28 de fevereiro de 2009

Estatuto racista

Estatuto racista

Carlos Alberto Di Franco

Em recente entrevista à revista Época, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) teve a coragem de romper o monólogo politicamente correto que tem dominado a tramitação do projeto de lei que cria cotas para negros e índios nas universidades federais.

Segundo o senador goiano, "esse é um projeto com grande potencial de dividir a sociedade brasileira. A partir do momento em que nós jogarmos uns contra os outros e passarmos a rotular aqueles que terão mais direito a frequentar uma universidade pública por causa de raça, nós vamos deixar de ser brasileiros. Seremos negros, pardos, brancos, mamelucos, bugres, mas não seremos mais brasileiros".

O tema é polêmico. Deve, portanto, ser discutido com profundidade e respeito à diversidade de opinião. Não é o que tem acontecido. "O patrulhamento é tanto que muito parlamentar tem medo de arranhar a própria imagem", sublinha Torres. "Muitos têm medo de aparecer em público contra o movimento negro e ser tachados de racistas, embora não sejam."

Está surgindo, de forma acelerada, uma nova "democracia" totalitária e ditatorial, que pretende espoliar milhões de cidadãos do direito fundamental de opinar, elemento essencial da democracia. Se a ditadura politicamente correta constrange senadores da República, não pode, por óbvio, acuar jornalistas e redações. O primeiro mandamento do jornalismo de qualidade é a independência. Não podemos sucumbir às pressões dos lobbies direitistas, esquerdistas, homossexuais ou raciais. O Brasil eliminou a censura. E só há um desvio pior que o controle governamental da informação: a autocensura. Para o jornalismo não há vetos, tabus e proibições. Informar é um dever ético.

Não Somos Racistas: uma reação aos que querem nos transformar numa nação bicolor (Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 2006) é o título de um livro do jornalista Ali Kamel. A obra, séria e bem documentada, ilumina o debate. Mostra o outro lado da discussão sobre as políticas compensatórias ou "ações afirmativas" para remir a pobreza que, supostamente, castiga a população negra.

Kamel, diretor-executivo de Jornalismo da Rede Globo de Televisão e ex-aluno do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é uma alma de repórter. Por isso, questiona pretensas unanimidades. Fustigado pela sua intuição jornalística, flagrou um denominador comum nos diversos projetos instituindo cotas raciais: a divisão do Brasil em duas cores, os brancos e os não-brancos, com os não-brancos sendo considerados todos negros. A miscigenação, riqueza maior da nossa cultura, evaporou nos rarefeitos laboratórios dos legisladores.

"Certo dia", comenta Kamel, "caiu a ficha: para as estatísticas, negros eram todos aqueles que não eram brancos. (....) Pior: uma nação de brancos e negros onde os brancos oprimem os negros. Outro susto: aquele país não era o meu."

Do espanto nasceu a reflexão. O desvio começa na década de 1950, pela ação da escola de Florestan Fernandes, da qual participava Fernando Henrique Cardoso. Para o autor, FHC presidente foi sempre seguidor do jovem sociólogo Fernando Henrique. Convencido de que a razão da desigualdade é o racismo dos brancos, FHC foi, de fato, o grande mentor das políticas de preferência racial. Lula, com sua obsessão populista, embarcou com tudo na canoa das cotas raciais. O Brasil, como todos vivenciamos, nunca foi um país racista. Tem, infelizmente, pessoas racistas. A cultura nacional, no entanto, sempre foi uma ode à miscigenação. As políticas compensatórias, certamente movidas pela melhor das intenções, produzirão um efeito perverso: despertarão o ódio racial e não conseguirão cauterizar a ferida da desigualdade.

Esgrimindo argumentos convincentes, o jornalista mostra que os desníveis salariais entre brancos e negros não têm fundamento racista: ganham menos sempre os que têm menos escolaridade. "Os mecanismos sociais de exclusão têm como vítimas os pobres, sejam brancos, negros, pardos, amarelos ou índios. E o principal mecanismo de reprodução da pobreza é a educação pública de baixa qualidade." Só investimentos maciços em educação podem erradicar a pobreza. É preciso fugir da miragem do assistencialismo. "Tire o dinheiro do programa social e o pobre voltará a ser pobre, caso tenha saído da pobreza graças ao assistencialismo. E o pior: num país pobre como o nosso, cada centavo que deixa de ir para a educação contribui para a manutenção dos pobres na vida trágica que levam", adverte o autor.

Numa primeira reflexão, nada mais justo do que dar aos negros a oportunidade de ingressar num curso superior. Mas, quando examinamos o tema com profundidade, vemos que não se trata de uma providência tão justa quanto parece. Ao tentar corrigir a injustiça que, historicamente, marcou milhões de brasileiros, cria-se um universitário de segunda classe, que não terá chegado à universidade por seus méritos. Ademais, ao privilegiar etnias, a lei discrimina outros jovens brasileiros pobres que não se enquadram no perfil racial artificialmente desenhado pelo legislador. Oculta-se a verdadeira raiz da injustiça: a baixíssima qualidade do ensino.

Os negros brasileiros não precisam de favor. "Precisam apenas de ter acesso a um ensino básico de qualidade, que lhes permita disputar de igual para igual com gente de toda cor." Impõe-se um debate mais sério. Uma discussão livre das ataduras do patrulhamento ideológico. Afinal, caro leitor, o que está em jogo é a própria identidade cultural do nosso país.

* Diretor do Master em Jornalismo (www.masteremjornalismo.org.br), professor de Ética e doutor em Comunicação pela Universidade de Navarra, é diretor da Di Franco - Consultoria em Estratégia de Mídia (www.consultoradifranco.com) E-mail: difranco@iics.org.br

Fonte: Estadão 09/02/2009

Divulgação: www.juliosevero.com

27 de fevereiro de 2009

Música italiana que fala de vitória sobre a homossexualidade atinge mais de 14 milhões de pessoas no Festival de Sanremo

Música italiana que fala de vitória sobre a homossexualidade atinge mais de 14 milhões de pessoas no Festival de Sanremo

Cantor popular italiano Giuseppe Povia recebeu forte aplauso da audiência no prestigioso Festival de Sanremo

Matthew Cullinan Hoffman

SANREMO, ITÁLIA, fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — Enfrentando protestos e controvérsia, o astro italiano Giuseppe Povia executou sua nova música sobre a conversão do estilo de vida homossexual no prestigioso Festival de Sanremo na Itália.

A música foi cantada durante a abertura do festival em 18 de fevereiro, diante de uma audiência estimada de 14 milhões de telespectadores, e mostrou Povia com uma cantora, guitarristas, uma orquestra sinfônica e a letra projetada em cortinas no fundo. A audiência ao vivo deu fortes aplausos à música em sua conclusão, apesar da controvérsia cercando seu tema.

