30 de setembro de 2009

Diretor de rádio zelaysta acusa os judeus de tramar contra Zelaya e lamenta, no ar, que Hitler não tenha cumprido sua missão histórica

Diretor de rádio zelaysta acusa os judeus de tramar contra Zelaya e lamenta, no ar, que Hitler não tenha cumprido sua missão histórica

Reinaldo Azevedo

Se vocês clicarem aqui, terão acesso a um vídeo em que poderão ouvir a voz de David Romero, diretor da rádio Globo, que apóia Manuel Zelaya. É aquela rádio que sofreu intervenção do governo interino, acusada de incitar a violência, e que deixou os bolivarianos brasileiros excitadíssimos. Ouvindo o que está aí, vocês têm uma noção de quem é aquela gente. Zelaya havia acusado a existência de um complô judaico para matá-lo com gás e radiação de alta freqüência. Por incrível que pareça, alguns jornalistas brasileiros caíram na conversa. Já escrevi um post aqui em que demonstrei as raízes anti-semita do bolivarianismo chavista. Ouçam o que vai aí. Abaixo, publico uma tradução de trecho da fala.

Às vezes, eu me pergunto se Hitler não teve razão de haver terminado com essa raça, com o famoso Holocausto. Se há gente que causa dano a este país, são os judeus, os israelitas. Eu quero, esta tarde, aqui na rádio Globo, dizer, com nome e sobrenome, quem são os oficiais do Exército judeu que estão trabalhando com as Forças Armadas de nosso país e que estão encarregados de fazer todas essas atividades de conspiração e ações secretas. E [quero dizer] tudo o que está acontecendo ao presidente da República.

Depois que me informei, eu me pergunto por que não desejamos que Hitler tivesse cumprido sua missão histórica. Desculpem-me a expressão dura de repente. Porém eu me pergunto isso depois que fiquei sabendo disso e de outras coisas. Eu creio que teria sido justo e correto que Hitler tivesse terminado sua missão histórica”.

Na opinião de vocês, uma rádio que tem um diretor que faz tal avaliação, no ar, estaria mesmo empenhada em incitar a violência? Olhem, é com esse tipo de gente que se meteu o governo brasileiro; é essa metafísica influente que Lula e Celso Amorim se mostram dispostos a apoiar até o fim; é por gente que tem esse universo mental que o Brasil está se mobilizando. Estes são os apoiadores de Manuel Zelaya.

Passem adiante este post. Demonstrem quem são os aliados do Brasil nesta sua “aventura imperialista”.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Divulgação: www.juliosevero.com

Parlamento Europeu condena Lituânia por restringir a promoção do homossexualismo

Parlamento Europeu condena Lituânia por restringir a promoção do homossexualismo

Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 17 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento Europeu votou hoje, por 349 votos contra 218, para condenar a Lituânia por sua “lei de proteção aos menores” que proíbe a promoção de “relações homossexuais, bissexuais ou poligâmicas” entre crianças abaixo de 18 anos no país báltico. Críticos conservadores afirmam que a medida do PE, elaborada em reação à legislação soberana da Lituânia com relação a assuntos de família, excede a autoridade do Parlamento.

A resolução orienta a Agência de Direitos Fundamentais a opinar se a lei viola os padrões europeus antidiscriminação. Qualquer tal opinião não seria obrigatória, embora os ativistas provavelmente a usariam para fazer pressões por maior reconhecimento de direitos com base na “orientação sexual”.

Uma das primeiras propostas da Aliança de Liberais e Democratas pela Europa (ALDE), a facção parlamentar esquerdista, teria iniciado os procedimentos para suspender a Lituânia, de acordo com o artigo 7 do Tratado da União Européia, o pacto de 1992 que criou a União Européia (UE). Parlamentares principalmente ligados ao agrupamento de cristãos democráticos, o Partido do Povo Europeu (PPE), trabalhou nos bastidores para abrandar a resolução e remover a referência do Artigo 7.

Embora os parlamentares “progressistas” se alinhassem para acusar a Lituânia de promover a “homofobia”, vários membros conservadores e do PPE falaram em oposição à medida e em apoio ao direito soberano da Lituânia de aprovar leis protegendo as famílias e as crianças, inclusive o primeiro chefe de estado pós União Soviética, Vytautas Landsbergis, e a parlamentar eslovaca Anna Záborksá.

Apesar disso, o PPE permaneceu dividido acerca da medida, com praticamente todos os membros do PPE da França votando para condenar a Lituânia. De forma surpreendente, a delegação de Malta, inclusive seus dois representantes do PPE, votou unida contra a Lituânia.

O Parlamento da Lituânia, ou Seimas, aprovou uma lei de proteção às crianças em junho. O presidente a vetou em óbvia reação às críticas dos políticos da Europa ocidental e das organizações de ativismo homossexual. Em julho, o parlamento da Lituânia anulou o veto. A lei está programada para entrar em vigor em março de 2010.

David Quinn, diretor do Instituto Iona da Irlanda e defensor dos direitos da família, chamou a resolução de “uma intrusão completamente injustificada nos assuntos nacionais de um país membro”. Críticos tais como Quinn vêem o princípio de não discriminação, principalmente com relação à orientação sexual, sendo usados para neutralizar valores há muito consagrados, tais como liberdade religiosa e direitos dos pais. Quinn chamou a antidiscriminação “a chave mestra que abre todos os quartos da casa”.

Alguns observadores antecipam que a ação do Parlamento terá repercussões na Irlanda, onde a nação votará num segundo referendo sobre o Tratado de Lisboa no próximo mês.

Embora a UE tenha “garantido” que a proteção constitucional da Irlanda aos bebês em gestação não seria afetada por um voto do “sim” ao Tratado de Lisboa, a ação do Parlamento Europeu sobre a Lituânia provocou preocupações entres os eurocéticos irlandeses de que instituições européias tentariam invalidar as leis nacionais da Irlanda. Entre outras mudanças, o Tratado de Lisboa forçaria a Carta de Direitos Fundamentais em todos os países membros. Embora nada fale sobre aborto, os críticos temem que o Tribunal de Justiça Europeu faça uma leitura ideológica de tal direito na carta.

Quarenta e seis parlamentares se abstiveram da resolução sobre a Lituânia, inclusive três membros do PPE irlandês. Os quatro membros do ALDE irlandês romperam relações com seu partido e votaram contra a resolução, uma ação que os de dentro vêem como tática com o objetivo de promover críticas antecipadamente ao referendo de Lisboa.

(Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org)

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091706.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

29 de setembro de 2009

Estados Unidos nega cidadania a adolescente que não quis receber a vacina HPV

Estados Unidos nega cidadania a adolescente que não quis receber a vacina HPV

Matt Anderson

16 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Uma adolescente de 17 anos de idade que é imigrante britânica nos Estados Unidos teve negada a cidadania por recusar aceitar a polêmica vacina do HPV Gardasil, que é exigida de todas as pessoas do sexo feminino que imigram para os EUA.

