30 de abril de 2009

Alerta nacional contra a aprovação do PLC 122/06

Alerta nacional contra a aprovação do PLC 122/06

Avise aos Senadores de seu Estado para votar contra este projeto hoje

Dr. Zenóbio Fonseca

Mas uma vez (muita coincidência!) na véspera de um feriado nacional (dia 30/04/2009) o Projeto de Lei nº 122/2006 é colocado na pauta de votação da Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal pela relatora Senadora Fátima Cleide do PT, com relatório de 15 laudas pela aprovação do projeto.

Parece que nada mudou em Brasília, em particular no Senado, pois a relatora tenta usar o mesmo “modo operandis” de tentar votar o PLC 122/06 no “grito silencioso” e na “raça oculta”, sem grande publicidade, quando muitos parlamentares já devem estar deixando a capital federal com destino aos seus Estados pelo motivo do feriado.

O parecer da Senadora Fátima Cleide, pela aprovação do PLC sem emendas na forma apresentada, não lida com as questões já levantadas por alguns juristas no tocante às graves inconstitucionalidades apontadas.

Leia as inconstitucionalidades no artigo Crime de Homofobia.

A relatora também traz argumentos frágeis para o suporte de sua conclusão dados estatísticos, não científicos, sobre violência e assassinatos contra homossexuais na ordem de 2.043 homicídios nos últimos 20 anos, quando na verdade tais dados não espelham a realidade como bem mostrou o escritor Reinaldo Azevedo (leia) ao impugnar essas deduções estáticas dos ativistas homossexuais.

Outro ponto que chama a atenção na fundamentação do relatório é a afirmação equivoca de que a orientação sexual é inerente à existência humana, usando o princípio universal e constitucional da “dignidade humana” bem como o princípio da liberdade e igualdade, tendo como alvo a regularização da convivência.

Não se pode perder de foco que o projeto criminaliza o delito de opinião e atenta contra garantias constitucionais.

LEIA OS ARTIGOS SOBRE A CRIMINALIZAÇÃO DA HOMOFOBIA:

http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/01/criminalizao-da-homofobia-no-brasil-e.html

http://zenobiofonseca.blogspot.com/2008/04/crime-de-homofobia-aspectos-jurdicos.html

Veja a integra do parecer, pela aprovação, ao PLC nº 122/06, da senadora Fátima Cleide (PT) no seguinte link:

http://legis.senado.gov.br/mate-pdf/57153.pdf

Entre em contato com os senadores e deputados de seus estados e divulguem em todas as mídias mais essa manobra na tentativa pela aprovação do PLC 122/06.

PEÇA PARA OS SENADORES VOTAREM CONTRA O PLC 122/06

Fonte: Blog Zenóbio Fonseca

Divulgação: www.juliosevero.com

Para ver a lista completa de emails dos senadores, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/2009/04/cientista-medica-escreve-aos-senadores.html

Ou ligue para o telefone gratuito do Senado, para deixar sua opinião aos senadores: 0800612211

Para ver todos os artigos sobre o PLC 122 no Blog Julio Severo, siga este link: http://juliosevero.blogspot.com/search?q=122

 

 

29 de abril de 2009

Discriminação de identidade de gênero

Discriminação de identidade de gênero

Dale O’Leary

A ONU e o governo de Obama estão trabalhando para acrescentar “identidade de gênero” às categorias protegidas de discriminação. O que exatamente isso significa? Quem receberá proteção?

“Identidade de gênero” se refere ao sexo com o qual uma pessoa se identifica: seu sexo biológico real ou o outro sexo. Embora os meios de comunicação publiquem matérias sobre “operações de mudança de sexo”, ninguém consegue mudar seu sexo. Tudo o que se pode mudar é a aparência. Nosso sexo foi escrito em todas as células de nossos corpos. Acrescentar “identidade de gênero” às leis anti-discriminação garantirá direitos ilimitáveis às pessoas que não querem ser o sexo que elas são.

