31 de outubro de 2009

Imensa marcha pró-vida em Madri atrai centenas de milhares

Imensa marcha pró-vida em Madri atrai centenas de milhares

Patrick Craine e Kathleen Gilbert

MADRID, Espanha, 19 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma multidão enorme de cidadãos pró-vida espanhóis capturou as manchetes internacionais no sábado depois de marcharem na capital da Espanha para protestar contra os planos do governo para afrouxar as restrições ao aborto no país.

Cálculos dos números daqueles que participaram variaram, com a grande imprensa, tal como a CNN e o jornal The New York Times, noticiando simplesmente “milhares” ou “dezenas de milhares”. Contudo, o jornal Christian Post registra que o governo regional de Madri calculou os números de participantes em aproximadamente 1,2 milhão, e o porta-voz de um dos organizadores pró-vida disse que 1,5 milhão de pessoas participaram. A BBC da Inglaterra e muitas outras agências noticiosas indicaram que a multidão era mais de um milhão. De acordo com a Agence France Press, a polícia estimou o número em 250.000.

Placas dizendo “Pela Vida, Mulheres e Maternidade” e “Mulheres contra o Aborto” saudaram as medidas do primeiro ministro socialista espanhol José Luis Rodríguez Zapatero de fazer aprovar uma lei que legaliza o aborto até a 14ª semana de gestação, e permite que meninas de 16 anos abortem seus filhos em gestação sem o consentimento dos pais. O Parlamento vai considerar a lei logo.

Em meio a balões no ar e bandeiras espanholas vermelhas e amarelas, uma enorme bandeira azul da altura de dois andares foi hasteada. A bandeira trazia a mensagem: “Toda vida é importante”.

Embora o aborto seja tecnicamente ilegal na Espanha, a quase completa falta de aplicação das leis de aborto permitiu que o índice de aborto na Espanha tivesse subido a níveis estratosféricos. Em 2007, uma investigação secreta da imprensa espanhola mostrou que as clínicas de aborto da Espanha mantêm laços financeiros com psicólogos para aprovar potenciais clientes de aborto como psicologicamente em risco devido à sua gravidez.

Desde 2000, o índice de aborto na Espanha subiu um imenso 59% — comparado a um aumento de 10% na Inglaterra e França, e índices em queda na Itália e Alemanha — ganhando dos líderes pró-vida locais para Madri o título de “a Meca do aborto” da Europa. O país agora vê a matança de mais de 100.000 crianças no útero anualmente. De cada 5 gravidezes, uma termina em aborto.

Quando o Partido dos Trabalhadores Socialistas apresentou a nova lei de aborto, a Ministra da Igualdade Bibiana Aido disse que a lei proposta “dá mais garantias, é mais equilibrada, mais moderna e nos aproxima mais da Europa”. Contudo, uma pesquisa nacional de opinião pública neste ano mostrou a maioria dos espanhóis rejeitando a medida, particularmente entre as mulheres, que disseram que se opunham à lei 43% contra 34%.

Os manifestantes se reuniram por todo o país, que é majoritariamente católico, inclusive proeminentes políticos tais como o ex-primeiro ministro José Maria Aznar. O evento foi patrocinado por 234 grupos pró-vida de mais de 45 países.

“Convidamos todos os 48 milhões de espanhóis, independente do partido político a que pertençam, quer sejam católicos ou pratiquem sua religião numa sinagoga ou mesquita”, Benigno Blanco, presidente da coalizão católica Fórum da Família, noticiou para a Reuters.

A Ministra da Igualdade Aido respondeu à marcha dizendo para a Associated Free Press que, embora ela tenha “total respeito” pelos manifestantes, “ninguém tem monopólio sobre a moralidade”.

A marcha de sábado também recebeu apoio de líderes da Igreja Católica da Espanha. A Agência Católica de Notícias relata que o Bispo Demetrio Fernandez de Tarazona expressou seu apoio à marcha na semana passada numa carta pastoral, avisando que a Europa está “em estado terminal” devido ao aborto.

Fernandez indicou que desde a legalização do aborto, “uns 50 milhões de crianças não nasceram, que hoje seriam 50 milhões de jovens”. A nova lei, disse ele, “multiplicaria o número daqueles que não vão nascer”.

“Vamos lutar pela vida”, disse ele, “A vida, jamais a morte, é o futuro do homem. Vamos apoiar as mulheres em dificuldade, dando-lhes os meios de assumir a preciosa tarefa da nova maternidade”.

Veja a cobertura anterior de LifeSiteNews.com:

Spain's Council of Ministers Approves Liberal Abortion Law Despite Strong Public Opposition
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051504.html

Abortion Now Number One Cause of Death in Spain
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08112802.html

Spanish Parliament Urged not to Loosen Abortion Law
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/nov/08110601.html

Spain Continues Cultural Tailspin-Abortion Rates Soar 72%
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jan/06010308.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101908.html

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30 de outubro de 2009

Novo relatório da ONU promove gênero como uma construção social sem base na natureza

Novo relatório da ONU promove gênero como uma construção social sem base na natureza

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 15 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um relatório técnico sobre a proteção dos direitos humanos no contexto da guerra contra o terrorismo recentemente apresentado na Assembleia Geral da ONU inclui uma redefinição radical do termo “gênero” que é uma construção puramente social sem ligação com a biologia.

Martin Scheinin, fiscalizador especial da ONU, foi instruído a fazer um relatório para a ONU sobre “os abusos de direitos humanos com base no gênero nas ações contra o terrorismo” — com um enfoque presumivelmente visando as dificuldades que sofrem as mulheres que são apanhadas na guerra contra o terror. Em vez disso, em seu relatório, Scheinin declarou: “Gênero não é sinônimo de mulheres, mas em vez disso abrange as responsabilidades sociais que fundamentam o modo como os papéis das mulheres e dos homens, suas funções e responsabilidades, inclusive em relação à orientação sexual e identidade de gênero, são definidos e entendidos”.

Rotulando gênero como “construção social”, o relatório não obrigatório afirma que “gênero não é estático”, mas em vez disso “sujeito à mudança com o tempo e em outros contextos”. Os leitores são instruídos que “entender o gênero como uma construção social e inconstante em vez de uma categoria biológica e fixa é importante porque ajuda a identificar as complexas e interrelacionadas violações de direitos humanos com base no gênero provocadas pelas medidas antiterrorismo”.