Simone Davis, que é uma cristã devota, diz que não sabe o motivo por que ela tem de tomar a vacina, pois ela já fez o compromisso de permanecer virgem até o casamento.

“Tenho apenas 17 anos de idade e estou planejando ir para a faculdade e decidi não ter sexo de forma alguma logo”, ela disse para o noticiário de TV ABC News. “Não há possibilidade de eu pegar o câncer cervical. Portanto, não faz sentido tomar a vacina”.

Simone, que foi abandonada pela mãe enquanto ainda era bebê, hoje vive com sua avó por parte de pai, Jean Davis, em Port St. Joe, Flórida, EUA. Davis ganhou a custódia legal de Simone na Grã Bretanha quando Simone tinha 3 anos. Quando Jean imigrou para os Estados Unidos em 2000, a adoção não foi reconhecida até 2006. Agora, Davis está tentando ajudar Simone a se tornar cidadã americana.

Davis, que já tem a cidadania americana, diz que está preocupada com a segurança da Gardasil para sua neta/filha adotada.

“Se tivesse uma chance, eu escolheria não… para não haver risco algum”, diz Davis. “Sou cidadã e estou tentando fazer tudo de forma correta e legal e essa lei tira minha responsabilidade de mãe/avó e tira minha escolha”.

“Minha escolha de fazer uma decisão informada em prol da saúde da minha filha foi roubada… Como é que podem chamar esse país de Estados Unidos, a terra dos livres? Onde é que estão meus direitos como mãe?”

Simone está apreensiva com a segurança da vacina do HPV.

“Não quero receber essa vacina. Li muitas notícias sobre isso… muitas notícias de pais dizendo que a vida de seus filhos foi arruinada pela vacina”.

Conforme noticiou LifeSiteNews, a Gardasil é responsável por 47 mortes desde sua disponibilização em 2006. Em 2008, a Vigilância Sanitária dos Estados Unidos documentou 6.723 “casos adversos” relacionados à Gardasil; 1.061 foram considerados “graves”, e 142 considerados “de risco”.

O site do Centro Nacional de Informações de Vacinas faz uma lista desses problemas. Na lista, há a artralgia, a Síndrome de Guillain-Barre e ataques como efeitos adversos da vacina.

Barbara Loe Fisher, co-fundadora do CNIV, crê que ninguém tem de ser forçado a receber uma vacinação.

“Não apoiamos exigências de uso de vacinação para ninguém, quer para cidadãos americanos ou para quem quer se tornar cidadão americano”, Fisher disse para LifeSiteNews.

“O direito ao consentimento informado, de usar um produto farmacêutico que traz o risco de dano ou morte é um direito humano, e ninguém deve proibir essa moça de se tornar cidadã americana simplesmente porque ela não quer correr riscos com a vacinação do HPV”.

Fisher diz que testes como o exame de papanicolau eliminam a necessidade da vacina do HPV. “Não há motivo por que alguma mulher tenha de ser obrigada a tomar essa vacina como condição para se tornar cidadã dos EUA. A infecção do HPV é quase totalmente evitável com exames de papanicolau, os quais são rotina no sistema de saúde dos EUA desde a década de 1960”.

“Não dá para se justificar de forma alguma que mulheres que imigram para os EUA sejam forçadas a usar um produto farmacêutico como a vacina Gardasil que traz riscos que não são totalmente conhecidos ainda”.

Para mais informações sobre a Gardasil, por favor visite este site: www.nvic.org

Para expressar sua preocupação sobre esse caso, por favor faça contato com o Centro de Serviço dos Serviços de Imigração e Cidadania do Texas, que está cuidando do caso:

USCIS TSC
P.O. Box 850965
Mesquite, TX 751185-0965
tsc.ncscfollowup@dhs.gov

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091609.html

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28 de setembro de 2009

Honduras contra a mentira global

Honduras contra a mentira global

Olavo de Carvalho

Se algo os acontecimentos recentes em Honduras confirmam, é aquilo que venho dizendo há anos: quem quer que, sem ser esquerdista, preste algum favorzinho aos esquerdistas, acaba sendo acusado por eles de fazer exatamente o contrário do que fez, de ser um direitista feroz e intolerante que só os persegue, maltrata e atemoriza.

Em 28 de junho, a Suprema Corte de Honduras determinou a prisão do presidente Manuel Zelaya por ter infringido a Constituição e ameaçado usar a força contra o poder legislativo. Os militares, em vez de executar a ordem, deixaram-se enternecer pelo desgraçado e permitiram que escapasse para a Costa Rica. Resultado: a esquerda mundial inteira os acusa de ter "expulsado" Zelaya, de ter dado um "golpe", de ter "rompido a estabilidade das instituições".

Se tivessem prendido o delinquente e o levado a julgamento, a esquerda mundial poderia estar tão enfezada quanto está agora, mas não teria nenhum pretexto para dizer essas coisas. Teria de inventar outras mentiras, mais trabalhosas, menos persuasivas.

Não sei quantas décadas ou séculos de experiência e de sofrimento inútil a humanidade ainda precisará para compreender que indivíduos contaminados pela mentalidade revolucionária não são pessoas normais, confiáveis, das quais se possa esperar lealdade, gratidão, bondade ou acordo racional, mesmo em doses mínimas.

A história está repleta de casos de conservadores, católicos, protestantes, judeus, que arriscaram suas vidas para salvar comunistas perseguidos. Não consta dos anais do mundo um só episódio de comunista de carteirinha que tenha feito o mesmo por um reacionário, um só exemplo de radical islâmico que tenha arriscado o pescoço para livrar um infiel das garras dos aiatolás vingadores.

A mentalidade revolucionária não admite leis ou valores acima do poder revolucionário, não conhece caridade ou humanitarismo exceto como expedientes publicitários a serviço da revolução, não admite lealdade senão ao aparato revolucionário, não aceita a existência da verdade senão como simulacro de credibilidade da mentira revolucionária.

Com toda a evidência, é assim que funciona a mente dos srs. Luís Inácio Lula da Silva, Hugo Chávez, Marco Aurélio Garcia e demais próceres do Foro de São Paulo.

O sr. Lula acaba de dar mais um exemplo da sua mendacidade revolucionária infatigável, ao afirmar que o governo brasileiro nada sabia do retorno de Manuel Zelaya a Honduras, quando o próprio Zelaya confessa que foi tudo combinado com o sr. Marco Aurélio Garcia.

Colaboracionistas em profusão, espalhados pela mídia internacional, apressam-se em alardear que a presença do presidente criminoso na embaixada brasileira desestabiliza o regime hondurenho e o predispõe a concessões. Isso é pura guerra psicológica. Quem quer trégua não priva o inimigo de água e comida, nem atira nos agentes chavistas que o apóiam, camuflados de cidadãos hondurenhos. Quem está desestabilizada é a "ordem global", que mostrou toda a sua fraqueza, todo o seu desespero, ao ficar provado que, para destruí-la, basta um povo pequeno e corajoso dizer "Não".

