31 de julho de 2009

Cientista mais importante de Obama visualizou “Regime Planetário” de aborto forçado e campanha de esterilização forçada em livro

Cientista mais importante de Obama visualizou “Regime Planetário” de aborto forçado e campanha de esterilização forçada em livro

Peter J. Smith

WASHINGTON, D.C., EUA, 13 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Embora a escolha do presidente Obama como cientista mais importante do governo americano tenha recebido aprovação unânime do Senado americano em março, pouca menção se fez da carreira do professor de Harvard John Holdren como auto-proclamado “neo-malthusiano”. Nessa posição, Holdren defendeu o controle populacional compulsório nos EUA, inclusive aborto forçado e a adição de agentes esterilizantes na água de beber, e a criação do que ele literalmente chamou de “regime planetário” que imporia a execução dessa campanha a nível mundial.

O Presidente Barack Obama declarou em dezembro que ele havia nomeado Holdren como diretor da Secretaria de Ciência e Políticas Tecnológicas (SCPT) como parte da missão de seu governo de promover uma ciência imparcial. A meta, disse Obama, era proteger “inquirições livres e abertas” e “garantir que fatos e evidência jamais sejam torcidos ou obscurecidos por políticas ou ideologia”.

“É sobre prestar atenção ao que nossos cientistas têm a dizer, até mesmo quando é inconveniente — principalmente quando é inconveniente”, anunciou Obama.

Ocupando a posição científica mais elevada no governo de Obama, Holdren ajuda o presidente como diretor da Secretaria de Ciência e Políticas Tecnológicas e co-diretor do Conselho de Assessores de Ciência e Tecnologia do Presidente. Holdren acumulou uma lista impressionante de credenciais para seu nome: ex-presidente da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAC), membro da Academia Nacional de Ciências, ex-professor de Políticas Ambientais da Faculdade Kennedy de Governo na Universidade de Harvard, ganhador do Prêmio de Meio-Ambiente Volvo de 1993 (junto com o proponente de controle populacional Paul Ehrlich), e outros.

Contudo, nada revela melhor as opiniões envolvendo ciência e políticas globais do Assessor Científico de Obama do que seus livros sobre questões ambientais, que ajudam a dar um quadro do homem que ocupa posição de autoridade no círculo mais interno dos assessores científicos do presidente.

No começo de fevereiro, a revista FrontPage revelou pela primeira vez que Holdren havia proposto calmamente muitas prescrições para uma cruel campanha de controle populacional que se poderia aplicar aos Estados Unidos num livro publicado em 1977 intitulado “Ecoscience: Population, Resources, Environment” (Eco-ciência: População, Recursos e Meio-Ambiente). Holdren escreveu o livro juntamente com Paul e Anne Ehrlich, defensores do controle populacional, com a premissa básica de que os governos podem restringir os direitos humanos individuais “onde a sociedade tem um interesse urgente e subordinativo na regulação do tamanho da população”.

Exemplos apresentados pelos autores incluem a possibilidade de aborto forçado para atender cotas populacionais, esterilizar populações por meio da contaminação propositada do abastecimento de água com drogas de infertilidade, obrigar mães solteiras e adolescentes a escolher entre aborto e dar seus filhos para adoção e a imposição de um “Regime Planetário” para impor a execução de políticas de controle populacional, com um mecanismo de execução da lei sendo uma força policial transnacional global.

“Aliás, concluiu-se que as leis de controle populacional compulsório, incluindo até leis que exigem aborto forçado, poderiam ser sustentadas sob a Constituição existente se a crise populacional se tornasse suficientemente grave para colocar a sociedade em perigo”, escreveu Holdren na página 837.

Holdren defende essa afirmação na página seguinte declarando que “nem a Declaração de Independência nem a Constituição mencionam um direito de se reproduzir” e que para a sobrevivência da sociedade, o governo pode tanto forçar as mulheres a ter filhos quanto forçá-las a abortar.

Famílias grandes são um alvo especial de Holdren e dos Ehrlichs, que escrevem que os pais de tais famílias “contribuem para a deterioração social geral produzindo excesso de filhos” e “a lei pode exigir que essas famílias exercitem responsabilidade reprodutiva”.

Holdren avança várias idéias para o controle da fertilidade compulsório. Ele declara (págs. 786-7) que “esterilizar mulheres depois de seu segundo ou terceiro filho” pode ser mais viável do que esterilizar homens, propõe uma “cápsula esterilizante de longa duração que se poderia implantar debaixo da pele” na puberdade e então “podendo ser removida somente com a autorização do governo, para um número limitado de nascimentos”.

“Adicionar um agente esterilizante à água de beber ou alimentos básicos é uma sugestão que parece deixar as pessoas mais horrorizadas do que propostas para controle da fertilidade involuntário”, diz Holdren.

