30 de junho de 2009

Registros da Vigilância Sanitária dos EUA indicam 28 mortes em 2008 relacionadas à vacina contra o VPH

Registros da Vigilância Sanitária dos EUA indicam 28 mortes em 2008 relacionadas à vacina contra o VPH

WASHINGTON, DC, 24 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Judicial Watch (Vigilância Judicial), um grupo de interesse público que investiga e promove ações penais contra a corrupção do governo, anunciou nesta semana que obteve registros da Vigilância Sanitária (FDA) documentando 28 mortes em 2008 que podem estar associadas à Gardasil, a vacina contra o vírus do papiloma humano (VPH), além de 19 mortes em 2007.

O número total de mortes relacionadas à Gardasil é 47 desde que a vacina foi aprovada em 2006. Ao todo, a Vigilância Sanitária documentou 6.723 “incidentes adversos” relacionados à Gardasil em 2008, dos quais 1.061 foram considerados “graves” e 142 considerados de “risco de vida”.

Das 47 mortes registradas, 41 ocorreram dentro de um mês após o recebimento da vacinas e dessas mortes, 17 ocorreram dentro de duas semanas após o recebimento da vacina. Na maioria das mortes a causa é ainda desconhecida.

Judicial Watch divulgou o texto de vários dos “incidentes adversos” documentados pelo Sistema de Registro de Incidentes Adversos de Vacinas (SRIAV) da Vigilância Sanitária.

Um caso declara: “Depois de receber sua segunda dose de GARDASIL… ela conseguia rastejar, mas… precisava usar um par de muletas ou uma cadeira de rodas… Ela estava tendo dificuldades de respirar e tinha ‘enxaquecas muito fortes’ que nunca iam embora… Ela estava com inchamento na face, queixo e pulsos. A paciente foi diagnosticada com a Síndrome Guillain-Barre, degeneração da bainha mielina e neuropatia periférica. A paciente foi hospitalizada duas vezes… a paciente não se recuperou dos sintomas”.

Outro caso envolve uma moça de 19 anos sem nenhum histórico médico de problemas. Logo depois de receber a vacina Gardasil, ela experimentou efeitos colaterais. Dentro de onze dias seus sintomas incluíam “conduta agressiva, artralgia, ataques parciais complexos, confusão mental, convulsões, choros, vertigem, epilepsia, fatiga, sentimento de anormalidade, convulsões de “Grand mal”, reação imediata após a injeção, irritabilidade, mialgia, náuseas, dores, estado de prostração após os ataques, sonolência, desmaios, tremores e sem reação a estímulos”.

Os relatórios SRIAV da Vigilância Sanitária mostram que desde junho de 2008, 235 casos especificaram deficiência permanente. Havia também 29 novos casos de Síndrome Guillain-Barre e 147 casos de “aborto espontâneo” quando a vacina foi dada para mulheres grávidas.

Além disso, 62 meninas contraíram verrugas depois de receber as vacinas. Esse problema é de importância particular, diz Judicial Watch, pois oa, que foi planejada para impedir novas variantes de verrugas genitais, não deveria reagir com outras variantes de VPH. Contudo, não só mulheres que antes eram saudáveis experimentaram verrugas genitais depois da vacinação, mas 21 meninas acabaram ficando com verrugas em outras áreas, geralmente na face, mãos e pés, e num caso, “no corpo inteiro”.

“A Vigilância Sanitária tem a obrigação de ser a guardiã da saúde pública, mas esse órgão continua a ignorar o que parece ser um problema de saúde pública extremamente sério. A campanha de relações públicas que a indústria farmacêutica Merck, os políticos e as autoridades de saúde pública estão fazendo em favor da Gardasil precisa de uma pausa, de modo que essas reações adversas possam ser mais estudadas”, disse Tom Fitton, presidente de Judicial Watch. “Os problemas já sérios associados com a Gardasil parecem estar ficando piores. Ninguém deveria forçar essa vacina em meninas”.

Esses relatórios podem ser lidos integralmente aqui: http://www.judicialwatch.org/

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/registros-da-vigilancia-sanitaria-dos.html

Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09062405.html

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Confira também:

Informações sobre vacinas infantis

Obama celebrará “aniversário” do movimento homossexual — os Tumultos de Stonewall

Obama celebrará “aniversário” do movimento homossexual — os Tumultos de Stonewall

Kathleen Gilbert

WASHINGTON, D.C., 25 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — A Casa Branca confirmou que o Presidente Obama convidou líderes do lobby homossexual para o Salão Leste da Casa Branca na segunda-feira para celebrar o “aniversário” do movimento homossexual. Obama comparecerá ao evento.

O gesto de boa vontade, que a Casa Branca não divulgou, ocorre depois do crescente descontentamento do lobby homossexual para com o jeito como Obama vem tratando várias questões.

Ativistas vêm condenando o fato de Obama não atacar agressivamente o Decreto de Defesa do Casamento e a política militar proibindo homossexuais assumidos, ambos dos quais Obama prometeu derrubar.

Depois de relatos de que vários líderes homossexuais haviam recebido convites, a Casa Branca confirmou o evento que celebrará 40 anos do aniversário dos Tumultos de Stonewall.

Os tumultos de junho de 1969 no Bar Stonewall na Cidade de Nova Iorque, onde um grupo de homossexuais revidou uma batida policial, é considerado por muitos como o começo formal do movimento homossexual.

“O evento da próxima segunda-feira é uma chance de a Casa Branca reconhecer as realizações dos americanos LGBT”, o porta-voz da Casa Branca Shin Inouye disse. “Esse evento foi planejado há muito tempo como um jeito de aplaudir esses indivíduos durante o mês do Orgulho Gay”.

Obama havia também decretado uma proclamação em 1 de junho declarando o mês de junho como “Mês do Orgulho LGBT (lésbico, gay, bissexual, transgênero)”.

“Devido em grande parte à determinação e dedicação do movimento de direitos LGBT, mais americanos LGBT estão vivendo suas vidas assumidamente hoje do que nunca antes”, disse a proclamação.

“O movimento de direitos LGBT realizou grande progresso, mas ainda há mais trabalho para se fazer”.

Tim Goeglein, vice-presidente de relações externas de Focus on the Family, apontou para a ironia de Obama estar celebrando os Tumultos de Stonewall depois de se recusar a participar do Dia Nacional de Oração.

“É desapontador que depois de vários anos onde o Dia Nacional de Oração foi realizado no Salão Leste da Casa Branca, o dia infelizmente neste exemplo não é valorizado no mesmo grau”, disse Goeglein.