Tal definição de gênero foi debatida ferozmente em reuniões formais da ONU durante anos e foi repetidamente rejeitada pelos países membros em documentos negociados da ONU. Há uma tensão de longa data sobre essa questão entre os países soberanos da Assembleia Geral (AG) e a burocracia da ONU. Muito embora a AG tenha repetidamente definido gênero de forma tradicional, a Secretaria de Consultoria Especial de Questões de Gênero e Avanço das Mulheres define gênero, semelhante a esse novo relatório burocrático, como uma construção social.

O Estatuto de Roma do Tribunal Criminal Internacional, que é obrigatório a todos os países que ratificaram, declara que gênero “se refere a dois sexos, masculino e feminino, dentro do contexto da sociedade”. Além disso, dois documentos não obrigatórios de conferências da ONU — a Plataforma de Ação de Beijing de 1995 e o Relatório da Conferência de Assentamentos Humanos realizada no ano seguinte em Istambul — consideram “gênero” como “entendido em sua utilização comum e geralmente aceita”.

Outra preocupação com esse novo documento é sua promoção da “identidade de gênero e orientação sexual”. O documento declara que três tratados — inclusive o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais — agora exigem que os países garantam “segundo a lei e a realidade” a não discriminação na base de “orientação sexual e identidade de gênero”. Em apoio, o relatório cita os Princípios de Yogyakarta, uma declaração sem obrigatoriedade preparada por representantes de várias organizações não governamentais e pelos fiscalizadores especiais da ONU. Contudo, não só os textos dos tratados não mencionam orientação sexual e identidade de gênero como uma categoria de direitos humanos, mas os países membros rejeitaram repetidamente a inclusão de tal categoria.

Originalmente circulada durante os sonolentos meses de verão, o relatório só recentemente começou a atrair a atenção dos delegados da Terceira Comissão da AG, que é um fórum normal para examinar questões sociais contenciosas. Um delegado disse para Friday Fax de C-fam que “não seria surpresa que o documento tenha sido não só apresentado nos meses de verão”, mas também que tenha sido enfiado num relatório pretensamente sobre a luta contra o terrorismo para evitar ser logo percebido. Ele especulou que logo que for implantado, os proponentes começariam a citar o “disfarçado” documento como autoridade adicional em apoio de uma agenda de direitos gays.

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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Vovó de 67 anos é interrogada e ameaçada pela polícia por causa de queixa contra parada gay

Vovó de 67 anos é interrogada e ameaçada pela polícia por causa de queixa contra parada gay

Hilary White

NORWICH, Inglaterra, 27 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A visita e ameaça de uma acusação de “crime de ódio” por parte da polícia dirigida a uma vovó pensionista e dedicada cristã inglesa provocou revolta em todas as partes da Inglaterra, e até foi criticada pelo líder da principal organização homossexual de pressão política da Inglaterra.

A Sra. Pauline Howe foi informada por dois agentes policiais que visitaram a casa dela que ela pode ter cometido um “incidente de ódio” simplesmente por ter escrito uma carta para a prefeitura local se queixando da parada gay local.

A Sra. Howe diz que está considerando a possibilidade de processar a polícia, depois de sofrer o que ela descreveu como um interrogatório “pavoroso e ameaçador”. Ela está buscando conselho legal do Instituto Cristão, uma importante organização inglesa de defesa dos cristãos.

Numa entrevista em vídeo, Howe disse que é “bem óbvio” que o assunto seja um ataque da polícia contra a liberdade de expressão religiosa e de crença. “Nossas liberdades como cristãos que crêem na Bíblia foram sufocadas agora e também a autoridade da Palavra de Deus. Não temos mais permissão de expressar nossas convicções evangélicas bíblicas sem sermos amedrontados”.

Ela enviou a carta depois de ter sido incomodada e sujeita a ataques verbais sexualmente explícitos quando participou de um grupo de outros cristãos que estava distribuindo folhetos no evento da parada gay de 25 de julho. Em sua carta, a Sra. Howe disse: “Eu e outros cristãos presentes não estamos tentando impedir que aqueles que estão envolvidos nessa conduta obscena façam isso na privacidade de suas casas”.

“É a exibição de tal indecência nas ruas de Norwich que é tão ofensiva para Deus e para muitos residentes de Norwich”, escreveu ela. “É vergonhoso que esse pequeno, mas vociferador grupo homossexual receba permissão de fazer tal exibição sem o número mínimo de homossexuais”.

A carta da Sra. Howe recebeu uma resposta de Bridget Buttinger, a vice-prefeita, que disse para ela que ela estaria enfrentando acusações de crime de ódio. A prefeitura encaminhou a carta à polícia de Norfolk, que julgou após o interrogatório que nenhum crime havia sido cometido.

A questão provocou uma súbita tempestade de atenção da imprensa depois que o noticiário Anglia News da ITV mostrou o caso na noite passada. ITV citou um organizador da parada gay apoiando a polícia, dizendo: “Há alguns pontos de vistas que têm tanto ódio que não devem ser ditos”.

Os ativistas homossexuais fizeram objeções ao fato de que a Sra. Howe fez uso do termo bíblico “sodomitas” e afirmou que as “práticas sexuais pervertidas” deles espalham doenças sexualmente transmissíveis. Mas Ben Summerskill, diretor do principal grupo militante homossexual da Inglaterra, o Stonewall, disse que a resposta da polícia foi “fora dos limites”. Andrew Pierce, comentarista do jornal Daily Telegraph e homossexual, disse: “Que tipo de sociedade nos tornamos quando a expressão pacífica de uma convicção religiosa pode trazer como consequência a polícia batendo na sua porta?”

A polícia de Norfolk divulgou uma declaração dizendo: “Investigaremos todos os incidentes alegados de ódio” e disse que a reação policial foi “dentro dos limites”. Um porta-voz da polícia disse: “Se um caso de crime chegou a nosso conhecimento e foi denunciado a nós, temos de investigar”.

Mike Judge do Instituto Cristão disse: “Quer as pessoas concordem ou discordem das opiniões da Sra. Howe, todos os que se importam com a liberdade têm de sentir-se apavorados com a ação da polícia”.

