31 de janeiro de 2009

Removendo o tumor maligno do terrorismo

Removendo o tumor maligno do terrorismo

Natan Sharansky

A guerra de Israel em Gaza foi recebida com brados de protesto ao redor do mundo. Eles vieram de duas fontes:

Primeiro, há aqueles que se opõem a qualquer esforço israelense de auto-defesa, principalmente porque acham que um Estado judeu nem mesmo deve existir. Essa é uma forma de anti-semitismo, e tal ponto de vista deveria ser logo descartado, sem que se argumente contra ele.

Em segundo lugar, há aqueles que apóiam a existência de Israel, mas acreditam que foi errado promover um ataque tão duro contra a Faixa de Gaza.

Esse argumento assume duas formas: (1) que a resposta de Israel é desproporcional e, portanto, errada; e, (2) que há formas menos violentas de lidar com o Hamas – através de pressões internacionais, sanções ou negociações.

As duas alegações, por mais lógicas que possam parecer, ignoram as lições da história, inclusive a história recente de Israel no combate ao terrorismo. Nos dez anos em que servi como ministro no Gabinete de segurança de Israel, aprendi como tais argumentos podem ser equivocados.

Praticando o comedimento

Em 1º de junho de 2001, um homem-bomba suicida atacou a entrada da discoteca Dolphinarium em Tel Aviv. Vinte e um israelenses, em sua maioria jovens, foram mortos e mais de 130 ficaram feridos. Esse foi o último de uma série de ataques suicidas que tinham sido lançados desde o início da Segunda Intifada em setembro de 2000.

No dia seguinte, participei de uma reunião dramática do Gabinete para discutir nossas opções – uma reunião realizada no Shabbat, justificável apenas por uma emergência real. A maior parte dos ministros achava que era necessário tomar medidas decisivas.

Oficiais militares apresentaram um plano para erradicar a infra-estrutura do terror, através de uma campanha complexa no coração das cidades e dos campos de refugiados palestinos. Apesar do ataque ter sido cometido pelo Hamas, estava claro que o líder palestino Yasser Arafat tinha lhe dado luz verde. Tínhamos tanto o direito quanto a capacidade para contra-atacar.

No decorrer da reunião, porém, nosso ministro do Exterior entrava e saía da sala, falando [pelo telefone] com líderes mundiais, transmitindo-nos o que tinham dito. Sua mensagem era clara: no momento, Israel contava com a simpatia da comunidade internacional.

Enquanto mantivermos nossa resposta militar no mínimo, o mundo continuará do nosso lado, e a crescente pressão diplomática irá controlar o terrorismo, disse ele. Mas, se lançarmos um ataque em grande escala contra os terroristas, arriscamo-nos a perder o apoio mundial e a transformar Arafat de agressor em vítima.

Resposta proporcional

Finalmente, o primeiro-ministro foi convencido pela abordagem dele, e tomou-se a decisão de adotar uma resposta proporcional – ataques localizados a células terroristas, operações especiais, prisões – e de permitir que a diplomacia exercesse sua mágica.

Nos próximos nove meses, Israel moderou seu fogo, e o mundo realmente condenou o terrorismo. Mas os ataques simplesmente aumentaram.

No coração de Tel Aviv e Jerusalém, homens-bomba suicidas explodiram cafeterias, ônibus e hotéis. A vida noturna acabou, o turismo foi dizimado e os hotéis tiveram de despedir a maior parte dos seus trabalhadores. Um dos meus colegas no governo, Rehavam Ze’evi, foi abatido por terroristas.

Nesse meio-tempo, os EUA sofreram seu próprio ataque terrorista em 11 de setembro [de 2001] e fizeram intensas pressões sobre nós para que não retaliássemos contra os palestinos, com medo de que isso complicasse sua própria guerra com a Al-Qaeda.

A situação chegou a um clímax em março de 2002, quando mais de 130 israelenses foram mortos num só mês – sendo que o ataque mais infame ocorreu em 27 de março, na véspera da Páscoa, no Park Hotel em Netanya.

No dia seguinte, o Gabinete reuniu-se – novamente num encontro extraordinário durante um feriado religioso. A reunião começou às 6 da tarde e prosseguiu durante toda a noite.

Dessa vez, porém, o governo decidiu lançar a Operação Escudo Defensivo – o mesmo plano que as Forças de Defesa de Israel (FDI) tinham apresentado no ano anterior.

Piores temores

Na arena internacional, concretizaram-se nossos piores temores.

As Nações Unidas nos condenaram, os EUA enviaram o secretário de Estado Colin Powell para nos dizer que deveríamos parar imediatamente com os ataques. A mídia global montou uma campanha brutal para nos retratar como criminosos de guerra, espalhando falsos rumores sobre a matança indiscriminada de civis palestinos, descrevendo a operação como a pior atrocidade da história moderna.

O mais chocante desses rumores foi o libelo de Jenin, que foi mostrado em um filme produzido basicamente a partir da imaginação fértil do seu diretor, e então apresentado ao redor do mundo.

Não vinha ao caso que, na realidade, Israel tinha tomado medidas sem precedentes para minimizar o número de vítimas civis, até mesmo deixando de usar bombardeios aéreos ou fogo de artilharia, fazendo seus próprios soldados assumirem riscos sem precedentes; ou que a comissão da ONU criada para investigar Jenin foi logo dissolvida por falta de evidências; ou que o diretor do filme admitiu ter ludibriado seu público.

Reputação destruída

Durante anos, o “Massacre de Jenin” foi a peça central da máquina de propaganda anti-israelense, reverberando pela Europa e noscampi americanos, como símbolo da iniquidade israelense. Nossa reputação estava em frangalhos.

Entretanto, tudo isso foi um preço baixo a pagar por aquilo que Israel ganhou. Em poucas semanas o terrorismo palestino foi desativado, e o número de israelenses mortos caiu de centenas por mês para menos de uma dúzia no decorrer do ano seguinte. A economia voltou a se movimentar.

Não menos importante foi o efeito que a Operação Escudo Defensivo teve sobre os próprios palestinos. Com a infra-estrutura terrorista removida, os palestinos puderam iniciar a reconstrução das suas instituições civis e mudar sua atitude em relação à violência.

No decorrer do tempo, a política de promoção do terror de Arafat foi substituída pela abordagem bem mais cautelosa do seu sucessor, Mahmoud Abbas.

Renascimento da Margem Ocidental

Em mais de seis anos desde a operação, a economia da Margem Ocidental floresceu. Se há esperança na Margem Ocidental hoje em dia, é porque Israel abandonou as idéias de proporcionalidade e diplomacia para lidar com o terrorismo.

Os palestinos da Margem Ocidental sabem disso; por essa razão não se juntaram à condenação mundial desenfreada de Israel pela guerra em Gaza. Enquanto dezenas de milhares protestaram na Europa, a maior parte dos moradores da Margem Ocidental ficou silenciosa.