“Luca era gay” conta a libertação de um homem psicologicamente machucado pelo estilo de vida homossexual. “Luca”, que se crê é baseado no italiano Luca di Tolvi, desenvolve atrações homossexuais depois que seu pai parte e sua mãe o trata como um substituto, criando confusão acerca de sua identidade sexual.

Apresentada como uma música rap leve que se reveza entre um relato contado e cantado, Povia se torna a boca de “Luca”, que começa dizendo: “Antes de falar sobre a mudança na minha sexualidade, gostaria de esclarecer que se creio em Deus não posso depender de seres humanos para obter respostas para meus questionamentos pessoais. As opiniões humanas se dividem nessa questão. Por isso, não fui a psicólogos, psiquiatras, clérigos ou cientistas. Minha busca me levou ao meu próprio passado, e quando escavei fundo, achei respostas às questões sobre mim mesmo”.

Os pais de Luca se separam, e seu pai se torna alcoólatra. Sua mãe fica “obcecada” com ele, o “sufoca” e lhe diz “faça o que quiser, mas não se case”.

Ela tinha ciúme doentio de minhas namoradas e eu estava ficando confuso sobre quem eu era”, canta Povia, no nome de Luca.

Luca acaba descobrindo em si atrações homossexuais enquanto busca a afirmação que ele nunca recebeu de seu pai, enquanto ao mesmo tempo evita desapontar sua mãe com uma rival feminina. Ele entra em relacionamentos sexuais com homens mais velhos.

Eu procurava nos homens quem era meu pai e eu costumava andar com os homens para não trair a minha mãe”, canta Povia. Ele também faz alusão à superficialidade dos relacionamentos homossexuais, quando Luca diz: “Por quatro anos estive com um homem durante momentos de amor e decepção. Muitas vezes nos traíamos”.

Contudo, Luca finalmente encontra uma mulher com quem ele consegue conversar sobre seu sofrimento. “Procurava ainda a minha verdade, aquele grande eterno amor. Então numa festa, no meio de tanta gente, eu a conheci. Ela não se intrometia, me escutava, me desnudava, me entendia. Lembro apenas que, no dia seguinte, eu senti falta dela”.

Luca resolve seus problemas e deixa o estilo de vida homossexual em troca de seu novo amor, e agora tem filhos. Ele diz que perdoa seus pais.

Papai, perdoei você muito embora você nos tenha deixado para sempre”, canta Povia. “Mamãe, penso muitas vezes em você e amo você. Às vezes ainda vejo seu reflexo. Mas me tornei pai agora, e meu coração pertence à única mulher que verdadeiramente amei na vida”.

As estrofes são entrelaçadas com o coro: “Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente”.

O sucesso da música, que agora foi vista por mais de 100 mil vezes no site do canal de TV RAI, foi realizado apesar de protestos de grupos homossexualistas italianos, dirigidos pelo grupo Arcigay, cujo líder denunciou Povia por promover a “homofobia”.

O comediante italiano Roberto Benigni, que fez a abertura do Festival de Sanremo com um monólogo, também zombou de Povia, afirmando que “a homossexualidade não é pecado” e que os homossexuais são historicamente perseguidos “porque amam alguém”. Ele também recebeu aplauso da audiência.

Contudo, Paolo Bonolis, diretor artístico e apresentador da edição deste ano do Festival de Sanremo, defendeu a música, declarando que ela não “toma lado algum”, mas apenas “conta uma história”.

O Festival de Sanremo é realizado anualmente em Sanremo, Itália, desde 1951.

Povia, que tem 36 anos, ganhou o Festival de Sanremo em 2006 com sua música “Queria ter a conta“ e já ganhou vários prêmios. Ele disse ao jornal católico Il Giornale que quando era mais jovem ele próprio “brincou” com a conduta homossexual, mas depois “saiu”. Ele defende os direitos das crianças e participa muitas vezes em eventos de caridade, conforme seu site.

Informações de contato:

Giuseppe Povia
Website: http://www.povia.net/home.asp
Facebook: http://www.facebook.com/pages/Giuseppe-Povia/32655699669
Email: ufficiostampa@povia.net

Links relacionados:

Vídeo completo de Giuseppe Povia cantando “Luca era Gay”, Parte 1
http://www.rai.tv/dl/RaiTV/programmi/media/ContentItem-441b906d-b0f8-4f53-b9c7-1c2c38206d93.html


Parte 2
http://www.rai.tv/dl/RaiTV/programmi/media/ContentItem-d53f867c-090f-4989-bf96-106d7b104e99.html


“Luca era Gay” no YouTube:
http://www.youtube.com/watch?v=NTVuDZbw6AE

Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Letra completa da música “Luca era gay”

Introdução:

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Primeiro verso:

Luca diz: Antes de falar sobre a mudança na minha sexualidade, gostaria de esclarecer que se creio em Deus não posso depender de seres humanos para obter respostas para meus questionamentos pessoais. As opiniões humanas se dividem nessa questão. Por isso, não fui a psicólogos, psiquiatras, clérigos ou cientistas.

Minha busca me levou ao meu próprio passado, e quando escavei fundo, descobri muitas coisas sobre mim mesmo.

Minha mãe tinha amor exagerado por mim, o amor dela virou obsessão total com suas convicções. A atenção dela não me deixava respirar.

Meu pai costumava não assumir decisões e eu nunca conseguia conversar com ele. Ele estava longe trabalhando o dia inteiro, mas eu sentia que essa não era a verdade. É por isso que mamãe pediu divórcio. Eu tinha 12 anos e não entendia realmente meu pai. Ele disse que era a decisão certa e começou a beber por algum tempo.

Mamãe sempre falava mal de papai para mim e costuma dizer “pelo amor de Deus, nunca se case”.

Ela tinha ciúme doentio de minhas namoradas e eu estava ficando confuso sobre quem eu era.

Coro:

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Segundo verso:

Hoje sou um homem diferente, mas naquele tempo em que eu estava procurando respostas, de vergonha procurei respostas escondido. Alguns diziam que [a homossexualidade] é natural.

Eu estudei Freud e ele não pensava o mesmo. Depois terminei o colégio, mas eu não sabia o que era a felicidade. Um homem muito mais velho me fez tremer o coração. Foi aí que descobri que eu era homossexual

Com ele, não havia inibição. Ele me cortejava e eu achava que era amor. Sim, com ele, fui capaz de ser eu mesmo. Mas depois se tornou uma competição de quem era o melhor de cama

Eu me sentia culpado. Cedo ou tarde o prenderão, mas se as provas desaparecerem, ele será absolvido.

Eu procurava nos homens quem era meu pai e eu costumava andar com os homens para não trair a minha mãe

Segundo coro:

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Especial:

Luca diz: Por quatro anos estive com um homem durante momentos de amor e decepção. Muitas vezes nos traíamos.

