31 de agosto de 2009

Julio Severo recomenda: O Segredo de Hitler

Julio Severo recomenda: O Segredo de Hitler

Gente, não costumo fazer divulgação de livros, mas recomendo fortemente o livro O Segredo de Hitler. O livro não é católico nem evangélico. E o autor, Lothar Machtan, deixa bem claro que seu objetivo não é atacar o movimento homossexual e a agenda gay. Mesmo sendo um livro totalmente secular, a profunda pesquisa de Machtan leva o leitor às pegadas de Hitler e outros importantes líderes nazistas que guardavam no armário um dos segredos mais bem trancados do nazismo: o controle homossexual sobre o fascismo na Alemanha.

Vale a pena ler O Segredo de Hitler. Abaixo, divulgação da Editora Objetiva, que o publica no Brasil. Para encomendá-lo, clique aqui.

Quando o tema são os crimes hediondos contra a humanidade cometidos ao longo do século XX, nenhuma figura é tão emblemática quanto Adolf Hitler. Mais de 120 mil publicações sobre o líder do Partido Nazista Alemão circulam pelo mundo e filmes não cessam de ser produzidos. O que ele fez está amplamente documentado. Quem foi Hitler, o homem, permanece, no entanto, um enigma. Como ele era nas suas relações pessoais, o que o ancorava emocionalmente, como foi sua mocidade?

O SEGREDO DE HITLER, de Lothar Machtan, mergulha nessa lacuna e ajusta o foco no sujeito Adolf, iluminando, sobretudo, o período mais obscuro da vida do futuro führer — a juventude em Viena e o início da carreira político-militar, já na Alemanha.

Da pesquisa, emerge um verdadeiro segredo de Estado: Adolf Hitler era homossexual. O autor demonstra que só é possível começar a compreender a pessoa Hitler e a sua trajetória política, caso se considere este aspecto de sua identidade. Isto porque as evidências indicam que o homoerotismo pontuava as relações da cúpula do partido nazista. Em casos raros, como o do chefe do serviço secreto, Ernst Hölm, a opção sexual era explícita.

Numa sociedade profundamente conservadora, na qual o homossexualismo era crime, Hitler não mediu esforços para preservar o segredo que, se revelado, o arruinaria politicamente: roubou documentos e arquivos, subornou, chacinou. Outros que conheciam a verdade não suportaram a pressão e se suicidaram. Hölm, por exemplo, foi assassinado.

Considerado um dos principais historiadores da Alemanha, Lothar Machtan assinala que não pretendeu abordar o tema da homossexualidade de Hitler de forma preconceituosa ou sensacionalista. Ao contrário: “O que quero é elucidar a relação entre história particular e a política do Terceiro Reich”.

A opção sexual reprimida obrigou Hitler e seus companheiros mais próximos a transformar o partido nazista num círculo extremamente fechado e compacto, cujos membros nem sempre eram nomeados pela qualidade política que o cargo exigia, mas por que vivenciaram o homoerotismo e mantinham-se discretos e fiéis ao führer.

Para montar o quebra-cabeças que é a vida pessoal de Hitler, Lothar Machtan reconstitui seus passos desde a juventude e flagra um Adolf que convivia com grupos homossexuais e perambulava pelas ruas de Viena como um dândi desglamourizado: sem dinheiro, morou em albergues populares. Sem o talento que gostaria de ter para as artes, rodava a zona boêmia atrás de quem comprasse algum dos postais que pintava. Sem saída, alistou-se no exército alemão para garantir o pão de cada dia. Encontrou um ambiente ostensivamente homoerótico e as figuras-chave que o catapultaram ao poder.

Lothar Machtan mapeia os parceiros de Adolf Hitler ao longo da vida, o começo, o meio e o fim dessas relações. Da leitura ficam claras, ainda, as bases amórficas das raríssimas relações heterossexuais de Hitler. Com Eva Braum, conta o autor, Hitler se casou oficialmente pouco antes de se suicidar, num último ato para forjar a sua masculinidade perante a História.

Será impossível, daqui para frente, analisar o homem Hitler e as relações pessoais com a sua entourage sem levar em conta os dados apresentados por Lothar Machtan. Como um íntimo perfil de Hitler e um surpreendente retrato da natureza homoerótica do Terceiro Reich, O SEGREDO DE HITLER é a maior e certamente a mais controvertida contribuição ao universo das obras sobre os bastidores do governo que levou a Alemanha à barbárie e mudou a face do mundo.

Sobre o autor: Lothar Machtan nasceu em 1949, na Alemanha. É professor de História Contemporânea e do Tempo Presente na Universidade de Bremen. Em 1998, publicou A morte de Bismark e as lágrimas da Alemanha. Escreveu ainda inúmeros ensaios sobre história social e política dos séculos XIX e XX.

Para encomendar este excelente livro, siga este link: http://www.objetiva.com.br/objetiva/cs/?q=node/717

Divulgação: www.juliosevero.com

30 de agosto de 2009

A nova “Guerra Cultural” do Hamas reconhecerá seus laços históricos com o nazismo?

A nova “Guerra Cultural” do Hamas reconhecerá seus laços históricos com o nazismo?

Alan M. Dershowitz

O Hamas, a organização terrorista especializada em alvejar civis, agora decidiu, de acordo com uma manchete do jornal americano The New York Times, mudar “de mísseis para guerra cultural'”, num esforço para angariar apoio do público para sua causa. Parte de sua campanha de relações públicas em andamento é descrever os israelenses como os “novos nazistas” e os palestinos como os “novos judeus”. Para realizar essa transformação, será preciso se engajar em uma forma de negação do Holocausto, para apagar o registro histórico da ampla cumplicidade palestina com os “antigos nazistas”' em perpetrarem o verdadeiro Holocausto. Tornou-se uma parte importante do mantra dos apoiadores do Hamas que nem o povo palestino nem sua liderança tiveram qualquer participação no Holocausto. Ouça Mahmoud Ahmadinejad falando aos alunos da Universidade Columbia, nos Estados Unidos:

Mesmo que [o Holocausto] fosse uma realidade, ainda precisaríamos questionar se o povo palestino deveria estar pagando por isso ou não. Afinal, ele aconteceu na Europa. O povo palestino não teve nenhuma participação nele. Portanto, por que o povo palestino está pagando o preço por um evento com o qual ele não teve nada a ver? O povo palestino não cometeu nenhum crime. Ele não teve nenhuma participação na Segunda Guerra Mundial. Ele estava vivendo em paz com as comunidades judaicas e com as comunidades cristãs naquela época.

A conclusão que se deve tirar desse “fato” é que o estabelecimento de Israel como conseqüência do genocídio do povo judeu pelos nazistas foi injusto com os palestinos. O cerne dessa afirmação é que nem o povo palestino nem sua liderança tiveram qualquer responsabilidade pelo Holocausto e, se alguma reparação é devida ao povo judeu, ela deve ser feita pela Alemanha e não pelos palestinos. Os propositores desse argumento histórico sugerem que o Ocidente criou o Estado Judeu por causa de sua culpa no Holocausto. Conforme esse raciocínio, seria compreensível se uma parte da Alemanha (ou da Polônia, da Lituânia, da Letônia, da França, da Áustria, ou de outras nações colaboradoras) tivesse sido alocada como terra dos judeus — mas, por que a Palestina? A Palestina, de acordo com essa afirmação, foi tão “vítima'' quanto os judeus.

Ouço esse questionamento nos campi universitários nos Estados Unidos, e mais ainda nos da Europa.

A verdade, porém, é que a liderança palestina, apoiada pelas massas palestinas, teve um papel significativo no Holocausto de Hitler.

