31 de maio de 2009

Levi’s coloca fita pró-“casamento” homossexual em novo jeans

Levi’s coloca fita pró-“casamento” homossexual em novo jeans

Thaddeus M. Baklinski

SAN FRANCISCO, EUA, 28 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Levi Strauss & Co., o fabricante de jeans que há muito lidera o apoio corporativo ao ativismo homossexual, apareceu com uma nova estratégia de marketing que poderá ludibriar os consumidores que compram seus produtos, levando-os a mostrar apoio pelo “casamento” do mesmo sexo.

As lojas da empresa em Nova Iorque, Los Angeles, Chicago e San Francisco exibirão a linha de verão de jeans e camisas adornadas com “Laços Brancos pela Igualdade”, símbolo que denota apoio ao “casamento” homossexual.

O símbolo, uma fita branca com um laço, foi desenvolvido por uma empresa de comunicação da Califórnia para tirar vantagem da oposição à aprovação da Proposta 8, a emenda constitucional de proteção ao casamento normal aprovada pelos eleitores da Califórnia. A fita branca com laço imita as várias campanhas de fitas, tais como a fita rosa para a campanha contra o câncer de mama.

Comentando acerca do fato de que a empresa está misturando ativismo comercial e político, o vice-presidente sênior de serviços criativos globais da Levi’s, Rene Holguin, disse: “Nossa equipe de design estava buscando algo que ecoaria além da moda apenas, mas se encaixaria no tema de nosso produto branco”.

Os funcionários das lojas que estão mostrando as roupas com fitas brancas de laço foram orientados a envolver os clientes com esclarecimentos sobre o símbolo da agenda homossexual, esperando que os clientes sejam instruídos por meio de uma “conversa informada”.

“Temos chamadas telefônicas semanais com os gerentes de nossas lojas e enviamos informações detalhadas sobre a organização Fita Branca e também maneiras em que estamos como empresa apoiando a igualdade do casamento para todos”, a diretora de marketing de marcas e relações públicas da Levi’s, Erica Archambault, disse para o jornal New York Times. Ela acrescentou que quer que a equipe de vendas “seja instruída e apta a ter uma conversa informada que seja mais interativa do que ler um cartão ou algo parecido”.

A Levi Strauss, com sede em San Francisco, foi a primeira empresa da Fortune 500 a estender benefícios de saúde para casais homossexuais e deu grande apoio financeiro para o Conselho Empresarial de Igualdade Não à Proposta 8, que foi formado para se opor às iniciativas de definir o casamento como sendo entre um homem e uma mulher na constituição da Califórnia.

A empresa deu 25.000 dólares para a Igualdade para Todos, uma coalizão que liderou a campanha contrária à Proposta 8, enquanto Robert Haas, o presidente emérito da empresa e sua esposa deram mais 100.000 dólares, de acordo com um porta-voz da empresa.

Um relatório de Business Wire declara que a Fundação Levi Strauss anunciou ontem que fará uma doação de 25.000 dólares para o Centro Nacional de Direitos Lésbicos (CNDL) e 25.000 dólares para o Centro Comunitário LGBT de San Francisco (“O Centro”).

O CNDL liderou a campanha jurídica para derrubar a Proposta 8 no Supremo Tribunal da Califórnia.

“O Centro” é um local de reuniões homossexuais informais que “organiza e planeja o futuro político e cultural da comunidade LGBT” em San Francisco.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Levi Jeans Funds Push for Homosexual “Marriage” in California
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/sep/08092911.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/levis-coloca-fita-pro-casamento.html

Veja o artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09052802.html

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30 de maio de 2009

Aprovado Dia Mundial do Orgulho Gay no Estado do Rio de Janeiro

Aprovado Dia Mundial do Orgulho Gay no Estado do Rio de Janeiro

Dr. Zenóbio Fonseca

No dia 28 de maio de 2009, foi aprovado pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), sem qualquer obstáculo da bancada chamada evangélica, o Dia de Combate à Homofobia (Dia Mundial do Orgulho Gay), que deverá ser comemorado em 28 de junho em todo o Estado do Rio de Janeiro.

A aprovação foi obtida graças ao PL nº 1151/2004, de autoria do Dep. Estadual Gilberto Palmares, do PT. A lei aprovada institui no calendário oficial do Rio 28 de junho como data de luta contra as chamadas “intolerâncias” contra os homossexuais. Com a aprovação, o governo do Rio de Janeiro deverá realizar campanhas e investir recursos para difundir as políticas afirmativas da comunidade GLTB.

Fato relevante e negativo na sessão de aprovação desse projeto de lei na ALERJ foi que nenhum deputado evangélico ou católico votou contra a aprovação dessa data homossexualista. Nenhum deles criou algum tipo de dificuldade para a aprovação do projeto petista. Pelo contrário, alguns deputados nem compareceram ao Plenário. Outros, que estavam presentes no expediente inicial (antes da votação), se omitiram e nada fizeram. As notas taquigráficas da votação espelham a realidade da atuação desses parlamentares:

“Texto da Ordem do Dia PL 1151/2004 dia 28/05/09. Anuncia-se a 2ª discussão, em tramitação ordinária, Projeto de Lei 1511/2004, de autoria do deputado Gilberto Palmares, que institui no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro o Dia do Combate à Homofobia.

O SR. PRESIDENTE (Coronel Jairo) — Em discussão a matéria. Não havendo quem queira discuti-la, encerrada a discussão.

Em votação. Os Srs. Deputados que aprovam a matéria permaneçam como estão. (Pausa) Aprovada. Vai a Autógrafo.”

Precisamos advertir tais parlamentares omissos de que de nada adianta agora entrarem nas comunidades cristãs pedindo o voto ideológico, dizendo que estão no Parlamento para defender idéias e princípios cristãos, pois quando surgem políticas públicas que destróem e invertem a cultura cristã, eles mantêm-se ausentes e silenciosos, deixando de defender a bandeira de sua base eleitoral.