Procurava ainda a minha verdade, aquele grande eterno amor. Então numa festa, no meio de tanta gente, eu a conheci. Ela não se intrometia, me escutava, me desnudava, me entendia. Lembro apenas que, no dia seguinte, eu senti falta dela.

Esta é a minha história, apenas minha história. Nenhuma doença, nenhuma recuperação.

Papai, perdoei você muito embora você nos tenha deixado para sempre.

Mamãe, penso muitas vezes em você e amo você. Às vezes ainda vejo seu reflexo.

Mas me tornei pai agora, e meu coração pertence à única mulher que verdadeiramente amei na vida.

Coro final:

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Luca era gay, mas agora ele está junto com ela. Luca fala do coração. Luca diz: Hoje sou um homem diferente.

Tradução e adaptação: www.juliosevero.com

Fonte: WthRockMorton

Leia mais:

Como um líder homossexual se tornou normal

Ativista gay abandona o homossexualismo

Testemunho: Jesus liberta do homossexualismo

Uma Mudança Radical

Ex-homossexual se candidata a vereador nos EUA

Testemunho da experiência pessoal do cantor e escritor Eliel Simão

Os “Tolerantes” Ativistas Gays Não Toleram Ex-Gays

Existe Realmente Um “Gene Gay”?

Ex-Homossexual — Hoje Salvo — Trava Batalha Simultânea Contra a AIDS e o Pecado

26 de fevereiro de 2009

Postura pró-vida de menina de 12 anos comove professora pró-aborto

Postura pró-vida de menina de 12 anos comove professora pró-aborto

Kathleen Gilbert

TORONTO, Canadá, fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — A menina “Lia” de 12 anos, que vive em Toronto, Canadá, virou estrela na sua escola e no Youtube com seu discurso pró-vida de cinco minutos, feito para uma competição escolar. Apesar do desânimo e oposição total, a apresentação de Lia foi tão bem feita que ela ganhou a competição, embora ela tivesse sido avisada que ela seria desqualificada, devido à mensagem “polêmica” de seu discurso.

O discurso está disponível no Youtube onde já foi visto mais de 100 mil vezes e produziu discussões acaloradas. (Veja: http://www.youtube.com/watch?v=wOR1wUqvJS4&feature=channel_page)

“E se eu lhe dissesse que neste exato momento, alguém está escolhendo se você deveria viver ou morrer?” começa a menina charmosa no seu discurso que está gravado no Youtube. “E se eu lhe dissesse que essa escolha não foi baseada no que você poderia ou não fazer, no que você fez no passado, ou no que você faria no futuro? E se eu lhe dissesse que você nada poderia fazer para impedir isso? Colegas alunos e professores, milhares de crianças estão neste exato momento nessa situação. Alguém está escolhendo o destino de bebês sem mesmo conhecê-los. Estão escolhendo se eles irão viver ou morrer. Esse alguém é a própria mãe. E essa escolha é o aborto”.

Lia, falando facilmente e com entusiasmo radiante, dispara respostas a várias objeções comuns no breve discurso.

“Por que pensamos que só porque um feto não pode falar ou fazer o que fazemos, ele não é ainda um ser humano?” pergunta ela. “Alguns bebês nascem depois de cinco meses. Será que esse bebê não é humano?

“Jamais diríamos isso. Contudo, abortos são realizados em fetos de cinco meses todos os dias. Será que só os chamamos de seres humanos se alguém os quiser?

“Pense nos direitos da criança, que nunca lhe foram dados. Não importa quais direitos sua mãe tenha, não significa que podemos negar os direitos do feto”, disse ela. “Precisamos nos lembrar de que com nossos direitos e nossas escolhas vêm responsabilidades, e não podemos arrancar direitos dos outros para evitar nossas responsabilidades”.

A mãe de Lia diz que o assunto foi escolhido pela própria filha, e que ela estava determinada a não ceder, até mesmo depois que os professores lhe disseram que sua apresentação era “adulta demais” e “polêmica demais”.

“Ela também foi avisada de que se fosse adiante com o assunto, ela não teria permissão de continuar na competição de discurso”, escreveu a mãe de Lia no blog Moral Outcry. “Inicialmente, tentei ajudá-la a achar outros assuntos sobre os quais falar, mas no fim ela estava inflexível. Ela queria continuar com o assunto do aborto. Assim, ela desistiu de sua chance de competir a fim de falar sobre algo que está profundamente em seu coração”.

A mãe disse para LifeSiteNews.com que um das professoras da menina apoiou seu discurso, muito embora a professora fosse pró-aborto. “Depois de ajudar Lia a fazer o discurso ela disse, ‘Isso realmente me fez pensar’”, observou a mãe.

Na competição escolar, a mãe disse que um dos jurados da competição era outra professora pró-aborto que “nem mesmo queria ouvir” o discurso da menina, e saiu de sua cadeira pouco antes de Lia começar. Depois do discurso, que a família de Lia disse que foi bem recebido pelos estudantes e pelos professores, os jurados inicialmente disseram para Lia que ela havia sido realmente desqualificada. Mas uma polêmica entre os jurados acabou levando a uma reversão, e a família de Lia ficou sabendo no dia seguinte que os jurados concordaram que a menina merecia vencer a competição.

Quando perguntada sobre o que inspirou Lia a prosseguir no assunto com tanta insistência, sua mãe disse:

“Ela se envolveu nesse assunto com paixão, e pesquisou muito. Realmente creio que é algo que Deus colocou no coração dela”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Leia também:

Menina prodígio de 10 anos é apaixonada por Jesus

25 de fevereiro de 2009

Lula prepara sua candidatura a presidente da Internacional Socialista

Lula prepara sua candidatura a presidente da Internacional Socialista

Vittório Medioli

O Tempo

Lula prepara sua candidatura a presidente da Internacional Socialista, meca dos movimentos socialistas. Ao sair do Planalto, essa presidência conferirá a Lula o status de papa socialista, colocando-o em evidência e, de certa forma, ao reparo de ataques rasteiros que enfrenta um ex-presidente qualquer. O PT, que vive diuturnamente imerso em assuntos de poder e política, passaria a ter (com ele no vértice da Internacional) uma consagração sem fronteiras e um eficaz remédio para tratar das sequelas do mensalão e outros escândalos ainda não resolvidos.

Bem por isso, as relações, cada vez mais intensas, apesar de aparentemente estéreis, com os presidentes bolivarianos e socialistas da América Latina aproximam Lula da presidência da prestigiosa entidade.
Quem cuida da empreitada "socialista" é Felipe Belisário Wermus, codinome Luis Favre, marido franco-argentino de Marta Suplicy, antigo assessor do ex-primeiro-ministro francês Leonel Jospin, e, ainda amigo do atual presidente dos PSF, François Hollande.