Rebeldes

Isso incluirá rebeldes contra a autoridade, anarquistas sexuais, o “gênero gay”, os tatuados, os travestis, os góticos, etc. Eles poderão usar a “identidade de gênero” para reivindicar o direito a condutas escandalosas. Empregadores e instituições educacionais e militares perderão qualquer autoridade de criar ou impor regulamentos de vestuário.

Ilusão transexual

Será também incluído o sofrimento de uma ilusão transexual, que é a crença de que eles nasceram no corpo errado, que eles têm o cérebro de um sexo e o corpo do outro. Algumas pessoas que sofrem de ilusão transexual realmente crêem que têm órgãos sexuais internos do outro sexo.

Em alguns casos, a ilusão transexual é o efeito colateral de outra desordem mental, tal como a esquizofrenia. Quando a desordem central é tratada, a ilusão poderá desaparecer. Em outros casos, a ilusão transexual é a principal desordem. A pessoa pode conseguir viver adequadamente em outras áreas da vida, mas persiste em crer que ele ou ela é realmente do outro sexo. Pessoas com ilusão transexual crêem que a natureza cometeu um erro e que é necessária uma cirurgia para criar a aparência do outro sexo e tratamento de hormônio para “consertar” o erro. Acrescentar identidade de gênero às leis anti-discriminação forçará o governo a financiar múltiplias cirurgias e tratamentos hormonais que durarão a vida inteira — essencialmente rendendo-se à ilusão.

Disforia de gênero

Nem todos aqueles que querem se apresentar como o outro sexo sofrem de ilusão, ainda que muitos expressem seu desejo de ser o outro sexo nesses termos. Eles podem ter estudado a questão e descoberto que alegar estar no corpo errado é o jeito de ganhar aceitação para um programa de cirurgia. Aqueles que sofrem de persistente desordem de identidade de gênero (incapacidade de sentir como o sexo que eles são ou um desejo de ser o outro sexo) ou disforia de gênero (profunda infelicidade de serem o sexo que são) sabem de qual sexo eles são, mas querem se apresentar como o outro sexo. Alguns sugerem que há uma causa biológica para esses sentimentos — que eles nasceram assim. Não há nenhuma evidência de uma causa genética, hormonal ou congênita. Embora algumas crianças sejam mais vulneráveis a estresse, as causas estão em experiências durante a infância, não na biologia.

Três categorias daqueles que desejam cirurgia e hormônios foram identificadas:

1) Transexuais homossexuais — Esses são homens que quando eram meninos não se identificavam com seu pai ou com colegas do sexo masculino. Em vez disso, eles se identificavam com mulheres mais velhas. Eles queriam se vestir com roupas de mulher, tinham modo de falar afetado e não gostavam de típicas brincadeiras de menino. Embora essa conduta seja rotulada de efeminada, é na verdade uma caricatura da conduta feminina adulta em vez de uma imitação da conduta de meninas da mesma idade. Esses meninos são rígidos, ansiosos e medrosos, ao passo que as meninas são mais flexíveis, aptas a gozar muitas atividades. As meninas poderão gostar de se vestir, mas sem terem fobias de usar jeans e blusas de moletom. Quando esses meninos são encaminhados a um terapeuta, eles são diagnosticados com a Desordem de Identidade de Gênero, que é um problema tratável. A maioria dos meninos que expressam o desejo de ser menina supera essa fase, embora sem intervenção positiva muitos se tornarã adultos que terão atração pelo mesmo sexo. Para alguns o desejo de ser mulher persiste. Eles se sentem atraídos aos homens, porém não sentem atração por homens que têm atração homossexual.

2) Autoginófilos — Literalmente, homens apaixonados com a imagem de si mesmos como mulher. A maioria dos autoginófilos começa como meninos adolescentes inseguros, mas com interesses masculinos normais e sem nenhuma evidência externa de imitar a conduta feminina. Esses meninos lidaram com a ansiedade durante a adolescência vestindo as roupas de suas mães e se masturbando, imaginando-se como mulheres. Isso acabou se tornando um fetichismo parafílico de travesti. Uma pessoa com parafilia fica sexualmente excitada por um objeto inanimado ou outra coisa que não seja outra pessoa. Nesse caso, um homem com um fetiche de travesti sente excitação sexual vestindo roupas femininas. Isso pode vir acompanhado por outras parafilias. Muitos desses homens guardam segredo de suas tendências, casam, têm filhos e carreiras masculinas. Eles usam secretamente roupas do sexo feminino para aliviar suas tensões. Alguns mais tarde na vida, talvez enquanto estão sob estresse, decidem que querem ir adiante e criar a imagem completa de mulheres. Para a surpresa da família e amigos, eles anunciam que vão fazer a cirurgia.