“Aliás, isso introduziria algumas questões políticas, legais e sociais bem difíceis, sem mencionar os problemas técnicos. Tais agentes esterilizantes não existem hoje, e parece que não estão sendo desenvolvidos. Para ser aceitável, tal substância teria de atender a alguns requisitos um tanto rígidos: tem de ser uniformemente eficiente, apesar de doses amplamente variadas recebidas por indivíduos, e apesar de graus variados de fertilidade e sensibilidade entre indivíduos; tem de ser livre de efeitos colaterais perigosos e desagradáveis; e não pode ter efeito nos membros do sexo oposto, filhos, idosos, bichos de estimação ou gado”.

Holdren propõe nas páginas 942-3, um mecanismo máximo de execução na forma de um “Regime Planetário — um tipo de super-agência internacional dedicada a questões de população, recursos e meio-ambiente” que controlariam e distribuiriam todos os recursos naturais e decidiriam também “o tamanho ideal para a população mundial”.

“O controle do tamanho da população poderia ficar sob a responsabilidade de cada governo, mas o Regime teria algum poder de forçar a implementação dos limites aceitos”, declara Holdren. No começo Holdren havia mencionado a criação de “uma organização internacional armada, um equivalente global de uma força policial” (pág. 917) como um meio de conquistar a segurança internacional.

Leia as citações e trechos de “Ecoscience” com fotos e scans do texto original via o blogueiro ZombieTime aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/cientista-mais-importante-de-obama.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09071401.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

30 de julho de 2009

Honduras é a fortaleza sitiada

Honduras é a fortaleza sitiada

Bruno Pontes

Honduras é uma fortaleza sitiada por bolivarianos sedentos de sangue. O Foro de São Paulo sabe que, se a democracia hondurenha resistir, surge uma pedra no caminho da dominação continental. Um exemplo triunfante de reação. Os comunistas sabem que Honduras deve ser subjugada o quanto antes, a qualquer custo.

Um resumo dos acontecimentos, já que a imprensa brasileira se recusa a contar a história toda: Manuel Zelaya e Hugo Chávez estavam prontos para instaurar o "socialismo do século XXI" (a velha ditadura do partido único) em Honduras. As instituições hondurenhas (Ministério Público, Forças Armadas, Congresso e Suprema Corte), em obediência à Constituição do país, tiraram o pirulito da boca das crianças. Zelaya, ex-futuro ditador, foi chutado antes da coroação. O chavismo foi mandado solenemente para a pqp. E isso é coisa que os democratas da região não podem tolerar: Chávez, Evo Morales, Daniel Ortega, Rafael Correa, Fidel & Raúl Castro e Lula correram para denunciar a barbaridade e prestar solidariedade ao companheiro. Também se uniram em defesa de Zelaya o resto da quadrilha da OEA, os socialistas da ONU, os socialistas da União Européia e o socialista elegante que ocupa a Casa Branca.

Mas a história que a televisão conta é outra: houve um golpe violentíssimo em Honduras, um retrocesso democrático, um estupro institucional. Os truculentos militares derrubaram o pobre Zelaya só porque o santo queria privilegiar as camadas pobres da população. Revoltante! Tudo orquestrado pela elite branca. É a única conclusão possível para os brasileiros que se desinformam diariamente lendo os nossos jornais.

Responda: você sabia que milhares de hondurenhos foram às ruas APLAUDIR a deposição de Zelaya? Enquanto eu escrevo, tarde de quarta (22), centenas deles estão novamente nas ruas de Tegucigalpa reiterando: "Zelaya, não te queremos" (escrito numa faixa que acabo de ver na internet). Você sabia que esses hondurenhos estão perplexos com a assessoria que a imprensa estrangeira está prestando a Chávez? Você sabia que Chávez e Daniel Ortega estão enviando agitadores para Honduras com o objetivo singelo de provocar o caos e forçar o retorno de Zelaya, mesmo que seja caminhando sobre poças de sangue?

Outra coisa que você não sabe. Eu informei no meu blog na tarde de domingo (19): autoridades do departamento de Investigação Criminal de Honduras apreenderam computadores do palácio presidencial que traziam, vejam que bonito, os resultados do referendo que Zelaya queria promover na marra em 28 de junho, dia em que ele foi enxotado. Não houve referendo. Mas a apuração oficial já estava prontinha! Certificada e tudo mais. Não é incrível? Ele venceu um referendo que nem aconteceu. O povo já tinha decidido entronizar Zelaya antes mesmo de ir às urnas. Isso se chama socialismo do século XXI. Esses são os bandidos que estão sitiando Honduras. Essa é a história verídica que você não vê na televisão.

Por falar em Lula, ele mandou cortar todos os programas de ajuda técnica com Honduras para isolar o governo de Roberto Micheletti. O mesmo Lula que vai dar 300 milhões de dólares para Fidel Castro reformar o porto de Mariel. Fidel, aquele que possui uma ilha há 50 anos e executa os traidores da causa. Aquele que mantém centenas de cubanos presos por cometerem crimes de opinião. Um herói para Lula e todos os bolivarianos que não suportam a ousadia hondurenha.