“É um erro não poder comemorar o Dia Nacional de Oração nos níveis mais elevados, e temos muita esperança de que isso será retificado no próximo ano”.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

President Obama Declares June 2009 ‘LGBT Pride Month’
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09060208.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/obama-celebrara-aniversario-do.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09062507.html

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29 de junho de 2009

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

Deputados evangélicos do Rio se omitem na aprovação de leis que transformam orixás, caboclos e “entidades espirituais” em patrimônio do Estado

Dr. Zenóbio Fonseca

A Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro nas últimas semanas aprovou 3 leis que transformam a Umbanda, o Candomblé e o Dia de Iemanjá como patrimônio e propriedade imaterial do Estado do Rio de Janeiro, passando a ter garantias legal e constitucional em razão dessa aprovação.

Autorias

O deputado estadual Gilberto Palmares, do PT, foi o autor do Pl 2274/09 que estabelece umbanda como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. Ele é também o autor do PL 2303/2009 que estabelece o candomblé como patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro. O deputado estadual Átila Nunes, do DEM, foi o autor do Pl 1917/2008, que estabelece o Dia de Iemanjá como patrimônio imaterial do Estado.

O fundamento alegado foi que se trata de justa homenagem a tais manifestações religiosas no Estado.

Base Legal

A Constituição Federal prevê no art. 216 que os bens de natureza imaterial constituem patrimônio cultural brasileiro e que os danos e ameaças a eles devem ser punidos na forma da lei, isto é, eles recebem a proteção direta do Estado.

A transformação de entidades espirituais como os orixás e os caboclos em patrimônio e propriedade imaterial de início obriga o Estado do Rio de Janeiro a repassar dinheiro para divulgação e proteção dessa chamada “cultura religiosa” nas repartições públicas através das Secretarias de Cultura, Turismo, Educação, Segurança, pois a lei lhe concede esse “poder” a essas religiões/cultura.

Discussões e omissões

Os projetos de leis foram aprovados em 2 votações sem quase nenhuma discussão ou obstáculo pelo Plenário da ALERJ, pois o único parlamentar a questionar as referidas leis foi o deputado evangélico Edson Albertassi, do PMDB, que como presidente da Comissão de Orçamento deu parecer oral contrário aos projetos e quando da votação em plenário votou contrário.

Fato negativo durante as votações em plenário, que ocorreram em dias diferentes e em dois turnos de votação, foi à omissão por parte de diversos deputados evangélicos que estavam em plenário durante a votação (alguns saíram quando o projeto entrou em votação) dos projetos de lei e não discutiram a matéria para questionar entre outras coisas: a constitucionalidade das propostas em razão da criação de encargos ao poder executivo, o repasse de verbas, a separação do Estado e a religião e outros aspectos relevantes pela reprovação das propostas.

O que nos chama atenção é que alguns desses deputados evangélicos que se omitiram em enfrentar o debate e as votações, não registrando publicamente a sua opinião e voto, dirigem-se na época eleitoral para o seu público evangélico dizendo ser como atalaias e defensores de valores e princípios, etc.

Essa não é a primeira vez que tais parlamentares se omitem em votações relevantes para a população que os elegeu, pois na aprovação do Dia Mundial do Orgulho Gay no Rio a história se repetiu.

Se continuar dessa forma, o Rio de Janeiro será um Estado onde todas as “entidades espirituais” das religiões afro-brasileiras serão patrimônio imaterial e espiritual através das leis.

Há outros projetos de igual conteúdo do deputado Átila Nunes que estão para entrar na pauta de votação da ALERJ, transformando novas “entidades espirituais” das religiões de religiões afro-brasileira em patrimônio imaterial do Estado do Rio de Janeiro.

Não vou fazer aqui comentários sobre as repercussões espirituais para o Estado com a aprovação dessas leis, mas quem tem conhecimento espiritual, faça a sua análise.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Divulgação: www.juliosevero.com

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28 de junho de 2009

Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar algum” em nossas escolas, pois promove a promiscuidade

Governo da Índia diz: A educação sexual “não tem absolutamente lugar algum” em nossas escolas, pois promove a promiscuidade

Hilary White

NOVA DELHI, ÍNDIA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O governo da Índia rejeitou os programas de educação sexual ao estilo ocidental, dizendo que não fazem nada para resolver o problema da gravidez entre adolescentes, mas só agrava o problema de promover a promiscuidade sexual.

Um relatório do governo sobre o assunto foi divulgado em resposta a uma petição lançada pelos cidadãos contra uma decisão do Ministério Federal de Desenvolvimento de Recursos Humanos (DRH) para iniciar educação sexual nas escolas. O programa havia sido elogiado como um meio de impedir a propagação da AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis. Os materiais para professores e facilitadores da Índia incluíam detalhes explícitos sobre “métodos alternativos” de sexo, inclusive sexo anal e oral, apresentados como meios de evitar a AIDS.

De acordo com o governo, o currículo preparado com material do UNICEF, havia “chocado a consciência” do país e foi descrito como “muito alarmante”. Se implementado, o relatório disse, “promoveria promiscuidade da pior espécie”. O relatório foi divulgado em março por uma comissão do senado do Parlamento Indiano, e diz que a introdução da educação sexual nas escolas da Índia deve pelo menos ser adiada até que a questão seja totalmente debatida em público.

A posição do governo indiano contrasta fortemente com a posição do Ocidente, que, em reação às crescentes taxas de gravidez e doenças sexualmente transmissíveis entre adolescentes, vem invariavelmente aumentando o acesso a anticoncepcionais e aborto grátis e expondo crianças cada vez mais novas a uma educação sexual mais explícita.

O testemunho de testemunhas e peticionários em que se baseou o relatório foi uma crítica pungente dos efeitos que tais programas estão tendo nos países que os adotaram. Os peticionários disseram para a comissão que o proposto currículo “seria um golpe na raiz da estrutura cultural de nossa sociedade nutrida durante milênios”.

Se implementado, disseram os peticionários, o programa “corromperia os jovens indianos e levaria ao colapso do sistema educacional”. Em grande parte, disseram eles, tais programas não são nada mais do que uma “educação para vender camisinhas” que levará à criação de uma “sociedade imoral” e a um aumento de famílias de mães solteiras.

O relatório acusou o Ministério DRH, em seus esforços de suprimir a petição, de usar “jargão técnico e eufemismo” a fim de minimizar os temores dos peticionários.

Tão explícito era o material em questão que no processo de sua apresentação à comissão, pediu-se aos peticionários que não fizessem uma apresentação de PowerPoint porque a comissão “não estava se sentindo à vontade com ela e poderia ser vergonhoso, principalmente para as senhoras membros e outras mulheres presentes”.

Os peticionários haviam apontado para a crescente taxa de gravidezes entre adolescentes de outros países, observando que na França, as escolas são equipadas com enfermeiras para distribuir “pílulas anticoncepcionais” para meninas na manhã após um “sexo inseguro”. O relatório também notou a situação na Grã Bretanha, onde as escolas estão “ligadas a centros de aborto para eliminar as gravidezes das adolescentes.

Pratiba Naitthani, um co-peticionário e professor, disse para a comissão que “nada é mais seguro do que a abstinência sexual até o casamento”.