O líder oficial dos palestinos, Haj Amin Al-Husseini, passou os anos da guerra em Berlim, com Hitler, trabalhando como consultor sobre questões judaicas. Ele foi levado a um tour por Auschwitz e expressou apoio ao assassinato em massa dos judeus europeus. Ele também buscou “resolver os problemas do elemento judeu na Palestina e em outros países árabes”, empregando “o mesmo método” que estava sendo usado “nos países da coligação entre Hitler, Mussolini e, posteriormente, o Japão”. Ele não ficaria satisfeito com os judeus residentes na Palestina — muitos dos quais eram descendentes de judeus sefaraditas, que haviam vivido ali por centenas, ou até milhares de anos — permanecendo como uma minoria em um Estado muçulmano. Como Hitler, ele queria ver-se livre de “todo judeu que restasse”. Como Husseini escreveu em suas memórias: “Nossa condição fundamental para cooperar com a Alemanha foi uma ajuda para erradicar até o último judeu da Palestina e do mundo árabe. Pedi a Hitler por uma garantia explícita para nos permitir resolver o problema judeu de maneira que conviesse às nossas aspirações nacionais e raciais e de acordo com os novos métodos científicos empregados pela Alemanha no manejo dos seus judeus. A resposta que obtive foi: “Os judeus são seus”.

Aparentemente, em caso da vitória da Alemanha, o mufti estava planejando retornar à Palestina para construir um campo de extermínio, nos moldes de Auschwitz, perto de Nablus. Husseini incitou seus seguidores pró-nazistas com as seguintes palavras: “Levantem-se, ó filhos da Arábia. Lutem por seus direitos sagrados. Chacinem os judeus onde quer que os encontrarem. O sangue derramado deles agrada a Alá, nossa história e religião. Isso salvará nossa honra”.

Husseini não apenas exortou seus seguidores a matarem os judeus; ele também teve uma participação concreta na tentativa de fazer com que esse resultado acontecesse. Por exemplo, em 1944, uma unidade do comando árabe-alemão, sob as ordens de Husseini, saltou de pára-quedas na Palestina com a intenção de envenenar os poços e as fontes de água de Tel Aviv.

Husseini também ajudou a inspirar o golpe pró-nazista no Iraque e auxiliou a organizar milhares de muçulmanos nos Bálcãs em unidades militares conhecidas como divisões Handshar, que cometeram atrocidades contra os judeus iugoslavos, sérvios, e ciganos. Após um encontro com Hitler, ele registrou em seu diário:

O mufti: “Os árabes eram os amigos naturais dos alemães. (...) Portanto, eles foram preparados para cooperar com a Alemanha de todo o seu coração e ficaram prontos para participar da guerra, não apenas negativamente, cometendo atos de sabotagem e de instigação de revoluções, mas também positivamente, pela formação de uma Legião Árabe. Nesse conflito, os árabes estavam batalhando pela independência e unidade da Palestina, da Síria e do Iraque...”

Hitler: “A Alemanha estava resolvida, passo a passo, a pedir a uma nação européia após a outra para resolver seu problema judaico, e, no devido tempo, a direcionar um apelo semelhante também a nações não-européias. O objetivo da Alemanha seria, então, somente a destruição do elemento judaico que estivesse residindo na esfera árabe, sob a proteção do poder britânico. No momento em que as divisões de tanques e os esquadrões aéreos alemães chegarem ao sul do Cáucaso, o apelo público requisitado pelo grão-mufti poderia ser feito ao mundo árabe”.

Hitler assegurou a Husseini de que maneira ele seria considerado a partir de uma vitória nazista e “da destruição do elemento judeu residindo na esfera árabe”. Nessa hora, o mufti seria o porta-voz mais dominante para o mundo árabe. Seria, então, tarefa dele dar início às operações que havia preparado secretamente.

As significativas contribuições de Husseini ao Holocausto foram multiformes: primeiro, ele pleiteou com Hitler o extermínio dos judeus europeus e aconselhou os nazistas como procederem para tanto; segundo, ele visitou Auschwitz e instou Eichmann e Himmler a acelerarem o ritmo do assassinato em massa; terceiro, ele, pessoalmente, impediu 4.000 crianças, acompanhadas por 500 adultos, de deixarem a Europa e fez com que fossem enviadas a Auschwitz e mortas nas câmaras de gás; quarto, ele impediu outros dois mil judeus de deixarem a Romênia e irem para a Palestina, e outros mil de deixarem a Hungria e irem para a Palestina, judeus esses que foram subseqüentemente enviados para os campos de extermínio; quinto, ele organizou a matança de 12.600 judeus bósnios por muçulmanos, a quem ele recrutou para a divisão nazista-bósnia da Waffen-SS. Ele foi também um dos poucos não-germânicos que tomou conhecimento do extermínio praticado pelos nazistas enquanto ele estava acontecendo. Foi na qualidade oficial de líder do povo palestino e seu representante oficial que ele fez seu pacto com Hitler, passou os anos da guerra em Berlim, e trabalhou ativamente com Eichmann, Himmler, von Ribbentrop, e com o próprio Hitler para “acelerar” a solução final através do extermínio dos judeus da Europa e do planejamento para exterminar os judeus da Palestina.

O grão-mufti não apenas teve um papel significativo no assassinato dos judeus europeus, mas também buscou replicar o genocídio dos judeus em Israel durante a guerra que resultou na chamada Nakba. A guerra iniciada pelos palestinos contra os judeus em 1947 e a guerra iniciada pelos árabes em 1948 contra o novo Estado de Israel, foram guerras genocidas. O alvo não era meramente fazer uma purificação étnica contra os judeus da área, mas a total aniquilação deles. Os líderes assim o disseram e as ações de seus subordinados refletiram o objetivo genocida. Eles receberam auxílio de ex-militares nazistas — membros da SS e da Gestapo — aos quais havia sido dado refúgio no Egito, por causa da instauração dos processos por crimes de guerra, e que tinham sido recrutados pelo grão-mufti para completar o trabalho de Hitler.

Também é oportuno dizer que a solidariedade e o apoio pró-nazista de Husseini eram extensamente difundidos entre seus seguidores palestinos, que o consideravam como herói mesmo após a guerra e com a revelação da participação que ele teve nas atrocidades nazistas. A famigerada fotografia de Husseini com Hitler, juntos em Berlim, era ostentada orgulhosamente em muitos lares palestinos, mesmo depois que as atividades de Husseini no Holocausto se tornaram amplamente conhecidas e elogiadas entre os palestinos.

Husseini ainda é considerado por muitos como o “George Washington” do povo palestino, e se os palestinos conseguissem um Estado para si, ele seria homenageado como fundador. O mufti foi o herói deles, a despeito de -- e muito provavelmente por causa de — seu papel no genocídio contra o povo judeu, ao qual ele apoiou e prestou assistência abertamente. De acordo com o autor da biografia de Husseini: “Grandes partes do mundo árabe compartilharam da solidariedade [de Husseini] aos alemães nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. (...) A popularidade de Haj Amin entre os árabes palestinos e dentro dos países árabes realmente aumentou mais do que nunca durante o período em que esteve com os nazistas”.

Em 1948, o Conselho Nacional Palestino elegeu Husseini como seu presidente, embora ele fosse um criminoso de guerra procurado, que vivia exilado no Egito. De fato, Husseini ainda hoje é reverenciado entre muitos palestinos como herói nacional. Yasser Arafat, numa entrevista realizada em 2002 e reeditada no jornal palestino Al-Quds em 2 de agosto de 2002, chamou Husseini de “nosso herói”, referindo-se ao povo palestino. Arafat também se orgulhava de ser “um dos soldados das tropas'', embora ele soubesse que Husseini era “considerado um aliado dos nazistas”. Atualmente, muitos palestinos em Jerusalém Oriental querem fazer da casa dele um santuário. (Ironicamente, essa mesma casa foi comprada por um judeu para construir o controvertido conjunto residencial judaico em Jerusalém Oriental.)

Portanto, é um mito — outro mito perpetrado pelo comandante fabricador de mitos do Irã, bem como pelo Hamas e por muitos da extrema esquerda que buscam demonizar Israel — que os palestinos “não tiveram nenhuma participação” no Holocausto. Considerando o apoio concreto dado pela liderança e pelas massas palestinas ao lado perdedor de uma guerra genocida, foi mais do que justo que as Nações Unidas oferecessem a eles um Estado próprio em mais da metade das terras aráveis do Mandato Britânico.