3) Transexuais lésbicas — Algumas meninas que não conseguem se identificar com suas mães e outras mulheres poderão expressar o desejo de ser um menino. Contudo, a maioria supera essa fase. Algumas, porém, se tornam adultas para se verem como “machas”. Deve-se observar que uma percentagem significativa de meninas que se assumem como lésbicas na adolescência teve experiências de abuso sexual quando eram meninas. Embora a percentagem de mulheres buscando cirurgia e hormônios no passado fosse bem menor do que a percentagem de homens, o número está aumentando.

Os terapeutas que promovem a cirurgia como tratamento para a disforia de gênero assim o fazem porque, muito embora a cirurgia realmente não resolva os problemas principais, a terapia raramente oferece resultados. Contudo, a terapia não funciona porque os portadores de disforia de gênero não cooperam. Eles não cooperam porque sabem que se puderem provar para o terapeuta que a terapia não funciona eles serão aceitos para a cirurgia. Os clientes são, pois, despropositadamente incentivados a resistir à terapia e dramatizar seu sofrimento.

As proteções legais que são propostas também cobrirão aqueles que desejam se apresentar como o outro sexo sem ter uma cirurgia ou que só têm a cirurgia da parte de cima (implantes de seios para homens, remoção de seios para mulheres) e não cirurgia sexual. Tal proteção legal poderá incluir o direito de se apresentar em público como o outro sexo, o direito à certidão de nascimento e carteira de motorista mudadas para o sexo desejado, o direito de usar banheiros e outras áreas privativas do outro sexo, o direito de casar com uma pessoa do mesmo sexo biológico. Tais mudanças legais incluirão permitir que aqueles que foram alterados cirurgicamente enganem potenciais parceiros de sexo ou casamento quanto à sua verdadeira identidade sexual.

Embora tenhamos simpatia pelas pessoas que sofrem de tais problemas, particularmente aquelas que foram mutiladas cirurgicamente, a lei não deve ser torcida a fim de normalizar a ilusão, o engano e o desejo torcido.

Título original: Gender Identity Discrimination

Traduzido e adaptado por Julio Severo

Fonte: www.juliosevero.com

28 de abril de 2009

Incrível! WikiNews censura notícia que denunciava censura ao Blog Julio Severo

Incrível! WikiNews censura notícia que denunciava censura ao Blog Julio Severo

Sob pressão homossexual, portal de notícias WikiNews, da Wikipédia, remove notícia que denunciava exatamente censura ao Blog Julio Severo. A notícia estava na WikiNews desde julho de 2007.

A grave denúncia abaixo é do site Liberdade de Expressão:

A matéria abaixo, publicada em julho de 2007 no portal de notíciasWikiNews, foi recentemente apagada por um dos editores do site. A censura a informações que vão contra os interesses do ativismo homossexual é prática comum na Wikipédia e seus sites associados. Militantes gays e "simpatizantes" habitualmente utilizam a rede Wikipédia para manipular informação e "reescrever" a história, e até mesmo a ciência, em favor de seus objetivos.

 Notícia Discussão Editar Histórico

Blog censurado por militância gay volta ao ar

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.

Edição actual (não-analisada)

Ir para: navegação, pesquisa

24 de Julho de 2007

Brasil — O blog do autor Julio Severo, que divulga a posição bíblica e cristã que historicamente condena o homossexualismo, foi retirado do ar depois que militantes que diziam defender os direitos dos homossexuais pressionaram o Google para que o blog fosse retirado do ar sob o argumento de que "ele era homofóbico e incitava a violência contra homossexuais".