O Estado do Rio de Janeiro com o atual governo instituiu a lei de pensão para casais homossexuais; criou uma superintendência de direito dos homossexuais e combate á homofobia, colocando como o seu chefe o presidente do grupo gay Arco Íris; criou um conselho de políticas GLTB com 40 representantes de entidades de apoio às políticas homossexuais; criou um fórum estadual de discussão de políticas estaduais; recentemente lançou o programa estadual Rio Sem homofobia. Onde vai parar o Rio?

A criação do Dia de Combate à Homofobia no calendário oficial do Estado do Rio de Janeiro era um anseio dos ativistas homossexuais, pois em 28 de junho é comemorado mundialmente pelos militantes gays o “Dia Mundial do Orgulho Gay”.

A data vem de um episódio que ocorreu em 28 de junho de 1969, na cidade de Nova Iorque, EUA. Homossexuais que freqüentavam um bar chamado Stonewall, no bairro de Greenwich Village, foram repreendidos por policiais após realizarem grande algazarra na localidade. Em resposta, eles se rebelaram contra a polícia jogando pedras, paus, colocando fogo no bar e agredindo policiais durante 3 dias.

Esse é o motivo da data comemorativa de orgulho gay: um dia em que os homossexuais agrediram policiais e atearam fogo no bar para chamarem a atenção de todos.

O projeto de lei trouxe em sua justificativa tais alegações e como sempre afirmações enganadoras sobre pesquisas de atitudes “homofóbicas”, através de pressões psicológicas e estatísticas de violência física como o motivo da criação desse dia no Estado.

Tais pretextos são por demais inverídicos e fantasiosos, pois não existe violência física contra pessoas homossexuais no Estado do Rio de Janeiro simplesmente por elas terem uma prática comportamental homossexual. Não há notícias de perseguição contra indivíduos na rua exclusivamente por eles serem gays.

O que se vê é o crescimento da violência em geral contra os cidadãos comuns, sejam homens ou mulheres, dentro de suas casas ou na rua, nos sinais de trânsito, nas comunidades carentes. Além disso, há lugares que já são conhecidos pela falta de policiamento. Consequentemente, o aumento da violência é esperado.

Há possibilidade de qualquer cidadão vir a ser vítima de violência em potencial, especialmente quando ele freqüenta lugares sem policiamento e em horários perigosos. Ele será vítima independentemente da sua condição homossexual, mas por estar em lugar onde o governo não consegue manter a ordem e garantir a proteção física dos cidadãos.

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Adaptado e divulgado por www.juliosevero.com

Igrejas britânicas serão forçadas a empregar homossexuais praticantes como líderes de jovens sob a lei de igualdade

Igrejas britânicas serão forçadas a empregar homossexuais praticantes como líderes de jovens sob a lei de igualdade

Hilary White

LONDRES, Inglaterra, 21 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — As igrejas britânicas serão forçadas a aceitar homossexuais ou “transexuais” praticantes em posições de líderes de jovens e funções semelhantes, sob a lei de igualdade que está para vir, disse o governo. A Lei de Igualdade do governo trabalhista proibirá que as igrejas recusem empregar homossexuais ativos mesmo que a religião delas sustente que tal conduta é pecado, disse a vice-ministra Maria Eagle, do Ministério da Igualdade.

A lei entrará em vigor no próximo ano, e as igrejas temem que ela as force a agir contra suas convicções religiosas numa ampla extensão de áreas. Eagle indicou na conferência chamada “Fé, Homofobia, Transfobia & Direitos Humanos” em Londres, que a lei “cobrirá quase todos os que trabalham em igrejas”.

“As circunstâncias em que as instituições religiosas poderão praticar qualquer coisa sem plena igualdade são poucas e raras”, ela disse aos delegados. “Embora o Estado não intervirá em assuntos estritamente rituais e doutrinários dentro dos grupos religiosos, esses grupos não poderão afirmar que tudo o que administram está fora do alcance da lei anti-discriminação. Os membros dos grupos religiosos têm o papel de discutir em seu próprio meio a questão de maior aceitação dos LGBT, mas no meio tempo o Estado tem o dever de proteger as pessoas de tratamento injusto”.

A lei permite isenção religiosa para papéis considerados importantes “para os propósitos de uma religião organizada”, mas restringe essa definição para aqueles que conduzem celebrações litúrgicas ou passam seu tempo ensinando doutrina.

O jornal Daily Telegraph citou Neil Addison, advogado católico e especialista em lei de discriminação religiosa. Ele disse que a lei deixará as igrejas sem forças para defenderem a estrutura de suas organizações. “Essa é uma ameaça à identidade religiosa. O que estamos perdendo é o direito de as organizações fazerem escolhas livres”, disse ele.

Os membros do Ministério da Igualdade incluem o lobista homossexual Ben Summerskill, diretor do Stonewall, principal grupo homossexual britânico. Summerskill reivindicou que as igrejas sejam forçadas a empregar homossexuais e que a polícia detenha cristãos que protestam pacificamente contra as leis homossexuais do lado de fora do Parlamento.

Tony Grew, ativista homossexual e ex-editor do site PinkNews.co.uk, escreveu recentemente que a Lei de Igualdade “estabelecerá de forma muito forte direitos homossexuais em todos os aspectos da vida pública”. Grew escreveu no PinkNews que a lei abrirá oportunidades sem precedentes para os homossexuais.

A lei, disse ele, cobrirá os ministérios principais do governo, as autoridades locais, as agências de educação, saúde e segurança policial e um grande número de outras agências públicas e particulares, inclusive igrejas e instituições administradas por igrejas. A lei imporá o “Dever da Igualdade” em todas as organizações que dão serviços públicos, disse ele, tais como casas de repouso que “terão de considerar as necessidades de casais do mesmo sexo”.