Chegar à presidência da Internacional passa pelos socialistas franceses, talvez os mais ortodoxos e radicais, apesar de artificiais e pouco pragmáticos, da Europa. Favre conhece de perto o ambiente parisiense e a nata socialista desde a década de 90 quando se casou com a fervorosa petista Marília Andrade (herdeira da Andrade Gutierrez). O casal instalado num fabuloso apartamento em Paris era anfitrião de intelectuais, artistas, escritores e figuras socialistas do mundo inteiro. Hospedaram sob seu teto a própria Lurian, filha mais velha de Lula, que trataram com grande atenção, proporcionando-lhe estudos, amparo e cirurgias plásticas.

Precisa lembrar dessa época para entender o caso Cesare Battisti. O affair que abala as relações diplomáticas com a Itália tem tudo a ver com Felipe Belisário, mais que com a primeira dama francesa Carla Bruni Sarkozy, como divulgam desinformados colunistas brasileiros.
As filigranas dos episódios atestam a ação de Favre desde o dia da prisão do terrorista italiano, interceptado pela PF no calçadão de Copacabana ao término de uma ação conduzida pelos Serviços de Inteligência da França (sob influência de Sarkozy).

Naquele dia, quem conduziu a PF até Battisti foi uma mulher de 55 anos, francesa, que desembarcou poucas horas antes no Rio proveniente de Paris, trazendo consigo 9.400 euros. Ela tentou esconder sua identidade se registrando com o nome de solteira, Lucie Genevieve Oldés. Detida em Copacabana, em pleno calçadão, foi interrogada e liberada de imediato pela PF quando o normal teria sido ficar presa dias, inocente ou culpada que fosse. Na liberação a jato, pesou algo poderoso: a interferência de Favre junto ao Ministério da Justiça. Assim, Lucie Oldés se refugiou na residência carioca da escritora francesa Fred Vargas, hoje líder do Comitê de apoio a Battisti, e ainda a escritora que assina o prefácio do último romance policial do italiano ("Ma Cavale"). Oldés, na realidade, é conhecida como Lucie Abadia, que, botando de novo os pés na França, declarou ao "Le Figaró" não conhecer Battisti e nunca ter falado com ele.

O jornal nota que Abadia mente. Mostra os laços estreitos entre ela, presidente de uma Associação de escritores Noires de Pau (estilo policial praticado por Battisti e Fred Vargas) e o terrorista italiano. No site Noires de Pau, mantido pela Abadia, o italiano é tratado com veneração entre devaneios radicais que chegam a lamentar até a queda do Muro de Berlim (!).

Precisa lembrar que Favre, em Paris, foi dirigente da Quarta Internacional (fundada por Leon Trotsky em 1938) cuja missão era editar livros e opúsculos de inspiração socialista e subversiva.

Agora, dar refúgio e passaporte brasileiro a Cesare Battisti, para o presidente Lula (que ambiciona a presidência da Internacional Socialista) é uma decisão obrigatória e inevitável. Sem esse gesto, perderia a possibilidade de chegar a presidir a Internacional Socialista; com ele, na prática, garantiu o cargo.
Favre reafirma sua fama de bem-sucedido condutor de estratégias. Mais uma vez a dele prevaleceu sobre qualquer outra.

E-mail: vittorio.medioli@otempo..com.br

Fonte: Percival Puggina

Divulgação: www.juliosevero.com

Campanha pela extradição do assassino italiano

23 de fevereiro de 2009

Paranóia sociológica

Paranóia sociológica

Olavo de Carvalho

Terminei o antigo anterior dizendo que a teoria da “violência simbólica” pressupunha ou uma megaconspiração cujos traços documentais desapareceram para sempre, ou o milagre de uma intenção inconsciente ser capaz de manipular o inconsciente alheio com a precisão de um cálculo matemático. Se as duas hipóteses são francamente dadaístas, à segunda vem acrescentar-se ainda mais um fator complicante. Para que os educadores fossem induzidos a trabalhar inconscientemente para os interesses da burguesia, teria sido preciso que a burguesia os manipulasse para esse fim, o que supõe que os capitalistas fossem educadores ainda mais hábeis do que os educadores profissionais, impondo a estes, por meio de “violência simbólica”, as normas e padrões de uma violência simbólica de segundo grau que, inconscientemente, eles deveriam repassar à multidão dos dominados. Também não há registro histórico de que isso jamais tivesse acontecido, é claro.

Ora, se a teoria da educação como “violência simbólica” não corresponde a nenhum fato objetivo, a nada que tenha acontecido historicamente, de onde é que ela extrai sua força de persuasão, a aparência de verossimilhança que a torna aceita, de umas décadas para cá, como uma grande verdade sociológica?

A resposta é escandalosamente simples. Toda a documentação que não existe sobre o planejamento da manipulação psicológica burguesa existe, em abundância, sobre a manipulação educacional revolucionária e socialista. Milhares, centenas de milhares de livros, artigos acadêmicos, atas de assembléias de professores e estudantes, revistas educacionais, circulares de sindicatos, filmes, vídeos etc., sem contar as obras completas de Antonio Gramsci e do próprio Pierre Bourdieu, atestam a existência de enormes trabalhos empreendidos para implantar na cabeça das crianças os valores e condutas que os revolucionários julgam convenientes para transformar os estudantes em massa de militantes ou simpatizantes da causa revolucionária, bem como para fazer com que os agentes desse empreendimento passem despercebidos e os efeitos de suas ações sejam vivenciados como transformações espontâneas do processo histórico. E isto não é uma interpretação que eu esteja fazendo. Os próprios revolucionários declaram que esse trabalho tem de ser feito e explicam como ele deve ser feito. A frase de Antônio Gramsci citada no artigo anterior é o resumo da coisa toda. A “revolução cultural” opera-se por meio de mudanças sutis e quase imperceptíveis do imaginário popular – do “senso comum” como o chama Gramsci –, de tal modo que tudo pareça espontâneo e que a vontade do Partido não se imponha como ditado autoritário de uma organização política em particular, mas como decorrência involuntária e anônima da natureza das coisas, como “autoridade onipresente e invisível de um imperativo categórico, de um mandamento divino”.

Mais do que pôr em prática a máxima leninista “acuse-os do que você faz, xingue-os do que você é”, Bourdieu inventa seu inimigo à imagem e semelhança do que ele próprio está fazendo. A famosa “violência simbólica” da cultura burguesa, não existe senão como projeção invertida da educação revolucionária. Ela é, em toda a linha, uma criatura do imaginário militante. É precisamente por só existir como fantasma na alma doente dos revolucionários que a pedagogia burguesa não apenas deixa de oferecer qualquer resistência visível ao avanço da educação revolucionária, mas ainda a protege e fomenta, oferecendo ao educador antiburguês todos os meios de ação disponíveis, acompanhados de honrarias e recompensas. Não há establishment educacional no mundo burguês que não tenha em Pierre Bourdieu o seu queridinho, o seu enfant gâté, infinitamente badalado e paparicado. Na verdade, a maioria dos educadores de grande sucesso no mundo burguês são todos revolucionários – John Dewey, Celestin Freinet, Paulo Freire, Jean Piaget, Emilia Ferrero e tutti quanti –, e é inconcebível que a astúcia maquiavélica dos burgueses que montaram a operação de manipulação invisível descrita por Pierre Bourdieu não tivesse percebido isso e, como uma sonsa, consentisse em promover seus inimigos em vez de seus porta-vozes fiéis.