Entender a guerra em Gaza significa reconhecer as lições de 2002. Durante os três anos que se passaram após a retirada de todas as tropas e dos assentamentos da Faixa de Gaza em 2005, Israel optou por responder de modo proporcional e diplomaticamente aos ataques mortais diários do Hamas com seus foguetes.

O resultado? Mais foguetes, mais mísseis, mais miséria para os palestinos – e espaço suficiente para o Hamas tomar conta da Faixa de Gaza, devastar sua sociedade, montar um arsenal muito mais poderoso do que o que tinha em 2005 e tornar-se a vanguarda do expansionismo iraniano na região.

Tratamento do câncer

O terrorismo é um câncer que não pode ser curado por tratamentos “proporcionais”. Ele exige cirurgias invasivas. Ele não somente ameaça Estados democráticos, mas também – principalmente – os civis locais que são obrigados a se juntar às suas fileiras fanáticas, usados como escudos humanos e devastados pela sua tirania.

Quanto mais se espera para tratá-lo, pior ele fica, e mais severo torna-se o tratamento necessário para vencê-lo.

No Sul do Líbano, onde Israel falhou em derrotar os terroristas em 2006, a enfermidade se espalhou: o Hezb’allah (Partido de Alá) tem agora três vezes mais mísseis do que antes, e os terroristas têm o governo libanês sob seu controle.

Exatamente como em 2002, Israel optou por combater o coração do terrorismo [em Gaza], enfrentando denúncias de todo o mundo, manifestações de multidões, resoluções da ONU e falatórios sobre crimes contra a humanidade. Agora, como naquele tempo, essa foi a decisão correta.

A operação foi dolorosa: o número de civis feridos e mortos, apesar de ser muito inferior à de campanhas comparáveis em outras partes do mundo, certamente é intoleravelmente elevada – um reflexo da extensão e profundidade da infra-estrutura terrorista que cresceu ali nos últimos três anos.

Como em 2002, os beneficiários reais do sucesso da campanha israelense serão os próprios palestinos. A paz somente será alcançada quando for dada aos palestinos a liberdade de construir instituições civis reais, e quando puder emergir uma liderança sem medo de dizer aos seus próprios cidadãos que a violência, o fanatismo e o martírio não são o caminho que deve ser seguido pelos palestinos.

Mas isso somente poderá acontecer depois que a malignidade do terrorismo for removida do seu meio. Por mais desagradável que isso soe, essa é a única fonte de esperança para Gaza. (Natan Sharansky, extraído de The Jerusalem Post - publicado na revistaNotícias de Israel - http://www.Beth-Shalom.com.br)

O autor é presidente do Instituto Adelson de Estudos Estratégios do Centro Shalem. Ele foi o mais conhecido dos “prisioneiros de Sião” (judeus que eram impedidos de sair da União Soviética). Quando, finalmente, foi libertado da URSS, emigrou para Israel, onde iniciou carreira política e foi ministro e vice-primeiro-ministro.

Divulgação: www.juliosevero.com

30 de janeiro de 2009

O pluralismo dos idiotas úteis

O pluralismo dos idiotas úteis

Aqui em Belém ocorre o famigerado Fórum Social Mundial, reunião das esquerdas mundiais, cujo slogan é “outro mundo é possível”. Uma coisa particularmente me impressionou quando assisti aquela legião de comunistas, socialistas, anarquistas, ripongas, desocupados, bêbados, maconheiros, negros racistas, índios paganistas, eco-terroristas, eco-chatos, Movimento dos Sem-Terra, dos sem-casa, dos sem-mulher, dos sem-homens, dos sem-cérebros, homossexuais enragès, abortistas, defensores das tartarugas, adeptos da União do Vegetal, lésbicas odientas com o macho e toda sorte de idiossincrasias estranhas, nas ruas. É que esses movimentos são realmente plurais, só que com uma incrível diversidade de estupidez. Aqueles seres exóticos, que dizem combater a “ditadura do pensamento único”, quase sem exceção, sonham com modelos totalitários, que são diametralmente opostos à sorte de loucuras manifestas como ato de rebeldia. De fato, parece que a revolta foi bastante explorada pelas esquerdas: as causas mais contraditórias, mais absurdas, tornaram-se bandeira de promoção política delas. Só que a rebeldia comum de alguém que participa do Fórum Social Mundial é o protesto da criança mimada, do adolescente desmiolado, do adulto que não cresceu. Reivindicações que são inócuas, incoerentes. Ou na pior das hipóteses, suicidas.

Suicidas, precisamente porque aqueles movimentos, em sua totalidade, são antiliberais. Chega a ser de uma comicidade que esse fórum só exista por conta de uma sociedade individualista, formada por leis, Constituição, Estado de Direito, liberdades de consumo capitalista. Preocupações e zelos com subjetividades, mesmo as mais neuróticas, só existem em nossas comportadas democracias liberais. E, no entanto, vê-se o ecologista xiita reverberando contra a industrialização e o capitalismo e usando um celular ou uma câmera fotográfica de última geração, rindo como um turista idiota na foto. Outro defende o casamento homossexual e levanta a bandeira palestina, apoiando a causa fanática do grupo terrorista islâmico Hamas ou do Irã. Muitos falam de paz, quando acham que a causa de todos os males são os Estados Unidos e as democracias ocidentais. Bandeiras de Cuba e do Partido Comunista tremulando é que não faltam. E aí aderem a utopias grotescas e regimes tirânicos como Cuba, Venezuela e atualmente a Bolívia, que criou uma constituição “socialista”. Façamos uma observação: na Constituição boliviana, os direitos individuais só servem de enfeite. O governo formado por Evo Morales não foi feito para proteger o individuo do Estado, mas para alargar o poder estatal e esmagar o indivíduo. Para certas esquerdas, a constituição é apenas um pedaço de papel.

Se não bastasse o caráter suburbano e mesmo bizarro de alguns membros dos assim chamados “movimentos sociais” e ongs, o Fórum Social Mundial abre espaço para a promoção de grupos delinqüentes e terroristas. Na verdade, a delinqüência é uma regra na esfera ideológica de uma boa parte deles. O famoso MST é um exemplo de ficha criminal invejável para os nossos padrões republicanos. E as Farcs, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, envolvidas com terrorismo e narcotráfico, são convidadas eméritas nestes encontros. Como a moda é falar mal do Estado de Israel, é possível que chamem até representantes do Hamas para palestrar sobre o “outro mundo possível” deles.

Afirma-se que a esquerda vai dar apoio ao terrorista italiano Cesare Batistti, condenado pelo assassinato de quatro pessoas em seu país, nos anos 70. E como não poderia deixar de ser, Hugo Chavez, Evo Morales e Lula serão figuras obrigatórias no insano viés socialista. As platéias bobocas vão aplaudir os facínoras. Com muita droga e suruba.