Leia a cobertura relacionada de LifeSiteNews.com:

Enforced “Diversity” will make Britain “First Modern Soft Totalitarian State”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09050602.html

UK: Religious Schools May Not Teach Christian Sexual Morals “As if They Were Objectively True”
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/mar/07030504.html

Even an Openly Homosexual Actor has Condemned New UK Law Which Would Criminalize Criticizing Homosexuality
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/oct/07101101.html

“Climate of Fear” Growing in Britain for Christian Civil Marriage Registrars
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/may/08052204.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/igrejas-britanicas-serao-forcadas.html

Veja o artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09052201.html

Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “LifeSiteNews”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de LifeSiteNews tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

29 de maio de 2009

Líderes evangélicos esquerdistas manifestam apoio a projeto de lei de “crimes de ódio”

Líderes evangélicos esquerdistas manifestam apoio a projeto de lei de “crimes de ódio”

Alex Bush

WASHINGTON, EUA, 11 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Proeminentes membros da esquerda evangélica manifestaram apoio a um projeto de lei no Congresso americano que acrescentará orientação sexual e identidade de gênero como categorias oficiais na lei de “crimes de ódio” [semelhante ao PLC 122 brasileiro].

O evangelista esquerdista Tony Campolo, fundador da Associação Evangélica para a Promoção da Educação, juntou-se a um comício em frente ao Congresso nesta semana organizado pela Campanha pelos Direitos Humanos, um grupo homossexual que divulgou manifestações de apoio do especialista evangélico em ética David Gushee, de Jim Wallis do grupo Sojourners e do pastor de mega-igreja Joel Hunter. Além disso, o comício elogiou muito o projeto de lei, que protegerá o transexualismo no ambiente de trabalho.

“Nós evangélicos que temos uma elevada visão das escrituras temos de querer justiça para gays, lésbicas e transgêneros”, disse Campolo. “A justiça é amor que se traduz em políticas sociais… Esse projeto de lei é uma chance de praticar esse amor”.

Contudo, Mark Tooley, presidente do Instituto de Religião e Democracia, respondeu ao manifesto de Campolo e outros apoiando o projeto de lei, perguntando: “Por que indivíduos que se proclamam como evangélicos estão ecoando a cultura secular ao manifestar apoio a ideologias envolvidas em ‘orientação sexual’ e ‘identidade de gênero’? Cada vez mais, é difícil distinguir a esquerda evangélica da esquerda secular”.

Os críticos das leis de crimes de ódio dizem que elas são redundantes e tentam criminalizar pensamentos e expressões verbais em vez de atos criminosos. Eles também alertam que os líderes religiosos e outros que apóiam o casamento tradicional serão vítimas potenciais de processos por “ódio” se a “orientação sexual” for transformada em categoria protegida.

Entretanto, Campolo disse que os líderes cristãos podem dizer o que quiserem “enquanto o que disserem não promover violência”. Tooley, por outro lado, respondeu que a lei de crimes de ódio é desnecessária, pois “todas as vítimas de violência já são devidamente protegidas pela lei, não importando qual a motivação dos agressores”.

Além disso, Tooley disse que “os cristãos de todas as tradições são chamados a transformar a cultura, não se conformar a ela. Mas a esquerda evangélica repete argumentos da página editorial do jornal esquerdista The New York Times e parece pensar que tal conformidade cultural ganhará aplausos”. Ele comentou: “A História mostra que os cristãos que fazem concessões acabam se tornando cristãos irrelevantes”.

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/lideres-evangelicos-esquerdistas.html

Veja o artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051110.html

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28 de maio de 2009

Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

Líder de rede de pedofilia era influente assessor de assuntos homossexuais e crianças do governo escocês

Kathleen Gilbert

EDIMBURGO, Escócia, 14 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Um dos líderes de uma rede de pedofilia descoberta na Escócia era um dos mais importantes assessores do Executivo escocês em questões homossexuais de políticas públicas voltadas para as crianças, informa o jornal britânico Daily Mail.

LifeSiteNews.com noticiou que James Rennie, o diretor de 38 anos do grupo Juventude Escocesa LGBT, foi condenado neste mês por abusar sexualmente, durante quatro anos, de um menino — iniciando o abuso quando a criança tinha 3 meses de idade. Amigos deixavam o menino com Rennie, que era sua babá.

Rennie, que se demitiu de sua posição na Juventude Escocesa LGBT depois de sua prisão no ano passado, fez intensa campanha de pressão política no parlamento escocês, e visitou o primeiro ministro da Inglaterra como “o mais importante e influente assessor do Executivo em assuntos gays para políticas envolvendo crianças”, de acordo com o Daily Mail.

Entre outras questões, sob a liderança de Rennie o grupo fez campanha de pressão política para que os casais homossexuais pudessem adotar crianças.

Rennie e o colega ativista homossexual Neil Strachan, que foi condenado por atacar um menino de 18 meses que ele estava tomando conta na véspera de Ano Novo em 2005, está enfrentando sentenças máximas de vida na prisão como líder de uma extensa rede de pedofilia.

Os dois homens trocavam entre si suas vítimas e imagens do abuso com outros seis homens condenados no desmantelamento da rede de pedofilia. O grupo foi condenado na semana passada em mais de 50 acusações, inclusive ataques sexuais a crianças, conspiração para abusar de crianças e posse e distribuição de pornografia infantil.

