3 de março de 2010

Dia Internacional da Mulher

Dia Internacional da Mulher

A ONU, a serpente, o aborto, as feministas e as mulheres

Julio Severo
Nota (de março de 2012): O primeiro Dia Internacional da Mulher foi feito pela alemã Clara Zetkin (1857–1933), teórica feminista e marxista, membro do Partido Comunista da Alemanha. A data foi deslanchada internacionalmente graças à campanhas de feministas americanas e aos esforços demagógicos iniciais de Lênin, da União Soviética.
A primeira vez que a serpente tentou a raça humana foi oferecendo uma fruta especial para a mulher. Hoje, esse truque não mais funcionaria. Nestes tempos mais modernos, ele teria de oferecer no mínimo uma carreira, pois a mulher moderna é condicionada a elevadas ambições.
E junto com as carreiras vem a oferta “tentadora” do aborto, que é enfeitado como se fosse uma solução mágica para muitos “problemas”.
No entanto, o diabo não mais chega até as mulheres em forma de serpente. Seu disfarce agora é mais sofisticado: São as políticas, impulsionadas pela ONU e outras poderosas organizações internacionais, cujo centro é a mulher. Essas políticas estabelecem:
* A prioridade absoluta de que as mulheres fiquem o máximo de tempo em escolas e universidade, a fim de mantê-las distantes do casamento. Esse é o motivo por que muitas mulheres se casam muito tarde na vida e também por que há um elevado número de mulheres de 30 anos solteiras, porque estão casadíssimas com suas carreiras.
* A prioridade absoluta de que as mulheres se envolvam com carreiras profissionais, em vez de se envolverem com lar e família.
* A prioridade absoluta de disponibilizar para todas as mulheres meios médicos e tecnológicos de abortar a gravidez, a fim de que os estudos ou carreiras das mulheres não sejam interrompidos.
A mesma ONU que exige muitos anos de estudo e carreiras para todas as mulheres também exige a legalização mundial do aborto.
O alvo inicial da tentação da serpente foi a mulher. Depois de milhares de anos, a mulher continua alvo e centro preferencial da atenção e tentações da serpente — e da ONU.

Cobertura familiar e espiritual

Para proteger a mulher dessa “atenção” da serpente, Deus projetou a cobertura do pai ou do marido como blindagem espiritual.
A adolescente Maria é o exemplo perfeito de submissão a Deus e aos seus propósitos. Ela estava sob a cobertura de seus pais. Sendo assim, ela não podia fazer nada sem a permissão deles. Essa submissão implicava em proteção para ela.
Acima de tudo, ela estava sob a cobertura de Deus. Sendo assim, ela não podia fazer nada sem a permissão de Deus. Essa submissão implicava em proteção para ela.
Com a direção e permissão de seus pais e Deus, a adolescente Maria entra em compromisso de casamento com José. Sob Deus, ela passou para a responsabilidade e cobertura de José.