Para ler o relatório complete em inglês, clique aqui.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/governo-da-india-diz-educacao-sexual.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061202.html

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27 de junho de 2009

Homem que atirou no Museu do Holocausto era socialista que odiava o Cristianismo, os conservadores e os judeus

Homem que atirou no Museu do Holocausto era socialista que odiava o Cristianismo, os conservadores e os judeus

Hilary White

WASHINGTON, EUA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — As loucuras online do homem que atirou e matou um guarda de segurança no Museu Memorial do Holocausto de Washington em 10 de junho mostram que ele não se encaixa na descrição de “direitista” ou extremista “cristão conservador” que vem sendo dada nos grandes meios de comunicação desde o tiroteio.

Num de seus muitos artigos cheios de ódio, o atirador James von Brunn, de 88 anos, escreveu: “O Cristianismo e o Holocausto são embustes. O ‘Cristianismo’ destruiu a civilização romana. A ‘Religião do Holocausto’ está destruindo a civilização ocidental”. Entre si, ele disse, eles destruíram a “reserva genética ariana”.

Ele escreveu: “O socialismo representa o futuro do Ocidente”.

Antes de ser detido, von Brunn, um supremacista branco e neonazista, matou Stephen T. Johns, um guarda de segurança de 39 anos no museu. Von Brunn era muito conhecido das autoridades federais por seu longo histórico de violência e radicais opiniões anti-semitas.

Von Brunn entrou no Museu Memorial do Holocausto no National Mall de Washington carregando um rifle de calibre 22 e atirou em Johns a queima roupa. Ele está em condição crítica depois de levar tiros de dois outros guardas de segurança e está enfrentando acusações de assassinato e violações de armas. O FBI também está investigando possíveis acusações de direitos civis e crimes de ódio.

Von Brunn escreveu que ele cria que o Cristianismo é uma seita criada por São Paulo e proliferada por judeus. O conjunto de “conceitos, doutrinas e ensinos perigosos, imbecis e muitas vezes traiçoeiros destruiu o Império Romano e encharcou o solo da Europa de sangue ariano durante quase 2000 anos!”

Os meios de comunicação noticiosos de tendência esquerdista atacaram o tiroteio culpando a proliferação de “ódio” e “discórdia” provocados pelo conservadorismo político e religioso do governo Bush. Especialistas rapidamente ligaram o tiroteio no Museu do Holocausto ao assassinato de George Tiller, o aborteiro que abortava bebês no último mês de gestação, como evidência do tipo de “extremismo direitista” identificado como ameaça à segurança nacional num relatório governamental de abril preparado pelo Ministério de Segurança Nacional.

Michelle Kraus, num editorial no jornal Huffington Post, escreveu: “O ódio está fora do controle nos anos pós-Bush”.

“Os anos Bush”, escreveu Kraus, “ainda nos afetam. Eles são os mestres da mensagem que se infiltrou profundamente na sociedade com sementes de medo e ódio… Todas as questões mais importantes que os EUA defrontam foram manchadas pelas mensagens polarizadas — quer sejam leis para tratar de crises climáticas, proliferação nuclear, paz no Oriente Médio, pesquisas e tratamento com células-tronco, direitos reprodutivos para as mulheres, reforma da saúde pública ou casamento gay”.

Martin Sieff escreveu para a UPI: “O ataque de von Brunn veio não muito depois que um médico que realizava abortos em bebês de nove meses foi morto em Wichita, Kansas, alegadamente por um homem com convicções anti-aborto… É irônico que o FBI, o Ministério de Segurança Nacional e sua ministra Janet Napolitano tenham todos sido muito criticados por um relatório interno que enumerava o extremismo direitista como uma fonte provável de violência terrorista”.

Mas os esforços da esquerda para pintar von Brunn como um “extremista direitista” ignoram a evidência de que o atirador não era um “conservador”, mas se proclamava como socialista “ariano” que odiava o Cristianismo e a classe política conservadora dos EUA e também os judeus. Ben Johnson, o editor geral da Revista FrontPage, observou que as próprias loucuras de internet de von Brunn contra os cristãos e os “neo-cons” são parte de uma conspiração judaica para minar a raça branca.

O fanatismo racista confuso de von Brunn e suas opiniões carregadas de conspirações desafiam racionais classificações políticas, disse Ben Smith, escrevendo no site Politico. Smith observou que depois do tiroteio, dois agentes do FBI visitaram os escritórios do Weekly Standard, uma revista política conservadora popular nos EUA, e disseram para os funcionários que o endereço da revista havia sido achado num pedaço de papel ligado a von Brunn, e perguntaram se o Standard havia recebido ameaças.

Smith escreve que as “raízes supremacistas brancas de von Brunn o colocam sob a categoria de um ‘extremista direitista’, mas a essência de suas opiniões… são radicais demais para se encaixar numa classificação política convencional”.

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Homeland Security Pulls Report Calling Pro-Life Activism Sign of Violent “Rightwing Extremism”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051509.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/homem-que-atirou-no-museu-do-holocausto.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061201.html

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Professor despedido por Bíblia na mesa processa distrito escolar em tribunal federal

Professor despedido por Bíblia na mesa processa distrito escolar em tribunal federal

Peter J. Smith

MOUNT VERNON, Ohio, EUA, 12 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um professor de escola pública do nível 8 diz que foi demitido por recusar remover sua Bíblia pessoal de sua mesa de sala de aula. Agora, ele está colocando o distrito escolar diante de um tribunal federal, processando-os por difamação e quebra de contrato.

John Freshwater, professor com 24 anos de experiência, entrou com processo na terça no Tribunal Regional de Ohio contra a diretoria da Escola Municipal Mount Vernon, e seus diretores, por descontinuarem seu contrato. Ele acusa o distrito de violar a política pública de Ohio, e perpetrarem perseguição religiosa, retaliação, conspiração e difamação contra ele.

Em junho do ano passado, a Escola Municipal Mount Vernon votou unanimemente para despedir Freshwater de sua posição de ensino com base no relatório de um investigador independente, que constatou que Freshwater havia “queimado” o que apuraram ser uma cruz (e não um “x” como Freshwater afirmou) no braço de um estudante durante um rotineiro experimento científico, ensinado religião na sala de aula, recusado remover artigos religiosos da sala de aula e orado numa reunião da Federação dos Atletas Cristãos, que é um grupo liderado por estudantes cristãos onde Freshwater é conselheiro.

Contudo, o evento que evidentemente precipitou a investigação da diretoria contra Freshwater foi sua recusa de remover sua Bíblia pessoal de sua mesa de sala de aula — a única alegação significativa que Freshwater admitiu.

De acordo com o pastor de Freshwater, o Rev. Don Matolyak da igreja Assembléia de Deus Trindade, o conflito de Freshwater com a escola começou depois que ele levantou o assunto do Design Inteligente na sala de aula depois de ensinar a teoria da evolução.