Veja a cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Diretor de grupo homossexual declarado culpado de envolvimento com rede de pedofilia
http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/diretor-de-grupo-homossexual-declarado.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/lider-de-rede-de-pedofilia-era.html

Veja o artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051411.html

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27 de maio de 2009

Elite mundial faz do controle populacional prioridade número 1 mesmo diante da ameaça da diminuição populacional

Elite mundial faz do controle populacional prioridade número 1 mesmo diante da ameaça da diminuição populacional

Comentário de John-Henry Westen

NOVA IORQUE, EUA, 25 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — Muito embora um recente estudo demográfico tenha revelado uma grande ameaça de inverno demográfico se aproximando, as riquezas dos ricos parecem crer que a explosão populacional é a principal prioridade para suas iniciativas de filantropia. John Harlow escreve hoje no jornal The Times acerca de uma reunião secreta da elite financeira global, convocada por Bill Gates, o magnata da Microsoft. Na reunião, os participantes concordaram que limitar a população mundial tem de ser sua prioridade principal.

No artigo “Clube de bilionários propõe frear a explosão populacional”, Harlow reconta que uma reunião de 5 de maio ocorreu em Manhattan. Essa reunião incluiu “David Rockefeller Jr, o patriarca da dinastia mais rica dos EUA, os financistas Warren Buffett e George Soros, o prefeito de Nova Iorque Michael Bloomberg e os magnatas da mídia Ted Turner e Oprah Winfrey”. Harlow observa que por instigação de Gates o acordo geral foi de que o controle populacional é uma grande prioridade.

O entusiasmo de Gates pelo controle populacional não é surpresa, considerando que ele mesmo já confessou ser fortemente influenciado pelas opiniões de Thomas Malthus, o guru do alarmismo da explosão populacional do século 18. Ele também confessou que seu pai era diretor de uma clínica local de aborto e planejamento familiar enquanto ele estava crescendo. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2003/may/03050902.html)

De forma importante, o Times informa que na reunião secreta, os participantes “discutiram como juntar forças para vencer os obstáculos políticos e religiosos às mudanças”.

A prioridade da reunião sem dúvida está em conflito com o catolicismo, já que recentemente o Papa Bento 16 falou do crescimento populacional como recurso, não como déficit. Em sua mensagem no Dia Mundial da Paz, lançado em dezembro, o Papa Bento 16 deplorou as “campanhas internacionais em andamento para reduzir as taxas de natalidade, às vezes usando métodos que não respeitam nem a dignidade da mulher nem o direito de os pais escolherem de forma responsável quantos filhos ter; mais grave ainda, esses métodos muitas vezes não respeitam nem mesmo o direito à vida”.

Esmagando qualquer apelo para empreender o controle populacional no nome da redução da pobreza, o papa acrescentou: “O extermínio de milhões de crianças em gestação, no nome da luta contra a pobreza, realmente constitui a destruição dos mais pobres de todos os seres humanos”.

Em sua mensagem, o papa apresentou evidências demográficas para defender suas opiniões. “Nem se deve esquecer que, desde o fim da 2ª Guerra Mundial, a população mundial cresceu quatro bilhões, em grande parte por causa de certos países que recentemente emergiram no cenário internacional como as novas potências econômicas, e estão experimentando rápido desenvolvimento, especificamente por causa do grande número de seus habitantes. Além do mais, entre os países mais desenvolvidos, aqueles com as taxas mais elevadas de nascimento gozam melhores oportunidades de desenvolvimento.

“Em outras palavras, a população está comprovando ser um recurso, não um fator que contribui para a pobreza”, concluiu o papa. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/dec/08121202.html)

O Times parafraseou o relato dado por um participante da reunião secreta que falou anonimamente, dizendo, “surgiu um consenso de que eles apoiariam uma estratégia em que o crescimento populacional seria tratado como uma ameaça industrial, social e ambiental potencialmente desastrosa”.

“Isso é algo tão apavorante que todos nesse grupo concordaram que precisa de respostas de grandes cérebros”, disse o convidado. “Eles precisam ser independentes das agências governamentais, que são incapazes de impedir o desastre que todos vemos vindo no horizonte”. Em resposta a uma pergunta acerca do sigilo, o convidado respondeu: “Eles queriam falar de ricos para ricos sem se preocupar se qualquer coisa que dissessem acabaria nos jornais, pintando-os como um governo mundial alternativo”.

Em forte contraste com as idéias dos bilionários, um recente filme contendo as opiniões de alguns proeminentes demógrafos soou o alarme acerca não de uma explosão populacional, mas de uma população que está diminuindo. Promovendo o filme “Inverno Demográfico” num evento recente, o famoso colunista Don Feder disse que o problema demográfico de taxas de natalidade mundial caindo “poderia trazer como conseqüência a maior crise que a humanidade confrontará neste século” à medida que “no mundo inteiro, as crianças estão desaparecendo”.

Feder comentou: “Em 30 anos, as taxas mundiais de natalidade caíram mais de 50%. Em 1979, em média a mulher deste planeta tinha 6 filhos. Hoje, a média é 2.9 filho, e caindo”. Ele explicou a situação observando, “os demógrafos nos dizem que com uma taxa de natalidade de 1.3, se tudo permanecer como está, uma nação perderá metade de sua população a cada 45 anos”. (http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jan/09012611.html)

Veja o artigo no Times aqui:
http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6350303.ece

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/elite-mundial-faz-do-controle.html

Veja este artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09052511.html

26 de maio de 2009

PLC 122: O que Crivella está negociando com Fátima Cleide?

PLC 122: O que Crivella está negociando com Fátima Cleide?

Negociando ou não, governo Lula sai ganhando em sua obsessão socialista de promover a luta de classes por meio de toda e qualquer lei anti-discriminação

Julio Severo

Fátima Cleide, a pitbull petista encarregada de avançar a ferro e fogo — ou mesmo por debaixo dos panos — o PLC 122 no Senado, fez uma confissão importante: Ela e o senador Marcelo Crivella estão negociando um acordo sobre o PLC 122.

Essa confissão foi feita pela própria senadora durante o recente VI Seminário Nacional pela Cidadania LGBT. Providencialmente, meu informante estava lá para captar tudo.

Um acordo entre Cleide e Crivella será vantajoso para os cristãos do Brasil? Será vantajoso para a população do Brasil?