Depois de analisar o assunto, o Google concluiu que o blog não violava nenhuma lei, nem incitava a violência contra homossexuais como seus detratores insistiam. Para não comprometer o direito à livre expressão, a empresa achou melhor recolocar o blog no ar.

[editar] Referências

[editar] Fontes

Obtido em "http://pt.wikinews.org/wiki/Blog_censurado_por_milit%C3%A2ncia_gay_volta_ao_ar"

 Categorias: 24 de Julho de 2007 | Internet | América do Sul | Brasil | Publicado

Fonte: Cache do Cadê/Yahoo: http://72.30.186.56/search/cache?ei=UTF-8&bwm=i&searchbwm=Explorar+URL&u=pt.wikinews.org/wiki/Blog_censurado_por_milit%25C3%25A2ncia_gay_volta_ao_ar&d=Kx1b5ExISjKk&icp=1&.intl=cd 

 Atualmente, a página censurada exibe esta mensagem:

 Esta página foi eliminada. Disponibiliza-se abaixo o registo de eliminações para esta página, para referência.

Fonte: WikiNews - http://pt.wikinews.org/wiki/Blog_censurado_por_milit%C3%A2ncia_gay_volta_ao_ar

 A matéria foi apagada (censurada) pelo editor/administrador Alexanderps , com a desculpa de ser "notícia antiga". O que, obviamente, é mentira, já que o WikiNews mantém notícias muito mais antigas do que esta. Além do mais, jornal decente nenhum destrói seus arquivos, ação que só encontra "explicação" na evidente má-fé do censor.

Como evidência de comprometimento do administrador com a causa gay, vemos que, pouco antes de apagar o artigo, o editor alterou o conteúdo da página, retirando todo o texto e colocando no lugar apenas links para o site gay Mix Brasil. Abaixo, cópia da página, já adulterada, em 09 de abril de 2009:

 Blog censurado por militância gay volta ao ar

Origem: Wikinotícias, a fonte de notícias livre.

Edição actual (não-analisada)

Ir para: navegação, pesquisa

24 de Julho de 2007

Brasil — |data= 20 de Agosto de 2006}}

-->Mix Brasil

[editar] Fontes

Obtido em "http://pt.wikinews.org/wiki/Blog_censurado_por_milit%C3%A2ncia_gay_volta_ao_ar"

Categorias: 24 de Julho de 2007 | Internet | América do Sul | Brasil | Publicado

Fonte: Cache do Google - http://74.125.47.132/search?q=cache:5Ptk5ky9Y28J:pt.wikinews.org/wiki/Blog_censurado_por_milit%C3%A2ncia_gay_volta_ao_ar

Fonte: Liberdade de Expressão

Leia mais:

Em matéria no Jornal do Brasil, filósofo Olavo de Carvalho denuncia censura ao Blog Julio Severo

Google devolve ao Blog Julio Severo o direito de livre expressão

Plan to Shut Down Blog of Brazil Pro-Family Leader Backfires

27 de abril de 2009

Ahmadinejad no Brasil

Ahmadinejad no Brasil

Ingo Haake

A visita do presidente iraniano ao Brasil está prevista para o dia 6 de maio. Ele é um dos principais negadores do Holocausto na atualidade. Ahmadinejad também não perde uma oportunidade para manifestar seu ódio a Israel e seu desejo de destruir o Estado judeu[1]. Sendo assim, a simpatia do governo brasileiro por ele faz-nos lembrar do ditado: “Dize-me com quem andas e te direi quem és”.

Algumas informações sobre o Irã[2]: desde a posse de Ahmadinejad em 2005, a situação dos direitos humanos no país piorou dramaticamente (com elevado número de execuções, muitas delas por apedrejamento ou enforcamento públicos). Um esboço de código penal estipula a pena de morte por apostasia (isto é, para quem deixar o islã). Os cristãos[3] e outras minorias religiosas têm sofrido severas restrições e perseguições. As autoridades iranianas também suprimem a liberdade de expressão e opinião, prendendo jornalistas,  controlando publicações e a internet, além das atividades acadêmicas.