Os palestinos rejeitaram aquela oferta e várias outras desde então porque queriam que não houvesse um Estado judaico mais do que desejavam seu próprio Estado. Essa era a posição de Husseini. O Hamas ainda tem a mesma posição. Talvez a nova “guerra cultura” deles finalmente faça com que reconsiderem — e aceitem a solução de dois Estados.

Fonte: http://www.Beth-Shalom.com.br

Divulgação: www.juliosevero.com

28 de agosto de 2009

Dados de saúde da ONU mostram que leis liberais de aborto levam a mais mortes maternas

Dados de saúde da ONU mostram que leis liberais de aborto levam a mais mortes maternas

Países africanos com leis pró-vida têm de longe os índices mais baixos de morte materna do continente

Aracely Ornelas

NOVA IORQUE, 13 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — O maior provedor de aborto do mundo, a Federação Internacional de Planejamento Familiar (cuja sigla em inglês é IPPF), reconheceu recentemente um “aumento” alarmante em mortes maternas na África do Sul, desafiando o mantra pró-aborto de que leis liberais de aborto diminuem a mortalidade materna. As mortes maternas aumentaram em vinte por cento no período de 2005-2007 na África do Sul, um país que desde 1996 tem uma das leis de aborto mais permissivas do continente africano.

Embora as mortes atribuíveis ao HIV/AIDS perfaçam a maior parte das mortes maternas na África do Sul, a IPPF reconhece que uma parte das mortes é “devido a complicações de aborto” num país em que o procedimento é legal e amplamente disponível.

Os países em desenvolvimento têm sido pressionados em anos recentes por várias agências da Organização das Nações Unidas e organizações não governamentais pró-aborto, inclusive a IPPF, para descriminalizarem o aborto como medida para reduzir os índices de mortalidade materna. Contudo, a revelação mais recente da IPPF é o fato mais recente num volume crescente de evidências que mostram a relação oposta em que o aborto legal e as altas taxas de mortes maternas coincidem.

Para ilustrar, o país com o índice mais baixo de mortalidade materna na África é Maurício, de acordo com um relatório de 2009 da Organização Mundial de Saúde (OMS). As leis de Maurício estão entre as que mais protegem os bebês em gestação no continente africano. O relatório, além disso, mostra como os países que descriminalizaram o aborto em anos recentes em resposta às pressões, tais como a Etiópia, não conseguiram baixar os dramáticos índices de mortes maternas. O índice de morte materna da Etiópia é 48 vezes mais elevado do que em Maurício.

De acordo com a OMS, o país com o índice de mortalidade materna mais baixo na América do Sul é o Chile, que em sua constituição protege a vida em gestação. O país com o índice mais elevado é a Guiana, com um índice de mortalidade materna 30 vezes mais elevado do que no Chile. A Guiana permite o aborto sem quase nenhuma restrição desde 1995. Ironicamente, uma das duas principais justificativas usadas para liberalizar a lei da Guiana foi aumentar “a implementação da meta da maternidade segura” eliminando mortes e complicações associadas ao aborto inseguro.

A Nicarágua tem estado no centro das atenções dos grupos internacionais de pressão pró-aborto desde que introduziu uma emenda em sua lei três anos atrás para garantir plena proteção à vida pré-natal. Como conseqüência, a Suécia, por exemplo, cortou mais de 20 milhões de dólares em assistência externa. Mais recentemente, a Anistia Internacional distribuiu um relatório afirmando que os índices de morte materna aumentaram depois que a lei da Nicarágua entrou em vigor. Os críticos da mídia, porém, contestaram a veracidade das afirmações da Anistia, e as estatísticas do governo nicaragüense mostram um declínio em mortes maternas desde 2006.

Similarmente, as estatísticas da OMS para a região do sudeste asiático mostram que o Nepal, onde não há restrição no procedimento, tem o índice mais elevado de mortalidade materna da região. O índice mais baixo da região é o do Sri Lanka, com um índice 14 vezes mais baixo do que o do Nepal. De acordo com o escritório de advocacia de interesse público Centro de Direitos Reprodutivos, o Sri Lanka tem uma das leis mais restritivas de aborto no mundo.

Mundialmente, o país com o índice mais baixo de morte materna é a Irlanda, uma nação que proíbe o aborto e cuja constituição explicitamente protege os direitos dos bebês em gestação.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/08/dados-de-saude-da-onu-mostram-que-leis.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09081310.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

27 de agosto de 2009

Sexo e pornografia estão na lista dos 10 assuntos principais que as crianças pesquisam na internet

Sexo e pornografia estão na lista dos 10 assuntos principais que as crianças pesquisam na internet

Thaddeus M. Baklinski

Treze de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um estudo conduzido entre fevereiro e julho deste ano pela empresa Symantec Corp. por meio de seu serviço OnlineFamily.Norton, que permite que os pais monitorem as atividades online de seus filhos, revelou o que as crianças estão fazendo na internet. A Symantec estudou 3,5 milhões de buscas feitas pelos usuários do serviço no mundo inteiro.

A empresa de segurança de informática liberou uma lista das 100 principais buscas conduzidas por crianças cujos computadores têm o software OnlineFamily.Norton e cujos pais criaram um perfil de usuário para elas.

A Symantec constatou que o termo de busca mais popular foi para o YouTube, o site do Google que permite compartilhar vídeos.

“Não é surpresa ver o YouTube no topo da lista”, disse Marian Merritt, advogada de segurança de internet da Symantec. “As crianças usam o YouTube como um lugar inicial de entretenimento bem como para propósitos de educação”.

Merritt disse que o serviço ajuda os pais a ficar em contato com o que seus filhos estão fazendo online, e ajuda a afastar as crianças de conteúdos online proibidos por pais mostrando cachorros virtuais que avisam as crianças quando elas estão indo em direção a território marcado como proibido. O software ativamente informa à criança, durante o login, que seus pais estão monitorando suas atividades online.

“Dá para ver o que elas estão pesquisando; com quem elas estão tendo contato através dos programas de mensagens instantâneas e em quais redes sociais elas estão”, disse Merritt.

O software está disponível gratuitamente no site Symantec OnlineFamily.Norton.

O mecanismo de busca do Google foi o segundo termo de busca mais popular depois do serviço de rede social Facebook.

O que é mais preocupante é que as palavras “sexo” e “pornografia” estavam registradas como quarta e sexta palavras mais pesquisadas entre as 10 principais.

Um estudo publicado na edição de verão de 2002 da revista italiana de ciências sociais Medicina Mental e Adolescência, que é revisada por especialistas, apurou que o uso de materiais pornográficos leva a vários problemas comportamentais, psicológicos e sociais tais como agressividade, hostilidade e violência sexual, bem como um aumento em crimes sexuais, disfunção sexual e destruição de famílias.

No ano passado a revista Macleans noticiou que crianças mesmo de 8 anos de idade estão vendo e se viciando em pornografia que é facilmente acessível na internet e que os sites de pornografia estão transformando as atitudes sexuais dos nossos jovens.

“A pornografia em todas as suas formas afeta a sexualidade em desenvolvimento”, escreve Pamela Paul em seu livro Pornified: How Pornography is Transforming Our Lives, Our Relationships and Our Families (Pornificados: Como a Pornografia está Transformando Nossas Vidas, Nossos Relacionamentos e Nossas Famílias). “Quanto mais cedo o jovem fica exposto e quanto mais explícito o material, mais intensos serão os seus efeitos”.

Monique Polak, a autora do artigo na Macleans, disse: “Esses efeitos podem incluir tudo desde uma percepção distorcida das normas sexuais até dificuldades de manter um relacionamento amoroso saudável; uma percepção irreal acerca das mulheres; e potencialmente, vício de pornografia, que pode interferir nas atividades escolares, amizades e relacionamentos familiares”.

Em sua mensagem no Dia Mundial das Comunicações em 2004, o Papa João Paulo 2 alertou que os meios de comunicação em todas as suas formas, quer impressos, em filmes, na TV ou na internet, “têm a capacidade de provocar graves danos às famílias”.