Não acreditem em jornalistas que lhes apresentam a crise hondurenha como uma questão de aceitar ou rejeitar Zelaya na presidência. Esse problema nem sequer existe. Como presidente ou como cidadão, há uma ordem de prisão contra ele. Recolocá-lo no Palácio Presidencial é apenas garantir que ele irá para a cadeia com honras de chefe de Estado. Honduras não está lutando para se livrar de um político safado, mas para assegurar que a ordem legal e constitucional do país valha mais do que a opinião de bandidos e tagarelas estrangeiros autonomeados "consenso internacional".

Para lidar com essa gente toda precaução é pouca, toda suspeita é modesta, toda conjeturação de motivos sórdidos corre o risco de ficar muito aquém da realidade. Os hondurenhos parecem ser o primeiro povo do mundo que percebeu isso.

Fonte: Diário do Comércio, 28 de setembro de 2009.

Divulgação: www.juliosevero.com

Homossexual que é um dos homens mais importantes no governo de Obama diz a Deus “Vá se f**er, cara”

Homossexual que é um dos homens mais importantes no governo de Obama diz a Deus “Vá se f**er, cara”

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 24 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Ele é conhecido nos Estados Unidos como o homem mais importante em assuntos estatais relacionados à segurança nas escolas: um assessor especial na Casa Branca responsável por ajudar a elaborar políticas públicas designadas para manter as escolas públicas dos EUA “seguras e livres das drogas”. Mas os líderes pró-família americanos conhecem Kevin Jennings como algo mais: um ativista homossexual muito influente, que confessou num livro sobre sua infância que um profundo ódio a Deus e aos cristãos começou quando ele adotou plenamente um estilo de vida homossexual e despediu-se de Deus dizendo: “Vá se f**er, cara”.

A posição oficial de Jennings dentro do governo de Obama é assistente do ministro, e ele dirige a Secretaria de Escolas Seguras e Livres das Drogas sob o Ministro Arne Duncan, do Ministério da Educação dos EUA. Duncan é veterano do sistema de escolas públicas de Chicago, e ele propôs e aprovou planos polêmicos para a implantação de uma escola secundária especial só para homossexuais.

Jennings traz para o Ministério da Educação sua experiência como co-fundador e diretor executivo da Rede de Educação Gay, Lésbica e Hetero (REGLH), onde de acordo com a missão da organização, ele concentrou suas energias no desenvolvimento e defesa de currículos para as escolas públicas que reeducassem os alunos a adotar o homossexualismo. Como parte principal da estratégia deles para avançar sua agenda e mudar a cultura, os líderes da REGLH dizem que de forma específica eles têm como alvo as crianças novas desde o jardim-de-infância a fim de começarem um “processo de saturação”, que forme a imaginação com impressões positivas do estilo de vida homossexual, e assim pré-cognitivamente influencie o modo como as crianças percebem o mundo e fazem decisões sobre certo e errado.

Bill Donohue, líder de direitos civis e presidente da Liga Católica, declarou que Kevin Jennings “tem um histórico de atacar os cristãos” que parece estar profundamente enraizado em sua decisão quando ele tinha 17 anos de que ele era homossexual e de que Deus era o culpado por seus sentimentos de culpa e vergonha.

Donohue pôde chegar às suas próprias conclusões lendo o próprio livro de Jennings, chamado “Mama’s Boy, Preacher’s Son: A Memoir” (O Menino da Mamãe, o Filho do Pregador: Uma Memória), publicado em 2006 por Beacon Press. O livro trata da criação de Jennings e seu pai, que era um pastor batista, e sua mãe, que não era cristã e era anti-católica. Jennings escreve que ele veio a essa “nova atitude para com Deus” depois de uma experiência de masturbação que foi estimulada por fantasias de dois “rapazes quentes” tirando a camisa em sua casa.

“Antes, eu era aquele que estava em falha com Deus. Hoje decidi que Ele é quem está em falha comigo”, escreveu Jennings. “Decidi que eu não havia feito nada de errado. Quem errou foi Deus, pois Ele prometeu ‘libertar’, e jamais cumpriu Sua promessa. O que Ele fez por mim? Nada! Tudo o que Ele fez foi me dar sentimentos de vergonha e culpa. Decidi que não te necessito por perto: Vá se f**er, cara”.

Jennings conclui dizendo que durante anos depois ele “reagiu de modo violento a qualquer pessoa que professasse qualquer tipo de religião” e só décadas mais tarde é que ele abriu uma Bíblia de novo.

Mas Jennings ainda sente desprezo por cristãos sérios, aos quais ele denomina de “direita religiosa”. Aliás, Jennings declarou para um encontro de ativistas homossexuais em 2000 que os cristãos de mentalidade conservadora são “fanáticos inflexíveis” que deveriam “cair mortos”. Mas o fundador da REGLH provocou gargalhadas na audiência ao declarar que ele realmente só queria dizer a esses cristãos: “Vão tomar no ***!”

Jennings estava também na junta de consultores para um filme estilo documentário de 2001 para a televisão pública PBS. O filme atacou violentamente o movimento de escoteiros dos Estados Unidos por sua política de excluir homossexuais de seus membros e foi promovido em festivais do “orgulho gay” para mobilizar os homossexuais contra os escoteiros.

Preocupações adicionais surgiram acerca de Jennings com relação ao seu passado como ex-viciado em drogas, e como conselheiro escolar em 1988. Na época, ele não quis denunciar um relacionamento homossexual sexualmente ativo entre um adulto e um rapaz, então estudante no segundo ano do colegial. Em vez disso, Jennings aconselhou o rapaz chamado “Brewster” a se manter no relacionamento com o adulto. O relacionamento havia começado no banheiro de uma parada de ônibus.

Durante seu período como diretor executivo da REGLH, Jennings também promoveu conferências homossexuais que retratavam os apresentadores da REGLH organizando workshops extremamente explícitos e detalhados para adolescentes acerca de todos os aspectos técnicos e variações da relação sexual homossexual.

Para expressar educadamente suas preocupações:

Arne Duncan, US Education Secretary
Email:
arne.duncan@ed.gov
Phone: (202) 401-3000

Congressmen: (202) 224-3121
Senators: (202) 225-3121
President Obama's Switchboard: (202) 456-1414

Cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Obama's "Safe Schools" Czar Dreamed of "Promoting Homosexuality" to Schoolchildren

Foul-Mouthed Homosexual Activist and Anti-Christian Bigot Appointed to Obama Administration

Obama's Secretary of Education Pick Proposed Homosexual High School

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09092409.html

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27 de setembro de 2009

ACORN processa jovem investigador pró-vida em 1 milhão de dólares por causa de operação secreta para flagrar escândalos

ACORN processa jovem investigador pró-vida em 1 milhão de dólares por causa de operação secreta para flagrar escândalos

Grandes jornais como o Washington Post, Associated Press e The New York Times são forçados a publicar retratações por terem difamado O’Keefe

Kathleen Gilbert

NOVA ORLEÃES, Louisiana, EUA, 25 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A organização ACORN que vem de comunidades esquerdistas e que recentemente foi humilhada por uma série de vídeos secretos que mostram a atividade ilegal dos funcionários da organização, está agora processando a jovem dupla pró-vida que fez os vídeos.