Cobertura estatal

Se fosse hoje, a adolescente Maria estaria sob a cobertura do Estado — ninguém (nem Deus nem seus pais) teria direito de violar as permissões e liberdades que o Estado dá. Efetivamente, ela estaria sob cobertura estatal, e os seus pais não poderiam entregá-la jamais em casamento a José, pois o Estado hoje proíbe adolescentes de 16 anos de se casar.
Entretanto, o Estado não proíbe adolescentes de 11, 12 ou 13 anos de se envolverem com sexo. Pelo contrário, através de sua educação sexual em ambiente escolar, o Estado chega a incentivá-las a se envolver com sexo em toda a fase da adolescência! Assim, vemos hoje multidões inumeráveis de meninas adolescentes solteiras fazendo sexo com diferentes “parceiros” e sendo treinadas por uma educação sexual pornográfica nas escolas, onde o Estado as leva ao sexo, porém lhes nega o compromisso do casamento.
Com a submissão, cobertura e proteção dos pais e de Deus, há casamento e compromisso para as adolescentes, mas não liberdade sexual fora da aliança conjugal.
Com a submissão, cobertura e proteção do Estado, o papel dos pais e de Deus se tornam subordinados, e a adolescente passa efetivamente para a tutela do Estado. Todas as decisões dos pais (ou mandamentos de Deus) para as filhas devem ter a aprovação ou reprovação final do Estado.
Com a submissão, cobertura e proteção do Estado, há abundante sexo sem nenhum compromisso para as adolescentes, mas não há nenhuma liberdade para se casar. Em vez de preparação para o casamento, a escola estatal estimula as meninas ao sexo sem compromisso, com quantos parceiros elas desejarem. Em vez de casamento, elas poderão optar por qualquer tipo de estilo de vida sexual, inclusive o lesbianismo, sob a proteção e “bênção” do Estado.
Aliadas ferrenhas do Estado socialista, as ativistas feministas igualmente promovem o lesbianismo (e o aborto) paras as meninas de escola, e atacam o sistema patriarcal (onde o pai é a autoridade e cobertura máxima) justamente para poderem desempenhar o único papel de autoridade e cobertura máxima sobre as mulheres.
Nesse contexto, tudo o que separa a mulher de outros “competidores” é aceitável. Assim, o Estado, com pressões feministas, facilita o divórcio por todo e qualquer motivo, por mais banal que seja, distanciando as mulheres do casamento natural e ligando-as cada vez mais aos objetivos feministas.

A nova cabeça da família

A Bíblia diz que as mulheres são o sexo fraco, porém o Estado não reconhece essa realidade. O Estado impõe uma igualdade artificial, desafiando as leis de Deus. Mas ao estabelecer leis de proteção às mulheres, o próprio Estado acaba reconhecendo que as mulheres são mais vulneráveis do que os homens!
Por isso, para impor sua igualdade artificial, o Estado faz três coisas pelas mulheres: enfraquece o casamento, destrói a liderança masculina no lar (que existe por determinação divina) e dá as mulheres o “direito” de interromper a gravidez.
Utilizando as questões das mulheres, o Estado pode promover o aborto e ainda ocupar o lugar de “cabeça” e “provedor” em cada lar — que passa a ser uma entidade onde homens e mulheres devem se submeter aos caprichos estatais. No sistema estatal imposto pelas feministas e socialistas, o Estado é a “cabeça” da família e quem está no papel de submissão são homens e mulheres, igualmente.
Aliás, o Estado hoje não exige ocupar somente o lugar do pai como cabeça das famílias, mas também o próprio lugar de Deus. Se Maria vivesse sob tal Estado voraz, ela teria recebido a visita de um “anjo” estatal, que lhe ofereceria, em vez de uma gravidez efetuada pelo Espírito Santo para gerar Jesus Cristo, anticoncepcionais e educação sexual para viver uma vida sexual de adolescente livre de preocupações e plena de prazeres.
Embora dentro da perspectiva divina seja violência atirar adolescentes a uma vida de promiscuidade sexual, o Estado vê como violência uma jovem de uns 16 anos, como Maria, ficar grávida dentro do casamento! E onde atua, o moderno Estado não permitirá nenhuma rivalidade nem competição: entre Deus e o Estado, o Estado quer Deus fora do controle das famílias, saúde moral dos filhos e adolescentes, etc. O Estado moderno não aceitará nada menos do que controle sobre tudo e sobre todos.