Bruno Pontes é jornalista. http://brunopontes.blogspot.com/

Publicado no jornal O Estado.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Divulgação: http://www.juliosevero.com/

29 de julho de 2009

Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro às autoridades brasileiras sobre a ADIN 4277

Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro às autoridades brasileiras sobre a ADIN 4277

Vossas Excelências,

venho utilizar esse instrumento para vos alertar acerca de uma atitude anti-democrática e golpista que está sendo realizada pela Procuradoria Geral da República em conluio com o Presidente do STF, o Ministro Gilmar Mendes. Um grandioso risco para o Estado Democrático de Direito. Trata-se da ADPF 178 sobre a união homoafetiva agora transformada em ADIN 4277.

A ADPF 178 da Procuradora em exercício Duprat revelou-se um abacaxi jurídico para seus impetrantes e para seu maior simpatizante manifesto o Ministro Gilmar Mendes. Processualmente não possuía pólo passivo e meritoriamente não encontrava materialidade jurídico-consitucional para sua justificativa, um erro grosseiro que refletiu uma motivação política do governo em atender a pressão dos grupos defensores dos homossexuais e seus simpatizantes que formam sua base política. Permitiu também a infeliz constatação que a Procuradoria e o STF não estão livres do domínio político do governo federal. Apesar do erro grosseiro da ação não ter pólo passivo, ao invés de rejeitá-la o Ministro deu prazo para que a Procuradora achasse o impossível que seria o tal pólo passivo da ação, e como tendo observado o caráter impraticáel e mesmo patético dessa situação , para tirar sua amiga dessa situação constrangedora orientou à Procuradora a transformar essa ação em uma ADIN, a 4277.

Nada mais infeliz que isso! Só o fato de se estar diante de uma manobra golpista clara, daqueles que não respeitam o Estado Democrático de Direito e suas regras, pode nos fazer entender como os ícones do que se deveria esperar serem o que se tem de melhor em formação e conhecimento da ciência do direito agir de forma tão crassa, tão canhestra, tão ruim, a ponto de cometer erros tão absurdos, patéticos e grosseiros. Agora adentraram por um caminho ainda mais constrangedor e sombrio na medida em que para levarem esse disparate adiante estarão expondo suas verdadeiras motivações políticas e ainda nos revelarão até que ponto e grau o STF na pessoa de seus ministros está envolvido nessa galhofa jurídico-golpista.

O principal problema disso tudo é a tentaiva do govero federal em impor seu programa passando por cima dos legítimos caminhos democráticos. Essa questão como tantas outras não podem ser resolvidas senão pelo Congresso Nacional. Como eles vão conseguir fazer o mundo jurídico e a população engolir a declaração de inconstitucionalidade da própria Constituição Federal !?!

Para demonstrar isso basta uma comparação simples entre o Art. 1723 do Código Civil objeto da ADIN 4277 e o Art. 226 § 3º da Constituição Federal.

“Art. 1.723 CC. É reconhecida como entidade familiar a união estável entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família.”

“Art. 226 CF -§ - Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, § 5º - Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.devendo a lei facilitar sua conversão em casamento.”

É notável a impossibilidade de se declarar incostitucional um artigo do código civil que é uma reprodução literal do texto constitucional. Notável é também que isso só pode ser feito pelo Congresso Nacional revisando o artigo 226 e seus artigos acima citados. Se o STF simpatiza com a mudança porque não propõe projeto de lei ao Congresso Nacional, já que é a única ação que é cabível nesse caso? Por isso peço a Vossas Excelências de bom siso e com espírito solidário a conversar com os protagonistas desse descalabro a evitar o constrangimento público e a própria vexação e desistir dessa idéia, se é que se pode chamar essa aberração de idéia.

Outro problema que esses engenheiros jurídicos devem tratar é o fato de se declararem inconstitucional o art 1723 do CC via golpe, o que farão com seus efeitos retroativos. A ADIN pode declarar inconstitucional uma norma legal ou lei, mas não pode revisá-la, adendar ou subtrair-lhe texto. Assim todos os casamentos praticados e contratados sob amparo do referido código seriam anulados? Por favor, poupem o Brasil, nossa amada pátria, desse juridicínio. Está em vossas mãos levar um pouco de lucidez e paciência a esses vossos pares acometidos de acromegalia política, e defender a Constituição Federal e a independência dos poderes da nossa amada República.

abraço a todos!

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também:

Carta de Marcio de Assis Santos Cordeiro denunciando o golpe para legalizar o “casamento” homossexual no Brasil

28 de julho de 2009

É tempo de chorar: Deputados evangélicos assinam PEC que destruirá proteção ao casamento e à família na Constituição

É tempo de chorar: Deputados evangélicos assinam PEC que destruirá proteção ao casamento e à família na Constituição

Julio Severo

Proteção especial à instituição fundamental do casamento e família na Constituição brasileira? No que depender do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), o casamento e a família deixarão de ser assuntos cruciais da Constituição. Ele é autor de uma PEC (proposta de emenda constitucional) que pretende remover da Constituição Federal nada menos do que 189 artigos.

A PEC já recebeu parecer favorável do relator na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, Sérgio Barradas Carneiro (PT-BA). Carneiro é autor do PL 2.285/07, intítulado “Estatuto das Famílias”, que tem enfrentado resistência por sua ambição de descaracterizar a família em toda a sua relevância e importância natural, banalizando-a com o único objetivo de conferir a classificação de “família” aos ajuntamentos homossexuais e outros tipos anormais.