“Para que a democracia sobreviva, as pessoas têm de ser livres para expressar suas convicções, sim, até mesmo convicções impopulares, para os órgãos governamentais sem medo de sofrer uma batida da polícia na porta. Não é crime ser cristão, mas cada vez mais se sente como se fosse”.

Ed West, jornalista e comentarista do Daily Telegraph, escreveu que Judge acertou muito bem no que disse. West apontou para os muitos casos de pessoas, “todas cristãs (geralmente evangélicas)”, que foram “questionadas pela polícia por causa de objeções à homossexualidade”.

“É parte de uma tendência mais ampla de oposição às liberdades políticas, religiosas e individuais que vem ocorrendo em toda a Europa há uma década. Esse totalitarismo suave não vem com gulags ou campos de concentração, mas em vez disso com autoridades perseguindo indivíduos por coisas triviais”, acrescentou West.

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Christians in the UK Facing Increasing Official Discrimination: Poll
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09060304.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102707.html

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29 de outubro de 2009

Presidente Obama assina lei homossexual de “crimes de ódio”

Presidente Obama assina lei homossexual de “crimes de ódio”

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 28 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O presidente Barack Obama assinou hoje a polêmica lei homossexual de “crimes de ódio” que autoriza o governo federal a intervir em crimes violentos que parecem ter sido motivados por ódio aos homossexuais e aplica penas e sentenças mais fortes.

O presidente Barack Obama assinou a lei às 14h30min de hoje. Uma festa formal está planejada para às 17h, e o presidente Obama dará um breve discurso sobre a lei às 18h05min.

A lei expandida de crimes de ódio estende proteção especial às vítimas de crimes que são alvos de criminosos com base num real ou percebido gênero sexual, orientação sexual, identidade de gênero ou deficiência.

O presidente Obama assinou a Lei de Prevenção de Crimes de Ódio Matthew Shepard e James Byrd Jr como parte de uma cláusula adicionada ao projeto de lei de autorização da defesa nacional para o ano fiscal de 2010.

Os oponentes da lei de crimes de ódio acusavam que o projeto de lei viola as cláusulas de devido processo e igual proteção da 14ª Emenda da Constituição dos EUA tornando, nas ações legais contra um crime, o pensamento de alguém com relação a certos grupos um fator tão importante quanto a natureza de seu ato.

Os Secretários de Direitos Civis dos EUA escreveram cartas aos líderes da Câmara dos Deputados e do Senado condenando a lei, dizendo que eles “consideram a ampla federalização do crime como uma ameaça às liberdades civis”. Os secretários também chamaram a atenção para o fato de que a lei cria uma brecha legal para as proibições da Constituição ao double jeopardy [condição de ser julgado duas vezes pelo mesmo crime], porque a lei permite que o governo federal julgue uma pessoa que já foi inocentada num julgamento estadual, pelo mesmo crime.

O projeto de lei também havia sido rotulado de “lei de proteção aos pedófilos”, em grande parte devido à recusa de membros da Câmara dos Deputados aprovarem uma emenda especificando que o projeto não puniria a liberdade de expressão daqueles que têm objeção à perversão homossexual, tal como a pedofilia. O projeto não define o termo “orientação sexual”, um equívoco que alguns legisladores acusaram que poderia levar a uma interpretação excessivamente ampla — já que o termo é usado pelos psicólogos para abranger uma variedade de desvios sexuais (inclusive a pedofilia), e não somente a homossexualidade.

Líderes cristãos têm expressado preocupação particular de que fracassaram todas as tentativas de assegurar o direito de falar contra o estilo de vida homossexual e sua normalização. Entre as muitas propostas rejeitadas para semelhantes projetos de lei de crimes de ódio apresentados na Câmara neste ano estava uma apresentada pelo Dep. Louis Gohmert, R-Texas, a qual teria incluído uma cláusula garantindo que pastores não poderiam sofrer ações legais de cumplicidade em “crimes de ódio” simplesmente porque pregaram a perspectiva cristã acerca da homossexualidade.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09102806.html

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O gari, o preso e o ladrão

O gari, o preso e o ladrão

Desempregados com diploma universitário se inscrevem para emprego de gari, de 486,10 mensais. Enquanto isso, assassinos presos recebem do governo um “auxílio-reclusão” de 752,12 mensais

Julio Severo

O jornal esquerdista Folha de S. Paulo anunciou que “o concurso público para a seleção de 1.400 garis para a cidade do Rio já atraiu 45 candidatos com doutorado, 22 com mestrado, 1.026 com nível superior completo”. Dos 109.193 inscritos, mais de 5.000 estudaram em universidades.

No entanto, a Folha deixou claro: “Os anos de estudo a mais, porém, não devem colocá-los em vantagem na disputa — a seleção é feita por meio de testes físicos, como barra, flexão abdominal e corrida”.

O trabalho de gari já não é fácil nem para os pobres. Mas a situação econômica está ficando tão ruim que até quem estudou em universidades para ter uma melhor colocação no mercado de trabalho nada mais vê no horizonte, a não ser um emprego de gari com um salário de apenas R$ 486,10 mensais.

O duro não é só achar um trabalho com baixo salário. O pior é ver o salário suado escoando para as mãos de um governo piranha. Calcula-se que a carga de impostos seja hoje quase 40 por cento da renda do brasileiro, fazendo com que quase metade do seu trabalho durante um ano seja abocanhado pelo governo.

Assim, o brasileiro que tem família para sustentar tem de submeter sua renda à exploração tributária. Mesmo tendo diploma universitário, isso não lhe garante um emprego melhor do que o de gari. Mesmo tendo nascido num Brasil supostamente democrático e independente, isso não o livra da escravidão tributária.

Essa dura realidade do trabalhador contrasta com os privilégios que o governo concede aos criminosos que não trabalham. Desde que assumiu em 2003, o governo Lula vem dando um “auxílio-reclusão” que hoje estabelece o valor de 752,12 para os dependentes de assassinos, estupradores, etc. (Veja aqui: http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22)

Veja agora a diferença. Mesmo tendo doutorado, você pode acabar tendo de escolher um emprego de gari, ganhando apenas 486,10 mensais para sustentar a sua família. Mas se você matar alguém e for preso, sua família terá direito a 752,12 mensais! Isto é, o preso terá excelente alimentação gratuita sem precisar trabalhar, e seus dependentes vão ganhar muito mais. Os 109.193 inscritos, ao saberem disso, poderiam se sentir tentados pela “inocente” oferta estatal!