O acusado James O’Keefe, de 25 anos, que está sendo processado junto com a parceira de investigação Hannah Giles, de 20 anos, é conhecido no meio pró-vida por conduzir operações de denúncia de crimes contra a Federação de Planejamento Familiar [a maior e mais antiga ONG aborteira dos EUA] em conjunto com a produtora Live Action Films. Numa dessas investigações, O’Keefe flagrou um funcionário dessa federação aceitando uma doação destinada ao aborto de bebês negros.

No começo deste mês, a dupla publicou vídeos de suas visitas aos escritórios da ACORN em cinco jurisdições diferentes, vestidos como cafetão e sua namorada prostituta menor de idade buscando um empréstimo. Os funcionários no vídeo deram instruções para a dupla de roupas gritantes em seu esforço de abrir um bordel secreto completo com prostitutas menores de idade de El Salvador, e lavar os fundos obtidos de forma ilegal para a futura campanha parlamentar do cafetão.

Tanto os legisladores republicanos quanto os democratas conservadores imediatamente condenaram o conteúdo dos vídeos e exigiram a cessação, de uma vez por todas, de todo financiamento para a polêmica ACORN. O grupo militante esquerdista vem enfrentando um rastro de acusações de fraudes eleitorais de grande escala, e, mais recentemente, está sob a acusação de encobrir aproximadamente 1 milhão de dólares em desvios de fundos praticados pelo irmão do fundador da ACORN, Wade Rathke.

“É evidente que a ACORN não tem a capacidade de usar fundos federais de uma maneira que seja coerente com a lei”, disse o líder minoritário John Boehner em resposta aos vídeos. “Simplificando, a ACORN não deveria receber outro centavo do dinheiro dos contribuintes do imposto de renda dos EUA”. O escritório de Boehner calcula que a ACORN recebeu mais de 53 milhões de dólares diretamente do governo federal desde 1994, e provavelmente mais indiretamente por meio de verbas federais sem restrições.

Embora a ACORN tivesse primeiramente reagido ao escândalo demitindo vários funcionários, o grupo apelou para a ofensiva ao processar O’Keefe e Giles bem como Breitbart.com LLC por publicar os vídeos.

O processo alega que a dupla violou a lei de gravação de Maryland, que exige consentimento de ambas as partes, enquanto estava filmando os funcionários do escritório da ACORN em Baltimore. O processo também se queixa de que os vídeos provocaram “extrema angústia emocional” nos funcionários da ACORN na filmagem.

A ACORN busca 1 milhão de dólares para si, 500 mil para cada queixoso individual, bem como 1 milhão em danos punitivos contra cada acusado, e um mandado contra divulgações adicionais dos vídeos.

Embora O’Keefe e Giles tenham deixado pouco espaço para se supor que ambas as partes poderiam ter consentido com as gravações, o especialista legal Ben Sheffner comentou em seu blog “Direitos Autorais e Campanhas” que o processo, apesar de tudo, provavelmente não dará em nada: o precedente de Maryland pede a aplicação da lei apenas quando os queixosos têm uma “expectativa razoável de privacidade” (ERP).

“Embora a própria lei de Maryland seja limitada, e a questão não seja inteiramente livre de dúvida, penso que é improvável que um tribunal de Maryland julgue que a ACORN e seus funcionários tivessem uma ERP nas circunstâncias aqui”, escreveu Sheffner.

Apesar das tentativas da organização de evitar ser humilhada por causa a filmagem, o outrora íntimo relacionamento da ACORN com o governo federal continua a se deteriorar.

A Receita Federal se tornou o órgão mais recente a cortar suas ligações com a ACORN, anunciando que expulsaria a organização de seu programa voluntário de assistência de impostos. Além disso, emendas despojando a ACORN de suas verbas federais foram aprovadas em medidas separadas tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado. Quase que imediatamente depois que os vídeos foram publicados, a Agência de Recenseamento rompeu sua cooperação com a ACORN.

A ACORN não foi a única organização a reagir agressivamente aos vídeos: o colunista Joel Mowbray comenta que cada uma das três grandes publicações dos EUA — Washington Post, The New York Times e a Associated Press — foram forçadas a publicar retratações depois de publicarem informações enganadoras e difamatórias sobre O’Keefe.

“Ficamos pensando se os jornalistas com cara de bobos da grande imprensa percebem a ironia: o rapaz de 25 anos, que se descreve como ‘chato magricela’ com escassos recursos superou gigantes da mídia que têm os bolsos cheios”, escreveu Mowbray. “A confiança do público na grande imprensa nunca esteve tão baixa. A reação dessa mídia às revelações sobre a ACORN e seus ataques pesados contra O’Keefe só acelerarão a espiral da decadência”.

Vejas vídeos e textos de O’Keefe e Giles desmascarando a ACORN aqui.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Pro-Life "Live Action" Investigator behind ACORN Sex-Racketeering Exposé
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09091613.html

Planned Parenthood - Racist Donations Welcome We Abort Black Babies
Undercover investigator calls for congressional examination of PP
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/apr/08040303.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/sep/09092512.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

Cabeça erguida, Honduras

Cabeça erguida, Honduras

Bruno Pontes

O que está acontecendo é simples: subjugar Honduras é questão de honra para o Foro de São Paulo. Os bolivarianos não vão sossegar enquanto não conquistarem aquele território. Já tentaram diversas manobras. Cortaram programas de cooperação, enviaram agitadores profissionais, montaram circos diplomáticos para constranger as lideranças do país — apoiados por ninguém menos que o socialista chique Barack Hussein, é sempre bom ressaltar. Mas o tempo passa e Honduras resiste ao cerco. De pé, cabeça erguida. E essa marra os bolivarianos (nos governos e nos jornais) não toleram. A prioridade na agenda é destruir a fortaleza.

A comoção da quadrilha é compreensível: imagine ter seus planos frustrados pelas instituições representativas de um povo teimoso e alienado que não compreende os benefícios do socialismo do século XXI, tais como a submissão do indivíduo ao Estado e a estagnação econômica. Lula e Celso Amorim não cansam de reclamar, com ares de humanistas, que a reação hondurenha é inaceitável. O mundo não pode ficar calado! Nada de estranho no teor do protesto. Todo bandido considera inadmissível a ação da polícia.

A batalha de valores travada em Honduras envolve dois lados: a democracia liberal e a tirania socialista. Escolha o seu, porque a diplomacia petista já escolheu o dela. Quando Lula presta assessoria a Manuel Zelaya nas altas rodas da ONU, você deve lembrar que é o mesmo Lula que baba aos pés de Fidel Castro. É o mesmo Lula que vê na Venezuela “democracia até demais”. É o mesmo Lula que quer meter garganta abaixo dos hondurenhos um regime opressor.