Curiosamente, o capitalismo, objeto de ódio comum e implacável de toda a esquerda, é, curiosamente, o sustentador do projeto. Quem financia o evento? Justamente os grandes aglomerados financeiros e empresariais odiados pelos militantes vermelhos. A Fundação Ford, que banca o Conselho Indigenista Missionário Mundial, o mega-especulador George Soros, dentre outros e o governo federal, extraindo o bolso dos contribuintes, são os patrocinadores do encontro. E alguém se perguntaria: por que alguns setores do capitalismo financiariam a sua própria destruição? Na verdade, esses grupos econômicos também são antiliberais. Há empresários que parecem seduzidos por um modelo que garanta o mercado só para eles. Com o Estado controlando o mercado e favorecendo a esses fieis servos da burocracia socialista, eles presumem que assim vão destruir os seus concorrentes e reinarem sozinhos na economia. Ledo engano. Lênin diria que estariam vendendo a corda que iriam enforcá-los. Na prática, atualmente, estão doando a corda.

O Fórum Social Mundial é o pluralismo de idiotas úteis, cujo “outro mundo” é a triste vida da Coréia do Norte, de Cuba e de todos os demais sistemas destrutivos do universo. Reúne toda sorte de frustrados e toscos, liderados por gente criminosa e celerada, da pior espécie humana. Neste ponto há de se conjecturar: a esquerda inventou uma forma engenhosa de alienação. Uma alienação politizada, pseudo-cult e “consciente”, ainda que para isso se destrua a consciência racional elementar (até porque, para estes estultos, a normalidade é que é alienante). E neste paraíso sonhado de fuzilamentos sumários, campos de concentração, louvações de tiranos e repetições frenéticas de chavões vazios, os militantes desajustados de todos os estilos marginais sonham em levar este mesmo mundo para o abismo!

Fonte: Blog Conde Loppeux de la Villanueva

Divulgação: www.juliosevero.com

29 de janeiro de 2009

Comunicado aos leitores do Blog Julio Severo

Comunicado aos leitores do Blog Julio Severo

Estimados amigos

Os ativistas gays alegam que a aprovação do PLC 122 não representará ameaça à liberdade de expressão dos cristãos. Eles alegam que não seremos proibidos de ensinar e dizer que, de acordo com a Bíblia, o homossexualismo é pecado.

Mas o que a realidade diz? Desde 2006, estou sob ameaças e pressões, porque líderes homossexuais, com a ajuda de um governo bastante amistoso e parcial para a causa homossexual, me acusam de “homofobia”.

Para eles, qualquer crítica ao homossexualismo é “crime” de “homofobia”. Contudo, não há no Brasil, pelo menos por enquanto, nenhuma lei contra a tal “homofobia”. Apesar disso, há várias queixas contra mim por “homofobia”, como se meu blog tivesse tirado sangue ou matado uma multidão de homens que praticam o homossexualismo.

Essas ameaças estão tendo a simpatia do governo Lula. Por isso, o domínio www.juliosevero.com.br corre sério risco de ser injustamente bloqueado — antes da aprovação do PLC 122.

Em vista dessas ameaças, peço-lhes que a partir de agora acessem apenas www.juliosevero.com (sem br).

Vivemos um momento difícil no Brasil. Recentemente, o governo Lula, afrontando a honra de todo o povo brasileiro, deu asilo a um terrorista comunista que assassinou várias pessoas na Itália, enquanto cristãos inocentes, que nunca mataram ninguém, sofrem cruel perseguição, torturas e assassinatos na Coréia do Norte e outros países comunistas, sem que ninguém lhes dê asilo.

Por não ser terrorista nem assassino nem sodomita, não posso desejar contar com o apoio do governo brasileiro.

Aproveito para lhes indicar o apelo de Olavo de Carvalho em favor de mim. Vejam o apelo no seguinte vídeo:

Peço também suas orações e apoio, para que Deus livre a mim e minha família do sistema injusto disfarçado de justiça no Brasil.

Em Cristo,

Julio Severo

P.S.: Por favor, façam também a atualização em seus links e favoritos, usando apenas www.juliosevero.com

Leia também:

WND, um dos maiores sites de notícia do mundo, publica entrevista com Julio Severo

Grupo gay entra com ações legais por crime de ódio contra Julio Severo

Luiz Mott quer publicar o endereço residencial de Julio Severo

Paira sobre os cristãos do Brasil perseguição por causa do homossexualismo

Você está pronto para ser perseguido por ativistas gays?

Cinco anos de cadeia para quem ofender um homossexual

Lula: “Opor-se ao homossexualismo faz de você um doente”

Em defesa do casamento: quando direitos são usados para exterminar a liberdade

28 de janeiro de 2009

Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano contra medidas anti-vida de Obama

Rabinos dos EUA mostram solidariedade ao Vaticano contra medidas anti-vida de Obama

Rabinos dizem: Estamos ombro a ombro com o Vaticano na defesa da vida e da família

John-Henry Westen

Nova Iorque, EUA, 27 de janeiro de 2009 (LifeSiteNews.com) — O rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos EUA, estará em Roma na quinta-feira para se encontrar com autoridades elevadas do Vaticano. Ali, ele expressará solidariedade com relação às críticas do Vaticano ao presidente americano Barack Obama e sua ordem presidencial que permite que dinheiro de imposto dos EUA seja dado para organizações que realizam abortos internacionalmente e para organizações que fazem campanhas para legalizar o aborto internacionalmente.

Levin estará representando mais de 800 rabinos judeus ortodoxos que formam a Aliança Rabínica dos EUA. Sua visita está sendo coordenada pelo escritório de Roma de Vida Humana Internacional.

Depois da decisão de Obama de invalidar a Política da Cidade do México na sexta-feira, o arcebispo Rino Fisichella, presidente da Pontifícia Academia pela Vida, disse que “se este é um dos primeiros atos do presidente Obama, tenho a dizer, com todo o respeito devido, que estamos rapidamente a caminho do desapontamento”. Ele acrescentou: “É essencial saber como escutar a todos os pedidos do país sem se fechar numa visão ideológica com a arrogância de achar que ter poder significa o poder sobre a vida e a morte”.

Levin declarou para LifeSiteNews.com acerca da razão para a viagem dizendo: “Senti espiritualmente inveja do arcebispo Fisichella por pular na frente na identificação das preocupações sérias que as famílias religiosas dos EUA e do mundo estão tendo sobre a primeira semana de Obama na presidência”. Ele acrescentou: “Isso motivou os rabinos a me mandar numa viagem especial ao Vaticano para mostrar fisicamente para o mundo ver que estamos ombro a ombro, e apreciamos e incentivamos a continuada sinceridade e liderança que o Vaticano e suas várias personalidades estão tomando na defesa da vida e dos valores da família”.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: LifeSiteNews

Leia mais:

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

27 de janeiro de 2009

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Distorções e abusos do Estado voraz gerando caos às famílias

Intrusivas políticas estatais deixam famílias fracas, confusas e vulneráveis

Julio Severo

De acordo com o jornal O Globo, cada vez mais pais aflitos recorrem à Justiça para resolver os problemas de seus filhos. “Seu juiz, trouxe o meu filho aqui porque não sei mais o que fazer” é frase ouvida com frequência nas salas de audiência. Depois de anos de doutrinação de psicólogos contrários a limites firmes e disciplina, nem psicologia nem psiquiatria estão conseguindo oferecer solução para as famílias. Pais desesperados pedem socorro a juízes até para questões mínimas de limites para os filhos. É essa a função verdadeira dos juízes?