A “sociologia da educação” de Pierre Bourdieu é não somente uma idiotice: é uma projeção psicótica das ações do próprio Bourdieu e de seus correligionários sobre uma realidade inexistente. É uma doença mental, e seu sucesso se deve precisamente a isso: é mais fácil transmitir o vírus de uma moléstia incapacitante do que algum conhecimento da realidade.

Fonte: Diário do Comércio, 12 de fevereiro de 2009

Divulgação: www.juliosevero.com

22 de fevereiro de 2009

Uma sociedade virada do avesso

Uma sociedade virada do avesso

Percival Puggina

Todo dia, toda hora, nos defrontamos com o avanço dos males sociais. Violência, perversões, criminalidade, drogas, epidemia de gestações na adolescência exibem a face assustadora de uma sociedade que se extraviou dos limites. Uma sociedade que, por infinitos modos e tecnologias, muito mais deseduca do que educa. Uma sociedade onde o balconista do bar comete delito se vender cigarro a uma menina de 12 anos, mas sai na boa se a levar espontaneamente para a cama.

O desastre que descrevo ganhou marco importante com os rebeldes franceses de 1968 e com seu slogan “il est interdit interdire!” – é proibido proibir. Malgrado ser flagrante contradição em termos, a regra ganhou os pensadores “progressistas” da época e se espalhou pela sociedade do Ocidente, atingindo um dos fundamentos da ordem social – o princípio da autoridade. Proibições inibiriam a criatividade. Todo “não” proferido para uma criança mutilaria sua capacidade de ser autônoma. E toda a autoridade restou delegada ao ilusório templo de uma coerência interna, cada vez mais falsa, onde estar de acordo consigo mesmo ganha prioridade em relação a estar de acordo com a verdade, e onde a mera sugestão de que existam verdades é entendida como pura insolência.

Todo professor, preocupado com bem educar seus alunos, proclama, agora, a imensa dificuldade de o fazer perante a furiosa indisciplina instalada nas salas de aula. Poucos pais que não tenham chutado o balde de suas responsabilidades deixam de reportar o atrofiamento de sua autoridade e fracassos em suas tentativas de impor limites. Estou falando do mundo e da vida.

O que ocorre sob nossas janelas e nos chega pelo noticiário não faz mais do que expressar decorrências de uma mentalidade que primeiro abalou e agora destrói as instituições. Quais instituições? Nada de importante, apenas coisas fora de moda e motivos de troça, assim como família, igreja, poderes de Estado, escola, hierarquias num sentido amplo, bem como tudo que daí deriva: ordens, mandamentos, leis, obrigações, direitos alheios e até mesmo aquele bolorento respeito natural pelos mais velhos. Sem instituições não há autoridade e sem autoridade não se preservam valores.

Sou conservador por manter uma inconformidade juvenil perante esse retrato. Diariamente não penso o mundo como quem está saindo, mas como quem está chegando. Sei (e creio que poucos deixam de saber comigo) que o vício é a adesão a hábitos que levam ao mal, e que a virtude, pela calçada oposta, é a adesão a hábitos que conduzem ao bem. Sei que uma sociedade se ergue pela vereda da virtude e desanda pelas avenidas do vício. E sei que o oxigênio da virtude flui pelas instituições, que precisam ser sólidas e, também elas, virtuosas: família, Igreja, Estado, escola e assim por diante. Você já se perguntou por que são os alunos das duas instituições educacionais militares do Estado os mais bem colocados em todas as avaliações de desempenho?

Não sem pesar reconheço que este artigo será visto como “careta” e politicamente incorreto, de uma ponta a outra. Com efeito, construímos uma sociedade na qual a virtude se oculta encabulada e o vício ganha posição de relevo; onde aquela fica reservada ao foro mais íntimo e este é proclamado do alto dos telhados. Depois, repete-se o que não me canso de denunciar na área política: totalmente desinteressados das causas, passamos ao xingamento das consequências.

Fonte: ZERO HORA de 15/02/2009

Divulgação: www.juliosevero.com

21 de fevereiro de 2009

Perseguição contra cristãos na Coréia do Norte

Perseguição contra cristãos na Coréia do Norte

Campanha de socorro aos cristãos na Coréia do Norte. Para entender como o Brasil pode se envolver nesse socorro, clique aqui.

20 de fevereiro de 2009

No ano do 200º aniversário de Darwin, cristãos refutam teoria evolucionista

No ano do 200º aniversário de Darwin, cristãos refutam teoria evolucionista

INTERNACIONAL — Enquanto milhares de pessoas celebram o 200º aniversário de nascimento de Charles Darwin, um ministério criacionista oferecerá conferências para refutar a teoria da evolução, criada pelo famoso cientista.

O ministério Answers in Genesis (respostas no Gênesis) oferecerá duas conferências gratuitas para ajudar os cristãos a defenderem sua fé contra a teoria que o ministério vê como contrária às Escrituras.

As conferências, nomeadas de “Respostas para Darwin”, ocorrerá em duas igrejas – uma ao leste e outra ao oeste – para fornecer treinamentos e ensino para cristãos, envolvendo as teorias evolucionista e criacionista.

“Tantos cristãos têm sido convencidos pela elite acadêmica de que a teoria de Darwin é válida, e tentam encontrar meios de provar, e relacionar a teoria da evolução com a da criação”, diz Ken Ham, presidente do ministério e palestrante nas duas conferências.

“Queremos ajudá-los a compreender que a teoria de Darwin é errada, menospreza a fé cristã e dá lugar para males sociais e racismos e abortos”, diz.

Outros palestrantes incluem Dr. Andrew Snelling, um cientista Ph.D em geologia, e Dr. David Menton, Ph.D em biologia.

Os temas da conferência são, entre outros, “Respostas do Gênesis para Darwin e as guerras culturais”, “Respostas para o racismo”, “Respostas científicas e bíblicas para a real idade da Terra” e “Respostas para os registros fósseis – Criação vs. Evolução”.

Ham acredita na interpretação literal da história dos seis dias da criação no Gênesis. O Creation Museum, fundado por ele, tem exibições que alegam que o mundo tem apenas 6.000 anos, os dinossauros apareceram no mesmo dia em que Deus criou a terra e outros animais, e que elementos geológicos como o Grand Canyon e os fósseis foram criados durante o dilúvio na época de Noé.