O Irã é promotor do terrorismo mundial e financiador do Hezb'Allah (o Partido de Alá, no Líbano) e do Hamas (na Faixa de Gaza). Essas duas milícias islâmicas radicais têm atacado Israel a mando do Irã e cometido inúmeras matanças de civis. Sua ação, porém, não se limita ao Oriente Médio: a Argentina acusou formalmente o Irã pelos violentos atentados contra instituições judaicas em Buenos Aires (em 1992 e 1994). Na América do Sul, a atuação iraniana é crescente, principalmente através da aliança com Hugo Chávez e Evo Morales.

O Irã também está em fase adiantada de desenvolvimento de tecnologia nuclear e de mísseis balísticos, representando uma séria ameaça para todo o Oriente Médio e o mundo. Dessa forma, o crescente armamento e a influência iraniana despertam fortes temores entre as próprias nações muçulmanas (principalmente na Arábia Saudita, no Egito e em alguns países do Golfo). Apesar da aparente unidade islâmica, há profundas desconfianças e conflitos entre muitos países árabes (dos quais, a maioria é sunita) e os iranianos xiitas (que são persas, e não árabes).

Quanto a Israel, as afirmações e provocações do presidente e de outros líderes iranianos são bem conhecidas: “Israel deve ser riscado do mapa...”', "Israel está destinado à destruição...”', “Israel é um tumor canceroso...”'[1]. Sua última investida ocorreu na abertura da vergonhosa conferência da ONU (em Genebra) que, supostamente, deveria ser anti-racista. Como foi manipulada para atacar Israel, vários países[4] negaram-se a participar dela desde o princípio. Ironicamente, apesar do seu histórico, o presidente iraniano foi um dos principais oradores. Quando começou sua diatribe contra Israel e negando o Holocausto — justamente na véspera do Yom HaShoah, o dia em que se lembra o assassinato de 6 milhões de judeus no tempo do nazismo! — os delegados da União Européia se retiraram em protesto. Ficaram os representantes dos países que parecem concordar com Ahmadinejad, entre eles os brasileiros, ouvindo até o final o discurso de ódio aos judeus[5]. Assim, mais uma vez, o Brasil escolheu as más companhias.

É importante lembrar que o Irã (a Pérsia) tem grande destaque na Bíblia (veja os livros dos profetas Daniel, Ageu, Esdras, Neemias e de Ester). A Pérsia foi um dos impérios da visão da grande estátua do rei Nabucodonosor — interpretada pelo profeta Daniel, essa imagem representa todo o desenrolar da história das nações, até o estabelecimento do reino de Deus (Daniel 2, veja o Apocalipse). Os persas também são citados como aliados de Gogue na invasão de Israel “nos últimos dias”' (Ezequiel 38.5). Portanto, as profecias bíblicas revelam o papel do Irã no cenário mundial e nos permitem entender o que realmente há por trás do comportamento atual desse país. Ao estreitar seus laços com ele — enquanto se distancia de Israel — o governo brasileiro se expõe ao juízo anunciado em Gênesis 12.3: “...amaldiçoarei os que te amaldiçoarem” .

As pessoas e os países podem escolher com quem se relacionar e andar – mas as más companhias revelam a inclinação de quem as procura e, quando não há afastamento delas, o final sempre é trágico. Você gostaria que seus filhos andassem com quem tem um “currículo” semelhante ao do presidente iraniano? Sem dúvida, a má escolha dessa amizade é extremamente preocupante. (Ingo Haake — http://www.Beth-Shalom.com.br)

Vídeo da abertura da conferência da ONU em Genebra e do discurso de Ahmadinejad:
http://www.youtube.com/watch?v=FA6DCrBRrZI

Notas:

1. O Irã promoveu as conferências “Um Mundo sem Sionismo” (em outubro de 2005) e de questionamento do Holocausto (em dezembro de 2006, com a presença de destacados revisionistas e anti-semitas de todo o mundo). Há uma longa lista de declarações anti-israelenses dos líderes iranianos e, especialmente, de Ahmadinejad, em encontros e eventos: http://en.wikipedia.org/wiki/Mahmoud_Ahmadinejad_and_Israel

2. Antes que alguém se ofenda, achando que se trata de “acusações” contra o “povo iraniano”: nenhuma delas se refere aos iranianos como pessoas, mas ao regime que os governa, do qual eles são as primeiras vítimas. Além disso, trata-se de fatos amplamente noticiados e conhecidos.