Violência doméstica e o Estado

No Novo Testamento, o Estado é conscientizado de que Deus lhe deu o direito e autoridade de usar a espada contra criminosos. Isto é, se um marido assassinar a esposa inocente, o Estado tem a obrigação de lhe aplicar a pena capital. Esse é o único papel do Estado. Mas, esquizofrenicamente, hoje o Estado renuncia à sua obrigação de usar a espada para maridos que matam esposas inocentes, preferindo cumprir obrigações impostas pelas feministas e socialistas de usar a espada somente para eliminar uma enorme multidão de indefesos e inocentes bebês em gestação.
Quanto ao intervencionismo estatal com a desculpa de solucionar a “violência doméstica”, é preciso perguntar: O Estado tem competência moral para essas intervenções?
Anos atrás, uma mãe idosa veio procurar a mim e o pastor da igreja, para pedir ajuda para sua filha, que estava sofrendo “violência doméstica”. A moça estava literalmente apanhando do marido. Acompanhados da mãe e outra mulher da igreja, fomos o pastor e eu até a casa da moça, na ausência do marido dela. Ouvimos da boca dela sobre a violência física que ela estava sofrendo.
Nosso conselho foi que a moça deveria buscar em Deus proteção para si e libertação para o marido. Nós a desafiamos a estar presente em determinados cultos da igreja onde ela poderia participar de orações fortes.
Infelizmente, nem a mãe nem o pai da moça concordaram com essa sugestão espiritual. Em poucos dias, eles pegaram a filha e a levaram ao promotor de justiça, que é o representante oficial do Estado. O pai disse: “Não vou deixar minha filha sofrer na mão daquele homem!”
O marido foi intimado por “violência doméstica”. Sentindo-se humilhado de ter os problemas de sua casa sendo tratados pela autoridade estatal, ele largou a esposa.
Depois, em certa ocasião, fui visitar a mãe, o pai e sua filha. Quando eu estava na porta da casa, pude ouvir a filha gritando com os pais, xingando-os e desrespeitando-os. Em resposta, a mãe disse: “Seu marido fez muito pouco batendo em você. Ele devia ter matado você!”
A partir de então, ficamos sabendo que ela era uma esposa que agia da mesma forma com o marido: brigando, xingando, desafiando, desrespeitando, etc. Ela provocava o marido e o deixava fora de si.
Não tínhamos a menor dúvida de que Jesus podia resolver os problemas desse casal. Mas quando os pais da moça a pressionaram a entregar os problemas do casamento dela à autoridade estatal, começou o fim do casamento. E nem podia ser de outra forma, pois o próprio promotor era um homem que havia abandonado a esposa para viver com uma moça muito mais jovem.
No fim, com a violência doméstica “resolvida”, a jovem começou a se prostituir com vários homens. O pai dela morreu angustiado em poucos meses.
Assim ocorre quando se permite que o Estado faça intervenções excessivas: representantes estatais que não conseguem resolver seus próprios problemas pessoais, morais e familiares acabam sendo instrumentos de intromissão para “resolver” os problemas familiares e morais dos outros.
E mesmo que o Estado conseguisse ter representantes isentos, com casamentos intactos e integridade moral impecável, ainda há o problema do uso da fachada da “violência doméstica” para outras finalidades.
O Estado facilita para as mulheres se separar de seus maridos e suas obrigações matrimoniais, mas não permite, em hipótese alguma, que uma mulher se separe do Estado e suas obrigações estatais. A mulher tem toda liberdade de sair do casamento, mas não tem nenhuma liberdade de sair da tutela presunçosamente ilimitada do Estado.
O Estado reconhece uma única cobertura e proteção para as mulheres: a si mesmo. O Estado reconhece uma única cabeça na família: a si mesmo.

Violência doméstica e aborto

Em 2006, conheci uma ONG evangélica no Rio de Janeiro que dava espaço para uma organização de mulheres que fazia trabalho comunitário de conscientização contra a violência doméstica. Mulheres da comunidade que sofriam tal violência vinham ao grupo para serem “aconselhadas” e muitos desses trabalhos eram realizados no prédio da ONG evangélica.
Fiz uma pequena investigação, onde descobri que o grupo de mulheres não só recebia subsídio do Estado em seus objetivos feministas, mas também aparecia numa lista de muitos outros grupos de mulheres que, no dia 18 de março, reivindicavam na Assembléia Legislativa a legalização do aborto como direito fundamental das mulheres.
Conversei então com a diretora da ONG evangélica e expliquei que as instalações de sua organização estavam sendo usadas para o recrutamento e doutrinamento feminista de mulheres simples, que eram atraídas pelo apelo de solução da “violência doméstica”, um trabalho que no final fortalecia o poder e intervencionismo do Estado nas famílias e também fortalecia os objetivos pró-aborto das estrategistas feministas.
A diretora da ONG evangélica me agradeceu e cortou o espaço para o grupo de mulheres. Ela nunca havia imaginado que um grupo que supostamente luta contra a violência doméstica tinha motivações e ambições muito mais sinistras. Esse episódio serviu para ela não confiar em fachadas.
Assim é que os casos de violência doméstica (que a Bíblia jamais aprova) acabam virando desculpa e recurso de manobra para as feministas e o Estado intervirem para destruir o papel de cabeça do marido no lar e exigir o direito de as mulheres abortarem bebês em gestação. O marido que dá um tapa na esposa vira criminoso, porém a mulher que covardemente mata os filhos por meio do aborto não cometeu crime algum: ela está apenas exercendo um direito legal! A mulher passa de “oprimida” para opressora e assassina de seus próprios filhos.