“Desde então, há pessoas querendo brigar com John”, Matolyak disse para LifeSiteNews.com numa entrevista no começo deste ano. Embora a Bíblia tenha sido a causa imediata da demissão de Freshwater, o relatório investigativo feito em Freshwater indica que qualquer expressão da religião de Freshwater na escola pública, inclusive trazer outros pontos de vista para facilitar debate em sua aula da evolução biológica, foram a principal preocupação da diretoria da escola.

O “relatório Freshwater” do investigador revelou que Freshwater costumava incentiva análise crítica e debate sobre a evolução darwiniana, e distribuir materiais suplementares sobre Design Inteligente e evolução. Freshwater também contestou um artigo da revista Time que afirmava que os cientistas haviam descoberto um “gene gay” e em vez disso frisou para seus estudantes que a conduta homossexual é um assunto de escolha pessoal e pecado na Bíblia.

Em respostas a um questionário dado para estudantes que estavam iniciando o nível 9, um número declarava que a evolução era um de seus tópicos favoritos em ciência devido à abordagem imparcial ensinada por Freshwater no nível 8. Um estudante escreveu que a evolução era o assunto favorito que era coberto “porque aprendemos sobre isso e como pode e não pode ser verdade e obtivemos os dois lados da história”. Outro disse: “Gosto da aula de evolução porque sempre tivemos debates nesse assunto”.

No entanto, pelo fato de que os estudantes que estavam começando o nível 9 estavam desafiando as posições dos professores acerca da evolução, os professores se queixaram de que tinham de “re-ensinar” a evolução aos estudantes como um fato incontestável. O relatório citou uma professora que se queixou de que Freshwater estava “dando aula deturpada de ciência (isto é, que há alguma espécie de ‘diferença entre fatos e hipótese’)”, de modo que ela tinha de começar todo ano “re-ensinando os estudantes como a ciência REALMENTE funciona”.

De acordo com a Associação Internacional de Educadores Cristãos (AIEC), os funcionários da Escola Municipal Mount Vernon receberam ordens da diretoria neste ano escolar de “remover todos os materiais e manifestações religiosas de suas salas”.

“Estou contente de ver um professor de escola pública como John Freshwater disposto a sair da acomodação e lutar pela liberdade religiosa que nossos antepassados garantiram para nós por meio da Constituição dos EUA”, disse sobre o caso Finn Laursen, diretor executivo de AIEC.

“É da máxima importância que todos os educadores, estudantes e pais cristãos dêem passos à frente para insistir em seus direitos, ou esses direitos vão aos poucos ser derrubados”.

Veja o “relatório Freshwater” aqui.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Teacher Fired for Refusing to Remove Bible from Desk, Allegedly Teaching Religion in Class
Pastor says that claims that Freshwater “burned” crosses into students' arms are false

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/professor-despedido-por-biblia-na-mesa.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061207.html

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26 de junho de 2009

Ministros da saúde da América Latina concordam em promover “educação sexual abrangente” por toda a região em conferência da ONU

Ministros da saúde da América Latina concordam em promover “educação sexual abrangente” por toda a região em conferência da ONU

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente latino-americano

NOVA IORQUE, EUA, 15 de junho 2009 (Notícias Pró-Família) — Autoridades da área de saúde da América Latina e burocratas da ONU concordaram em continuar implementando “educação sexual abrangente começando na primeira fase da infância” por toda a região, inclusive instrução no uso de camisinhas e treinamento anti-“homofobia”, na recente reunião do Conselho Econômico e Social (CES) das Nações Unidas na Jamaica no começo deste mês.

O propósito principal da reunião foi reafirmar e promover a “Declaração da Cidade do México sobre Educação Sexual”, formulada no ano passado logo antes da Conferência Internacional de AIDS na Cidade do México em agosto de 2008.

A Declaração insta a implementação da “educação sexual abrangente começando na primeira fase da infância”, que, afirma, “favoreça a aquisição gradual de informações e conhecimentos indispensáveis para desenvolver as habilidades e atitudes necessárias para uma vida plena e saudável bem como reduzir os riscos de saúde sexual e reprodutiva”.

“Educação sexual abrangente” é um termo usado por grupos antifamília para denotar programas que apresentam abordagens moralmente neutras e puramente físicas que instruem os adolescentes e até crianças no uso do controle da natalidade artificial e do aborto, e apresentam práticas sexuais anormais como normais e aceitáveis.

A Declaração também afirma, em conflito com as principais autoridades científicas, que “as evidências científicas demonstram que a educação sexual abrangente, inclusive métodos de prevenção do HIV/DSTs — tais como o uso correto e consistente de camisinhas masculinas e femininas… nem apressa a iniciação sexual, nem aumenta a freqüência das relações sexuais”.

O Dr. Jose Antonio Izazola L., diretor-geral do Centro Nacional de Prevenção e Controle do HIV/AIDS do México, deu uma apresentação de PowerPoint em que ele endossou a Declaração da Cidade do México e particularmente sua meta de reduzir “em 75 por cento o número de escolas sob a jurisdição dos Ministérios da Educação que não consigam institucionalizar a educação sexual abrangente” até 2015.

Ele também declarou sua meta de “lutar contra o estigma, discriminação e homofobia”.

De acordo com o programa da reunião, publicado online pelas Nações Unidas, outros palestrantes e participantes incluíram representantes dos governos do Brasil, Uruguai e Honduras.

Links relacionados:

Mexico City Declaration of 2008

Regional Ministerial Meeting on HIV and Development in Latin America and the Caribbean Statements and Presentations

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Indian Government: Sex Education “Has Absolutely No Place” in Our Schools - It “Promotes Promiscuity”

Major Study Reveals Overwhelming Bias of "Comprehensive" Sex Education

Abstinence” or “Comprehensive” Sex Education?

Mexico Introduces Graphic Sex Education; Catholic Bishops in Outrage

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/ministros-da-saude-da-america-latina.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061607.html

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25 de junho de 2009

Lituânia aprova lei contra a propaganda homossexual nas escolas e meios de comunicação

Lituânia aprova lei contra a propaganda homossexual nas escolas e meios de comunicação

Peter J. Smith

VILNIUS, Lituânia 18 de junho de 2009 (Notícias Pró-Família) — O Parlamento da Lituânia deu aprovação final a uma lei que proíbe os meios de comunicação e as escolas de promoverem condutas adversas ao desenvolvimento dos jovens, inclusive exposição pública à violência, suicídio e propaganda homossexual.

O Seimas, que é o Parlamento da Lituânia, aprovou a lei na terça-feira. A lei proíbe a disseminação de informações públicas que sejam reconhecidas em geral como tendo efeito negativo na saúde mental e no desenvolvimento físico, intelectual e moral dos jovens. Isso inclui a propagação de informações que “incitem a opinião pública a favor das relações homossexuais e bissexuais ou da poligamia”.