3. A Open Doors USA (Portas Abertas) relata: "A partir de 2008 houve forte endurecimento com as igrejas que se reúnem nos lares. Mais de 50 cristãos foram presos por sua fé numa das sociedades mais repressivas do mundo. Um casal cristão morreu após ser interrogado por funcionários governamentais... Apenas as igrejas armênias e assírias podem instruir seus conterrâneos em sua própria língua, mas é proibido ensinar pessoas de origem islâmica (que falam farsi). Muitos cultos são monitorados pela polícia secreta... Por pressão das autoridades, os cristãos são oprimidos e têm dificuldades em achar empregos e mantê-los logo que se descobre sua religião". (extraído de http://www.opendoorsusa.org/UserFiles/File/Open%20Doors%20World%20Watch%20List%202009.pdf)

4. Israel, EUA, Austrália, Alemanha, Canadá, Itália, Suécia e Polônia.

5. As notas posteriores de crítica do discurso de Ahmadinejad não parecem muito convincentes, pois não era difícil prever que na conferência, manipulada para servir de plataforma de condenação de Israel, só poderia haver esse tipo de manifestação.

 Fonte: Beth-Shalom

Divulgação: www.juliiosevero.com

Para ler neste blog todos os artigos sobre o presidente do Irã e suas ligações com Lula, clique aqui.


26 de abril de 2009

O caso dos bebês gêmeos abortados em Recife

O caso dos bebês gêmeos abortados em Recife

Omissão de mãe da menina abusada, com a cumplicidade de padrasto e médicos oportunistas, levou ao estupro e gravidez da menina e a morte de gêmeos

Julio Severo

Vários leitores me perguntaram o que acho do caso dos bebês gêmeos abortados em Recife. Tenho de dar minha opinião, pois até o presidente Lula, com sua habitual sabedoria de molusco, opinou defendendo — não a menina, mas o aborto.

Primeiro, a desculpa usada — “o aborto era necessário para salvar a vida da menina-mãe” — demonstrou ser medicamente mentirosa.

Segundo, as autoridades não respeitaram a decisão do pai biológico e, para abortar, usaram e abusaram da permissão da mãe da menina. Foi essa mesma mulher que foi omissa durante os anos em que suas filhas foram estupradas dentro de casa. Talvez ela vá usar a desculpa costumeira de Lula: “Não vi nada e não sei de nada!”

Com a omissão da mãe, o padrastro teve liberdade de cometer os estupros. E as autoridades médicas sedentas de sangue usaram a permissão da mesma mãe omissa para destruir duas vidas em gestação.

Tanto no estupro quanto no aborto, a “permissão” da mãe da menina foi fundamental. Hoje, o padrasto está na cadeia. Mas onde estão os outros oportunistas que agiram de forma semelhante, estuprando piscologicamente a menina com a ajuda daquela que ajudou o padrasto?

Esse episódio lamentável nos ensina três coisas importantes:

1. Não é saudável e seguro meninas serem criadas por padrastos, principalmente quando eles são amantes da mãe. Os riscos são imensos.

2. Não é saudável e seguro entregar tais meninas nas mãos de médicos e mães cérebros de molusco.

3. O pai biológico, dentro de um casamento normal, é o maior protetor de sua família. É de admirar então que nem o padrasto estuprador, nem os médicos abusadores, nem o presidente Lula tenham se importado em consultar a decisão do pai verdadeiro?

Fonte: www.juliosevero.com

Parte 1: Grupo pró-aborto internacional conspirou com hospital para matar bebês gêmeos em gestação em famoso caso brasileiro — Parte 1

Parte 2: Grupo pró-aborto internacional conspirou com hospital para assassinar gêmeos em gestação em infame caso brasileiro — Parte 2

Arcebispo pró-vida brasileiro abandonado por colegas bispos e por autoridade do Vaticano por excomungar médicos aborteiros

Onde estão os gêmeos?