Famílias do passado tinham autonomia e filhos delinqüentes eram raridade

No passado, qualquer família tinha autonomia, disposição e proteção para resolver seus próprios problemas. Um filho que havia cometido desobediência grave era surrado até com pedaço de pau. A desobediência morria com tanta eficácia que as gerações passadas tinham problemas, mas não de delinqüência juvenil, que era resolvida de forma enérgica. O Estado nem pensava em desafiar a autoridade e direitos dos pais na fundamental responsabilidade de criar os filhos.

Pequenos roubos e desafios eram tratados ao rigor do clássico “arreio”. Um senhor contou-me que, ao ser pego com uma revista pornográfica na adolescência, seu pai lhe deu uma surra tão forte que ele foi curado da pornografia. É desnecessário dizer que, mesmo sendo pobre, ele não se tornou delinqüente, nem precisou resolver suas frustrações em drogas, prostituição e crimes. Ele se tornou um homem trabalhador, querido e respeitado.

Enfim, os pais do passado tinham plena autonomia para corrigir os problemas de comportamento de seus filhos. Hoje, os pais não têm nenhuma autonomia. Eles têm medo.

Tente colocar seu filho para trabalhar num negócio da família — prática universal durante milhares de anos —, e agentes estatais do Conselho Tutelar lhe mandarão uma intimação desagradável. Será que trabalho para filhos é “nocivo” porque os filhos ficam sem tempo para se envolver com bebidas, drogas, farras e sexo?

Tente surrar seu filho com uma vara, impondo limites inegociáveis e rígidos. Novamente, agentes estatais, pagos com o dinheiro suado dos próprios pais, farão seu trabalho sujo de intromissão.

Por outro lado, nas escolas públicas crianças são doutrinadas acerca de seus direitos e de como denunciar seus pais se eles não se conduzirem conforme as imposições do Estado. Alunos são ensinados sobre os limites dos pais, enquanto o próprio Estado quebra todos os limites morais ao apresentar o sexo antes do casamento ou a relação homossexual como coisas normais. Ai do pai ou da mãe que discordar dessa educação imposta pelo Estado!

Diante disso, como impedir a desestruturação da família, quando o próprio Estado está envolvido na destruição da autoridade dos pais?

Os pais perderam sua autonomia necessária. Com o estrangulamento estatal dos direitos dos pais, as famílias naturais mal conseguem respirar.

Hoje, quem tem autonomia sobre as decisões da família é o Estado. Não que essa seja a sua competência, mas como está difícil acabar com a criminalidade real — o cronômetro do fracasso estatal agora marca mais de 50 mil assassinatos por ano no Brasil —, o governo prefere interferir na família, a fim de mostrar que está trabalhando. (Reconheça: não é nada fácil o Estado mostrar eficiência e trabalho com brutamontes assassinos!)

Beco sem saída para as famílias

O resultado? Famílias se desintegrando e que não sabem mais o que fazer. Elas estão num beco sem saída. Se cruzam os braços, são acusadas de negligência. Se usam o método tradicional e eficiente da vara, são acusadas de criminosas e abusadoras de crianças — sem mencionar que os psicólogos e psicanalistas ficarão furiosos, pois perderão boa parte de seus clientes. A única opção que o Estado lhes deixa é (tcham, tcham, tcham) obedecer ao Estado.

Na matéria de O Globo, um juiz desabafa: “O trabalho que fazemos aqui é muito mais social do que judicial”. A declaração é do juiz Marcius Ferreira, há um ano titular da Vara da Infância e da Juventude.

Juízes e autoridades estatais deveriam se envolver em questões de competência das famílias? Não são os pais que devem lidar com crianças e adolescentes desobedientes? Juízes e autoridades estatais deveriam lidar com jovens criminosos, não desobedientes. Criminoso, seja de que idade for, tem de ser tratado criminalmente pelos juízes — sem nenhuma impunidade. Filhos desobedientes (não criminosos) devem ser tratados pelos próprios pais.

O Globo então relata:

Preocupada com o avanço do fenômeno, a conselheira Andréa Pachá, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), disse que a família antigamente era estruturada de maneira mais vertical, e a autoridade nem sequer era discutida.

— Já as novas famílias, resultado de sucessivos divórcios e novos casamentos, são mais democráticas e já não encontraram espaço adequado para impor limite. Essa demanda acaba chegando à Justiça e gerando distorções — lamenta.

O divórcio e o recasamento, evidentemente, deixam muitas famílias sem estrutura e autoridade para impor limites e disciplina nos filhos. A situação das mães solteiras, cujos filhos são responsáveis por 70% da delinqüência e crimes juvenis, é o maior fator de problemas. Como resolver o aumento de assassinatos cometidos por adolescentes e jovens quando o governo incentiva a situação das mães solteiras?

Em vez de proteger e incentivar a família natural, o que o governo faz para dar soluções? Facilita os divórcios. Para garantir o caos social, o Estado impõe como padrão não a família natural, mas a família destruída. Documentos de identificação (como o CPF) omitem vergonhosamente o nome do pai, a fim de não ofender crianças concebidas por mãe solteiras. Assim, o Estado trata a família natural com descaso e abuso, elevando as exceções trágicas a nível de respeito e padrão.

A omissão comprada da imprensa

O pior é que a imprensa não colabora para revelar a verdade, apontar os erros e mostrar quem são os culpados reais. Quando noticiam os problemas das famílias, a imprensa omite completamente o papel do Estado como um dos grandes provocadores de problemas. Pelo contrário, o governo é apresentado como a Grande Solução. Não é para isso que a imprensa é paga?

A imprensa tem escolha, a não ser se vender? Anos atrás, o comunista José Dirceu (que, pela total ausência de arrependimento público pelos seus crimes, ainda pode ser considerado terrorista comunista) telefonou para a TV Record para “conversar” sobre o jornalista Boris Casoy, que insistia em noticiar os escândalos do governo Lula. Dirceu insinuou que a Record poderia perder o patrocínio de empresas estatais, que parariam de investir milhões em comerciais na televisão que se diz evangélica e a favor da família. Logo depois, Casoy foi despedido.