Contudo, a lei atual necessita de sanções sérias contra os infratores. Os legisladores haviam debatido, mas rejeitaram por pequena margem em 11 de junho, uma emenda que teria multado ou preso os infratores com até três anos de cadeia.

A versão final da lei foi aprovada com 67 parlamentares votando a favor, três contra e quatro abstenções.

A coalizão conservadora governista apoiou a lei como parte de seus contínuos esforços para fortalecer e incentivar a família natural.

A lei precisa ainda da aprovação do Presidente, que tem dez dias para autorizar um veto depois que o projeto de lei for assinado pelo presidente do Seimas Valinskas.

A Anistia Internacional e os grupos de ativistas homossexuais condenaram o projeto de lei, alegando que viola os direitos humanos, tais como a liberdade de expressão e a proteção contra a discriminação.

Vladimir Simonko, diretor da Liga Gay Lituana declarou: “Este é uma terça negra, isto é homofobia institucionalizada”, acrescentando que sua organização pedirá que o Presidente Valdas Adamkus vete a lei.

No entanto, o parlamentar Jarosaw Narkiewicz, disse ao diário católico polonês, Nasz Dziennik, que ele crê que o Presidente Adamkus assinaria a lei.

“Os membros do parlamento chegaram a uma conclusão, de que essa conduta, que tem um efeito destrutivo nas crianças, não pode ser tolerada. A situação presente nos meios de comunicação influenciou isso”, disse Narkiewicz numa entrevista. “Estamos vendo violência crescente nos meios de comunicação, e menores de idades estão tendo acesso a isso. Tentamos também apresentar a homossexualidade ou a bissexualidade de um modo positivo, não apenas em programas de entretenimento ou entrevistas, mas também em programas educacionais. É verdade que esses tipos de condutas são contra a lei natural e contra o Cristianismo, mas esse fato é em grande parte ignorado”.

Narkiewicz acrescentou que a lei não é inteiramente satisfatória para ele já que não tem penalidades que desencorajariam grupos de violar a lei.

A parlamentar Aleknaite-Abramkiene disse para o jornal Baltic Times que os legisladores não estavam tencionando discriminar os homossexuais, mas em vez disso queriam garantir paz na comunidade e respeito pelos valores das famílias lituanas.

“A opinião pública é bem clara — eles não querem uma demonstração de sexualidade”, disse ela. “As pessoas querem viver de acordo com suas regras, com liberdade para que cada um viva como quer, mas sem intervir na vida pública e influenciar os jovens”.

“Essa lei criará um equilíbrio democrático entre a maioria e a minoria — queremos paz”.

A Lituânia e sua vizinha Látvia têm nos anos recentes se tornado importantes alvos de propagandas e demonstrações antagonizantes de ativistas homossexuais europeus, que fizeram ou tentaram fazer paradas de orgulho gay sexualmente provocantes nas capitais dos países bálticos.

Em 2007 e 2008, autoridades de Vilnius e Kowno proibiram uma demonstração tal, uma “marcha de tolerância” organizada sob a direção da Comissão Européia.

Veja cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Lithuania Holds First March for Life and Family

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/may/07050706.html

Latvian Cardinal Warns "Gay" Pride Parade a Foretaste of "True Military" Attack on Nation's Values

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/may/07051105.html

Lithuania Mayor Backs Bus Drivers in Strike Against Homosexual Ads

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/may/07051604.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/06/lituania-aprova-lei-contra-propaganda.html

Veja o artigo original aqui: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=09061805

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24 de junho de 2009

Apostando o futuro espiritual das crianças

Apostando o futuro espiritual das crianças

Olivia St. John

Amigos não deixam amigos mandarem seus filhos às escolas públicas. Assim diz Bruce Shortt, autor do livro persuasivo “The Harsh Truth about Public Schools”.

Proeminentes líderes cristãos estão proclamando que quando o assunto é educação, os fatos estão disponíveis de que a escola pública é desnecessária. Os dias de se tentar reformar as escolas do governo já se foram.

O renomado pastor evangélico e pai de filhos educados em casa Dr. Erwin Lutzer recentemente falou na convenção dos Educadores Domésticos Cristãos de Illinois. “Não há dúvida de que nossas escolas públicas traíram a confiança do público”, disse Lutzer. “E todos vocês estão firmes contra as tendências culturais — tendências que querem sexualizar seus filhos, tendências que querem que seus filhos assimilem agendas humanistas… Creio que… a escola pública de hoje não é o lugar para uma criança se você tem a intenção de criá-la para a glória de Deus”.

Numa recente coluna no jornal The Christian Post, o Dr. Albert Mohler, um proeminente intelectual do mundo evangélico, declarou que a educação escolar em casa é “uma importante força da educação americana”. Elogiando a dedicação de pais que educam os filhos em casa, Mohler declarou: “Esses pais merecem nosso respeito, nosso apoio, nossa mobilização, nossa defesa e nossas orações. Esse movimento é um sinal de esperança em nosso horizonte educacional e um fenômeno que não mais pode ser ignorado como movimento insignificante”.

Pesquisas mostram que a educação em casa agora ultrapassa todos os outros métodos educacionais em conhecimento acadêmico, sociabilização e saúde espiritual. O número de crianças que estão recebendo educação escolar em casa está rapidamente se aproximando da marca dos 3 milhões à medida que associações de educação em casa nos EUA fornecem apoio e pais assumem plena responsabilidade pela educação de seus filhos.

A educação escolar em casa é o melhor meio de cumprir completamente o mandamento de Cristo de espalhar o Evangelho, porque a educação em casa permite que os pais eduquem e disciplinem melhor seus filhos. A situação está evidentemente mudando enquanto líderes e leigos cristãos percebem que por meio de uma educação em casa centrada nos propósitos de Deus, o coração dos pais se volta para os filhos e os filhos se voltam para os pais.

Mohler reconhece que é mais eficiente ensinar uma criança em casa já que o tempo investido em escola pública consome metade das melhores horas em que a criança está desperta. Esse tempo é perdido para um pai cristão que tem como objetivo ajudar seu filho a cumprir seu potencial.

Lamentavelmente, passou muito da hora de clamar, à medida que o massacre espiritual nas vidas das crianças de escolas públicas se espalha em toda a nação. Vários estudos mostram que até 88 por cento dessas crianças perdem sua fé ao chegar ao segundo ano do colegial, enquanto apenas 2 por cento dos jovens educados somente em casa abandonam sua fé. Mentes novas tomadas cativas pelo ensino humanista ímpio das escolas públicas não mais entendem que existe uma verdade absoluta. Educados na perversão sexual, crianças cristãs exibem taxas de promiscuidade semelhantes às das crianças do mundo.

Chegou a hora de os pais que educam em casa, com ousadia e amor, repartirem as bênçãos da educação em casa com outros pais, Muitas vezes receamos ofender com a verdade, mas a vida espiritual das crianças está em risco. Esse é um trabalho missionário do mais puro tipo, pois o reavivamento de uma geração é possível. Pecado é permanecer em silêncio.