Carneiro viu na PEC de Oliveira um meio excelente de alcançar os mesmos objetivos. Retirando o casamento e a família da prioridade e proteção constituicional, fica muito mais fácil impor deformidades legais, inclusive dando título de casamento e família às perversões homossexuais.

O perigo dessa PEC foi muito bem resumido pelo Pe. Luiz Carlo Lodi da Cruz, que disse:

Essa PEC parece ser mais uma estratégia para extinguir o que resta de proteção constitucional à vida e à família.

A modificação é de tal modo extensa e profunda que já parece caracterizar uma nova Constituição, à semelhança da EC de 1969. É estranho que o Congresso tenha legitimidade para fazer essa “emenda”.

De acordo com o substitutivo já aprovado, a “família” será um dos tantos assuntos regulados por lei ordinária (art. 75, XVII). Não gozará mais da “especial proteção do Estado” (art. 226, caput). Desaparecerá o “casamento”, a união entre “um homem e uma mulher” e as restrições atuais ao divórcio que estão no art. 226, CF. Abrir-se-ão as portas para o casamento de homossexuais e para o divórcio instantâneo. Desaparecerá também a proteção constitucional à família no uso dos meios de comunicação social (art. 221,IV, CF, um dispositivo que até hoje não foi regulamentado).

desaparecerá a proteção à criança e ao adolescente “com absoluta prioridade” (art. 227, CF).
Restará apenas o “caput” do artigo 5º, com a inviolabilidade do direito à vida.

Parece-me que temos que lutar pela rejeição total desta PEC, uma vez que é muito difícil, no momento crítico em que estamos, discernir o que poderia ser retirado da Constituição sem comprometer os valores cristãos.

A família existe antes do Estado e não é direito nem dever do Estado ou de políticos enfraquecerem a família ou a redefinirem. Portanto, toda manobra para retirar da família a proteção constitucional deve ser rejeitada por toda a sociedade brasileira.

Entretanto, graças ao número grande de assinaturas de deputados, a PEC anti-família está em condições de avançar em seus objetivos de modificar e mutilar a constituição em sua proteção ao casamento e à família.

O que não dá para compreender é porque tantos deputados evangélicos assinaram essa PEC.

Abaixo, a lista completa dos deputados (inclusive evangélicos) que, com conscientes ou não, assinaram a PEC:

CÂMARA DOS DEPUTADOS

ABELARDO CAMARINHA PSB SP

ACÉLIO CASAGRANDE PMDB SC

ADEMIR CAMILO PDT MG

AELTON FREITAS PR MG

ALEX CANZIANI PTB PR

ALINE CORRÊA PP SP

ANDRÉ DE PAULA DEM PE

ANDRE VARGAS PT PR

ANÍBAL GOMES PMDB CE

ANTÔNIO ANDRADE PMDB MG

ANTONIO BULHÕES PMDB SP

ANTÔNIO CARLOS BIFFI PT MS

ANTONIO CRUZ PP MS

ANTONIO FEIJÃO PSDB AP

ANTÔNIO ROBERTO PV MG

ARIOSTO HOLANDA PSB CE

ARNON BEZERRA PTB CE

ASSIS DO COUTO PT PR

ÁTILA LINS PMDB AM

ÁTILA LIRA PSB PI

BENEDITO DE LIRA PP AL

BERNARDO ARISTON PMDB RJ

BETO ALBUQUERQUE PSB RS

BILAC PINTO PR MG

BISPO GÊ TENUTA DEM SP

BRUNO ARAÚJO PSDB PE

CÂNDIDO VACCAREZZA PT SP

CARLOS ALBERTO CANUTO PMDB AL

CARLOS ALBERTO LERÉIA PSDB GO

CELSO MALDANER PMDB SC

CHICO DA PRINCESA PR PR

CHICO LOPES PCdoB CE

CIRO PEDROSA PV MG

CLEBER VERDE PRB MA

CLÓVIS FECURY DEM MA

COLBERT MARTINS PMDB BA

DAMIÃO FELICIANO PDT PB

DANIEL ALMEIDA PCdoB BA

DÉCIO LIMA PT SC

DELEY PSC RJ

DEVANIR RIBEIRO PT SP

DR. NECHAR PV SP

DUARTE NOGUEIRA PSDB SP

EDIGAR MÃO BRANCA PV BA

EDINHO BEZ PMDB SC

EDMILSON VALENTIM PCdoB RJ

EDUARDO BARBOSA PSDB MG

EDUARDO LOPES PSB RJ

EDUARDO VALVERDE PT RO

ELIENE LIMA PP MT

ELISEU PADILHA PMDB RS

ELIZEU AGUIAR PTB PI

ENIO BACCI PDT RS

EUDES XAVIER PT CE

EUGÊNIO RABELO PP CE

EUNÍCIO OLIVEIRA PMDB CE

FÁBIO FARIA PMN RN

FELIPE MAIA DEM RN

FÉLIX MENDONÇA DEM BA

FERNANDO CHUCRE PSDB SP

FERNANDO COELHO FILHO PSB PE

FERNANDO CORUJA PPS SC

FERNANDO DE FABINHO DEM BA

FERNANDO FERRO PT PE

FERNANDO MELO PT AC

FILIPE PEREIRA PSC RJ

FLÁVIO DINO PCdoB MA

GERALDO PUDIM PMDB RJ

GERALDO SIMÕES PT BA

GERSON PERES PP PA

GILMAR MACHADO PT MG

GIVALDO CARIMBÃO PSB AL

GLADSON CAMELI PP AC

GUILHERME CAMPOS DEM SP

GUSTAVO FRUET PSDB PR

ILDERLEI CORDEIRO PPS AC

JACKSON BARRETO PMDB SE

JAIME MARTINS PR MG

JAIR BOLSONARO PP RJ

JERÔNIMO REIS DEM SE

JÔ MORAES PCdoB MG

JOÃO CAMPOS PSDB GO

JOÃO DADO PDT SP

JOAQUIM BELTRÃO PMDB AL

JORGE KHOURY DEM BA

JOSÉ CARLOS VIEIRA DEM SC

JOSÉ EDUARDO CARDOZO PT SP

JOSÉ FERNANDO APARECIDO DE OLIVEIRA PV MG

JOSÉ OTÁVIO GERMANO PP RS

JULIÃO AMIN PDT MA

JURANDIL JUAREZ PMDB AP

LAERTE BESSA PMDB DF

LEANDRO VILELA PMDB GO

LELO COIMBRA PMDB ES

LEO ALCÂNTARA PR CE

LEONARDO MONTEIRO PT MG

LEONARDO QUINTÃO PMDB MG

LINDOMAR GARÇON PV RO

LÚCIO VALE PR PA

LUIZ BASSUMA PT BA

LUIZ BITTENCOURT PMDB GO

LUIZ CARLOS BUSATO PTB RS

LUIZ CARREIRA DEM BA

LUIZ COUTO PT PB

LUIZ SÉRGIO PT RJ

MAGELA PT DF

MANATO PDT ES

MANOEL JUNIOR PSB PB

MARCELO ALMEIDA PMDB PR

MARCELO CASTRO PMDB PI

MARCELO SERAFIM PSB AM

MARCELO TEIXEIRA PR CE

MÁRCIO FRANÇA PSB SP

MARCIO JUNQUEIRA DEM RR

MARCOS MEDRADO PDT BA

MÁRIO DE OLIVEIRA PSC MG

MÁRIO HERINGER PDT MG

MAURÍCIO QUINTELLA LESSA PR AL

MENDES RIBEIRO FILHO PMDB RS

MIGUEL CORRÊA PT MG

MILTON MONTI PR SP

MOACIR MICHELETTO PMDB PR

MOISES AVELINO PMDB TO

NATAN DONADON PMDB RO

NEILTON MULIM PR RJ

NELSON MARQUEZELLI PTB SP

NELSON MEURER PP PR

NELSON PELLEGRINO PT BA

NELSON TRAD PMDB MS

NILSON PINTO PSDB PA

ODAIR CUNHA PT MG

OSMAR JÚNIOR PCdoB PI

OSMAR SERRAGLIO PMDB PR

PAES LANDIM PTB PI

PASTOR MANOEL FERREIRA PTB RJ

PASTOR PEDRO RIBEIRO PMDB CE

PAULO HENRIQUE LUSTOSA PMDB CE

PAULO PIAU PMDB MG

PAULO PIMENTA PT RS

PAULO ROBERTO PTB RS

PAULO RUBEM SANTIAGO PDT PE

PAULO TEIXEIRA PT SP

PEDRO CHAVES PMDB GO

PEDRO EUGÊNIO PT PE

PEDRO FERNANDES PTB MA

PEDRO NOVAIS PMDB MA

PEDRO WILSON PT GO

PEPE VARGAS PT RS

POMPEO DE MATTOS PDT RS

PROFESSOR SETIMO PMDB MA

RATINHO JUNIOR PSC PR

RAUL HENRY PMDB PE

RAUL JUNGMANN PPS PE

REGIS DE OLIVEIRA PSC SP

RENATO MOLLING PP RS

RIBAMAR ALVES PSB MA

RICARDO BERZOINI PT SP

ROBERTO BRITTO PP BA

RODRIGO DE CASTRO PSDB MG

ROGERIO LISBOA DEM RJ

RÔMULO GOUVEIA PSDB PB

RUBENS OTONI PT GO

SANDES JÚNIOR PP GO

SANDRO MABEL PR GO

SEBASTIÃO BALA ROCHA PDT AP

SÉRGIO BRITO PDT BA

SÉRGIO MORAES PTB RS

SERGIO PETECÃO PMN AC

SEVERIANO ALVES PDT BA

SILVIO LOPES PSDB RJ

SILVIO TORRES PSDB SP

TAKAYAMA PSC PR

TATICO PTB GO

ULDURICO PINTO PMN BA

VALADARES FILHO PSB SE

VELOSO PMDB BA

VICENTINHO PT SP

VICENTINHO ALVES PR TO

VIGNATTI PT SC

VILSON COVATTI PP RS

VITOR PENIDO DEM MG

WOLNEY QUEIROZ PDT PE

ZÉ GERALDO PT PA

ZÉ GERARDO PMDB CE

ZENALDO COUTINHO PSDB PA

ZEQUINHA MARINHO PMDB PA

Fonte: www.juliosevero.com

Leia mais:

Estatuto de destruição: O Estatuto das Famílias pretende regulamentar e legitimar todas as formas de família e destruir o padrão de família natural

27 de julho de 2009

Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo

Autismo em crianças pode estar ligado a células de bebês abortados na produção de vacinas infantis, afirma grupo

6 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O aumento nos índices de autismo regressivo nas crianças dos EUA e da Inglaterra pode estar historicamente associado com o fato de que as empresas farmacêuticas deixaram de usar células animais na produção de vacinas para usarem células de bebês humanos abortados, um grupo está afirmando.

“Agora quando vacinamos nossos filhos, algumas vacinas também transmitem DNA contaminador de bebês abortados. Nunca se testou a segurança disso”, diz a Dra. Theresa Deisher, presidente de Sound Choice Pharmaceutical Institute (SCPI).

SCPI, um grupo de educa o público acerca do uso de materiais de bebês humanos abortados usados na produção de drogas farmacêuticas, alerta que as vacinas tríplices (sarampo caxumba e rubéola) introduzidas nos EUA e na Inglaterra em 1979 e 1988 respectivamente, foram produzidas usando células de bebês abortados, enquanto as versões anteriores eram feitas usando somente células animais. Essa troca coincide com o que o SCPI diz são aumentos “dramáticos” nos índices de autismo regressivo nas crianças, em que o desenvolvimento social e verbal de uma criança sofre uma parada.

O alerta veio em resposta à recomendação em junho feita pela Comissão Consultiva Nacional sobre Vacinas (CCNV) do Ministério da Saúde dos EUA para a realização de mais estudos sobre a segurança das vacinas com relação ao autismo. Alguns pais preocupados de filhos com autismo sustentam que há uma ligação entre vacinações infantis e autismo.

Apesar das garantias das agências de saúde e da classe científica contestando isso, um número crescente de pais está optando por não participar das campanhas governamentais de vacinação. Isso levou a Vigilância Sanitária dos EUA a formar um Grupo de Trabalho sobre a Segurança das Vacinas. Um relatório da CCNV recomendou mais estudos sobre o potencial das vacinas para contribuir com o autismo regressivo nas crianças.

O SCPI aponta para estudos que mostram um fator ambiental, “um gatilho”, que provoca a doença. Mas embora os cientistas tenham apontado para a presença do mercúrio nas vacinas tríplices, o SCPI diz que o autismo continuou a crescer depois que o mercúrio foi removido.

“As primeiras vacinas produzidas usando células de bebês abortados, tais como a MMRII, nem mesmo informam aos consumidores que DNA de bebês abortados é injetado em cada vacina”, o SCPI disse numa nota à imprensa. Vacinas introduzidas mais recentemente, diz o grupo, informam aos consumidores que elas contêm contaminação de DNA de “células diplóides humanas”, mas não dizem que essas células são de um bebê humano abortado.

“A segurança de injetar em nossos filhos DNA de bebês abortados vem sendo debatida há 40 anos, mas nunca foi estudada”, disse o SCPI.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/autismo-em-criancas-pode-estar-ligado.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070611.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

26 de julho de 2009

Novas investigações de campo confirmam cumplicidade do FNUAP na política coerciva de controle populacional da China

Novas investigações de campo confirmam cumplicidade do FNUAP na política coerciva de controle populacional da China

Kathleen Gilbert

FRONT ROYAL, Virginia, 7 de julho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Instituto de Pesquisa Populacional (IPP) está aumentando as pressões no governo de Obama por entregar 50 milhões de dólares ao Fundo de População das Nações Unidas (FNUAP) com a notícia de mais outra investigação confirmando a cumplicidade do FNUAP nas políticas coercivas de controle da natalidade na China.

Em março e maio de 2009, o IPP realizou duas investigações separadas, cobrindo 6 “municípios modelos” do FNUAP. Esses municípios em que o FNUAP afirma que suas campanhas “removeram metas e cotas de natalidade e introduziram uma abordagem de qualidade de assistência” — uma alegação que os investigadores chamam de “ultrajante”.

O investigador do IPP Colin Mason e o presidente Steven Mosher dizem que descobriram que não só as medidas coercivas permanecem em vigor, mas a situação é de algumas maneiras pior do que nos anos anteriores, quando uma investigação original levou o governo de Bush a parar o financiamento do FNUAP com o dinheiro de impostos americanos.

“Fomos pessoalmente aos lugares em que o FNUAP atua e descobrimos que a afirmação do FNUAP de ter desempenhado um papel catalítico na introdução de uma abordagem de saúde reprodutiva voluntária na China é patentemente absurda”, disse Mason. “A política é exatamente tão coerciva nessas áreas como em qualquer outra”.