Quer persuadir um dono de TV? Ameace suspender o patrocínio milionário de anúncios comerciais! Esse tipo de negociação é infalível. E o governo faz essa chantagem usando nosso próprio dinheiro.

Genuína liberdade de imprensa indica a raiz dos problemas

Qual é então o jornalista que ousará imparcial e objetivamente apontar a verdade de que o Estado tem participação fundamental na destruição das famílias e seus valores? Resta então a um escritor como eu, que não depende de patrocínio da Petrobras ou outra gigante estatal amordaçadora, a responsabilidade de mostrar os fatos como são.

Não é a toa que o público respeite tanto alguns blogs. Onde mais encontrar genuína liberdade de imprensa?

Enquanto o jornalista vendido revela o que o Estado quer ver, o escritor livre revela ao público o que precisa ser mostrado — doa a quem doer. E quem está reclamando de dores é o próprio Estado.

Fora dos blogs, a castração estatal sobre a grande imprensa é implacável.

Como escritor livre, tenho a liberdade de dizer que os Dez Mandamentos, que são padrão legal e universal para toda a humanidade, apontam Deus e em seguida os pais como prioridade de respeito. Nem mesmo as igrejas podem ocupar esses lugares. Aliás, até mesmo as igrejas e o Estado devem respeitar o papel de Deus e dos pais na sociedade.

Estado voraz X família vulnerável

Contudo, o Estado exige estar acima tanto de Deus quanto dos pais, cobrando obediência absoluta até mesmo em áreas que não lhe pertencem. O resultado é o que todos podemos ver em toda a sociedade.

No passado, se um filho ousasse levantar a voz para o pai ou para a mãe, levava do pai um tabefe ou pior. Hoje, filhos levantam a voz, a mão e o braço para os pais, sem medo e com autoridade. E ai do pai ou mãe que ousar levantar a voz e a mão ao filho delinqüente de tanta doutrinação estatal — os abutres estatais dos conselhos tutelares estão prontos para cair em cima da vítima. Essa invasão da autonomia da família, onde o pai é proibido de exercer sua autoridade de disciplina sobre o filho desobediente, é fruto do ECA — presente do Estado.

Hoje, menores de 18 anos levantam facas e armas para matar, e realmente matam — quantos quiserem. E o que recebem de castigo? Internamento em instituições de reabilitação até os 18 anos. Essa perversão de tratamento impune a um criminoso é fruto do ECA — presente do Estado.

É de admirar então que pais e mães estejam confusos, desesperados, desorientados, frustrados, aflitos e sem saber o que fazer? É de admirar que eles estejam recorrendo a juízes para lidar com a desobediência dos filhos que no passado era facilmente resolvida por qualquer pai minimamente consciente de seus deveres e responsabilidades?

O Estado, com a cumplicidade de ONGs maritacas sugadoras de impostos, impõe políticas prejudiciais, abusivas e absurdas às famílias e depois, debaixo do nariz e do acobertamento da mídia comprada, dá meia volta e joga a culpa em tudo e em todos. Ou então a própria imprensa comprada assume o trabalho sujo de culpar a tudo e a todos. Todos são culpados, menos o Estado e a mídia liberal. Mera coincidência?

A mídia finge que cobra e critica o governo, o governo finge que cobra e critica a mídia, mas a família não precisa fingir nada, pois é ela que está sendo atingida pelo fogo real dos dois lados.

Com o Estado provocando danos, se intrometendo onde não deve e mantendo a grande imprensa amordaçada e encoleirada através de chantagens legais, políticas e financeiras, as famílias não têm autonomia, não têm direitos e não têm liberdade. Ninguém reclame, pois, do estado das famílias brasileiras e da delinqüência dos jovens. Preocupemo-nos, em vez disso, com os falsos amigos da família: o Estado, que promove leis que fazem mais mal do que bem; e a mídia liberal, que mantém seu acobertamento fiel sobre os atos anti-família do Estado.

Os falsos amigos não se traem. Não é a toa que para lançar sua campanha para destruir a autoridade dos pais para disciplinar os filhos, o governo Lula tenha escolhido Xuxa como representante da mídia comprada. Deixando de confiar neles, as famílias estarão dando um importante passo para a sua estruturação.

Fonte: www.juliosevero.com

Para ler mais neste blog:

O preço da desintegração do casamento tradicional

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Julio Severo e Heitor De Paola rebatem defesa ao ECA em programa de televisão

O abuso estatal contra a ordem familiar

Direitos das crianças: O que a ONU e o Estado fazem para controlar as famílias:

O que está por trás da campanha estatal pelos direitos das crianças:

CRIMINOSOS PRIVILEGIADOS: Fortalecendo a impunidade em nome da reabilitação dos menores que estupram e matam

Insensatez na punição de menores

A Constituição do Crime

26 de janeiro de 2009

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

Tortura e morte no governo de Obama? Só para os inocentes

O messias virou Herodes. Obama assina ordem presidencial para exportar aborto no mundo inteiro

Julio Severo

A esquerda mundial está alegre e comemorando. No segundo dia depois de sua posse, Obama assinou ordem presidencial proibindo a prática da tortura em terroristas sob interrogatório de militares dos EUA. Tortura para criminosos perigosos e desumanos? Nunca mais!

A esquerda mundial está pulando de alegria. Os promotores do aborto receberam um presente importante e multimilionário. Obama assinou, apenas 3 dias depois de sua posse, uma ordem presidencial para permitir a exportação do aborto no mundo inteiro.

Nos procedimentos de aborto, que são permitidos nos EUA durante todos os nove meses de qualquer gravidez, bebês em gestação são dilacerados vivos por instrumentos cirúrgicos, esmagados ou até mesmo envenenados com soluções de sal, que lhes dão a agonia de sofrer lenta queimação até o último minuto de vida. Tortura nunca mais? Para os bebês em gestação, não. Não no governo obâmico, que já providenciou a exportação e financiamento dessa tortura aos inocentes do mundo inteiro.

No governo obâmico, compaixão só para terroristas

A esquerda, que tem horror da pena de morte para assassinos, porém adora-a para bebês em gestação, aprovou a decisão de Obama. Agora, terroristas estão a salvo de torturas em interrogatórios militares. Para que possam obter a mesma misericórdia de Obama, que agora acha que tem nas mãos o poder de decidir a vida e a morte, os bebês em gestação precisarão conquistar a classificação de terroristas. Sem isso, eles não terão chance.

Lula e todos aqueles que lutam pela aprovação do aborto no Brasil estão contentes. Afinal, o impacto internacional da decisão de Obama incluirá inevitavelmente o Brasil.

A decisão presidencial dele, que ordena a canalização e o financiamento de milhões de dólares do governo dos EUA para organizações envolvidas na promoção e realização de abortos, afetará diretamente o bolso dos trabalhadores americanos, que serão obrigados a sustentar esse investimento colossal no derramamento de sangue inocente. O mundo todo sofrerá as consequências, onde no nome da “liberdade de escolher” o governo socialista de Obama está impondo sua vontade pró-aborto, doa a quem doer.