Enquanto as famílias das vítimas sofrem extremas privações, quem recebe auxílio são as famílias dos criminosos. Esse é essencialmente o sistema socialista de redistribuição de renda, onde o governo rouba os trabalhadores por meio de impostos violentos, e entrega uma pequena parte para tais políticas insanas. O restante vai para alimentar a obesidade imoral de políticos piranhudos.

Dois séculos atrás, Tiradentes ficou muito revoltado porque o governo português cobrava 20 por cento de impostos. Tiradentes achava isso roubo e queria a independência do Brasil. Hoje, com um rombo e roubo de 40 por cento, nenhum brasileiro fala de independência, preferindo se submeter aos piores empregos para sustentar as malandragens do ladrão estatal, enquanto malandros no Congresso Nacional e nas cadeias vivem muito bem à custa dos trabalhadores que perderam a vontade de se revoltar. Esses escravos, que mal conseguem sustentar suas famílias, têm orgulho de ser brasileiros. Mas duvido muito que, vendo o Brasil do jeito que está hoje, Tiradentes conseguisse ter algum orgulho. Depois de dois séculos, os brasileiros continuam sem independência, eternas vítimas de elevados impostos criminosos.

Apesar de tudo, o filho de Deus tem orgulho de ser cidadão do Reino de Deus. Ali, não há impostos de 20 ou 40 por cento para roubarem nosso suor. Ali, não há escravidão. Ali, não há redistribuição de renda, mas apenas o chamado livre de ajudar a quem precisa, por meio da nossa própria escolha e decisão. E quando o Rei Jesus quer ajudar, ele tem seus próprios recursos. O Rei Jesus jamais tira de nós nossos recursos para dar para outros. Pelo contrário, ele sempre nos dá a escolha de usar nossos recursos para ajudar. Bem diferente do reis deste mundo, que tiram nossas escolhas, liberdade e recursos, com as desculpas mais mentirosas.

Vendo as vantagens da vida criminosa, qual é o mau-caráter que vai querer trocar fáceis 752,12 por suados 486,10 de um salário de gari? Como é que o placar de 50.000 brasileiros assassinados por ano vai diminuir quando o governo Lula dá tantos incentivos?

O gari deve ficar muito desanimado vendo assassinos, sem fazerem absolutamente nada, ganhando o dobro do que ele sua para receber. Além disso, 40% de sua renda vai para pagar a conta alta do “auxílio-reclusão”. Some a isso o pesado financiamento do governo federal às paradas gays e às iniciativas pró-aborto, e o desanimo do gari vai virar depressão, com sério risco de suicídio — a não ser que ele faça como Tiradentes.

O ladrão estatal português de ontem é hoje o ladrão estatal brasileiro, que rouba em dobro. Se Tiradentes vivesse em nosso tempo, será que ele renunciaria à liberdade para ser escravo e capacho do governo brasileiro?

Revoltar-se e mobilizar-se contra a exploração de impostos no Brasil é, como concordaria plenamente Tiradentes, uma obrigação moral de todos os brasileiros.

Fonte: www.juliosevero.com

Brasil: 190 milhões de assaltados pela mega-voracidade estatal

O maior de todos os ladrões

Cristãos e impostos pesados e injustos: oportunidade para ação ou acomodação

O governo ideal

O papel do governo e os cristãos



28 de outubro de 2009

Jesus Cristo, Judas e Lula

Jesus Cristo, Judas e Lula

Lula declarou que no Brasil Jesus teria de fazer aliança com Judas. Por meio de quem Lula veio a conhecer esse “Jesus” que se entrega a sujas alianças políticas?

Julio Severo

Engana-se quem acha que Lula não pensa em Jesus Cristo. Recentemente, ele disse: “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Se é verdade que o Jesus que a maioria da sociedade conhece é resultado da percepção que é transmitida pelas grandes religiões cristãs, então Lula está cercado de líderes cristãos que lhe espelham um Jesus bem diferente do Jesus do Evangelho. Lula vê os lideres marxistas da CNBB, os bispos e pastores evangélicos oportunistas ávidos de concessões e outros privilégios e deve imaginar: “Se essa gente aí diz seguir Jesus, então Jesus deve ser como eles!”

O Evangelho conta que a atitude de Jesus em seus únicos momentos diante das autoridades políticas era o silêncio. Falar o que com políticos? Eles se julgam deuses e donos da verdade. Diante da arrogância, a suprema sabedoria se cala, porque sabe que o dia da suprema justiça chegará.

Quando fez referência ao governante de sua época, Jesus se limitou a chamá-lo de “raposa” — um título bem apropriado para a vasta maioria dos políticos brasileiros. Uma raposa é esperta e usa tal esperteza para alcançar suas maldades. Uma raposa política se aliaria a Judas e a qualquer outra criatura para alcançar suas maldades.

Uma raposa religiosa não agiria de forma diferente, preferindo entrar em alianças políticas com Pilatos, Herodes, Acabes e outros do que perder oportunidades financeiras. Por isso, Jesus chamava os líderes religiosos de hipócritas.

O Jesus que Lula conhece está na face das raposas religiosas que o cercam. É com o testemunho delas que Lula chegou à conclusão de que “Se Jesus Cristo viesse para cá, e Judas tivesse a votação num partido qualquer, Jesus teria de chamar Judas para fazer coalizão”.

Ao espelharem tal Jesus, conscientemente ou não, as raposas religiosas acabam se tornando os Judas modernos, traindo Jesus e seu Evangelho de salvação.

É com esses Judas que Lula e seu partido estão aliançados. É nesses Judas que Lula tem sua percepção de quem é Jesus e do que faria Jesus na política brasileira.

Com o testemunho que Lula viu e vê na marxista CNBB, IURD, Caio Fábio e outros, será de estranhar se um dia desses ele aparecer declarando a idéia bizarra de que Jesus poderia se aliar com o próprio diabo?

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

Lula e os evangélicos

Evangélicos progressistas, evangelicais ou encaPeTados?