Até o diretor-executivo da Comissão Executiva da Convenção Batista do Sul, o Dr. Morris Chapman, está dizendo que é importante que a população evangélica “coloque grande ênfase em treinar uma criança no caminho em que deve andar” enquanto a criança ainda é nova. Mais e mais cristãos estão percebendo que a escola pública tem de ficar para trás nos escombros da história.

Estamos nos defrontando com duas escolhas: Ou abandonamos as escolas seculares, ou abandonamos nossos filhos ao diabo.

Quais são as chances de que seu filho que está na escola pública esteja entre os 88 por cento de crianças educadas em escolas governamentais que estão perdendo a fé?

Você vai querer apostar a vida espiritual de seus filhos?

Olivia St. John é uma escritora independente com quase 20 anos de experiência como educadora doméstica.

Fonte: WND

É certo matricular os filhos na escola pública?

URGENTE! Projeto de educação em casa em perigo no Congresso Nacional

Homeschooling: uma alternativa constitucional à falência da Educação no Brasil

A volta do profeta Elias: o que a unção de Elias representa para as famílias e para o mundo político nestes últimos dias

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23 de junho de 2009

A Sangue Frio: O que Truman Capote não queria que você soubesse

A Sangue Frio: O que Truman Capote não queria que você soubesse

Como um escritor gay ficou famoso acobertando a homossexualidade de “casal” gay que assassinou uma família evangélica

50 anos após o massacre assombroso da família Clutter, o escritor brasileiro Julio Severo questiona Truman Capote e seu livro

Julio Severo

Crimes de “homofobia” estão, estimulados por ativistas gays, rapidamente se tornando uma propaganda incessante e onipresente na mídia esquerdista. Tal propaganda está conduzindo a maioria das pessoas a ver os praticantes do homossexualismo como eternas vítimas inocentes e o restante da sociedade como opressores potenciais. Crimes cometidos por homossexuais? Isso é novidade!

Não, não é novidade. Cinqüenta anos atrás, ocorreu um crime hediondo em Holcomb, Kansas, EUA. Em 16 de novembro de 1959 o jornal The New York Times publicou a seguinte notícia sobre o crime:

Holcomb, Kan., 15 de novembro [1959] (UPI) — Um rico fazendeiro, sua esposa e seus dois filhos adolescentes foram encontrados mortos a tiros hoje em seu lar. Eles foram assassinados por tiros de espingarda a queima-roupa depois de serem amarrados e amordaçados… Não havia sinais de luta, e nada foi roubado. As linhas telefônicas haviam sido cortadas. [1]

O metodista Herbert Clutter e sua família foram brutalmente amarrados, amordaçados e assassinados dentro de casa. Esse crime deu origem a um livro em 1966 e um filme que se tornaram famosos: A Sangue Frio.

Li o livro pela primeira vez há 30 anos e fiquei impressionado e intrigado de ver como uma família metodista trabalhadora, caridosa e modesta terminou tragicamente assassinada por dois ex-presidiários. O autor, Truman Capote (1924-1984), conduz os leitores aos detalhes bizarros do crime, porém sua obra deixa no ar importantes perguntas sem respostas.

Li o livro várias vezes e durante anos me questionei: “O que foi que aconteceu? Como uma família tão boa é trucidada de forma tão cruel? Há algo estranho nesse relato”. Apesar de tudo, confiei no autor e cri na sua versão dos fatos. Só muitos anos depois é que vim a investigar pessoalmente Capote e seu livro.

De acordo com Capote, o objetivo dos dois criminosos era apenas assaltar, e a família, bastante pacífica, estaria disposta a entregar tudo. Por que os dois homens não se contentaram apenas em roubar? Por que assassinaram a sangue frio um homem, sua esposa e seu casal de filhos adolescentes que já estavam amarrados e totalmente indefesos? O que explica um crime tão irracional?

A fria omissão

O jornalismo investigativo usado em A Sangue Frio foi considerado uma obra pioneira e monumental. Mas hoje sabe-se que Truman Capote não foi completamente honesto. Seu jornalismo cometeu omissões monumentais.

J. J. Maloney, um repórter investigador e criador do site www.crimemagazine.com, forneceu evidência convincente de que os assassinos Smith e Hickock haviam iniciado um relacionamento homossexual na prisão, e que na casa da família metodista Smith “explodiu” quando encontrou Hickcock tencionando estuprar a jovem Nancy Clutter. Nesse ponto, Smith desafiou Hickock a matar a família. Esse fato, de acordo com Maloney, foi ocultado porque Capote tinha segundas intenções. Para ele, Capote registrou o crime de forma desonesta. [2]

Os dois criminosos eram amantes homossexuais e o assassinato da família evangélica inocente ocorreu porque um dos criminosos quis estuprar Nancy Clutter, a adolescente evangélica de 16 anos que estava amarrada. O parceiro homossexual, enciumado por ter sido trocado por uma linda mocinha loira, briga com seu amante. Esse foi um fato importante que o jornalismo investigativo de Capote omitiu completamente.

Essa briga envolvendo ciúme homossexual custou um alto preço: Herbert Clutter, sua esposa e filhos amordaçados foram mortos a tiros e facadas.

Por que motivo o renomado jornalista Capote acobertou a motivação homossexual do assassinato?

Invenções a sangue frio

Apesar de que A Sangue Frio é anunciado como um relato factual de “Crime Real”, muitos críticos colocam em dúvida a veracidade do livro, argumentando que Capote mudou os fatos para servirem à sua estória, adicionou cenas que nunca ocorreram, recriou diálogo e omitiu a homossexualidade dos criminosos

O escritor Phillip K. Tompkins, que viajou para o Kansas e entrevistou pessoas ligadas ao crime, escreveu na revista Esquire em 1966 que havia discrepâncias significativas nas cenas relatadas por Capote. Uma testemunha chegou a negar a veracidade de uma importante cena sobre a qual Capote escreveu. [3]

Será que as invenções e omissões no livro de Capote são o resultado de incompetência jornalística ou havia realmente segundas intenções para acobertar a verdade?

Um homossexual perturbado escrevendo sobre homossexuais perturbados…

Como os próprios criminosos sobre os quais escreveu, Capote também tinha seus parceiros homossexuais… Seus dois principais namorados, ligados a ele em relacionamentos não-exclusivos, eram Newton Arvin (de 1946 a 1949) e Jack Dunphy (de 1949 até a morte de Capote). Ele era abertamente homossexual numa época em que era socialmente tolerável entre os artistas, ainda que raramente mencionado.

Ele declarava ter muitos casos com homens que julgava-se eram heterossexuais, inclusive, assim afirmava ele, o ator Errol Flynn. Ele viajava em círculos ecléticos, passando tempo com escritores, críticos de arte, magnatas, filantropos, celebridades de Hollywood e do teatro e homens da alta sociedade, tanto nos EUA quanto em outros países.