O papa recordou aos comunicadores dos meios de comunicação e aos consumidores que “toda comunicação tem uma dimensão moral. Ele declarou que os meios de comunicação têm o “poder de reforçar ou anular valores tradicionais como religião, cultura e família”. Os meios de comunicação têm “a capacidade de provocar graves danos às famílias apresentando uma perspectiva imprópria ou até mesmo deformada acerca da vida, da família, da religião e da moralidade”, disse ele. “O que está em jogo é muito, pois todo ataque contra o valor fundamental da família é um ataque contra tudo o que é realmente bom na raça humana”.

A lista das 10 principais buscas do OnlineFamily.Norton incluem:

1. YouTube
2. Google
3. Facebook
4. Sexo
5. MySpace
6.
Pornografia
7. Yahoo
8. Michael Jackson
9. Fred (Um personagem fictício popular cujo canal do YouTube virou sucesso entre as crianças)
10. eBay

Veja artigos relacionados de LifeSiteNews:

Pope Warns Parents of Grave Responsibility to Protect Children from Harmful Media

Cover of Maclean's Magazine Notes Children as Young as 8 View Online Porn Regularly

Research into Impact of Sex in Media on Youth Reveals Dangers

Too Much Television, Internet Linked to Long-Term Health Problems for Children

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/08/sexo-e-pornografia-estao-na-lista-dos.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09081405.html

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26 de agosto de 2009

Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA

Grupos homossexuais querem “melhorias” no ECA

Movimento de “direitos” das crianças se une ao movimento homossexual para defender a “autonomia sexual” das crianças, o Estado laico e o enfrentamento do ativismo cristão na sociedade

Julio Severo

Grupos homossexuais radicais juntaram-se a organizações governamentais e não governamentais de “direitos” das crianças e adolescentes em Brasília nos dias 6, 7 e 8 de maio de 2009 para debater e apontar planos para promover como direitos humanos os “direitos sexuais” de crianças e adolescentes.

Esse importante encontro, que uniu o movimento homossexual e o movimento de “direitos” das crianças, teve como título “Direitos Humanos e Diversidade Sexual dos Adolescentes do Distrito Federal”.

No encontro, os seguintes líderes participaram do debate “Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente”:

Márcio Sanches, do Centro de Defesa do Direito da Criança e do Adolescente (Cedeca DF).

Liliana Lemus, diretora geral da Associação Fomento Social Planejamento e Gestão de Projetos.

Leila Paiva, coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH/PR), Cedeca DF

Tony Reis, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Representantes da Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente (ANCED).

Representantes do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

Jimena Grignani, secretária do Fórum Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (FNDCA).

Benedito Rodrigues, secretário executivo do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA).

No debate sobre “Um Olhar do movimento LGBT sobre a violação dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes” participaram:

Alessandra Guerra, coordenadora do Grupo Liberdade de amor entre mulheres do Ceará (LAMCE).

Beto de Jesus, secretário para América Latina e Caribe da Associação Internacional de Gays, Lésbicas e Trans.

Fernanda Benvenutty, relações públicas da Associação das Travestis da Paraíba (Astrapa).

Com exceção dos ativistas homossexuais, cuja missão é a promoção do homossexualismo, a missão dos ativistas dos “direitos” das crianças no Brasil é promover o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), uma legislação conhecida pelo sofrimento e injustiças que vem provocando no Brasil.

A sociedade brasileira geme sob o peso e ameaça de assassinos e criminosos. A sociedade geme com a omissão e falta de seriedade das leis. A sociedade geme com a parcial impunidade com que muitas vezes as leis tratam assassinos e criminosos adultos. No caso de criminosos menores de idade, a impunidade é total — para o total desespero da população.

Mesmo no Brasil da impunidade, se um assassino adulto de 50 pessoas for pego, ele pode ser condenado a passar quase o resto da vida na cadeia. Contudo, se o assassino em questão tiver menos de 18 anos, o ECA garante impunidade total: Condenar tal assassino a passar quase o resto da vida na prisão é, de acordo com a filosofia dos que defendem — e vivem à custa — da promoção dos “direitos” das crianças, violação dos direitos das crianças. Ele ficará em instituição estatal de “reabilitação” até à maioridade. Depois, liberdade total, com ficha totalmente limpa.

De onde veio o ECA? Para onde o ECA levará o Brasil?

Embora o Brasil seja capaz de criar seus próprios males e embora o ECA seja elogiado como uma das legislações mais “avançadas” no mundo no que se refere aos “direitos” das crianças, a verdade é que o Brasil foi obrigado a criar o ECA. Todo país que ratifica os documentos da ONU fica sob o compromisso de prestar-lhe submissão. Desde que o governo brasileiro assinou e ratificou a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança (CDC) em 1990, o Brasil automaticamente fez o compromisso de gerar uma legislação nacional que espelhasse os interesses e imposições da CDC.

Sob a monitoração da ONU, que supervisiona e cobra os “progressos” da obediência de cada país à CDC, o governo brasileiro vem procurando fortalecer e ampliar, através dos conselhos tutelares e outros órgãos estatais, a implementação do ECA.

Os Estados Unidos ainda não estão debaixo do peso dessa cobrança do governo mundial, pois o governo americano nunca ratificou a CDC. Grupos cristãos tiveram visão e senso de direção para ver antecipadamente os perigos e ameaças dessa abrangente e imponente legislação da ONU sobre as crianças e famílias.

Sob o socialista Obama, o governo americano quer seguir o caminho do Brasil, ratificando a Convenção da ONU sobre os Direitos da Criança e criando seu próprio “ECA”, mas os grupos cristãos, como o site Direitos dos Pais, estão alertando os pais americanos sobre os seguintes perigos:

* Os pais não mais poderão administrar disciplina física em seus filhos.

* Um assassino de 17 anos, 11 meses e 29 dias no momento do seu crime não mais poderá ser sentenciado à prisão perpétua.

* As crianças terão o direito de escolher sua própria religião e a única autoridade dos pais será aconselhar seus filhos sobre religião.

* O princípio dos melhores interesses da criança dará ao governo a autoridade de prevalecer sobre toda decisão feita pelos pais se um funcionário do governo discordar da decisão dos pais.

* O “direito de a criança ser ouvida” permitirá que um funcionário do governo busque avaliação governamental para todas as decisões dos pais com as quais a criança discordar.

* As crianças adquirirão um direito ao lazer que será implementado com a força da lei [se a criança quiser assistir a um filme no cinema do qual os pais discordem, a lei prevalecerá sobre a vontade dos pais].

* Ensinar crianças sobre o Cristianismo nas escolas é considerado violação às normas da CDC.

* Permitir que pais removam seus filhos de aulas de educação sexual é considerado violação às normas da CDC.

* Crianças terão o direito a informações e serviços de saúde reprodutiva, inclusive abortos, sem o conhecimento ou consentimento dos pais.

Na realidade, a “progressão” da CDC levará a muitas outras aberrações. A ONU tem há muitos anos sido uma arena onde ativistas radicais usam — quando não, criam — toda oportunidade e brecha para promover o aborto e o homossexualismo. Até mesmo o direito da mulher a uma maternidade segura tem sido usado como porta para impor a legalização mundial do aborto. E direitos reprodutivos e sexuais é um termo da ONU que, além do aborto, também inclui a promoção de liberdade sexual, inclusive o homossexualismo.

Nesse sentido, o que poderia haver de estranho num evento no Brasil onde os que vivem à custa dos “direitos” das crianças se aliam ao movimento homossexual para fazer “melhorias” no ECA? É uma progressão natural. A criatura brasileira da ONU — o ECA — seguirá cedo ou tarde todos os caminhos do monstro que a gerou.

Se a ONU, que é a responsável direta pela criação do ECA, já credenciou a ABGLT como participante oficial das reuniões da ONU, por que o governo brasileiro — que está tão empenhado nas questões homossexuais e está tão submetido aos interesses da ONU — deveria proibir a participação da ABGLT numa reunião de especialistas que vivem às custas do ECA?