Nem todo presidente americano tinha essa propensão de gastar dinheiro público no aborto. Ronald Reagan, que foi o primeiro presidente dos EUA a escrever um livro evangélico contra o aborto, instituiu a Política da Cidade do México, que proibia o governo americano de financiar o aborto nos outros países. No passado ele era do partido de Obama, abandonando-o por ver suas políticas como na contramão das necessidades das famílias. Ao contrário de Obama, que é famoso pelo apoio ao aborto, Reagan se tornou mais conhecido por defender publicamente os valores da família e por ser contra o aborto.

Apesar de ter sido assistida por cerca de 37,8 milhões de pessoas em 2009 — com a mídia americana e internacional espetacularmente aos seus pés —, a posse de Obama não é a maior de todos os tempos. Em audiência, a posse dele perdeu para a de Reagan, que — mesmo sem a messiânica cobertura midiática que Obama recebeu — atraiu cerca de 41,8 milhões de telespectadores em 1981.

Por que o público americano mostrou mais interesse em Reagan do que Obama? Se Obama parasse de apoiar o aborto, certamente ele receberia muito mais apoio do povo americano.

Em 16 de janeiro de 2009, 77 membros do Congresso dos EUA pediram a Obama que não revogasse a Política da Cidade do México. Os deputados Doug Lamborn e Joe Pitts disseram: “Nestes tempos econômicos difíceis, o povo americano não gostaria que financiássemos organizações que estão tentando exportar o aborto no mundo inteiro”. Apesar da grave crise econômica e dos pedidos desses deputados, Obama assinou o financiamento multimilionário. Apesar de tantas necessidades mais urgentes da população mundial, ele deu preferência ao aborto.

Uma “mudança” antiga

Obama, que ganhou a eleição usando o lema da “Mudança”, comprova que, sem Jesus, mudança é impossível. Há décadas o partido dele tem uma agenda obsessiva de aborto. Com a vitória de Obama, a única “mudança” é que o aborto agora será promovido de forma mais agressiva nos outros países.

Obama prossegue o legado de Bill Clinton, outro presidente que defendia o aborto. Como é que uma autoridade que defende o assassinato de inocentes pode ter uma vida íntegra? Não pode. Não é surpresa, pois, que o governo de Clinton tenha sido marcado por muitos escândalos, inclusive famosos casos sexuais de Clinton com várias mulheres.

Ele, que era considerado “campeão” na defesa do “direito de as mulheres interromperem a gravidez”, foi acusado até de estupro. Ele tinha então suas razões para apoiar o aborto.

Contudo, não faltou uma voz para repreendê-lo. Em 1994, com a idade avançada de 83 anos, Madre Teresa de Calcutá, convidada para uma reunião presidencial de oração, abriu a boca, enquanto pastores e outros líderes religiosos permaneceram em silêncio. Ela cobrou Clinton publicamente pelo pecado do aborto. É desnecessário dizer que ele nunca mais a convidou para tais reuniões de oração — onde o que predominava era a adulação. Mas o recado foi dado. Ninguém se lembra das mensagens e orações dos outros líderes cristãos, mas o testemunho dela ficou na história.

Os pastores convidados de Clinton evitavam repreendê-lo, para não atrapalhar uma sonhada conversão dele. Afinal, deve-se orar pelas autoridades. Assim, eles oravam suas orações — e ele nunca se converteu. Mas uma mulher humilde deixou seu testemunho e marca, que valeram mais do que as palavras suaves, bonitas e vazias de um exército de pastores.

Hoje, celebridades evangélicas sentam-se à mesa com Obama, para celebrar a vitória do primeiro presidente afro-americano. Mas celebrar um homem que segue a linhagem pró-aborto e pró-homossexualismo de Clinton? Celebrar o que?

A linhagem de Acabe

Obama também segue a linhagem do rei Acabe, que promovia a adoração ao deus Baal. Não que ele adore Baal, mas a adoração a esse deus envolvia o sacrifício de bebês recém-nascidos e a prostituição homossexual. Qualquer semelhança com o governo de Obama (ou com o governo de Lula) é mera coincidência?

Os novos reis Acabes, tanto nos EUA quanto no Brasil, querem a promoção mundial do sacrifício de bebês recém-nascidos e da prostituição homossexual. Eles falam de mudança, mas nada mudou, depois de milhares de anos desde o primeiro Acabe. A diferença é que o Brasil tem um Acabe pobre e os EUA têm um Acabe rico, que pode provocar prejuízos muito maiores às nações.

Em passado recente, os socialistas pregavam incessantemente contra o “imperialismo americano”. Agora que o imperialismo pró-aborto de Acabe chegou, eles escolhem o silêncio. Acabe — isto é, “mudança” — chegou ao governo americano.

O mundo precisa de mudança. O mundo deseja mudança. Mas tudo o que o mundo consegue obter são Acabes, que prometem “liberdade de escolha”, mas produzem sacrifício de bebês recém-nascidos e prostituição homossexual.

“Prometem liberdade, mas eles mesmos são escravos da corrupção, pois o homem é escravo daquilo que o domina”. (2 Pedro 2:19)

Clinton é prova disso. No meu livro O Movimento Homossexual, publicado há dez anos pela Editora Betânia, eu denunciei Clinton e sua promoção do homossexualismo e aborto, pois as decisões dele afetavam não só os EUA, mas também o mundo, inclusive o Brasil.

Enquanto líderes evangélicos participantes das reuniões de oração de Clinton calavam, ele trabalhava em sua agenda de aborto e homossexualismo.

Enquanto líderes evangélicos celebram o primeiro presidente afro-americano, Obama trabalha em sua agenda de aborto e homossexualismo.

Com Clinton ou Obama, Madre Teresa não se calaria nem celebraria. Ela morreu em 1997, porém onde estão hoje os cristãos verdadeiros para — em vez de celebrarem ou calarem — chorarem diante de Deus e darem continuidade a corajosos testemunhos diante dos Acabes?

Ela fez a parte dela diante de Clinton. Façamos a nossa diante de Obama.

Fonte: www.juliosevero.com

Versão deste artigo em inglês: Torture and death in the Obama administration? Only for the innocent

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25 de janeiro de 2009

PSDB e DEM são oposição ao PT? Cesare Battisti está rindo da piada

PSDB e DEM são oposição ao PT? Cesare Battisti está rindo da piada

Bruno Pontes

Uma ladainha famosa na imprensa governista (sustentada por Petrobras, Caixa Econômica, Banco do Brasil e outros) é a de que o governo Lula sofre uma campanha implacável da oposição, que por sua vez está associada à imprensa golpista (qualquer uma que faça algo parecido com jornalismo) na missão de derrubar o presidente mais popular da história do universo.