A homossexualidade de Capote não era novidade. Seu livro de “ficção” de 1948 Other Voices, Other Rooms apresenta o personagem Joel, um rapaz que, num encontro com um decadente travesti adulto, descobre e aprende a aceitar sua própria homossexualidade. Mais tarde, o próprio Capote confessou que Joel era uma tentativa inconsciente e totalmente intuitiva de ser autobiográfico: Ele havia escrito sobre o que estava ocorrendo sexualmente em sua própria vida.

Other Voices, Other Rooms foi escrito antes de A Sangue Frio, e habilmente mostra a capacidade de Capote de manobrar a homossexualidade e os personagens envolvidos nela.

Capote levou uma existência perturbada, desde o começo de sua vida. Quando ele tinha quatro anos, seus pais, que sempre brigavam, se divorciaram. Sua mãe, que era alcoólatra e se envolveu com vários homens, não tinha tempo para ele. Ela acabou cometendo suicídio.

Na década de 1970, Capote vivia sendo internado em clínicas de reabilitação, por drogas, depressão e alcoolismo, e notícias de seus vários colapsos nervosos frequentemente chegavam até o público. Em 1978, o apresentador de programa de entrevistas Stanley Siegal fez uma entrevista ao vivo com Capote, que, num estado total de embriaguez, confessou que poderia se matar.

Depois de sua discreta biografia homossexual Other Voices, Other Rooms (1948), ele lançou, em 1955, uma obra só para crianças: Children on Their Birthdays (Crianças em Seus Aniversários)

Acobertamento a sangue frio: Por que A Sangue Frio omitiu a homossexualidade?

Casos homossexuais, drogas, depressão, alcoolismo, uma obra voltada para crianças, o acobertamento do fator homossexual durante o terrível assassinato de uma família evangélica. O que há de errado nesse quadro?

É de admirar que em A Sangue Frio Capote tivesse todo o cuidado de não mencionar termos como homossexual, homossexualidade ou sodomia? Apesar disso, a carreira de Capote chegou ao ponto máximo com esse livro, tornando-o famoso e rico.

A diferença entre A Sangue Frio e outros livros dele é que nos outros Capote usou seu estilo que, de acordo com o site homossexual www.GLBTQ.com, tinha códigos para interpretações homossexuais que dava para se ver claramente.

Entretanto, ele não deixou em A Sangue Frio códigos ou suspeitas de homossexualidade nos criminosos. Isto é, a homossexualidade, que era tão comum em seus outros livros, estava estranhamente ausente em seu relato sobre uma inocente família metodista assassinada por dois homens homossexuais.

Capote acabou passando seis anos trabalhando em A Sangue Frio. Uma grande parte da estória envolve o relacionamento dinâmico dos dois criminosos que culminou nesse crime irracional. Ele manteve longas entrevistas pessoais com Smith e Hickock. De forma especial, Smith fascinava Capote, sendo representado no livro como o mais sensível dos dois assassinos. Até hoje, persistem ainda boatos de um relacionamento romântico e até mesmo sexual entre Smith e Capote.

Homossexuais e novelas: o resultado previsível

Capote é considerado o criador da novela de não-ficção e pioneiro no Novo Jornalismo, por causa de A Sangue Frio. A diferença entre ele e seu colega homossexual brasileiro Aguinaldo Silva, escritor de novelas de ficção, é o modo como os dois lidam com a questão homossexual em suas obras.

Enquanto em suas novelas de ficção Silva apresenta os evangélicos em cenários de violência contra homossexuais, em sua novela Capote removeu a autoria homossexual de um horrendo caso de violência e agressão contra uma família evangélica — um caso que não é ficção. Só em suas novelas de ficção Capote deixava seus personagens fora do armário.

Li A Sangue Frio sem jamais suspeitar de uma motivação homossexual para o crime. Como é que eu poderia saber que a homossexualidade do autor estava guiando e decidindo o relato de um crime contra uma família evangélica? Para mim, A Sangue Frio era tudo e qualquer coisa, menos um crime homossexual.

A mesma sagacidade de Capote que habilmente introduzia a homossexualidade em suas novelas e livros habilmente a acobertou em A Sangue Frio. Ele a manobrava conforme as conveniências, pois seu jornalismo estava a serviço de sua paixão.

A paixão homossexual, que manobra habilmente a agenda gay nos meios de comunicação, custa um preço social muito elevado: Os inocentes acabam se tornando vítimas, e mentiras são usadas para acobertar os crimes homossexuais.

Jornalismo esquerdista: o que é ficção e realidade no debate homossexual

É tanta mentira que é difícil separar a ficção da realidade.

Há tantas mentiras que a sociedade está ficando cega para a verdade acerca da homossexualidade por trás de muitos crimes violentos e está crendo na ficção de que famílias evangélicas inocentes, pastores e padres são responsáveis por crimes contra homossexuais.

O jornalismo de hoje, manipulado pela influência homofascista, não só acoberta a autoria homossexual dos crimes, mas também trabalha para impor sobre os cristãos a autoria de crimes contra os homossexuais — crimes que, não raras vezes, envolvem condutas de risco, escolhas morais imprudentes e reações emocionais imaturas como ciúmes entre parceiros gays.

Pastores, padres e outros líderes cristãos respondem às falsas acusações encolhendo-se de medo num canto e repetindo incessantemente, de orelhas baixas: “Não somos assassinos de homossexuais! Amamos os homossexuais!” Em vez de proclamarem com coragem os alertas de Deus sobre as conseqüências das condutas de pecado, muitos líderes cristãos agora têm medo de dizer qualquer coisa que possa “ofender” a patrulha homossexual que fiscaliza e pune opiniões pessoais.

Os militantes homossexuais parecem exigir dos cristãos um pedido de perdão pelo “crime” de discordar do estilo de vida que eles escolheram, mas eles prestam contas pelo que aconteceu em A Sangue Frio e outros episódios de crimes violentos perpetrados por homossexuais? Claro que não. Eles escondem a verdade — inclusive o fato, registrado no meu livro O Movimento Homossexual, de que os maiores assassinos seriais dos EUA eram homossexuais — e jogam montanhas de acusações de “homofobia” sobre os cristãos.

Gays sagazes estão sempre prontos para manipular quase qualquer coisa nos meios de comunicação. Homossexuais foram assassinados? Rotule isso de crimes “homofóbicos”, e exija leis especiais, direitos especiais, etc. Uma família cristã foi assassinada por gays? Encubra o fator homossexual e deixe algum escritor gay esperto ganhar muito dinheiro e fama com isso!

Hitler era homossexual? Acuse os cristãos anti-sodomia de serem fascistas! De acordo com o historiador alemão Lothar Machtan, Hitler e muitos líderes nazistas eram gays. Mas isso não é problema. Por causa do “exemplo” de Hitler, que assassinou alguns de seus camaradas gays para encobrir a homossexualidade em si mesmo e no Partido Nazista, modernos gays sagazmente exigem proteção especial e mais e mais direitos, e se algum cristão protesta, eles o chamam de nazista intolerante.