27 de outubro de 2009

Itália rejeita “orientação sexual” em projeto de lei anti-preconceito

Itália rejeita “orientação sexual” em projeto de lei anti-preconceito

Hilary White

ROMA, Itália, 15 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento italiano rejeitou uma tentativa de grupos homossexuais estabelecerem a “orientação sexual” como uma categoria privilegiada nas leis anti-preconceito. A medida foi derrotada por um voto de 285 contra 222.

Os oponentes haviam argumentado que a mudança no código penal teria produzido desigualdades, aliás, discriminações reversas. O político Rocco Buttiglione disse que os homossexuais estão protegidos sob a lei do mesmo jeito que todos os outros cidadãos e disse que a derrota do projeto de lei é uma vitória para “o princípio da igualdade de todos os cidadãos — um princípio consagrado em nossa constituição”.

Isabella Bertolini, legisladora e membro do partido do governo de Silvio Berlusconi que havia se oposto á morte de Eluana Englaro por ordem de um tribunal no ano passado, disse que a tentativa de se instituir uma “inerente orientação sexual” no código penal é “claramente inconstitucional” e “provavelmente provocará graves problemas e graves discriminações”.

O conceito, disse ela, é “fruto das idéias relativistas” que estão crescendo na Itália e “produziria uma diferença substancial no tratamento de homossexuais e transexuais diante da lei”. O projeto de lei teria criado uma situação legal em que um ato de violência seria considerado mais grave se a vítima fosse homossexual. “Isso é incompreensível”, disse Bertolini.

Bertolini avisou, com base na experiência de outros países com semelhantes leis de “orientação sexual”, que se aprovada na Itália, tal lei traria como resultado restrições à liberdade de expressão.

Logo que a expressão orientação sexual for introduzida nos artigos anti-preconceito da lei, ela disse, “Não seria possível as pessoas exercerem o direito de expressar suas opiniões ou críticas” acerca da atividade homossexual, um assunto sério num país predominantemente católico. Além disso, ela alertou que o projeto de lei teria sido “usado como porta de entrada para revolucionar o conceito de casamento, família, adoção e enlouquecer os valores fundamentais que sustentam nossa sociedade”.

A derrota do projeto foi criticada na Organização das Nações Unidas, onde a alta comissária da ONU para os direitos humanos chamou a derrota de “um retrocesso para os direitos humanos”.

“Os gays e as lésbicas merecem plena proteção sob a lei”, disse Navi Pillay, que acrescentou que os governos deveriam fazer leis adicionais especificamente protegendo os homossexuais.

A ministra italiana do bem-estar social, Mariastella Carfagna, disse que farão uma nova lei anti-preconceito que exigirá penas mais pesadas para todos os crimes motivados por “discriminação”, incluindo a categoria de “orientação sexual”. Atualmente, há na Itália leis anti-preconceito que incluem as categorias de raça, etnia, nacionalidade e religião. A inclusão de “orientação sexual” no código existente tem sido uma meta importante dos grupos homossexuais de pressão política por alguns anos.

Esses grupos anunciaram que em 17 de outubro farão uma marcha em Roma para protestar contra a votação.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

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Representante do governo americano na ONU bajula mudança drástica do governo de Obama na questão do aborto

Representante do governo americano na ONU bajula mudança drástica do governo de Obama na questão do aborto

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 15 de outubro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Num discurso na semana passada na Faculdade de Direito da Universidade Howard, a embaixadora americana nas ONU Susan E. Rice repetiu que a política externa do governo de Obama abandonou a política externa do anterior governo de Bush. Rice também sutilmente redefiniu os termos usados nos documentos da ONU para marcar uma significativa mudança de posição na questão do aborto.

Examinando os primeiros nove meses do novo governo americano, Rice bajulou o fato de que Obama revogou a “política da Cidade do México” que impedia os EUA de financiarem organizações envolvidas em aborto no exterior e a decisão dele de financiar o Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP). O governo de Bush havia cortado toda assistência a essa agência da ONU de controle populacional depois que o Departamento de Estado sob Colin Powell apurou que o FNUAP era cúmplice da política de abortos forçados da China.

Embora em seu discurso na Universidade Howard Rice jamais tenha expressado a palavra “aborto”, ela afirmou que a política da Cidade do México do governo de Bush havia “proibido assistência dos EUA a programas que apóiam o planejamento familiar e serviços de saúde reprodutiva” e que agora os membros da equipe de Obama na ONU “não mais reflexivamente se opõem a menções de saúde reprodutiva”.

Entretanto, William Saunders, vice-presidente de assuntos legais de Americans United for Life (Americanos Unidos pela Vida), notou que o governo de Bush “não se opunha ao planejamento familiar ou à assistência reprodutiva” em si, mas “só se opunha à terminologia ou práticas que promoviam o aborto”.

Dirigindo-se à sutil mudança semântica de Rice, Saunders chamou os comentários de Rice de “uma volta ao eufemismo” semelhante ao que existia no governo de Clinton. Ele disse para Friday Fax de C-Fam que a embaixadora Rice “parece estar dizendo que o governo de Obama está determinado a promover o aborto, mas fará isso escondendo os termos sob eufemismos”.

Especialistas atentos ao governo de Obama dizem que a evidente atitude de Rice igualando o aborto com “saúde reprodutiva” segue a atitude da secretária de Estado Hillary Clinton, que redefiniu o termo para incluir “acesso ao aborto” quando questionada pelo Dep. Chris Smith (R-NJ) diante da Comissão de Assuntos Externos da Câmara dos Deputados dos EUA. Contudo, os países membros da ONU jamais entraram em acordo com relação a tal definição, embora as agências pró-aborto da ONU e grupos pró-aborto rotineiramente o usem desse jeito.

A mudança lingüística poderia impactar o debate sobre a ratificação dos EUA da Convenção das Deficiências. Embora a Convenção das Deficiências seja o primeiro tratado obrigatório a mencionar “saúde sexual e reprodutiva”, o relatório oficial dos procedimentos notou que a inclusão do termo não era “com a intenção de alterar” as políticas pró-vida dos países que a ratificarem, e pelo menos 15 nações fizeram declarações na Assembleia Geral na época interpretando “saúde sexual e reprodutiva” como excluindo o aborto. A delegação do governo de Bush afirmou que a frase “não pode ser interpretada para apoiar ou promover o aborto”.

A mudança lingüística de Rice e Clinton dá munição para os críticos pró-vida desconfiados da ratificação americana de novos tratados tais como a Convenção das Deficiências.