Fátima Cleide é radical militante do PT e sua missão declarada ou não é cumprir a vontade do seu chefe Lula, que recentemente afirmou que seu governo está trabalhando para criminalizar atos e palavras contra a homossexualidade.

Quanto a Crivella, ele não é militante do PT, mas é um esquerdista aliado de Lula. Quem é que pode esquecer que o senador disse que o Evangelho é a cartilha mais comunista que existe? O que falta dizer em seguida? Que o Evangelho é a cartilha mais abortista, feminista, homossexualista, etc.?

Já sabemos o que esperar de Lula e de Cleide. Mas o que esperar de Crivella?

O líder máximo de sua igreja, Edir Macedo, apóia o aborto e sua legalização. Fingindo ter opiniões diferentes do chefão, Crivella já disse que não segue tudo o que Macedo diz.

Mas é só coincidência que Crivella, a IURD e Macedo tenham apoiado descaradamente Lula em duas eleições presidenciais? Há algo de estranho numa igreja pró-aborto andar de mãos dadas com um presidente pró-aborto?

Na inauguração do canal de notícias Record News, o próprio Lula estava lá para palestrar na abertura. Por que agora, na questão de aprovar um projeto anti-“homofobia”, os líderes da IURD não quereriam andar de mãos dadas com Lula?

Eu não estranharia se Crivella mudasse de opinião na questão homossexual. Sua igreja, que já fez dura e louvável oposição ao PT e a Lula (e ao aborto) no começo da década de 1990, se arrependeu desse “pecado”, numa manifestação pública dirigida pelo ex-bispo e ex-deputado federal Carlos Rodrigues. Depois, Rodrigues pediu, em nome da sua igreja, perdão aos adeptos das religiões afro-brasileiras. Falta o que agora para a IURD?

No caso de Rodrigues, ele teve de pedir perdão por muito mais depois de sua vergonhosa queda política por corrupção. Macedo & Cia aprenderam alguma coisa com esse episódio? Não. Seu chefão continuou firme no apoio a Lula — e ao aborto. A denominação do Rodrigues caído parece não ter percebido que quem anda com esquerdistas como Lula já está espiritualmente falido.

Não espero nada de bom de Lula e seus aliados. Fátima Cleide e Iara Bernardi, a autora do PLC 122, são aliadas de Lula. Crivella também.

Não espero nada de bom de uma denominação que apóia o massacre de bebês em gestação. E Crivella veio da própria liderança dessa igreja, jamais denunciando a posição infanticida do seu chefão — infanticida porque matar crianças, seja no ventre ou não, é infanticídio.

Gostaria que não fosse verdade que Lula é pró-aborto e pró-homossexualismo.

Gostaria que não fosse verdade que a IURD e seus líderes são pró-aborto e… bem, um informante me contou que ao entrevistar líderes da IURD em Brasília, eles revelaram que existe uma disposição na cúpula da IURD de tolerar politicamente as questões homossexuais — talvez por amor ao seu aliado Lula. Por enquanto, essa disposição ainda não saiu do armário — pelo menos, não politicamente, mas só na TV da IURD. Se o ensino bíblico de que “pelos frutos os conhecereis” está certo, o tratamento patentemente anticristão das novelas e programas da TV Record às questões de homossexualidade (e aborto) deixa todos os frutos à vista. Quem tem olhos para ver, já assistiu e viu!

Gostaria que não fosse verdade que Crivella é aliado de Lula e um dos principais líderes da IURD.

No entanto, vivemos num mundo decadente, com presidentes decadentes, deputados decadentes, senadores decadentes, igrejas decadentes e líderes cristãos decadentes, que só pensam em coisas decadentes.

Os erros políticos de Crivella têm sido devastadores. Com seu apoio, o Rio de Janeiro tem hoje um dos governadores mais pró-aborto, pró-maconha e pró-homossexualismo do Brasil. Se Lula tem seu infame programa federal Brasil Sem Homofobia, Sérgio Cabral tem seu infame programa estadual Rio Sem Homofobia.

Se não mudar, Crivella continuará cometendo erros sérios. Num evento evangélico contra o PLC 122 no Rio de Janeiro em agosto de 2007, ouvi o próprio Crivella, junto com o Dep. Manoel Ferreira (aliado de Lula e envolvido num escândalo com um movimento do Rev. Moon), dizendo que vão trabalhar para aprovar todas as leis anti-preconceito. Eles não estão nem aí se pastores e padres que denunciam a bruxaria afro-brasileira já estão sob ameaça de acusações insanas de “racismo” e “discriminação”.

Evidentemente, nem Crivella nem Ferreira desejam entrar em choque com seu aliado. Assim, mesmo aparentando apoio aos evangélicos que estão preocupados com as leis anti-“homofobia”, Crivella e Ferreira estão andando no bonde anti-discriminação do governo, dando a Lula um “Sim, Mestre” para todos os projetos que impõem mais penalidades aos chamados “preconceitos”.

Algum pastor ousou dizer que os orixás são demônios que destroem vidas? Isso é sacrilégio e preconceito contra “cultura” afro-brasileira! Portanto, o pastor deve ir para a cadeia. Se você acha que essa ameaça é irreal, veja o que está acontecendo com um pastor do Rio: http://juliosevero.blogspot.com/2008/08/pastor-que-incentivou-criminoso.html

De forma oposta, críticas ao Cristianismo são feitas 24 horas por dia, 7 dias por semana, todos os dias do ano, sem que nenhuma lei anti-preconceito consiga bocejar a mais leve ameaça aos que usam o direito de livre expressão para atacar tudo o que é cristão. Só aos cristãos é negado tal direito.

Então, que tipo de segurança e tranqüilidade os cristãos podem ter com essas leis?