A eleição presidencial em Honduras deve acontecer no fim de novembro. Você percebe a corrida contra o tempo? Os bolivarianos têm dois meses para dar o golpe final. Do contrário, os hondurenhos irão às urnas e Zelaya estará liquidado, será mais uma página tragicômica no manual do perfeito idiota latino-americano. Não é possível entender a atual operação do Foro de São Paulo sem ter este cronograma em mente. A jogada desde o início foi apostar na guerra civil, tentar encurralar o governo Micheletti no caos. Mas os hondurenhos seguem firmes, e o tempo está correndo. Abrigar Zelaya em nossa embaixada é a prova inequívoca: se for preciso incendiar Honduras para entronizar o novo ditador do pedaço, Lula atira o primeiro coquetel molotov.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

26 de setembro de 2009

Revolta pública com discurso “ilegal” de Obama na TV dirigido aos estudantes dos EUA

Revolta pública com discurso “ilegal” de Obama na TV dirigido aos estudantes dos EUA

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 4 de setembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — O plano do Presidente Barack Obama de falar aos estudantes dos EUA do jardim-de-infância até o grau 12 em 8 de setembro ao meio-dia provocou revolta pública depois que os pais ficaram sabendo que o governo de Obama também forneceu materiais para uso em sala de aula para os educadores. O propósito dos materiais é fazer com que as próprias crianças perguntem a si mesmas como podem “ajudar” o presidente. Um grupo de defesa do consumidor diz que a medida pode também ser “ilegal” sob a lei federal.

Presidentes dos EUA dando um discurso para as crianças de escola dos EUA e lhes oferecendo algumas palavras de incentivo para perseverar em seus estudos tem um precedente na recente história americana: George H.W. Bush deu um discurso para alunos em 1991 durante as horas escolares sobre a importância da educação. Os oponentes democratas também atacaram Bush acusando-o de enviar uma mensagem politizada para os alunos.

Contudo, a decisão de Obama de discursar para as crianças das escolas públicas — e algumas escolas e professores católicos estão também participando — revoltou muitos país e conservadores, principalmente por causa dos materiais educacionais preparados pelo Ministério da Educação (ME) designados para guiar os professores de escolas públicas a promover debates em sala de aula em torno do discurso.

O ME desenvolveu materiais de ensino por meio de seus Teaching Ambassador Fellows que recomendava que os professores incentivassem os estudantes a “escrever cartas para si mesmos sobre o que eles podem fazer para ajudar o presidente”.

Os professores também poderiam dirigir debates para perguntar aos estudantes tais questões como: “O que você pensa que o presidente quer que façamos? O discurso faz você querer fazer alguma coisa? Será que podemos fazer o que o Presidente Obama está pedindo de nós?”

A medida foi fortemente criticada por muitos conservadores e outros críticos do governo de Obama por remover os pais do debate e fomentar o culto da personalidade que tem cercado o presidente, cujos índices de aprovação entre a população jovem recentemente começaram a cair abaixo do patamar de 50 por cento, de acordo com algumas pesquisas de opinião pública.

Jim Greer, presidente do Partido Republicano da Flórida, criticou fortemente a mensagem planejada de Obama por “passar por cima dos pais americanos por meio de um abuso invasivo de poder” para ensinar estudantes facilmente influenciáveis a admirar as políticas públicas do presidente.

Desde então, a Casa Branca vem recuando, dizendo que a seção onde está a frase sobre como “ajudar” o presidente foi “formulada sem nenhuma malícia” e revisada para incentivar os estudantes a “escrever para si mesmos sobre como podem alcançar suas metas educacionais de curto e longo prazo”.

No entanto, a organização de defesa do consumidor Advogado da Liberdade declarou que milhões de pais têm outro motivo para ficarem revoltados: a lei federal declara como “ilegais” as ações do Ministério da Educação preparando materiais para uso em sala de aula e incentivando os diretores a cessar a atividade normal de sala de aula.

Um comunicado à imprensa do Advogado da Liberdade declarou que a lei federal expressamente proíbe o ministro da Educação ou qualquer autoridade do governo de exercer “qualquer direção, supervisão ou controle sobre o currículo, programa de instrução, administração ou corpo de funcionários de qualquer instituição educacional, escola ou sistema educacional” (20 U.S.C. § 3403).

Mat Staver, fundador do Advogado da Liberdade, acusou Obama de subverter os direitos dos pais promovendo sua “agenda política” nas crianças no próprio momento em que o povo americano está rejeitando “sua visão de governo inchado” e seus planos impopulares de reformar o sistema de saúde.

“Os americanos não apreciam a tentativa do presidente de usar nossas crianças como peões políticos em seu jogo de xadrez. Sr. Presidente, você tem de agir de acordo com a lei e cessar essa atividade ilegal”, disse Staver. “Nossos filhos não pertencem a você”.

Muitos distritos escolares em Illinois, Minnesota, Missouri, Virginia, Texas e Wisconsin anunciaram que estão recusando transmitir o discurso do presidente depois que receberam uma inundação de telefonemas de pais. Alguns declararam que estão permitindo que os pais removam seus filhos das aulas em que o discurso de Obama é exibido, enquanto outros distritos continuaram a aguardar para ver aonde a controvérsia levará.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09090411

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25 de setembro de 2009

Especialistas legais reagem à recomendação de direitos homossexuais em comitê da ONU

Especialistas legais reagem à recomendação de direitos homossexuais em comitê da ONU

Dra. Susan Yoshihara e Dr. Piero A. Tozzi

NOVA IORQUE, EUA, 31 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Nesta semana importantes especialistas legais conservadores condenaram recente decisão de um comitê de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) de incluir “orientação sexual e identidade de gênero” como uma categoria protegida sob um tratado fundamental de direitos humanos.

Conforme relatado no Friday Fax da semana passada, o comitê que monitora o Pacto Internacional de Direitos Econômicos, Sociais e Culturais (PIDESC), um dos dois tratados que implementam a Declaração Universal de Direitos Humanos, recentemente divulgou sua própria reinterpretação num “Debate Geral” sobre o artigo de não discriminação do tratado. A maioria burocrática dos ativistas esquerdistas acrescentou “identidade de gênero e orientação sexual” como uma nova categoria “entre as razões proibidas de discriminação”. Isso apesar do fato de que pelo menos 60 países membros da ONU se opõem à categorização.

Steven Groves, um especialista de direitos humanos na Fundação Herança, uma organização conservadora com sede em Washington DC, disse para Friday Fax: “Escrevendo um debate geral quando há consenso numa questão é uma coisa. Mas escrever um na completa ausência de consenso é realmente preocupante”.

Outros críticos vêem a medida como violação da soberania dos países ao tentar impor normais culturais “transnacionais” em países ao redor do mundo. O tratado de 1966 não contém nenhuma referência à “identidade de gênero e orientação sexual”, e quando as nações negociaram o documento, a intenção não era abranger tais categorias novas e estranhas.