Antes de assumir seu posto, a embaixadora Rice tinha uma óbvia falta de experiência nas questões sociais contenciosas. O centro das críticas estava em vez disso no modo como ela abordou o genocídio de Ruanda enquanto trabalhava para o Conselho de Segurança Nacional de Bill Clinton e então como assistente da secretária de Estado para assuntos africanos.

No entanto, os conservadores observam que Rice anteriormente trabalhava intimamente com o ex-senador Tim Wirth, que defendia políticas de controle populacional enquanto era vice-secretário de assuntos globais durante o governo de Clinton e quando presidia a delegação americana na Conferência Internacional de População e Desenvolvimento do Cairo em 1994.

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/oct/09101513.html

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26 de outubro de 2009

Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

Nota: A seguinte entrevista, dada por mim a um jornal evangélico, parece não ter chegado a ser publicada. Por isso, disponibilizo-a aqui, com leves melhorias, para o benefício dos leitores.
PERGUNTA: Você considera importante a participação de evangélicos no Conselho Tutelar (CT)? Por que?
Julio Severo responde: Apoio totalmente a presença de homens e mulheres de Deus nesses lugares. O Império Babilônico era um governo ímpio, mas Daniel estava lá para fazer diferença e dar testemunho da justiça de Deus. Nada mais justo do que haver luz brilhando nos conselhos tutelares.
Cristãos que trabalham nos conselhos tutelares podem agir para manifestar a justiça de Deus e frustrar as injustiças dos homens. Em casos em que o ECA determina a injustiça dos homens, o conselheiro tutelar cristão poderá aplicar o padrão da justiça de Deus.
O dever do Estado é castigar os maus. Aliás, esse é o único chamado que Deus lhe deu. Quando o Estado ultrapassa esses limites, é deve prioritário dos cristãos ajudar a restaurar o Estado às suas obrigações e responsabilidades, trabalhando ativamente para frustrar as distorções e injustiças de um Estado mal-intencionado e trabalhando ativamente para proteger famílias inocentes apanhadas na rede de leis politicamente corretas.
O Estado não tem nenhum chamado para perseguir, oprimir, aterrorizar ou ameaçar os inocentes. Além disso, o Estado jamais está acima da justiça de Deus. Por isso, os cristãos que trabalham no Estado devem atuar para corrigir toda atitude hostil estatal contra os inocentes.
A obrigação do cristão genuíno é expandir o Reino de Deus e sua justiça aqui na terra. O Estado e suas leis de forma alguma devem ficar isentos dessa expansão, pois um Estado sem justiça verdadeira torna-se em pouco ou muito tempo tirania.
Na Alemanha nazista, a maioria absoluta dos cristãos que trabalhavam para o Estado só fazia as vontades estatais, mas um número muito pequeno de cristãos genuínos aproveitava suas funções para salvar judeus e outros inocentes, falsificando documentos, providenciando refúgio para os inocentes, etc. Eles pagavam um alto preço por obedecer as leis de Deus.
Com o Estado hoje cada vez mais assumindo um papel a favor de leis pervertidas, a presença cristã genuína nos CTs e outros órgãos estatais é imprescindível. Por exemplo, se o Estado legalizar a adoção de crianças por homossexuais, a presença de cristãos nos CTs será vital para frustrar tal injustiça estatal. Mesmo agora, os cristãos podem ajudar a refrear muitos outros abusos motivados exclusivamente por leis injustas ou patentemente fora da competência moral do Estado.
Até quando cristãos interpretam o ECA e outras leis levando em conta os melhores interesses das crianças, o Estado mal-intencionado dá um jeito de burlar a proteção e o valor das crianças. Num caso em Pernambuco no começo de 2009, conselheiros tutelares católicos lidaram corretamente com o caso de uma menina de 9 anos estuprada pelo padrasto. O homem abusador foi encaminhado às autoridades policiais e a menina, grávida de gêmeos, foi encaminhada para assistência médica, porém autoridades governamentais pró-aborto conseguiram passar por cima dos conselheiros tutelares e assumir o total controle da situação, levando a menina ao aborto, violando o direito do pai natural, que não queria o aborto, e dizendo estar atendendo aos desejos da mãe, que havia sido omissa durante os abusos do padrasto da menina.
Apesar de que os conselheiros tutelares católicos levaram em consideração os melhores interesses das três crianças (a menina e seus filhos gêmeos em gestação), o Estado impôs sua injustiça mortífera, rejeitando o pai natural e usando a permissão da mãe omissa. Confira mais informações aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/o-caso-dos-bebes-gemeos-abortados-em.html
É um caso triste em que conselheiros tutelares decidiram em favor da vida, mas o Estado decidiu em favor do aborto, morte e destruição, violando todo tipo de legalidade e moralidade. Assim, mesmo quando conselheiros tutelares defendem a vida das crianças, o Estado leva em consideração apenas seus próprios interesses ideológicos.
Se os cristãos saírem dos CTs, a injustiça prevalecerá e muitos inocentes sofrerão. Portanto, meu recado para os cristãos em CTs é: “Deixem Deus usá-los aí!”
PERGUNTA: Por que você acha que certas medidas tomadas pelo CT desempenham papel de desarticuladores do lar?
Julio Severo responde: O papel dos CTs (Conselhos Tutelares) é essencialmente implementar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O ECA foi criado e assinado pelo corrupto Collor em 1990, logo depois que o Brasil assinou a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU. Portanto, o ECA não foi criado para atender aos interesses das crianças, mas satisfazer o compromisso e lealdade do governo brasileiro aos interesses e objetivos da ONU.
Assim, a missão dos CTs é, conscientemente ou não, cumprir um projeto de controle sobre as famílias, um projeto que nasceu das entranhas da ONU, que representa a Nova Ordem Mundial.
As principais conseqüências são que o ECA estabelece a autoridade do Estado como suprema nas relações familiares e impõe a impunidade para a desobediência e os crimes cometidos por indivíduos menores de idade.
A primeira instituição humana que Deus criou não foi a igreja e muito menos o Estado. Foi a família.