“Mulheres continuam a ser presas pelo crime de engravidar”, disse Steven Mosher. “Elas continuam sendo obrigadas a abortar seus bebês. As minorias continuam sendo alvos. Os deficientes são proibidos de ter filhos. Essas violações de direitos humanos estão ocorrendo bem debaixo do nariz do FNUAP. É ridículo sugerir que os especialistas de controle populacional da ONU não sabem acerca deles”.

Em 2001, o IPP entregou ao Departamento de Estado dos EUA um dossiê das atividades do FNUAP na China. A resposta do Presidente Bush foi enviar delegados do Departamento de Estado numa segunda investigação. Embora a equipe tivesse sido bem recebida e acompanhada pelo governo chinês, as autoridades concluíram que o FNUAP era de fato cúmplice das coercivas políticas de controle da natalidade da China, e o financiamento de assistência externa foi cortado do FNUAP em 2002.

Contudo, dias depois de assumir a presidência em janeiro, o Presidente Obama anunciou que voltaria a financiar o FNUAP sem comentar as investigações.

De acordo com a lei americana, conhecida como emenda Kemp-Kasten, nenhum financiamento originário de impostos pode ir para uma organização que apóie o controle da natalidade coercivo. Quando o FNUAP foi beneficiado com 50 milhões de dólares do projeto de lei de diversas verbas, incluiu-se uma cláusula que especificamente isentava o FNUAP da proibição Kemp-Kasten.

O projeto de lei explicitamente proibia que o dinheiro fosse usado para financiar programas na China. Mas não há evidência de que o dinheiro do FNUAP é insubstituível, e poderia pois ser usado para liberar outros fundos para uso na China. Além disso, a emenda Kemp-Kasten proíbe que financiamentos sejam dados para organizações que apóiam tais programas, em vez de proibir os próprios programas.

“A lei dos Estados Unidos é clara: os dólares de nossos impostos não devem ser usados para financiar abortos ou medidas coercivas no exterior”, disse Mosher. “Mas é igualmente claro que o FNUAP está envolvido precisamente no que a lei proíbe”.

“Pedimos que o Congresso reconheça, ainda que o presidente não queira, que o financiamento ao FNUAP é de fato financiamento para o planejamento familiar coercivo na China. Tal financiamento tem de ser suspenso imediatamente”.

Mosher disse para LifeSiteNews.com numa entrevista hoje que ele ouviu os relatos de abusos de direitos humanos contados por residentes de três dos municípios “modelos” do FNUAP em maio: o Município Autônomo de Fengning Manchu e o Município de Wenshui. Em Fengning, Mosher falou com vários habitantes que confirmaram que “multas pesadas e abortos forçados são a ordem do dia”.

O IPP diz que os municípios do FNUAP também facilitam as metas eugênicas do governo chinês. Mosher falou acerca de seu encontro com uma mulher muda no município de Luan, de quem a equipe investigativa ficou sabendo que ela havia sido esterilizada a força.

“Ela era muito inteligente, e muito amistosa, e entre as pessoas mais animadas que encontrei enquanto eu estava na China — ela se comunicava mediante gestos manuais”, disse ele. “Então chegamos ao assunto de filhos, e ela havia sido esterilizada, porque era muda. E o que as pessoas não percebem acerca da política de um só filho na China é que é também uma política eugênica…

“Bebês deficientes são mortos no nascimento; se uma pessoa com uma deficiência se inscreve para se casar, ela poderá receber permissão para casar, mas primeiro precisa ser esterilizada. Portanto, a China não quer nenhum filho de pessoas que nasceram mesmo com pequenas deficiências”.

Mosher disse que um relatório acerca das investigações mais recentes seria completado nesta semana e enviado para várias autoridades do governo de Obama, que não deram nenhuma resposta à investigação do IPP em março envolvendo semelhantes municípios “modelos” do FNUAP na China.

Mosher expressou frustração com a disposição de Obama de aceitar as próprias alegações do FNUAP sem fazer crítica alguma, em contraste imenso com a reação do governo de Bush em 2001.

“Se não acreditam em nós, o governo deveria examinar por si mesmo este problema”, disse ele.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

U.S. Dept. of State Announces $50 Million Contribution to UNFPA
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/mar/09032712.html

On-the-Ground China Investigation Re-Confirms UNFPA Complicit in Coercive One-Child Policy
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/mar/09032501.html

Congress Snubs Proposed Amendments Blocking Coerced Abortion/Sterilization Funding
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/feb/09022605.html

UNPFA Loses $235 Million Due to Pro-Life Group’s Efforts
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jul/08070206.html

UNFPA Supports Coercive Family Planning-Including Forced Abortion-in China
http://www.lifesitenews.com/ldn/2001/oct/011005c.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/07/novas-investigacoes-de-campo-confirmam.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jul/09070709.html

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25 de julho de 2009

Manobra no STF para que ADPF 178 (que defende a união homossexual) não seja extinta

Manobra no STF para que ADPF 178 (que defende a união homossexual) não seja extinta

Dr. Zenóbio Fonseca

Brasília — Manobra processual aceita pelo Presidente do STF em 22/07/2009 evita que a ADPF 178, que requer o reconhecimento da união de homossexuais como entidade familiar (casamento), seja extinta por falta dos requisitos legais básicos para a sua propositura e regular tramitação, ou seja, impede que a referida ação vá direto para a caixa do arquivo.

