estão sendo criticados pelos meios de comunicação depois de terem recentemente publicado um folheto e feito uma pregação, respectivamente, que mencionavam a carta de São Paulo aos efésios (5:22-33) e diziam que esses valores, que estão fora de moda, salvariam casamentos.
A citação de Efésios é considerada em alguns círculos cristãos, principalmente onde predominam conceitos feministas, como profundamente polêmicos. São Paulo disse: “Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor; porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos”.
Contudo, depois desse versículo vem uma admoestação igualmente forte para que os maridos amem a esposa, “como também Cristo amou a igreja… Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo”.
Durante sua pregação na Igreja de St. Nicholas em Sevenoaks, Kent, no domingo, o Rev. Oden disse para a congregação: “Sabemos que o casamento não está funcionando. Precisamos apenas olhar para as estatísticas — de cada quatro crianças, uma tem pais divorciados”. Ele culpou o elevado índice de divórcio pelo menos em parte na falta de obediência da mulher moderna no casamento.
Ele disse que a solução era voltar ao princípio cristão tradicional de maridos como cabeça do casamento: “Esposas, sejam submissas ao marido”.
O Rev. Oden, que é casado e tem três filhos, tem desde então defendido sua pregação, dizendo: “Tenho grande paixão de ajudar pessoas a ter casamentos saudáveis. Não era minha intenção desnecessariamente ofender as pessoas, mas ser fiel ao que Deus disse em sua Palavra, a Bíblia”.
O Rev. Angus MacLeay, pastor da Igreja de St. Nicholas, disse que o folheto publicado pela paróquia tem o objetivo de “desafiar” a sociedade moderna. Intitulado “The role of women in the local church” (O papel das mulheres na igreja local), o folheto aponta para o fato de que “a atitude de Jesus para com as mulheres era revolucionária para Sua época e claramente sustentava a igualdade dos homens e das mulheres. Ele falava com as mulheres em público. Ele valorizava a companhia delas e o serviço delas”
Contudo, o folheto explica que há uma diferença entre “igualdade de condição” e “igualdade de função”, demonstrada pelo fato de que Jesus não reservou na igreja primitiva os mesmos papéis para homens e mulheres.
O folheto cita a Bíblia, dizendo ás mulheres que “as esposas têm de ser submissas ao marido em tudo em reconhecimento do fato de que o marido é a cabeça da família como Cristo é a cabeça da igreja”.
“Esse é o modo como Deus colocou ordem nos relacionamentos deles uns com os outros e o casamento cristão não tem condições de funcionar bem sem essa ordem”.
O Rev. MacLeay disse para o jornal Daily Mail: “Há ocasiões em que a Bíblia desafia a sociedade moderna. A Bíblia reconhece que as mulheres são totalmente iguais aos homens, mas também reconhece que em certas áreas da vida eles podem ter papéis diferentes.
“É claro que no casamento nossa principal preocupação é a responsabilidade de os maridos mostrarem consideração e amor para com a esposa”.
Em seu site, a Igreja de St. Nicholas se descreve como uma igreja em que “cremos que a Bíblia é a autoridade suprema e final em todos os assuntos de fé”.
O Rev. MacLeay é um dos líderes do movimento anglicano conservador “Reforma” que defende a volta aos princípios bíblicos. A Reforma se opõe à ordenação de mulheres como pastoras e bispas.
Na mesma época em que o Rev. MacLeay fez sua polêmica pregação, as estatísticas mostravam uma leve queda no índice de divórcio. No entanto, as estatísticas estão também mostrando que os ingleses estão cada vez mais rejeitando o casamento completamente. Estatísticas divulgadas recentemente da Secretaria Nacional de Estatísticas mostravam 232.990 casamentos em 2008, o menor índice desde 1895, quando a população estava em apenas 30 milhões. O índice de casamento é o mais baixo num ano fora de guerra desde que os registros começaram em 1862.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/feb/10021512.html
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13 comentários :

Marcia disse...

olá meus irmãos em Cristo,

O mundo seria, sem dúvida, perfeito se os valôres bíblicos fossem conservados e vivenciados diariamente. A liberação feminina tirou a mulher de seu foco e hj, conforme inúmeras pesquisas,as mulheres são mais infelizes que as da geração anterior.
O que as feministas conseguiram com sua liberação em igualar-se aos homens? um acúmulo de afazeres e responsabilidades resultando num elevado nível de estresse!
Se sujeitar ao marido, não significa, biblicamente falando, estar em um nível inferior e sim como ajudadora e formadora de um lar FELIZ.

marcelo victor disse...