A grande fachada

O Dia Internacional da Mulher se tornou uma grande fachada para o movimento feminista internacional. A maioria das mulheres é contra o aborto e contra o assassinato de inocentes. Mas sem perceberem, o apoio inocente dessas mulheres a iniciativas estatais de combate à violência doméstica acaba sendo canalizado para iniciativas feministas pró-aborto. Em nome dessas mulheres inocentes, os grupos de mulheres reivindicam a legalização do aborto — um crime que mata uma vida inocente e afronta e desrespeita a mulher que tem dignidade.
Agora que os objetivos ocultos foram descortinados, cabe às mulheres que têm dignidade cobrarem o fim da exploração da condição feminina para alcançar objetivos feministas de legalização do aborto. Ser mulher é ser pró-vida, pró-mãe, pró-criança. Ser mulher natural é ser defensora da vida e da família. O aborto deliberado não faz parte da vontade e vida da maioria das mulheres. Faz parte apenas de um minúsculo grupo de feministas oportunistas sedentas de sangue, as quais ganham muito dinheiro para fazer propaganda pró-aborto.
A reivindicação de um suposto “direito” de aborto no Dia Internacional da Mulher é prova mais do que suficiente de que essa data agora é em essência o Dia Internacional das Feministas. O feminismo pró-aborto transforma suas adeptas em opressores, que defendem o massacre do mais indefeso dos seres humanos. Se essa minoria de mulheres sedentas de sangue quer que o Dia Internacional da Mulher só represente a elas, então que se troque o nome dessa data para Dia Internacional da Mulher Opressora, ou Dia Internacional da Mulher Assassina.
Que se levantem as mulheres virtuosas e dêem um basta nesse abuso contra sua dignidade. Que elas dêem um basta no uso do Dia Internacional das Mulheres como fachada do opressor feminismo pró-aborto.
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19 comentários :

Docil 43 disse...

Ola pessoal! Espero que voces possao ver isso: ( http://verdadesementirasnessemundo.blogspot.com/2010/03/profecias-para-o-fim.html ). Ate mais e fiquem com Deus!

Carlos disse...

Parabéns Julio. Excelente artigo como sempre. Continue assim.
Forte abraço e que Deus lhe abençoe.

RAQUEL/EZEQUIEL disse...

puxa gostei da materia sobre o dia da mulher, parabens, que Deus te abençõe sempre, vou usa-la em minha igreja ok? cito a fonte rsrsrrsrsrs
abraços, Raquel

Julio Severo disse...

Olá, Raquel! Pode usar à vontade! Só lhe peço citar fonte e autor. Que o Senhor Jesus abençoe você e seu lar!

Lyège Carvalho disse...

Caríssimo Julio Severo:
Gostaria de agradecer e parabenizar-lhe pelo excelente artigo sobre o Dia Internacional da Mulher. Com muita dor, eu que sou católica, vejo na Igreja padres comemorarem essa data ignorando (ou não) o que é defendido atrás dela.

Eu era uma feminista de 34 anos quando tive uma conversão arrebatadora que mudou completamente a minha vida. Casei-me (tenho dois filhos) e passei a atuar em uma associação pró-vida e até hoje, passados quinze anos, me surpreende o fato de ter defendido o abortismo e o comunismo e toda atuação que isso significa. Deus me tirou da lama e impropriamente digo que me salvou duas vezes (uma vez na Cruz e outra quando amoleceu num só golpe o meu coração de pedra). Tento redimir minha má vida lutando pelos bebês não nascidos e denunciando o discurso feminista, financiado pelas fundações internacionais. Eu sou a prova viva de que existe uma esperança impressionante para as mulheres.