O Dr. Jeremy Rabkin, professor de direito na Universidade George Mason e autor de extensas obras sobre a ameaça transnacionalista à soberania dos países, disse que o debate “parece refletir a moda européia em vez de qualquer consideração séria do que a maioria dos países realmente tem entendido como ‘discriminação’”. Ele disse que tal posição pode realmente ser “um retrocesso para os esforços para se construir respeito pelos direitos humanos básicos em países com deficiências nessa área”, pois mina a afirmação de que os direitos são universais e têm de ser aceitos por todos.

Rabkin perguntou: “Essa posição será obrigatória em países em que os padrões religiosos tradicionais ainda são respeitados? Qual é o efeito provável desse tipo de decisão em pessoas de países muçulmanos, que ouvem de muitos que a defesa dos direitos humanos é simplesmente um programa sedutor para minar o islamismo?”

Outra crítica é que o comitê, sem se importar com as objeções dos países membros da ONU, está avançando os muito polêmicos Princípios de Yogyakarta, um documento ideológico preparado em 2007 por ativistas homossexuais e alguns funcionários da ONU, mas que nunca foi negociado ou aceito pelos países membros da ONU.

Um crítico europeu dos Princípios de Yogyakarta, Jakob Cornides, culpa a “antropologia distorcida” inerente no debate geral. “Nessa nova antropologia”, explicou ele, “ninguém é homem ou mulher, mas cada um arbitrariamente define seu próprio gênero: macho ou fêmea, homo ou heterossexual, trans ou bissexual.

“Na ordem normal das coisas”, acrescentou ele, “o propósito natural da sexualidade é a procriação, e assim as ‘orientações sexuais’ que não são orientadas para com pessoas adultas do sexo oposto estão desorientadas. Mas se aceitarmos que o homem é produto da definição que ele próprio arbitrariamente fez para si, é uma conseqüência lógica que dá para se redefinir tudo — inclusive a sexualidade, que de acordo com os burocratas do PIDESC não parece ter nada a ver com a procriação, seu propósito principal”.

Espera-se que o comitê agora comece a dizer aos países membros da ONU que assinaram o tratado que eles têm de mudar suas leis com base na nova reinterpretação e que ações legais virão. Há a expectativa de que os países conservadores vão reagir fortemente.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09090308

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24 de setembro de 2009

Guerra comunista contra a religião

Guerra comunista contra a religião

Paul Kengor

Como Mikhail Gorbachev afirmou com muito acerto, o Estado comunista empreendeu uma patente “Guerra contra a Religião.” 1 Ele lamentara que os bolcheviques, seus predecessores, mesmo após a guerra civil terminada no começo da década de 1920, durante uma época de “paz”, “continuou a demolir as igrejas, a prender e matar sacerdotes”. 2

A União Soviética, modelo do comunismo mundial como um todo, era oficialmente hostil à religião e oficialmente ateísta. A União Soviética não era irreligiosa, sem nenhuma posição quanto à religião. A União Soviética queria fazer crer que não havia Deus. Além disso, esse ateísmo se transformou numa espécie de vício anti-religioso. Essa prática começou com a alvorada do Estado comunista e hoje continua sob várias formas nos países comunistas, desde a China até a Coréia do Norte e até Cuba.

Ensinamento Comunista

A origem desse ódio e intolerância à religião está na essência da ideologia comunista. Marx alcunhou a religião como o "ópio das massas" e afirmou que "o comunismo começa onde o ateísmo começa". 3 Num discurso em prol dos bolcheviques, em 2 de Outubro de 1920, Lênin declarou abertamente: "Nós não cremos em Deus." Lênin insistiu que "Todo culto a uma divindade é uma necrofilia." 4 Ele escreveu uma carta em Novembro de 1913 dizendo "qualquer idéia religiosa, qualquer idéia de algum deus, qualquer aproximação com um deus é a idiotice mais inexpressível ... a burrice mais perigosa, a infecção mais vexatória." James Thrower, da Universidade de Virgínia (especialista em Rússia e tradutor), diz que a infecção à qual Lênin se refere é a de doença venérea. 5

"Não pode haver nada mais abominável do que a religião," escreveu Lênin em uma carta para Maxim Gorky em Janeiro de 1913. 6 N dia dia 25 de Dezembro de 1919, o Camarada Lênin, com suas próprias palavras, emitiu a seguinte ordem: "Participar do 'Nikola' (natal russo) será estúpido - toda a Cheka (futura KGB) deve estar alerta para não deixar de atirar em todo aquele que não aparecer para trabalhar por causa do 'Nikola'". 7 Estes não foram fatos isolados sob o mando de Lênin.

Com a ajuda de Trotsky, Lênin começou a se envolver na criação de grupos com nomes como A Sociedade dos Sem-Deus, também conhecida como a Liga dos Sem-Deus Militantes, que foi responsável pela disseminação da propaganda anti-religiosa na URSS. 8 Essa intolerância institucionalizada continuou a prosperar sob os discípulos de Lênin, com destaque para Stálin, e até mesmo sob os líderes mais benévolos, como Nikita Khrushchev.

Este ateísmo era endêmico para o experimento comunista. Mesmo os comunistas impedidos de se manter no poder — perdendo, portanto, a habilidade de perseguir crentes — eles deram o seu melhor para perseguir os ensinamentos da religião organizada e para ridicularizar a existência de Deus. Até nos Estados Unidos, não é surpresa parar numa banca de jornais da cidade e ver escrito na primeira página palavras como estas no Daily Worker (Diário dos Operários), o órgão comunista publicado pelo CPUSA: "NÃO HÁ DEUS". 9 Os comunistas têm orgulho do seu ateísmo e militam por ele.

Discriminação Igualitária

Este assalto à fé religiosa não foi dirigidas apenas a cristãos - protestantes, católicos, ortodoxos - mas também contra judeus, muçulmanos, budistas e outras crenças. 10 Para cada cardeal Mindszenty na Hungria havia um cardeal Wyszynski na Polônia, um Richard Wurmbrand na Romênia, um Natan Sharansky ou um Walter Ciszek na Rússia, um Vasyl Velychkovsky ou um Severian Baranyk ou um Zenobius Kovalyk na Ucrânia, um clã Moaddedi no Afeganistão, um missionário luterano ou metodista ou um seguidor do Dalai Lama na China, uma freira presa em Cuba, um monge budista forcado a renunciar seus votos no Camboja.

Fosse o déspota Fidel Castro, Pol Pot ou Stalin, o sentimento era o mesmo: "Religião é veneno", segundo disse Mao Tsé-Tung. Onde quer que eles fossem, de Leste a Oeste, da África à Ásia, de Phnom Penh a São Petesburgo, comunistas empreenderam uma luta pela extinção da religião. Os comunistas muito debateram sobre os detalhes da maneira pela qual implementariam a visão marxista, mas eram unânimes em uma coisa: a religião era a inimiga, uma rival para o controle mental marxista e deveria ser aniquilada, não importam os custos e dificuldades.