Destino cruel. A população brasileira, que é esmagadoramente cristã, encontra-se hoje traída e ameaçada, porque cometeu um erro fatal em duas eleições presidenciais. Crivella e muitos outros líderes evangélicos — inclusive a CNBB — muito colaboraram para isso.

O PLC 122 nada mais é do que um projeto de lei anti-discriminação que adicionou os homossexuais como beneficiários das astutas políticas estatais de favorecimentos às minorias, em prejuízo de toda a população.

Aprovar esses tipos de lei, sejam para homossexuais ou não, só tem um objetivo: promover a luta de classes como forma de fortalecer o Estado como a suprema autoridade e poder na sociedade. Essa é a própria meta do marxismo. É a velha fórmula de “dividir para reinar”.

Lula e seu desgoverno de orientação marxista estão em guerra total contra os valores cristãos. Mesmo assim, o Bispo Manoel Ferreira, indicado para receber o Prêmio Nobel da Paz, está em paz com esse desgoverno. Mesmo assim, Crivella está igualmente em paz com o chefe de Fátima Cleide.

Dá para confiar num acordo entre Cleide e Crivella? Ou, como diz a Bíblia, dá para se colher uvas de espinheiros?

Fonte: www.juliosevero.com

PLC 122: propaganda, fantasia e farsa na promoção do homossexualismo

Marcelo Crivella: Evangelho “é a cartilha mais comunista que existe”

Revista Veja confirma: posição pró-aborto da Rede Record é ordem direta do Bispo Edir Macedo

O “deus” de Edir Macedo perdoa corruptos, mas não perdoa os fetos

Igreja Universal, Caio Fábio, camisinhas, aborto…

Aborto nos casos difí­ceis: um teste para os lí­deres evangélicos?

Crivella e outros líderes evangélicos apoiaram Lula

Lula & Bispo Macedo: alianças estranhas garantem a “liberdade de imprensa” no Brasil

É só a Globo que apóia a Globo, o aborto e o homossexualismo?

25 de maio de 2009

John Lennon fez pacto com Satanás, diz livro recente


John Lennon fez pacto com Satanás, diz livro recente

Escritor afirma que os sinais de que “Paul está morto” eram sobre o colega de banda de McCartney