Gostaria de saber se você tem alguma idéia concreta de como podemos nos levamtar contra essa infâmia de confundir-se as mulheres com as assassinas e opressoras. Pensei que poderíamos fazer uma contra campanha para que não se comemore o 8 de março como dia das mulheres (tipo...Não comemore o dia do abortismo, por ex.)

Parabéns pela sua luta e muito obrigada pelo bem que você faz. Um forte abraço.
Lyège Carvalho

Rosângela Maria disse...

Oi Amado, Júlio de Jesus Rei Grandão!

OLha, eu tô nessa.

Veja: http://acridoce-oil.blogspot.com/2010/03/sim-basta-nao-quero-comemorar-o-dia-da.html

Um abraço, irmão
Rosângela

Julia disse...

Julio, li seu artigo sobre o dia internacional da mulher e confesso que fiquei um pouco decepcionada desta vez. Normalmente oque vc escreve e' serio e tem bases biblicas...quanto a este artigo acho que nao devemos misturar tantas coisas juntas. Sou uma mulher evangelica mas sou tambem uma profissional, nao aceito aborto e sei que aqui nos EU tanto algumas crentes quanto algumas catolicas usam o aborto...oque e' abominavel, mas se nao fosse permitido por lei, nao que eu seja a favor da lei, mas seria feito de outras formas.
Quanto a trabalho e estar fora do lar nos vemos em Proverbios uma mulher respeitada modelo de mae e de esposa e dona de seu propio business...a submissao nao pode vir de uma necessidade financeira, nem de opressao por pais e maridos a submissao vem desde antes do casamento acontecer. E' uma decisao que a mulher solteira toma de aceitar a missao de seu marido como sua, dai: submissao, ou seja uma missao menor de apoia-lo em sua missao, em seu ministerio. Toda mulher e mae deve ter educacao, profissao e sustento, isto tambme e' apoio ao marido.Ja vi centenas de mulheres divorciadas evangelicas passando as maiores necessidades e constrangimentos por terem esposos crentes que "cairam" e as deixaram, ficam sozinhas com todos os filhos e sem nenhum apoio. Gracas aos dizimos e ofertas ainda temos igrejas que podem sustenta-las com alimentos e lugar para ficarem, mas e' traumatico para as mulheres e os filhos.
Como mae e mulher, como crente e apaixonada por Jesus nao concordo com mulheres dependentes financeiramente de seus esposos. Num mundo ideal e' otimo, mas nossas igrejas nao estao neste "modelo" sao feitas de pessoas faliveis, por isso eu prego a amigas e jovens: tenham uma boa educacao, trabalhem, tenha um bom nome profissional. Isto e' bom, veja que no novo testamento descreve muitas mulheres que sustentavam o ministerio de Jesus!
Boa noite e a graca e paz do nosso Senhor.
Julia

MARIA disse...

Caro Júlio,

Como sempre, seus comentários são apropriadíssimos.
Muito bom!
Maria

Natan Cequeira disse...

Excelente artigo, Julio.

Repassarei para minha igreja com os devidos créditos.

Abraço fraterno,

José da Penha disse...

Verdade mesmo.

Mas o Lula disse à "FOLHA" que Jesus precisa fazer um acordo com judas iscariote. Acho isso uma blasfêmia.

Outra coisa que não se pode concordar: A ciência e a estatística afirma que a mulher vive 7 (sete) anos mais que o homem, então por que o homem tem que aposentar 5 (cinco) anos depois que a Mulher? ?

E ainda: Se os direitos são iguais, por que criar a DELEGACIA DA MULHER, e não criar a DELEGACIA DO HOMEM?

A Lei "Maria da Penha" é um exagero. Olha só:
Se a esposa disser ao Juiz que vai apanhar do marido porque este disse isso, o Juiz pode expulsar o marido de casa sem que haja a consumação do fato.