Moscou foi a fonte e o cume para a maior parte desse esforço. Mesmo assim, funcionários soviéticos desejaram repetir a campanha usando os mais ávidos camaradas que estavam em cargos de liderança em outros lugares. A repressão começara, em vários graus, por toda a Europa Ocidental. Por exemplo, a doutrinação anti-religiosa de alunos de escola foi especialmente rigorosa na Tchecoslováquia nos anos 70. A Tchecoslováquia tinha conhecida má-reputação por conta do seu ateísmo.

Entre as nações mais perseguidoras à religião no império comunista estava a Romênia. Lá o ódio à religião era evidente por causa dos terríveis meios usados na tentativa de bani-la.

Romênia: a experiência de Richard Wurmbrand

Como parte da educação atéia, Estados comunistas publicaram e disseminaram abertamente literatura anti-cristã. Na Romênia, o trabalho daquele que talvez seja o maior escritor romeno, Sadoveanu, "A Vida dos Santos", foi publicado novamente como "A Lenda dos Santos".

Significantemente, os comunistas não apenas tentaram bloquear ou deter a fé religiosa, mas também revertê-la. Isto foi verdade particularmente para a Romênia, mesmo antes da era Nicolai Ceasescu. Isto não implica apenas a proibição da prática religiosa e a prisão de ministros e crentes, mas o emprego de tortura para forçá-los a renunciar a fé. Nada disso foi eficiente o bastante para conter, silenciar ou punir os crentes presos; foi decidido que eles deveriam ser torturados de maneira inimaginavelmente degradante com o intuito de desfazer a fé religiosa.

Uma das melhores fontes sobre como os comunistas usaram sofrimentos extraordinários para reverter a crença é Richard Wurmbrand, um pastor que viveu um inferno na terra enquanto estava numa prisão romena. Após o ocorrido, ele detalhou algumas das crueldades testemunhadas em um relato ante ao congresso americano e em seu famoso Torturado por amor de Cristo, em 1967. A seguir há alguns trechos do emocionante livro de Wurmbrand:

Milhares de crentes de todas as denominações foram presos naquela vez. Não apenas sacerdotes foram enclausurados, mas também simples camponeses, moços e moças, que testemunharam por sua fé. Os presídios estavam lotados, e na Romênia, assim como em todos os países comunistas, estar preso significa ser torturado...

Um pastor que se chama Florescu foi torturado com tições de ferro incandescente e com facas. Ele foi agredido dolorosamente. Então ratos famintos foram conduzidos às suas celas por um largo cano. Ele não conseguia dormir porque era obrigado a se defender todo o tempo. Se ele toscanejasse por um só momento, os ratos o atacariam.

Ele foi forçado a ficar acordado por duas semanas, dia e noite... Eventualmente eles traziam seu filho de 14 anos e começavam a chicoteá-lo em frente ao seu pai, dizendo que continuariam a fazê-lo até que o pastor dissesse aquilo que eles queriam ouvir da sua boca. O pobre homem estava meio louco. Ele agüentou o tanto quanto pôde, então ele clamou ao seu filho, "Alexander, eu preciso dizer o que eles querem! Eu não posso mais agüentar seu sofrimento!" O filho então respondeu "Pai, não me faça a injustiça de ter um traidor como genitor. Resista! Se eles me matarem, eu morrerei com as palavras: 'Jesus e minha pátria'." Os comunistas, enfurecidos, investiram contra a criança e espancaram-na até a morte, com sangue espalhado pelas paredes da cela. Nosso querido irmão Florescu nunca mais foi o mesmo após ter visto isto. 11

Wurmbrand se lembrava de história após história sobre as torturas que ele testemunhou. Ele não apenas viu a tortura dos seus companheiros crentes, mas ele mesmo também as experimentou. Seus captores o entalharam em doze partes do seu corpo. Queimaram 18 buracos nele. Entre as muitas formas de torturas que ele sofreu, estava "O Refrigerador" — uma grande caixa de gelo. O crente seria preso com pouca ou nenhuma roupa. Os médicos da prisão sondavam por uma abertura até que vissem sinais de morte por hipotermia, então eles chamavam os guardas, que se apressavam para descongelar a vítima. Eles seriam descongelados e congelados novamente entre os minutos da morte. O processo era então repetido.

Tudo isso, obviamente, exigia esforços consideráveis dos carcerários. "O que os comunistas fizeram aos cristãos suplanta... o conhecimento humano," escreveu Wurmbrand. "Eu vi comunistas cujas faces mostravam alegria entusiástica enquanto torturavam crentes. Eles diziam enquanto torturavam os cristãos, 'nós somos o demônio!'". Ele chamou o comunismo de "a força do mal", que poderia ser combatido apenas por uma força espiritual, "O Espírito Santo." Ele acrescentou:

Os torturadores comunistas freqüentemente [me diziam]: "Não há Deus, nem além, nem punição pelo mal. Nós podemos fazer o que quisermos." Eu ouvi um torturador dizer, "Eu agradeço a Deus, em quem não creio, por viver até este momento em que pude expressar toda a maldade do meu coração."

Em seu testemunho de Maio de 1966 ao Subcomitê de Segurança Interna do Senado americano, Wurmbrand descreveu a crucificação pelas mãos dos comunistas. Cristãos eram atados a cruzes por dias e noites. Isto era mau o bastante. Mas os comunistas eram criativos, e queriam se assegurar de que os crucificados sofreriam maior humilhação do que o próprio Cristo:

As cruzes eram colocadas no chão e milhares de prisioneiros tinham que satisfazer suas necessidades básicas nos rostos e nos corpos dos crucificados. Então as cruzes eram argüidas novamente e os comunistas zombavam e escarneciam: "Olhe para o seu Cristo! Quão belo ele é! Que fragrância ele traz do céu!"... Após serem quase levados à loucura pelos torturadores, um padre foi obrigado a consagrar excremento e urina humanos e fazer a Santa Comunhão aos cristãos nesta forma. Isto aconteceu na prisão romena de Pitesti., Após isto, eu decidi então perguntar ao padre porque ele não preferiu morrer ao participar dessa zombaria. Ele respondeu, "Por favor, não me julgue! Eu sofri mais do que Cristo!" Todas as descrições bíblicas sobre o inferno e as dores do Inferno de Dante não são nada comparadas às torturas nas prisões comunistas.

Esta é apenas uma pequena parte daquilo que aconteceu em um domingo e em muitos outros domingos na prisão de Pitesti. Outras coisas simplesmente não podem ser ditas. Meu coração falharia se eu tivesse que contá-las repetidamente. Elas são muito terríveis e obscenas para serem escritas...

Se eu fosse continuar a contar todos os horrores das torturas comunistas e todos os auto-sacrifícios dos cristãos, eu nunca terminaria.