Aceitemos ou não, a mulher nunca foi e nunca será igual ao homem, a não ser no que se refere ao material utilizado para sua criação, que, segundo a Palavra de DEUS, foi tirado do próprio homem.
No mais, homens e mulheres são seres completamente distintos, com papéis distintos, devidamente estabelecidos por DEUS. Um criado para completar e ajudar o outro.
Antes da queda, a "dominação" era algo que não existia no Éden, conforme relatam as Escrituras Sagradas, sendo o homem a glória de DEUS e a mulher a glória do varão.
Todavia, quando o pecado entrou no mundo, a sentença divina sobre a mulher foi clara: "tua vontade será para teu marido e ele te dominará". De forma que, queiramos ou não, enquanto houver vida na terra, a sentença de DEUS sobre a mulher continuará sendo a mesma, ainda que não se aceite ou se queira desmentir o Criador (tornar a verdade em mentira).
O Senhor Jesus, a Palavra de DEUS, não aboliu em nada aquilo que saiu da boca de DEUS, mesmo porque ele é a personificação da própria Palavra dita por DEUS, e, até pela essência pura e santa de DEUS, Ele não pode contrariar-se a Si próprio.
Após a descida do Espírito Santo, com a ressurreição de Cristo, foi estabelecida a doutrina a ser seguida pelos cristãos fiéis, ratificando o dever de sujeição da mulher cristã ao marido (este cristão ou não). Foi ressaltada também, pelo Espírito de DEUS, a importância do respeito e do amor ao próximo para a salvação da alma e para escapar da ira que está para ser revelada no fim dos tempos sobre os rebeldes e contradizentes.
De forma que, para aqueles que querem um dia morar com Cristo nos céus, é prudente aceitar e guardar os preceitos da Palavra de DEUS. Caso contrário, nunca verão a DEUS.
No tocante aos direitos civis, aí sim é importante que homens e mulheres tenham igualdade de direitos, pois: 1 - Nem todos são cristãos; 2 - Nem todos que se dizem cristãos são cristãos genuínos que honram a Palavra de DEUS, respeitando e amando o próximo; e 3 - O mundo está repleto de homens que se aproveitam do vigor físico dado por DEUS para oprimir, violentar e subjugar outros e, principalmente, outras.
Cabe, ainda, lembrar que sobre o homem também pesou a mão do Senhor DEUS por causa da desobediência, recebendo a sentença: "maldita é a terra por tua causa".
Assim sendo, toda a desgraça, perversão sexual e abominação reinantes nos dias de hoje advém da atitude rebelde do homem, que preferiu dar ouvidos à sua mulher (e ambos ao diabo) e não a DEUS, o Criador.
Quem tem ouvidos, ouça...

SVM disse...

Há de ter-se muita cautela para não se deturpar o Espírito das escrituras. Essa doutrina de Paulo já foi distorcida muitas vezes para transformar a mulher em algo menos apto a pensar, raciocinar e tomar decisões.

Fosse a mulher criada para ser um ser subserviente, cujo único papel fosse dizer "sim, senhor", "não senhor", e executar a vontade de seu senhor (entenda-se, marido), Deus não a teria feito um ser igualmente inteligente, pensante, criativo e apto a alcançar sabedoria.

Um casamento deve ser pautado não numa relação de subserviência (fosse assim, não sei se muitas mulheres escolheriam casar), mas em uma parceria contruída com amor e respeito mútuo, onde ambos têm voz que deve ser ouvida e valorizada. O homem deve ter a humildade de aceitar que sua esposa pode estar certa, e a mulher, idem. Deve-se buscar sempre uma conformidade de pensamento, baseado em concordância, não dominância - isso também é AMAR, o que Deus cobra dos homens para com as mulheres (sem que se discuta que a esposa deve, também, amar ao seu marido).

Mas, sempre haverá situações de impasse,e é aí que acredito entrar o ensinamento de Paulo: não sendo possível um acordo, a última palavra será a do homem. Veja bem: não é uma postura de "vou fazer o que eu quero e acabou", mas "já que tentamos diligentemente chegar a uma solução comum e não conseguimos, faremos assim".

O homem é a cabeça do corpo, mas se a cabeça decide fazer tudo à revelia deste, certamente o corpo adoecerá. E é o q também muitas vezes ocorre: esposas frustradas pq seus maridos nunca lhes dão ouvidos. Atitudes arrogantes também não vem de Deus. A autoridade da cabeça jamais pode conduzir à opressão (assim como Jesus jamais oprime a Igreja: antes, cuida dela,valoriza-a, zela pelas suas necessidades e a cultiva).

Jose Guilherme Schossland disse...

Um bom principio e ponto de partida pode ser encontrado em: http://yaohushua.antares.com.br/casamento01.htm

Anônimo disse...

Mais uma denúncia no safernet.

Discriminação, machismo e por denegrir a imagem do sexo geminino se utilizando da ultrapassada mitologia hebraica representada pela bíblia.

Além do mais atribui a Deus este disparate de opinião.

Que Deus te puna mais ainda, não basta que já vive fugindo do mundo, o próximo passo é a cadeia.

Anônimo disse...

As estatisticas apontam sempre que os homens vivem menos do que as mulheres,morrendo estes na média mais cedo.
Está mortalidade maior masculina tem a ver com o comportamento dos homens que se expõe mais a perigos,vicios,crime preocupações,etc,etc.

Ora! Se as mulheres vivem mais é porque a condição feminina lhe dá condições de vida mais longa.

Então existe algo de tremendamente mal que encurta a vida da população masculina.