25 de abril de 2009

Vamos cair fora

Vamos cair fora

Diogo Mainardi

Depois de Iron Maiden, Simply Red e A-Ha, chegou a hora de Mahmoud Ahmadinejad atormentar o Brasil. Este é um ano particularmente penoso para todos nós.

Mahmoud Ahmadinejad desembarca no comecinho de maio. Ele foi convidado por Lula. Uma semana atrás, num congresso da ONU, o presidente iraniano acusou Israel de racismo. Dois dias mais tarde, voltou ao assunto, acusando Israel de praticar limpeza étnica e o assassinato em massa dos palestinos. Ele já anunciou qual é a sua proposta: eliminar Israel da face da Terra.

No congresso da ONU, em protesto contra o discurso de Mahmoud Ahmadinejad, os representantes europeus abandonaram a sala. Quem continuou lá? Os representantes brasileiros, enviados por Lula. No total, mais de trinta apaniguados do PT e ongueiros, do ministro Edson Santos ao pai de santo mangueirense Ivanir dos Santos. Quando Mahmoud Ahmadinejad chegar ao Brasil, podemos imitar os representantes europeus e abandonar o país por alguns dias. Ele deseja ir à Fiesp? A Fiesp estará fechada. Ele pretende conhecer a Praia de Copacabana? Copacabana estará deserta. Para recepcioná-lo, ele encontrará somente os apaniguados do PT e os ongueiros.

Se é para abandonar o país por alguns dias, nenhum lugar é melhor do que a Argentina. Em 1994, terroristas dinamitaram o prédio de um centro israelita em Buenos Aires. Foram assassinadas 85 pessoas. O relatório do Ministério Público argentino acusou as autoridades diplomáticas iranianas de montar uma rede de espionagem no país, que coordenou o atentado praticado por terroristas do Hezbollah. Os organizadores do atentado se refugiaram em território iraniano. A Interpol emitiu uma ordem de captura contra oito deles, mas Mahmoud Ahmadinejad e seu bando se recusaram a entregá-los. Atualmente, dois desses foragidos trabalham como assessores do guia supremo, o aiatolá Ali Khamenei. A Argentina rejeita qualquer contato direto com o presidente iraniano, que protege os terroristas. É para lá que temos de ir.

Na última semana, o Itamaraty prometeu condenar publicamente as ideias negacionistas de Mahmoud Ahmadinejad durante sua passagem pelo Brasil. Lula poderia ganhar coragem e condenar também o programa nuclear iraniano. Mas ocorre o contrário: ele apoia o programa nuclear iraniano. O mesmo programa nuclear que, associado às ideias negacionistas de Mahmoud Ahmadinejad, torna especialmente alarmante sua promessa de eliminar Israel da face da Terra. Assim sendo, Lula poderia ao menos condenar algumas das práticas mais repelentes do estado iraniano: o apedrejamento de mulheres, os abusos contra as minorias religiosas, o assassinato de homossexuais, o encarceramento de políticos, a censura à imprensa. O que Lula fará quando se encontrar com Mahmoud Ahmadinejad? Simples: ele ficará sentado, calado, como um pai de santo mangueirense num congresso da ONU.

Fonte: revista VEJA

Divulgação: www.juliosevero.com

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24 de abril de 2009

Será que eu sou homo-fóbico?

Será que eu sou homo-fóbico?

Rev. Wayne Perryman

O dicionário define homossexualidade como: “que deseja alguém do mesmo sexo [gênero] ou o ato de ter sexo com alguém do mesmo sexo [gênero]”. Em outras palavras, é uma conduta sexual feita com alguém do mesmo sexo. O dicionário não definiu esse termo como duas pessoas do mesmo sexo que por acaso se amam.

Simplificando: tanto a homossexualidade quanto a heterossexualidade tratam de sexo. Uma expressão sexual está perfeitamente em harmonia com a maneira como a natureza designou nossos corpos para propósitos reprodutivos (heterossexualidade), enquanto a outra não (homossexualidade). Nenhuma das duas expressões sexuais tem algo a ver com amor. Ambas são condutas sexuais expressas por meio de contato físico entre duas ou mais pessoas.