“Muitos cristãos se surpreendem quando sabem que a própria ciência confirma os textos bíblicos sobre a criação e o dilúvio. Nossa missão é propagar a mensagem para validar toda a Bíblia, alcançando os não convertidos através do evangelho.”

Tradução: Deborah Stafussi

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

19 de fevereiro de 2009

Enfermeira é suspensa após orar por paciente

Enfermeira é suspensa após orar por paciente

INGLATERRA — Foi anunciado que os funcionários do NHS (Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido) que falarem sobre sua religião com os pacientes podem perder seu emprego.

Um documento do Departamento de Saúde alerta que, falar sobre religião com pacientes pode ser considerado incômodo ou intimidação.

O documento, publicado no mês passado, não apresenta exatamente o que é aceitável, mas declara que ações que demonstrem má conduta podem levar à demissão.

As notícias são particularmente irônicas para muitos hospitais, como os hospitais de Londres Saint Barth e Saint Thomas, que foram fundados, como muitos hospitais, por obra de caridade cristã.

Isto aconteceu depois que uma enfermeira cristã que havia sido suspensa por oferecer oração a um paciente foi chamada para retornar ao trabalho.

Seus superiores no NHS foram forçados a uma humilhante retratação depois que o caso provocou uma comoção nacional. Caroline Petrie recebu cautelosamente a proposta – mas não foi forçada a escolher entre sua profissão e sua fé.

A Senhora Petrie foi acusada de não demonstrar compromisso com ‘igualdade e diversidade’, e enfrentou uma audiência disciplinar. Deve-se destacar que o NHS de North Somerset oferece serviços como capelania e salas de oração para uso de seguidores de todas as crenças.

Porém, aqueles que a apoiam reinvindicam que ela foi uma vítima de discriminação religiosa. O NHS no distrito de North Somerset emitiu uma declaração dizendo que havia contatado a senhora Petrie e esperava que retornasse ao trabalho o mais rápido possível.

No entanto, acrescentou: “É aceitável oferecer apoio espiritual como parte do tratamento quando o paciente pedir. Porém, para as enfermeiras, cujo principal papel é fornecer cuidados de enfermagem, a iniciativa deve ser do paciente e não da enfermeira”.

“Enfermeiras como Caroline não precisam colocar sua fé de lado, mas crenças e práticas pessoais devem ser secundárias às necessidades e crenças do paciente, e aos requisitos da prática profissional.”

“Estamos felizes por tomarmos esta posição clara de modo que Caroline e outros funcionários continuem a oferecer cuidado de alta qualidade para os pacientes enquanto continuam comprometidos com suas crenças.”

A senhora Petrie, 45 anos, declarou que a proposta foi ‘uma boa notícia’, mas precisa de uma garantia firme de que suas crenças serão aceitas por seus superiores antes de reassumir suas funções como enfermeira substituta. Ela acrescentou que não sabia nada sobre a proposta de retornar ao trabalho até que o jornal entrou em contato com ela.

“Eles ainda não falaram nada comigo diretamente”, disse ela. “Não estou certa de querer voltar ao trabalho antes de saber quais serão as implicações. “Gostaria de saber quais são os termos antes de tomar minha decisão.”

“É muito difícil não perguntar aos pacientes se eles querem que eu ore por eles quando acredito que a oração é eficaz para os doentes. É uma questão de consciência para mim. Eu não deveria escolher entre ser uma cristã ou ser uma enfermeira.”

Petrie havia perguntado a May Phippen, 79 anos, se queria que orasse por ela no final da visita domiciliar. A senhora Phippen não se ofendeu e não fez uma queixa formal. Mas disse a outra enfermeira que achou aquilo estranho e que poderia ser considerado preocupante ou ofensivo por outros se fossem de outras crenças ou poderiam achar que precisavam de oração por estarem muito doentes.

A batista, que se tornou cristã dez anos atrás, após a morte de sua mãe, disse que suas orações tinham efeito real nos pacientes, incluindo uma mulher católica cuja infecção urinária desapareceu dias depois de ter feito uma oração.

Tradução: Cláudia Veloso

Fonte: Missão Portas Abertas

Divulgação: www.juliosevero.com

18 de fevereiro de 2009

Famoso escritor cristão desafia o Vaticano

Famoso escritor cristão desafia o Vaticano

Ray Comfort diz que Roma crê mais em Darwin do que em Jesus

© 2009 WorldNetDaily

O atual escritor cristão best-seller número 1 nos Estados Unidos diz que o Vaticano está crendo mais em Charles Darwin do que em Jesus ao aceitar a evolução.

Ao desafiar um relatório do Arcebispo Gianfranco Ravasi, presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, que declarou que a teoria de Darwin é compatível com o Cristianismo, Ray Comfort, autor do livro cristão mais quente no site Amazon “You Can Lead an Atheist to Evidence But You Can’t Make Him Think” [Dá para conduzir um ateu à evidência, mas não dá para fazê-lo pensar], aponta que o próprio Jesus apoiou o relato do Gênesis acerca da criação quando disse: “No começo Deus os criou homem e mulher”.

“Mas o Vaticano escolheu oficialmente crer em Darwin em vez de Jesus”, acrescentou Comfort. “Essa crença revela uma compreensão rasa acerca das declarações da evolução ateísta. Deus nos deu seis sentidos, e o sexto é o bom senso. Esse aí não se acostuma com a teoria de Darwin. E esse é o problema — os fervorosos crentes na evolução não pensam muito profundamente. É por isso que escrevi o livro, que mostra que a teoria de Darwin é uma fantasia — um conto de fadas ridículo e não científico para adultos”.

Citando estatísticas que mostram que aproximadamente um em quatro professores das faculdades e universidades dos EUA são ou ateus ou agnósticos, Comfort disse: “Eles estão gerando novos ateus como se não fosse existir um amanhã. A maioria dos jovens não sabe que estão apenas adotando a teoria de um homem com uma hiper-fértil imaginação, que perdeu sua fé em Deus. Não é de admirar que tantos jovens estejam perdendo sua própria fé em Deus e se voltando para o ateísmo”.

“O Vaticano, em essência, está dizendo: ‘Não creia em Jesus nem no Gênesis. Creiam em vez disso em Darwin’”, disse Comfort. “Deus fez o homem conforme sua própria imagem, e Deus não é um primata. No nome da diversidade, o Vaticano está incentivando o ateísmo, e isso trai de forma terrível o Cristianismo”.