A exemplo do movimento homossexual mundial, que há anos está criando estreitos laços com a área de promoção dos “direitos” das crianças nos chamados países desenvolvidos, no Brasil esses laços estão começando a se fortalecer.

Caio Fabio Varela, ativista gay conhecido por sua assessoria a Fátima Cleide — a senadora do PT que quer impor o PLC 122 no Brasil custe o que custar —, foi um dos elaboradores do infame programa federal “Brasil Sem Homofobia”. Varela participou do evento “Direitos Humanos e Diversidade Sexual dos Adolescentes do Distrito Federal” como mediador no debate “Um Olhar do movimento LGBT sobre a violação dos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes”.

Com a assessoria dele, que “melhorias” o ECA precisará ter? Será que agora o ECA, que impõe as vontades do governo na esfera familiar, deverá ter um programa federal “famílias sem homofobia”? Os agentes do ECA monitorarão cada lar em busca de atitudes, gestos e opiniões contrárias ao sacralizado direito humano homossexual?

Recado aos pais: proibido proteger os filhos contra o homossexualismo

Em vez de se dedicar à sua função básica de punir criminosos e desencorajar crimes, o Estado agora faz parceria com o movimento que promove o homossexualismo — um comportamento sexual antinatural responsável por muitos abusos sexuais contra meninos.

Em vez de proteger meninos da ameaça do homossexualismo, o Estado fará as vontades do movimento homossexual, trabalhando para classificar como “violação de direitos humanos” toda tentativa de pais protegerem seus filhos pequenos ou adolescentes de influências homossexuais.

Agora, filhos serão doutrinados e condicionados nas escolas públicas não só a denunciar os pais por disciplina física, mas também por trabalharem para livrar os filhos de todo tipo de tendência que possa conduzir ao homossexualismo? O pai e a mãe que não permitirem que seu filho siga o “curso natural” do homossexualismo vão sentir o peso do ECA, sendo classificados como “violadores dos direitos humanos de crianças e adolescentes”?

O evento de Brasília produziu a “Carta de Brasília”, um documento apoiado por lideranças governamentais, que exige profundas “melhorias” nas leis para as crianças. A seguir, o documento completo:

Carta de Brasília: A serpente por trás do movimento de “direitos” das crianças

Os Centros de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (filiados a ANCED), as organizações de defesa de direitos de crianças e adolescentes e organizações do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) que estiveram reunidos na oficina Direitos Humanos e Diversidade Sexual do Adolescente, realizada em Brasília nos dias 06 e 07 de maio de 2009, com o propósito de debater e apontar diretrizes para a promoção, defesa e garantia dos Direitos Sexuais como Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes declaram que:

A plena afirmação de crianças e adolescentes como sujeitos de direitos passa pelo reconhecimento do exercício da sexualidade como um direito fundamental desses sujeitos. Para a afirmação dos direitos sexuais é fundamental garantir informação, livre expressão, bem como respeitar a autonomia e responsabilidade das crianças e adolescentes no desenvolvimento e exercício de sua sexualidade, livres de qualquer forma de preconceito, humilhação, omissão ou violência.

Os setores comprometidos com a garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes precisam ter como princípios de sua atuação: a necessária afirmação de um Estado laico e o enfrentamento aos fundamentalismos religiosos; rompimento com posturas que reproduzam hierarquias de gênero; garantia do direito de crianças e adolescentes à livre expressão de sua orientação sexual e identidade de gênero, respeitando sua condição de pessoas em desenvolvimento.

Para a efetivação dos direitos sexuais de crianças e adolescentes é necessário o desenvolvimento de projetos, programas e políticas públicas intersetoriais comprometidos com:

A efetiva participação de crianças e adolescentes na construção de propostas político-pedagógicas de promoção, defesa e garantia de seus direitos sexuais;

Garantia do acesso à informação sobre sexualidade, ligada à educação em direitos humanos, numa perspectiva emancipatória e inclusiva;

Afirmação da garantia dos direitos sexuais de crianças e adolescentes, como ação efetiva no enfrentamento ao abuso e exploração sexual;

Reconhecimento e afirmação da diversidade sexual;

Afirmação de toda forma de violência, discriminação, preconceito, humilhação, constrangimento por orientação sexual e identidade de gênero como violação dos direitos humanos de crianças e adolescentes.

Cientes da necessária mudança de concepções e práticas para a afirmação dos direitos sexuais como direitos humanos de crianças e adolescentes, entendemos ser de fundamental importância promover espaços de formação e debate que envolvam o conjunto de atores do Sistema de Garantia de Direitos de Crianças e Adolescentes, bem como ativistas dos movimentos feminista e LGBT; e inclusão do tema dos direitos sexuais de crianças e adolescentes em Conferências e Fóruns do movimento de garantia dos direitos de crianças e adolescentes.

Dr. Alberto Thieme questiona envolvimento do movimento homossexual na “defesa” dos “direitos” das crianças

A “Carta de Brasília”, que está cheia de sutilezas e artimanhas, tem a esperteza de uma serpente venenosa. Só tive acesso à documentação desse evento pelas mãos do Dr. Alberto Thieme, que teve todo o trabalho de descobrir essa reunião onde líderes do ECA e do movimento homossexual dormiram na mesma cama debaixo da coberta dos “direitos” das crianças. A seguir, as indagações muito oportunas do Dr. Thieme:

1. A maioria dos homossexuais não tem experiência de ter filhos, nem de como criá-los. Como podem opinar sobre diretrizes de como educar sexualmente crianças e adolescentes?

2. Porque as pessoas responsáveis por esse evento não convidaram professores e diretores de entidades que cuidam de muitas crianças (como a que fundei que hoje acolhe mais de 1.000 crianças)?

3. Por que homossexuais envolvidos com a educação sexual de crianças? Será para descriminalizar os pedófilos e pederastas para aumentar mais os grupos homossexuais? Muitos dos meninos abusados sexualmente por um adulto acabam por acreditar que são homossexuais. É o predomínio do mais forte sobre uma indefesa criança ou adolescente?

4. Por que o governo Lula está direcionando sua política ultimamente somente para o segmento homossexual, dando-lhes tremendas regalias? Por que os lideres das maiores associações gays vivem pelos corredores do Planalto?

5. O Presidente Lula quer acabar com as instituições da família?

6. Em sua ambição de permanecer no poder e implantar um socialismo ou comunismo no Brasil, o Presidente Lula está enfraquecendo e destruindo as instituições brasileiras para não haver resistência?

Julio Severo responde aos desafios da “Carta de Brasília”

A “Carta de Brasília” (CB) é uma afronta à família brasileira e à maioria cristã do Brasil. Vejamos pois seus maiores pontos de afronta:

A CB diz: “Garantia do acesso à informação sobre sexualidade, ligada à educação em direitos humanos, numa perspectiva emancipatória e inclusiva”.

Resposta de Julio Severo: Desde quando crianças precisam de “emancipação sexual”? Sem mencionar que o termo socialmente construído “inclusividade” tem tudo a ver com a aceitação de invenções sociais antinaturais. Será então obrigatória a emancipação das crianças para poderem ser livres para viver tais invenções sexuais?

A CB diz: É “necessária a afirmação de um Estado laico”.

Resposta de Julio Severo: Entendo muito bem as intenções dessa parceria. Sem valores morais e cristãos, o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças estão desimpedidos para controlar as crianças. Hitler e Stálin seriam grandes aliados deles. Se Estado laico é Estado sem Deus e sem valores cristãos, com certeza Hitler e Stálin — que eram hostis à família natural e controlavam todas as decisões sobre os filhos dos outros — são os maiores defensores e “heróis” do Estado laico.

A CB diz: É necessário o enfrentamento aos fundamentalismos religiosos.

Resposta de Julio Severo: A parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças quer agora políticas públicas para enfrentar os “fundamentalismos” religiosos. Confira agora se você estará na lista estatal e homossexual de “ameaça às crianças:

Você é contra a autonomia sexual das crianças? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.