Nós vemos aqui uma dedicação quase inacreditável para desfazer e reverter a fé pelos comunistas. Isto envolveu não apenas abusos extraordinários, mas também a atenção do Estado. O fato de o Estado comunista devotar tanto tempo e esforço demonstra a sua notável devoção — ironicamente, uma devoção quase religiosa — em alcançar a aniquilação da fé religiosa. Estes fatos também refletem a convicção comunista que a religião era inevitavelmente uma ameaça incompatível ao marxismo-leninismo.

Às vezes, esta perseguição viciada sai pela culatra. Para cada Richard Wumrbrand, ou para cada Severian Baranyk que os comunistas mataram com um corte em forma de cruz no peito, ou um Zenobius Kovalyk, executado numa crucificação de escárnio, surgia uma albanesa chamada Agnes Gonxha Bojaxhiu (Madre Teresa), que orava por suas almas, ou um Karol Wojtyla (Papa João Paulo II), que trabalhou com homens como Ronald Reagan, Margaret Thatcher, Lech Walesa, e Vaclav Havel - entre outros — pelo colapso pacífico do império ateu.

Relevância atual

Porque estas informações são importantes hoje, sendo que a guerra fria e o império soviético comunista não mais existem? Ao nível do humano, é muito importante para aqueles que sofreram a perseguição. Muitos ainda estão vivos; eles querem que esta história seja contada; eles querem que o mundo saiba o que sofreram. Eles sabem que a História, pelo bem da História, precisa ser bem definida e não repetida. Em outro nível, a próxima geração de estudiosos da Guerra Fria tem pouco conhecimento e menos ainda reconhecimento do papel da religião na experiência da Guerra Fria. Eles não são apenas desinformados no que diz respeito às fontes e ao grau da perseguição, eles não contemplam a maneira que o ateísmo institucionalizado da URSS ajudou e propeliu oposição bipartidária americana a Moscou no começo da Guerra Fria. Democratas como Harry Trumann, John F. Kennedy e Republicanos como John Foster Dulles e Ronald Reagan condenaram o flagelo do "comunismo soviético sem-Deus assim como figuras bastante populares como Francis Cardinal Spellman, o Bispo Fulton Sheen, e o Dr. Fred Schwarz por meio de sua Cruzada Anti-Comunista Cristã. 12 Religiosamente falando, o esforço eventual para derrotar o comunismo ateu foi um esforço duplo de protestantes e católicos americanos.

Muito pouco é estudado sobre isto hoje. Nós não podemos ignorar esse componente vital da história da Guerra Fria. Tragicamente, muitas dessas informações continuam desconhecidas não apenas para o grande público, mas também para a comunidade acadêmica. Na verdade, há pessoas na academia que estão a par desse material, mas geralmente estão despreocupados, dispensando isso como curiosidade paranóica da "direita cristã" e de anti-comunistas, que eles vêem como rude e ingênuo. "Sob os [comunistas] houve perseguição à igreja," escreve Richard Pipes, professor emérito de história russa em Harvard. "E também é verdade que o assunto tem recebido pouco ou nenhuma atenção dos acadêmicos." 13

Protestantes, católicos, muçulmanos e budistas — os comunistas torturaram a todos. E membros de todas as crenças têm grande interesse em ver essa conspiração perversa recebendo a luz da verdade. Ninguém, muito menos uma organização central, contou as histórias das vítimas. Muitas delas são amargas, e estão todas frustradas porque esta vasta rede de intolerância brutal nunca foi exposta completamente. Os livros de história das escolas estão cheios de considerações sobre as Cruzadas, mas completamente caladas sobre a guerra comunista contra a religião, que é imensamente mais repressiva. 14

Mas ainda há grupos como a Fundação em Memória das Vítimas do Comunismo (Victims of Communism Memorial Foundation) para contar essa história, para revelar essa história e para honrar as vítimas.

____________________
Biografia do autor: Paul Kengor é professor emérito de Ciência Política no Grove City College em Grove City, Pennsylvania. Entre seus livros estão God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (HarperCollins, 2004), The Judge: William P. Clark, Ronald Reagan's Top Hand (Ignatius Press, 2007), and The Crusader: Ronald Reagan and the Fall of Communism (HarperPerennial, 2007).

Tradução: Rafael Resende Stival, do Blog Salmo 12.

Fonte: http://www.globalmuseumoncommunism.org/ e Mídia Sem Máscara

Divulgação: www.juliosevero.com

Notas

1 Mikhail Gorbachev, Memoirs (NY: Doubleday, 1996), p. 328.

2 Mikhail Gorbachev, On My Country and the World, (NY: Columbia University Press, 2000), pp. 20-1.

3 O comentário "ópio das massas" "é bem conhecido. A fonte para a citação, "o comunismo começa onde começa o ateísmo," é Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West (Indianapolis e NY: Bobbs-Merrill, 1948). Sheen, que lia e falava várias línguas, traduziu a citação em Inglês de uma obra sem tradução de Marx.

4 Lenin escreveu isso em 13 ou 14 de novembro de 1913 em uma carta para Maxim Gorky. Veja: James Thrower, God's Commissar: Marxism-Leninism as the Civil Religion of Soviet Society (Lewiston, NY: Edwin Mellen Press, 1992), p. 39.

5 Citado em Thrower, God's Commissar, p. 39. Outra tradução desta citação vem de Robert Conquest, in his "The Historical Failings of CNN," em Arnold Beichman, ed., CNN's Cold War Documentary (Stanford, CA: Hoover Institution Press, 2000), p. 57.

6 Veja: J. M. Bochenski, "Marxism-Leninism and Religion," em B. R. Bociurkiw et al, eds., Religion and Atheism in the USSR and Eastern Europe (London: MacMillan, 1975), p. 11.

7 Este item foi publicado em um livro de 2002 pela Yale University Press. Veja: Alexander N. Yakovlev, A Century of Violence in Soviet Russia (New Haven and London: Yale University Press, 2002), p. 157.

8 Veja: Daniel Peris, Storming the Heavens: The Soviet League of the Militant Godless (Ithaca, NY: Cornell University Press, 1998).

9 Veja: Bertram D. Wolfe, A Life in Two Centuries (Stein and Day, 1981), pp. 403-4.

10 A repressão foi exercida em graus diferentes entre as nações do bloco soviético. Entre elas, Romênia, Albânia, Alemanha Oriental e Tchecoslováquia foram especialmente repressivas.

11 Richard Wurmbrand, Tortured for Christ (Bartlesville, OK: Living Sacrifice Book Company, 1998), pp. 33-8.

12 Veja: Paul Kengor, God and Ronald Reagan: A Spiritual Life (NY: HarperCollins, 2004).

13 Richard Pipes speaking at Grove City College, Grove City, Pennsylvania, September 27, 2005.

14 Paul Kengor comparou o tratamento dos dois em um exaustivo e longo projeto de um ano de pesquisa que analisou os textos de história utilizada nas escolas públicas de Wisconsin, que eram os mesmos textos utilizados em todos os estados. Veja também: Paul Kengor, "Searching for Bias: World History Texts in Wisconsin Public Schools ", Wisconsin Policy Research Institute, junho de 2002. Uma cópia do estudo está publicado no site da WPRI.