“Parece estranho que o Vaticano consiga tomar sem vacilar uma posição forte no assunto do aborto, e ao mesmo tempo ceder no assunto da evolução”, acrescentou Comfort. “Eles conhecem as questões referentes ao aborto, mas suspeito que eles não entendem as questões referentes à evolução de Darwin. Espero que eles repensem sua decisão, pois os ateus sem dúvida usarão isso para expandir sua própria agenda anti-Deus”.

Comfort é o autor de 60 livros e co-apresentador do “The Way of the Master” [O Caminho para o Mestre], um programa de TV semanal sobre evangelismo pessoal com o ator Kirk Cameron, estrela do filme de sucesso “Fireproof” [À Prova de Fogo].

O livro “You Can Lead an Atheist to Evidence but You Can’t Make Him Think” [Dá para conduzir um ateu até à evidência, mas não dá para fazê-lo pensar], subiu nas alturas nas classificações do Amazon.com em seu primeiro dia de venda, mudando do número 69.572 para o número 38 em 24 horas. O livro foi também nº 1 nas categorias de religião e ateísmo no “Dia de Darwin” — o 150º aniversário da publicação do livro “As Origens das Espécies”.

O livro foi nº 1 nas categorias de apologética e ateísmo sob religião. Ficou em 2º lugar em espiritualidade e 6º em Cristianismo.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: WND

EVOLUÇÃO: Uma Heresia em Nome da Ciência

17 de fevereiro de 2009

União de Blogueiros Evangélicos entrevista Julio Severo

União de Blogueiros Evangélicos entrevista Julio Severo

O entrevistado desta semana é o escritor evangélico Julio Severo. Considerado um dos pioneiros da blogosfera cristã e também um dos mais influentes no Brasil, Julio Severo é conhecido por seus posicionamentos contundentes contra o movimento homossexual e a ideologia esquerdista. Nesta entrevista concedida à UBE, Julio fala sobre sua conversão, internet, liberdade de expressão no Brasil, consciência política, e também sobre o papel do blogueiro cristão, a quem cabe, segundo ele, “abrir a boca e falar o que as mídias seculares e cristãs não querem falar”.

UBE: Desde quando é cristão? Quais os seus trabalhos já publicados? Qual a sua atuação profissional e eclesiástica?

Julio Severo: Eu freqüentava uma igreja batista cheia do Espírito Santo aos 8 anos de idade, para onde minha mãe me levava, depois de ter sido liberta ali da umbanda. Mas só tive uma experiência real com Jesus em 1981, quando senti seu amor sendo derramado em minha alma. Sou autor do livro O Movimento Homossexual, publicado pela Editora Betânia em 1998 e do livro Orações Proféticas, publicado pela Editora Propósito Eterno, em 2007. Traduzi para o português o livro De Volta Ao Lar, publicado pelas Edições Cristãs em 2007 e O Deus do Sexo, publicado pela Editora Cultura Cristã em 2007. Tenho vários artigos publicados na revista Defesa da Fé, desde 2000, inclusive quatro matérias de capa. Defesa da Fé é publicada pelo Instituto Cristão de Pesquisas, onde sou consultor teológico. Sou também autor do artigo “Behind the homosexual tsunami in Brazil”, publicado no periódico teológico americano The Religion & Society Report, editado pelo famoso teólogo reformado Harold O. J. Brown, já falecido. Meu artigo original em inglês se encontra aqui:http://www.profam.org/pub/rs/rs.2305.htm Sua tradução está aqui: http://juliosevero.blogspot.com/2008/02/por-trs-do-tsunami-homossexual-no.html

UBE: Quais são os blogs que você edita atualmente, desde quando e qual o propósito dos mesmos?

Julio Severo: Tenho os blogs “Julio Severo”, “Escola em Casa” e “Last Days Watchman”, os quais iniciei desde 1995. A missão do blog “Julio Severo” é divulgar minhas impressões cristãs sobre diversos assuntos atuais. A missão do blog “Escola em Casa” é divulgar informações sobre os benefícios da educação escolar em casa. E a missão do blog “Last Days Watchman” é divulgar alguns dos meus textos, em inglês, para o público do mundo inteiro.

UBE: Como você avalia a importância da atuação dos cristãos no ambiente da blogosfera?

Julio Severo: É muito importante a sociedade ter a voz de blogueiros cristãos que defendem os valores cristãos. A mídia secular está literalmente amordaçada por diversos interesses econômicos e políticos, deixando de ter uma atuação imparcial e honesta. Em resumo, ela é inconfiável. Quanto à mídia cristã, tanto católica quanto evangélica, há anos ela está doente, sendo arrastada por tendências esquerdistas, mas justificando essa apostasia com uma elegante roupagem de retórica “cristã” que encobre sua vergonhosa nudez espiritual. Cabe então ao blogueiro cristão responsável, desamarrado e livre de interesses ideológicos e econômicos, abrir a boca e falar o que as mídias seculares e cristãs não querem falar.

UBE: Apesar de ser uma ferramenta que oferece vários benefícios para o homem, noticias dão conta de que quando mal utilizada a internet pode provocar grandes estragos no ambiente familiar, como pornografia, abuso infantil, adultério e até mesmo induzimento ao suicídio. Nesse cenário, como o cristão deve encarar o ambiente virtual, e como se precaver contra os seus perigos?

Julio Severo: A internet não é um instrumento maligno. É apenas um instrumento de comunicação. Onde há comunicação, há fluxo de informações conforme a vontade e desejos dos que estão envolvidos na comunicação. O cristão deve usar a internet como um instrumento de comunicação cristã. Não sendo isso possível, por causa de tentação ou falta de domínio próprio, o recomendável é evitar a internet.

UBE: Um dos principais fundamentos motivadores para a utilização dos blogs é a liberdade de expressão. No Brasil, a liberdade de expressão constitucionalmente garantida tem corrido riscos? Por quê? Como isso afeta a atuação do blogueiro?

Julio Severo: Os esquerdistas têm um comportamento típico. Quando não são maioria numa sociedade, eles defendem a liberdade de expressão com unhas e dentes. Aliás, eles defendem até a democracia. Mas logo que conquistam a simpatia da maioria e o poder, aí o discurso muda. A liberdade de expressão então só vale se você fala o que está de acordo com a ideologia deles. Os exemplos são gritantes. Expressar opiniões contra o pecado homossexual vem sendo cada vez mais considerado “criminoso”. Expressar opiniões contrárias aos deuses demoníacos das religiões afro-brasileiras também é considerado “crime”. Isto é, vivemos numa sociedade que, por causa da suposta liberdade de expressão, os liberais e esquerdistas usam à vontade sua liberdade para expressar opiniões contrárias à Bíblia, a Jesus, a Deus, etc. Para eles, a Bíblia, Jesus e Deus perderam sua divindade, sacralidade e respeito — merecendo críticas. Por outro lado, eles impõem que tratemos de forma sagrada o homossexualismo e as práticas das religiões afros — sem nenhuma crítica. Pode-se dizer que a sociedade brasileira tem genuína liberdade de expressão?