ACREDITO QUE JÁ ESTÁ FALTANDO NO BRASIL DEMOCRÁTICO A LEI "JOSÉ DA PENHA"

Chamelly Sobreira disse...

Gostei muito, Julio. Bela matéria. Um abraço, Que Jesus abençoe você e sua família. A paz.

NILZA COUTINHO disse...

Graça e Paz!

Julio,

Gostaria de postar esta mensagem no meu blog, agora que aproxima o tal dia "internacional da mulher", se vc permitir, é claro!

Se não permitir favor dá um alerta, caso não se pronunciar vou entender que posso publicar.

Sou leitora assídua do seu blog, mas não sou muito de comentar, apenas ler para aprender... E tenho aprendido muito com você.

Em Cristo,
Nilza Coutinho

Julio Severo disse...

Oi, Nilza! Pode publicar. Só lhe peço citar autoria e link do meu blog: www.juliosevero.com

NILZA COUTINHO disse...

Ótima mensagem do Julio Severo.

Queria fazer um pequeno comentário a respeito da seguinte frase:

“Ser mulher é ser pró-vida, pró-mãe, pró-criança. Ser mulher natural é ser defensora da vida e da família..."

Naturalmente, aqui contém uma grande verdade e que me tocou profundamente, e ao ler esta frase, algo despertou dentro do meu coração, quem sabe pelo fato de eu ser mulher, ser mãe e ser a favor da vida... Por isso oro a Deus e desejo de coração que cada leitor, especialmente as mulheres sejam conscientizadas da responsabilidade que cada uma tem diante de Deus, no que diz respeito a ser mulher e ser mãe, e que aprendam a cuidar de suas famílias, e em especial dos seus filhos, desde o precioso momento em que o Senhor permitiu estarem “protegidos” dentro de seus ventres, e que lutem por eles, defendam esses pequeninos inocentes, que dependem totalmente delas...
Não matem seus filhos, digam não ao aborto!

Fica aqui a minha indignação contra esse tal direito de “aborto”, ou seja, matança de bebês inocentes e indefesos, que sabemos não condiz com a vontade da maioria das mulheres, em especial das mulheres que verdadeiramente, conhecem a Palavra de Deus e que lutam em defesa da Vida.
Como bem disse o Julio Severo: “0 alvo inicial da tentação da serpente foi a mulher. Depois de milhares de anos, a mulher continua alvo e centro preferencial da atenção e tentações da serpente...”

Apelamos a todas as irmãs em Cristo, no Brasil e no mundo que não caiam nesta “armadilha”, o engano está em toda parte, esse “movimento feminista” na verdade, além de tirar a mulher de sua verdadeira posição no corpo de Cristo, em nada a beneficia, ao contrário, só causa prejuízo no seio da família (falo por experiência própria).

Antes, conheçam a Palavra de Deus e se libertem destas armadilhas que estão por trás desse movimento, disfarçado de querer “igualdade...” “conquistar espaços...” ou “liberdade..." Terrível engano...! (como diria o irmão Sérgio Luiz Brandão)

Penso que muitas mulheres não perceberam o significado disso tudo...

Verdadeira liberdade só em Cristo

No início, a desobediência de Eva resultou em morte para toda a humanidade e isso foi terrível...
Daí o nosso Deus amoroso, bom e misericordioso, pelo muito AMOR com que nos amou, providenciou para que vivêssemos...
Enviou o Seu Filho, nosso Amado Senhor Jesus para pagar o preço e Ele morreu para nos dá a Vida... Jesus é a Vida...

Então, como ousamos nós, homens e mulheres tirar ou permitir tirar uma vida, pela qual o Filho de Deus pagou o preço?

DIGA NÃO AO ABORTO!

AnaMaria disse...

É engraçada a forma de como as mulheres brasileiras - principalmente as professoras de escola públicas - banalizam o trabalho doméstico, sobretudo a dedicação para com o lar, família e os filhos. São mulheres fracas de alma e de mente, inseguras. E mesmo que 'manjem' de assuntos empresáriais, não entendem NADA, mas exatamente NADA da vida em si e de sua própria natureza. Suas experiências de vida e conceitos sobre a realidade são sempre infelizes, sempre 'desilusórios', pessimistas, horrendos!