Deus entregou nas mãos dos pais todas as decisões de educação e saúde envolvendo seus filhos. O único papel que Deus entregou ao Estado é punir criminosos, não ser árbitro, julgador ou penalizador de questões familiares. Os CTs são fundamentalmente órgãos de interferência estatal nas relações familiares. Assim, vemos um Estado que fracassa o tempo inteiro em sua responsabilidade mais fundamental de castigar os criminosos, mas quer agora impor interferências políticas e ideológicas nas questões familiares.
PERGUNTA: Você se opõe ao CT que visa punir pais que maltratam os filhos. Sim, a Bíblia respalda o uso da vara da correção, mas também alerta os pais de não provocarem a ira em seus filhos. Você não acha que deve haver um meio termo nesta questão e que de certa forma o CT coíbe sim, práticas criminosas?
Julio Severo responde: Não me oponho, de forma alguma, ao direito de o Estado castigar tanto pais quanto filhos criminosos. Pais que torturam e matam devem ser rigorosamente punidos. Filhos que torturam e matam também devem ser rigorosamente punidos — na mesmíssima medida. O que vejo é um total desequilíbrio estatal. O mesmo Estado que quer igualar disciplina física com violência, transformando efetivamente pais disciplinadores em criminosos, é também o Estado que não dá prisão perpétua — e muito menos pena capital — a um adolescente de 16 ou 17 anos que torturou e matou várias pessoas. Pelo contrário, tal adolescente é privilegiado com total impunidade. Nem cadeia ele ganha. Os exemplos de adolescentes sádicos a solta pela sociedade são poucos?
Contudo, esse mesmo Estado luta febrilmente para impor a pena capital do aborto em bebês em gestação. Assim, na mentalidade doente desse Estado, crianças indefesas, que nunca cometeram crimes, podem ser punidas com morte e não podem ser protegida nem pelo ECA mal-intencionado nem pela Constituição. Contudo, adolescentes estupradores, torturadores e assassinos não podem receber a mesma pena.
Se o CT tivesse uma função responsável e digna, sua luta seria evidente contra toda medida estatal para destruir a autoridade dos pais. Os CTs também lutariam contra o governo federal em suas políticas para promover o aborto, o homossexualismo nas escolas e a adoção de crianças por “casais” gays. Os CTs lutariam para que criminosos — sejam pais ou seus filhos — fossem duramente castigados, sem nenhuma concessão de privilégios e impunidade. Os CTs interviriam contra as aulas de educação sexual pornográfica nas escolas, contra a programação pornográfica dos canais de TV, etc. Os CTs lutariam contra toda medida estatal de favorecimento à promiscuidade sexual, pois 70% dos delinqüentes juvenis são filhos de mães solteiras.
Entretanto, a verdade é que o ECA não foi criado para esses nobres objetivos. É por isso que os CTs não podem seguir esses objetivos.
Pais que educam os filhos em casa não são criminosos. Mesmo assim, os CTs os maltratam e cometem todo tipo de abusos e crimes contra eles. Pais que disciplinam os filhos fisicamente com amor sofrem os mesmos maus-tratos dos CTs.
Em passado recente, os pais davam espancamentos tão pesados (com pedaços de pau, etc.) que os filhos castigados ficavam de cama vários dias. Esses espancamentos violentos deixavam os filhos ensangüentados e com machucados feios por todo o corpo. Um pai, por exemplo, deu tal tipo de espancamento num filho adolescente que havia roubado uma bicicleta. Eu não aprovo de forma alguma esse tipo de coisa, porém conversando com famílias que tinham tal experiência vi duas coisas: mesmo recebendo espancamentos violentos e exagerados, os filhos não se tornaram adultos violentos nem criminosos. Se existissem CTs na época desses pais, eles iriam sem dúvida alguma para a cadeia.
Hoje esse tipo de surra exagerada dos pais não é comum. Pelo contrário, estamos em plena era dos CTs e igualmente em plena era de menores criminosos, torturadores e estupradores. Provavelmente, nunca na história do Brasil vimos tantos adolescentes criminosos como em nossos dias. Hoje, quem pode tirar sangue, espancar, estuprar e matar sãos os menores criminosos. Eles podem fazem isso quando e como quiserem, com a única condição de que seja antes de 18 anos, para que gozem os benefícios da impunidade legal.
Penso que deve haver um equilibro. O Estado precisa parar de ser omisso e parar de praticar a impunidade diante de crimes cometidos por menores de 18 anos. Os pais precisam parar de ser omissos e desde cedo estabelecer limites de comportamento para os filhos, reforçando tais limites, quando necessário, com o uso da vara corretiva, conforme ensina a Bíblia.
Quanto aos CTs e a coibição de práticas criminosas, um Estado moralmente desorientado ou malicioso conduzirá os CT para qualquer direção ideológica que lhe convir. É totalmente certo o CT, como órgão estatal, intervir em condutas violentas persistente dos pais. Mas é moralmente certo o CT tratar no mesmo nível casais (cristãos ou não) que disciplinam fisicamente os filhos?
Além disso, há um problema muito importante. O governo federal vem pressionando fortemente para que a “homofobia” seja criminalizada. “Homofobia”, na visão estatal atual, é toda opinião moral, filosófica, médica ou religiosa contra a homossexualidade. Quando o governo conseguir criminalizar toda oposição à agenda gay, os CTs ficarão atentos para apanhar em sua rede totalitária todo pai ou mãe que “induzir” os filhos à “homofobia”, isto é, o simples fato de os pais darem orientação de alerta contra a conduta homossexual será considerado “crime de homofobia”.
A educação escolar em casa e o uso da vara corretiva sempre foram componentes da liberdade e autoridades dos pais, porém o Estado moderno está conseguindo forçá-los à categoria de “crimes”. Assim é com a questão da liberdade de os pais se esforçarem para impedir que seus filhos entrem no homossexualismo. Esses esforços também poderão ser redefinidos como “crimes”. Caberá aos CTs a responsabilidade de receber denúncias contra pais por cada um desses “crimes” e julgá-los conforme os melhores interesses… do Estado!
Por isso, pais cristãos que cometem qualquer um desses “crimes” correrão o risco de perder a guarda dos filhos, que poderão ser entregues a “casais” homossexuais.
Além disso, é meta do governo abolir todo tipo de disciplina física. Você disse: “A Bíblia respalda o uso da vara da correção”. Você está corretíssimo. Mas você sabia que o atual Estado sob possessão socialista não dá valor algum para esse respaldo bíblico? O Estado não quer nenhum meio-termo. Tudo o que ele quer é banir de uma vez por todas. Aliás, o governo já começou campanhas para abolir o direito de os pais disciplinarem os filhos. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2007/06/campanha-do-governo-lula-bater-em-pais.html