UBE: Desde a igreja primitiva os cristãos sempre enfrentaram algum tipo de desafio. Quais os maiores desafios dos cristãos no mundo atual?

Julio Severo: O maior desafio do cristão moderno é viver no mundo sem se contaminar. No passado distante, governantes ímpios tomavam o poder, mas o povo de Deus não colaborava para essa tomada de poder. Hoje, tudo mudou. Hoje, os governantes precisam dos votos de todos, e o voto do cristão tem muitas vezes ido para criaturas que fazem os anjos chorarem e o inferno se regozijar. Havia época em que os cristãos no Brasil não entravam na política. Hoje, entram e se corrompem. Quando não, só votam em corrompidos. Eles dizem que seu coração pertence a Deus, mas seu voto é sem dúvida alguma de satanás. O voto errado traz um efeito monumentalmente prejudicial, fortalecendo um Estado que exige estar no lugar de Deus na vida de cada cidadão, impondo suas decisões e vontades até mesmo em áreas e decisões onde Deus não lhe deu nenhuma autoridade de estar. O Estado intrusivo representa hoje, a nível humano, a maior ameaça à ordem das famílias, à liberdade individual, à liberdade de expressão, etc.

UBE: Uma palavra aos blogueiros cristãos...

Julio Severo: Os cristãos blogueiros precisam alertar os cristãos quanto à responsabilidade do voto. Quando não há nenhum candidato que dê testemunho genuinamente cristão, é melhor não votar. É exatamente isso o que faço e oriento o público do meu blog a fazer.

O blogueiro cristão tem a responsabilidade de denunciar a maior idolatria moderna: a adoração ao Estado que exige ser o Supremo Provedor de todos e de tudo, efetivamente substituindo Deus. Qualquer coisa que queira ocupar a posição de Deus se torna um perigo. Esse perigo hoje tem nome: Estado.

O socialismo, secular e cristão, luta para entregar ao Estado as funções de Deus, das famílias e das igrejas, em troca de benefícios na área da educação, saúde, etc. Isto é, em troca de suborno social, políticos socialistas recebem até mesmo apoio e voto cristão para fortalecer um ameaçador Estado monstro sugador e esbanjador de impostos. Cabe ao blogueiro cristão denunciar profeticamente essa farsa, idolatria e perigo.

O blogueiro cristão tem a responsabilidade de denunciar a ideologia da inclusão e diversidade sexual, onde todo tipo de perversão sexual é aceita, valorizada e sacralizada e onde o casamento natural se torna inteiramente supérfluo.

O blogueiro cristão tem a responsabilidade de denunciar as medidas estatais que, no nome do combate à intolerância religiosa, promovem todo tipo de bruxaria e hostilizam os ensinos cristãos contrários à bruxaria, os quais acabam sendo tratados com desprezo e legalmente ameaçados.

Fonte: Uniao de Blogueiros Evangélicos

Divulgação: www.juliosevero.com

16 de fevereiro de 2009

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

Governo brasileiro diz que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e precisam ser reeducados

Matthew Cullinan Hoffman

BRASÍLIA, 13 de fevereiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — O governo brasileiro determinou que 99% de seus cidadãos são “homofóbicos” e portanto precisam ser reeducados, de acordo com o jornal O Globo.

Os resultados são de um estudo que testou o nível de “homofobia” da população, perguntando às pessoas que comentassem acerca de tais declarações como “Deus fez o homem e a mulher com sexos diferentes para que cumpram seu papel e tenham filhos”. Os 92% de brasileiros que concordaram parcial ou completamente com essa declaração foram rotulados de “homofóbicos”.

Outra pergunta no teste de “homofobia” foi: “A homossexualidade é um pecado contra as leis de Deus”. Cinquenta e oito por cento dos brasileiros concordaram.

Aqueles que concordaram parcial ou completamente que “A homossexualidade é uma doença que tem de ser tratada” (41%) foram também rotulados de “homofóbicos”, assim como aqueles que objetaram a beijos e abraços de homossexuais em público (64%).

De acordo com o jornal O Globo, o governo federal do Brasil usará os dados para “planejar novas políticas, e alerta que já detectou um desdobramento sombrio de tanto preconceito: a intolerância.” O estudo foi realizado por uma organização ligada ao Partido dos Trabalhadores, que atualmente ocupa o poder executivo e predomina no poder legislativo.

“Não há como [o governo] não se envolver, porque a intolerância tem se manifestado em crimes, inclusive cometidos por agentes de Estado”, disse Paulo Biagi, coordenador do Brasil Sem Homofobia, programa oficial do governo Lula.

Biagi diz que o governo agora começará a “rearticular” a defesa de seu projeto de lei “anti-homofobia”, que tornará crime criticar a conduta homossexual no Brasil.

Além disso, o governo estará lançando o Plano Nacional de Promoção da Cidadania LGBT em maio. O governo também iniciará, juntamente com dez outros países latino-americanos, uma campanha televisiva para combater a “homofobia”.

“O que é de admirar é como uma população que é 99% contra o homossexualismo aceita de forma passiva e calada que um governo 100% a favor do homossexualismo eleve as práticas homossexuais a nível de sacralidade inviolável”, escreveu o ativista pró-família Julio Severo em seu blog Last Days Watchman, “enquanto rebaixa 99% da população à categoria de ‘ralé ignorante’ que deve ser sumariamente condenada a políticas estatais de reeducação”.

Links relacionados:

“Study” in the Brazilian newspaper O Globo: 99% Brazilians do not accept homosexuality

http://lastdayswatchman.blogspot.com/2009/02/study-in-brazilian-newspaper-o-globo-99.html

“Pesquisa” no jornal O Globo indica: 99% dos brasileiros não aceitam o homossexualismo

http://juliosevero.blogspot.com/2009/02/pesquisa-no-jornal-o-globo-indica-99.html

Cobertura relacionada em inglês em LifeSiteNews:

Brazilian President: Opposition to Homosexuality is a “Perverse Disease”

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/jun/08060904.html

Brazilian Government Punishes Dissenters of Pro-Homosexuality Policy

http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/mar/08032702.html

Brazilian Homosexuals File “Hate” Charges Against Brazilian Christians

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/nov/07112805.html

Brazil Attacks Against Family Defenders Backed by Pro-Homosexual Regime of Nation’s President

http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/jul/07073108.html

Fonte: LifeSiteNews

Homossexuais brasileiros entram com ações legais por crime de ódio contra cristãos brasileiros

“Opor-se ao homossexualismo faz de você um doente”

Brasil Sem Homofobia: o que o governo Lula está fazendo para impor o homossexualismo no Brasil

Paira sobre os cristãos do Brasil perseguição por causa do homossexualismo

Lula: oposição ao homossexualismo é “doença perversa”