Reparem bem: as mulheres feministas possuem histórias infelizes e deprimentes, sempre têm um milhão de coisas ruins pra contar e das quais se lembrar, tão pouco podendo citar algo que realmente tenha sido satisfatório em suas vidas. São inexperientes, mesmo com seus diplominhas; estão sempre sozinhas, mesmo que ricas; e são as primeiras a desiludirem as mocinhas sobre casamento e marido ideal - Não existe homem que se preze! não existe casamento que dure! Enfim.

Sem duvidas, a mulher do lar é a mais inteligente que há, principalmente nos assuntos acadêmicos - as matérias que aprendemos na escola, ou que pelo menos, deveriamos aprender. Pra começar, ela deve acumular muito conhecimento, mas muito mesmo, para que possa passar aos seus filhos - não creio que tenha alguém melhor do que a própria mãe para fazê-lo! Logo, ela aprende e cresce com seus filhos, e aprender é uma das maiores virtudes humanas.

Não é ignorante e prepotente como a mulher carreirista, que só por possuir um diploma, um certificado de 'doutrinada', literalmente uma marca da besta, acha-se implacável, única e maravilhosa - bem, suas vidas são vazias, qualquer coisa que as bem descreva, é aceito no desespero.

Para obter conhecimento não são necessários diplomas, 'certificados', escolas e mais escolas, faculdades... Muito pelo contrário! É necessária uma 'dieta' rigorosa de toda essa porcaria imposta pelo sistema, além de uma boa inspeção de conteúdo! - Ah, nada melhor do que a Bíblia para nos ajudar nesse momento e sempre!


E não digo tudo isso porque sou feia, solterona ou desempregada, mas porque EU SOU UMA MULHER, uma criação de Deus e por ele ter um plano especial com a minha existência. Aliás, até sou bonitinha, mas sou vista como um exemplo de conservação e moralidade, além de ser extremamente feliz! =D

carla disse...

muito bom esse artigo sobre o dia internacional da mulher eu não fazia idéia de nada disso nem sobre as feministas, obrigada por tanto esclarecimento seu blog abriu meus olhos para muitas coisas que eu jamais pensei que pudessem acontecer, parabéns. carla

Matheus Sathler disse...

Muito bom. Texto com fortes princípios bíblicos. Toda mulher que é hereticamente "pastora, bispa, diaconiza..." ou ocupe qualquer outro cargo de liderança deveria ler esse texto e se converter ao Deus da bíblia com abandono dos pecados. O amor a família e a submissão ao marido levam a salvação. Já o amor ao dinheiro e ao emprego secular levam a isso aí que temos visto dia após dia: desgraça.

shabat disse...

É o "espírito de jezabel"(demônio) assolando a sociedade moderna. É só mais um dos sinais do fim do mundo.

Anônimo disse...

É, irmão Julio... Tenho uma observação. Hoje, acho que o que ocorre com algumas moças cristãs por ainda estarem solteiras não é que estão casadas com a carreira, mas infelizmente, pela falta de homens cristãos casáveis. E isso também é uma consequência do feminismo.
Os homens cristãos estão como meninos. São imaturos, descabeçados, uns modinhas descamisados etc. Não são homens bíblicos, entende?!
Os pregadores Paulo Junior e Paul Washer pregam com ênfase sobre a masculinidade bíblica, mas o fato é que homens que se encaixem na descrição de homem bíblico são raros. Devem ser, pois não os conheço.
Eu vivo pela fé, sob a proteção de Deus e meus pais. Abdiquei de carreira e da ideia de "prover para si" pois quero ser zelosa para com a Palavra de Deus. Porém, diferente de Maria, ainda estou solteira (graças a Deus, ainda sou "nova") e não é por fata de investidas masculinas.
Se não fosse o feminismo, provavelmente, eu já estaria formando minha família. Maldito seja o feminismo, que tanto afeta a sociedade!