Para o Estado, você não precisa espancar brutalmente um filho para cair na categoria de criminoso. Basta que você simplesmente faça, conforme você mesmo disse, o que a Bíblia respalda.
Mesmo assim, as famílias cristãs não podem, por puro capricho estatal, renunciar ao direito de disciplinar os filhos, sob pena de sofrerem graves conseqüências. Veja aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2006/01/quando-um-pai-no-disciplina-o-prprio.html
As igrejas precisam acordar para os perigos dos CTs antes que seja tarde demais.
PERGUNTA: Até que ponto a surra não é uma forma de agressão contra a criança?
Julio Severo responde: A surra não pode ser comparada com agressão quando aplicada com vara em situações em que a criança, depois de receber um aviso claro, insiste em violar uma ordem dada pelo pai ou pela mãe. A surra deve ser prudentemente proporcional à desobediência.
Eliminar as surras justas por causa da existência de casos de agressões seria como eliminar todas as leis só porque algumas leis injustas apóiam o aborto e o homossexualismo. O exagero e perversão de algumas leis não deve ser usado como desculpa para exterminar todas as leis. Será que devemos eliminar o Estado só porque há ministros corruptos, ou o próprio presidente é corrupto? Tenho certeza de que o governo não aceitaria esse argumento. Portanto, as famílias também não deveriam engolir o argumento falso de que por causa da violência contra as crianças todas as surras devem ser eliminadas.
PERGUNTA: Você poderia fornecer exemplos de que o CT está fazendo um péssimo trabalho?
Julio Severo responde: Conheço pessoalmente um pastor evangélico que foi convocado a comparecer diante do CT porque usou disciplina física moderada num menor. Dois outros pastores, ao disciplinar os filhos moderadamente, foram por eles ameaçados de denúncia ao CT. Ao serem questionados por seus pais, os filhos responderam que foram ensinados na escola a denunciar toda disciplina física. Outro caso envolve uma família evangélica que foi convocada a comparecer diante do CT. O “crime” deles? Não vacinar os filhos, por motivos éticos. Essa família entendia que, sendo a maioria das vacinas infantis fabricadas com linhas de células fetais (de bebês abortados) era moralmente errado usá-las. Além disso, conforme essa família descobriu, os países avançados dão liberdade para os pais decidirem livremente na questão de vacinas. Contudo, o CT declarou para esse casal cristão: “Vocês podem decidir o que quiserem sobre a saúde e educação de seus filhos, mas a decisão final é do Estado!” Cada um desses exemplos mostra um ataque direto à autoridade dos pais e também um ataque direto à Palavra de Deus, que instrui que os pais têm direito prioritário de dirigir e decidir questões de saúde, educação e disciplina dos filhos.
Por outro lado, o mesmo Estado que não consegue punir devidamente o crime, permitindo o vergonhoso placar de 50 mil brasileiros assassinados por ano, impõe que assassinos ou estupradores menores de 18 anos não sejam tratados como assassinos ou estupradores. Eles são apenas internados numa instituição de reabilitação, até os 18 ou 21 anos, depois saindo dali com ficha limpa.
Se os CTs realmente se preocupassem com crianças, nós os veríamos sem tempo de se ocuparem com famílias cristãs que educam os filhos em casa, mas totalmente ocupados em resgatar e proteger os milhares de meninas prostitutas soltas por aí. Não veríamos também famílias saudáveis sendo violentadas por intromissões dos CTs em decisões internas de cada família. Pelo contrário, veríamos os CTs protegendo as crianças de políticas insanas que querem entregar em adoção meninos e meninas a “casais” gays. Veríamos os CTs lutando contra toda promoção do aborto, pois o aborto é a maior e mais violenta agressão às crianças. Por pura tragédia, essas duas agressões (adoção por homossexuais e aborto) têm a aprovação exatamente do governo, que exerce controle e sustenta os CTs. O que podemos esperar dos CTs?
É bom e louvável que os CTs ajam com pais irresponsáveis e violentos, mas é injusto que, por falta de padrão moral, os CTs acabem prejudicando muitos pais inocentes. Sou muito procurado por pais que sofrem grandes traumas com os CTs. São pais que são legalmente castigados pelos CTs porque educam os filhos em casa, ou não vacinam os filhos, etc. Em cada uma dessas situações, os CTs estão tratando como criminosas famílias que não cometeram crime algum. Os CTs estão interferindo em decisões particulares dos casais, como se os CTs e seus membros fossem moralmente ou espiritualmente superiores aos pais.
Todas as famílias inocentes que vão parar nos CTs terminam traumatizadas, sendo violentadas em seus direitos mais fundamentais.
Por outro lado, não é raro ver em cidades grandes menores de 18 anos se prostituindo. No começo de 2009, eu e minha esposa vimos, em plena cidade de São Paulo, uma menina de uns dez anos pedindo esmola às 23h! Onde estão os CTs para coibir isso? Sendo um órgão estatal, o CT age como o próprio Estado vem agindo: não castiga os culpados, porém pune os inocentes. É claro que há exceções à regra, mas a realidade é terrivelmente cruel.
Quando os culpados não são castigados, os inocentes acabam sendo injustiçados.
Mesmo que os CT estivessem hoje desempenhando um papel responsável e justo, jamais poderemos nos esquecer de que sua criação está intimamente ligada à agenda do governo mundial da ONU para as famílias.
O Dr. Michael Farris, especialista cristão em educação infantil, alerta os cristãos do mundo inteiro sobre o que acontecerá quando for totalmente implementada a Convenção dos Direitos da Criança (CDC) da ONU:
* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.
* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.
* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.
* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.
* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.
* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].
* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.
* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.
* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.
Infelizmente, algumas dessas ameaças já são realidade no Brasil, porque o governo brasileiro assinou a CDC em 1989. A CDC, que é a base do ECA, já está ativamente implementando a agenda da ONU para as famílias do Brasil.
Portanto, precisamos seriamente questionar a existência, necessidade e riscos dos CTs.