Você é contra o “casamento” homossexual? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.

Você tem a opinião de que o homossexualismo não é normal? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.

Você é contra o aborto? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.

Você é contra os “direitos sexuais” e “direitos reprodutivos” que a ONU, o Estado laico e os grupos homossexuais estão defendendo para as crianças? Então você é um fundamentalista religioso fanático que precisa ser detido pelo Estado laico e seus aliados.

Graças à perversão moral da sociedade moderna — onde o certo é errado e o errado é certo —, os ativistas homossexuais não mais serão vistos como ameaças às crianças. Quem ocupará o lugar deles serão pais e mães amorosos que cometerem o crime politicamente correto de proteger seus filhos das reais ameaças do movimento de “direitos” das crianças e do movimento homossexual.

A CB diz: É necessário o rompimento com posturas que reproduzam hierarquias de gênero.

Resposta de Julio Severo: A parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças quer o aniquilamento da distinção entre homens e mulheres. Eles querem o extermínio das diferenças sexuais para que as portas sejam abertas para a feminilização dos homens e a masculinização das mulheres, construindo assim novos padrões e eliminando o padrão natural, tal como crianças sendo criadas por um pai e uma mãe. O novo padrão imporá o reconhecimento e a aceitação legal como “família” de duas mulheres lésbicas ou dois homens homossexuais “criando” crianças. A mutação desse padrão pode ainda trazer “famílias” inventadas com quatro ou mais homens homossexuais ou mulheres lésbicas criando crianças, e um aumento dramático na aceitação da idéia patentemente pedófila de que as crianças têm direito à “autonomia”. As portas já estão sendo abertas pelo movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças.

A CB diz: É necessária a garantia do direito de crianças e adolescentes à livre expressão de sua orientação sexual e identidade de gênero, respeitando sua condição de pessoas em desenvolvimento.

Resposta de Julio Severo: Enquanto o Estado está diminuindo os direitos de pais naturais dirigirem a vida dos próprios filhos, a parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças exige que crianças e adolescentes tenham o direito à livre expressão sexual. A criança está sendo influenciada por fatores homossexuais? O Estado proibirá os pais de interferir e dará plena liberdade de os grupos homossexuais interferirem, com a cumplicidade dos que vivem à custa do ECA.

O Estado está enfraquecendo os direitos dos pais sobre os filhos e fortalecendo os grupos que defendem os “direitos”, a “autonomia”, a “emancipação” e a “livre expressão” sexual das crianças. Em retribuição, esses grupos defendem fortemente o Estado “laico” como forma de separar o Estado de valores que prejudicam a expansão dos “direitos” das crianças.

O sombrio resultado final será famílias com pouca ou nenhuma autoridade e crianças que, em vez de próximas dos interesses e orientações de suas famílias, estarão próximas dos interesses e orientações do Estado e de grupos homossexuais. Enquanto as famílias terão menos e menos direitos de dirigir seus filhos, o Estado e até mesmo os grupos homossexuais aliados do Estado terão cada vez mais direitos de controlar os filhos dos outros.

O que fazer para não ser considerado “fundamentalista religioso”?

Se você acha que é inútil remar contra a maré da parceria entre o movimento homossexual e o movimento dos “direitos” das crianças e se você não quer ficar na lista negra deles, você pode assumir as seguintes posturas:

Você pode dizer que o governo de Lula, de Obama e da ONU têm um interesse genuíno no bem-estar das crianças e famílias.

Você pode dizer que o “casamento” homossexual é um direito a que tem todo homem que pratica o homossexualismo.

Você pode dizer que toda criança tem direito à “autonomia” e aos direitos sexuais e reprodutivos.

Você pode dizer que o ECA é uma maravilha e que os seus defensores são maravilhosos.

Seguindo essa maré, você receberá os aplausos, não a condenação, do movimento homossexual e do movimento dos “direitos” das crianças.

Afinal, o que eles querem?

Os debates finais do evento que produziu a infame “Carta de Brasília” foram “O Marco Legal Brasileiro tem garantido a Autonomia dos Direitos Sexuais dos Adolescentes?” e “Debate sobre o Tema: Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes: como reconhecê-los e garanti-los?”

Na própria concepção ativista da ONU, direitos sexuais (ou direitos reprodutivos) envolvem direito à contracepção, direito a uma vida sexual livre (com ou sem casamento) e direito ao aborto, pois as maiores organizações que oferecem serviços de planejamento familiar para adolescentes também oferecem “serviços” de aborto. Essas organizações assessoram a ONU.

Sem dúvida alguma, é impossível implementar políticas que garantam os “direitos sexuais” sem primeiro garantir autonomia. Autonomia de quem? Autonomia do Estado? Autonomia dos grupos homossexuais? Autonomia de gente que vive à custa do ECA? Seria muito bom que as crianças tivessem autonomia desses seres.

Entretanto, o que eles querem é basicamente crianças independentes dos pais e seus valores. Crianças independentes de suas próprias famílias — mas jamais independentes do Estado. Para eles, a criança que, por alguma influência, começou a se encaminhar ao homossexualismo ou outras anormalidades tem direito à “autonomia”. A lei garantirá os direitos sexuais da criança, protegendo-a da “interferência” dos pais! Os pais nada poderão fazer para ajudar seus filhos pequenos e adolescentes, sob pena de sofrerem o peso das leis e de um ECA “melhorado” pelos ativistas homossexuais.

Enquanto o movimento homossexual vai ganhando mais acesso às crianças por meio da elaboração de leis que fortalecem um Estado que privilegia o homossexualismo, as famílias naturais estão perdendo seus direitos naturais de dirigir a educação, disciplina e agora até o curso sexual saudável de seus filhos pequenos e adolescentes.

Os pais perderão o direito de ensinar que só há dois sexos: macho e fêmea. E os ativistas gays ganharão o direito de impor seu terceiro “sexo” inventado. O poder do ativismo gay será assim muito maior do que a autoridade dos pais.

Nesse clima ideológico, onde o homossexualismo — que é puramente uma construção sexual de uma sociedade que está perdendo o senso ético, moral e natural — é exaltado como normalidade, ativistas homossexuais são vistos como parceiros perfeitos para a elaboração de políticas para crianças.

Cai um “defensor” da autonomia e direitos sexuais das crianças…

O resultado é previsível. Na Escócia, James Rennie, que era o mais importante assessor do governo para questões de políticas públicas voltadas para as crianças, foi flagrado como líder de uma rede de pedofilia descoberta na Escócia. Rennie, que era diretor da organização Juventude Escocesa LGBT, foi condenado em 2009 por sua liderança na rede de pedofilia e por abusar sexualmente de um menino desde que a vítima tinha a idade de 3 anos

Quem foi que disse que homossexualismo nada tem a ver com abuso? Muitos homossexuais também relatam ter sofrido abuso sexual quando eram crianças. Isso tem um significado bem claro: um homossexual adulto estuprou um menino inocente.

A resposta do governo? Entregue nas mãos dos ativistas homossexuais a elaboração das políticas de promoção e defesa dos “direitos” sexuais e humanos das crianças!

Se essa falta de lógica e juízo virar moda, a proteção dos galinheiros será entregue às raposas e a proteção das ovelhas inocentes será entregue aos lobos.

Que tal garantir a “autonomia” dos direitos sexuais de seus filhos pequenos e adolescentes? As raposas e os lobos agradecem.

Jesus não estava brincando quando nos disse: “Eu os estou enviando como ovelhas entre lobos. Portanto, sejam astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas”. (Mateus 10:16 NVI)

Versão em inglês deste artigo: Homosexual groups ask reforms in the children’s “rights” in Brazil

Fonte: www.juliosevero.com

Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia

Para entender os perigos do ECA, clique nos seguintes artigos:

O abuso estatal contra a ordem familiar

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças

CRIMINOSOS PRIVILEGIADOS: Fortalecendo a impunidade em nome da reabilitação dos menores que estupram e matam

Insensatez na punição de menores

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão

A ameaça da ONU: A destruição dos direitos dos pais

Governo Mundial: De que modo os Acordos da ONU sobre os Direitos das Mulheres e das Crianças Minam os Valores da Família, os Valores Evangélicos e a Soberania dos Países



25 de agosto de 2009

A profissão de psicólogos e a homossexualidade: lunáticos dirigindo o asilo?