© 2009 WorldNetDaily
WASHINGTON, EUA — A subida meteórica dos Beatles, sem precedentes na cultura popular e sem rival durante quase quatro décadas depois que a banda se dividiu, é explicada pelo menos em parte por um pacto que John Lennon fez com o diabo, diz um livro recente.
No livro “The Lennon Prophecy”, o escritor Joseph Niezgoda revela que o próprio Lennon, obcecado com o ocultismo, poderes mágicos, a numerologia e em ser maior do que Elvis Presley, confidenciou a seu amigo Tony Sheridan que ele fez tal acordo. O livro também defende a idéia de que os “sinais sobre morte” há muito ligados a Paul McCartney eram realmente mensagens subliminares dando pistas sobre o destino fatal de Lennon.
Escrito por um músico que foi fã dos Beatles a vida inteira, o livro especula que o pacto foi feito logo antes de a banda experimentar seus primeiros grandes sucessos e terminou 20 anos mais tarde com o assassinato de Lennon em Nova Iorque. O assassino foi Mark David Chapman, que posteriormente afirmou que demônios foram expulsos dele enquanto ele estava cumprindo sentença na Prisão Estadual de Attica pelo assassinato.
“Chapman disse que quando o último demônio saiu do seu corpo ele entendeu o motivo por que ele vivia possesso”, Niezgoda disse para WND. “Foi para exibir o grande poder de Satanás no mundo usando o assassinato de John Lennon como o veículo. Sempre cri intuitivamente… que o verdadeiro autor dessa história é Satanás e que eu sou apenas o mensageiro”.
É claro que muitos rejeitarão a noção de que há um espírito real chamado Satanás. Outros zombarão da noção de que as pessoas possam fazer pactos com ele que possam trazer resultados no mundo real.
Por isso, Niezgoda dedica um capítulo ao que pode surpreender a muitos leitores como pactos satânicos razoavelmente bem documentados durante a História — inclusive o caso de Johann Faust, que, no período da Renascença, conquistou fama e fortuna talvez iguais às de Lennon e dos Beatles quatro séculos depois. Ele também teve uma morte prematura misteriosa e estranhamente inexplicável 20 anos depois.
Embora Faust se gabasse de realizar mais milagres do que Jesus Cristo, Lennon criou controvérsia ao se gabar de que sua banda era mais famosa do que Jesus Cristo.
“Se John tivesse entrado num pacto de 20 anos com Satanás para adquirir riqueza e fama mundial, esse contrato terminou em 8 de dezembro de 1980, com sua morte violenta”, disse Niezgoda. “Contando 20 anos passados, ocorreu algo incomum na história dos Beatles em dezembro de 1960?”
De fato, ocorreu, recorda Niezgoda. Em 27 de dezembro de 1960, os Beatles fizeram um show no salão de bailes da prefeitura de Litherland, Inglaterra.
“Dizem que depois da apresentação nessa única noite, os Beatles nunca mais foram os mesmos”, recorda Niezgoda. “Cada um dos Beatles se lembra dessa noite como o momento mais decisivo de suas carreiras”.
Logo depois dessa apresentação inesquecível, os Beatles começaram a tocar no Clube Caverna de Liverpool, onde se tornaram um fenômeno local. Então foram para Hamburgo, onde as audiências alemãs ficavam fora de si.
Essa apresentação também marcou o começo da conduta declaradamente anticristã de Lennon. No livro “The Love You Make”, de Peter Brown, ele reconta como Lennon vestia uma coleira de cachorro feita de papel, depois recortava-a, transformando-a numa cruz de papel, e começava a pregar à audiência de Hamburgo — desenhando um retrato debochado de Jesus pendurado na cruz usando um par de pantufas.
Mais tarde, também na Alemanha, na Sexta-Feira Santa, Lennon direcionou para um grupo de freiras um retrato de Jesus em tamanho real na cruz pendurado na sacada de seu apartamento.
“Enquanto as freiras fitavam pasmas essa exibição sacrílega, John começava a jogar nelas camisinhas cheias de água”, escreveu o biógrafo Albert Goldman.
Pete Best, o baterista original do grupo, também testemunhou tal conduta e escreveu sobre isso em seu próprio livro descrevendo como Lennon urinou em outro grupo de freiras da sacada de seu prédio enquanto proclamava: “Gotas de chuva celestial!”
Esses eram apenas alguns dos modos como Lennon confrontava e antagonizava quem adorasse a Cristo — sem nenhuma razão aparente, a não ser para seu próprio divertimento.
O livro dedica um capítulo inteiro às tragédias, desapontamentos e tristezas de Lennon. Sua mãe, Julia, e seu pai, Freddie, brigavam para ficar com a custódia do menino John. Aos 5 anos, ele foi forçado a decidir se queria ficar com o pai ou com a mãe. De início, ele escolheu seu pai. Mas quando sua mãe lhe perguntou se ele tinha certeza, ele correu para ela.
“John nunca se esqueceu do horror desse incidente”, escreve Niezgoda. “Deixou uma cicatriz permanente e grandes sentimentos de insegurança, e só depois de passados 20 anos é que ele viu seu pai de novo”.
Viver com Julia Lennon não era fácil. Ele era muitas vezes deixado em casa sozinho e tinha dificuldade para dormir. Mais tarde Lennon lembrou que ela “não estava se prostituindo por dinheiro, mas para ter vestidos caros”.
Aos 6 anos, Lennon começou a fugir de casa para ficar com sua tia Mimi. Ele aprendeu qual bonde pegar pela qualidade das poltronas de couro preto, explicou ele.
“Até hoje, adoro couro preto”, diria ele mais tarde. “Acho-o confortante”.
Às vezes, ele era apanhado por adultos preocupados com seu bem-estar e levado a uma delegacia de polícia local.
“Nunca consegui achar as palavras certas para explicar minha situação”, diria ele.
Os problemas de Lennon prosseguiram no período escolar — ele tinha pouco interesse em aprender na sala de aula, mostrava desprezo pelos professores, faltava às aulas, fumava e falava palavrões, colava nas provas, roubava doces das outras crianças e furtava cigarros para fazer dinheiro.
Ele foi expulso de um coral de igreja por substituir as letras dos hinos por palavras obscenas.
Outro biógrafo escreveu: “John regularmente zombava das lideranças da igreja, satirizava os hinos e fazia desenhos blasfemos de Cristo na cruz de um jeito que só os desviados conseguem fazer”.
Talvez para compensar sua dura infância, Lennon ficou obcecado de se tornar rico e famoso.
Pete Best recordou como Lennon diria que ia chegar ao topo — de um jeito ou de outro.
“Se tivermos de ser determinados e enganadores, então isso é o que teremos de fazer para chegar ali”, Best citou Lennon, que disse: “Não importa o que seja necessário para chegar ao topo. Poderia causar alguma dor de cabeça, mas uma vez ali em cima, será um tipo diferente de maçada. Sim, ele dizia, ‘eu’ e não ‘nós’. Esse era o real John Lennon, brilhante, divertido, mas cruel”.
Niezgoda cita o “delírio” sem precedentes e sem igual que cercava os Beatles como um dos sinais mais intrigantes sugerindo algo sobrenatural na carreira deles.
“John, Paul, George e Ringo eram escritores e músicos de muito talento — como ficou bem evidenciado pelas carreiras solo deles”, Niezgoda disse para WND. “Mas o que é que estava no começo que os distinguiu de outros músicos da época deles? O que foi que os elevou em poucos anos da total obscuridade para se tornarem o maior espetáculo da terra? Quando eles viajaram para a Austrália em 1964, que tipo de força terrena fez com que 400.000 fãs se ajuntassem fora do hotel deles para meramente olhar de relance os quatro rapazes de Liverpool? Como dá para explicar de forma lógica que eles tenham conseguido, por 20 vezes, o lugar número 1 nas paradas de sucesso num curto período de seis anos?
“Nada antes ou depois chegou perto de se igualar ao rápido e popular delírio emocional universal que cercava os Beatles. Não dá para eu ficar enumerando interminavelmente as realizações sobrenaturais deles… Tentar explicar a fonte da fama e fortuna dos Beatles é como tentar definir os poderes da magia”.
No pico da popularidade deles, os fãs dos Beatles ficaram obcecados com o que pareciam ser sinais na música deles acerca de uma morte dentro da banda. Na época, o foco era sobre uma especulação de que McCartney havia morrido num acidente de carro e havia sido substituído por um sósia.
Nem mesmo uma entrevista coletiva à imprensa de Paul conseguiu persuadir os fãs dos sinais de que ele era, de fato, o real Paul. Tudo pareceu bobagem depois que a longa e reconhecida carreira solo de McCartney decolou.
“A suspeita, porém, não era sem mérito”, explica Niezgoda. “As pistas estavam ali, e numerosas demais para se ignorar. Elas só precisavam ser vistas mediante lentes diferentes para criar não um quadro de uma conspiração passada, mas uma tragédia futura. Quando examinadas como possível profecia, os sinais parecem ser bem claramente não sobre Paul, mas sobre John Lennon”.
Niezgoda está convencido de que os Beatles tinham assistência sobrenatural — não só com sua subida ao topo, mas com esses “sinais” que pareciam tão convincentes de que algo não estava certo dentro dos Beatles. Ele não está feliz com sua conclusão. Aliás, como fã a vida inteira dos Beatles, ele parece estar num conflito profundo.
“Sempre tive de lidar com o constante conflito do meu amor pela música genuína deles e o mal que percebo a cerca”, ele disse para WND. “A única diferença é que tenho procurado definir ou fazer sentido dela com a ajuda deste livro”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: WND

Sociedade Bíblica Americana faz quase dois séculos

Sociedade Bíblica Americana faz quase dois séculos

Charlie Butts — OneNewsNow

A Sociedade Bíblica Americana está celebrando 193 anos de existência neste mês

Personalidades famosas da época ajudaram a lançar o ministério. O primeiro presidente da SBA em 1816 foi Elias Boudinot, que chegou a atuar como presidente do Congresso Continental [que era a assembléia constituinte americana]. O segundo foi John Jay, o primeiro presidente do Supremo Tribunal. O Dr. Phillip Toner, porta-voz da Sociedade Bíblica Americana (SBA), aponta para outros homens importantes.