A atividade sexual pode ser uma expressão de amor, mas o próprio sexo não é amor. Todos os adultos maduros sabem que sexo e amor são duas coisas diferentes. O amor puro não é expresso na maior parte das vezes de forma sexual.

Pais que amam seus filhos darão a vida por eles, mas eles nunca têm sexo com os filhos. Soldados deram a vida — a expressão máxima de amor conforme a Bíblia (João 15:13) — por um colega de farda (do mesmo sexo), mas eles nunca tiveram sexo com seu colega. Irmãos e irmãs têm sacrificado a vida por seus irmãos doando os próprios órgãos para salvar a vida do outro, enquanto outros têm deixado sua herança inteira para seus irmãos, mas em ambos os casos essas expressões de amor jamais incluíram sexo.

O ato sexual é meramente um ato físico que é na maior parte das vezes expresso na privacidade do lar. Portanto, esse ato não deve ficar sob a proteção de leis de direitos civis. Seu devido lugar de proteção são as leis de privacidade, não leis de direitos civis. As leis deveriam ser criadas para desestimular condutas criminosas, não apoiar condutas sexuais privadas.

Quando gays disseram que nasceram desse jeito e se compararam com negros, uma criança negra escreveu:

Meu ato sexual não me fez negro

Isso é algo que os gays não podem dizer

Pois é fato que o ato sexual deles

É o que os faz gays

A homossexualidade e a heterossexualidade são comportamentos sexuais que se expressam. Não são condições físicas como a cor negra ou branca.

Havendo dito isso, será que sou homo-fóbico se eu não gostar, não aceitar ou não me sentir bem com a expressão (conduta) sexual dos gays? Homo-fóbico significa temer ou odiar o indivíduo gay ou homossexual que se engaja em tal conduta? Antes de responder a essa pergunta, por favor permita-me compartilhar com você outras condutas com as quais não me sinto bem.

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) heterossexuais que se exibem com gestos escandalosos em público quando podem fazê-lo na privacidade de seus lares. Será que sou hetero-fóbico e odeio heterossexuais?

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) indivíduos que traem o cônjuge. Isso significa que tenho fobia e ódio dos que traem seus cônjuges?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando meus filhos se comportam como membros de gangue. Será que odeio ou temo meus filhos? Será que isso é fobia dos próprios filhos?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando motoristas fazem ultrapassagens perigosas em outros motoristas. Será que tenho ódio ou fobia de motoristas?

* Não gosto (ou não me sinto bem) quando meus irmãos e irmãs negros usam a palavra “preto”. Isso significa que tenho medo e ódio de meus irmãos e irmãs afro-americanos?

* Não gosto de (ou não me sinto bem com) muitos dos meus maus hábitos. Será que tenho ódio e medo de mim mesmo?

Imagino que você está entendendo o que estou querendo dizer. Só porque não gosto de certas condutas ou não me sinta bem com certas condutas, isso não significa que temo ou odeio a pessoa que se engaja em tal conduta.

Não devemos permitir que outros nos rotulem ou coloquem em nós um peso de culpa naqueles entre nós que não gostamos, não aceitamos e não nos sentimos bem com o estilo de vida homossexual. Tenho certeza de que mesmo dentro da população homossexual há certas condutas que eles não gostam, mas isso significa que eles temem ou odeiam as pessoas que demonstram tal conduta?

Eu odeio ou temo gays? Absolutamente não! Se eu visse alguém tentando prejudicar fisicamente um gay, como cristão e tal qual o “Bom Samaritano” da Bíblia, eu seria um dos primeiros a socorrê-lo, não porque o indivíduo prejudicado é gay, mas porque ele, como eu mesmo, é amado por Deus. (João 3:16)

Considerações finais: Conforme declarei antes, os gays muitas vezes comparam sua experiência com a experiência dos negros, mas os negros nunca tiveram a opção de esconder sua pele negra no armário para escapar ou evitar perseguição. E nós nunca fomos odiados por causa de nossa conduta. Nós éramos odiados simplesmente porque éramos negros.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: Americans for Truth

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