A profissão de psicólogos e a homossexualidade: lunáticos dirigindo o asilo?

Reportagem especial de Matthew Cullinan Hoffman

WASHINGTON, 14 de agosto de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um homem vai até um psicólogo com um problema. “Doutor”, diz ele, “estou sofrendo terrivelmente. Sinto-me como uma mulher aprisionada no corpo de um homem. Quero me tornar uma mulher”.

O psicólogo responde: “Não há problema. Podemos discutir esta idéia por dois anos, e se você ainda estiver convicto de que quer ser mulher, podemos arrumar um cirurgião para remover seu pênis, lhe dar hormônios para aumentar-lhe o peito e fazer outras mudanças em seu corpo. Problema resolvido”.

Satisfeito, o primeiro paciente se vai, seguido pelo segundo. “Doutor”, diz ele, “sinto-me horrível. Sou homem, mas me sinto atraído por outros homens. Quero mudar minha preferência sexual. Quero me tornar heterossexual”. O psicólogo responde: “Oh, não. Absolutamente, não! Isso seria antiético. A orientação sexual é uma característica imutável!”

A ironia dessa estória é que, embora seja piada, é na realidade uma descrição acurada da profissão de saúde mental hoje. Ainda que repudiem e condenem a terapia reparativa para a orientação homossexual, a maioria dos psiquiatras e psicólogos da América do Norte adotou o conceito de “mudança de sexo”, um procedimento que não faz nada mais do que mutilar o paciente para tranqüilizar-lhe a mente confusa.

A Associação Americana de Psicologia perpetua a insanidade

Em sua declaração mais recente sobre o assunto, a Associação Americana de Psicologia (AAP) abrandou um pouco seu tom contra os psicólogos que fazem terapia de reorientação para homossexuais. Contudo, a AAP afirma: “Ao contrário das alegações dos defensores e profissionais da mudança da orientação sexual, há evidências insuficientes para apoiar o uso de intervenções psicológicas para mudar a orientação sexual”.

A recusa da AAP de aceitar as evidências cada vez mais fortes contra sua posição é outro lembrete de que o sofisma do hedonismo sexual se tornou muito enraizado entre os líderes da AAP.

Em anos recentes, muitos estudos revisados por especialistas foram publicados em revistas de psicologia, indicando que um número significativo de pacientes que voluntariamente participam de terapia para mudar sua orientação sexual experimenta êxito e fica feliz com os resultados. Junto com os numerosos testemunhos individuais de ex-homossexuais, as evidências em favor da reorientação são impressionantes.

No entanto, em seu relatório recente “Appropriate Therapeutic Responses to Sexual Orientation” (Respostas Adequadas à Orientação Sexual), a liderança da AAP declara que dá para se repudiar todos esses estudos, em suas palavras: “Nenhuma das pesquisas recentes (1999-2007) preenche os padrões metodológicos que permitem conclusões com relação à eficácia ou segurança”.

O relatório, pois, convenientemente descarta os estudos mais recentes sobre o assunto — os estudos que minam a posição da AAP. Os únicos estudos que permanecem são os que foram feitos antes do ressurgimento do movimento da terapia reparativa, na década de 1970, quando a AAP declarou que a orientação homossexual e a sodomia afinal não eram realmente prejudiciais à saúde. As novas pesquisas foram rejeitadas em favor de pesquisas que agora têm mais de 30 anos, aplicadas a práticas terapêuticas que podem nem mais estar em uso.

Entretanto, os autores de Essential Psychotherapy and its Treatment (Psicoterapia Essencial e seu Tratamento), um texto padrão nas faculdades de medicina, discordam da liderança da AAP, e dizem que os estudos mais recentes justificam a terapia de reorientação sexual.

A edição mais recente (2009) observa na página 488: “Embora muitas associações profissionais e provedores de assistência de saúde mental tenham expressado ceticismo considerável de que é possível mudar a orientação sexual com psicoterapia e também presumiam que as tentativas de reorientação produziriam prejuízo, recentes evidências empíricas demonstram que realmente dá para se mudar terapeuticamente a orientação homossexual em clientes motivados, e que as terapias de reorientação não produzem danos emocionais quando tentadas (isto é, Byrd & Nicolosi, 2002; Byrd et al., 2008; Shaeffer et al., 1999; Spitzer, 2003)”.

O relatório mais recente da AAP, feito por uma força tarefa composta de psicólogos com longos históricos de ativismo homossexualista, também afirma como “fatos científicos” que “as atrações, conduta e orientações de mesmo sexo em si são variações normais e positivas da sexualidade humana — em outras palavras, elas não são indicadores de desordens mentais ou desenvolvimentais” e “nenhum estudo ou pesquisa revisada por especialistas apóia teorias atribuindo orientação sexual de mesmo sexo à disfunção ou trauma familiar”.

Essas declarações inacreditáveis contrariam frontalmente mais de um século de estudos científicos revisados por outros especialistas e observações clínicas que indicam que boa parte da conduta homossexual tem origem em relacionamentos familiares deficientes e é associada a uma ampla variedade de doenças e condutas patológicas.

Estudos têm mostrado que os homossexuais desproporcionalmente vêm de famílias em que filhos ou filhas têm falta de um relacionamento saudável com um ou ambos de seus pais, ou em situações em que o homossexual foi vítima de abuso sexual infantil por parte de um adulto homossexual.

A conduta homossexual é também estatisticamente associada a muitas doenças, desordens e condutas patológicas, inclusive doenças venéreas e outras, promiscuidade e relacionamentos instáveis, desordens de ansiedade, depressão e suicídio, alcoolismo e uso de drogas, violência doméstica, pederastia e morte prematura.

Até mesmo a Associação Médica Gay e Lésbica admite que os homossexuais sofrem índices desproporcionais de doenças e condutas autodestrutivas.

Embora a liderança homossexualista na AAP tente arrumar desculpas para esses relacionamentos afirmando que são provocados por estigma social e outros fatores, as alegações deles soam ocas. Muitos grupos estigmatizados existem na sociedade que não exibem nenhuma das tendências patológicas dos homossexuais, e essas tendências aparecem até mesmo em países que toleram bastante a conduta homossexual, como a Holanda.

Homossexualismo como defensiva

A própria existência do relatório, porém, é evidência de que a elite homossexualista atualmente no poder na AAP está na defensiva, e está buscando preservar sua ideologia de permissividade sexual como paradigma na classe de psicologia.

Depois de se render à cultura hedonista na década 1970 e 80, a profissão dos psicólogos dos EUA se transformou num meio para os pacientes desculparem e se reconciliarem com condutas autodestrutivas, irracionais e narcisistas, pagando a um “especialista” para aliviar-lhes a consciência lhes assegurando que a “ciência” está do lado deles.

Contudo, um número crescente de profissionais de saúde mental cujas instituições lhes foram roubadas por ativistas políticos na década de 1970 estão agora se levantando para pegar de volta sua profissão no nome da verdadeira ciência e saúde dos pacientes.

O Dr. Robert Perloff, ex-presidente da AAP, deu apoio público à Organização para a Pesquisa e Tratamento da Homossexualidade (cuja sigla em inglês é NARTH), a maior organização americana dedicada ao tratamento de atrações homossexuais indesejadas, e denunciou a campanha da AAP contra tal tratamento.

“A ideologia daqueles que se opõem aos esforços para tentar facilitar transferências da AMS — isto é, Atração de Mesmo Sexo — para a atração heterossexual não deve permanecer no caminho daqueles indivíduos homossexuais que desejam viver suas vidas heterossexualmente, uma escolha que indiscutivelmente é eles que têm de fazer”, disse ele numa declaração filmada mostrada na reunião anual da NARTH em 2008.