“John Quincy Adams, o sexto presidente dos EUA, foi vice-presidente da Sociedade Bíblica Americana. Rutherford B. Hayes, o décimo nono presidente dos EUA, foi também vice-presidente da Sociedade Bíblica Americana”, observa ele. “Benjamin Harrison [também presidente dos EUA] foi vice-presidente da Sociedade Bíblica Americana”.

E Francis Scott Key, autor de The Star-Spangled Banner [o hino nacional à bandeira americana], foi um dos fundadores. A SBA mudou com o passar dos anos para se atualizar com os novos tempos, de acordo com Toner, mas a missão não mudou. “Disponibilizar a Bíblia em formatos que sejam fáceis de entender, num nível de linguagem que alcance a audiência mais ampla, e a um preço acessível” é ainda sua meta, comenta ele.

Com o advento da Internet, a SBA está utilizando totalmente as novas tecnologias para divulgar o evangelho e alcançar os corações dos perdidos em seu segundo século de funcionamento.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: OneNewsNow

Veja também:

Obama declara: Os EUA não são uma nação cristã, mas foram moldados pelo islamismo para melhor

24 de maio de 2009

Governo brasileiro busca remover programação cristã “homofóbica” de TV do horário do dia

Governo brasileiro busca remover programação cristã “homofóbica” de TV do horário do dia

Acrescentará aviso a tais programas, empurrando-os para depois das 23h

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente latino-americano

SÃO PAULO, 14 de maio de 2009 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro está considerando adicionar classificações de aviso para programas cristãos que considere “homofóbicos”, de acordo com a Folha de S. Paulo, um dos jornais de maior circulação do Brasil.

Conforme a Folha, os programas exibirão uma legenda de aviso dizendo: “impróprios para menores de 18 anos”.

O jornal noticia que a decisão política origina-se de um plano para a “promoção da cidadania LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), que será lançado hoje a tarde pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”.

O ministro da Justiça do Brasil disse para a Folha que, embora tais programas devessem ser restritos para depois das 23h, “O ideal é que não fossem exibidas em horário nenhum”.

Se for implementado de acordo com o modo como o presidente Lula define “homofobia”, as novas restrições efetivamente banirão declarações públicas na televisão que identifiquem a conduta homossexual como pecado ou prejudicial à saúde.

“As aulas de educação sexual pornográfica que louvam o homossexualismo não podem ser classificadas como ‘impróprias para crianças e adolescentes’, pois têm a aprovação do Estado socialista pró-homossexualismo”, escreve o ativista pró-família Julio Severo, exilado do Brasil por causa de acusações de “homofobia”.

“Contudo, programas de TV e rádio evangélicos e católicos agora correm o risco de serem classificados como “moralmente nocivos”, ‘homofóbicos’, ‘impróprios para crianças e adolescentes’ e outros títulos, até que o clima social esteja pronto para adotar medidas mais sérias, inclusive cadeia, para quem ousar violar os padrões estatais de comportamento”.

A medida é apenas um exemplo das políticas homossexualistas nacionais e internacionais do governo Lula.

Trabalhando intimamente com o líder homossexual Luiz Mott, Lula criou o programa nacional “Brasil Sem Homofobia” que busca criminalizar e legitimar a conduta dos homossexuais. Conforme LifeSiteNews noticiou, Mott defende abertamente a pedofilia e a pederastia.

Lula está também buscando passar uma lei “anti-homofobia” que proibiria toda e qualquer crítica pública aos homossexuais ou à conduta homossexual. Recentemente ele reiterou seu compromisso de “criminalizar palavras ou atos ofensivos à homossexualidade” (veja coberta de LifeSiteNews em: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/presidente-lula-buscara-criminalizar.html)

No entanto, mesmo na ausência de uma lei “anti-homofobia”, o governo brasileiro já multou indivíduos e grupos por se oporem à homossexualidade, inclusive a Visão Nacional para a Consciência Cristã (VINACC), que recebeu ordem de cancelar sua campanha pró-família por citar a condenação da Bíblia às uniões homossexuais.

Cobertura relacionada de LifeSiteNews:

Presidente Lula buscará “criminalizar palavras e atos ofensivos à homossexualidade”
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/presidente-lula-buscara-criminalizar.html

Proeminente ativista pró-família Julio Severo foge do Brasil para escapar de acusações de “homofobia”
http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/proeminente-ativista-pro-familia-julio.html

Lula: oposição ao homossexualismo é “doença perversa”
http://juliosevero.blogspot.com/2008/06/lula-oposio-ao-homossexualismo-doena.html

Homossexuais brasileiros entram com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros
http://juliosevero.blogspot.com/2007/11/homossexuais-brasileiros-entram-com-aes.html

Grupos gays brasileiros lançam múltiplas ações legais para silenciar a oposição cristã
http://juliosevero.blogspot.com/2007/08/grupos-gays-brasileiros-lanam-mltiplas.html

Líder do movimento homossexual brasileiro sob investigação por pedofilia (em inglês)
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073011.html

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comttigo

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2009/05/governo-brasileiro-busca-remover.html

Veja o artigo em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/may/09051502.html

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