Nem mesmo George Orwell, em sua famosa obra 1984, conseguiu antever tanta inversão paranóica!

A realidade dos crimes “homofóbicos” no Brasil

No Brasil, se você passa por uma zona de prostituição ou drogas às 2h da madrugada, você corre o risco de perder a vida. Se você não é homossexual, a violência contra você é registrada como crime normal, mas se você é homossexual, a violência contra você provavelmente será rotulada de crime “homofóbico”. Por pura coincidência, os travestis do Brasil adoram passar por zonas de prostituição e drogas às 2h da madrugada! É de admirar que a maioria dos assassinatos de homossexuais brasileiros registrados como crimes “homofóbicos” seja de travestis?

Herbert Clutter não tinha tal conduta de risco e ele e sua família não estavam visitando uma zona de prostituição ou drogas às 2h da madrugada. Contudo, um casal gay foi até ele. Hoje, se o casal de alto risco tivesse sido vítima de Clutter, o rótulo “homofóbico” seria imposto em Clutter, e o crime seria usado para avançar agressivamente a agenda gay.

Mas, mesmo quando a família Clutter inteira é a vítima, gays sagazes dão um jeito de tirar vantagem. Capote fez muito dinheiro com o assassinato dos Clutters, e fico me perguntando quantos outros assassinatos de inocentes, onde os autores são gays, estão produzindo dinheiro e fama para indivíduos gananciosos.

É claro que nem todo assassino é gay e nem todo gay é assassino. Mas é impossível negar o fato de que a homossexualidade é uma conduta de risco e um dos fatores por trás de muitos crimes horrendos. A família Clutter é apenas uma pequena amostra.

Mesmo depois de inegáveis crimes homossexuais, os cristãos são forçados a ficar na posição defensiva?

Empurrando os cristãos para a incômoda, cansativa e desagradável posição defensiva debaixo do peso de inúmeras acusações cruéis e fictícias de “homofobia”, os estrategistas homossexuais deixam a sociedade tão ocupada e sobrecarregada de propaganda jornalística enganosa que ninguém tem tempo para dar atenção às conseqüências criminais do comportamento homossexual. Essa estratégia lhes dá oportunidades de sobra para promover a agenda gay na sociedade.

Os modernos jornalistas homossexuais sabem usar sua cobertura criminal para favorecer a agenda gay. Crimes de “homofobia” fictícios se tornaram o trampolim para a conquista de muitos privilégios sociais, fama e dinheiro. Capote, em sua época, não tinha tal oportunidade e inspiração. Mas mesmo sem uma estratégia anti-“homofobia” disponível, ele fez o que era possível para usar a criminalidade homossexual contra uma inocente família cristã para obter fama e dinheiro para si.

Se tivesse sido escrito em nossa época, talvez o livro A Sangue Frio pudesse mostrar os dois homossexuais criminosos saindo do armário e poderia sugerir que a causa do assassinato foi alguma reação “homofóbica” da família evangélica que já estava amarrada e amordaçada.

Seja como for, Truman Capote conseguiu fazer muito dinheiro e fama com a tragédia de uma família evangélica. Ele merece um Oscar gay por seus incalculáveis serviços prestados para a proteção jornalística do homossexualismo.

Onde está a verdade?

A Sangue Frio representa a manipulação de todos os jornalistas homossexuais? Não. Há uma minoria de escritores e jornalistas homossexuais que são honestos e equilibrados no que escrevem e não concordam com a manipulação e mentiras. De forma semelhante, muito embora haja também escritores e jornalistas heterossexuais que são manipuladores e enganadores em seu uso dos meios de comunicação, eles não representam todos os seus colegas heterossexuais. Há um pequeno número de escritores e jornalistas que odeia mentiras.

No entanto, a triste verdade é que hoje em dia os heterossexuais cristãos estão sendo mais e mais apresentados de uma forma distorcida e desonesta numa tentativa clara de responsabilizá-los por muitos crimes contra quem pratica o homossexualismo. E muitos crimes perpetrados por homossexuais são contados de uma forma tão torcida que escondem esse fato do público.

Homossexualidade, verdade e honestidade

No Brasil o deputado federal Clodovil Hernandes (1937-2009), um homossexual assumido, nunca deu apoio algum aos direitos homossexuais. Aliás, ele era inimigo público de Marta Suplicy, a parlamentar feminista, socialista, pró-aborto e educada nos EUA que apresentou na Câmara dos Deputados o primeiro projeto de lei de parceria do mesmo sexo em 1985.

Recentemente, em entrevista publicada na revista Veja, feita poucos dias antes de sua morte, o repórter perguntou: “Por que o senhor não apresentou nenhum projeto defendendo o direito dos homossexuais?”

Clodovil, que não era cristão, respondeu: “Deus me livre. Quais direitos? Direito de promover passeata gay? Não tenho orgulho de transar com homem.

Como Capote, Clodovil era homossexual, mas diferente de Capote, ele nunca acobertou a verdade sobre sua homossexualidade.

A verdade não é um jogo e não é prisioneira de ninguém. Aqueles que escolhem manipulá-la ou escondê-la acabam se tornando cúmplices e prisioneiros de mentiras. Conveniente ou não, a verdade importante nunca deve ser acobertada, mas ser sempre acessível ao público. Muito embora seja evitada por muitos nos meios de comunicação, aqueles que se esforçam para servir e honrar a verdade, quer sejam jornalistas ou não, quer sejam escritores ou não, fazem um grande serviço para a humanidade e são dignos de honra.

A verdade é importante. Clodovil, que no passado era um famoso apresentador de programas de TV, era honesto e sincero sobre suas próprias falhas e sobre a realidade de seu estilo de vida. Ele morreu recentemente como um dos brasileiros mais admirados e como o homossexual brasileiro mais respeitado.

Honestidade e verdade, quer num homossexual ou heterossexual, quer num jornalista ou não, atraem admiração e respeito.

Veja também este artigo em inglês, escrito por Julio Severo: In Cold Blood: What Truman Capote did not want you to know

Fonte: www.juliosevero.com

Leia também estes artigos de Julio Severo:

Onde estão os espancadores e assassinos homossexuais?

Gays, perseguição e mentiras: a novela de sempre

Clodovil e a homossexualidade

Leia também em inglês:

In Cold Blood: A Dishonest Book

Notas:

[1] http://74.125.95.132/search?q=cache:6JkAVERI6joJ:www.nytimes.com/books/97/12/28/home/capote-headline.html+%22wealthy+wheat+farmer%22&cd=1&hl=en&ct=clnk&gl=us

[2] http://www.crimemagazine.com/CrimeBooks/incold.htm

[3] http://www.authorsden.com/visit/viewArticle.asp?id=4155