O Dr. Robert Spitzer, que foi chamado o “arquiteto” da normalização da homossexualidade na Associação Americana de Psiquiatria na década de 1970, provocou revolta da elite homossexualista quando confessou em 2001 que sua própria investigação o havia convencido de que a terapia de reorientação sexual pode funcionar.

Seu estudo, publicado nos Archives of Mental Health (Arquivos de Saúde Mental, uma publicação revisada por especialistas) em 2003, constatou que a maioria de sua amostra de 247 pessoas havia desenvolvido desejos heterossexuais ou havia cessado de serem predominantemente homossexuais depois de apenas um ano de terapia. Nenhum paciente disse que foi prejudicado no processo.

Depois de apresentar seu estudo diante da Associação Americana de Psiquiatria em 2001, Spitzer disse: “Estou convencido, a partir das pessoas a quem entrevistei… muitas delas… fizeram mudanças substanciais para se tornarem heterossexuais. Comecei este estudo cético. Agora afirmo que dá para se aceitar essas mudanças”.

Outras personalidades proeminentes da psiquiatria e psicologia também levantaram a voz em protesto, inclusive o Dr. Jeffrey Satinover, psiquiatra e físico que testificou diante do Congresso em favor da terapia reparativa, e denunciou em seu livro “Trojan Couch” (O Divã de Tróia) que as profissões de saúde mental foram seqüestradas pelos ideólogos homossexualistas.

“Alguns de meus colegas psiquiatras e psicólogos teceram para si mesmos seu próprio conjunto de vestes ilusórias de autoridade, e durante os 35 anos passados vêm publicamente proclamando doutrinas que dependem da autoridade que decorre da crença do público de que essas vestes existem” disse Satinover numa entrevista recente.

“A mudança de diagnóstico removeu em 1973 a homossexualidade como desordem formal do Manual de Diagnóstico e Estatística de Desordens Mentais (MDM), uma mudança que muitos agora aceitam como simplesmente inquestionável apesar do fato de que foi baseada totalmente em ficção”, acrescentou ele.

“A questão não é somente a homossexualidade”, disse Satinover, “mas em vez disso, ser livre de todas as restrições sexuais. Por milhares de anos, essa tem sido uma questão para a civilização… Hoje temos tão poucos limites morais que estamos de fato num total mar de confusão. Estamos sendo engolidos por ondas de descontrolados instintos comportamentais que estão todos sendo rotulados de ‘normais’ porque ninguém mais tem juízo para reconhecer o que é certo e o que é errado”.

Para onde a psicologia está nos levando?

O debate sobre a terapia reparativa para a homossexualidade é muito mais profundo do que a questão em si. Comprovadamente, é um debate sobre o futuro das profissões de psicologia.

Embora haja sinais de que um número crescente de especialistas de saúde mental esteja dando uma olhada honesta nos fatos com relação à conduta homossexual e à terapia de orientação sexual, há outros sinais que prognosticam um futuro ainda mais sombrio para a profissão.

Em 1998, a AAP divulgou um estudo de três pesquisadores de psicologia da Universidade Temple, da Universidade da Pensilvânia e da Universidade de Michigan, afirmando que o “potencial negativo” do sexo adulto com crianças é “exagerado” e que “a vasta maioria dos homens e das mulheres não relataram nenhum efeito sexual negativo de suas experiências de abuso sexual”. O estudo chegou a afirmar que um grande número das vítimas relatou que suas experiências foram “positivas”, e sugeriu que a frase “abuso sexual infantil” fosse substituída por “sexo entre adultos e crianças”.

A AAP não só aprovou o estudo por meio de seu processo que passa pela revisão de outros especialistas, onde foi aprovado por muitos psicólogos associados à AAP, mas chegou a publicá-lo numa de suas revistas, a Psychological Bulletin. Além disso, quando a Dra. Laura Schlessinger, apresentadora de programa de rádio, e vários grupos pró-família levantaram objeções, a AAP defendeu o artigo por um ano inteiro. Quem também o defendeu foi a Associação Americana para o Avanço da Ciência, que friamente declarou que “não viu nenhuma evidência clara de aplicação indevida de metodologia ou outras práticas questionáveis por parte dos autores do artigo”.

Embora a óbvia insanidade e destrutividade do conteúdo tivessem que ter impedido a AAP de publicar o artigo em primeiro lugar, os libertinos sexuais que dão as ordens na AAP só divulgaram uma retratação silenciosa depois que o Congresso dos EUA entrou na briga, aprovando uma resolução sem precedentes condenando o estudo.

A publicação do estudo foi apenas um exemplo da insanidade perpetrada por profissionais de saúde mental em revistas revisadas por especialistas. Um dos três autores do estudo, Robert Bauserman, é conhecido por ter publicado no passado “estudos” em defesa da pedofilia, inclusive um estudo na hoje extinta revista Paidika, a Revista da Pedofilia, cujos editores confessaram ser pedófilos.

Desde o artigo de 1998, Bauserman e seu colega autor Bruce Rind continuaram a escrever mais artigos defendendo o abuso sexual infantil. Seus artigos apareceram em tais revistas de grande circulação como Archives of Sexual Behavior (2001) e Clinical Psychology (2003). Ao que tudo indica, a classe de psicólogos se sente à vontade com o trabalho de Bauserman e Rind, e pretende continuar a publicar o que eles escrevem.

Outro psicólogo que defende o abuso sexual de crianças é o Dr. Theo Sandfort. Ele recebeu aceitação, ratificação e reconhecimento das profissões de saúde mental, e é atualmente professor associado de Ciências Sócio-médicas Clínicas (em Psiquiatria) na Universidade de Columbia. Sandfort publicou um estudo de 1981 que afirmava que mesmo meninos de 10 anos tinham experiências “positivas” em seus “relacionamentos sexuais” com adultos.

Enquanto era co-diretor do programa de pesquisas do Departamento de Estudos Gays e Lésbicos da Universidade de Utrecht, Holanda, Sandfort entrevistou 25 meninos entre as idades de 10 e 16 que estavam em tais “relacionamentos sexuais” — isto é, eles estavam sendo abusados sexualmente por adultos. Aliás, os próprios abusadores levavam suas vítimas até Sandfort de modo que eles as pudesse entrevistar. Quando as vítimas deram para Sandfort suas respostas “positivas”, ele convenientemente as gravou.

“Praticamente para todos os meninos… o contato sexual em si foi experimentado de forma positiva”, escreveu Sandfort, sem um pingo de ironia.

O fato de que Sandfort estava promovendo o abuso sexual de menores com a ajuda de seus abusadores não parece tê-lo deixado incomodado. Nem incomodou seus então funcionários na Universidade de Utrecht. Nem incomodou a Universidade de Columbia, que mais tarde lhe deu um cargo de professor, mesmo depois que ele continuou a escrever artigos tais como “Pedophile relationships in the Netherlands: Alternative Lifestyles for Children?” (Relacionamentos Pedófilos na Holanda: Estilos de Vida Alternativos para Crianças?) e livros tais como “Childhood Sexuality: Normal Sexual Behavior and Development” (Sexualidade Infantil: Conduta e Desenvolvimento Sexual Normal) em 2000.

Não incomodou a AAP também, que nomeou Sandfort como membro oficial da AAP desde 2002.

A defesa e até mesmo a promoção de especialistas de saúde mental que defendem o abuso sexual de crianças é um movimento apavorante, mas que dava para se esperar, pois é um efeito que vem aumentando em tamanho desde que a elite da AAP adotou o hedonismo sexual. Essas mudanças ameaçam não somente os homossexuais, que são enganados pelo argumento sedutor de que não há nada com que se preocupar com sua orientação, mas ameaçam também a própria psicologia e psiquiatria.

O resultado da atual batalha envolvendo a ciência da homossexualidade poderá bem decidir o futuro das profissões de saúde mental. Elas se afastarão da beira do precipício ou se atirarão nele? E o que será das sociedades que dão crédito aos conselhos delas?

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/08/profissao-de-psicologos-e.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/aug/09081407.html

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