As duas partes ganham com esse discurso: o governo tem espaço para a propaganda e os propagandistas têm as verbas do Franklin Martins. O papo furado de perseguição ao PT, e falo por experiência, faz sucesso em faculdades de comunicação, 90% delas comandadas por professores petistas. Os outros 10% se dividem entre PSOL e PC do B.

Mas não existe oposição partidária ao governo Lula. Em seis anos, a única derrota governista foi a derrubada da CPMF. Só. Vão gastar milhões para criar uma TV que ninguém vai ver? Tudo bem, vão em frente. O filho do presidente está metido numa maracutaia da telefonia? Tudo bem, deixa o Lulinha pra lá. O presidente deu a Petrobras na Bolívia para o amiguinho de Foro de São Paulo? Grande coisa. O presidente foi cúmplice do maior escândalo de corrupção da República brasileira, em que um Poder literalmente comprou outro? Tudo bem. Ninguém quer estragar a festa de um líder messiânico com 80% de aprovação.

Depois de tudo, Lula está sentado em sua cadeira presidencial, na maior tranqüilidade, completamente a salvo de uma oposição que não existe.

Qualquer pessoa minimamente alfabetizada é capaz de perceber isso. Se ainda existe algum inocente acreditando no mito da oposição que não dá descanso a Lula, ou no mito ainda maior da própria existência de uma oposição, sugiro que observe o comportamento da dita cuja (PSDB? DEM? Que piada) diante do caso Cesare Battisti. O PT deu abrigo a um assassino de quatro pessoas na Itália. A repulsa lá é generalizada. Até mesmo partidos da esquerda italiana ficaram chocados. Foi “uma cuspida na cara” dos italianos, como disse Severino Santiapiachi, procurador da Corte de Cassação daquele país. E cadê a oposição brasileira? Você viu algo mais significativo do que um muxoxo?

Representantes de praticamente todos os partidos italianos, da esquerda à direita, se pronunciaram duramente contra a decisão desse canalha chamado Tarso Genro. O governo italiano já apelou ao nosso STF. E a nossa oposição? Está calada, como sempre esteve.

O governo italiano está brigando pela extradição do “escritor” (é assim que Battisti é tratado por seus amigos brasileiros). E a nossa suposta oposição faz o quê? Nadica de nada. É por isso que o PT pode continuar aparelhando o Estado até alcançar o estágio do partido único (o Roger Prado, do blog Cafeinado, acha que já estamos lá). É por isso que Dilma Rousseff só não será presidente em 2011 se Lula não quiser.

O PSDB é oposição ao governo Lula? O DEM é oposição ao governo Lula? Que piada. Passaram seis anos cumprindo as ordens do PT e nunca vão importuná-lo. Taí o caso Battisti para quem quiser ver.

Fonte: Blog Bruno Pontes

Divulgação: www.juliosevero.com

24 de janeiro de 2009

Obama e o aborto

Obama e o aborto

Mensagem do vídeo: “O futuro desse bebê é um lar desfeito. Ele será abandonado pelo seu pai. Sua mãe solteira lutará com dificuldade para criá-lo. Apesar de tudo ele perseverá. Este bebê será o primeiro presidente afro-americano [dos EUA]”.

Quem é Achille Lollo? Pergunte ao PSOL

Quem é Achille Lollo? Pergunte ao PSOL

Bruno Pontes

Enquanto as vítimas do “escritor” na Itália sofrem, nossa esquerda festiva acolheu Cesare Battisti com todas as honras destinadas a um assassino a serviço da causa.

Em abril de 2007, quando Battisti estava preso nas dependências da Polícia Federal em Brasília*, uma comitiva de parlamentares foi prestar solidariedade ao “escritor” que matou quatro pessoas entre um livro e outro. Estiveram lá a ex-prefeita de Fortaleza Maria Luiza Fontenele, Fernando Gabeira, o deputado federal petista Luiz Couto, o comunista Evandro Milhomen e dois expoentes do PSOL: o deputado federal Chico Alencar e o senador José Nery, que estava um dia desses na tribuna lambendo as botas de Fidel Castro.

O que pouca gente sabe é que um dos fundadores do PSOL, o também italiano Achille Lollo (não sei como o partido o chama, talvez seja mais um “escritor” ou “intelectual” da turma), também matou pela causa, e matou crianças.

Em 1973, Lollo e dois colegas da organização Poder Operário derramaram gasolina por baixo da porta do apartamento onde morava Mario Mattei, um gari de 48 anos, a esposa e seis filhos. Mattei era secretário de um partido neofascista, o Movimento Social Italiano. Ele ficou encurralado pelas chamas e se jogou pela janela. A esposa conseguiu pegar os filhos pequenos de 9 e 4 anos e os levou para o andar de cima, onde foram socorridos pelos bombeiros. Outras duas filhas de 19 e 15 anos escaparam descendo de um balcão. Os últimos dois filhos ficaram presos no quarto. Morreram abraçados e carbonizados. Veja fotos digitando “Rogo di Primavalle” (incêndio de Primavelle) no Google Imagens.

Em 2006, estudantes de comunicação da Universidade de Brasília aproveitaram a passagem de Heloísa Helena, que foi lá pedir voto, e lhe perguntaram o seguinte: “a senhora e seus companheiros de partido têm sido criticados por serem colegas de Achille Lollo, que foi condenado por assassinato na Itália. Até onde é possível separar a vida pessoal da militância política de cada um, na opinião da senhora ?” Heloísa Helena não respondeu e ainda acusou os estudantes de chantagem. Claro!

Os militantes do PSOL estão entre os mais exaltados críticos da reação israelense contra o Hamas. Nos últimos dias, eles gritaram todo tipo de impropério contra os israelenses, incluindo a já tradicional acusação de genocídio. Esses socialistas libertários (uma contradição risível) estão mesmo muito preocupados com as criancinhas, não? Pois vamos perguntar a eles o que acham de Achille Lollo, o companheiro que ajudou a fundar o partido da galera mais bacana e consciente do Brasil. Tocar fogo nos filhos dos adversários políticos faz parte da luta? Eles não responderão, obviamente.

* Ele ainda está lá, aguardando a decisão do STF.

Fonte: Blog Bruno Pontes

Divulgação: www.juliosevero.com

23 de janeiro de 2009

Safernet de olho nos “criminosos” que não aceitam a agenda gay

Safernet de olho nos “criminosos” que não aceitam a agenda gay

Parece piada, mas não é. Não existe no Brasil nenhuma lei proibindo opiniões contra o homossexualismo. Mesmo assim, a ONG Safernet insiste em chamar essas opiniões de “crime”

Julio Severo

De acordo com notícia do site AdNews: “A popularização das redes sociais no Brasil teve como consequência o aumento no índice de crimes cometidos na internet. Segundo uma pesquisa da ONG Safernet, crimes como… homofobia foram os que registraram os maiores crescimentos. Os dados da pesquisa indicaram que no segundo semestre de 2008, a homofobia apresentou um crescimento de 131,4%”.