A ADPF 178 foi proposta em 02/07/09 pela Procuradora-Geral Interina Deborah Duprat, que nos poucos dias de sua chefia interpôs também Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI 4275, pede ao STF o reconhecimento do direito de transexuais a mudar de nome.

O exercício da interinidade da procuradora foi muito comemorado pelos ativistas gays, pois em poucos dias o STF foi “bombardeado” com ações de interesses direto da comunidade GLTB, que podem ter efeitos vinculantes em todo o território nacional. O Presidente Lula colaborou estrategicamente com esse fato ao demorar na nomeação do novo Procurador-Geral e deixar a interina na função sem qualquer motivo.

A procuradora interina, “provocada” através de representação do Grupo de Trabalho de Direitos Sexuais e Reprodutivos da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão e amparada com pareceres jurídicos de renomados constitucionalistas, interpôs a ADPF 178. Entretanto, apesar de todo barulho na imprensa nacional, a ação não contém os requisitos legais para sua aceitação e tramitação regular, a saber:

1) a inexistência de violação dos preceitos fundamentais apresentados: dignidade da pessoa humana (art. 1º, inciso III), da igualdade (art. 5o, caput), da vedação de discriminações odiosas (art. 3º, inciso IV), da liberdade (art. 5º, caput), proteção à segurança jurídica;

2) o pedido não está bem especificado com as suas delimitações e argumentos de quais atos do Poder Público violariam os preceitos fundamentais apresentados.

Em 8 de julho de 2009 o Presidente do STF informou à Procuradoria Geral da República (PGR) sobre os erros apresentados na ação fixando o prazo de 10 dias para esclarecimento. Essa postura pareceu mais uma dica para não extinguir a ação.

Em 13 de julho de 2009 a PGR apresenta as suas justificativas, fazendo um aditamento ao pedido inicial, incluindo um novo pedido subsidiário ao anterior, isto é, pede que a ADPF não seja extinta, que venha ser recebida pelo Tribunal como uma Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI, com pedido de interpretação conforme do artigo 1723, do Código Civil.

Verificando a iminente derrota processual, a Procuradora interina agora mirou seus ataques contra o artigo 1723 do CC, que trata da união estável, pedindo que esse artigo seja declarado inconstitucional por violar os princípios: da dignidade da pessoa humana, da igualdade, das vedações das discriminações e da segurança jurídica.

O Presidente do STF aceitou em 22/07/09 esta adequação processual determinando a reautuação do processo como Ação Direta de Inconstitucionalidade — ADI 4277 — e considerou relevante a matéria aplicando ao processo o rito abreviado.

Como se pode verificar, quer-se de todas as formas obrigar a equiparação da união de indivíduos homossexuais à entidade familiar, sob a alegação de estar ferindo a dignidade humana do homossexual.

É importante frisar que a homossexualidade é um comportamento e não um ato inerente à pessoa humana. Portanto, não se pode falar em agressão ao principio da dignidade.

A Constituição Federal no art. 226 § 3º já legislou sobre o tema e reconheceu como entidade familiar a convivência duradoura, pública e contínua, de um homem e uma mulher, estabelecida com objetivo de constituição de família, caracterizando-se essencialmente por 4 elementos: a dualidade de sexos, o conteúdo mínimo da relação, a estabilidade e a publicidade.

De igual forma, as leis nº 8.971/94 e nº 9.278/96, que regulam a união estável, afirmam ser entre homem e mulher.

Não podemos assistir de camarote a mais uma tentativa de se instituir a união homossexual no Brasil sem a intervenção do povo e sem a discussão do tema no fórum legítimo que é o Congresso Nacional. O Supremo Tribunal Federal não deve interferir para instituir um novo modelo de família, pois essa não é a vontade da nação brasileira e tal modelo é antinatural.

Um plebiscito nacional revelaria a vontade real do povo, e é por isso muitos tentam contornar a vontade do povo impondo uma ditadura gay por meio do Judiciário.

Este é um momento que exige mobilização. Não podemos aceitar passivamente que os meios de comunicação apresentem apenas uma versão do que está acontecendo, como se a manobra da Procuradora-Geral Interina Deborah Duprat fosse justa e como se o povo brasileiro fosse preconceituoso por defender a família natural à luz de valores e conceitos milenares. Temos o direito e o dever de defender a família natural.

Portanto, vamos nos mobilizar, vamos escrever artigos e vamos enviar e-mails. E a nós juristas cabe nos manifestar para defender o único conceito legítimo de família natural — que é a relação exclusiva e permanente entre um homem e uma mulher.

As pessoas são livres para escolher os seus caminhos, por mais anormais que sejam, mas não devem ser livres para impor as suas escolhas e aberrações sobre a maioria da nação brasileira.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

www.juliosevero.com

Manobra abortista e homossexualista do presidente Lula