No entanto as Feministas nunca falam dessa Sobrevivência maior das mulheres que é a prova que a condição mais humilde,retraída,submissa das mulheres lhes garante mais anos de vida e vida menos atribulada.
Para que essa "Igualdade Irracional" que as feministas pregam. "Igualdade" para morrer com o mesmo tanto de anos da vida dos homens será é que elas querem?

paulo silveira disse...

Aqui na minha paróquia em são josé dos campos-sp, a tradução foi mudada para SEJAM SOLICITAS A SEUS MARIDOS.

E assim que é lido na missa da família no final do ano.

André von Kugland disse...

Depois que a Igreja Anglicana consagrou bispos homossexuais, é obrigação de todo cristão inglês separar-se dela. (Eu, como católico, creio que deviam ter-se separado dela no acto em que foi criada, porque fica difícil aceitar a autoridade religiosa dum assassino de mulheres e de homens santos, como Henry VIII.)

André von Kugland disse...

O comunista cagão aí em cima, que te denunciou ao Safernet, mostra a que vieram: querem proibir a Bíblia. E de que merda de deus fala ele? O SENHOR dos Exércitos certamente não é, pela forma que ele fala da Bíblia. Se até pode temer a perseguição dos homens, Júlio Severo certamente está pouco ligando para as maldições que lhe lançem Ba‘al Zəvûv ou Moléch.

marcelo victor disse...

A mulher foi criada por DEUS para ser ajudadora do homem, amada por ele e ele amado por ela, não com o sentimento de amor que conhecemos ou que definimos como amor (parcial, carnal e diabólico), mas com o sentimento do coração do Senhor DEUS, perfeito.
A mulher é o que é, como DEUS a criou, e o homem também. Todavia, pela desobediência, entrou no coração humano o sentimento de "dominação", fruto do conhecimento do bem e do mal, com toda a sorte de perversão da natureza divina, a qual o homem possuía antes da queda.
Se DEUS resolveu pela Sua soberana vontade criar o homem para ser Sua glória, muito que bem. E se Ele resolveu criar a mulher para ser ajudadora do homem, assim seja.
Não me cabe a mim discutir essa determinação divina, nem tão pouco avaliar se está certo ou errado.
O importante para o homem que quer ter amizade com o Senhor DEUS é aceitar a Sua vontade.
É curioso como o sol obedece a DEUS, como os animais O obedecem, mas o homem não. Antes, preferem rebelar-se contra as ordenações divinas.
Entendamos que a rebeldia às determinações divinas (vinda do coração do diabo), entrou no homem a partir da queda. E, desde então, iniciou-se no mundo a discussão sobre quem é maior do que quem, quem é mais importante do que quem, quem deve fazer isso e quem deve fazer aquilo.
Para o cristão genuíno nada disso interessa. Basta seguir e ensinar os seus filhos aquilo que o Senhor DEUS estabeleceu pela Sua soberana vontade e pronto. Onde podemos encontrar a vontade de DEUS? Nas Escrituras Sagradas. Elas refletem o pensamento do Criador para o homem.
Quem quer se salvar, siga-A. Quem quer continuar no mundo de pecado e ilusão fique à vontade para cometer toda a sorte de torpezas, abominações e desrespeitos, mas saiba que o tal nunca verá a DEUS("...o sujo, suje-se mais ainda...").

André von Kugland disse...

Postarei aqui informações que pouquíssima gente sabe. A religião do Dalai Lama, que a mídia tem como uma religião pacífica e bela, oprimida pelo malvado governo chinês, e como uma opção ao cristianismo, não é exatamente o budismo tradicional, seja o theravāda ou o mahāyāna, mas uma forma da perversão tântrica indiana. É uma religião que, similar às heresias gnósticas, identifica a reprodução e a realidade — ambas identificadas com o feminino. Em seus rituais inclui o estupro e a retalhação de corpos femininos, além da invocação de demônios. Sugiro a todos os leitores que leiam isso direito, é uma informação relevantissíssima!

http://www.trimondi.de/SDLE/Contents.htm

André von Kugland disse...

O próprio budismo tradicional é, em menor grau, misógino também: um dos seus símbolos fundamentais é o nascimento virginal de Siddhārtha Gautama, sua mãe Māyā — cujo nome, em sânscrito, significa ilusão (mais apropriadamente, o mundo físico—mental como ilusão que separa a alma do mundo divino) — morre ao dar à luz o Buddha, significando, já nesse mito fundador, o triunfo do transcendente-masculino sobre o imanente-feminino. O negócio JÁ começa misógino e, ainda assim, a mídia acha a cousa mais linda desse mundo. A corrente que o Dalai Lama segue, porém, tem aquelas abominações dos gentios sobre as quais Deus nos avisa nas Escripturas.

Anônimo disse...

As feminazistas não suportam a Bíblia e o que ela afirma a respeito das mulheres subimissas; o resultado: Denúncias, pois não pode haver navisão delas, liberdade religiosa, de crença ou qualquer outra que se oponha à doutrina do movimento feminista.

Safernet não apita coisa alguma no país, e não possui poder de polícia para fechar alguma o blog.