“Homofobia” é o jargão politicamente correto mais usado contra qualquer cristão ou até mesmo ateu que diga que o homossexualismo é doença, perversão ou nojento. A Safernet classifica essa aversão como “crime”, muito embora o governo Lula, ávido promotor da agenda gay, ainda não tenha conseguido impor sua ditadura gay mediante o PLC 122 e outros projetos absurdos e inconstitucionais.

Por causa da CPI da Pedofilia, o Senador Magno Malta deu maiores poderes à Safernet, que agora os usa para sua safada tarefa de monitorar e reprimir na internet qualquer opinião que discorde da agenda gay.

Desde 2007, ativistas gays radicais usam freqüentemente a Safernet para denunciar o Blog Julio Severo como “criminoso”. Aliás, logo que esses ativistas começaram suas campanhas de denúncia com a ajuda da Safernet, o Blog Julio Severo foi fechado em julho de 2007. Graças à mobilização de juristas do Brasil inteiro, o Google o liberou, depois de comprovar que as acusações de crimes eram falsas.

Agora, falta a Malta solicitar uma CPI para investigar as motivações da ONG Safernet. Ao tratar como “crime” de homofobia a livre expressão contra a sodomia, a Safernet se tornou um dos braços da Gaystapo no Brasil.

Fonte: www.juliosevero.com

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Terroristas no colo do PT

Terroristas no colo do PT

Bruno Pontes

Em 2003, o presidente Alvaro Uribe, da Colômbia, enviou uma carta aos países latino-americanos pedindo a cada presidente que classificasse formalmente as Farc como organização terrorista “e que nos proporcione seu apoio para que o mesmo ocorra nos diferentes fóruns regionais e internacionais”. O PT ficou calado. Assassinato de inocentes, seqüestros (de crianças, inclusive), mutilações em campos minados, decapitações, partos de reféns feitos a faca... Tudo isso é considerado aceitável pelo partido que manda no Brasil. Quando as tropas governamentais de Uribe mandaram os chefões das Farc que operavam no Equador para o inferno, a diplomacia petista exigiu que o presidente colombiano se desculpasse.

Integrantes das Farc já foram recebidos como convidados ilustres do petista Olívio Dutra, durante sua gestão como governador do Rio Grande do Sul, em pleno Palácio Piratini. Quando o petista Antônio Palocci era prefeito de Ribeirão Preto, as Farc tinham na cidade um escritório de representação. As reuniões deviam ser bastante interessantes.

Você sabe quem é Francisco Cadenas Colazzos? Nem adianta procurar o nome. No Brasil ele atende por Olivério Medina e se diz padre. É na verdade um homem das Farc protegido pelo PT. A mulher dele, Angela Maria Slongo, também ganhou um mimo do governo: um cargo comissionado no Ministério da Pesca por indicação de ninguém menos que Dilma Rousseff, que, sinto muito por todos nós, será presidente daqui a dois anos, por absoluta falta de oposição.

Na primeira semana de janeiro, o PT divulgou nota chamando Israel de Estado terrorista e comparando a reação israelense a oito anos de foguetes do Hamas às práticas do exército nazista. Nós já sabemos que, caso a população brasileira fosse atacada por foguetes de um grupo terrorista de um país qualquer, Lula e os companheiros do PT ficariam só olhando. E se algum brasileiro reclamasse, seria devidamente repreendido por Celso Amorim.

Em 14 de janeiro, o governo acobertou outro santo: o italiano Cesare Battisti, chefe dos Proletários Armados pelo Comunismo, condenado pela Justiça italiana à prisão perpétua pela participação em quatro assassinatos cometidos nos anos 70. O crédito é do petista Tarso Genro, o ministro da Justiça especialista em leninismo — o mesmo que retornou à ditadura de Fidel Castro dois atletas que queriam asilo no Brasil.

O ministério italiano de Relações Exteriores apelou ao presidente Lula “para que sejam tomadas todas as iniciativas que possam promover, no quadro da cooperação judiciária internacional na luta contra o terrorismo, uma revisão da decisão judiciária adotada”. Em vão. O PT já marcou posição: solidariedade total aos terroristas. É a moral dessa gente que manda no Brasil.

Fonte: Blog Bruno Pontes

Adaptado por Julio Severo

Divulgação: www.juliosevero.com

22 de janeiro de 2009

Música italiana oferece esperança para os homossexuais

Música italiana oferece esperança para os homossexuais

Música “Luca era gay”, composta e cantada por um ex-homossexual, revela que homossexualismo tem cura

Julio Severo
O cantor italiano Povia, criador da música “Luca era gay”, que está fazendo sucesso na Itália, declarou em entrevista ao jornal “Il Giornale” que uma pessoa não nasce, mas se torna gay.
O cantor explica sua motivação para cantar sobre esperança: "Meus pais se separaram quando eu era pequeno e meu pai saiu de casa. Fiquei sozinho em um ambiente feminino, brincava de boneca. Engana-se quem pensa que uma pessoa nasce gay. Você se apaixona por um homem porque é isso que você gostaria de ser".



"Os homossexuais vivem um frenético nomadismo sentimental. É compreensível: como qualquer outro, buscam algo diferente de si mesmos. Se encontram no outro apenas algo parecido, a relação não pode ser mais que efêmera e compulsiva. Não pode existir estabilidade e fidelidade no mundo gay”, declarou ele.
Povia conseguiu abandonar as práticas homossexuais e se ajustar num casamento com uma moça chamada Teresa. Sua decisão de deixar o homossexualismo foi motivada pela propagação do vírus da Aids entre os gays nas sociedades ocidentais. Ele disse: "Para mim, foi um milagre. Durante uma peregrinação, conheci Teresa e, após um ano de namoro, nos casamos".
A música “Luca era gay” concorrerá entre os dias 17 e 21 de fevereiro no festival de Sanremo junto a artistas como Albano ou Iva Zanicchi. A presença de Povia e sua música estão atraindo muita atenção sobre o festival, por causa da mensagem dele que fala de um jovem gay que finalmente consegue se desprender das amarras da desorientação homossexual para encontrar não só liberdade, mas também a felicidade de um casamento com uma mulher adorável.
Grupos homossexuais radicais, que acusam a música de ser polêmica, prometem fazer tudo o que puderem para atrapalhar e infernizar a apresentação musical do cantor Povia em Sanremo.
Ao mostrar que a condição homossexual não é imutável, a música de Povia é um balde de água fria nas pretensões dos grupos gays, que exigem direitos — e muito dinheiro — para promover o estilo de vida homossexual como conduta normal. No entanto, para um grande número de homens que procura uma saída do abismo da desorientação homossexual, a música dele representa esperança e encorajamento aos ouvidos e ao coração.
Com informações do G1 e do Portal Terra.
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